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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Sámkhya: o Saber</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Para onde vamos depois que morremos?</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 23:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum. Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, reencadernação, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque acreditam. Os que preferem saber são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é fitfty-fifty (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum.</p>
<div id="attachment_1381" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-1381" title="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" width="350" height="263" /><p class="wp-caption-text">Que tal este estilo retrô de crença pós-mortis?</p></div>
<p>Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, <em>reencadernação</em>, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque <em>acreditam</em>. Os que preferem <em>saber</em> são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é <em>fitfty-fifty</em> (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver como pode não haver. Comprovar por via racional, em tese, não há como. Não há indícios de que exista tal façanha, e os registros mediúnicos de pessoas mortas que paranormais alegam ter feito e que vez ou outra escutamos falar podem perfeitamente serem compreendidos à luz da esperta linguagem genérica, que é a arte de falar muito sem dizer nada, parecendo que se disse tudo.</p>
<p>Por outro lado&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!&#8221;</em><br />
Miguel de Cervantes</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Hay, sí, pero no son brujas.&#8221;</em><br />
Alexandre Montagna</p>
<p>Quando o pensador não-religioso e não-crente pensa, ele prefere levantar hipóteses sem apegar-se a elas freneticamente. Levantemos uma questão: quando morremos, para onde vão os nossos registros emocionais e mentais, como as nossas memórias? Para um materialista-seco tudo se acaba e ponto final. Está bem, vá lá. Pode ser isso mesmo. Entretanto, levantemos uma hipótese (hipóteses podem ser levantadas, não?): e se, ao morrermos, os traços de nossa personalidade ainda vagassem pela atmosfera? Ora, se você acha muito estranho o que estou falando, vale lembrar que neste exato momento há diversas ondas hertzianas viajando ao seu redor. São ondas de rádio-frequência que estão há muito tempo no ar, foram disparadas e seguem seu tráfego. (Um pouco de cultura geral profunda: cientistas declaram que boa parte da interferência nos sinais de televisão são ondas praticamente atemporais do Universo, radiação gerada desde o Big-Bang e que ainda estão por aí). Bem, e se nossos pensamentos fossem radioativos? Gerados e disparados no ar? E se pudéssemos desenvolver a capacidade de receptar os pensamentos em rádio-frequência que estão no ar? Bem isso seria a tão famosa telepatia. No mínimo, interessante. Mas, hei! E se o emissor dos pensamentos já estivesse morto? Aí então seria algo como a mediunidade, pois estaríamos escutando o que um morto <span style="text-decoration: underline;">disse</span>*. Isso é, no mínimo, muito interessante!</p>
<p>* não diz mais, pois está <span style="text-decoration: underline;">morto</span> &#8211; portanto, descartemos a possibilidade de conversa em tempo real com defuntos, coisas do tipo: &#8220;querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças&#8221; e etc.</p>
<p>Conclusão do cético-ateu-agnóstico-racional Montagna: duvide de tudo, mas não descarte nada. O mundo é louco o bastante para tudo ser possível. Aí alguém diz: &#8211; &#8220;Ué, Alexandre, mas se tudo é possível, então porque não acreditas nesta fantasia ou naquele delírio?&#8221;. Ora, é verdade que admito que tudo pode ser possível; ocorre que muita coisa é bastante improvável. Além do mais, eu não gosto de <em>acreditar</em>: prefiro <em>saber</em>! Se eu não souber, não preencherei minhas lacunas mentais com crenças. Isso, jamais! Aprofundando um pouco (e agora vem a parte mais metafísica do texto), eu defendo que não adianta dizer que isso ou aquilo é impossível porque, em pontos profundos, as nossas próprias vidas já são impossíveis. Não há motivos aparentes para estarmos aqui. Você já tentou regressar na história da humanidade, planeta, sistema solar e Cosmos? É uma loucura das grandes! Admito que, numa análise imparcial, nossa existência é bastante improvável. Entretanto, cá estamos, e há todo um Cosmos, micro e macro, a desvendar.</p>
<p>Vamos desvendá-lo!</p>
<div style="border: 1px solid #666; background: #eee; padding: 10px;"><small>Nota de rodapé: este post está na categoria <em>Sámkhya: o Saber</em>. Sámkhya é uma filosofia teórica indiana de linha naturalista, ou seja, atribui causas naturais a todos os efeitos. Dess&#8217;arte, não há crença, misticismo, doutrinação, delírios. Trabalha-se o mapeamento e a enumeração do Cosmos através do verbo saber, e não do crer. É uma filosofia milenar que desnuda o Universo com muita propriedade: estudando o erudito Niríshwarasámkhya obtém-se grande percepção da realidade. Não é à toa que as escrituras indianas declaram &#8220;não há conhecimento como o Sámkhya&#8221;.</small></div>
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		<title>O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiosos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 11:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_748" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-748" title="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" width="600" height="364" /><p class="wp-caption-text">Teísta ou ateísta? Teísta, perante um outro conceito de Theos</p></div>
<p style="text-align: left;">Certa vez, alguém disse: &#8220;os cientistas são os únicos profundamente religiosos&#8221;, e isso causou <em>frisson </em>devido ao maravilhoso argumento que então os religiosos passaram a possuir para unir ciência e religião. Mas será que é este o verdadeiro sentido da frase? O mais citado cientista que declaram ser religioso é Albert Einstein, tanto pelas margens que ele deu para essa interpretação como também devido à sua fama. Há outros que estão na lista, provável que injustamente, tais como Isaac Newton, Gauss, Kelvin e Jung &#8211; mas vou me concentrar no Albert, já que estou com seu livro <em>Como vejo o mundo</em> em minhas mãos. Vamos ver o que ele fala.</p>
<blockquote><p>&#8220;[...] Sendo assim, que sentimentos e condicionamentos levaram os homens a pensamentos religiosos e os incitaram a crer, no sentido mais forte da palavra? Descubro logo que as raízes da idéia e da experiência religiosa se revelam múltiplas. No primitivo, por exemplo, o temor suscita representações religiosas para atenuar a angústia da fome, o medo das feras, das doenças e da morte. Neste momento da história da vida, a compreensão das relações causais mostra-se limitada e o espírito humano tem de inventar seres mais ou menos à sua imagem. Transfere para a vontade e o poder deles as experiências dolorosas e trágicas de seu destino. Acredita mesmo poder obter sentimentos propícios desses seres pela realização de ritos ou de sacrifícios. Porque a memória das gerações passadas lhe faz crer no poder propiciatório do rito para alcançar as boas graças de seres que ele próprio criou.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 19, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Nas páginas que se seguem, Einstein rejeita o conceito de um Deus antropomórfico, o que, convenhamos, deveria não ser surpresa para ninguém e deveria, também, ser o mínimo a se esperar de uma pessoa sensata.  Mais adiante, o autor cita Schopenhauer, Demócrito, Francisco de Assis e Spinoza. Quem ler com atenção, entenderá porque ele declara que os mais próximos da verdadeira religião são, realmente, os cientistas. Esqueça a religião da crença, Einstein está falando da religião cósmica. Isso tudo foi um belo jogo de cintura do cientista, que menciona religião e Deus e faz média com todo mundo, e só quem encara suas leituras entenderá que, considerando o Deus da religião, que recompensa e castiga, Einstein era categoricamente ateu; por outro lado, ele alegava crer sim em Deus, referindo-se ao Deus de Spinoza, de Schopenhauer, a Força Cósmica, a Emanação de Energia Universal, ou quem sabe a Massa Energética Indiferenciada (<em>Mahat</em>, em sânscrito). E foi isso o que eu quis dizer com jogo de cintura, afinal, por que Einstein haveria de chamar isso de Deus, palavra esta que está tão atrelada a conceitos antropomórficos, se não fosse para evitar causar um grande choque em seus admiradores e leitores teístas? Volto a convocar o nosso amigo Fernando Pessoa a participar deste post através de um de seus poemas naturalistas:</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<div id="attachment_749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-749" title="santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas." width="600" height="539" /><p class="wp-caption-text">Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas.</p></div>
<blockquote><p>&#8220;[...] Somente indivíduos particularmente ricos, comunidades particularmente sublimes se esforçam por ultrapassar esta experiência religiosa. Todos, no entanto, podem atingir a religião em um último grau, raramente acessível em sua pureza total. Dou a isto o nome de religiosidade cósmica e não posso falar dela com facilidade já que se trata de uma noção muito nova, à qual não corresponde conceito algum de um Deus antropomórfico.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 20, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
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		<title>O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>E na seção de comentários do Blog do DeRose&#8230;</p>
<blockquote><p>Querido Mestre gostaria de enviar este poema de Fernando Pessoa.<br />
O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro.</p>
<p><em>Só a Natureza é divina, e ela não é divina…<br />
Se falo dela como de um ente<br />
É que para falar dela preciso usar da linguagem dos homens<br />
Que dá personalidade às cousas,<br />
E impõe nome às cousas.<br />
Mas as cousas não têm nome nem personalidade:<br />
Existem, e o céu é grande a terra larga,<br />
E o nosso coração do tamanho de um punho fechado…<br />
Bendito seja eu por tudo quanto sei.<br />
Gozo tudo isso como quem sabe que há o sol.</em></p>
<p>Patrício Vinagreiro</p></blockquote>
<blockquote><p>Obrigado, Patrício. Você sabe o quanto admiramos Fernando Pessoa, não é?</p>
<p>DeRose</p></blockquote>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/como-o-ser-humano-e-cruel-com-os-animais/#comment-16425">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/como-o-ser-humano-e-cruel-com-os-animais/#comment-16425</a></p>
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		<title>Como sair da ilusão?</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Mar 2010 17:01:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há quem não queira sair&#8230; www.youtube.com/watch?v=aIZVCCJxIQ4 Encontrado no blog de Ricardo Lombardi Desculpe a poeira. Este, por sua vez, encontrado num buzz do Alessandro Martins. Artigos possivelmente relacionados:Ilusão de ótica -- O giro da bailarinaA Santa Ceia atualPara onde vamos depois que morremos?O Guardador de Rebanhos, de Alberto CaeiroO uso do álcool]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem não queira sair&#8230;</p>
<p><div style="text-align: center;"><span class="youtube">
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<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/aIZVCCJxIQ4&amp;rel=0&amp;color1=d6d6d6&amp;color2=f0f0f0&amp;border=1&amp;fs=1&amp;hl=en&amp;autoplay=0&amp;showinfo=0&amp;iv_load_policy=3&amp;showsearch=0" />
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=aIZVCCJxIQ4">www.youtube.com/watch?v=aIZVCCJxIQ4</a></p></div></p>
<p><small>Encontrado no blog de Ricardo Lombardi <a href="http://ricardolombardi.ig.com.br/" target="_blank"><em>Desculpe a poeira</em></a>. Este, por sua vez, encontrado num buzz do <a href="http://livroseafins.com/" target="_blank">Alessandro Martins</a>.</small></p>
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		<title>A crença em Deus e o retrocesso estadunidense</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 13:08:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu hoje às 7h da manhã no G1: Inimigos de Darwin nos EUA agora atacam também o aquecimento global, no link http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1517447-5603,00.html. Escreverei o post baseando-me no fato de que você leu o texto do link Não é mais surpresa para mim perceber que os Estados Unidos estão infestados com maçãs estragadas. Maçãs estas que já vêm [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu hoje às 7h da manhã no G1: <strong><em>Inimigos de Darwin nos EUA agora atacam também o aquecimento global</em></strong>, no link <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1517447-5603,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL1517447-5603,00.html</a>.</p>
<p>Escreverei o post baseando-me no fato de que você leu o texto do link <img src='http://alexandremontagna.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não é mais surpresa para mim perceber que os Estados Unidos estão infestados com maçãs estragadas. Maçãs estas que já vêm cheirando mal desde a simbólica árvore do Jardim do Éden, mencionada no livro de contos-de-fada chamado Bíblia. Estes frutos podres querem impregnar a educação e a ciência com seus sumos azedos da crença. Urge a necessidade de alguém limpar a árvore e quebrar esses galhos. Vale lembrar, claro, que isso não é tragédia exclusiva estadunidense. Também temos aqui nossas maçãs passadas. Entretanto, acredite, lá nos <em>States</em> a coisa demonstra estar bem pior.</p>
<p>A crença cria cegueira e ignorância mental. E não estamos falando <em>da crença dos outros</em>, e sim de toda e qualquer crença. Estas reações dos religiosos <em>yankees</em> são consequência natural por tomar como verdade fatos sem embasamento algum, como o &#8220;fato&#8221; de que um velho de barbas brancas criou o mundo e a Terra é o centro do Universo. Pode uma coisa dessas? Tanto pode como tem gente que crê nesse geocentrismo estapafúrdio remanescente da Idade Medieval (Era das Trevas.. Era da Ignorância) e quer obrigar mundo e meio a acreditar nisso também. É sempre assim.. &#8220;creia no que eu creio&#8221;. Aquele lance de &#8220;respeite a crença dos outros&#8221; só é dito pelas crenças menos expressivas. Quando a coisa ganha volume e poder, já passa a receber um tom de império e proliferação, com campanhas para converter ovelhas e queimar infiéis. Ninguém quer admitir o quão insensato é considerar que a Bíblia é a verdade suprema, mas o Corão não, ou o Torá, ou o Bhagavad Gítá, e etc. Cada religião elege a sua verdade. Sabe qual delas está correta? Chuta&#8230;</p>
<p>Enquanto houver crença, não haverá verdade alguma.</p>
<p>Para os não-religiosos, ateus, agnósticos, seculares ou simplesmente lúcidos (acabei de envolver aqui 99,9% dos cientistas, matemáticos, físico, filósofos de grande renome que transformaram o mundo), não há muita diferença entre um cristão comum e um homem-bomba muçulmano. Enquanto uns jogam bombas, outros tentam persuadir políticos a inserirem nos livros escolares a crença do criacionismo em nível de igualdade com o conhecimento da evolução das espécies. Há uma pequena diferença de grau, mas a farinha da ignorância está toda no mesmo saco crente. E para a parcela lúcida da humanidade, isso é mesmo um saco!</p>
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		<title>Textículo de Krauss</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 18:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis abaixo um pequeno texto de Lawrence Krauss: &#8220;Todos os átomos do seu corpo vieram de uma estrela que explodiu. E os átomos na sua mão esquerda provavelmente vieram de uma estrela diferente dos átomos de sua mão direita. É, realmente, a coisa mais poética que eu sei sobre física: você é completamente poeira das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis abaixo um pequeno texto de Lawrence Krauss:</p>
<p style="text-align: right;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1372" title="Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna.jpg" alt="Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna" width="500" height="294" /><br />
<em><span style="color: #333333;"> &#8220;Todos os átomos do seu corpo vieram de uma estrela que explodiu. E os átomos na sua mão esquerda provavelmente vieram de uma estrela diferente dos átomos de sua mão direita. É, realmente, a coisa mais poética que eu sei sobre física: você é completamente poeira das estrelas. Você não poderia estar aqui se as estrelas não tivessem explodido, porque os elementos &#8211; carbono, nitrogênio, oxigênio, ferro, todas as coisas que importam para a evolução e para a vida &#8211; não foram criadas no início dos tempos. Elas foram criadas nas fornadas nucleares das estrelas, e a única maneira para que elas tenham chegado no seu corpo é se aquelas estrelas foram gentis o suficiente para explodirem. Então, esqueça Jesus. As estrelas morreram para que você pudesse estar aqui hoje.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #333333;">Lawrence Krauss</span></em></p>
<p>Lawrence, 55 anos, é um físico estadunidense que ficou famoso ao sugerir que a chave para entender o surgimento do Universo é um tipo de matéria impossível de detectar da Terra, conhecida como matéria escura. Ele também se dedica a combater a aproximação entre ciência e religião e está em campanha contra o criacionismo, que contesta a teoria da evolução de Darwin (sim, em pleno século XXI ainda há criacionistas perambulando por aí). Sobre esse assunto, Krauss já manifestou sua preocupação até em uma carta aberta enviada ao papa em 2005.</p>
<p>Os créditos da fonte deste texto já estão apagados pelo tempo, talvez tenha sido compartilhado pelo @<a href="http://twitter.com/Alessandro_M" target="_blank">Alessandro_M</a>, que tuíta muita coisa interessante, ou por um dos blogs agnósticos cujo feed RSS eu assino.</p>
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		<title>Meu complexo e poderoso ego</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu ego, complexo e poderoso. Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras? Eu te influencio ou me influencias tu? Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras, se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu. Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu ego, complexo e poderoso.<br />
Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras?<br />
Eu te influencio ou me influencias tu?<br />
Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras,<br />
se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu.<br />
Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei.<br />
Eu Sou acima de ti, e a ti ensino. Estamos muito perto.<br />
Silencia-te quando quero, e assim me liberto.</em><br />
Montagna</p>
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		<title>Ilusão de ótica &#8211; O giro da bailarina</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 04:08:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que você vê, quando vê, é a realidade? As coisas são obviamente como você enxerga? Sente-se, contemple e me responda: para que lado a bailarina está girando? Tem certeza? Chame alguém ao seu lado e logo começarão as discórdias da humanidade. Artigos possivelmente relacionados:Como sair da ilusão?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que você vê, quando vê, é a realidade? As coisas são obviamente como você enxerga?</p>
<p>Sente-se, contemple e me responda: para que lado a bailarina está girando?</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1126" title="bailarina-ilusao-otica-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/bailarina-ilusao-otica-blog-alexandre-montagna.gif" alt="bailarina-ilusao-otica-blog-alexandre-montagna" width="300" height="400" /></p>
<p>Tem certeza? Chame alguém ao seu lado e logo começarão as discórdias da humanidade.</p>
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		<title>Aula de biologia com evolução das espécies e recombinação gênica</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 11:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Via Bule Voador. Artigos possivelmente relacionados:Saramago escreve sobre o perdão a DarwinA crença em Deus e o retrocesso estadunidensePara que lado está a arca?A volta de Ida: encontramos o elo perdido?Duzentos anos de Darwin, quatro bilhões e meio de evolução]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="349" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/s9qxcbYmqB0&amp;rel=0&amp;border=1&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="349" src="http://www.youtube.com/v/s9qxcbYmqB0&amp;rel=0&amp;border=1&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=en_US&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Via <a href="http://bulevoador.haaan.com/2009/12/13/aulinha-de-biologia/" target="_blank">Bule Voador</a>.</p>
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		<title>Uma grande diferença entre mitologia e religião</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 21:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sobre o objeto de contemplação sempre soube que uma diferença havia, pois se você crer, é religião mas se não crer, é mitologia.&#8221; Alexandre Montagna Se crer, é religião. A mente se afunila; você toma como verdade acontecimentos infundados, sem evidências e cujo único sentido é o conforto emocional produzido pela crença. Se não crer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; font-size: 16px;"><em>&#8220;Sobre o objeto de contemplação<br />
sempre soube que uma diferença havia,<br />
pois se você crer, é religião<br />
mas se não crer, é mitologia.&#8221;<br />
<span style="font-style: normal;">Alexandre Montagna</span></em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1200" title="uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna" width="560" height="430" /></p>
<p style="text-align: center;">Se crer, é religião. A mente se afunila; você toma como verdade acontecimentos infundados, sem evidências e cujo único sentido é o conforto emocional produzido pela crença.</p>
<p style="text-align: center;">Se não crer, é mitologia. A mente se expande; você aumenta sua cultura e sua percepção de mundo, pois, sob o prisma mitológico, as histórias geralmente proporcionam ensinamentos interessantes.</p>
<p style="text-align: center;">Basicamente, bastam as imagens para este post.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1192" title="culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna" width="500" height="696" /></p>
<blockquote><p>“<em>Mitologia é o nome que damos às religiões dos outros.</em>” (Joseph Campbell)</p></blockquote>
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		<title>A doutrinação deve ser execrada</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Textos extraídos do Blog do DeRose. http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/abaixo-a-doutrinacao/ Abaixo a doutrinação Doutrinação não funciona para a nossa proposta. Pessoas suscetíveis a aceitar catequese de quem quer que seja, não são o nosso público. Não queremos entre os nossos a síndrome de rebanho. Costumamos dizer que não somos nem mesmo ovelhas negras, pois não admitimos sequer ser [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Textos extraídos do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">Blog do DeRose</a>.</p>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/abaixo-a-doutrinacao/">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/abaixo-a-doutrinacao/</a></p>
<h2>Abaixo a doutrinação</h2>
<blockquote><p>Doutrinação não funciona para a nossa proposta. Pessoas suscetíveis a aceitar catequese de quem quer que seja, não são o nosso público. Não queremos entre os nossos a síndrome de rebanho. Costumamos dizer que não somos nem mesmo ovelhas negras, pois não admitimos sequer ser ovelhas. É preciso saber pensar livremente.</p>
<p>Livre pensar não é sinônimo de questionar compulsivamente. Também por isso não somos ovelhas, nem negras, pois não estamos contestando a forma de viver dos outros. Somos adeptos da diversidade de opções e da liberdade de escolha.</p>
<p>O fato de não professarmos nenhum credo, não preconizarmos nenhuma terapia, não oferecermos nenhum benefício, torna nossa proposta cultural protegida contra qualquer eventual tendência ao equívoco e confere-lhe incontestável seriedade.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/afinal-por-que-doutrinacao-deve-ser-execrada/">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/afinal-por-que-doutrinacao-deve-ser-execrada/</a></p>
<h2>Afinal, por que “doutrinação” deve ser execrada?</h2>
<blockquote><p>Recebi o seguinte comentário expondo uma dúvida:</p>
<p>“Instra. Amina Guerra</p>
<p>Este é um tópico importante, sobre o qual gostaria de expor o meu entendimento. Doutrinar segundo o dicionário significa ‘instruir em uma doutrina’. Doutrina, por sua vez, significa ‘conjunto de princípios que servem de base a um sistema religioso, político ou filosófico’, entre outras coisas.<br />
Portanto, não entendo, existe uma instrução em relação à filosofia que é o Yôga Antigo (me corrija se estiver errada), já não querer convencer ninguém de coisa alguma, isso sim, sem dúvida não queremos fazer.”</p>
<p><strong>Então, vamos lá, Amina.</strong></p>
<p>A palavra doutrinação no Dicionário Houaiss tem o seguinte significado: “doutrinação – rubrica: religião. Ato ou efeito de doutrinar, catequese, doutrinamento, adoutrinação.” Note que o referido dicionário só vincula essa palavra à rubrica religião. Para doutrinar, esse dicionário nos dá o significado, entre outros: “incutir (em alguém), opinião, ponto de vista ou princípio sectário; inculcar em alguém uma crença ou atitude em particular, com o objetivo de que não aceite qualquer outra.”</p>
<p>Se perguntarmos a qualquer pessoa se ela quer ser doutrinada, a resposta é um indignado NÃO! Contudo, nos textos escritos pelos advogados aos Juízes de Direito, encontra-se com frequência o argumento: ”segundo a Doutrina Jurídica…” Bem, aí ninguém implica com essa palavra. Mas se um jornalista entrevistá-la, perguntar se nós aplicamos doutrinação no SwáSthya e você disser que sim, isso vai tomar dimensão de escândalo. Estará isso certo? Quando os espíritas não se referem à Doutrina Espírita alguém os critica por isso?</p>
<p>A questão vai além do simples preconceito dos cri-críticos de plantão. Ocorre que as palavras ganham conotações conforme a época e o lugar. Por exemplo, o que é que você compreende por “chauvinismo”? O que entenderia pela frase: “Bush era um chauvinista”? Todos nós entendemos que ele seria um machista abominado pelas feministas. (Ou, como dizemos no livro <strong><em>Ser Forte</em></strong>, “machista-leninista”.) No entanto, o dicionário Houaiss define: “chauvinismo – s.m. 1. patriotismo fanático, cego, agressivo” e por aí vai, sem mencionar nenhuma acepção normalmente compreendida no uso coloquial e mesmo literário desse termo.</p>
<p>Portanto, nós execramos a doutrinação, no sentido de catequese. Nós ensinamos, informamos, esclarecemos, mas não queremos convencer ninguém de coisa alguma. Daí, o Axioma Número Um do Método DeRose: “Não acredite.”</p></blockquote>
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		<title>Saramago escreve sobre o perdão a Darwin</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Há uma publicação feita no O Caderno de Saramago que é tão pequena que, apesar das valiosas dicas do meu amigo Alessandro Martins, que sugere não copiar artigos inteiros de outros blogs, não consigo me convencer a replicar aqui este, de Saramago, apenas em fragmentos. Espero que você aprecie o texto tanto quanto eu apreciei. Perdão para Darwin? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma publicação feita no <em><a title="Acesse O Caderno de Saramago" href="http://caderno.josesaramago.org" target="_blank">O Caderno de Saramago</a></em> que é tão pequena que, apesar das valiosas dicas do meu amigo <a title="Entre no Livros e afins, um dos ótimos blogs de Alessandro Martins" href="http://livroseafins.com/" target="_blank">Alessandro Martins</a>, que sugere não copiar artigos inteiros de outros blogs, não consigo me convencer a replicar aqui este, de Saramago, apenas em fragmentos. Espero que você aprecie o texto tanto quanto eu apreciei.</p>
<blockquote>
<h2>Perdão para Darwin?</h2>
<div class="entry">
<div class="snap_preview">
<div class="contenttext">
<p>Uma boa notícia, dirão os leitores ingénuos, supondo que, depois de tantos desenganos, ainda os haja por aí. A Igreja Anglicana, essa versão britânica de um catolicismo instituído, no tempo de Henrique VIII, como religião oficial do reino, anunciou uma importante decisão: pedir perdão a Charles Darwin, agora que se comemoram duzentos anos do seu nascimento, pelo mal com que o tratou após a publicação da <em>Origem das Espécies</em> e, sobretudo, depois da <em>Descendência do Homem</em>. Nada tenho contra os pedidos de perdão que ocorrem quase todos os dias por uma razão ou outra, a não ser pôr em dúvida a sua utilidade. Mesmo que Darwin estivesse vivo e disposto a mostrar-se benevolente, dizendo “Sim, perdoo”, a generosa palavra não poderia apagar um só insulto, uma só calúnia, um só desprezo dos muitos que lhe caíram em cima. O único que daqui tiraria benefício seria a Igreja Anglicana, que veria aumentado, sem despesas, o seu capital de boa consciência. Ainda assim, agradeça-se-lhe o arrependimento, mesmo tardio, que talvez estimule o papa Bento XVI, agora embarcado numa manobra diplomática em relação ao laicismo, a pedir perdão a Galileu Galilei e a Giordano Bruno, em particular a este, cristãmente torturado, com muita caridade, até à própria fogueira onde foi queimado.</p>
<p>Este pedido de perdão da Igreja Anglicana não vai agradar nada aos criacionistas norte-americanos. Fingirão indiferença, mas é evidente que se trata de uma contrariedade para os seus planos. Para aqueles republicanos que, como a sua candidata à vice-presidência, arvoram a bandeira dessa aberração pseudo-científica chamada criacionismo.</p>
<p><strong><a href="http://caderno.josesaramago.org/2008/09/17/perdao-para-darwin/">http://caderno.josesaramago.org/2008/09/17/perdao-para-darwin/</a></strong></div>
</div>
</div>
<p><strong>José Saramago</strong></p></blockquote>
<p style="text-align: center;">&#8211;//&#8211;</p>
<p style="text-align: center;">Abaixo, um vídeo que saiu no Jornal Nacional citando Darwin:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_mDAkRYykjQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/_mDAkRYykjQ&amp;color1=0xb1b1b1&amp;color2=0xcfcfcf&amp;hl=pt_BR&amp;feature=player_embedded&amp;fs=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
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		<title>A importância do Estado Laico</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Åsa Heuser é uma professora de inglês e sueco, autodidata em quase tudo. Adora ler desde J. K. Rowling e Tolkien a Richard Dawkins e Carl Sagan. Åsa foi uma das primeiras a colaborar com a tradução dos textos da STR (Sociedade da Terra Redonda), um site ateu cujo nome faz paródia com a antiga crença da Terra plana. Escreve textos bons e lúcidos em seu blog chamado <em><a href="http://umaateiadebomhumor.blogspot.com/" target="_blank">Uma atéia de bom humor</a></em>. Dentre eles, copio abaixo o trecho de um destes artigos, chamado &#8220;<em>A importância do Estado Laico</em>&#8220;.</p>
<blockquote><p><strong>A importância do Estado Laico</strong></p>
<p><em>Imaginemos que a maioria da população de um país pertença a uma organização religiosa específica. Vamos supor também que eles consigam que os preceitos religiosos específicos dessa organização se tornem obrigatórios a todos, em forma de lei, já que são maioria. Isso significaria entre outras coisas que, por exemplo, a transfusão de sangue seria proibida por lei. Agora imaginem que uma pessoa que não pertence a essa organização seja obrigada a seguir essa lei, e venha a morrer em consequência disso.</em></p>
<p><em>Este é um exemplo extremo, mas serve para ilustrar o absurdo de uma religião impor seus valores particulares. Por isso o Estado precisa ser laico.</em></p>
<p><em>Se fala muito em Estado Laico, mas as pessoas em geral não sabem muito bem o que isso significa. Em termos simples, significa que nenhuma religião pode se impor como diretriz à população como um todo através de leis.</em></p></blockquote>
<p><a href="http://umaateiadebomhumor.blogspot.com/2009/11/imaginemos-que-maioria-da-populacao-de.html" target="_blank">Leia este artigo na íntegra.</a></p>
<div id="attachment_1169" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><img class="size-full wp-image-1169" title="asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna" width="110" height="146" /><p class="wp-caption-text">Åsa Heuser</p></div>
<div id="attachment_1170" class="wp-caption alignleft" style="width: 242px"><img class="size-full wp-image-1170" title="familia-heuser-ateismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/familia-heuser-ateismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="A família Heuser. Chegaram a entrar para a igreja luterana por temer discriminação" width="232" height="146" /><p class="wp-caption-text">A família Heuser chegou a entrar para a igreja luterana por temer discriminação</p></div>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/050602/p_084.html" target="_blank">Veja a reportagem que a revista Veja fez sobre os ateus em que a família Heuser aparece.</a></p>
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		<title>Você não é o centro do Universo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores. http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q Como sou muito querido, vou traduzir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="405" src="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q </a></div>
<p>Como sou muito querido, vou traduzir o vídeo:</p>
<p>- Vamos falar de TAMANHO<br />
- O quão grandes são os objetos que flutuam em nosso Universo e o quão grandes eles podem ser?<br />
- Aproveite a comparação a seguir, começando com um objeto bem grande, a nossa própria lua.</p>
<p>#Planetas</p>
<ul>
<li>Lua da Terra</li>
<li>Mercúrio</li>
<li>Marte</li>
<li>Vênus</li>
<li>Terra (você está aqui)</li>
<li>Netuno</li>
<li>Saturno (sem os anéis)</li>
<li>Júpiter</li>
</ul>
<p>#Estrelas</p>
<ul>
<li>O Sol (nossa própria estrela)</li>
<li>Sirius A</li>
<li>Pollux (Laranja Gigante)</li>
<li>Arcturus (Vermelha Gigante)</li>
<li>Aldebaran (Vermelha Gigante)</li>
<li>Rigel (Azul Supergigante)</li>
<li>Pistol Star (Azul Hipergigante)</li>
<li>Antares A (Vermelha Supergigante)</li>
<li>Mu Cephei (Vermelha Supergigante)</li>
<li>VY Canis Majoris (Vermelha Hipergigante) [maior estrela conhecida]</li>
</ul>
<p>- Tamanho da Terra (em relação à VY Canis Majoris)<br />
- Esta estrela tem um diâmetro de aproximadamente 2.800.000.000km. Como você pode imaginar este tamanho?<br />
- Pense em um avião de passageiros voando pela superfície desta estrela a 900km/hora.<br />
- Levaria 1.100 anos(!) para dar uma volta completa nela.<br />
- Ainda assim, ela é apenas um pequeno ponto entre diversas centenas de bilhões de estrelas formando nossa galáxia.<br />
- E há centenas de bilhões de galáxias lá fora!<br />
- Não, &#8211; você &#8211; não &#8211; é &#8211; o &#8211; centro &#8211; do &#8211; Universo!</p>
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		<title>Conforto emocional sem crença</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:08:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série <em><strong>A crença conduz à ignorância</strong></em></p>
<p>As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais.</p>
<p>De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase &#8221;<em>tenho um lado espiritual independente de religiões</em>&#8220;? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais &#8211; afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja.</p>
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		<title>George Carlin em &#8220;Salve o planeta&#8221;</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Aug 2009 04:08:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1000" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-1000 " title="george-carlin-salve-planeta-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/george-carlin-salve-planeta-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="George Carlin" width="150" height="190" /><p class="wp-caption-text">George Carlin</p></div>
<p>Foi através da rotina &#8220;<em>Save the planet</em>&#8221; que eu comecei a apreciar George Carlin. Comediante falecido em 2008, ele tem uma trajetória excepcional no humor. Gosto muito dele por ele ser, na verdade, um belo crítico social que utiliza a comédia como ferramenta. Essa linha profissional não é exclusividade do George, mas ele é excepcional no que faz.</p>
<p>Tudo o que eu pensava sobre o planeta coincidiu com o que Carlin mencionou no vídeo abaixo. Houve más interpretações sobre o que ele realmente quis dizer, mas, paciência! &#8211; é o preço que se paga por ou ser irônico demais ou deixar alguma lacuna na exposição de um argumento. Ele deixou lacunas na exposição de alguns argumentos, e isso fez com que pessoas mais limitadas entendessem que ele está se lixando para o planeta. Não é isso.</p>
<p>O planeta está muito bem! Sempre esteve, está e sempre estará. Quando as geleiras derretem, quando as indústrias de carne e frigoríficos poluem preciosos lençóis freáticos, quando são lançadas toneladas de dioxina na atmosfera e quando é feita muita sujeira, não é o planeta que é prejudicado: somos nós. Nós e as demais formas de vida senscientes terrestes, que sofrem muito pelos nossos atos e não tiveram nada a ver com isso.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="445" height="364" data="http://www.youtube.com/v/X_Di4Hh7rK0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/X_Di4Hh7rK0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
Trecho do show de Carlin &#8220;<em>Jammin&#8217; in New York</em>&#8220;, de 1992<br />
<a title="Assista ao vídeo no YouTube!" href="http://www.youtube.com/watch?v=X_Di4Hh7rK0" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=X_Di4Hh7rK0</a></div>
<p>Após ter assistido a todos os últimos 6 shows desse <em>entertainer</em>, vejo que muitas vezes ele aplica um tom ofensivo em suas falas, o que acaba por torná-lo um crítico censurado. Ah, se Carlin tivesse conhecido a Nossa Cultura, teria ele se tornado, quem sabe, mais contente e mais diplomático&#8230;</p>
<p>Encerro o post com um comentário de Arnaldo Jabor no <em>Jornal da Globo</em> em fevereiro de 2007, totalmente em concordância com o posicionamento de Carlin:</p>
<div style="text-align: center;"><object width="445" height="364" data="http://www.youtube.com/v/xRX6NguImAE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/xRX6NguImAE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a title="Assista ao vídeo no YouTube!" href="http://www.youtube.com/watch?v=xRX6NguImAE" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=xRX6NguImAE</a></div>
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		<title>A personificação do imponderável</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média, pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-737" title="deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Papai sumiu! Ou será que nunca esteve lá?" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai.</p></div>
<p>Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média<em>,</em> pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É <em>o Deus</em>, no lugar de <em>a Deusa</em>; é <em>pai nosso</em>, <em>meu senhor</em>, <em>o criador</em>, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a <em>Deusa-mãe</em>, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza &#8211; conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, &#8220;<em>pois é uma questão metafísica</em>&#8221; &#8211; ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje.</p>
<p>Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais <em>prá frentex</em> do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de <em>delirium misticum</em>.</p>
<p>A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a <strong>Nossa Cultura</strong> resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do <strong>Yôga Antigo</strong>. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com <em>o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério</em><em>!</em> (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é <strong>agnosticismo</strong>, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<p style="text-align: left;">* Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa <em>Sámkhya Com Senhor</em> numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa <strong><em>Sámkhya Sem Senhor</em></strong>, o Sámkhya original.</p>
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		<title>13 de agosto, Dia Internacional do Canhoto</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 04:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-834" title="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" width="150" height="180" /><br />
Parabéns a todos os leitores canhotos deste blog! Feliz de você que nasceu neste último século e já não sofre tanto preconceito. Em certos países, hoje, esquerdinos realizam feiras com produtos especiais para essa especial minoria genética. Quem é canhoto sabe o quão ruim é ter que lidar com um abridor de latas, tesoura ou régua. Mas pior ainda era receber cascudos do pai por &#8220;escrever com a mão errada&#8221;, ou então enfrentar as dificuldades da era medieval que a tirinha abaixo ilustra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-833 aligncenter" title="canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="teste" width="496" height="593" /></p>
<p>Diga-se de passagem, há uma ligação entre a genialidade e a utilização dos membros esquerdos para os afazeres. O lado esquerdo do corpo está conectado ao hemisfério direito do cérebro, que é o responsável pela criatividade, imaginação, conhecimento intuicional, sem limitações impostas pela razão. Será por isso que diversos gênios da Humanidade, como Einstein e Beethoven, são canhotos?</p>
<blockquote><p><em><strong>Leonardo da Vinci</strong></em><br />
<em>Dentre os canhotos famosos, o gênio renascentista Leonardo da Vinci chegou a elaborar um sistema de escrita que durante muitos séculos permaneceu obscuro. Acreditava-se que era um código secreto usado pelo artista/inventor, a fim de ocultar suas anotações &#8211; e cuja decifração somente ele seria capaz de fazer. Entretanto, ao ser colocada diante dum espelho, constatou-se que era a escrita normal, feita da direita para a esquerda: Da Vinci, escrevendo com sua canhota, passara a grafar puxando o instrumento de escrita, tal como fazem os destros, simplesmente para que sua mão não borrasse a tinta das anotações. (Wikipedia)</em></p></blockquote>
<p>Em tempo: para 98% dos humanos, o hemisfério dominante é o esquerdo, responsável pelo raciocínio lógico, linear, dedutivo. Não temos o lado direito bem desenvolvido e utilizado; há de chegar o dia em que adestraremos perfeitamente os dois hemisférios cerebrais, e então estaremos mais perto do autoconhecimento.</p>
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		<title>Otimismo realista: taça meio cheia e pés no chão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beba água mineral em taça de cristal. (frase inspirada em história de DeRose) Duvide quando alguém diz: &#8220;não estou sendo pessimista, só estou sendo realista&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Beba água mineral em taça de cristal.<br />
(frase inspirada em história de DeRose)</em></p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-690" title="copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Feliz porque o copo está meio cheio, mas de olho na jarra para encher mais." width="600" height="272" /><p class="wp-caption-text">Feliz porque a taça está meio cheia, mas de olho na jarra para encher mais.</p></div>
<p>Duvide quando alguém diz: &#8220;<em>não estou sendo pessimista, só estou sendo realista</em>&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a um fato está tendendo ou ao otimismo ou ao pessimismo. Ser realista seria comportar-se tal e qual o ideal romântico de um jornalista profissional: imparcialmente, contentando-se em descrever os fatos sem provocar um pio de parcialidade, não podendo sequer utilizar os subterfúgios de insinuação que só a artística sutileza da língua portuguesa permite.</p>
<p>O otimismo, embora seja muito querido, possui uma falha: falta o pé no chão. Vejamos como funciona:</p>
<p>Pessimismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia&#8221; &#8211; toma uma posição e só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Otimismo &#8211; &#8220;A taça está meio cheia&#8221; &#8211; toma uma posição e também só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Realismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia e meia cheia&#8221; &#8211; não toma posição, olha aos dois lados: é o fato em si. Olhos abertos.</p>
<p>Nesse ponto, tanto o otimista quando o pessimista ignoram o outro lado da história. A melhor atitude, então, é o <strong><em>otimismo realista</em></strong>: embora você <span style="text-decoration: underline;">saiba</span> que a taça está meio vazia, fica contente porque está meio cheia. Vive feliz e de olhos abertos.</p>
<p>Comportando-se desta forma, você cultivará uma das dez normas éticas do Yôga: <strong>santôsha</strong>, o contentamento.</p>
<p><em>O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações. O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da </em><em>personalidade. Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.</em></p>
<p style="text-align: left;">Este foi um trecho sobre santôsha extraído do <strong><em>Código de Ética do Yôga (Yamas e Niyamas)</em></strong>, elaborado pelo Mestre DeRose baseado no Yôga Sútra de Pátañjali. São dez as normas éticas milenares do Yôga. Seguí-las não é um ato de obediência, pois não são leis: é um ato de sabedoria, pois são dispositivos que conferem poder sobre si próprio. Falarei mais sobre elas num próximo post.</p>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>A volta de Ida: encontramos o elo perdido?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 14:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda é muito cedo para lançar sólidas notícias&#8230; porém, já demonstro-me bastante empolgado com a leitura deste artigo divulgado no <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a>, que abaixo publico traduzido ao nosso bom português:</p>
<p><a href="http://blog.ted.com/2009/05/darwin_validate.php"><img class="size-full wp-image-622 alignleft" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="ted-logo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ted-logo-blog-alexandre-montagna.gif" alt="ted-logo-blog-alexandre-montagna" width="134" height="26" /></a></p>
<p>Nesta última terça (19), no <a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">Museu Americano de História Natural</a>, em New York, foi anunciada uma descoberta revolucionária &#8211; uma que permanecerá como um <strong>marco para paleontólogos e evolucionistas de todo o mundo</strong>. Cientistas da Universidade de Oslo descobriram &#8220;Ida&#8221;, também conhecida como <em>Darwinius masillae</em>, um fóssil de 47 milhões de anos que foi proclamado como o &#8220;elo perdido&#8221; na ligação entre a estrutura do esqueleto humano e os primeiros mamíferos.</p>
<p>Os cientistas encontraram Ida em Messel Pit, na Alemanha, e logo descobriram que ela é cerca de vinte vezes mais velha do que a maioria dos fósseis relacionados com a evolução humana. O que torna Ida tão especial é que, além de sua classificação como um precoce pró-símio (lêmures), ela tem <strong>certas características humanas inegáveis</strong>, como os olhos virados para a frente e até mesmo um polegar opositor.</p>
<p>Este é um dia emocionante de confirmação para os cientistas em todo o mundo. O apresentador e naturalista Sir David Attenborough disse: &#8220;Esta pequena criatura vai mostrar a nossa conexão com todo o resto dos mamíferos.&#8221;</p>
<p>Fique ligado no site oficial <a href="http://www.revealingthelink.com/" target="_blank">The Link</a> para fotos, vídeos e mais informações sobre Ida e sobre a equipe de pesquisadores por trás dela.</p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-623" title="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">Será o elo perdido da nossa evolução? Será um alarme falso, que passou muito perto? Ou será apenas uma travessura de Deus para testar a nossa fé, como dizem alguns crentes?</p></div>
<p style="text-align: left;">Veja um trecho do <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3775361-EI238,00-Cientistas+apresentam+primata+fossilizado+de+milhoes+de+anos.html" target="_blank">artigo que saiu no Terra</a>: &#8220;<em>O formato do osso tálus dos humanos, que fica no calcanhar, é igual ao de Ida. Os polegares opositores e a presença de unhas em vez de garras também confirmam que ela era uma primata. A análise dos intestinos do fóssil mostrou que ela comia sementes e folhas.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Independentemente da importância deste esqueleto, a sua descoberta representa um importante passo na conquista do nosso mapa evolutivo.</p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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		<title>Ainda sobre a gripe suína&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:48:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A gripe suína, ao que me constou pelo nome, possuía grande semelhança com outras doenças que ganharam fama no passado. Na TV, contudo, estão esforçando-se para evitar pânico ao dizer que este vírus não se contrai através da ingestão de carnes de suínos em si, mas sim pelo ar, somente e só. Não é bem o que eu li outrora no site da própria Globo. Além disso, há rumores de que seja tudo um golpe para prejudicar ainda mais as companhias aéreas, já machucadas financeiramente, através da redução do tráfego internacional. Ou seja, essa gripe teria o lado verídico, possívelmente induzido com má intenção, e a sua contraparte exagerada, com tons supervalorizados de tragédia. É bem possível, afinal, o mundo é um palco e manipulação não é lá uma arte tão difícil de se aplicar. Por isso, lembre-se do axioma nº 1: <em>não acredite</em>! Vá até o dicionário e rabisque o verbo acreditar e seus sinônimos. Me agradecerá por isso.</p>
<p>Bem, seja o que for esta gripe, estou cá, tranquilinho e vegetariano, esperando o <span style="text-decoration: line-through;">teatro</span> desastre passar.</p>
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		<title>Boa cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comportamento x ponto de vista Numa conversa, meu amigo Rogério Peres, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Comportamento x ponto de vista</strong></p>
<p>Numa conversa, meu amigo <a href="http://www.rogerioperes.com" target="_blank">Rogério Peres</a>, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o comportamento, por outro lado o comportamento atua no ponto de vista. A visão de mundo, enquanto não se manifestar no comportamento, é subjetiva e neutra; o comportamento do indivíduo, por outro lado, é objetivo e afeta o meio, o grupo, a coletividade. Definitivamente, é melhor atuar no comportamento, pois além de ser o que nos afeta de imediato, é o caminho mais fácil e com menos espinhos. Mudar a cabeça de um vivente é algo muy trabalhoso, dependendo do vivente. Atuemos majoritariamente na área comportamental, e deixemos que os pontos de vista aprimorem-se naturalmente com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Boa cultura</strong></p>
<p>A cultura de um povo define o certo e o errado, e só por isso merece absoluta atenção e carinho. Enquanto a boa cultura é desrepressora e permite à mulher o topless, a má cultura reprime e condena com desonra a moça que pensar muito alto em realizá-lo, com provável desfecho em apedrejamento em certos países. Enquanto a boa cultura incentiva a especulação naturalista e a ciência, a má cultura prendeu e queimou em praça pública quem divulgou conhecimentos que desmentiram crenças. A cultura molda o ponto de vista, e este define as diretrizes do comportamento individual que, por sua vez, afeta o relacionamento interpessoal. Urge a necessidade da boa cultura, e eu vivo e trabalho por isso.</p>
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		<title>Compreensão das cousas</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Apr 2009 04:14:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No que diz respeito à compreensão das cousas, a melhor atitude que o ser humano pode cultivar é a de permitir-se mudar de ideia. Ao fechar-se em um modelo de pensamento ou crença, imediatamente bloqueia toda uma gama de possibilidades para entender melhor o mundo, pois consciência estagnada é o oposto da expansão da consciência, ou seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-409" title="evolucionismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/evolucionismo-blog-alexandre-montagna.png" alt="evolucionismo-blog-alexandre-montagna" width="299" height="181" /></p>
<p>No que diz respeito à compreensão das cousas, a melhor atitude que o ser humano pode cultivar é a de permitir-se mudar de ideia. Ao fechar-se em um modelo de pensamento ou crença, imediatamente bloqueia toda uma gama de possibilidades para entender melhor o mundo, pois consciência estagnada é o oposto da expansão da consciência, ou seja, é exatamente o contrário da evolução.</p>
<p>Estou sempre pronto para uma conversa sobre os mais profundos assuntos, e deixo minhas companhias sempre à vontade para colocar em xeque meus pontos de vista. Só temos todos a ganhar: se meu interlocutor apresentar argumentos convincentes, eu perceberei que meu ponto de vista não era o melhor e vou adquirir uma maneira mais lúcida de compreensão; por outro lado, se meu interlocutor estiver errado, será porque eu apresentei argumentos irrefutáveis e ele, se não morrer engasgado em seu próprio orgulho, também passará a ter uma visão mais límpida e certeira. Questiono-me: você está pronto para colocar em xeque seus pontos de vista ou crenças sem engasgar-se de orgulho e sem mergulhar no obscuro instinto emocional de autodefesa? Espero muito que sim.</p>
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		<title>Melhor vídeo sobre proselitismo: Instruction Manual for Life. Espetacular!</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 14:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série &#8220;melhores vídeos do mundo&#8220;. http://www.youtube.com/watch?v=kAIpRRZvnJg Um vídeo fantástico feito por essas pessoas que ajudam a mudar o mundo. Para melhor. Artigos possivelmente relacionados:A doutrinação deve ser execradaUma grande diferença entre mitologia e religiãoFrase para carregar no coração e pendurar na porta de casaOs Maias estão furiosos!A crença em Deus e o retrocesso estadunidense]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série &#8220;<strong><em>melhores vídeos do mundo</em></strong>&#8220;.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="580" height="360" data="http://www.youtube.com/v/kAIpRRZvnJg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/kAIpRRZvnJg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<div style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=kAIpRRZvnJg" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=kAIpRRZvnJg</a></div>
<p style="text-align: center;">Um vídeo fantástico feito por essas pessoas que ajudam a mudar o mundo. Para melhor.</p>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-doutrinacao-deve-ser-execrada/" title="A doutrinação deve ser execrada">A doutrinação deve ser execrada</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao/" title="Uma grande diferença entre mitologia e religião">Uma grande diferença entre mitologia e religião</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/frase-para-carregar-no-coracao-e-pendurar-na-porta-de-casa/" title="Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa">Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/os-maias-estao-furiosos/" title="Os Maias estão furiosos!">Os Maias estão furiosos!</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-crenca-em-deus-e-o-retrocesso-estadunidense/" title="A crença em Deus e o retrocesso estadunidense">A crença em Deus e o retrocesso estadunidense</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Futebol: uma paixão mantida no seu lugar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 05:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A frase popular reza: &#8220;política, religião e futebol não se discutem!&#8221;. Você já perguntou-se por que disso? Porque a maioria (veja lá, hein, não vá vestir o capuz!) das pessoas que adota um partido político, religião ou time de futebol, defende sua escolha irracionalmente. Eu mesmo lembro de cenas minhas, quando era criança, andando com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-369" title="politica-religiao-futebol" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/politica-religiao-futebol.png" alt="politica-religiao-futebol" width="125" height="128" />A frase popular reza: &#8220;política, religião e futebol não se discutem!&#8221;. Você já perguntou-se por que disso? Porque a maioria (veja lá, hein, não vá vestir o capuz!) das pessoas que adota um partido político, religião ou time de futebol, defende sua escolha irracionalmente. Eu mesmo lembro de cenas minhas, quando era criança, andando com bandeiras de um partido político, gritando pelas ruas, fazendo festa, vaiando as bandeiras dos partidos adversários, como se o meu fosse o único que tinha valor &#8211; igualzinho no futebol, em que fazem o mesmo, e na religião, em que não há vaias, há coisa pior: guerras, inquisições e cruzadas. Eu não sabia quais eram os fundamentos daquele partido, quem eram seus principais representantes e quais os principais objetivos da instituição uma vez que ela estivesse no poder. Contudo, lá estava eu defendendo incondicionalmente aquela bandeira. Mas isso não acontece só com crianças: adultos fazem o mesmo e eu vejo a cena se repetir a cada eleição.</p>
<p>Essa atitude não faz sentido, faz? Para as pessoas comuns, pode até ser normal, mas, para pessoas sedentas pela expansão da lucidez, <span style="text-decoration: underline;">todas</span> as escolhas devem ser conscientes, e não baseadas na irracionalidade &#8211; ou nas emoções, como preferir.</p>
<p>Sobre o futebol, escolhi conscientemente manter minha torcida. Contudo, devo ter cuidado: se eu disser que torço para o Sport Club Internacional, crio instantaneamente um rompimento energético com os gremistas próximos a mim. Não é verdade? E como sou um adepto da União, Integração (Yôga), evito mencionar e até mesmo cultivar em mim valores que acabam por me separar dos demais, como o orgulho gaúcho ou a religiosidade colorada. Que dá uma vontade às vezes de entrar no clima, dá, pois é tudo muito bonito dentro do clã. Porém, ao travar contato com o outro clã, cria-se aquela barreira mencionada anteriormente e, sinceramente, barreiras entre as pessoas não me servem. Por isso, torço com discrição, e me deixo exaltar apenas entre amigos que não vão interpretar nada mal.</p>
<p>Essa mesma barreira ocorre na política e, fortemente, na religião. Portanto, hoje sou <strong>apolítico</strong>, <strong>agnóstico</strong>, mas cheguei à conclusão de que não precisarei ser também <em><strong>afutebolístico</strong></em>. Não precisarei abandonar o <em>esporte das massas</em> para manter a harmonia do meu <em>savoir vivre</em>. Política e religião definem princípios e pontos de vista, mas o inocente futebol assemelha-se às escolhas mais triviais, como gostar de sorvete de manga ou de abacaxi. Claro que, entre colorados, não considero assim, mas essa é uma boa vacina para evitar o fanatismo, brigas e rompimentos energéticos quando há pessoas de outras linhas. E assim vou curtindo o futebol, o Inter, o Gauchão, a Copa do Brasil, o Brasileirão, a Sudamericana, a Libertadores, a Recopa e o Mundial Interclubes, com uma grande paixão quando estou entre os meus assemelhados, mas que é também uma paixão educada, que sabe muito bem qual o seu lugar no dia-a-dia: discretamente, ao lado do sorvete de limão.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O conhecimento leva à união.<br />
A ignorância, à dispersão.</em><br />
Rámakrishna</p>
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		<title>O conhecimento leva à União. A ignorância leva à dispersão. (Rámakrishna)</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 04:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E você sabe o que leva à ignorância? Artigos possivelmente relacionados:Os Maias estão furiosos!Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casaFutebol: uma paixão mantida no seu lugarHá metafísica bastante em não pensar em nada.Uma grande diferença entre mitologia e religião]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E você sabe o que leva à ignorância?</p>
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		<title>José Saramago, um escritor português que admiro</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 03:40:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[José Saramago é um ícone no meio intelectual superior. Seus textos, de coesão admirável, expressam não só as ideias de um virtuose das palavras, como também transmitem pontos de vista lúcidos, pelo que pude constatar. A leitura de parte de seus textos pode ser feita através de seu blog: O Caderno de Saramago.     Contudo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>José Saramago é um ícone no meio intelectual superior. Seus textos, de coesão admirável, expressam não só as ideias de um virtuose das palavras, como também transmitem pontos de vista lúcidos, pelo que pude constatar. A leitura de parte de seus textos pode ser feita através de seu blog: <a href="http://caderno.josesaramago.org/" target="_blank">O Caderno de Saramago</a>.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_302" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-302" title="saramago_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/saramago_blog.jpg" alt="José Saramago" width="600" height="265" /><p class="wp-caption-text">O escritor português José Saramago e sua esposa Pilar del Río</p></div>
<p> </p>
<p>Contudo, já constatei que algumas pessoas tem certa dificuldade em ler seus textos. Por isso, preciso dizer a verdade: eu ainda não achei alguém que consiga bater o educador <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a> no siddhi (perfeição) da palavra. Os textos dele são elegantes e ao mesmo tempo descomplicados &#8211; iguais, iguaizinhos, à sua personalidade.</p>
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		<title>Karma aí! O meu destino a mim pertence! (Dois terços, pelo menos)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 02:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo inspirado no livro Karma e dharma. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro. É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Artigo inspirado no livro <strong>Karma e dharma</strong>. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro.</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-285" title="estrada_primavera_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/estrada_primavera_blog.jpg" alt="estrada_primavera_blog" width="200" height="150" />É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; por aquela figura paterna invisível no céu, muitos dizem. Para os religiosos que repetem tal incoerência, uma pergunta: e o livre arbítrio? Se somos dotados da capacidade de realizar escolhas próprias, então não há a possibilidade de o futuro já estar previsto. Considerar a existência de um destino planejado implica em não aceitar que as suas decisões fazem diferença, e ainda abre portas para o perigo: se tudo está planejado, então, pombas,  porque prenderam aquele assassino, já que estava previsto que ele deveria matar a inocente moça? Ele não tinha saídas: estava escrito no destino, não foi por mal. Porque choram tanto as pitangas pelas mortes da queda do avião da Gol, se isso era para acontecer, pois &#8220;Deus sabe o que faz&#8221;?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por que achamos que o destino é planejado</strong></p>
<p>Todo esse disparate do destino foi criado e adotado por pessoas enfraquecidas nas emoções, que precisam constantemente justificar as tristezas que ocorrem em suas vidas através de crenças convenientes. Aliás, não é este o motivo de toda a crença, afinal? É muito mais confortante e fácil aceitar que você foi demitido, que seu casamento acabou, seu carro foi roubado, que sua casa foi inundada pela enchente e que um ente querido morreu muito cedo na vida porque tudo isso &#8220;era para acontecer&#8221;. Assim, você resigna-se no conforto de quem não tem alternativas e precisa aceitar as coisas como são. Eu me empenho em manter este agradável conforto emocional em todos, mas sem crença alguma.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como o destino funciona</strong></p>
<p>Você já ouviu o termo karma. Karma é a lei de ação e reação, a Lei Universal de causa e efeito e que não possui nenhuma relação com vidas passadas nem conotação mística. Karma é assim: se você cospe para cima, vai receber o cuspe de volta no olho. Ação e reação. Na tradição hindu, passa-se o conhecimento de que nós possuímos dois terços do controle sobre o nosso destino. Um terço está nas coisas que não podemos mudar. Oras, dois terços de controle sobre o destino é muita coisa, é mais da metade. Não precisa levar ao pé da letra: esta fração matemática serve para ilustrar que temos muito poder sobre nosso futuro, mas não completo. Para entender isso, imagine-se num cruzeiro em alto mar: você (micro) pode andar para o norte do navio, para o sul, leste ou oeste, mas o navio (macro) continuará rumo ao sul, pois isso está além das suas alternativas. A menos que você golpeie o capitão e assuma o comando do leme, mas pare com isso, não tente estragar o exemplo!!</p>
<p>Durante a nossa vida na Terra geramos trilhões de escolhas, ações e consequências que acabam por moldar o nosso futuro. Hoje quando eu for passear com minha cachorrinha, eu posso escolher conversar ou não com alguém que esteja por perto. Ao conversar com essa pessoa eu farei ela dedicar seu tempo a mim e ela irá para casa alguns minutos mais tarde, e esse pode ser o tempo exato para salvá-la de ser atropelada por um caminhão, ou para impedí-la de atender a um telefonema importante, ou etc-etc-etc. E <span style="text-decoration: underline;">daqui a 10 anos</span>, as consequências das minhas decisões de <span style="text-decoration: underline;">hoje</span> ainda estarão acontecendo. Coisas que você fez em 1992 ainda estão repercutindo hoje: zilhões de ações e consequências numa verdadeira cadeia de efeitos que se iniciam a cada nova ação. Essa teia de relacionamentos, ações e efeitos que você gera a cada instante, desde que nasce, é tão complexa e tão difícil de codificar num registro que muitas pessoas acabam por atribuir todo o destino a um Ser Superior que rege as cousas. Mas não precisamos disso. Paremos com os folclores.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A parábola</strong></p>
<div id="attachment_292" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-full wp-image-292" title="arqueiro" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/arqueiro.png" alt="O destino é como as etapas das decisões do arqueiro" width="219" height="297" /><p class="wp-caption-text">O destino é como as etapas das decisões do arqueiro</p></div>
<p>Existe uma parábola hindu que ilustra isso muito bem. O ser humano e o seu karma são como o arqueiro com suas flechas. Na primeira etapa, as flechas estão pousadas passivamente na aljava. Esse momento representa o karma passivo, com o qual você pode fazer o que bem entender. Na segunda etapa, o arqueiro saca uma das flechas, coloca-a no arco e tensiona-o. Ele pôs em estado de alerta uma energia potencial, mas ainda tem completo domínio, pois poderá conferir mais ou menos tensão ao arco, poderá atirar nesta ou naquela direção e, ainda, poderá desistir de lançar  a  flecha  e  guardá-la novamente no coldre. A terceira etapa, é quando o arqueiro solta a flecha. Aí não dá para voltar atrás, não é possível sair correndo para alcançar a flecha e fazê-la parar. Nesse caso, não há como impedir  que toda uma  sucessão  de conseqüências se desencadeie. Somente sobre esta última forma de karma você não terá domínio.</p>
<p>Na verdade, o exemplo acima não pretende expressar uma precisão matemática de que tenhamos domínio sobre exatos dois terços do nosso karma. Trata-se de uma antiga comparação para nos proporcionar uma idéia de que temos domínio perfeito sobre a maior parte do nosso futuro.</p>
<p>Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumpri-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.</p>
<p>Quer ler sobre <strong>karma negativo e karma positivo</strong> e muito mais sobre o assunto? Faça o download do livro <strong><em>Karma e dharma &#8211; transforme sua vida</em></strong>, do Mestre DeRose, no site <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">www.Uni-Yoga.org</a>)</p>
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		<title>Duzentos anos de Darwin, quatro bilhões e meio de evolução</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 03:08:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dia 12 de fevereiro de 2009 completou 200 anos do nascimento de Charles Darwin, nosso estimado filósofo, pesquisador, cientista naturalista britânico. As revistas e os jornais sempre citam a palavra &#8220;polêmico&#8221;, pois sua teoria científica (e hoje considerada francamente óbvia) foi contra a doutrina religiosa e sua pregação sobre o surgimento do mundo. Mas no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia 12 de fevereiro de 2009 completou 200 anos do nascimento de Charles Darwin, nosso estimado filósofo, pesquisador, cientista naturalista britânico. As revistas e os jornais sempre citam a palavra &#8220;polêmico&#8221;, pois sua teoria científica (e hoje considerada francamente óbvia) foi contra a doutrina religiosa e sua pregação sobre o surgimento do mundo. Mas no século XXI continuar mencionando que ele é polêmico contribui para o atraso da Humanidade. Ele não é polêmico: os humanóides crentes que polemizaram com ele. Permita-me dizer que interpretar o gênesis bíblico como história literal é um distúrbio que deve ser tratado com a mesma atenção àqueles que acreditam em outras fantasias, como o Papai Noel.</p>
<p>Dia 24 de novembro de 2009, completará 150 anos do lançamento de seu livro, que no português foi resumido ao título de <strong><em>A origem das Espécies</em></strong>.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_48" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-48" title="charles-darwin" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/charles-darwin.jpg" alt="O homem que consagrou-se ao expôr o mundo utilizando o verbo saber no lugar do verbo crer." width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">O homem que consagrou-se ao expor o mundo utilizando o verbo saber no lugar do verbo crer.</p></div>
<p> </p>
<p>Eu tenho a minha teoria. É uma explicação sobre o motivo que leva as pessoas a demorarem a aceitar as ideias lúcidas geradas pelos ícones da filosofia e da ciência: <strong>identificação com a ignorância</strong>. Calma lá, não interprete mal esta palavra. Ignorante é aquele que ignora. Ignora o surgimento do mundo, ignora a mecânica da natureza, ignora seu passado e futuro e, principalmente, ignora o fato de existir pessoas e organizações que desejam manter a ignorância na cabeça do povo. Hoje em dia estes promotores das trevas conseguem fazer isso muito bem, deixando todo mundo correndo atrás da máquina, sem tempo para refletir sobre suas próprias vidas.</p>
<p>Por que o céu é azul? Por que o sol surge e desaparece? A Terra é plana ou redonda? Você e eu concordamos que estas perguntas já estão ultrapassadas. Mas, qual era a resposta para elas antigamente? Bem, o céu é azul porque Deus fez assim, ora bolas.. que perguntinha tola! O sol surge e desaparece porque ele gira em torno da Terra, fazendo o dia e a noite. Terra esta, aliás, que é plana, é claro. Errado, errado e errado. Vou desenvolver a segunda questão, que menciona o Sol girando ao redor da Terra, que é o superultrapassado geocentrismo. Sabe o que fez esta ideia dar tão certo? O fato de ela mencionar-nos como o centro do Mundo. Isso faz muito sentido no dogma religioso, pois Deus é o todo-poderoso, supremo, que manda prender e manda soltar, e, na crendice, Deus criou o homem à sua imagem e semelhança. Uau! Para o manda-chuva do Cosmos ter criado seres à sua imagem e semelhança, esta turma de macaquinhos deve estar no centro do mundo, não é mesmo? E o Sol, obviamente, deve girar em torno destes primatas.</p>
<p>Estamos em 2009, já sabemos que somos poeira cósmica, que há bilhões e bilhões de planetas e galáxias como a Via-Láctea Universo afora, já desbravamos os céus e o homem invisível não apareceu, já descobrimos os ossos dos dinossauros e dos nossos antepassados <em>homo-alguma-coisa</em>. Vou reforçar: nós temos antepassados em comum com os primatas. Vou lembrar: nós somos parentes dos primatas (diga-se de passagem, humanos e macacos são quase idênticos!). E ainda assim chamamos Darwin de polêmico. Que triste.</p>
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