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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Yôga: o Poder</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Vamos para Porto, alegres!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mentalize para mudar, mude para viver Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Mentalize para mudar, mude para viver</strong></p>
<p>Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento e criando a famosa casca protetora, blindada contra desafios que nos tirem do casulo. Pois este casulo é justamente o que nos impede de viver a vida.</p>
<p>Para saborear bem a nossa breve passagem pela Terra, é importante mentalizar o que queremos. Mentalizar é quase o mesmo que imaginar, mas trata-se de uma <em>imaginação educada</em>, norteada pelo que realmente desejamos com sinceridade. Eu aprendi a antecipar meu futuro através das mentalizações, e posso dizer com saudável orgulho que todas elas já aconteceram ou estão em processo de realização. Funciona porque é uma matemática cósmica, uma técnica, e não algo que se obtém por mérito espiritual ou por segredos místicos. Ocorre que ao anteciparmos o futuro e imaginarmo-nos lá, nossas ações passam a conspirar a favor da consecução deste objetivo maior. É um mecanismo da Natureza: mentalizar com dedicação, agir com norte e obter o resultado.</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a rel="attachment wp-att-1718" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1718" title="lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="650" height="488" /></a><p class="wp-caption-text">Lisandra, minha monitora, interagindo com a Natureza em sua viagem a Bali. Esta viagem é uma de suas mentalizações. Foto de outubro de 2010.</p></div>
<p>É da nossa natureza desejar coisas que ainda não temos. Queremos nos mudar para um lugar qualquer, queremos abrir um negócio diferente, queremos mudar qualquer coisa! Ocorre que, quando a vida, a Natureza ou o mero acaso vem nos ajudar a realizar estas mentalizações, arrumamos mil e uma desculpas para não ir adiante.  Dá um certo medinho e embrulho no estômago, mas é sempre assim, é como se nós mesmos nos sabotássemos na hora H. É porque a gente aprende a sonhar, mas não a realizar o sonho; na hora de realiza-lo, tudo se torna um pretexto para rechaçar a Grande Chance! Bolamos vergonhosamente uma desculpa qualquer para empurrar com a barriga e dizer que não é o momento certo de mudar. É sempre a mesma coisa: não mudamos porque a culpa é do companheiro que não ajuda, ou é a falta de dinheiro, ou arranja-se outro pretexto qualquer. É preciso trabalhar o poder interior e desenvolvê-lo para atingir nossos anseios e agarrar as oportunidades, sem desculpas para se manter na famigerada zona de conforto. O <a href="http://www.MetodoDeRose.org" target="_blank">sistema que professo</a> possui uma forte orientação para que não enrolemos e seguremos com garra e força quando o bonde da oportunidade vier ao nosso encontro.</p>
<p>Podemos e devemos mentalizar alto, sem medo e sem baixa auto-estima. Afinal, se nós não pudermos atingir nossos sonhos, então quem poderá? Somente os outros? Os que aparecem na TV? Os que tem dinheiro? Que absurdo! É óbvio que nós podermos atingir nossos objetivos, sejam lá quais forem. Não importam o quão grandes sejam, nem o quão loucos possam parecer aos olhos de quem não ouve a música. (&#8220;<em>&#8220;E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que não podiam escutar a música.</em>&#8221; Friedrich Nietzsche). Tudo é atingível dentro do bom-senso.  Mentalize tudo!</p>
<p>Após mentalizar, é preciso ação. Finalmente, depois de muita ação, a oportunidade virá e é preciso aproveitá-la. Há um momento em que é preciso segurar firme.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Segurei firme. Vou para Porto, alegre!</strong></p>
<div id="attachment_1608" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1608" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1608 " title="Método DeRose Moinhos de Vento" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Escola Moinhos, em Porto Alegre</p></div>
<p>Digo com enorme alegria, vontade, entusiasmo e friozinho na barriga (afinal, faz parte), que escolhi agarrar uma grande oportunidade, fruto de convicta mentalização. Após um convite muito especial, aceitei negociar a aquisição da <a href="http://www.yogaportoalegre.com" target="_blank">Unidade Moinhos de Vento do Método DeRose</a>, tradicional instituição fundada pelo Professor Ricardo Mallet. Mallet está expandido o seu excepcional trabalho às empresas, e eu tive a honra de receber uma ligação de sua esposa, Fernanda Meixedo, e ser convidado para dar continuidade a esta linda história na Moinhos com mais um novo capítulo, no qual certamente escreverei as mais dedicadas páginas que já produzi em toda a minha vida.</p>
<p>Quero registrar aqui a minha gratidão a todos os meus amigos próximos e identificados com a cultura que semeio, pois são os amigos identificados, com brilho nos olhos e que percebem o valor do estilo de vida que me esforço para disseminar, que sempre me motivam a fazer mais e melhor. Estes são o colorido da minha paisagem e me injetam de alegria, confiança e perspectivas. O brilho nos olhos dos outros é a minha razão de existir. À egrégora de Chapecó, que ao longo destes 3 anos cultivei com enorme carinho, deixarei o &#8220;caminho de pão&#8221; até Porto Alegre para que venham até mim. Não para uma visita somente, mas para dar continuidade a uma história que pode ser ainda mais enriquecedora: viabilizarei a aproximação de todos que quiserem manter acesa a chama desta Cultura dentro de si. Um caminho-de-pão é perecível, e se o tempo for passando, a idéia de seguirmos juntos se esmaecerá como um sonho que ficou no passado, e que era muito bonito. Aos alunos de Chapecó, oferto o convite para que vão a Porto uma vez por mês, assim como eu costumava ir para Florianópolis para realizar minha formação profissional no Método DeRose.</p>
<p>Por tudo o que sou hoje, devo agradecer aos meus pais Fernanda e Eliseu, que aos poucos foram assimilando a idéia de que eles tem um filho que toma decisões diferentes, mas conscientes e saudáveis, e por isso mesmo me apóiam bastante. Agradeço a todos os meus amigos e familiares que guardo no coração. Minha família chapecoense, meus alunos, minha monitora Lisandra, professor Joris Marengo &#8211; presidente da Federação do Método DeRose de Santa Catarina, meu primeiro instrutor Marcelo Mendonça &#8211; diretor da unidade onde comecei em Pelotas, e minha companheira de vida Sarita Borges, a Sary, a qual me dará a honra de sua companhia e terá uma fascinante trajetória nesta &#8220;guinada existencial&#8221; que ambos realizaremos na capital gaúcha. Vamos para Porto, alegres!</p>
<p>Pela superlativa oportunidade e pelo nítido carinho, muito obrigado, Fernanda Meixedo, e muito obrigado, Mallet!</p>
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		<title>A sistematização do SwáSthya Yôga</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
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		<description><![CDATA[O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um pouco sobre isso:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Método DeRose</strong><br />
é uma urdidura entre<br />
conceitos (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e técnicas (Yôga).</p>
<p style="text-align: center;">As raízes da cultura que propomos são muito antigas, com mais de 5000 anos.</p>
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		<title>A data de Rámakrishna e DeRose</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 21:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Comendador DeRose]]></category>
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		<description><![CDATA[Este life style chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>life style</em> chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta que ele seja muito bom, sério e honesto.</p>
<p>Um dos últimos Grandes Mestres que passaram pela terra foi o Srí Rámakrishna Paramahamsa (<em>srí</em> equivale ao <em>sir</em>, do inglês), que era espiritualista. A linha do SwáSthya Yôga não é espiritualista, mas sim naturalista &#8211; o oposto. Entretanto, como Rámakrishna foi um GM, é mencionado e estimado em nossa vertente.</p>
<div id="attachment_1345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1345" title="ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Rámakrishna, Calcuttá, 1881" width="321" height="409" /><p class="wp-caption-text">Rámakrishna, Kólkata (Calcutá), 1881</p></div>
<p>Rámakrishna nasceu em 18 de fevereiro de 1836. Coincidentemente, o Comendador DeRose, o Mestre que sistematizou o SwáSthya Yôga, também nasceu em 18 de fevereiro &#8211; de 1944. No Brasil, em homenagem a este professor, que fundou a <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Uni-Yôga</a> e difundiu intensamente a filosofia, o dia 18 de fevereiro foi aprovado por lei como Dia do Yôga em TREZE estados, que são: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Piauí e Ceará. E mais o Distrito Federal.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O conhecimento leva à União.<br />
A ignorância, à dispersão.&#8221;<br />
(Rámakrishna)</em></p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1346" title="Comendador DeRose com algumas de suas obras" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/comendador-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Comendador DeRose com algumas de suas obras" width="321" height="487" /><p class="wp-caption-text">DeRose, São Paulo, 2007</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.MetodoDeRose.org</a></p>
<p style="text-align: left;">Foi por ter travado contato com um Yôga que não era espiritualista, nem místico, e que não sugeria crença em coisa alguma, que eu, um agnóstico cético de carteirinha, passei a amar a filosofia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;..e a crença<br />
conduz à ignorância.&#8221;<br />
(Montagna)</em></p>
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		<title>Meu complexo e poderoso ego</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
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		<description><![CDATA[Meu ego, complexo e poderoso. Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras? Eu te influencio ou me influencias tu? Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras, se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu. Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu ego, complexo e poderoso.<br />
Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras?<br />
Eu te influencio ou me influencias tu?<br />
Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras,<br />
se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu.<br />
Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei.<br />
Eu Sou acima de ti, e a ti ensino. Estamos muito perto.<br />
Silencia-te quando quero, e assim me liberto.</em><br />
Montagna</p>
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		<title>A culpa é de ninguém! Você é o responsável.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atraiu-me a atenção uma chamada de reportagem do telejornalismo diurno que dizia: &#8220;se você acorda de cara feia, coloque a culpa no seu pai&#8220;. Não derramei lágrimas, mas bateu-me um abalo típico de quando constatamos que as compreensões não avançam, mesmo após constante esforço de nossa parte. Ocorre que especialistas concluíram que estas pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atraiu-me a atenção uma chamada de reportagem do telejornalismo diurno que dizia: &#8220;<em>se você acorda de cara feia, coloque a culpa no seu pai</em>&#8220;. Não derramei lágrimas, mas bateu-me um abalo típico de quando constatamos que as compreensões não avançam, mesmo após constante esforço de nossa parte. Ocorre que especialistas concluíram que estas pessoas que acordam de mau humor pela manhã podem culpar a genética. Ora, é claro que a programação dos genes interferem em nossa personalidade, mas me entristece a mania de colocar a culpa nos outros ou nas coisas pelos nossos problemas, distúrbios psicológicos ou pela simples incapacidade de nos aprimorarmos emocional e mentalmente. Com esta notícia, hordas de ranzinzas apoiar-se-ão no pretexto da genética para continuar acordando sem dar bom dia ou um sorriso para si mesmos. Assim não! Chega de delegar as causas de nossos males. É a péssima mania de lavar as mãos, eximindo-se da responsabilidade pela constituição da própria personalidade. Há viventes que realmente pensam que nasceram de um jeito e não poderão mudar nada, nunca. Dizem: &#8220;A<em>h, eu sou assim mesmo, não adianta</em>&#8220;. Amaram a reportagem, de certo.</p>
<p>Não culpe Deus, nem o diabo, nem a sorte*. Você é o único responsável pela sua vida, seu destino e seu sucesso. Mas se alguém, deploravelmente, pensa que seu destino está traçado no Plano Divino ou escrito nas estrelas, então que atire-se em suas próprias cordas esta triste marionete.</p>
<p><em>* Trecho do vídeo <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/" target="_self">Mude Sempre</a>, do Prof. <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">Joris Marengo</a>.</em></p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Retornando de um acidente</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 01:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos sabem, sábado passado (12), sofri um acidente de carro na ida a Joinville para realizar cursos com o Mestre <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>. Eu estava acompanhado de minha namorada <a href="http://www.saritaborges.com" target="_blank">Sary</a>, a minha colega instrutora Daniela e meu amigo e também aluno Helio. Não sofri graves problemas, pois estava utilizando cinto de segurança e então minhas lesões foram dores musculares e reclamações da coluna cervical. Os demais enfrentaram prejuízos de maior ou menor grau, mas todos leves e sem maiores perigos. Felizmente! Agradeço a todos os alunos e amigos que enviaram mensagens de força e carinho, bem como às mentalizações realizadas em Joinville, num ato que me inspirou muita gratidão, feitas em prol da nossa rápida regeneração celular e ganho de saúde. Muito obrigado a todos! Devo dizer que mesmo após termos saído bem, me ocorreu uma inevitável reflexão sobre o quão frágil podemos ser. É muito fácil a nossa superfície rasgar e começarmos a jorrar nosso fluido vermelho. Mole é fraturar a estrutura óssea, lesar a muscular, quebrar a articular. Num piscar de olhos, esse monte de carne que nós somos pode ter a vitalidade suprimida a partir de um objeto cortante, ou ser esmagado sem dó por toneladas de metal. Aí, puf! Foi-se uma vida, e com ela uma identidade em anexo, preenchida por memórias e imaginações de uma máscara (personam) que não existe mais.</p>
<p>O interessante é que, por outro lado, o corpo é também muito forte dentro de sua delicada complexidade. A recuperação do organismo é impressionante, a coagulação, a inflamação, a regeneração cutânea, muscular, óssea.. Essa vida involuntária que existe em nós e que nós não temos muita consciência é responsável por manter os sistemas em ordem e em atividade para pronta recuperação. A boa notícia é que nós somos capazes de percebê-la a fundo e intervir conforme nossa vontade e <strong>poder</strong> interior. Tenho um orgulho sadio de dizer que pratico e professo uma filosofia de vida que pega o indivíduo pelos ombros e o torna mais lúcido sobre essa constituição geral do ser. Em algumas técnicas específicas, aumentamos a consciência sobre os funcionamentos subconscientes e até mesmo inconscientes do nosso corpo, numa verdadeira trajetória de autoconhecimento e autopercepção. Sugiro que você conheça esta filosofia e seja meu colega nessa caminhada de vida. Para praticá-la, acesse <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">www.yogachapeco.com</a> se morar pelas minhas redondezas, ou <a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.metododerose.org</a> se quiser buscar núcleos, escolas e associações pelo brasil e pelo mundão afora.</p>
<p>Beijos e, como o domingo é o primeiro dia, então um bom início de semana para todos nós!</p>
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		<title>Otimismo realista: taça meio cheia e pés no chão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beba água mineral em taça de cristal. (frase inspirada em história de DeRose) Duvide quando alguém diz: &#8220;não estou sendo pessimista, só estou sendo realista&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Beba água mineral em taça de cristal.<br />
(frase inspirada em história de DeRose)</em></p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-690" title="copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Feliz porque o copo está meio cheio, mas de olho na jarra para encher mais." width="600" height="272" /><p class="wp-caption-text">Feliz porque a taça está meio cheia, mas de olho na jarra para encher mais.</p></div>
<p>Duvide quando alguém diz: &#8220;<em>não estou sendo pessimista, só estou sendo realista</em>&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a um fato está tendendo ou ao otimismo ou ao pessimismo. Ser realista seria comportar-se tal e qual o ideal romântico de um jornalista profissional: imparcialmente, contentando-se em descrever os fatos sem provocar um pio de parcialidade, não podendo sequer utilizar os subterfúgios de insinuação que só a artística sutileza da língua portuguesa permite.</p>
<p>O otimismo, embora seja muito querido, possui uma falha: falta o pé no chão. Vejamos como funciona:</p>
<p>Pessimismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia&#8221; &#8211; toma uma posição e só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Otimismo &#8211; &#8220;A taça está meio cheia&#8221; &#8211; toma uma posição e também só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Realismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia e meia cheia&#8221; &#8211; não toma posição, olha aos dois lados: é o fato em si. Olhos abertos.</p>
<p>Nesse ponto, tanto o otimista quando o pessimista ignoram o outro lado da história. A melhor atitude, então, é o <strong><em>otimismo realista</em></strong>: embora você <span style="text-decoration: underline;">saiba</span> que a taça está meio vazia, fica contente porque está meio cheia. Vive feliz e de olhos abertos.</p>
<p>Comportando-se desta forma, você cultivará uma das dez normas éticas do Yôga: <strong>santôsha</strong>, o contentamento.</p>
<p><em>O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações. O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da </em><em>personalidade. Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.</em></p>
<p style="text-align: left;">Este foi um trecho sobre santôsha extraído do <strong><em>Código de Ética do Yôga (Yamas e Niyamas)</em></strong>, elaborado pelo Mestre DeRose baseado no Yôga Sútra de Pátañjali. São dez as normas éticas milenares do Yôga. Seguí-las não é um ato de obediência, pois não são leis: é um ato de sabedoria, pois são dispositivos que conferem poder sobre si próprio. Falarei mais sobre elas num próximo post.</p>
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		<title>Escreva Yôga. Diga &#8220;O Yôga&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 02:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando o Yôga! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a respiração yôgi, a alimentação do yôgin ou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando <strong><span style="text-decoration: underline;">o</span> Yôga</strong>! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a <em>respiração yôgi</em>, <em>a alimentação do yôgin</em> ou <em>a beleza da yôginí</em>, etc.</p>
<p>E o acento circunflexo é para fechar a pronúncia, certo? &#8230;.. errado.<br />
Ali ocorre uma crase (fusão de duas letras, A + U), logo, é necessário usar acento. Qualquer sinal indicativo de crase poderia ser utilizado, dependendo da convenção de transliteração adotada. Mas, pergunto: <strong>para o nosso português, qual das maneiras abaixo é a mais adequada para grafar a palavra?</strong></p>
<ul>
<li>Yöga &#8211; o trema poderia ser utilizado, afinal, convenção é convenção; mas não é a melhor opção;</li>
<li>Yòga &#8211; o acento grave também poderia ser utilizado, mas há melhor alternativa;</li>
<li>Yõga &#8211; o til serve para nasalizar.. não é muito adequado para o nosso caso;</li>
<li>Yóga &#8211; o acento agudo poderia ser utilizado, mas induziria o leigo a pronunciar com o O aberto (yóóóga);</li>
<li><strong>Yôga &#8211; o acento circunflexo, para o português, é a melhor opção.</strong> Além de sinalizar a crase (necessário), ainda induz à pronúncia correta da palavra Yôga (muito útil).</li>
</ul>
<p>Demonstração de que a palavra Yôga tem acento no seu original em alfabeto dêvanágarí:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-412" title="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga.png" alt="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" width="450" height="132" /></p>
<p>Contudo, a Ióga existe. Surgiu no Brasil, na década de 1960. Geralmente, consiste em práticas utilitárias que misturam partes de técnicas do Yôga com uma infinidade de outras coisas. Não é nem aqui, nem na China, nem na Índia, nem de perto, nem de longe, parecida com a tradicional filosofia milenar indiana. Dizer que está praticando &#8220;<em>ióga</em>&#8221; com o Alexandre, que ensina <strong>Yôga</strong>, é uma <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/ioga-nos-estados-unidos/" target="_self">gafe digna de Seu Creysson</a> do Casseta &amp; Planeta.</p>
<p>Em tempo: o melhor seria utilizarmos a grafia Yōga, com o mácron. Este acento grego é utilizado para indicar a sílaba longa, e é exatamente o que queremos. Entretando, não possuímos este sinal em nosso alfabeto, e ficamos com a segunda opção que é o acento circunflexo.</p>
<blockquote><p><em>O acento está claramente indicado, uma vez que a letra ô no sânscrito é sempre longa e fechada. As transliterações ocidentais convencionaram que as letras longas devem ser assinaladas com o acento. Este pode variar de uma convenção para outra, mas o que se observa é que o circunflexo foi adotado por um renomado autor indiano, Sri Purohit Swami, que escreveu Os aforismos do Yôga de Pátañjali, em inglês, e também pelo célebre autor Kastberger, que escreveu o Léxico de filosofía hindú, em castelhano. Ora, nenhuma das duas línguas possui o circunflexo e, apesar disso, ambos reconheceram a necessidade da sua presença na palavra Yôga. </em></p>
<p><em>Durante muitos anos não se aplicou o acento uma vez que ninguém ousou questionar isso. Primeiro, quem colonizou a Índia foram os britânicos que não tinham acentos em suas tipografias, mas possuíam um argumento intelectualmente muito persuasivo que era sua poderosa Armada. Segundo, no Ocidente conhecia-se bem pouco o sânscrito (na Índia eles não ligam a mínima se a transliteração para alfabetos ocidentais está correta ou não). Terceiro, há muito patrulhamento ideológico neste segmento e ninguém queria se expor a críticas, ainda que chegasse a estas mesmas conclusões.</em></p>
<p><em>Retirado do libreto <strong>Tudo sobre Yôga</strong></em><em>, de DeRose</em></p></blockquote>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA ESPANHOL:<br />
Léxico de Filosofía Hindú, de Kastberger, Editorial Kier, Buenos Aires.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA INGLÊS:<br />
Aphorisms of Yôga, de Srí Purôhit Swámi, Faber and Faber, Londres.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA PORTUGUÊS:<br />
Poema do Senhor, de Vyasa, Editora Relógio d&#8217;Água, Lisboa.</p>
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		<title>Mude sempre, por Joris Marengo</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 03:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Jojó]]></category>
		<category><![CDATA[Joris Marengo]]></category>
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		<description><![CDATA[Este é o vídeo que fiz para o Prof. Joris Marengo, presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. Ele criou, escolheu e montou tudo: texto, música e imagens; eu apenas codifiquei em formato de vídeo. As transformações na vida de quem seguir estes conselhos certamente serão maravilhosas. Aperte play:  &#8221;Este poema foi escrito em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o vídeo que fiz para o Prof. Joris Marengo, presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. Ele criou, escolheu e montou tudo: texto, música e imagens; eu apenas codifiquei em formato de vídeo. As transformações na vida de quem seguir estes conselhos certamente serão maravilhosas. Aperte play:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:6bf52a52-394a-11d3-b153-00c04f79faa6" width="600" height="450" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701"><param name="stretchtofit" value="true" /><param name="url" value="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" /><param name="url" value="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" /><embed type="application/x-mplayer2" width="600" height="450" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" url="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" stretchtofit="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: right;"><em> &#8221;Este poema foi escrito em 1994 em um dia de outono, chuvoso,<br />
e fui invadido por uma sensação estranha de monotonia.<br />
Depois descobri que outras pessoas escreveram coisas<br />
bem parecidas. Provavelmente, possuídos momentaneamente<br />
pelos mesmos fantasmas&#8230; Divirta-se&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Jojó</p>
<p>Que tal conhecer o blog do Jojó? Acesse <a href="http://www.yogafloripa.com/blogdojojo" target="_blank">www.yogafloripa.com/blogdojojo</a></p>
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		<title>Lembre-se de seus sonhos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 02:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Montagna]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdos oníricos]]></category>
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		<description><![CDATA[É cedo.. O corpo está mais rígido, as pálpebras estão pesadas.. há uma vontade de escovar os dentes.. Você acordou! É neste momento que você deve começar a sentar, utilizando as mãos para não solicitar muito a coluna, deixando o travesseiro apoiando as costas na cabeceira da cama. Pernas cruzadas, costas eretas, olhos fechados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É cedo.. O corpo está mais rígido, as pálpebras estão pesadas.. há uma vontade de escovar os dentes.. Você acordou!</p>
<p>É neste momento que você deve começar a sentar, utilizando as mãos para não solicitar muito a coluna, deixando o travesseiro apoiando as costas na cabeceira da cama. Pernas cruzadas, costas eretas, olhos fechados e as mãos em Shiva mudrá. Comece a resgatar os sonhos que preencheram a sua mente nesta noite. Aquiete-se.. deixe-os virem.. concentre-se para isso. No início, demora mais. Ao longo dos dias, torna-se um exercício mais fácil e mais forte.  Você começa a ter mais consciência dos momentos em que esteve dormindo, e a compreender mais os conteúdos oníricos do seu inconsciente. Isso é importante para o autoconhecimento.</p>
<p>Bibliografia de apoio: <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong>, sempre.</p>
<p><em>ps.: talvez o título do post tenha remetido você a uma ideia diferente, que seria um conselho para lembrar-se de seus sonhos e metas de vida. Isso é maravilhoso e será abordado em outro dia.</em></p>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Origens do Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Sámkhya]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Massi]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga) Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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