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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Tantra: o Sentir</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>A memória do boi no matadouro</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 00:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O post original é de Lawrence Estivalet, extraído do blog pelotense Defensores dos Direitos Animais. O negrito no último parágrafo é por minha conta. &#8220;Um etólogo (psicólogo de animais) examinou a memória de um boi, que após dois anos não havia esquecido o que havia visto no matadouro. O psicólogo de animais Patfield comprou um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://ddapelotas.blogspot.com/2009/02/memoria-dos-animais.html" target="_blank">post original</a> é de <a href="http://estivalet.blogspot.com/" target="_blank">Lawrence Estivalet</a>, extraído do <a href="http://ddapelotas.blogspot.com/" target="_blank">blog pelotense <strong>Defensores dos Direitos Animais</strong></a>. O negrito no último parágrafo é por minha conta.</p>
<blockquote><p><em> </em>&#8220;Um etólogo (psicólogo de animais) examinou a memória de um boi, que após dois anos não havia esquecido o que havia visto no matadouro.</p>
<p>O psicólogo de animais Patfield comprou um bezerro e um boi em um matadouro em Chicago. Antes, havia combinado que ambos os animais fossem &#8220;presenciar&#8221; a matança de 150 bois. Em seguida, foram colocados em um caminhão e levados para um pasto com estábulo, que Patfield havia alugado. Patfield conseguiu que cinco abatedores que trabalharam no matadouro de Chicago fossem mostrados, seguidamente, ao bezerro e ao boi durante a matança. Ao longo de dois anos seguintes, os dois animais adquiridos do matadouro não tornaram a ver os abatedores.</p>
<p>Enquanto o boi ficou sozinho, o bezerro foi incorporado, após um ano, a um rebanho. Antes, Patfield lhe havia feito grandes marcas nas orelhas.</p>
<p>Após dois anos, o etólogo convidou os abatedores e os levou de carro até o pasto, onde o boi calmamente estava deitado na relva. Quando os homens desceram do carro, o boi se espantou. Levou apenas 12 segundos. Em seguida, enfureceu-se, devastou o estábulo e jogou-se contra a cerca alta e forte de arame, onde caiu ferido. Ele gemia e urrava de medo, ao ver os homens se aproximarem.</p>
<p>No rebanho (no pasto),<strong> o bezerro marcado foi o único que fugiu quando se aproximaram os cinco homens que estavam gravados em sua memória</strong>. Ele desembestou em pânico. Esperaram, de propósito, 24 horas para procurar o animal. A equipe de busca encontrou o bezerro após cinco dias, <strong>a uma distância de 190 km</strong>, onde havia se juntado a um rebanho estranho. Havia perdido 55 kg do seu peso.&#8221;</p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1448" title="boi-matadouro-sofrimento-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/boi-matadouro-sofrimento-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="boi-matadouro-sofrimento-blog-alexandre-montagna" width="600" height="404" /></p>
<p>Fonte (<em>source</em>): Informationskreis gegen<br />
Tierversuche, Konstanz, Suíça</p>
<p>Sem mais por hoje.</p>
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		<title>O melhor mesmo é não beber.</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Mar 2010 11:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O melhor mesmo é não beber uma gota sequer. Sua consciência merece estar lúcida o tempo todo e seu corpo merece essa desintoxicação. Artigos possivelmente relacionados:Vinho, o álcool tradicional mantido pela sofisticaçãoO uso do álcool]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O melhor mesmo é não beber uma gota sequer.</p>
<p>Sua consciência merece estar lúcida o tempo todo e seu corpo merece essa desintoxicação.</p>
<div id="attachment_1337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 443px"><img class="size-full wp-image-1337" title="johnnie-walked-se-beber-nao-dirija-acidentes-alcool-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/johnnie-walked-se-beber-nao-dirija-acidentes-alcool-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="O melhor mesmo é não beber uma gota sequer" width="433" height="590" /><p class="wp-caption-text">O melhor mesmo é não beber uma gota sequer</p></div>
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		<title>Christian, o leão</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 17:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um exemplo de sentimento animal. É um vídeo emocionante para curtir bem o Natal, insuflado de amor, sensorialidade e respeito a todos seres -- de duas ou de quatro patinhas. www.youtube.com/watch?v=t3TAJLSXOW4 Artigos possivelmente relacionados:Carinho com os animais gera reciprocidadeA Santa Ceia atualAlimentação naturalA memória do boi no matadouroDocumentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um exemplo de sentimento animal. É um vídeo emocionante para curtir bem o Natal, insuflado de amor, sensorialidade e respeito a todos seres -- de duas ou de quatro patinhas.</p>
<p><div style="text-align: center;"><span class="youtube">
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		<title>Conservadorismo e banalização do sexo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na prática, conservadorismo acaba por ser um eufemismo para comportamento repressor. Sendo desse modo, declaro que sou contra o conservadorismo de qualquer tipo, em qualquer assunto e sobre qualquer instância. Ora, o maior patrimônio do ser humano é a liberdade &#8211; liberdade de ir e vir, de escolher o que bem entender e fazer o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-987" title="sexo-tabu-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/sexo-tabu-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="sexo-tabu-blog-alexandre-montagna" width="650" height="200" /></p>
<p>Na prática, conservadorismo acaba por ser um eufemismo para comportamento repressor. Sendo desse modo, declaro que sou contra o conservadorismo de qualquer tipo, em qualquer assunto e sobre qualquer instância. Ora, o maior patrimônio do ser humano é a liberdade &#8211; liberdade de ir e vir, de escolher o que bem entender e fazer o que quiser, desde que não prejudique ninguém; e não há maior crime do que ter nossa liberdade reprimida e violentada, em qualquer nível de atividade. Ser conservador no sexo é ser repressor e reprimir a liberdade dos outros de fazer o que quiserem. Não devemos ser conservadores: esse comportamento é uma praga! Mas, sobre o sexo, será que devemos banalizá-lo, então? Depende do que entendemos por banalizar algo. Se o entendimento for &#8220;tornar o sexo normal&#8221;, então, por favor, banalizemos o sexo, pois não há ato natural mais lindo, prazeroso e normal do que a conexão entre dois seres em suas vestes carnais. Por outro lado, se banalizar trouxer o entendimento de &#8220;vulgarizar&#8221;, então jamais façamos isto! Nesse significado, não devemos banalizar o sexo, assim como não devemos cometer tal falha com a alimentação, com a conversa entre amigos, ou com o cotidiano, pois todas as circunstâncias de nossas vidas devem ser vivenciadas com amor e sentimento dignos de uma valorização do tempo que conferimos a elas. Dito tudo isto, se o leitor me permitir expor meu conceito, devo informar que vulgarismo é uma atitude, um estado de espírito que consiste em subtrair sentimentos nobres de atos afetivos, tornando-os ocos, bem como em praticar convívio social gerando desconforto nas pessoas ao seu redor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A mola do comportamento no contexto histórico</strong></p>
<p>O comportamento é como uma mola: quando mais pressionado e reprimido, maior será a força que terá quando for solto. Não são os adolescentes intensamente homofóbicos que se tornam homossexuais aos 40? Durante os últimos tempos, sofremos uma repressão sexual que só nas últimas décadas começou a se atenuar. Parte disso é devido ao enfraquecimento da religião e das crenças. Mas o resultado da liberação comportamental foi a mola dando um salto para o ar, gerando o comportamento oposto, num nível que ultrapassou a liberdade e entrou na libertinagem. Confundimos liberdade com banalização, embalados sob músicas realmente vulgares. A mola comportamental social ainda está em fase de aquietação e aos poucos vamos descobrindo que sexo é ótimo, falar de sexo é bom também, e que podemos torná-lo normal e, ao mesmo tempo, valorizá-lo muito. Nesse interím, a libertinagem vai dando pano para a manga dos conservadores, que dizem: &#8220;<em>isso que dá os jovens não irem à igreja&#8230;</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Um exemplo de repressão</strong></p>
<p>Ainda sobre o assunto repressão, lembro-me de quando ouvi o depoimento de uma querida amiga que foi acompanhada de suas <em>friends</em> à beira de uma praia de nudismo, numa distância em que era possível observar (pessoas nuas) sem sair do carro. Em certo momento, todas enxergaram um grupo de homens despidos conversando, e logo o sangue subiu às faces de todas, a garganta apertou a voz, os pelos (de todas) arrepiaram-se nas peles enrubescidas, e uma delas solta uma ofensa bastante nervosa, aleatória e completamente descabida: &#8220;<em>é gay, é gay, é tudo gay!!</em>&#8220;. Como todas estavam à ponto de bala, numa autorepressão muito forte, a sequência foi um bando de mulheres dentro de um carro repetindo a expressão feito caturritas atônitas, para talvez tentar mascarar a incapacidade de observarem com simplicidade um grupo de seres humanos tal e qual vieram ao mundo. Esse é um belo exemplo de quando a repressão encontra a liberdade: <strong>a repressão teme a liberdade</strong> &#8211; por isso mesmo a maltrata, agride, ofende e prende.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ser libertário e não julgar</strong></p>
<p>A concepção de um mundo perfeito consistem em chegar à conclusão de que a liberdade é o nosso bem mais precioso e que devemos preservá-la, cultivá-la e vivenciá-la muito, custe o que custar. Você pode ser libertário ou repressor consigo mesmo &#8211; pois você tem essa liberdade, mas seja, acima de tudo, libertário com os outros. Não julgue sob nenhum pretexto os outros. Não julgue aquele que ama alguém do mesmo sexo. O que você tem com isso? Não importa se homem e mulher são o casal perfeito no encaixe natural do quebra-cabeça, amor é amor e está acima da dualidade sexual: está entre essências. Tampouco julgue aquela pessoa que se relaciona com duas outras simultaneamente, mesmo que você não compreenda como é possível fazer isso sem traição e com verdadeiro amor e afeto. Ao julgar outra pessoa dessa maneira, você declara abertamente que está com repressão armazenada em seus condicionamentos comportamentais. Seja desrepressor consigo mesmo e com os outros. Não julgue. Seja libertário, com maturidade, respeito e disciplina. Este é o meu convite.</p>
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		<title>Vinho, o álcool tradicional mantido pela sofisticação</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 11:08:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Não importa se uma tradição é boa ou ruim, ela será passada adiante se for conveniente para algum grupo de pessoas, ou se for simplesmente divertida, mesmo que seja cruel. Na maioria das vezes, as tradições favorecem econômica ou politicamente um grupo de pessoas e você nem sabe! O público só vê a parte do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não importa se uma tradição é boa ou ruim, ela será passada adiante se for conveniente para algum grupo de pessoas, ou se for simplesmente divertida, mesmo que seja cruel. Na maioria das vezes, as tradições favorecem econômica ou politicamente um grupo de pessoas e você nem sabe! O público só vê a parte do teatro, mas não enxerga o que acontece nos bastidores. É assim que se mantêm as tradições das touradas na Espanha, do churrasco no Rio Grande do Sul, da farra do boi em Santa Catarina, do espancamento e mutilações dos muçulmanos para homenagear o neto do profeta Maomé, Husayn ibn Ali. Até mesmo a tradição da saudação através de cuspe presente na tribo Masai. Tradições se mantêm, mesmo que não sejam lógicas, agradáveis, inteligentes e conscientes.</p>
<p>Quanto menos sensata for a tradição, mais artificialmente colorida ela será, a fim de causar uma boa imagem. Você já percebeu isso?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A boa imagem do vinho</strong></p>
<div id="attachment_774" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-774" title="vinho-requinte-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/vinho-requinte-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Isso é sszuper (hic) refiñado.." width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Issso é sszzuper refiñaado.. (hic)</p></div>
<p>O vinho. Quase todos têm uma boa imagem do vinho, e como não ter? Só ouvimos falar bem dele, que faz bem para o coração e por aí vai. Há profissionais que recomendam uma ingestão frequente e todos conhecem pelo menos um vivente que beba uma taça diária. Algumas vezes, ao mencionar que o Yôga recomenda a abstinência alcoólica, sou interrogado: &#8211; &#8220;<em>Mas, e o vinho? Ele não é bom?</em>&#8221; Permita-me ser direto: não! Vinho é <strong>uva</strong><strong> + álcool</strong>, simplificando bastante. Pegue todos os benefícios do vinho e todos os benefícios do sumo de uva e constate que são iguais. Por que será? Isso é porque o bom do vinho são as propriedades da fruta e nada mais. Tire o álcool dessa bebida, e você terá um belo suco, super nutritivo e ainda mais saudável, já que não possuirá o efeito maléfico de redução da consciência e intoxicação proporcionado pelo álcool. Ah, e o suco de uva não dá dor de cabeça!</p>
<p>Veja a seguir um trecho de um artigo sobre os benefícios do vinho:</p>
<blockquote><p>Observou-se que a reatividade dos vasos sangüíneos melhorava nestes voluntários, tanto com o vinho como com o suco de uva. Os achados, sugerem que os flavanóides da casca da uva, encontrados tanto no vinho como no suco da uva, seriam os responsáveis por tais bebefícios.<br />
<a href="http://portaldocoracao.uol.com.br/nutricao.php?id=957" target="_blank">http://portaldocoracao.uol.com.br/nutricao.php?id=957</a></p></blockquote>
<p>É tão complicado entender essa simplicidade? Não precisa ser PhD para perceber isso.</p>
<p>O vinho é tão bem visto porque fazem uma forte campanha para sua boa imagem, cheia de pompa e sofisticação. Os garçons o servem com rituais repletos de majestade, utilizando parafernalhas vinícolas dignas de Realeza, enquanto servem a preciosa água em copos simplórios, talvez de requeijão. Entrei num famoso portal de comércio eletrônico e adivinhe o que havia na seção &#8220;<em>presentes sofisticados</em>&#8220;? Além de vários relógios e itens aleatórios, todo o resto da página estava preenchido com acessórios referentes ao vinho. Está muito clara a ligação feita entre essa bebida e o requinte. E, é claro, isso só está assim porque nós mantemos essa tradição.</p>
<p>Não há motivos para colocar o vinho num pedestal. Isso é lavagem cerebral. Remova o álcool e aprecie o sagrado sumo da uva, manuseando-o com a mesma pompa e circunstância, e sorvendo-o numa linda taça de cristal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Beber para se soltar</strong></p>
<p>Há quem beba para se soltar, um pouco, muito, ou para soltar a franga de vez. É compreensível essa atitude dentro de uma cultura repressora como a nossa. Vivemos trancados em nós mesmos, segurando desejos e sentimentos constantemente. Algumas pessoas colocam em suas cabeças que precisam beber um pouco para conseguir conversar melhor. Ora, que enorme declaração de personalidade fraca! Comunicação social é o mínimo que todos nós deveríamos praticar, jamais precisando de uma bebida com álcool para isso. Aliás, toda vez que alguém vem falar comigo com aquele hálito-espanta-tubarão do vinho ou cerveja, eu já desconverso e me abstenho da frustração desse contato: ou meu interlocutor não entenderá minhas palavras, ou esquecerá boa parte do que eu falar. Isso se eu não testemunhar outros sintomas do álcool, tais como falar bobagens, ser inconveniente, ser teimoso, xingar, ofender e envergonhar alguém em público, envergonhar-se em público, paquerar invadindo o espaço vital da vítima, tirar a roupa para fazer um humilhante <em>strip-tease</em>, cair no chão deixando muita coisa à mostra, vomitar, etc.</p>
<p>Quem pratica a Nossa Cultura com dedicação, conhece e vivencia a filosofia Shakta, desrepressora. Assim, solta-se sem precisar de substâncias para isso, sejam elas lícitas ou não. O shakta e a shaktí aprendem a ser mais carinhosos e extrovertidos em sã consciência. Ora, a expansão da consciência é a meta do Yôga, e cada <span style="text-decoration: underline;">gota</span> de álcool é um pequeno passo rumo à inconsciência. Quem leva o Yôga a sério, quer exatamente o oposto dessa redução da lucidez, evitando também qualquer substância nociva ao seu organismo e prejudicial ao bom funcionamento de seu cérebro. O praticante do Yôga Antigo sabe que o importante na vida é ser feliz e faz isso muito bem. Poucas pessoas sabem, contudo, que essa felicidade é viável sem ter que prejudicar o corpo ou sem ser um <em>maria-vai-com-as-outras</em> nas rodas de conversa.</p>
<div id="attachment_843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-843" title="festa-sem-alcool-metodo-derose-yoga-kobrasol-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-metodo-derose-yoga-kobrasol-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Extroversão e carinho com consciência é uma felicidade viável" width="600" height="377" /><p class="wp-caption-text">Extroversão e carinho sem uma gota de álcool é uma felicidade viável.</p></div>
<div id="attachment_844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-844" title="festa-sem-alcool-metodo-derose-fest-yoga-florianopolis-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-metodo-derose-fest-yoga-florianopolis-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga." width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga repleto de gente bonita, alegre, de cara limpa, saudável e descomplicada.</p></div>
<p>Além do mais, preciso confessar, nas festas de público diversificado em que compareço, geralmente acham que eu sou quem mais bebeu, e alguns não acreditam que eu esteja de cara limpa. Abaixo, um belo registro feito numa festa de aniversário da minha querida amiga Paula Moreira.</p>
<div id="attachment_845" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-845" title="festa-sem-alcool-pedro-largacha-paula-moreira-francisco-lima-pelotas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-pedro-largacha-paula-moreira-francisco-lima-pelotas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu." width="600" height="354" /><p class="wp-caption-text">Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu. A Paulinha está de princesa e eu de Rambo Serelepe. &quot;Enche o copo de Guaraná, garçom!!! Com laranja, por favor.&quot;</p></div>
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		<title>Sary</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 19:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Alma-gêmea é um conceito romântico e bonitinho, mas que não existe, na verdade. Ele faz parte dos contos de fada e das novelas que sempre terminam em casamento. Faz parte da fantasia social. Somos hoje 7 bilhões de personalidades transitando pelo mapa-mundi com grandes sonhos, pequenos <em>hobbies</em> e desejos carnais. O par perfeito é qualquer um que suprir pelo menos dois desses três itens. Se você conseguir combinar em tudo, melhor ainda! Você estaria amando a sua personalidade-gêmea, com certeza. Contudo, isso não garantiria felicidade, já que ela não é responsabilidade de nenhuma outra pessoa a não ser você mesmo &#8211; mas isso é assunto para um outro dia.</p>
<ul>
<li>Pequenos hábitos: filmes, música, culinária, esportes, lar, estudos&#8230;</li>
<li>Grandes metas: investir na carreira, cuidar da comunidade, gerenciar organizações, ajudar crianças cegas no Tibet, etc.</li>
<li>Desejos carnais: trocar carinho, abraços, conversas aconchegantes, sair juntos, andar de mãos dadas, dar beijos, transar, etc. &#8211; achou que era só transar, não achou?</li>
</ul>
<p>Não há alma-gêmea, mas há uma infinidade de possibilidades de relacionamentos afetivos maravilhosos. Há parceiros em potencial por todo lugar com os quais você pode se divertir ao compartilhar pequenos hobbies, ou grandes sonhos, sejam eles altruístas ou não, e ainda satisfazer desejos carnais. Tem casais que se unem apenas pelo apetite sexual, sem ter pequenos hábitos em comum e muito menos os grandes sonhos ou metas de vida. Duram pouco, de fato. Quando o pior acontece, se casam por pressão de família e sociedade e acabam por ter uma vida incompleta. Você já viu algum casal assim, pois eles não são nada raros.</p>
<p>Eu encontrei uma garota muito especial, com quem compartilho cada vez mais todos os itens possíveis de um relacionamento, e ainda venho desenvolvendo um outro fator importante que não mencionei anteriormente, que é o de<strong> compartilhar existência</strong>. Essa expressão é tão forte que merece o artigo especial que será lançado futuramente.</p>
<p>Sarita, a Sary, é essa amável e amada garota com quem compartilho minha vida, e que esteve de aniversário no último 1º de agosto. Parabéns a você, <em>princesinha</em>!*</p>
<div id="attachment_858" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-858" title="sary-sarita-borges-canada-chapeco-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/sary-sarita-borges-canada-chapeco-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="No Canadá" width="600" height="398" /><p class="wp-caption-text">Sary e seu sorriso contagiante no Canadá.</p></div>
<p>Te amo.</p>
<p>* Sara, do hebraico, significa <em>A princesa</em>. Sarita é o diminutivo de Sara, logo, significa <em>princesinha</em>. Lindo, não?</p>
<p>ps.: meu amigo <a href="http://swasthya.marcocarvalho.com/" target="_blank">Marco Carvalho</a> lembrou-me do significado de Sara em sânscrito: essência! Uau&#8230;.</p>
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		<title>Alimentação natural</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 00:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>De tão mencionada, acho interessante escrever sobre ela: a alimentação natural. O que é isso? Evite o termo <em>natural</em>, pois num sentido amplo não quer dizer muita coisa. Afinal, se tudo está na natureza, tudo é natural! Logo, até refrigerante e algodão-doce passam a ser natural. Mas para começarmos a estabelecer critérios, vamos procurar manter o conceito de natural dentro da seguinte definição: <strong><em>alimento natural é o</em></strong><strong><em> </em><em>que está sendo oferecido pela natureza e não passa por processos de transformações</em></strong>.</p>
<p>Com essa definição, vamos começar a desenvolver as possibilidades. Quanto mais longe da definição, menos natural o alimento é. Portanto, temos em primeira instância todas as frutas e seus sucos, e a preciosíssima água. Além de castanhas e nozes. Essa é a nossa alimentação ideal, que encontramos diretamente na Natureza sem precisar fazer nada: só levar à boca! Mas quem conseguiria alimentar-se apenas assim? Um amigo meu de Pelotas faz isso de tempos em tempos: ele já chegou a ficar quatro meses alimentando-se só com frutas (algumas secas), bananas-passa e nozes. Ele manteve musculatura definida e pele bronzeada, com práticas de Yôga bastante fortes. Apesar da nutrição ser perfeita, há um fortíssimo ônus a ser pago: a perda do convívio social. O principal obstáculo para essa alimentação é enfrentar o desajuste social e a saudade psicológica de uma comida mais quentinha que estamos tão acostumados a comer. Por isso, o ideal para nós, hoje, não é ficar nesse item, mas sim cultivá-lo bastante.</p>
<div id="attachment_757" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-757" title="vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Apimente sua vida: seja vegetariano!" width="260" height="350" /><p class="wp-caption-text">Apimente sua vida: seja vegetariano!</p></div>
<p>Em segunda colocação, vêm os vegetais, hortaliças &#8211; legumes, verduras, raízes, que não exigem grandes processos para serem ingeridos por nós: muitos já estão comestíveis, como a cenoura (quem nunca comeu cenoura estilo o coelho Pernalonga?) e outros só precisam de uma leve aquecida ou água fervida por cima para ficarem mais <em>al dente</em> e para eliminar possíveis bactérias. É importante aprender o método simples de lavagem para eliminar os agrotóxicos. Colocarei este método num próximo post. O crudivorismo geralmente fica nesse item, pois os alimentos são ingeridos praticamente crus. Sopas são a concessão máxima, desde que não cozinhe os alimentos, só dê uma aquecidinha gostosa.</p>
<p>Ao lado da segunda colocação, mas um pouquinho mais atrás, em terceira, vêm toda a alquimia possível entre os dois primeiros itens, acrescidos de fogo (fazendo pães e massas em geral com a utilização de trigo e cereais). Então temos pratos de forno e fogão, quentinhos, apimentados, condimentados (com orégano, manjericão, curry, açafrão, cominho, cardamomo, páprica e muito mais) coloridos e gostosíssimos, e <strong>estritamente vegans</strong>! Podemos convencionar que doces já são possíveis &#8211; mesmo com o açúcar refinado. O açúcar refinado não é vilão, apenas precisa ser usado muito moderadamente. Cuidado com a paixão pelo açúcar mascavo; não se transforme em um <em>naturéba</em>! Aqui temos feijoadas, arrozes, lentilhas e todos os grãos em pratos quentinhos e bem preparados, temos muitas tortas e belos pratos de forno, além de mencionar os milhares de preparos possíveis com legumes. Milhares mesmo!</p>
<div id="attachment_756" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-756" title="batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Coma esta delícia! Mas procure reduzí-la." width="220" height="146" /><p class="wp-caption-text">Coma esta delícia! Apenas procure reduzí-la.</p></div>
<p>Na quarta colocação, acrescentamos o envolvimento animal (e não o comprometimento), e isso nos dá o leite, geralmente da vaca, que utilizamos para fazer manteiga, diversos queijos, coalhada, etc; e ainda temos o mel das abelhas. Esses ingredientes chegam para aumentar a quantidade de possibilidades culinárias, e aí já temos o iogurte, a pizza e seu queijo, o chocolate, e muito, muito mais. Cuidado com o tofú e a ricota: não se transforme em um naturéba! Coma provolone, gouda e gorgonzola, e seja feliz. Este é o ponto ideal para cultivar muito, como hábito principal. Aqui, você terá pizzas, lasanhas, macarronadas, tortas, pastelões, quiches, strogonoffs e, nossa, muito mais.. principalmente se combinar com os pratos possíveis do item anterior.</p>
<p>Pertinho da quarta fileira, vem o ovo como quinto colocado. Seja de galinha ou outro bichinho, o ovo é um caso à parte, pois diferentemente do mel e do leite, ele se tornará um animal caso não haja interferência na chocação. Daí muitos vegetarianos reduzirem ou simplesmente perderem o interesse pelo ovo. Eu reduzo muito e evito quase sempre; quando como ovos, eles são de colonia, e jamais ovos de granja!</p>
<p>Agora, para simplificar, vamos colocar na sexta colocação todos os níveis e subníveis de alimentos processados que não inserem comprometimento animal (em que o animal precisa ser morto para oferecer o alimento). Aqui temos de tudo, como batata-frita, refrigerante e bolachinha recheada. Mergulhe no sexto nível sempre que quiser, mas procure ficar nas primeiras quatro ou cinco etapas deste artigo. <strong>Assim, você se manterá como um forte e saudável vegetariano.</strong></p>
<div id="attachment_727" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-727" title="viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Quino" width="600" height="246" /><p class="wp-caption-text">&quot;Era tão bonitinha quando pequena, gordinha como eu!&quot; - desabafa a mãe.</p></div>
<p>Abaixo, fora dessa lista, no fundo do poço, no rodapé da página, na milésima colocação dos quintos dos infernos, vem o comprometimento animal, que abrange carnes, gorduras (banhas), tripas, caldos e sangue dos bichos. Acha que entendeu algo errado, amigo leitor? Não, é isso mesmo: há quem coma sangue coagulado, chamado murcilha ou murcia. Chouriço de porco e outras aberrações culinárias são dignas de civilizações sub-bárbaras. Algumas coisas estão mascaradas como finas e requintadas, como o <em>foie gras</em> &#8211; o prato tradicional da França que consiste em um fígado de pato desenvolvido desumana e artificialmente para ser gigantesco e render dinheiro nos cofres da indústria.</p>
<p>Nesse nível caótico, encontra-se o famoso &#8220;<span style="font-weight: normal;"><em>sanduíche natural</em>&#8220;, com beterraba ralada, </span>atum, frango e peito de peru.</p>
<p style="text-align: left;">Eu, Einstein, Schopenhauer, Voltaire, Isaac Newton, Steve Jobs e Éder Jofre convidamos você a tomar a decisão mais sábia da sua vida: <strong><span style="font-weight: normal;">tornar-se vegetariano! Experimente, pague para ver: você vai nos agradecer um dia. Leia os outros textos e artigos relacionados a este assunto.</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-weight: normal;">Um forte abraço vegetariano!</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><p class="wp-caption-text">Apresentação de coreografia do Método DeRose pelo instrutor Arthur Costi, no Fest-Yôga Florianópolis 2009. Vegetarianismo. Vegetus - forte, vigoroso. O vegetariano é colega alimentar do búfalo, bisonte, rinoceronte, hipopótamo, cavalo, touro e do poderoso gorila. Forte como todos, saudável como sempre.</p></div>
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		<title>Otimismo realista: taça meio cheia e pés no chão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beba água mineral em taça de cristal. (frase inspirada em história de DeRose) Duvide quando alguém diz: &#8220;não estou sendo pessimista, só estou sendo realista&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Beba água mineral em taça de cristal.<br />
(frase inspirada em história de DeRose)</em></p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-690" title="copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Feliz porque o copo está meio cheio, mas de olho na jarra para encher mais." width="600" height="272" /><p class="wp-caption-text">Feliz porque a taça está meio cheia, mas de olho na jarra para encher mais.</p></div>
<p>Duvide quando alguém diz: &#8220;<em>não estou sendo pessimista, só estou sendo realista</em>&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a um fato está tendendo ou ao otimismo ou ao pessimismo. Ser realista seria comportar-se tal e qual o ideal romântico de um jornalista profissional: imparcialmente, contentando-se em descrever os fatos sem provocar um pio de parcialidade, não podendo sequer utilizar os subterfúgios de insinuação que só a artística sutileza da língua portuguesa permite.</p>
<p>O otimismo, embora seja muito querido, possui uma falha: falta o pé no chão. Vejamos como funciona:</p>
<p>Pessimismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia&#8221; &#8211; toma uma posição e só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Otimismo &#8211; &#8220;A taça está meio cheia&#8221; &#8211; toma uma posição e também só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Realismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia e meia cheia&#8221; &#8211; não toma posição, olha aos dois lados: é o fato em si. Olhos abertos.</p>
<p>Nesse ponto, tanto o otimista quando o pessimista ignoram o outro lado da história. A melhor atitude, então, é o <strong><em>otimismo realista</em></strong>: embora você <span style="text-decoration: underline;">saiba</span> que a taça está meio vazia, fica contente porque está meio cheia. Vive feliz e de olhos abertos.</p>
<p>Comportando-se desta forma, você cultivará uma das dez normas éticas do Yôga: <strong>santôsha</strong>, o contentamento.</p>
<p><em>O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações. O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da </em><em>personalidade. Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.</em></p>
<p style="text-align: left;">Este foi um trecho sobre santôsha extraído do <strong><em>Código de Ética do Yôga (Yamas e Niyamas)</em></strong>, elaborado pelo Mestre DeRose baseado no Yôga Sútra de Pátañjali. São dez as normas éticas milenares do Yôga. Seguí-las não é um ato de obediência, pois não são leis: é um ato de sabedoria, pois são dispositivos que conferem poder sobre si próprio. Falarei mais sobre elas num próximo post.</p>
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		<title>Mudanças para mim e para a Meg</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 19:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro de poucos dias realizarei uma mudança de casa, e isso sempre toma tempo antes, durante e depois. Não bastasse a mudança de casa, ainda passarei por uma separação: Meg, minha cachorrinha, não poderá ficar conosco &#8211; eu e Sary &#8211; no apartamento, pois seria inviável. Criar uma cachorrinha desde muy pequenina e depois ter que separar-se dela não é mole. É duro para mim, mas considero uma mudança ainda maior para ela, cachorrinha, com uma natureza geneticamente arraigada de matilha. Quem tem um cãozinho sabe: onde você vai, ele vai; seja para ir até a esquina ou para dar um salto nas Cataratas do Niágara. O mundo pode estar caindo e a chuva pode ser de canivetes: se você está bem e está por perto, então tudo está bem. Lealdade é mesmo uma virtude muito nobre. Basta eu refletir e me lembrar desta característica da Meg e pronto, a situação se inverte e a separação começa a ser pior para mim do que para ela, pois essas características são fortes, belas e comoventes, a ponto de me fazer chorar as pitangas.</p>
<p>A vida é uma sucessão de experiências &#8211; para mim, para você, para todos&#8230; e para a Meg. Que ela tenha as suas, sem mim por perto, e que seja uma cachorrinha muito feliz, doce Meg.</p>
<div class="pie-gallery alignGalleryLeft">
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Quando era mais jovem." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh5.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkgsyAdBI/AAAAAAAAAi8/rMl08WMvi98/Meg-cachorrinha-sentada-linda-1-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh5.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkgsyAdBI/AAAAAAAAAi8/rMl08WMvi98/s160-c/Meg-cachorrinha-sentada-linda-1-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Quando era mais jovem." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">Quando era mais jovem.</p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Elegantemente alerta." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh4.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg7Uyc_I/AAAAAAAAAjA/y9jM4WLF4pc/Meg-cachorrinha-sentada-linda-2-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh4.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg7Uyc_I/AAAAAAAAAjA/y9jM4WLF4pc/s160-c/Meg-cachorrinha-sentada-linda-2-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Elegantemente alerta." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">Elegantemente alerta.</p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="E muito, muito fofinha..." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh3.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg_tN_mI/AAAAAAAAAjE/ARFMvRQD-e8/Meg-cachorrinha-linda-rostinho-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg_tN_mI/AAAAAAAAAjE/ARFMvRQD-e8/s160-c/Meg-cachorrinha-linda-rostinho-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="E muito, muito fofinha..." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">E muito, muito fofinha&#8230;</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><strong>Lealdade</strong></p>
<div style="text-align: center;"><object width="470" height="353" data="http://video.rutube.ru/b0fcd305c874b312de16cea6c515edfa" type="application/x-shockwave-flash"><param name="wmode" value="window" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashVars" value="uid=3235325" /><param name="src" value="http://video.rutube.ru/b0fcd305c874b312de16cea6c515edfa" /><param name="flashvars" value="uid=3235325" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: right;"><em>Não há nada mais lindo que ser leal. Leal quando todos os demais já deixaram de sê-lo. Leal quando todas as evidências apontam contra o seu ente querido, pessoa amada, colega ou companheiro, mas você não teme comprometer-se e mantém-se leal até o fim.<br />
Realmente, não há nada mais nobre que a lealdade, especialmente numa época em que tão poucos preservam essa virtude.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>DeRose</em></p>
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		<title>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, do Instituto Nina Rosa</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A carne é fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados: Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo; Dagomir Marquezi, escritor e jornalista; Washington Novaes, ambientalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" width="600" height="279" /></p>
<p><strong>A carne é fraca</strong> é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados:</p>
<ul>
<li>Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo;</li>
<li>Dagomir Marquezi, escritor e jornalista;</li>
<li>Washington Novaes, ambientalista, escritor e jornalista;</li>
<li>Dr. Marcio Bontempo, médico, escritor, consultor científico, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional;</li>
<li>Christian Guy Caubet, Prof. Dr. Titular do departamento de Direito da UFSC;</li>
<li>Entre outros&#8230;</li>
</ul>
<div style="text-align: center;"><object width="600" height="400" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>É um documentário que eu catalogo como fofinho, pois a voz da Nina Rosa deixa o tom mais meigo, e as gravações nem se comparam, em grau de choque, com o poderoso <strong>Earthlings</strong> (<em>Terráqueos</em>), narrado pelo ator vegetariano Joaquin Phoenix.</p>
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		<title>&#8220;Não devia ter comido aquela maçã&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 06:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho retirado do hipotético livro Vegetarianismo às avessas Certa vez, uma estimada pessoa se queixou que estava com dor de barriga. Perguntei o que ela havia comido, e ela respondeu mencionando salame, murcilha, linguiça e uma maçã. E concluiu: &#8220;acho que não devia ter comido aquela maçã&#8220;. Artigos possivelmente relacionados:Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Trecho retirado do hipotético livro <em>Vegetarianismo às avessas</em></p>
<p>Certa vez, uma estimada pessoa se queixou que estava com dor de barriga. Perguntei o que ela havia comido, e ela respondeu mencionando salame, murcilha, linguiça e uma maçã. E concluiu: &#8220;<em>acho que não devia ter comido aquela maçã</em>&#8220;.</p>
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		<title>O ser humano é carnívoro ou vegetariano?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia desses, um velhinho notoriamente teísta falou para mim que todos os alimentos que vem diretamente de Deus (ele quis dizer que são produzidos pela natureza, pela terra) são alimentos de vida, e todos os alimentos que receberam a interferência do homem são de morte. Vejamos: a melancia eu posso comer diretamente, bem como toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, um velhinho notoriamente teísta falou para mim que todos os alimentos que vem diretamente de Deus (ele quis dizer que são produzidos pela natureza, pela terra) são alimentos de vida, e todos os alimentos que receberam a interferência do homem são de morte. Vejamos: a melancia eu posso comer diretamente, bem como toda fruta; eu também posso comer diretamente a cenoura, que é uma raiz, bem como várias raízes, leguminosas e hortaliças. Agora, a vaca eu não consigo comer diretamente. Não é da minha natureza! Não tenho garras e dentes para matar, nem estômago e intestinos compatíveis para digerir. Nem eu, nem toda a raça humana. Ela precisa passar por um rígido cozimento ou assadura, e muito sal, a fim de estar mais apta ao paladar, e precisa ser ingerida apenas nas partes mais tenras para que seja mastigável pelo humanóide. Isso que é alimento de morte, hein! Será que o velhinho era vegetariano? Ou será que ele é mais um adepto do <em>diga uma coisa e faça outra</em>? Eu sou de ir a fundo e revelar a sujeira do tapete comportamental, mas as circunstâncias me imploravam para deixar esta dúvida passar.</p>
<p>Abaixo, uma pequena animação também muito enriquecedora sobre a alimentação do ser humano. Afinal, nós somos carnívoros ou não? <strong>Não.</strong></p>
<div style="margin: 0 auto;"><object width="500" height="448" data="http://www.youtube.com/v/rNrZKDpE3LE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rNrZKDpE3LE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
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		<title>Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 20:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma incoerência ideológica fechar a torneira para salvar a água planetária se você não for vegetariano. Não consegue imaginar o porquê? Então reserve tempo e assista ao documentário abaixo. É muito comum encontrar gente agindo assim por aí. Acabam por ser paladinos da hipocrisia, pessoas que querem aliviar a consciência com qualquer ato medíocre, sem ir a fundo no problema e sem realizar as verdadeiras e transformadoras mudanças. Isso não adianta. Nunca adiantou.. Gente de boa intenção nas coisinhas piturruchas, pitititicas, mas de má compreensão do âmbito geral, do mundo, da famosa visão holística muito utilizada no ambiente universitário.</p>
<p>Tem ainda as pessoas que falam de Deus e amor, paz e bondade, mas se banham, literalmente, com gordura e sangue nas mesas, carnes de defuntos que chegaram ali após passar pelas maiores brutalidades e barbáries dignas de holocausto, para serem enterradas no cemitério estomacal de ignóbeis desumanos, portadores de artérias entupidas e bíblias de bolso que dizem para termos &#8220;<em>compaixão com </em><em>todas as criaturas do Criador</em>&#8220;..</p>
<p>Abaixo, o documentário muito enriquecedor <strong><em>Meat the truth</em></strong>, apresentado pela Marianne Thimmer, membro do <em>Partido dos Animais</em> da Holanda, especialmente para você conhecer a verdade sobre as carnes, parando de ignorar este assunto. Afinal, eu escrevo somente para pessoas que anseiam por não ser ignorantes, com sede e fome de lucidez e conhecimento. Bom apetite!</p>
<h2 style="text-align: center;">Eu sugiro que você assista a este documentário: <em>Meat the truth</em></h2>
<div style="margin: 1em 0 0 0; text-align: center;"><object width="550" height="448" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>Ei, você. Agora que viu tudo isso, saiba que alimentação vegetariana é a mais temperada e apetitosa. E jamais &#8211; blergh! &#8211; jamais pense que você tem que comer soja, tofú, açúcar mascavo ou verdes pastos (saladinhas). Independentemente de serem boas ou não, isso é coisa de alimentação naturéba, e não de vegetariana.</p>
<p><strong>Isto é vegetarianismo: </strong><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo (no Blog do Jojó)</a>.</p>
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		<title>Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_532" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-532" title="gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos.jpg" alt="Está no ar." width="200" height="130" /><p class="wp-caption-text">Está no ar.</p></div>
<p>Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre foi assim, mas o problema é que parece que essa doença se alastra pelo ar, e não somente pela ingestão dos cadáveres de bicho morto. Os papadefuntos dessa vez conseguiram mesmo bagunçar a coisa. De qualquer forma, o organismo contaminado por defuntos está comprometido e, logo, mais propenso a desenvolver doenças que não vingariam em organismos mais saudáveis, como o dos vegetarianos. Contudo, torço para que não chegue por aqui, pois não quero colocar meu supersistema imunológico à prova.</p>
<p style="text-align: right; "><em>Surto iniciado no México, único a registrar mortes,<br />
atinge EUA, Canadá e Espanha.<br />
<a href="http://g1.globo.com/" target="_blank"> g1.globo.com</a></em></p>
<p>Assista a esta gravação da <em>webclass</em> do Mestre DeRose sobre vegetarianismo, gravada há uns 5 anos atrás. É um trecho que cai muito bem para este assunto que abordamos no post:</p>
<h2 style="text-align: center;">DeRose WebClass</h2>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w</a></div>
<p>Comer carnes é uma má escolha.<br />
Tudo bem. A má escolha percebida e refletida traz a experiência que conduz à boa escolha.</p>
<p>Para reforçar a leitura:<br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/qual-e-a-alimentacao-das-indias/" target="_blank"> Blog do DeRose &#8211; Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/sou-vegetariano-ha-49-anos-e-estou-muito-bem-obrigado/" target="_blank">Blog do DeRose &#8211; 1960 – Tornei-me vegetariano</a></p>
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		<title>Carinho com os animais gera reciprocidade</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 13:55:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O humano detém um lugar nobre no podium da hierarquia dos seres neste planeta. Isso é um fato que leva as pessoas mais brutas a maltratarem os animais, com abuso e agressão, enquanto deveríamos todos, humanamente, liderar a evolução com uma convivência harmoniosa. Veja este caso, da professora Ana Julia Torres, que se dedica a cuidar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O humano detém um lugar nobre no <em>podium </em>da hierarquia dos seres neste planeta. Isso é um fato que leva as pessoas mais brutas a maltratarem os animais, com abuso e agressão, enquanto deveríamos todos, humanamente, liderar a evolução com uma convivência harmoniosa. Veja este caso, da professora Ana Julia Torres, que se dedica a cuidar de dezenas de espécies maltratadas, feridas e até mesmo esquecidas pela velhice. O centro de reabilitação ambiental, mantido por ela e por eventuais doações, atende a qualquer espécie da fauna. Lindo, não? Eu disse qualquer espécie, e não apenas cãezinhos e gatinhos.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3724128-EI238,00.html" target="_blank">Veja a notícia na íntegra diretamente no Portal Terra.</a></p>
<p><em>&#8220;Temos bichos mancos, cegos, caolhos, inválidos e alguns até foram violentados. Chegam em estado de desnutrição, feridos, queimados, apunhalados, com tiros&#8221;</em>, afirmou a professora.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Crime ambiental</strong></p>
<p>Segundo Ana Julia Torres, a história mais cruel é a de um macaco-aranha que vivia com um alcoólatra antes de morrer. &#8220;Cada vez que o homem chegava em casa, enchia o animal de chutes até o dia em que a polícia encontrou no chão uma poça de sangue e pêlos. <em>&#8220;Choramos de raiva ao ver a cena&#8221;</em>, lembrou.</p>
<p>O macaco perdeu um olho e os dentes com os pontapés, mas veterinários conseguiram salvá-lo na época. A violência deixou seqüelas no primata, que escondia a cabeça entre os membros no canto da jaula quando escutava os passos de alguém.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Natureza agradece</strong></p>
<p>Os animais parecem querer retribuir o carinho dado pela professora em suas andanças pelo centro de preservação, que já salvou vários da morte e prolongou o tempo de vida de muitos outros. <em>&#8220;Tinha um elefante caolho que quando me enxergava com o olho bom vinha me abraçar com a tromba&#8221;</em>, relembra. Mesmo caso acontece com os leões, pois basta Torres se aproximar das jaulas para os exemplares ficarem em pé para abraçá-la e lambê-la.</p>
<div id="attachment_516" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-516" title="blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-1" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-1.jpg" alt="blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-1" width="600" height="449" /><p class="wp-caption-text">Cenas que nos fazem sorrir.</p></div>
<p> </p>
<p><strong><em>[ Isso é sensorialidade, é sentimento, é alma. * Alma, do latim, anima. Animal é o ser dotado de alma. Matar os animais sob o pretexto de que eles não tem alma constitui ato bárbaro digno de pessoas toscas. ]</em></strong></p>
<p> </p>
<div id="attachment_517" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-517" title="blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-2" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-2.jpg" alt="blog-alexandre-montagna-carinho-alma-animais-leao-2" width="600" height="449" /><p class="wp-caption-text">Aproximar o fucinho para fungar ou lamber representa um enorme carinho. Essa cena foi para fechar meu dia com chave de ouro.</p></div>
<p style="text-align: center;">Quero compartilhar algo que acabei de encontrar: <a href="http://eupodiatamatando.com/2008/02/01/tentando-entender-a-caca/" target="_blank">este artigo sobre os caçadores</a> adeptos da desprezível e nojenta &#8220;caça esportiva&#8221;.</p>
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		<title>Boa cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comportamento x ponto de vista Numa conversa, meu amigo Rogério Peres, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Comportamento x ponto de vista</strong></p>
<p>Numa conversa, meu amigo <a href="http://www.rogerioperes.com" target="_blank">Rogério Peres</a>, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o comportamento, por outro lado o comportamento atua no ponto de vista. A visão de mundo, enquanto não se manifestar no comportamento, é subjetiva e neutra; o comportamento do indivíduo, por outro lado, é objetivo e afeta o meio, o grupo, a coletividade. Definitivamente, é melhor atuar no comportamento, pois além de ser o que nos afeta de imediato, é o caminho mais fácil e com menos espinhos. Mudar a cabeça de um vivente é algo muy trabalhoso, dependendo do vivente. Atuemos majoritariamente na área comportamental, e deixemos que os pontos de vista aprimorem-se naturalmente com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Boa cultura</strong></p>
<p>A cultura de um povo define o certo e o errado, e só por isso merece absoluta atenção e carinho. Enquanto a boa cultura é desrepressora e permite à mulher o topless, a má cultura reprime e condena com desonra a moça que pensar muito alto em realizá-lo, com provável desfecho em apedrejamento em certos países. Enquanto a boa cultura incentiva a especulação naturalista e a ciência, a má cultura prendeu e queimou em praça pública quem divulgou conhecimentos que desmentiram crenças. A cultura molda o ponto de vista, e este define as diretrizes do comportamento individual que, por sua vez, afeta o relacionamento interpessoal. Urge a necessidade da boa cultura, e eu vivo e trabalho por isso.</p>
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		<title>Aventureiros no ar</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 22:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo abaixo. Não é apenas lindo, é também espetacularmente arrepiante. A linha entre a vida e a morte fica como o sutil fio de uma teia de aranha. E em pensamentos, é fato, dá uma insana vontade de fazer igual.. muito igual. Gosto de pensar nos efeitos que isso gera no modo de pensar de quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista ao vídeo abaixo. Não é apenas lindo, é também espetacularmente arrepiante. A linha entre a vida e a morte fica como o sutil fio de uma teia de aranha. E em pensamentos, é fato, dá uma insana vontade de fazer igual.. muito igual. Gosto de pensar nos efeitos que isso gera no modo de pensar de quem pratica tais atividades. Tudo o que fazemos reverbera dentro de nossos pontos de vista e atitudes comportamentais. Tenho a tendência a gostar da cabeça dessas pessoas que fazem coisas de meter medo: são propensas a romper com paradigmas e ter mente mais aberta. Quanto mais sedentária a rotina da pessoa, tão mais sedentária e estagnada será a maneira de pensar, agir e sentir a vida.</p>
<p>Bem, ao <em>wingsuit base jumping</em>, prefiro o Yôga: abre a mente, proporciona lucidez e hiperconsciência, sem o risco de morte. Relembro que, quando refiro-me ao Yôga, trato do Yôga Antigo &#8211; Método DeRose.</p>
<p>Um beijo à <a href="http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/insano.html" target="_blank">Letícia Ziebell</a>, que me inspirou em mais um post com seu blog.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="580" height="360" data="http://www.youtube.com/v/I4U6T_BB1N8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/I4U6T_BB1N8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<div style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=I4U6T_BB1N8" target="_blank">Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=I4U6T_BB1N8</a></div>
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		<title>Como você vê o Brasil no presente e no futuro? Não tão bem quanto os estrangeiros, eu suponho.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sugiro que você leia um texto que a prof. Letícia Ziebell divulgou em seu blog: http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html. Só para ter uma ideia do teor do texto, ele começa assim: &#8220;Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil[...]&#8220;. Começou bem, não é mesmo? Clique no link e leia o restante. Se você repassa e-mails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-331" title="olho_brasil_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/olho_brasil_blog.jpg" alt="olho_brasil_blog" width="220" height="146" />Sugiro que você leia um texto que a prof. Letícia Ziebell divulgou em seu blog: <a href="http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html">http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html</a>. Só para ter uma ideia do teor do texto, ele começa assim: &#8220;<em>Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil[...]</em>&#8220;. Começou bem, não é mesmo? Clique no link e leia o restante.</p>
<p>Se você repassa e-mails falando mal dos políticos brasileiros, como o Lula, meus pêsames. Você é mais uma dessas pessoas que contribuem para a insatisfação com o próprio país, ao mesmo tempo que, pelo outro lado, não contribuem em nada para melhorar coisa alguma. Desde quando corrente de e-mail funciona para limpar a corrupção ou provocar impeachment? Agora, outra pergunta: de onde você acha que vem os políticos? Eles não vem de uma outra dimensão ou de outra realidade. Eles são o povo. O povo é a matéria-prima, a farinha. Se esta farinha está estragada, o pão não ficará bom. Se a política está ruim, é porque o povo deve mudar. Há de haver um basta nas reclamações sobre o nosso país ou sobre os nossos políticos. Se você quer mudar o Brasil em algum aspecto, mude você primeiro. (este é um slogan da Uni-Yôga: <em><strong>mude o mundo: comece por você</strong></em>). E há uma outra frase-irmã, atribuída a Gandhi: &#8220;seja a mudança que você deseja ver no mundo&#8221;. Não poderia ser mais verdadeira.</p>
<p>Não faz sentido querer que os políticos sejam honestos se você, no dia-a-dia, em um nível ou noutro, falta com a ética ou com a verdade. A atitude é a mesma. Muitos dos que reclamam das malandragens do governo, no fundo só estão externando a amargura de não estar no poder para fazer a mesmíssima coisa. Além do mais, isto aqui não é um país: é um continente! E, para um continente com identidade de país, ele até que está muito bem administrado. Aliás, reforço que leia o post da Letícia Ziebell que mencionei acima. Abaixo, um texto de autoria do DeRose e depois um vídeo muito alegre.<br />
 </p>
<p style="text-align: center;"><strong>O grande defeito do brasileiro é que ele não tem coragem de defender</strong><br />
<span style="font-size: .9em;">(extraído do livro <strong><em>Quando é preciso Ser Forte</em></strong>, do Mestre DeRose)</span></p>
<p>Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso voo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo &#8220;<em>isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa&#8230;</em>&#8221; e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. Não me convite e disse ao cavalheiro:</p>
<p>- Cale a boca! Eu já estive no seu país e lá é igual ou pior. Se o Brasil não o agrada, vá-se embora. Mas enquanto estiver aqui, comporte-se com a dignidade de um hóspede na casa que o acolhe!</p>
<p>A partir daí, todos passaram a concordar e recriminá-lo.</p>
<p>Noutra ocasião, eu estava descendo no elevador do edifício da Editora Nobel. O elevador parou em um andar, abriram-se as portas e um senhor estrangeiro perguntou: &#8220;<em>está descendo?</em>&#8220;. Respondi que sim. Ato contínuo, com a maior sem-cerimônia, o deseducado senhor entrou e começou a comentar:</p>
<p>- Está descendo, como o país. Também, com os políticos que o Brasil tem&#8230;</p>
<p>Mais uma vez, não pude ficar calado e respondi sério, sem muita cortesia:</p>
<p>- Os políticos do seu país são bem piores.</p>
<p>E fiquei encarando, olhos nos olhos, como quem vai partir para cima do outro. O estrangeiro deu um passo atrás, gaguejou e desculpou-se.</p>
<p>Mas o que é que os brasileiros geralmente fazem nessas situações?</p>
<p>Quase sempre concordam e entram no clima de falar mal do Brasil, ou de sua empresa, ou do seu amigo. &#8220;<em>Pois é. É por isso que o Brasil na vai prá frente</em>&#8220;; ou &#8220;<em>esta empresa é assim mesmo, só quer saber de explorar os empregados</em>&#8220;; ou &#8220;<em>É, o Fulano não tem jeito&#8230;</em>&#8220;. Será que é tão difícil defender? Será que não percebem o quanto é infame atacar e o quanto é canalha não defender?</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Obama comenta a respeito de Lula:</strong><br />
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		<title>Urubus nojentos, Hora do Planeta, PUM e escravidão</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:45:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses dias vi uma notícia de um boi que foi atropelado por um caminhão. Não tardou muito e um tanto de homens arrastaram o machucado animal, vivo, para fora da estrada e começaram a &#8211; como é mesmo o verbo? &#8211; carneá-lo ali mesmo. Brutos. Apesar de o mamífero estar urrando de dor, agonizando pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_348" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><img class="size-full wp-image-348" title="isaacnewton" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/isaacnewton.jpg" alt="De Newton a Steve Jobs: muitos são vegetarianos e você nem sabe." width="100" height="140" /><p class="wp-caption-text">De Newton a Steve Jobs: muitos são vegetarianos e você nem sabe.</p></div>
<p>Esses dias vi uma notícia de um boi que foi atropelado por um caminhão. Não tardou muito e um tanto de homens arrastaram o machucado animal, vivo, para fora da estrada e começaram a &#8211; como é mesmo o verbo? &#8211; carneá-lo ali mesmo. Brutos. Apesar de o mamífero estar urrando de dor, agonizando pelo já lamentável acidente, arrancaram-lhe pernas, extensos nacos de filé fresco da lombar, vísceras, peito, pescoço&#8230; Acha que eu estou exagerando? Veja a notícia no site Vista-se: <a href="http://vista-se.com.br/site/boi-e-atropelado-na-br-201-e-depois-retalhado-ainda-vivo">http://vista-se.com.br/site/boi-e-atropelado-na-br-201-e-depois-retalhado-ainda-vivo</a>. Isso somos nós, seres humanos evoluídos, um bando de urubus nojentos. Sei que falar assim é pegar pesado, mas, pombas, mas não dá para pegar leve o tempo todo. Esse problema não é brincadeira!</p>
<p>No fundo, eu sei que você não faria uma coisa dessas. Mas, no contexto geral, isso, essa coisa bizarra que aconteceu e que está documentada nas fotos do link, somos nós, humanidade. Você, particularmente, não faria uma coisa dessas. Se você lê este blog então é uma pessoa diferenciada, mais humana e menos animalesca, propensa a compreender o ponto onde quero chegar, e uma sensata vegetariana em potencial. Se assim não fosse, eu não me motivaria a sequer um dia pensar em montar este blog, que é para você.</p>
<p>Eu quero que você junte-se a mim na dieta dos gênios e das grandes personalidades. Quero que você também adote o sistema alimentar que Darwin, Sócrates, Pitágoras, Schopenhauer, Voltaire, Newton e muitos, muitos outros sábios adotaram.</p>
<p>Não quero que você seja um hipócrita, que faz ações microscopicamente hilariantes com o intuito de &#8220;salvar o planeta&#8221;. Não quero que você diga &#8220;<em>aaaai mas eu não consigo deixar a carninha para trásssss&#8230;</em>&#8221; e seja mais uma dessas pessoas que se acham heroínas da humanidade só por fechar a torneira para não gastar água, e apagam as luzes por uma hora pela campanha <em>Hora do Planeta</em> e depois colocam orgulhosamente em suas frases do MSN ou Orkut: &#8220;<em>Hora do Planeta: eu fiz a minha parte</em>&#8220;. ESTRONDOSAMENTE ridículo, risível!</p>
<p>Abaixo, um áudio de Arnaldo Jabor, que cabe muito bem neste momento.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="320" height="266" data="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DpgAAAHfApvOOOB_WlESfHfM9b03asMnDzIx1shbDE98legIBixeopCmLjbTl573_nAjQGoS_w73G1e-4H0BNUiOoOWB96tqzUYx2i_EFq_dNzZsbqn0khQf0sii7-La7R6o7wT_TMe8lj5YwTNKWDl6m1l4LQM8FbQZp_pJ3yTzzDQ_A8aHojXPdlDTnOK3k9alzHjF_xKUr5ktTM-r3C3L3z7-QY3N3_XvXTC1IAOYFO5vt%26sigh%3D1MJK_ugIc2fhrz8eaVdKu0arX84%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D74bbbd8fd3fdf68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DxkNcneIhrVcadpUhiwpbnM5Fq3s&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="BLOG_video-74bbbd8fd3fdf68" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="src" value="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DpgAAAHfApvOOOB_WlESfHfM9b03asMnDzIx1shbDE98legIBixeopCmLjbTl573_nAjQGoS_w73G1e-4H0BNUiOoOWB96tqzUYx2i_EFq_dNzZsbqn0khQf0sii7-La7R6o7wT_TMe8lj5YwTNKWDl6m1l4LQM8FbQZp_pJ3yTzzDQ_A8aHojXPdlDTnOK3k9alzHjF_xKUr5ktTM-r3C3L3z7-QY3N3_XvXTC1IAOYFO5vt%26sigh%3D1MJK_ugIc2fhrz8eaVdKu0arX84%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D74bbbd8fd3fdf68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DxkNcneIhrVcadpUhiwpbnM5Fq3s&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" /></object></div>
<p>A leitura não para por aqui: leia <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/por-que-a-vaca-e-sagrada-na-india/" target="_blank">porque a vaca é sagrada na Índia</a>, reflita sobre as <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/carnes-na-alimentacao-do-ser-humano/" target="_blank">carnes na alimentação do ser humano</a>, leia o post <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>, no Blog do DeRose e <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a>, no Blog do Jojó.</p>
<p>Por fim, veja abaixo mais uma vaquinha que foge do abate. Que alegria!<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1064847-6091,00-VACA+PERCORRE+QUASE+KM+PARA+ESCAPAR+DO+ABATE.html" target="_blank">http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1064847-6091,00-VACA+PERCORRE+QUASE+KM+PARA+ESCAPAR+DO+ABATE.html</a><br />
Esse é o mesmo tipo de alegria que me dá quando um touro dá umas boas chifradas no toureiro.</p>
<p><strong>Você sabia?</strong> Que os donos de abatedouros negam a alma dos animais? É o mesmo pretexto que foi utilizado pelos donos de escravos para maltratar os negros. Por isso, quando uma pessoa negra vem falar comigo a respeito do vegetarianismo, ela está mais propensa a entender a estupidez humana: se um homem é capaz de negar a alma de um outro ser humano, então é tranquilamente capaz de negar a alma de qualquer outro ser menos evoluído. Ops, eu falei &#8220;menos evoluído&#8221;? Acho que me enganei&#8230;</p>
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		<title>Por que a vaca é sagrada na Índia?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 22:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente, estava eu assistindo a uma webclass do Mestre DeRose no site da Uni-Yôga &#8211; como de costume &#8211; e houve uma passagem muito interessante: o assunto da vaca ser sagrada na Índia. Há uma visão muito equivocada sobre isso aqui no Ocidente. Geralmente, quem pergunta o faz de forma grosseira e demonstrando pouca compreensão. Texto extraído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, estava eu assistindo a uma <em>webclass</em> do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">Mestre DeRose</a> no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> &#8211; como de costume &#8211; e houve uma passagem muito interessante: o assunto da vaca ser sagrada na Índia. Há uma visão muito equivocada sobre isso aqui no Ocidente. Geralmente, quem pergunta o faz de forma grosseira e demonstrando pouca compreensão.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Texto extraído de uma das várias webclasses disponíveis gratuitamente no site da Uni-Yôga</em></strong></p>
<blockquote><p><em>E o ocidental, com aquele jeito compulsivo, pergunta com petulância:<br />
- Por que a vaca é sagrada?<br />
E o indiano com muita tranquilidade disse para ele:<br />
- Olha, a vaca me dá leite, me dá iogurte, me dá queijo, me dá manteiga, puxa o meu arado e me ajuda a produzir alimentos. Trabalha a vida inteira para mim. Me dá o esterco que eu utilizo para fertilizar a terra, e fazer o compustível para fazer a comida. E no final da vida, doando-se e me dando coisas, ela morre. E aí ela me dá seu couro, o seu chifre e os seus ossos que utilizo para artesanato, roupas. É sagrada ou não é? Se não fosse a vaca, o meu povo &#8211; disse ele &#8211; a essa altura estaria passando fome, porque é a vaca que fertiliza os campos e é a vaca que puxa os arados.<br />
E de novo perguntou:<br />
- é sagrada ou não é?</em></p></blockquote>
<p>Provavelmente você tenha lido rapidamente. Volte e leia tudo de novo: isso é uma verdadeira lição de moral. É a nobre  atitude do Ser Humano de ser grato a quem o sustenta e a quem o faz bem. A vaca é o animal que mais auxiliou na sustentação do povo indiano, e eles são gratos por isso. Aqui no Ocidente, ela também nos ajuda muito. E o que fazemos? Degolamos a vaca, deixamos ela de cabeça para baixo jorrando sangue e agonizando, com muita, muita dor e sofrimento, para sujar as mesas com suas inocentes carnes mortas. Antes disso, sugamos os leites de suas tetas até não mais poder. Não bastasse todas essas barbáries, deixamos o filho &#8211; bezerro &#8211; sem se movimentar por semanas para fazer a maldosa carne de vitela (&#8220;baby beef&#8221;, bife de bebê em inglês).</p>
<p>Ahhh mas tudo isso é perdoado, pois esse pessoal que não entende o motivo pelo qual a vaca é sagrada na Índia, é o mesmo pessoal que &#8220;reza&#8221; para o papai do céu agradecendo a comida que está prestes a devorar&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
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		<title>Carnes na alimentação do ser humano</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa. Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;não quero ver, não quero saber&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-200" title="porquinho" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/porquinho.jpg" alt="Ele não nasceu para morrer sangrando na minha mesa." width="200" height="260" /></p>
<p><span style="line-height: 17px;">Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa.</span></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p>Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;<em>não quero ver, não quero saber</em>&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário sobre a indústria das carnes. Estranho essa pessoa não querer saber qual a procedência daquilo que constitui seu corpo, sua matéria orgânica. Isso é o que eu chamo de <strong>identificação com a ignorância</strong>, ou, como escutei recentemente: <strong>ignorância voluntária</strong>. São pessoas ignorantes, que ignoram o que acontece e querem permanecer assim, mantendo abaixado o véu dos bastidores. Porque sabem, no fundo, que este véu está manchado de sangue no outro lado.</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é o grito dos maus,<br />
mas sim o silêncio dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esta frase &#8211; que tenho nos meus registros como de Martin Luther King &#8211; é muito correta. E vou parafraseá-la:</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é a inteligência dos maus,<br />
mas sim a ignorância dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esses dias eu estava conversando com um amigo, um cara inteligente,  e ele começou a falar de um documentário que passou na TV a cabo que mostrava um jovem vivendo por um tempo numa comunidade tribal. Numa das aventuras, este jovem teve que matar um pombo à mão. Acho que esguelando o bixo, com ele se debatendo, o sangue jorrando e tudo mais. Ele não conseguiu. Se não me engano o cara quase chorou, e passou mal, certamente. O mais absurdo de toda essa conversa, é que este meu amigo conseguiu concluir &#8211; em sua lógica muito exótica &#8211; que o ser humano precisa comer carnes para sobreviver. Sim, você leu certo, ele me veio com essa. Pois eu tive que mostrar a ele exatamente o oposto. O ser humano não foi feito para comer defunto, nem para matá-lo, nem para digerí-lo. Se naturalmente assim fosse, o rapazote do documentário teria conseguido. Não conseguiu. E o meu amigo teve que concordar comigo, mas não quis dar o braço totalmente a torcer, dizendo: &#8220;<em>é, eu não tinha pensado por esse lado, dá para interpretar dessa forma <strong>também</strong></em>&#8220;. Nenhum humano é capaz de matar animais, não fomos projetados para isso. E mesmo que tivéssemos uma faca, não teríamos coragem. Com exceção das pessoas que passaram por um processo de dessensibilização, ou seja, perderam a sensibilidade e o amor, agindo com frieza, sangue frio, tal qual um assassino. Açougueiros geralmente desenvolvem isso com o tempo. Não foram poucos os filmes de terror que uniram os dois universos: açougue e assassinatos brutais.</p>
<p>Matar seres para banhar-se de suas carnes mortas não é algo digno de uma pessoa sensível. Lei do mais forte o escambau, meu amigo. Lei do mais forte é matar com suas próprias presas, dilacerar com seus próprios dentes e digerir com seu próprio estômago, sem utilizar sal de frutas e sem contrair câncer de cólon, sem irritar as mucosas dos órgãos, sem desenvolver urina ácida e sem provocar centenas de outros problemas de saúde.<span id="more-179"></span></p>
<p>Pare de dizer que é difícil mudar só porque seu marido come muita carne. Estou me dirigindo às mulheres propositalmente, porque ainda hoje elas seguem as diretrizes dos homens. &#8220;Se eu mudar, meu marido não vai gostar&#8221; ou &#8220;meu namorado não vai aceitar isso&#8221;. Acordem, mulheres. Mulheres são mais sensíveis e mais propensas a compreender a alimentação do ser humano. Homens são mais brutos. Certa vez eu tive a infelicidade de presenciar um estapafúrdio pai falando ao seu pequeno filho: &#8220;<em>meninas brincam de bonecas e meninos comem carne</em>&#8220;. Quase, quase dei uma tijolada na testa do jumento. Me faltou o tijolo. Me faltou o ímpeto violento também.</p>
<p>Homens, na verdade, são tão sensíveis quanto as mulheres, mas a criação dos homens é mais repressora. Cansei de ver menininhos não querendo comer carne e o <span style="text-decoration: underline;">pai</span> dizendo que <span style="text-decoration: underline;">tem</span> que comer, porque homem come carne &#8211; e bebe cerveja, claro. Já vi mães dizendo o mesmo, e isso ocorre quando a mulher está mais embrutecida, mas é mais raro.</p>
<p>Incutem em nossas cabeças que precisamos de carne por questão de saúde. Mas como o ícone da ciência Albert Einstein tornou-se um vegetariano justamente por questão de saúde? Como Darwin, Sócrates, Leonardo Da Vinci sobreviveram? Ou Voltaire? Como o nosso querido pugilista Éder Jofre conseguiu sobreviver a tantas lutas e se consagrar campeão mundial? É isso mesmo! Ignorar o vegetarianismo é ser ignorante. Sou vegetariano desde agosto de 2005 e estou muito bem. Aliás, melhorei muito minha saúde. Só comi soja cinco vezes desde então, e só para não fazer desfeita. Vegetariano não come soja, meu amigo. Carne é defunto e defunto não se substitui do carpápio, e sim elimina-se. Não importa se um nutricionista disse que precisamos substituir a carne com soja ou com outra coisa, pois eu conheço um nutricionista que disse o oposto! O meio acadêmico é contraditório e a teoria sempre perderá para o que se comprova na prática. Quer ouvir nutricionistas? Quer ouvir médicos, doutores e mestres falando sobre o assunto? Assista aos documentários abaixo. Não vá me dizer que falta tempo. Pois <strong>tempo</strong>, <em>my friend</em>, eu tenho certeza que <strong>você tem</strong>.</p>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Terráqueos&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Uma verdade mais que inconveniente&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="285" data="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Gravação de Arnaldo Jabor &#8211; excelente!</strong></small></div>
<p>Para saber o que um vegetariano come, entre neste post do <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">blog do Jojó</a>: <strong><em><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a></em></strong>. Baixe gratuitamente o livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha! no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free downloads</a></em> e também <a href="http://www.uni-yoga.org/web_classes.php?pagina=4&amp;categoria=1" target="_blank">assista às webclasse</a>s intituladas Alimentação biológica, neste mesmo site.</p>
<p>O livro do <a href="http://www.drmarciobontempo.com.br/" target="_blank">Dr. Marcio Bontempo</a> <strong><em>Alimentação para um novo mundo</em></strong> é uma obra para se ter por perto.</p>
<p>Uau, há ainda uma infinidade de ÓTIMOS textos no <strong>Blog do DeRose</strong>, <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/category/gastronomia/" target="_blank">na categoria gastronomia</a>, e também no post intitulado &#8220;<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>&#8221; (leia também os comentários destes posts).</p>
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		<title>Dia Internacional da mulher de 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Mar 2009 03:01:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ Feliz Dia Internacional das Mulheres, mulheres! E um beijo para você, Sary, minha amada companheira. Você sabe por que existe o Dia Internacional da Mulher e não existe o mesmo para o homem? Porque em nossa sociedade machista e patriarcal a mulher sempre esteve no segundo plano. Portanto, este dia 8 de março celebra a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> Feliz <strong>Dia Internacional das Mulheres</strong>, mulheres!<br />
<em> E um beijo para você, Sary, minha amada companheira.</em></p>
<div id="attachment_211" class="wp-caption alignright" style="width: 150px"><img class="size-full wp-image-211" title="brinquedo-de-menina" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/brinquedo-de-menina.jpg" alt="Vamos educar bem as nossas menininhas" width="140" height="170" /><p class="wp-caption-text">É assim que educam nossas menininhas desde cedo</p></div>
<p>Você sabe por que existe o Dia Internacional da Mulher e não existe o mesmo para o homem? Porque em nossa sociedade machista e patriarcal a mulher sempre esteve no segundo plano. Portanto, este dia 8 de março celebra a conquista da mulher ao direito de trabalhar com igualdade de condições em relação ao homem. Pessoalmente, atribuo à esta data a comemoração do direito da mulher ao voto, do direito de participar ativamente da sociedade, política, cultura, economia e educação.</p>
<p>A má notícia é que muitas mulheres ainda são machistas. Ainda enchem as filhinhas de brinquedos de casinha, de boneca, de cozinha, com vassourinhas e bebês para cuidar e dar o &#8220;mamá&#8221;. Entre numa loja de departamentos e você verá a seção de meninas toda rosa, entupida de bonecas e panelinhas até não mais poder. E na seção dos meninos há uma boa variedade de brinquedos que estimulam a coordenação motora e que estimulam a memória ou a concentração. Quem vai dirigir as empresas e decidir o futuro da humanidade assim?</p>
<p>Educam os filhos deixando-os sair para a balada, e as meninas ficam em casa. O filho pode aos 16 anos dormir na casa da namorada, mas &#8220;<em>ai da minha filha de 16 anos se inventar de dormir na casa do namorado</em>&#8220;. Nota: essa idade varia de acordo com a cidade e a estrutura familiar, mas a experiência é igual: com a mesma idade, o filho tem mais privilégios do que a filha.</p>
<p>Se o menino sai com várias, é um garanhão, o orgulho do pai. Se a menina sai com vários, é uma galinha, uma vergonha!</p>
<p>Que vergonha!</p>
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		<title>Teimosia em tachar o que for diferente</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/teimosia-em-tachar-o-que-for-diferente/</link>
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		<pubDate>Sun, 01 Mar 2009 14:33:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Para ler o texto abaixo, é necessário primeiro ler este post no Blog do DeRose: http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/padre-lendell-de-moura/ É frustrante ler estas palavras e constatar a repetida teimosia em tachar de louco todo aquele cujo trabalho esteja fora da alçada da compreensão comum. E muitos de nós fazemos isso, em um nível ou em outro. Para ilustrar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para ler o texto abaixo, é necessário primeiro ler este post no Blog do DeRose:</p>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/padre-lendell-de-moura/#comment-4859">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/padre-lendell-de-moura/</a></p>
<p>É frustrante ler estas palavras e constatar a repetida teimosia em tachar de louco todo aquele cujo trabalho esteja fora da alçada da compreensão comum. E muitos de nós fazemos isso, em um nível ou em outro.</p>
<p>Para ilustrar comportamento semelhante: ontem eu estava conversando com uma pessoa muito querida para mim e mencionei que a Índia possuia, além do inglês, outros 21 idiomas reconhecidos oficialmente pelo governo; minha interlocutora, num comentário rápido, disse &#8220;que ridículo isso né?&#8221;. Mais uma vez, a tendência à tachação! Dei uma volta na conversa, mencionando a iniciativa do Esperanto e a utopia de uma língua planetária. Mencionei regionalismos e a inevitável criação de novas identidades linguísticas. Concluí conseguindo trocar o adjetivo utilizado: de &#8220;ridículo&#8221; para &#8220;riqueza&#8221;.</p>
<p>Isso nos mostra o quanto somos inclinados à desdenhar o que for diferente por parecer exagerado, estranho, desnecessário, loucura, etc. Admito que eu posso ser assim, em algum nível, mas esforço-me para atingir a perfeita compreensão das cousas.</p>
<p>Sugiro também que você leia estes ótimos artigos:</p>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-2/" target="_blank">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-2/</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares/" target="_blank">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares/</a></p>
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