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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Yôga: o Poder</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>A sistematização do SwáSthya Yôga</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um pouco sobre isso:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Método DeRose</strong><br />
é uma urdidura entre<br />
conceitos (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e técnicas (Yôga).</p>
<p style="text-align: center;">As raízes da cultura que propomos são muito antigas, com mais de 5000 anos.</p>
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		<title>A data de Rámakrishna e DeRose</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 21:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Comendador DeRose]]></category>
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		<description><![CDATA[Este life style chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>life style</em> chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta que ele seja muito bom, sério e honesto.</p>
<p>Um dos últimos Grandes Mestres que passaram pela terra foi o Srí Rámakrishna Paramahamsa (<em>srí</em> equivale ao <em>sir</em>, do inglês), que era espiritualista. A linha do SwáSthya Yôga não é espiritualista, mas sim naturalista &#8211; o oposto. Entretanto, como Rámakrishna foi um GM, é mencionado e estimado em nossa vertente.</p>
<div id="attachment_1345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1345" title="ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Rámakrishna, Calcuttá, 1881" width="321" height="409" /><p class="wp-caption-text">Rámakrishna, Kólkata (Calcutá), 1881</p></div>
<p>Rámakrishna nasceu em 18 de fevereiro de 1836. Coincidentemente, o Comendador DeRose, o Mestre que sistematizou o SwáSthya Yôga, também nasceu em 18 de fevereiro &#8211; de 1944. No Brasil, em homenagem a este professor, que fundou a <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Uni-Yôga</a> e difundiu intensamente a filosofia, o dia 18 de fevereiro foi aprovado por lei como Dia do Yôga em TREZE estados, que são: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Piauí e Ceará. E mais o Distrito Federal.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O conhecimento leva à União.<br />
A ignorância, à dispersão.&#8221;<br />
(Rámakrishna)</em></p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1346" title="Comendador DeRose com algumas de suas obras" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/comendador-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Comendador DeRose com algumas de suas obras" width="321" height="487" /><p class="wp-caption-text">DeRose, São Paulo, 2007</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.MetodoDeRose.org</a></p>
<p style="text-align: left;">Foi por ter travado contato com um Yôga que não era espiritualista, nem místico, e que não sugeria crença em coisa alguma, que eu, um agnóstico cético de carteirinha, passei a amar a filosofia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;..e a crença<br />
conduz à ignorância.&#8221;<br />
(Montagna)</em></p>
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		<title>Meu complexo e poderoso ego</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu ego, complexo e poderoso. Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras? Eu te influencio ou me influencias tu? Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras, se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu. Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu ego, complexo e poderoso.<br />
Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras?<br />
Eu te influencio ou me influencias tu?<br />
Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras,<br />
se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu.<br />
Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei.<br />
Eu Sou acima de ti, e a ti ensino. Estamos muito perto.<br />
Silencia-te quando quero, e assim me liberto.</em><br />
Montagna</p>
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		<title>A evolução no Método DeRose</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Dec 2009 17:25:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A SUBLIMAÇÃO DO QUADRADO AO CÍRCULO Um conceito universalmente aceito é o de que os ritos, símbolos, paramentos e orações constituem as muletas das quais o ser humano pode eventualmente necessitar no início da sua evolução. Quando, entretanto, tiver conquistado o amadurecimento interior, torna-se emancipado de todos esses artifícios e do próprio espiritualismo. Essa equação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; "><strong>A SUBLIMAÇÃO DO QUADRADO AO CÍRCULO</strong></p>
<p>Um conceito universalmente aceito é o de que os ritos, símbolos, paramentos e orações constituem as muletas das quais o ser humano pode eventualmente necessitar no início da sua evolução. Quando, entretanto, tiver conquistado o amadurecimento interior, torna-se emancipado de todos esses artifícios e do próprio espiritualismo. Essa equação é desenvolvida pelo simbolismo do quadrado, do triângulo e do círculo.</p>
<p>O quadrado é a pedra bruta e representa o homem embrutecido, <em>ainda-materialista</em> por ignorância, por desconhecimento do universo interior que está por descortinar.</p>
<p>O triângulo é a pedra angular e representa o homem que começou sua caminhada através do espiritualismo.</p>
<p>O círculo é a pedra filosofal e representa o homem já evoluído, sem arestas, que conquistou o Conhecimento e o Poder. Por isso, não precisa mais das ferramentas, agora para ele obsoletas e até mesmo grosseiras que o espiritualismo proporciona. Tudo isso lhe foi útil numa etapa, mas agora encontra-se muito além. É como subir os degraus de uma escadaria. Cada degrau pode ter sido extremamente necessário para se galgar os seguintes, mas para continuar subindo é necessário desapegar-se dos já trilhados e prosseguir para os subseqüentes.</p>
<p>O Método DeRose oferece um método eficaz de sublimação do quadrado diretamente para o círculo, sem passar pelo triângulo, portanto, sem misticismo nem doutrinação.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> O QUE É SUBLIMAÇÃO?</strong></p>
<p>Sublimação é o fenômeno que nos permite passar de um estado mais denso para outro mais sutil, sem passar pelo intermediário. Por exemplo, podemos ter água em estado sólido, líquido ou gasoso. Em estado sólido é gelo, em estado gasoso é vapor d&#8217;água. Se deixarmos um bloco de gelo sem refrigeração, a tendência é que ele derreta, passando ao estado líquido e, em seguida, comece a evaporar, passando ao gasoso. Entretanto, um cubo de gelo seco não passa pelo estado líquido, intermediário, e vai diretamente ao gasoso, mais sutil. O mesmo ocorre com um tablete de cânfora. Isso, na Física, chama-se sublimação. No nosso caso, a sublimação consiste em passar diretamente do estado grosseiro, representado pelo quadrado, ao de pessoa lúcida e sensível, representada pelo círculo, sem passar pelo estado hipnótico do misticismo, representado pelo triângulo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> QUADRADO, TRIÂNGULO, CÍRCULO</strong></p>
<p>A maioria das escolas filosóficas de inspiração orientalista adota a divisão didática em sete níveis de atuação do ser humano no universo, em ordem de sutileza crescente. Desses sete veículos de manifestação da consciência, os quatro primeiros são considerados concretos e o quadrado é o seu símbolo.</p>
<p>Os três mais sutis são considerados abstratos e simbolizados pelo triângulo. O conjunto dos quatro primeiros chama-se quaternário inferior ou personalidade. O conjunto dos outros três denomina-se tríade superior ou individualidade.<br />
O quaternário inferior é constituído pelo corpo físico denso, físico energético, emocional e mental concreto. A tríade superior é formada pelo mental abstrato, intuicional e mônada. Para os reencarnacionistas, a tríade é a parte que reencarna e o quadrado consome-se totalmente, entre uma encarnação e outra.</p>
<p>O homem de pouca evolução tem mais desenvolvido o quaternário e bem menos a tríade. O que está no meio do caminho, o espiritualista, tem a tríade mais desenvolvida e o quaternário bem menos. Em ambos os casos observa-se um desequilíbrio, uma hipertrofia de um setor em detrimento de outro. Contudo, isso faz parte do plano de evolução. <strong>O movimento oscilatório precede a estabilidade</strong>.</p>
<p>Tendo superado o quadrado e o triângulo, o ser humano penetra na esfera superior, representada pelo círculo, de equilíbrio perfeito. Observamos, então, três etapas da evolução, tamas, rajas e sattwa, simbolizadas pelas formas geométricas: quadrado, triângulo e círculo, respectivamente. Quando você atinge a evolução circular todos os veículos, desde o físico denso até à mônada, tendem a manifestar equilibradamente o seu potencial de saúde, força e rendimento.</p>
<p>Para o desenvolvimento comum é assim que se evolui: primeiro, o quaternário, depois, o triângulo e, só então, o círculo. Contudo, há meios de acelerar a evolução, obtendo um progresso de um milhão de anos em uma década. Consiste na sublimação da fase espiritualista, convertendo o quadrado diretamente no círculo.</p>
<p>Simbolicamente isso é obtido através do dinamismo (rajas) imposto ao símbolo de tamas (inércia) e transmutando-o em um signo giratório, o círculo. Para quem sabe ler o alfabeto da simbologia, isso é feito traçando-se linhas de força entre os ângulos do quadrado e, depois, recruzando-os. É o mesmo que tomar o quadrado e fazê-lo girar. O produto da energia liberada é a aceleração evolutiva e a queima de etapas, logo, a eliminação de karma.</p>
<p>Uma alusão ocultista a esses conceitos encontra-se no desenho do homem inscrito num quadrado e num círculo, de Da Vinci, que sugere a identidade natural do ser humano com esses dois símbolos, mas omite intencionalmente o triângulo. Como se sabe, esse gênio não era espiritualista, logrou uma evolução bem acelerada e tentou dizer-nos, de forma cifrada, como o conseguiu.</p>
<p>Conclusão: o homem comum tem que passar pelas três fases, a do quadrado (o homem bruto); a do triângulo (o espiritualista) e a do círculo (a pessoa lúcida e evoluída, portanto descondicionada de credos e ideologias). Entretanto, os que tiverem o privilégio de receber a iniciação no Método DeRose, passam diretamente do estado bruto ao de Ser Consciente, sem precisar perder tempo com o misticismo.</p>
<div id="attachment_1295" class="wp-caption aligncenter" style="width: 190px"><img class="size-full wp-image-1295" title="homem-vitruviano-leonardo-da-vinci-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/homem-vitruviano-leonardo-da-vinci-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Homem Vitruviano" width="180" height="180" /><p class="wp-caption-text">Homem Vitruviano</p></div>
<p style="text-align: center; ">Trecho retirado do livro <strong><em>Corpos do homem e planos do universo</em></strong>, do comendador DeRose.</p>
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		<title>A culpa é de ninguém! Você é o responsável.</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:02:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Atraiu-me a atenção uma chamada de reportagem do telejornalismo diurno que dizia: &#8220;se você acorda de cara feia, coloque a culpa no seu pai&#8220;. Não derramei lágrimas, mas bateu-me um abalo típico de quando constatamos que as compreensões não avançam, mesmo após constante esforço de nossa parte. Ocorre que especialistas concluíram que estas pessoas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atraiu-me a atenção uma chamada de reportagem do telejornalismo diurno que dizia: &#8220;<em>se você acorda de cara feia, coloque a culpa no seu pai</em>&#8220;. Não derramei lágrimas, mas bateu-me um abalo típico de quando constatamos que as compreensões não avançam, mesmo após constante esforço de nossa parte. Ocorre que especialistas concluíram que estas pessoas que acordam de mau humor pela manhã podem culpar a genética. Ora, é claro que a programação dos genes interferem em nossa personalidade, mas me entristece a mania de colocar a culpa nos outros ou nas coisas pelos nossos problemas, distúrbios psicológicos ou pela simples incapacidade de nos aprimorarmos emocional e mentalmente. Com esta notícia, hordas de ranzinzas apoiar-se-ão no pretexto da genética para continuar acordando sem dar bom dia ou um sorriso para si mesmos. Assim não! Chega de delegar as causas de nossos males. É a péssima mania de lavar as mãos, eximindo-se da responsabilidade pela constituição da própria personalidade. Há viventes que realmente pensam que nasceram de um jeito e não poderão mudar nada, nunca. Dizem: &#8220;A<em>h, eu sou assim mesmo, não adianta</em>&#8220;. Amaram a reportagem, de certo.</p>
<p>Não culpe Deus, nem o diabo, nem a sorte*. Você é o único responsável pela sua vida, seu destino e seu sucesso. Mas se alguém, deploravelmente, pensa que seu destino está traçado no Plano Divino ou escrito nas estrelas, então que atire-se em suas próprias cordas esta triste marionete.</p>
<p><em>* Trecho do vídeo <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/" target="_self">Mude Sempre</a>, do Prof. <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">Joris Marengo</a>.</em></p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Retornando de um acidente</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 01:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos sabem, sábado passado (12), sofri um acidente de carro na ida a Joinville para realizar cursos com o Mestre <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>. Eu estava acompanhado de minha namorada <a href="http://www.saritaborges.com" target="_blank">Sary</a>, a minha colega instrutora Daniela e meu amigo e também aluno Helio. Não sofri graves problemas, pois estava utilizando cinto de segurança e então minhas lesões foram dores musculares e reclamações da coluna cervical. Os demais enfrentaram prejuízos de maior ou menor grau, mas todos leves e sem maiores perigos. Felizmente! Agradeço a todos os alunos e amigos que enviaram mensagens de força e carinho, bem como às mentalizações realizadas em Joinville, num ato que me inspirou muita gratidão, feitas em prol da nossa rápida regeneração celular e ganho de saúde. Muito obrigado a todos! Devo dizer que mesmo após termos saído bem, me ocorreu uma inevitável reflexão sobre o quão frágil podemos ser. É muito fácil a nossa superfície rasgar e começarmos a jorrar nosso fluido vermelho. Mole é fraturar a estrutura óssea, lesar a muscular, quebrar a articular. Num piscar de olhos, esse monte de carne que nós somos pode ter a vitalidade suprimida a partir de um objeto cortante, ou ser esmagado sem dó por toneladas de metal. Aí, puf! Foi-se uma vida, e com ela uma identidade em anexo, preenchida por memórias e imaginações de uma máscara (personam) que não existe mais.</p>
<p>O interessante é que, por outro lado, o corpo é também muito forte dentro de sua delicada complexidade. A recuperação do organismo é impressionante, a coagulação, a inflamação, a regeneração cutânea, muscular, óssea.. Essa vida involuntária que existe em nós e que nós não temos muita consciência é responsável por manter os sistemas em ordem e em atividade para pronta recuperação. A boa notícia é que nós somos capazes de percebê-la a fundo e intervir conforme nossa vontade e <strong>poder</strong> interior. Tenho um orgulho sadio de dizer que pratico e professo uma filosofia de vida que pega o indivíduo pelos ombros e o torna mais lúcido sobre essa constituição geral do ser. Em algumas técnicas específicas, aumentamos a consciência sobre os funcionamentos subconscientes e até mesmo inconscientes do nosso corpo, numa verdadeira trajetória de autoconhecimento e autopercepção. Sugiro que você conheça esta filosofia e seja meu colega nessa caminhada de vida. Para praticá-la, acesse <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">www.yogachapeco.com</a> se morar pelas minhas redondezas, ou <a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.metododerose.org</a> se quiser buscar núcleos, escolas e associações pelo brasil e pelo mundão afora.</p>
<p>Beijos e, como o domingo é o primeiro dia, então um bom início de semana para todos nós!</p>
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		<title>Otimismo realista: taça meio cheia e pés no chão</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 18:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Beba água mineral em taça de cristal. (frase inspirada em história de DeRose) Duvide quando alguém diz: &#8220;não estou sendo pessimista, só estou sendo realista&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Beba água mineral em taça de cristal.<br />
(frase inspirada em história de DeRose)</em></p>
<div id="attachment_690" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-690" title="copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/copo-taca-agua-meio-cheio-vazio-pessimismo-realismo-otimismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Feliz porque o copo está meio cheio, mas de olho na jarra para encher mais." width="600" height="272" /><p class="wp-caption-text">Feliz porque a taça está meio cheia, mas de olho na jarra para encher mais.</p></div>
<p>Duvide quando alguém diz: &#8220;<em>não estou sendo pessimista, só estou sendo realista</em>&#8220;, pois isso será, em 99% das vezes, um mero pretexto que o interlocutor utilizará para justificar suas palavras promotoras de desânimo. Toda vez que alguém se posiciona em relação a um fato está tendendo ou ao otimismo ou ao pessimismo. Ser realista seria comportar-se tal e qual o ideal romântico de um jornalista profissional: imparcialmente, contentando-se em descrever os fatos sem provocar um pio de parcialidade, não podendo sequer utilizar os subterfúgios de insinuação que só a artística sutileza da língua portuguesa permite.</p>
<p>O otimismo, embora seja muito querido, possui uma falha: falta o pé no chão. Vejamos como funciona:</p>
<p>Pessimismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia&#8221; &#8211; toma uma posição e só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Otimismo &#8211; &#8220;A taça está meio cheia&#8221; &#8211; toma uma posição e também só vê um lado. Só um olho aberto.<br />
Realismo &#8211; &#8220;A taça está meio vazia e meia cheia&#8221; &#8211; não toma posição, olha aos dois lados: é o fato em si. Olhos abertos.</p>
<p>Nesse ponto, tanto o otimista quando o pessimista ignoram o outro lado da história. A melhor atitude, então, é o <strong><em>otimismo realista</em></strong>: embora você <span style="text-decoration: underline;">saiba</span> que a taça está meio vazia, fica contente porque está meio cheia. Vive feliz e de olhos abertos.</p>
<p>Comportando-se desta forma, você cultivará uma das dez normas éticas do Yôga: <strong>santôsha</strong>, o contentamento.</p>
<p><em>O yôgin deve cultivar a arte de extrair contentamento de todas as situações. O contentamento e sua antítese, o descontentamento, são independentes das circunstâncias geradoras. Surgem, crescem e cingem o indivíduo apenas devido à existência do gérmen desses sentimentos no âmago da </em><em>personalidade. Preceito moderador: A observância de santôsha não deve induzir à acomodação daqueles que usam o pretexto do contentamento para não se aperfeiçoar.</em></p>
<p style="text-align: left;">Este foi um trecho sobre santôsha extraído do <strong><em>Código de Ética do Yôga (Yamas e Niyamas)</em></strong>, elaborado pelo Mestre DeRose baseado no Yôga Sútra de Pátañjali. São dez as normas éticas milenares do Yôga. Seguí-las não é um ato de obediência, pois não são leis: é um ato de sabedoria, pois são dispositivos que conferem poder sobre si próprio. Falarei mais sobre elas num próximo post.</p>
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		<title>Escreva Yôga. Diga &#8220;O Yôga&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 02:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando o Yôga! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a respiração yôgi, a alimentação do yôgin ou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando <strong><span style="text-decoration: underline;">o</span> Yôga</strong>! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a <em>respiração yôgi</em>, <em>a alimentação do yôgin</em> ou <em>a beleza da yôginí</em>, etc.</p>
<p>E o acento circunflexo é para fechar a pronúncia, certo? &#8230;.. errado.<br />
Ali ocorre uma crase (fusão de duas letras, A + U), logo, é necessário usar acento. Qualquer sinal indicativo de crase poderia ser utilizado, dependendo da convenção de transliteração adotada. Mas, pergunto: <strong>para o nosso português, qual das maneiras abaixo é a mais adequada para grafar a palavra?</strong></p>
<ul>
<li>Yöga &#8211; o trema poderia ser utilizado, afinal, convenção é convenção; mas não é a melhor opção;</li>
<li>Yòga &#8211; o acento grave também poderia ser utilizado, mas há melhor alternativa;</li>
<li>Yõga &#8211; o til serve para nasalizar.. não é muito adequado para o nosso caso;</li>
<li>Yóga &#8211; o acento agudo poderia ser utilizado, mas induziria o leigo a pronunciar com o O aberto (yóóóga);</li>
<li><strong>Yôga &#8211; o acento circunflexo, para o português, é a melhor opção.</strong> Além de sinalizar a crase (necessário), ainda induz à pronúncia correta da palavra Yôga (muito útil).</li>
</ul>
<p>Demonstração de que a palavra Yôga tem acento no seu original em alfabeto dêvanágarí:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-412" title="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga.png" alt="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" width="450" height="132" /></p>
<p>Contudo, a Ióga existe. Surgiu no Brasil, na década de 1960. Geralmente, consiste em práticas utilitárias que misturam partes de técnicas do Yôga com uma infinidade de outras coisas. Não é nem aqui, nem na China, nem na Índia, nem de perto, nem de longe, parecida com a tradicional filosofia milenar indiana. Dizer que está praticando &#8220;<em>ióga</em>&#8221; com o Alexandre, que ensina <strong>Yôga</strong>, é uma <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/ioga-nos-estados-unidos/" target="_self">gafe digna de Seu Creysson</a> do Casseta &amp; Planeta.</p>
<p>Em tempo: o melhor seria utilizarmos a grafia Yōga, com o mácron. Este acento grego é utilizado para indicar a sílaba longa, e é exatamente o que queremos. Entretando, não possuímos este sinal em nosso alfabeto, e ficamos com a segunda opção que é o acento circunflexo.</p>
<blockquote><p><em>O acento está claramente indicado, uma vez que a letra ô no sânscrito é sempre longa e fechada. As transliterações ocidentais convencionaram que as letras longas devem ser assinaladas com o acento. Este pode variar de uma convenção para outra, mas o que se observa é que o circunflexo foi adotado por um renomado autor indiano, Sri Purohit Swami, que escreveu Os aforismos do Yôga de Pátañjali, em inglês, e também pelo célebre autor Kastberger, que escreveu o Léxico de filosofía hindú, em castelhano. Ora, nenhuma das duas línguas possui o circunflexo e, apesar disso, ambos reconheceram a necessidade da sua presença na palavra Yôga. </em></p>
<p><em>Durante muitos anos não se aplicou o acento uma vez que ninguém ousou questionar isso. Primeiro, quem colonizou a Índia foram os britânicos que não tinham acentos em suas tipografias, mas possuíam um argumento intelectualmente muito persuasivo que era sua poderosa Armada. Segundo, no Ocidente conhecia-se bem pouco o sânscrito (na Índia eles não ligam a mínima se a transliteração para alfabetos ocidentais está correta ou não). Terceiro, há muito patrulhamento ideológico neste segmento e ninguém queria se expor a críticas, ainda que chegasse a estas mesmas conclusões.</em></p>
<p><em>Retirado do libreto <strong>Tudo sobre Yôga</strong></em><em>, de DeRose</em></p></blockquote>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA ESPANHOL:<br />
Léxico de Filosofía Hindú, de Kastberger, Editorial Kier, Buenos Aires.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA INGLÊS:<br />
Aphorisms of Yôga, de Srí Purôhit Swámi, Faber and Faber, Londres.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA PORTUGUÊS:<br />
Poema do Senhor, de Vyasa, Editora Relógio d&#8217;Água, Lisboa.</p>
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		<title>Mude sempre, por Joris Marengo</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 03:01:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é o vídeo que fiz para o Prof. Joris Marengo, presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. Ele criou, escolheu e montou tudo: texto, música e imagens; eu apenas codifiquei em formato de vídeo. As transformações na vida de quem seguir estes conselhos certamente serão maravilhosas. Aperte play:  &#8221;Este poema foi escrito em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este é o vídeo que fiz para o Prof. Joris Marengo, presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. Ele criou, escolheu e montou tudo: texto, música e imagens; eu apenas codifiquei em formato de vídeo. As transformações na vida de quem seguir estes conselhos certamente serão maravilhosas. Aperte play:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:6bf52a52-394a-11d3-b153-00c04f79faa6" width="600" height="450" codebase="http://activex.microsoft.com/activex/controls/mplayer/en/nsmp2inf.cab#Version=5,1,52,701"><param name="stretchtofit" value="true" /><param name="url" value="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" /><param name="url" value="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" /><embed type="application/x-mplayer2" width="600" height="450" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" url="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/mude-sempre-por-joris-marengo.wmv" stretchtofit="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: right;"><em> &#8221;Este poema foi escrito em 1994 em um dia de outono, chuvoso,<br />
e fui invadido por uma sensação estranha de monotonia.<br />
Depois descobri que outras pessoas escreveram coisas<br />
bem parecidas. Provavelmente, possuídos momentaneamente<br />
pelos mesmos fantasmas&#8230; Divirta-se&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;">Jojó</p>
<p>Que tal conhecer o blog do Jojó? Acesse <a href="http://www.yogafloripa.com/blogdojojo" target="_blank">www.yogafloripa.com/blogdojojo</a></p>
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		<title>Lembre-se de seus sonhos</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Feb 2009 02:21:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Blog do Montagna]]></category>
		<category><![CDATA[conteúdos oníricos]]></category>
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		<category><![CDATA[Tratado de Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[É cedo.. O corpo está mais rígido, as pálpebras estão pesadas.. há uma vontade de escovar os dentes.. Você acordou! É neste momento que você deve começar a sentar, utilizando as mãos para não solicitar muito a coluna, deixando o travesseiro apoiando as costas na cabeceira da cama. Pernas cruzadas, costas eretas, olhos fechados e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É cedo.. O corpo está mais rígido, as pálpebras estão pesadas.. há uma vontade de escovar os dentes.. Você acordou!</p>
<p>É neste momento que você deve começar a sentar, utilizando as mãos para não solicitar muito a coluna, deixando o travesseiro apoiando as costas na cabeceira da cama. Pernas cruzadas, costas eretas, olhos fechados e as mãos em Shiva mudrá. Comece a resgatar os sonhos que preencheram a sua mente nesta noite. Aquiete-se.. deixe-os virem.. concentre-se para isso. No início, demora mais. Ao longo dos dias, torna-se um exercício mais fácil e mais forte.  Você começa a ter mais consciência dos momentos em que esteve dormindo, e a compreender mais os conteúdos oníricos do seu inconsciente. Isso é importante para o autoconhecimento.</p>
<p>Bibliografia de apoio: <strong><em>Tratado de Yôga</em></strong>, sempre.</p>
<p><em>ps.: talvez o título do post tenha remetido você a uma ideia diferente, que seria um conselho para lembrar-se de seus sonhos e metas de vida. Isso é maravilhoso e será abordado em outro dia.</em></p>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Origens do Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Sámkhya]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Massi]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga) Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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