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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; A Nossa Cultura</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Método DeRose é uma Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1466" title="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio.jpg" alt="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" width="600" height="327" /></p>
<p>O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes convencionais, essas filosofias são chamadas de<strong> Yôga</strong>,  <strong>Sámkhya</strong> e <strong>Tantra</strong>. Os dois primeiros compartilham um mesmo objetivo, a libertação. Libertação dos condicionamentos e das amarras da personalidade, numa conquista absoluta do autoconhecimento e união com a própria essência, a Mônada &#8211; ou Púrusha, conforme a nomenclatura adotada pela Escola Sámkhya. Contudo, o Sámkhya é teórico e sua atuação limita-se à mapear a trilha do tesouro, enquanto o Yôga é estritamente prático e constitui a caminhada terra-a-terra que ruma ao diamante, direcionada por aquele mapa.</p>
<p>O Tantra é a contraparte comportamental, que orienta a maneira de interagir com os demais seres, com a natureza e consigo próprio, preconizando <em>a melhor maneira de fazer qualquer coisa</em> (possível definição presente no Sanskrit-English Dictionary, de Sir Monier Williams). Nada disso é moderno. Essas três filosofias são patrimônio cultural da Humanidade e possuem o valor de um diamante do tamanho do nosso planeta. De fato, praticar o Yôga Antigo, compreender o mundo sob o prisma naturalista do Sámkhya e viver tântricamente é o paraíso na Terra.</p>
<p>DeRose, meu Mestre de Yôga, começou em 1960 sua trajetória profissional de ícone que rumou às <em>Origens do Yôga Antigo</em> (essa expressão virou um de seus livros). O trabalho de resgate dessa filosofia milenar trouxe algo maior do que o objetivo original. Estamos falando de um trabalho que começou há meio século e ainda está em andamento, ganhando forma e identidade: <strong>Método DeRose, Méthode De Rose, DeRose Method</strong>. O trabalho de sistematização do Yôga Antigo tornou-se algo muito maior, um<em> life style</em>, um estilo de vida, uma <strong>Cultura</strong>! O Método leva o nome DeRose devido aos méritos do educador: observação, pesquisa e codificação dessas raízes filosóficas, e ainda contando com o apoio e o amparo bibliográfico de diversos Mestres e estudiosos dessas raízes. Quando você encontrar uma escola credenciada pelo Método DeRose, já sabe que trata-se de um oásis em sua cidade. Lá você terá acesso à beleza de Nossa Cultura, praticando muito SwáSthya Yôga (a sistematização do Yôga Antigo), e aprendendo bastante sobre as características comportamentais desrepressoras e sensoriais do Tantra (da linha Dakshinachara), e ainda aprender e vislumbrar-se com a beleza do Universo através de uma compreensão naturalista, sem misticismo, conforme orienta o milenar Sámkhya.</p>
<p>Prepare-se: é muita coisa boa. A porta é estreita e reservada aos fortes. Lá dentro, há um enorme conhecimento para você saber mais, ampliar o espectro de sua sensorialidade e ganhar poder sobre si próprio. Tenho a convicção de que você sentirá a beleza e o refino do que encontrará. Enquanto isso, fico cá torcendo por você, e torcendo para que sua caminhada seja forte, mas na medida certa, o que é muito importante, pois <em>a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva</em>.</p>
<p>Yôga, Sámkhya, Tantra.<br />
Poder, saber, sentir.<br />
Método DeRose.</p>
<p><a href="http://alexandremontagna.com/" target="_blank">AlexandreMontagna.com</a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>DeRose Festival Florianópolis 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 06:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eeeeeeeeeeestá chegando o DeRose Festival Florianópolis 2010!! Amanhã embarcaremos eu, Dani, Sary, Mateus, Cris e Sarinha rumo à capital catarinense para mergulhar em três dias de pura vivência e convivência com praticantes do Método DeRose de diversas regiões do Brasil e do mundo. Será fantástico!! Este é o mais antigo e também o maior dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1432" title="derose-festival" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/derose-festival.gif" alt="derose-festival" width="240" height="150" /></p>
<p>Eeeeeeeeeeestá chegando o <a href="http://www.derosefestival.com" target="_blank">DeRose Festival Florianópolis 2010</a>!! Amanhã embarcaremos eu, Dani, <a href="http://www.saritaborges.com" target="_blank">Sary</a>, Mateus, Cris e Sarinha rumo à capital catarinense para mergulhar em três dias de pura vivência e convivência com praticantes do Método DeRose de diversas regiões do Brasil e do mundo. Será fantástico!!</p>
<p>Este é o mais antigo e também o maior dos festivais do Método em número de participantes. Por isto mesmo, o evento bate o recorde de três atividades ocorrendo simultaneamente! Não dá para fazer tudo, então é preciso treinar o nosso poder de escolha. São muitas atividades excelentes!</p>
<p>O Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas. Este belo evento proporciona a agradável confraternização de centenas de pessoas ao redor do mundo que se identificam com a cultura preconizada.</p>
<p>Um forte abraço e até à volta!!</p>
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		<title>Hoje é o Dia do Yôga 2010!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 19:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em treze estados brasileiros como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial da egrégora que trabalha com esta cultura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em treze estados brasileiros como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial da egrégora que trabalha com esta cultura, por crescer cada vez mais profissional e filosoficamente e por <a href="http://saritaborges.com/blog/arquivo/eu-e-o-metodo-derose/" target="_blank">compartilhar este <em>life style</em> com a Sary</a>, minha amada e linda cara-metade.</p>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1353" title="DeRose - 50 anos de ensino." src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/metodo-derose-50-anos-de-ensino-magisterio-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose - 50 anos de ensino. Parabéns!!!" width="320" height="252" /><p class="wp-caption-text">DeRose - 50 anos de ensino. Parabéns!!!</p></div>
<p>Vivam os praticantes e estudiosos do Yôga, <a href="http://yoga-sc.org.br/convocacao.php" target="_blank">sinceros e com a alma pura</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">DeRose</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">Yôga</a>!!</p>
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		<title>Desapego para viver feliz</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Leia este pequeno artigo compartilhado por Margareth Peres no Facebook: Desapego es la palabra clave para vivir feliz en un mundo donde hay tanta confusión y tantos cambios. La persona desapegada siempre tiene una sonrisa en su cara, pues la vida no le pesa nada. Aún así, es capaz de dar mucho amor, pues no impone [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia este pequeno artigo compartilhado por <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000327261959" target="_blank">Margareth Peres</a> no Facebook:</p>
<blockquote><p>Desapego es la palabra clave para vivir feliz en un mundo donde hay tanta confusión y tantos cambios. La persona desapegada siempre tiene una sonrisa en su cara, pues la vida no le pesa nada. Aún así, es capaz de dar mucho amor, pues no impone condiciones, sino que acepta al otro, tal como es. Sin embargo, no significa rechazo. Todo lo contrario: la persona que realmente es desapegada, estará lista para apreciar al otro, pues no se puede dejar influir. Será capaz de ver las verdaderas cualidades positivas que el otro guarda dentro de sí.</p>
<p>Cuando dependemos de algo o alguien lo que olvidamos es que no podemos poseer nada. Podemos cuidar, podemos usar, podemos disponer. Pero no podemos poseer. Como reza el dicho: cuando te vayas, no puedes llevártelo contigo. Y sin embargo, es la idea de posesión la que yace en la raíz de todos los miedos y conflictos. El miedo a la pérdida, el miedo a no poder conseguir lo que ya hemos decidido que es nuestro en nuestras mentes.</p></blockquote>
<p>Agradeça-me por treinar o seu espanhol. É fácil de compreender, não?</p>
<p>É interessante traçar um paralelo ao universo de conhecimento da nossa filosofia. Há uma norma ética milenar do Yôga chamado aparigraha, que significa <em>não-possessividade</em> ou <em>desapego</em> e consta no Yôga Sútra de Pátañjali. Encerrarei o post com um preceito moderador que está no Código de Ética do Yôgin, elaborado pelo Comendador DeRose, inspirado no Yôga Sútra, que preconiza: <em>a observância de </em><strong><em>aparigraha</em></strong><em> não deve induzir à displicência para com as propriedades confiadas à nossa guarda, nem à falta de zelo para com as pessoas que queremos bem</em>.</p>
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		<title>Método DeRose</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em cultivar não apenas meros alunos, mas sim verdadeiros discípulos, cujos corações bombeiem sangue puro carregado de ética e vibrem no magistério para passar adiante o conhecimento. Assim fazem os Mestres.</p>
<div id="attachment_1157" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1157" title="mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis" width="250" height="178" /><p class="wp-caption-text">DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis</p></div>
<p>Neste sentido, todo Mestre é professor, mas nem todo professor é Mestre. Dentre os Mestres, há o meu de Yôga, sobre o qual você provavelmente já tenha ouvido falar, já leu algo a respeito ou até mesmo travou contato com alguma de suas frases ou artigos, que sempre são perpetuados &#8211; sem os devidos créditos às vezes. É o Comendador DeRose, e sua trajetória constitui numa admirável seqüência de ações efetivas para formar futuros novos Mestres na sociedade.</p>
<p>DeRose direciona seus esforços para um público que realmente assimila e coloca em prática a sabedoria milenar que ele se empenha em compartilhar. Ele não canaliza sua energia para pessoas que apenas admiram a evolução pessoal: mas sim aos indivíduos que querem evoluir de fato! Numa era de tantos autores especializados em cativar a opinião pública e lançar frases de efeito, DeRose está em contraste por trabalhar na mudança real através das escolas que perpetuam um Método com o seu nome. Enquanto há milhares de oradores falando que precisamos cuidar do meio ambiente, observar honestidade e amor por todas as criaturas da Criação, e seus respectivos interlocutores balançando um &#8220;sim&#8221; com a cabeça, mas nada fazendo, nas escolas do <a href="http://www.metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a> todos os alunos-praticantes são adeptos de uma alimentação mais inteligente, sem carnes, consomem de empresas analisando seus méritos sócio-ambientais, separam lixo, são avessos a caças esportivas e a quaisquer tipos de maltratos animais, bem como observam diversos  outros itens, senão todos, sobre a responsabilidade ambiental. Isso é ação efetiva do indivíduo na sociedade! Coisa do <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>&#8230;</p>
<div id="attachment_1159" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1159" title="mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna1.jpg" alt="DeRose com Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do Tratado de Yôga" width="250" height="240" /><p class="wp-caption-text">DeRose com os amigos Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do monumental Tratado de Yôga</p></div>
<p>Em tempos de redução da consciência com a utilização de entorpecentes como o álcool, fumo, crack e drogas em geral, todos os praticantes do Método vivem de cara limpa, saudáveis, vivem longe das drogas, incluindo as legalizadas, e por isso mesmo são muito mais conscientes de seus atos dentro do mundo em que interagem. São indivíduos que passam a ter mais voz e voto de valor. De mente lúcida e consciência em ordem, passam a se divertir mais em reuniões e festas, com um aproveitamento superlativo dos momentos de confraternização e, ainda, passam a gozar de um privilégio que poucos nichos da humanidade usufruem: o comportamento desrepressor, a extroversão e uma fascinante liberdade-com-disciplina.</p>
<p>Perante a impaciência e a intolerância, todos os alunos do Método DeRose são veementemente orientados a ser tolerantes, respeitosos e cordiais com quem quer que seja. Longe de isso implicar em agir como santos, isso serve para manter as diferenças num equilíbrio mais harmonioso, e essa atitude precisa mesmo ser muito incentivada. Não bastasse isso, a cultura preconizada pelo Com<sup>dor</sup> DeRose é completamente avessa a seitas, o que acaba por cultivar um público com muito mais senso crítico e lúcido, capaz de assimilar e aplicar na vida os conceitos aprendidos. E isso é ótimo!</p>
<p>Considerando que o poder de mudança está no indivíduo, e não no governo, o grupo internacional de alunos e praticantes do <a href="http://www.yoga-go.com.br/derose.htm" target="_blank">Método DeRose</a> prefere agir ao reclamar. No Método DeRose, ninguém deseja a satisfação teórico-terapêutica, mas sim cultivar a qualidade de vida na prática, evoluindo e passando tudo de bom adiante.</p>
<p>A melhor forma de conhecer alguém é pessoalmente, e a segunda melhor é ouví-la diretamente. Então para conhecer melhor o Método <a href="http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose/" target="_blank">DeRose</a>, assista à entrevista a seguir nas palavras do seu próprio sistematizador:</p>
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<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="300" src="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><em>Entrevista com DeRose feita em 2009 na Europa, feita pelo jornalista António Mateus. </em><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/02/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/"><em> Leia a transcrição</em></a><em>.</em></p>
</div>
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		<title>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010. Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro. Feliz Ano Novo, amigos leitores! Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010.<br />
Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro.<br />
Feliz Ano Novo, amigos leitores!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</strong></p>
<blockquote><p>O que penso eu do mundo?<br />
Sei lá o que penso do mundo!<br />
Se eu adoecesse pensaria nisso.</p>
<p>Que idéia tenho eu das cousas?<br />
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?<br />
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma<br />
E sobre a criação do Mundo?</p>
<p>Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos<br />
E não pensar. É correr as cortinas<br />
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).</p>
<p>O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!<br />
O único mistério é haver quem pense no mistério.<br />
Quem está ao sol e fecha os olhos,<br />
Começa a não saber o que é o sol<br />
E a pensar muitas cousas cheias de calor.<br />
Mas abre os olhos e vê o sol,<br />
E já não pode pensar em nada,<br />
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos<br />
De todos os filósofos e de todos os poetas.<br />
A luz do sol não sabe o que faz<br />
E por isso não erra e é comum e boa.</p>
<p>Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?<br />
A de serem verdes e copadas e de terem ramos<br />
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,<br />
A nós, que não sabemos dar por elas.<br />
Mas que melhor metafísica que a delas,<br />
Que é a de não saber para que vivem<br />
Nem saber que o não sabem?</p>
<p>&#8220;Constituição íntima das cousas&#8221;&#8230;<br />
&#8220;Sentido íntimo do Universo&#8221;&#8230;<br />
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.<br />
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.<br />
É como pensar em razões e fins<br />
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores<br />
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.</p>
<p>Pensar no sentido íntimo das cousas<br />
É acrescentado, como pensar na saúde<br />
Ou levar um copo à água das fontes.</p>
<p>O único sentido íntimo das cousas<br />
É elas não terem sentido íntimo nenhum.<br />
Não acredito em Deus porque nunca o vi.<br />
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,<br />
Sem dúvida que viria falar comigo<br />
E entraria pela minha porta dentro<br />
Dizendo-me, Aqui estou!</p>
<p>(Isto é talvez ridículo aos ouvidos<br />
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,<br />
Não compreende quem fala delas<br />
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)</p>
<p>Mas se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e o luar,<br />
Então acredito nele,<br />
Então acredito nele a toda a hora,<br />
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,<br />
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.</p>
<p>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;<br />
Porque, se ele se fez, para eu o ver,<br />
Sol e luar e flores e árvores e montes,<br />
Se ele me aparece como sendo árvores e montes<br />
E luar e sol e flores,<br />
É que ele quer que eu o conheça<br />
Como árvores e montes e flores e luar e sol.</p>
<p>E por isso eu obedeço-lhe,<br />
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).<br />
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,<br />
Como quem abre os olhos e vê,<br />
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,<br />
E amo-o sem pensar nele,<br />
E penso-o vendo e ouvindo,<br />
E ando com ele a toda a hora.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>Alberto Caeiro</em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html">http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html</a></p>
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		<title>Sat chakra com De Bona</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É com alegria que recebemos ontem o Professor Rodrigo De Bona em nosso sat chakra. De Bona é o Vice-Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina e esteve conosco na noite desta quarta-feira, conduzindo a prática de mentalização e alegrando a todos com sua fantástica e exemplar presença. É a primeira vez que um instrutor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É com alegria que recebemos ontem o Professor <a href="http://www.metododerosekobrasol.org/html/nossos-instrutores.php" target="_blank">Rodrigo De Bona</a> em nosso sat chakra. De Bona é o Vice-Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina e esteve conosco na noite desta quarta-feira, conduzindo a prática de mentalização e alegrando a todos com sua fantástica e exemplar presença. É a primeira vez que um instrutor do leste vem visitar o nosso núcleo, que está no faroeste* catarinense.</p>
<p>* <em>far west</em>, o &#8220;longe oeste&#8221;.</p>
<p style="text-align: center; font-size: .8em;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1119" title="sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna" width="650" height="363" /> <strong>Cris, Sary, Instr. Alexandre, Instrª Daniela, Prof. De Bona, Nat, Cezar, Ozana e Mateus.</strong></p>
<p>Foi uma prática realmente diferente, na qual tive boas sensações sendo geradas e que até agora estou assimilando. Quero deixar aqui meu agradecimento público pelo carinho, conversas, dicas e risadas que este nosso amigo nos proporcionou.</p>
<p>Que volte sempre, Rô!</p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A caminhada do Yôga pode ser resumida na palavra evolução. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Entrevista com DeRose</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 21:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já saiu em diversos blogs e sites, mas está faltando aqui, então agora é minha vez de divulgar esta conversa travada com DeRose em Portugal. A qualidade do jornalista António Mateus permitiu que seu entrevistado, o escritor DeRose, pudesse dissertar livremente sobre sua proposta de life style que é adotada por milhares de pessoas cultas e dinâmicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1044" class="wp-caption alignleft" style="width: 170px"><img class="size-full wp-image-1044" title="entrevista-escritor-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/entrevista-escritor-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Esta foi a melhor entrevista com DeRose já feita" width="160" height="159" /><p class="wp-caption-text">Melhor entrevista já feita com DeRose</p></div>
<p>Já saiu em diversos blogs e sites, mas está faltando aqui, então agora é minha vez de divulgar esta conversa travada com DeRose em Portugal.</p>
<p>A qualidade do jornalista António Mateus permitiu que seu entrevistado, o escritor DeRose, pudesse dissertar livremente sobre sua proposta de <em>life style</em> que é adotada por milhares de pessoas cultas e dinâmicas em diversos países das Américas, Europa e Brasil.</p>
<p>DeRose disserta sobre a Nossa Cultura e seus efeitos a curto, médio e longo prazo, tais como qualidade de vida, proatividade e autoconhecimento, proporcionando boas relações humanas e uma vida saudável e descomplicada. É uma conversa de valor inestimável.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="300" src="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></div>
<p>Se você quiser acessar a transcrição da entrevista, entre neste link: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/02/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/">uni-yoga.org/blogdoderose/&#8230;</a></p>
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		<title>A personificação do imponderável</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média, pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-737" title="deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Papai sumiu! Ou será que nunca esteve lá?" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai.</p></div>
<p>Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média<em>,</em> pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É <em>o Deus</em>, no lugar de <em>a Deusa</em>; é <em>pai nosso</em>, <em>meu senhor</em>, <em>o criador</em>, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a <em>Deusa-mãe</em>, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza &#8211; conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, &#8220;<em>pois é uma questão metafísica</em>&#8221; &#8211; ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje.</p>
<p>Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais <em>prá frentex</em> do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de <em>delirium misticum</em>.</p>
<p>A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a <strong>Nossa Cultura</strong> resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do <strong>Yôga Antigo</strong>. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com <em>o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério</em><em>!</em> (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é <strong>agnosticismo</strong>, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<p style="text-align: left;">* Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa <em>Sámkhya Com Senhor</em> numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa <strong><em>Sámkhya Sem Senhor</em></strong>, o Sámkhya original.</p>
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		<title>Vinho, o álcool tradicional mantido pela sofisticação</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 11:08:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Não importa se uma tradição é boa ou ruim, ela será passada adiante se for conveniente para algum grupo de pessoas, ou se for simplesmente divertida, mesmo que seja cruel. Na maioria das vezes, as tradições favorecem econômica ou politicamente um grupo de pessoas e você nem sabe! O público só vê a parte do teatro, mas não enxerga o que acontece nos bastidores. É assim que se mantêm as tradições das touradas na Espanha, do churrasco no Rio Grande do Sul, da farra do boi em Santa Catarina, do espancamento e mutilações dos muçulmanos para homenagear o neto do profeta Maomé, Husayn ibn Ali. Até mesmo a tradição da saudação através de cuspe presente na tribo Masai. Tradições se mantêm, mesmo que não sejam lógicas, agradáveis, inteligentes e conscientes.</p>
<p>Quanto menos sensata for a tradição, mais artificialmente colorida ela será, a fim de causar uma boa imagem. Você já percebeu isso?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A boa imagem do vinho</strong></p>
<div id="attachment_774" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-774" title="vinho-requinte-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/vinho-requinte-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Isso é sszuper (hic) refiñado.." width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Issso é sszzuper refiñaado.. (hic)</p></div>
<p>O vinho. Quase todos têm uma boa imagem do vinho, e como não ter? Só ouvimos falar bem dele, que faz bem para o coração e por aí vai. Há profissionais que recomendam uma ingestão frequente e todos conhecem pelo menos um vivente que beba uma taça diária. Algumas vezes, ao mencionar que o Yôga recomenda a abstinência alcoólica, sou interrogado: &#8211; &#8220;<em>Mas, e o vinho? Ele não é bom?</em>&#8221; Permita-me ser direto: não! Vinho é <strong>uva</strong><strong> + álcool</strong>, simplificando bastante. Pegue todos os benefícios do vinho e todos os benefícios do sumo de uva e constate que são iguais. Por que será? Isso é porque o bom do vinho são as propriedades da fruta e nada mais. Tire o álcool dessa bebida, e você terá um belo suco, super nutritivo e ainda mais saudável, já que não possuirá o efeito maléfico de redução da consciência e intoxicação proporcionado pelo álcool. Ah, e o suco de uva não dá dor de cabeça!</p>
<p>Veja a seguir um trecho de um artigo sobre os benefícios do vinho:</p>
<blockquote><p>Observou-se que a reatividade dos vasos sangüíneos melhorava nestes voluntários, tanto com o vinho como com o suco de uva. Os achados, sugerem que os flavanóides da casca da uva, encontrados tanto no vinho como no suco da uva, seriam os responsáveis por tais bebefícios.<br />
<a href="http://portaldocoracao.uol.com.br/nutricao.php?id=957" target="_blank">http://portaldocoracao.uol.com.br/nutricao.php?id=957</a></p></blockquote>
<p>É tão complicado entender essa simplicidade? Não precisa ser PhD para perceber isso.</p>
<p>O vinho é tão bem visto porque fazem uma forte campanha para sua boa imagem, cheia de pompa e sofisticação. Os garçons o servem com rituais repletos de majestade, utilizando parafernalhas vinícolas dignas de Realeza, enquanto servem a preciosa água em copos simplórios, talvez de requeijão. Entrei num famoso portal de comércio eletrônico e adivinhe o que havia na seção &#8220;<em>presentes sofisticados</em>&#8220;? Além de vários relógios e itens aleatórios, todo o resto da página estava preenchido com acessórios referentes ao vinho. Está muito clara a ligação feita entre essa bebida e o requinte. E, é claro, isso só está assim porque nós mantemos essa tradição.</p>
<p>Não há motivos para colocar o vinho num pedestal. Isso é lavagem cerebral. Remova o álcool e aprecie o sagrado sumo da uva, manuseando-o com a mesma pompa e circunstância, e sorvendo-o numa linda taça de cristal.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Beber para se soltar</strong></p>
<p>Há quem beba para se soltar, um pouco, muito, ou para soltar a franga de vez. É compreensível essa atitude dentro de uma cultura repressora como a nossa. Vivemos trancados em nós mesmos, segurando desejos e sentimentos constantemente. Algumas pessoas colocam em suas cabeças que precisam beber um pouco para conseguir conversar melhor. Ora, que enorme declaração de personalidade fraca! Comunicação social é o mínimo que todos nós deveríamos praticar, jamais precisando de uma bebida com álcool para isso. Aliás, toda vez que alguém vem falar comigo com aquele hálito-espanta-tubarão do vinho ou cerveja, eu já desconverso e me abstenho da frustração desse contato: ou meu interlocutor não entenderá minhas palavras, ou esquecerá boa parte do que eu falar. Isso se eu não testemunhar outros sintomas do álcool, tais como falar bobagens, ser inconveniente, ser teimoso, xingar, ofender e envergonhar alguém em público, envergonhar-se em público, paquerar invadindo o espaço vital da vítima, tirar a roupa para fazer um humilhante <em>strip-tease</em>, cair no chão deixando muita coisa à mostra, vomitar, etc.</p>
<p>Quem pratica a Nossa Cultura com dedicação, conhece e vivencia a filosofia Shakta, desrepressora. Assim, solta-se sem precisar de substâncias para isso, sejam elas lícitas ou não. O shakta e a shaktí aprendem a ser mais carinhosos e extrovertidos em sã consciência. Ora, a expansão da consciência é a meta do Yôga, e cada <span style="text-decoration: underline;">gota</span> de álcool é um pequeno passo rumo à inconsciência. Quem leva o Yôga a sério, quer exatamente o oposto dessa redução da lucidez, evitando também qualquer substância nociva ao seu organismo e prejudicial ao bom funcionamento de seu cérebro. O praticante do Yôga Antigo sabe que o importante na vida é ser feliz e faz isso muito bem. Poucas pessoas sabem, contudo, que essa felicidade é viável sem ter que prejudicar o corpo ou sem ser um <em>maria-vai-com-as-outras</em> nas rodas de conversa.</p>
<div id="attachment_843" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-843" title="festa-sem-alcool-metodo-derose-yoga-kobrasol-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-metodo-derose-yoga-kobrasol-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Extroversão e carinho com consciência é uma felicidade viável" width="600" height="377" /><p class="wp-caption-text">Extroversão e carinho sem uma gota de álcool é uma felicidade viável.</p></div>
<div id="attachment_844" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-844" title="festa-sem-alcool-metodo-derose-fest-yoga-florianopolis-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-metodo-derose-fest-yoga-florianopolis-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga." width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga repleto de gente bonita, alegre, de cara limpa, saudável e descomplicada.</p></div>
<p>Além do mais, preciso confessar, nas festas de público diversificado em que compareço, geralmente acham que eu sou quem mais bebeu, e alguns não acreditam que eu esteja de cara limpa. Abaixo, um belo registro feito numa festa de aniversário da minha querida amiga Paula Moreira.</p>
<div id="attachment_845" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-845" title="festa-sem-alcool-pedro-largacha-paula-moreira-francisco-lima-pelotas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/festa-sem-alcool-pedro-largacha-paula-moreira-francisco-lima-pelotas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu." width="600" height="354" /><p class="wp-caption-text">Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu. A Paulinha está de princesa e eu de Rambo Serelepe. &quot;Enche o copo de Guaraná, garçom!!! Com laranja, por favor.&quot;</p></div>
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		<title>Um texto meu no &#8220;Livre Pensar do Yôga&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado Livre Pensar do Yôga, gerenciado pelo meu amigo Caio Melo e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura. Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no Livre Pensar, enviei meu texto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.livrepensardoyoga.com/"><img class="size-full wp-image-872" title="livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Imagem característica do portal" width="600" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Shiva, o criador mitológico do Yôga, ilustra o portal.</p></div>
<p>Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado <strong>Livre Pensar do Yôga</strong>, gerenciado pelo meu amigo <a href="http://www.paraviverbem.com.br/" target="_blank">Caio Melo</a> e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura.</p>
<p>Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no <em>Livre Pensar</em>, enviei meu texto, pois achei cabido e gentil compartilhar minhas ideias noutros sites que me permitam fazer isso. O artigo chama-se <strong><em>Método DeRose é uma Cultura</em></strong>, e você pode encontrá-lo neste link: <a href="http://www.livrepensardoyoga.com/">LivrePensardoYoga.com</a>. Acesse!</p>
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		<title>Palestra na CEPAF, em Chapecó</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após voltar bombando do 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose (Matando um Leão por Dia), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI &#8211; CEPAF &#8211; Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: &#8220;se sentir que consegue encarar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após voltar bombando do <strong><em>2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose</em></strong> (<em>Matando um Leão por Dia</em>), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI &#8211; CEPAF &#8211; <em>Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar</em>. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: &#8220;<em>se sentir que consegue encarar essa, pode ir</em>&#8220;, e fui. O tema é o assunto que a semana de palestras promove: <strong>Qualidade de Vida -</strong> e não poderia ter sido outro melhor. Qualidade de vida é com o Método DeRose (Yôga Antigo), sem dúvidas! O público foi bastante receptivo e tivemos bons momentos. Penso que o bom palestrante é aquele que consegue interagir com a platéia, gerando um clima de alegria, atenção e descontração, mas sem apelar para a comédia pura, o que serviria para mascarar a falta de conteúdo. Nesse ponto, acho que consegui uma boa dosagem, inspirado nos mais experientes profissionais da Nossa Cultura que já tive acesso e o privilégio de observar: DeRose, Jojó, Mallet, Caramella, Luís Lopes e outros.</p>
<p>Registro aqui meu agradecimento à Michelle de Liz, minha ex-aluna, pelo convite para conceder essa palestra.</p>
<p>Abaixo, algumas fotos do evento.</p>
<div id="attachment_785" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-785" title="palestra-um-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/palestra-um-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Treinando desde já para aperfeiçoar a oratória" width="600" height="401" /><p class="wp-caption-text">Alexandre Montagna em palestra no auditório da CEPAF, em Chapecó - Santa Catarina</p></div>
<div id="attachment_784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-784" title="palestra-dois-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/palestra-dois-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Sente" width="600" height="379" /><p class="wp-caption-text">Segunda foto. Treinando desde já para chegar mais perto dos palestrantes abaixo.</p></div>
<div id="attachment_786" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-786" title="ricardo-mallet-forum-empreendedorismo-sebrae-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/ricardo-mallet-forum-empreendedorismo-sebrae-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Um dia eu chego nesse nível" width="600" height="390" /><p class="wp-caption-text">Um dia eu chego nesse nível. Esse é o Ricardo Mallet, presidente da Federação de Yôga do RS.</p></div>
<div id="attachment_782" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-782" title="jojo-joris-marengo-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/jojo-joris-marengo-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ou quem sabe esse" width="600" height="316" /><p class="wp-caption-text">Meta de oratória. Esse é o Jojó, presidente da Federação de Yôga de SC.</p></div>
<div id="attachment_783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-783" title="mestre-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/mestre-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Coroação do treinamento. Esse é o DeRose!" width="600" height="296" /><p class="wp-caption-text">Coroação do treinamento. Esse é o DeRose, fundador da Uni-Yôga!</p></div>
<p>Para seguir neste assunto, leia o <a title="As palestras do Jojó" href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/07/as-palestras-do-jojo/" target="_blank">post do Prof. Joris Marengo sobre suas palestras</a>.</p>
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		<title>Matando um Leão por Dia 2009 ( #mulpd2009 )</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 07:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-789" title="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna" width="138" height="208" />O <strong>2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose</strong> foi uma delícia. O evento reservado aos profissionais do Yôga Antigo aconteceu no último fim de semana (24, 25 e 26 de julho) e reuniu em Curitiba instrutores de cinco países, incluindo o Brasil. Essa reunião serve para fortalecer a característica <em>terra-a-terra</em> do Método, criando uma base sólida e muito bem amparada em duas grandes colunas, que são a filosofia e o profissionalismo.</p>
<div id="attachment_792" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-792" title="rodrigo-debona-novo-docente-leao-de-ouro-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/rodrigo-debona-novo-docente-leao-de-ouro-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Parabéns ao Rô que foi premiado durante o evento!" width="300" height="146" /><p class="wp-caption-text">Parabéns ao Rô De Bona, que foi premiado durante o evento!</p></div>
<p>Lá conheci muitos novos amigos e conheci melhor outras pessoas em que anteriormente eu só havia trocado saudações. Foi muito legal ter feito novos amigos e estreitado laços com colegas de Floripa, Porto Alegre, São Paulo, São José dos Campos, Cascavel, Buenos Aires, Lisboa, Paris, Roma e, entre outras cidades que não saberei citar, Curitiba. O pessoal de Curitiba foi super atencioso e está de parabéns pela organização do evento, cujo líder foi o <a title="Link para o Facebook do Nilzo" href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1046702132&amp;ref=ts" target="_blank">Prof. Nilzo Andrade</a>. O Nilzo, diga-se de passagem, começou sua carreira aqui mesmo, em Chapecó! Emocionante, não? Pelo visto, estou no caminho certo.</p>
<div id="attachment_790" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-790 " title="mestre-derose-encontro-instrutores-metodo-yoga-matando-um-leao-por-dia-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/mestre-derose-encontro-instrutores-metodo-yoga-matando-um-leao-por-dia-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ele estava lá!" width="600" height="385" /><p class="wp-caption-text">Ele estava lá / He was there / Il était là / Lui era lì / Él estaba allí!!</p></div>
<p>Travei um contato ainda maior com meu Mestre de Yôga, <a title="Link para o Blog do DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>. Tive meu livro <strong><em>A Viagem à Índia dos Yôgis</em></strong> autografado e pude ter a honra de compartilhar alguns assuntos com ele em determinados momentos do evento. Além disso, conheci pessoalmente a <a title="Link ao site da escola Rive Gauche, de Paris." href="http://www.yogarivegauche.fr" target="_blank">Sónia Saraiva</a>, de Paris. Ela preside a <em>Fédération Française de SwáSthya Yôga</em> e veio ao Brasil para este evento e diversos outros. O melhor momento do encontro com ela foi no final, em que pude lhe dar um abraço mais forte como gostaria de ter feito na primeira oportunidade.</p>
<div id="attachment_800" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-800" title="prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" width="150" height="185" /><p class="wp-caption-text">Parabéns, Mallet, pela homenagem de honra concedida durante o evento.</p></div>
<p>Compartilhei o quarto com meus amigos <a title="Link à página de instrutores da escola de Joinville." href="http://www.yogaemjoinville.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=61&amp;Itemid=86" target="_blank">Helton e Fábio</a>, ambos de Joinville. Foi super emocionante decidir quem ficaria com o sofá-cama na sala, longe da maciez das duas camas de verdade, da TV a cabo e do ar condicionado. O Fábio se saiu melhor nos dois campeonatos, enquanto eu e o Helton revezamos uma noite para cada um no indefectível sofá, que provocou muitas risadas entre nós nesses dias.</p>
<p>Foi muito agradável o jantar indiano que degustei com minha monitora <a title="Link ao site da escola Método DeRose Av. Rio Branco, de Floripa." href="http://www.yogafloripa.com" target="_blank">Lisandra</a>, a Lika. Por estar distante dela, que reside em Floripa, estes momentos têm um valor ainda maior. Foi um encontro valioso, alegre e descontraído, ainda mais porque no jantar estava também a Vivi Mondardo, que realça o caráter divertido com suas conversas e histórias. Quando a Vivi me enviar a foto que tiramos nessa noite, postarei aqui.</p>
<p>Um abraço especial ao meu novo amigo Instr. Juliano Meneguzzo, que me deu uma grande força aos 44min do segundo tempo que eu tinha para embarcar na rodoviária. Devido a essa pressa, não pude curtir tanto os bons momentos na Hamburgueria do Vicente, ao qual fui a convite do Arthur e com minha amiga Bárbara, depois de o evento ter acabado de vez no domingo.</p>
<div id="attachment_797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 614px"><img class="size-full wp-image-797" title="organizadores-evento-metodo-derose-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/organizadores-evento-metodo-derose-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi." width="604" height="403" /><p class="wp-caption-text">Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi. Talvez esteja faltando outros membros importantes do staff. Ah, e falando no Leo Poli, preciso mencionar que o Ricardo Poli é um cara pra lá de simpático, assim como vários colegas de Curitiba, que contribuiram para o belo clima de alto astral do evento.</p></div>
<div id="attachment_791" class="wp-caption aligncenter" style="width: 614px"><img class="size-full wp-image-791" title="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Gente fina, elegante e sincera. Galera do Yôga Antigo!" width="604" height="453" /><p class="wp-caption-text">Gente alegre, linda, descomplicada e de bem com a vida. Essa é a egrégora do Yôga Antigo! Já me encontrou na foto?</p></div>
<p>Fica a expectativa de levar minha amada Sary nos próximos eventos, e que eles tenham ainda mais conversas, contatos, intercâmbios de conhecimento e de carinho dentro desta belíssima egrégora cultural de profissionais do Método DeRose.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/8stK9KhUibs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8stK9KhUibs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
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		<title>Fest-Yôga Florianópolis 2009 está chegando!!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Postado novamente para ficar na primeira página Você sabe o que eu gosto no Fest-Yôga? É um evento de Yôga, e não de Oriente ou de alternativismo. São 600, 700 pessoas de boa cabeça, sem misticismo no ar, conversando e interagindo muito entre si. Ok, ok, vou falar com ainda mais objetividade: são centenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Postado novamente para ficar na primeira página</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-555" title="fest-yoga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/fest-yoga.png" alt="fest-yoga" width="334" height="102" /></p>
<p>Você sabe o que eu gosto no Fest-Yôga? É um evento de Yôga, e não de Oriente ou de alternativismo. São 600, 700 pessoas de boa cabeça, sem misticismo no ar, conversando e interagindo muito entre si. Ok, ok, vou falar com ainda mais objetividade: são centenas de pessoas respirando 3 beliíssimas filosofias: Yôga, Sámkhya e Tantra. Nada pode ser melhor do que isso. Bem, pode sim: melhor do que o festival, só mesmo se conviver com um grupo assim no dia-a-dia, rodeado de pessoas entusiasmadas pelo saber, desreprimidas, descomplicadas, que valorizam a sensorialidade e com um poder interior que cresce a cada prática de Yôga (o sádhana diário que confere força, poder e energia).</p>
<p>Chamamos a reunião destas 3 filosofias, Yôga, Sámkhya e Tantra, de <strong>Nossa Cultura</strong> &#8211; o caldo cultural do Método DeRose pelo mundo. E o Festival Internacional de Yôga de Florianópolis é, entre todos, o maior dos festivais do Método, pois, talvez por ser o mais antigo, e também com méritos à sua localização geográfica, é o mais cheio de participantes e o mais recheado de vivências: este Fest-Yôga bate o recorde de 3 vivências <span style="text-decoration: underline;">simultâneas</span>! Não dá para fazer tudo, é muita coisa &#8211; muita coisa boa!</p>
<p>O evento ocorrerá nos dias 29, 30 e 31 de maio, e estamos indo eu, Dani, Sary, Mateus e Helio, numa aventura sobre quadro rodas a caminho do oriente catarinense, representando a egrégora chapecoense!</p>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.fest-yoga.com.br" target="_blank">www.Fest-Yoga.com.br</a></p>
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		<title>Boa cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Comportamento x ponto de vista</strong></p>
<p>Numa conversa, meu amigo <a href="http://www.rogerioperes.com" target="_blank">Rogério Peres</a>, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o comportamento, por outro lado o comportamento atua no ponto de vista. A visão de mundo, enquanto não se manifestar no comportamento, é subjetiva e neutra; o comportamento do indivíduo, por outro lado, é objetivo e afeta o meio, o grupo, a coletividade. Definitivamente, é melhor atuar no comportamento, pois além de ser o que nos afeta de imediato, é o caminho mais fácil e com menos espinhos. Mudar a cabeça de um vivente é algo muy trabalhoso, dependendo do vivente. Atuemos majoritariamente na área comportamental, e deixemos que os pontos de vista aprimorem-se naturalmente com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Boa cultura</strong></p>
<p>A cultura de um povo define o certo e o errado, e só por isso merece absoluta atenção e carinho. Enquanto a boa cultura é desrepressora e permite à mulher o topless, a má cultura reprime e condena com desonra a moça que pensar muito alto em realizá-lo, com provável desfecho em apedrejamento em certos países. Enquanto a boa cultura incentiva a especulação naturalista e a ciência, a má cultura prendeu e queimou em praça pública quem divulgou conhecimentos que desmentiram crenças. A cultura molda o ponto de vista, e este define as diretrizes do comportamento individual que, por sua vez, afeta o relacionamento interpessoal. Urge a necessidade da boa cultura, e eu vivo e trabalho por isso.</p>
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		<title>Bibliografia recomendada para estudo do Yôga e dicas de livros para leitura geral</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/bibliografia-recomendada-para-estudo-do-yoga-e-dicas-de-livros-para-leitura-geral/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 14:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Rodrigo De Bona]]></category>
		<category><![CDATA[Sanskrit-English Dictionary]]></category>
		<category><![CDATA[Shivánanda]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://alexandremontagna.com/blog/?p=80</guid>
		<description><![CDATA[Leia: Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas Orientação ao leitor de Yôga Bibliografia recomendada para estudo do Yôga: DeRose, Tratado de Yôga, Nobel. DeRose, Quando é preciso ser forte, Nobel. DeRose, Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga, L&#38;PM. DeRose, Programa do Curso Básico de Yôga, Uni-Yôga. DeRose, Boas Maneiras no Yôga, Uni-Yôga. DeRose, Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-395" title="bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga.png" alt="bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga" width="440" height="160" /></p>
<p style="text-align: center;">Leia:<br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/boas-leituras/" target="_blank">Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/alguns-livros-recomendados-e-dicas-de-leitura/" target="_blank">Orientação ao leitor de Yôga</a></p>
<h2>Bibliografia recomendada para estudo do Yôga:</h2>
<ol>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tratado de Yôga</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Quando é preciso ser forte</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga</span>, L&amp;PM.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Programa do Curso Básico de Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Boas Maneiras no Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Eu me lembro&#8230;</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Encontro com o Mestre</span>, Matrix.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Sútras &#8211; máximas de lucidez e êxtase</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tantra, a sexualidade sacralizada</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Yôga Sútra de Pátañjali</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Mensagens do Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Karma e dharma &#8211; transforme a sua vida</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Chakras e kundaliní</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Alimentação vegetariana: chega de abobrinha!</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Meditação</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Origens do Yôga Antigo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Corpos do Homem e Planos do Universo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Guia do Instrutor de Yôga</span>, Uni-Yôga (esgotado).</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Prontuário de Yôga Antigo</span>, (edição histórica só para colecionadores).</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>A regulamentação dos profissionais de Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Alternativas de relacionamento afetivo</span>, Afrontamento (Portugal).</li>
<li><strong>Santos, Sérgio</strong>, <span>Yôga, Sámkhya e Tantra</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Santos, Sérgio</strong>, <span>Escala Evolutiva</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Flores, Anahí</strong>, <span>Coreografias</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Marengo, Joris</strong>, <span>50 Aulas de Swásthya Yôga</span>, edição do autor.</li>
<li><strong>De Bona, Rodrigo</strong>, <span>A Parábola do Croissant</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Silva, Lucila</strong>, <span>Léxico de Yôga Antigo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Feuerstein, G.</strong> <span>A tradição do Yôga</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Michaël, T.</strong> <span>O Yôga</span>, Zahar Editores.</li>
<li><strong>Michaël, T.</strong> <span>O Yôga</span>, Martins Fontes (Edição Portuguesa).</li>
<li><strong>Time-Life</strong>, <span>Índia Antiga</span>, Abril Coleções.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Hatha Yôga</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Pránáyáma</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Kundaliní</span> Yôga, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Tantra Yôga</span>, Nada Yôga e Kriyá Yôga, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Autobiografia</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Japa Yôga</span>, Edição do Shivánanda Ashram.</li>
<li><strong>Bernard, T.</strong> <span>El Camino Práctico del Yôga</span>.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Pátañjali y el Yôga</span>, Editora Paidós.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Técnicas del Yôga</span>, Cia. Fabril Editora.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Yôga, imortalidade e liberdade</span>, Editora Palas Athena.</li>
<li><strong>Purôhit Swámi</strong>, <span>Aphorisms of Yôga</span>, Faber &amp; Faber (Londres e Boston).</li>
<li><strong>Kastberger, F.</strong> <span>Léxico de Filosofía Hindú</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Van Lysebeth</strong>, <span>Tantra, o Culto da Feminilidade</span>, Summus Editorial.</li>
<li><strong>Blay, A.</strong> <span>Tantra Yôga</span>, Iberia</li>
<li><strong>Woodroffe, J.</strong> <span>Principios del Tantra</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Woodroffe, J.</strong> <span>Shaktí y Shakta</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Avalon, A.</strong> <span>El Poder Serpentino</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Gôswámi</strong>, <span>Laya Yôga</span>.</li>
<li><strong>Monier-Williams</strong>, <span>Sanskrit-English Dictionary</span>, Oriental Publishers.</li>
</ol>
<h2><strong>Indicações de leitura geral:</strong></h2>
<p><em>Títulos que sugiro e que bons amigos sugerem:</em></p>
<ul>
<li>Macaco Nu &#8211; Desmond Morris &#8211; Ed. Record</li>
<li>Pai Rico, Pai Pobre &#8211; Robert Kiyosaki &#8211; Ed. Campus</li>
<li>O Monge e o Executivo &#8211; James C. Hunter &#8211; Ed. Sextante</li>
<li>O Universo numa Casca de Nós &#8211; Stephen Hawking &#8211; Ed. Sextante</li>
<li>Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes &#8211; Stephen R. Covey &#8211; Ed. Franklin Covey</li>
<li>Posicionamento &#8211; Al Ries e Jack Trout &#8211; Ed. Pioneira</li>
<li>Reputação, na velocidade do pensamento &#8211; Mário Rosa &#8211; Ed. Geração Editorial</li>
<li>Segredos de uma Mente Milionária &#8211; T. Harv Eker &#8211; Ed. ARX</li>
<li>Tratado Geral Sobre a Fofoca &#8211; José Ângelo Gaiarsa &#8211; Ed. Summus</li>
</ul>
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		<item>
		<title>O que é o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas. Ou de forma mais extensa: O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.</p>
<p>Ou de forma mais extensa:</p>
<p>O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.</p>
<p>Listando por tópico, facilita a compreensão:</p>
<ul>
<li>uma proposta de life style;</li>
<li>com ênfase em boa qualidade de vida;</li>
<li>boas maneiras;</li>
<li>boas relações humanas:</li>
<li>boa cultura;</li>
<li>boa alimentação;</li>
<li>boa forma;</li>
<li>reeducação respiratória;</li>
<li>administração do stress;</li>
<li>as técnicas orgânicas;</li>
<li>tônus muscular;</li>
<li>flexibilidade;</li>
<li>concentração e meditação;</li>
<li>a consequência final é o autoconhecimento.</li>
</ul>
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		</item>
		<item>
		<title>Receita do chai, a tradicional bebida indiana</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/</link>
		<comments>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 05:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
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		<category><![CDATA[Blog do DeRose]]></category>
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		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[RECEITA DO CHAI Receita-padrão divulgada oficialmente pelo informativo da Universidade de Yôga. Você pode fazer o download da receita do chai no formado PDF. Para aumentar seu conhecimento, leia o artigo Aceita um chai? abaixo. INGREDIENTES: • 2 litros de água mineral • Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado • 2 paus de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RECEITA DO CHAI</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Receita-padrão divulgada oficialmente pelo informativo da Universidade de Yôga.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Você pode fazer o <a href="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/receita-chai-indiano-yoga-blog-alexandre-montagna.pdf" target="_blank">download da receita do chai no formado PDF</a>.</p>
<p style="text-align: center;">Para aumentar seu conhecimento, leia o artigo <em>Aceita um chai?</em> abaixo.</p>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>• 2 litros de água mineral<br />
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado<br />
• 2 paus de canela<br />
• 1 copo de gengibre ralado<br />
• ½ copo de leite em pó (Ninho)<br />
• 2 colheres de chá preto inglês<br />
• 5 sementes de cardamomo</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>1. Medir 2 litros de água<br />
2. Separar 200ml da água para diluir o leite<br />
3. Por o restante da água a ferver<br />
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar<br />
5. Lavar e ralar o gengibre<br />
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda<br />
7. Adicionar o gengibre e misturar bem<br />
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo<br />
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e <span style="text-decoration: underline;">aguardar 5 minutos</span><br />
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer <span style="text-decoration: underline;">por mais 1 minuto</span><br />
11. <span style="text-decoration: underline;">Desligar o fogo</span> e adicionar as 2 colheres de chá preto. <span style="text-decoration: underline;">Aguardar 1 minuto</span><br />
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai<br />
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar<br />
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica<br />
15. Pronto para servir</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold;">“Aceita um chai?”</span></h2>
<p style="text-align: center;">Por <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>, Mestre de Yôga Antigo &#8211; <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank"><em>www.Uni-Yoga.org/blogdoderose</em></a></p>
<p style="text-align: left;">Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade</strong></p>
<p>Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chazinhos naturébas, não!</strong></p>
<p>Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém.  Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-280" title="chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/chai.jpg" alt="Uma delícia chamada chai" width="600" height="226" /><p class="wp-caption-text">Uma delícia chamada chai</p></div>
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		</item>
		<item>
		<title>A lenda do perfume secreto Kámala</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-lenda-do-perfume-secreto-kamala/</link>
		<comments>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-lenda-do-perfume-secreto-kamala/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 23:05:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Carezza]]></category>
		<category><![CDATA[essência]]></category>
		<category><![CDATA[Kámala]]></category>
		<category><![CDATA[lenda]]></category>
		<category><![CDATA[lótus]]></category>
		<category><![CDATA[Maharája]]></category>
		<category><![CDATA[Muntaz]]></category>
		<category><![CDATA[perfume]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>

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		<description><![CDATA[A LENDA DO PERFUME SECRETO KÁMALA (Extraído do imenso livro Tratado de Yôga, de DeRose) Conta a lenda, que Muntaz era uma das esposas de um poderoso Maharája do Norte da Índia. Desalentada, via que seu senhor manifestava preferência pelas outras mulheres enquanto ela era rejeitada, apesar de procurar conquistar o coração do Rei, fazendo-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>A LENDA DO PERFUME SECRETO KÁMALA</strong><br />
<small>(Extraído do imenso livro <em><strong>Tratado de Yôga</strong></em>, de DeRose)</small></p>
<p>Conta a lenda, que Muntaz era uma das esposas de um poderoso Maharája do Norte da Índia. Desalentada, via que seu senhor manifestava preferência pelas outras mulheres enquanto ela era rejeitada, apesar de procurar conquistar o coração do Rei, fazendo-se graciosa e tentando servi-lo da melhor maneira. Mas nada adiantava. As outras deviam ser mais adestradas nas artes do amor e colhiam os benefícios da satisfação do Marajá.</p>
<p>Certo dia, Muntaz procurou um Mago para que lhe preparasse um filtro de amor a fim de ajudá-la a aprisionar o coração do Rei. O Mago, súdito daquele soberano, recusou-se a ajudá-la, temendo as conseqüências, caso fosse descoberto. </p>
<p><span id="more-236"></span></p>
<p>Muntaz, tomada de desesperança, recolheu-se às funções secundárias das esposas menos importantes e passou a tomar muito cuidado com as suas ações, pois os reis costumavam mandar matar as esposas inconvenientes. </p>
<p>Assim, ocupou-se da arte da perfumaria, tida em alta conta nas cortes indianas de antanho. Além dos incensos, era muito apreciada a utilização de fontes com chafarizes que, ao invés de água, jorravam água-de-colônia, para deleite do monarca e seus convidados.</p>
<p>Tempos depois, o reino foi visitado por perfumistas portadores de oferendas ao Maharája, constituídas pelas mais nobres fórmulas de todo o mundo, inclusive da Europa. Muntaz foi encarregada de servi-los como anfitriã e de aprender o que pudesse para aprimorar sua função.</p>
<p>O perfumista-mor, homem idoso, cuja experiência o tornara observador de invejável acuidade, dirigiu-se a Muntaz e perscrutou:</p>
<p>- Alteza, notei que o coração de certa dama da corte está triste pela falta de retribuição do amor que devota ao seu esposo.</p>
<p>- Caro senhor, sua acutilância pode pôr em risco a privacidade dessa dama &#8211; respondeu a desditosa consorte com indisfarçável tristeza. </p>
<p>- Asseguro-lhe que esse risco ela não correrá, porquanto posso ajudar tal senhora com toda a discrição.</p>
<p>Ouvindo essas palavras, os olhos de Muntaz traíram a curiosidade, o desejo e a esperança. O ancião percebeu e sentiu-se encorajado a prosseguir:</p>
<p>- Uma das mais bem guardadas fórmulas que trago na memória, é a do perfume denominado <em>Kámala</em>. Seu aroma poderoso é capaz de despertar a paixão do homem e da mulher, estimulando o desejo dos dois parceiros tão intensamente, a ponto de restabelecer os fluidos vitais dos homens impotentes e das mulheres frígidas. Esse secreto perfume foi elaborado originalmente com o objetivo de aumentar a energia das pessoas para despertar nelas a força da criatividade, da sensibilidade e do dinamismo para o trabalho intelectual. Mas os antigos observaram que sob sua ação, surgiram as outras manifestações que enriqueciam a vida amorosa. Foi aí que o batizaram com o nome Kámala, que significa <em>flor de lótus</em>. Vou lhe ensinar essa fórmula para que Vossa Alteza possa auxiliar a dama em questão, ou qualquer outra que o necessite.</p>
<p>Depois de ouvir tudo isso, Muntaz não podia recusar a oferta. Disse-lhe, então, o sábio perfumista:</p>
<p>- É preciso utilizar os mais fortes fixadores da natureza, para que este óleo fique tão impregnado no corpo a ponto de exalar o seu perfume por muitas horas e até dias. O âmbar, o civete e o almíscar conferem-lhe o fascínio da sensualidade. Por outro lado, o sândalo, a alfazema e a rosa de boa procedência proporcionam a nobreza, a delicadeza e a nota romântica do buquê. Isto é um grande segredo da perfumaria oriental, que o Ocidente ainda desconhece. Depois é só ir temperando com mais estas dezessete essências naturais, até ficar bem aveludado e macio. Finalmente, o Kámala deve ser posto a envelhecer num recipiente de cristal, cuja tampa precisa permanecer lacrada por um ano, guardado em local fresco e ao abrigo da luz. Só depois desse tempo, pode ser utilizado. Mas atenção: a fórmula tem que ser preparada em noite de lua crescente e só se deve romper o lacre numa noite da mesma lua.</p>
<p>Muntaz fez exatamente como lhe havia sido ensinado. Um ano depois, muito emocionada, abriu o frasco. A fragrância invadiu seus aposentos. Conforme as instruções do velho perfumista, Muntaz resistiu à tentação e usou apenas três gotas na palma da mão, esfregou as mãos e, com elas, seu pescoço, colo e cabelos. Nessa noite, propositadamente, foi levar os quitutes ao Maharája. Este, ao sentir o perfume inebriante, pareceu notá-la pela primeira vez em tantos anos. Pediu-lhe que ficasse e se sentasse junto a ele. Perguntou-lhe por que haviam-se distanciado e confessou-lhe o desejo de estar mais tempo em sua presença.</p>
<p>Assim, dia após dia, Muntaz foi conquistando o coração do Rei até que, finalmente, ele ficou loucamente apaixonado por ela e não se interessava mais pelas outras mulheres.</p>
<p>Conta-se que quando Muntaz morreu, o Maharája mandou construir um mausoléu enorme e lindíssimo em mármore branco, como jamais houve outro igual em toda a Índia. E que, no palácio, encheu seus aposentos de espelhos dispostos de maneira que, onde quer que ele estivesse, pudesse vê-la em sua última morada. Hoje repousa ao lado dela, realizando suas juras de amor eterno.</p>
<p><em>Nos séculos seguintes e até hoje o perfume Kámala é considerado secreto e, embora seja caro, é difícil de se conseguir mesmo uma pequena quantidade. Somente os yôgins muito merecedores podem, eventualmente, obter um frasquinho com seu instrutor.</em></p>
<p>Esta lenda é apenas um conto. A fórmula Kámala foi elaborada por nós. É oportuno informar que nenhum fixador de origem animal que exigisse sacrifício, foi utilizado.<br />
•	O civete é retirado, sem causar dano ao animal, com uma espátula, de uma bolsa que o gato de algália tem perto do ânus para marcar seu território.<br />
•	O âmbar gris é expelido espontaneamente pelo cachalote e fica boiando no mar.<br />
•	O almíscar de origem animal não existe mais no mercado desde o século passado. Hoje só existem o almíscar vegetal e o sintetizado.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-238" title="kamala" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/kamala.jpg" alt="O maravilhoso Kámala" width="600" height="325" /><p class="wp-caption-text">O maravilhoso Kámala</p></div>
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		<title>O Incenso Kálí-Danda</title>
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		<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 22:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Egito]]></category>
		<category><![CDATA[incenso]]></category>
		<category><![CDATA[Kálí-Danda]]></category>
		<category><![CDATA[per fumum]]></category>
		<category><![CDATA[perfume]]></category>
		<category><![CDATA[purificador ambiental]]></category>

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		<description><![CDATA[O INCENSO (Extraído do imenso livro Tratado de Yôga, de DeRose) O incenso não é um artefato místico e sim um recurso natural que nos auxilia a atingir certos fins, variáveis conforme os perfumes e demais elementos constituintes das ervas, resinas, etc., cujas moléculas se desprendem com a queima e evolam, permitindo imediata absorção pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong> O INCENSO</strong><br />
<small>(Extraído do imenso livro <em><strong>Tratado de Yôga</strong></em>, de DeRose)</small></p>
<p>O incenso não é um artefato místico e sim um recurso natural que nos auxilia a atingir certos fins, variáveis conforme os perfumes e demais elementos constituintes das ervas, resinas, etc., cujas moléculas se desprendem com a queima e evolam, permitindo imediata absorção pela membrana pituitária.</p>
<p>Os perfumes influenciam o emocional, a mente e até o corpo, e a resposta é imediata, tão rápida quanto uma injeção na veia. Por exemplo:</p>
<p>•	se você sente um cheiro nauseabundo, o seu estômago embrulha na hora;<br />
•	se você sente um perfume sensual, as glândulas sexuais começam a segregar hormônios imediatamente;<br />
•	se você sente uma fragrância devocional, é logo arrebatado para estados de consciência que nenhum outro recurso conseguiria desencadear.<span id="more-231"></span></p>
<p>Assim, os antigos descobriram que os olores doces eram ótimos para se usar nos mosteiros, pois reduzem o apetite e predispõem ao jejum. Chegaram também à conclusão de que a inalação dos aromas ou dos vapores de certas ervas tinham influência positiva numa série de enfermidades. Quem ignora o efeito do eucalipto no combate às gripes? E quem contestaria o efeito das inalações feitas com ervas, como é o caso da eficaz buchinha-do-norte contra sinusites?<br />
Tudo começou quando passaram a queimar ervas e resinas em locais fechados para manter o ambiente agradável e notaram a ocorrência de efeitos nas pessoas que inalavam suas exalações, variáveis conforme o produto usado. Daí para a frente, foi só uma questão de tempo para catalogar os resultados. Desde então, passaram-se 5000 anos.</p>
<p>Hoje o incenso tem três aplicações distintas. A primeira é a de perfumar. A segunda, são os efeitos sobre as pessoas que o aspiram. A terceira é a purificação de ambientes. Um bom incenso deve ter tudo isso.<br />
É interessante observar que a própria palavra perfume provém do latim per fumum, pela fumaça, fazendo referência à forma pela qual se usava o perfume na antiguidade, ou seja, incensando, queimando ervas e resinas aromáticas.<br />
No nosso caso, a principal finalidade de utilizar o incenso, além do prazer olfativo, é estimular os exercícios respiratórios. Você já notou que quando sente um perfume agradável, a tendência natural é fazer respirações profundas?</p>
<p>A segunda finalidade é a que deu origem a uma divisão da medicina, denominada osmoterapia, ou aromaterapia. Ela procura proporcionar benefícios físicos e psicológicos, inclusive para estados enfermiços. Não trabalhamos com terapia, logo, essa parte é absorvida sob o aspecto da profilaxia.</p>
<p>A terceira finalidade é a que estuda os efeitos do incenso sobre o meio ambiente, no que diz respeito a duas perspectivas. Uma é não poluí-lo, evitando a queima de substâncias prejudiciais à saúde de seres humanos, animais e vegetais, ou à camada de ozônio.</p>
<p>A outra perspectiva dos efeitos sobre o meio ambiente é a que estuda os benefícios obtidos, tais como purificar o ar, reduzir a proliferação de fungos, repelir insetos e até mesmo melhorar a atmosfera psíquica. Atualmente estão sendo desenvolvidas pesquisas a fim de comprovar a teoria de que a fumaça do incenso contém elementos que neutralizam os da fumaça do cigarro. De qualquer forma, já é hábito corrente de muitos não-fumantes acender um incenso toda vez que alguém acende um cigarro em casa ou no escritório. Pelo menos, melhora o odor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> COMO COMECEI A INVESTIGAR</strong></p>
<p style="text-align: left;">Quando jovem exagerei no uso do incenso comum e, como todos continham muitas substâncias químicas, intoxiquei-me. Quando me recuperei, fiquei com a seqüela de uma hipersensibilidade. Por mais que trocasse de marca, voltava a sentir os mesmos sintomas. Até que num dado momento, já havia testado todos os que conseguira encontrar. Não adiantava. Eram todos iguais e a manifestação de sua toxidez variava pouco. Uns davam mais dor de cabeça, outros mais náuseas, outros mais irritação nas vias respiratórias&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Comecei então a estudar na Biblioteca Nacional tudo o que consegui encontrar sobre incenso em livros de química, medicina, perfumaria, magia, história e até arqueologia. Fui à Índia visitar fábricas de incenso e institutos de botânica. As descobertas foram decepcionantes e alarmantes.</p>
<p style="text-align: left;">O incenso verdadeiro, antigo e natural, era um produto medicinal, bom para a saúde, mas tão caro que nenhuma indústria podia utilizá-lo. Constituía um privilégio dos reis e altos sacerdotes das antigas civilizações. Haja vista a passagem bíblica que relata os presentes levados pelos Magos  a Jesus como pújá por ocasião do seu nascimento: ouro, incenso e mirra! As resinas de incenso e mirra são os principais componentes das fórmulas da antiguidade e foram mencionados em pé de igualdade e de valor com o próprio ouro.</p>
<p style="text-align: left;">Devido ao elevado custo dessas gomas, os fabricantes de incenso deixaram de utilizá-las e passaram a empregar substitutos baratos e inócuos ou até mesmo tóxicos. As fórmulas, atualmente, são variações em torno da que se segue:</p>
<p style="text-align: left;">1) um veículo para queima (serragem de madeira, papel, excremento de vaca, ou qualquer outra coisa que queime, não importando o seu efeito);<br />
2) uma cola para dar liga (goma arábica, laca, adragante, breu, cola de amido, colágeno de boi, etc., não importando o seu efeito ou toxidez);<br />
3) um corante verde, vermelho, roxo, etc. (geralmente anilina ou outra tinta);<br />
4) um perfume, geralmente químico (não importando sua toxidez).</p>
<p style="text-align: left;">Pergunto ao leitor, que efeito pode ter tal fórmula? Que efeito pode ter a queima de serragem, cola, anilina e essência química? Se é só para perfumar, melhor seria usar um borrifador e não queimar nada. Ainda por cima, muitas essências hoje são feitas à base de óleo extraído do petróleo que, queimando, libera monóxido de carbono, o qual é tóxico! Sem falar na queima das colas e corantes altamente tóxicos. Além disso, é contrasenso chamar varetas de incenso a um produto que não contém resina de incenso em sua fórmula. Tem tudo, menos incenso.</p>
<p style="text-align: left;">O mais paradoxal é que são justamente os ecologistas e naturalistas que mais consomem tais produtos extremamente intoxicantes, antiecológicos e agressivos ao meio ambiente!</p>
<p style="text-align: left;">Tão logo descobri todas essas coisas, parei de utilizar os incensos que havia à venda nas lojas e comecei a queimar as ervas e resinas indicadas pelos antigos alfarrábios, diretamente sobre brasas. Acontece que dava muito mais trabalho preparar as brasas num turíbulo do que acender uma vareta; também fazia muita sujeira, produzia fumaça em excesso e ainda terminava por obrigar o consumo de mais material, o que encarecia bastante.</p>
<p style="text-align: left;">Era necessário que encontrasse uma solução mais prática e cujo custo fosse viável. Consultei vários químicos, botânicos, ocultistas, mas a ajuda que eles deram foi pequena. A arte de fazer incenso verdadeiro estava perdida.<br />
Então, apelei para o Mestre. Utilizei as técnicas de meditação que já tinham dado certo noutras ocasiões e fixei a mente na idéia de encontrar uma solução para a fórmula do incenso. Bhavajánanda, como canal de contato com o inconsciente coletivo, poderia me conduzir a essa solução.</p>
<p style="text-align: left;">Não demorou e ela surgiu tão clara e lógica como se sempre a tivesse sabido e necessitasse apenas de uma alavancagem psicológica. Por outro lado, uma coisa é ter a fórmula na cabeça, outra bem diferente é saber como realizar cada etapa da alquimia das matérias-primas, à qual, só a prática pode conferir domínio perfeito.<br />
Restava, portanto, começar as infindáveis experiências que marcaram essa época. Cada vez que, novamente, dava tudo errado, tinha vontade de desistir, pois o preço do material posto fora era desanimador. Contudo, continuava, impelido pela obstinação em achar o processo.</p>
<p style="text-align: left;">Comecei por dominar a técnica do solve. Faltava a do et coagula. Tentei utilizar o elemento ar, mas não dava certo. Experimentei o fogo. Pareceu melhor. No entanto, havia substâncias inflamáveis na fórmula e o fogo podia explodir tudo. Só descobri isso quando um dia fui ver se as varetas já estavam secas e abri o forno um pouco antes da dissipação dos vapores inflamáveis. Ao abri-lo, entrou oxigênio, o comburente que faltava, e a coisa toda explodiu na minha cara!</p>
<p style="text-align: left;">Lembro-me até hoje da visão estarrecedora que foi contemplar o surgimento repentino de uma língua de fogo enorme, bem diante dos meus olhos: o deslocamento de ar atirando-me para trás, o calor, o cheiro dos meus cílios, sobrancelhas, barba e cabelos queimados, e a sensação de que talvez tivesse ficado cego. Mas não fiquei.<br />
Com o passar dos anos levei outros sustos semelhantes, porém, acabei me habituando. O primeiro foi o pior. Finalmente consegui concluir o processo todo, desde a escolha das matérias-primas importadas da Índia, Nepal, Egito, Somália, Etiópia; a combinação dos componentes na proporção ideal e pelo método correto (qualquer erro para menos prejudica o aroma; para mais, não queima); até a solidificação e secagem final sem evaporação para não perder a fragrância natural das resinas.</p>
<p style="text-align: left;">Quase intuitivamente fui adicionando ou suprimindo determinados componentes. Assim foi com o sal. Ao trocar impressões com vários outros fabricantes de incenso da Índia, todos ficavam aturdidos quando eram informados de que eu utilizava esse componente. Faziam uma cara de quem não estava entendendo nada e perguntavam:<br />
– Mas para que o sal se não ajuda na liga, nem no aroma, prejudica na secagem e ainda atrapalha com a presença dos seus cristais quebradiços?</p>
<p style="text-align: left;">Não adiantava explicar. Estávamos falando de coisas diferentes. Eu queria produzir um incenso iniciático, forte, poderoso, rico em efeitos positivos e isento de toxidez, mesmo que custasse mais caro e exigisse uma manipulação mais trabalhosa, afinal estava produzindo para nosso próprio uso e para o dos nossos discípulos. Os fabricantes, por sua vez, precisavam produzir algo que fosse fácil e barato o suficiente para estimular o consumo em larga escala a fim de que desse lucro, pois essa é a razão de ser de qualquer indústria. Então todo componente supérfluo que pudesse ser dispensado seria um custo a menos, o que conduziu à excessiva simplificação e mesmo à deturpação das suas fórmulas.</p>
<p style="text-align: left;">Vi que não tinha o que aprender com eles. Desisti do intercâmbio e continuei fazendo nosso incenso de fórmula excelente e caríssima. Minha saúde valia o preço.</p>
<p style="text-align: left;">Certo dia, na década de 70, uma aluna de São Paulo que participava do nosso curso na Faculdade de Ciências Biopsíquicas, declarou que tinha em seu poder alguns objetos encontrados em escavações arqueológicas no Egito por um parente seu. Ela estava apreensiva com a eventual maldição dos faraós e queria livrar-se deles. Perguntou-me se os queria. Não tenho nenhum interesse especial em coisas do Egito, mas quando soube do que se tratava, aceitei logo todo o lote. Havia amostras de incenso com mais de 3.000 anos! Isso me interessava.</p>
<p style="text-align: left;">O resultado da análise desse incenso foi emocionante. A fórmula dele também continha sal, carvão e as mesmas resinas da nossa, numa proporção bem semelhante. Como é que eu havia chegado ao mesmo resultado no século vinte, e quase sem fontes de referência? Só podemos atribuir isso ao inconsciente coletivo.</p>
<p style="text-align: left;">Aí tive uma idéia excitante: dissolvi uma parte do incenso do faraó em uma boa quantidade de álcool e, simbolicamente, passei a colocar uma gota dessa solução em cada partida de incenso que fizesse. Com isso, podia considerar que nosso incenso tinha, a partir de então, partículas de um incenso preparado pelos sacerdotes do antigo Egito, há mais de três milênios! Um princípio homeopático!</p>
<p style="text-align: left;">A descoberta proporcionada pela análise do incenso egípcio me deu vontade de pesquisar mais na literatura sagrada de vários povos. Tempos depois, entre outras descobertas interessantes, localizei uma referência no Velho Testamento, livro Exodus, capítulo 30, versículo 35, que diz:</p>
<p style="text-align: right;"><em> &#8220;Farás com tudo isso um perfume para a incensação, composto<br />
segundo a arte do perfumista, temperado com sal, puro e santo.&#8221;</em><br />
(Bíblia católica, tradução dos Monges Beneditinos de Maredsous, Bélgica)</p>
<p style="text-align: left;">Novamente, a presença do sal.</p>
<p style="text-align: left;">Até aquela época ainda preparava o incenso só para nosso uso. Alguns alunos gostavam, perguntavam como poderiam obtê-lo e cedíamos sem ônus umas pequenas quantidades a quem se interessasse. Porém, o número de admiradores crescia todos os dias e muitos eram instrutores que, por conseqüência, precisavam de grandes quantidades para usar em suas aulas. Como o custo do incenso era alto, logo chegou o momento em que não pudemos mais oferecê-lo daquela forma. Fomos obrigados a estabelecer um preço e começar a vendê-lo. Assim, o nosso veio a ser o primeiro incenso nacional (na época havia mais três marcas que eram vendidas no Brasil, mas todas produzidas fora do país, duas delas embaladas aqui).</p>
<p style="text-align: left;">Nosso incenso Kálí-Danda ficava cada vez melhor e mais conhecido. Chegavam pedidos do Brasil todo e de outros países da América do Sul e da Europa. Devido à enorme procura, ele sempre foi um incenso constantemente em falta, o que o tornou mais disputado e contribuiu para consolidar a celebridade que hoje goza entre os conhecedores.<br />
Para reforçar tudo isso, os ocultistas descobriram que ele limpa os ambientes com uma eficácia única. Sensitivos observam que esse incenso purifica e eleva o astral das pessoas e locais. Uma considerável gama de fenômenos indesejáveis cessa imediatamente com o seu uso. Os espíritas declaram que fica muito mais fácil realizar seus trabalhos queimando uma vareta do Kálí-Danda. Vários usuários nos informaram que recolhem suas cinzas e as empregam para friccionar a região dos chakras, com o propósito de estimulá-los. Outros servem-se delas como cicatrizante em ferimentos, aplicam para reduzir afecções de pele, espinhas, cravos, etc. Uma vez que esses usos não nos interessam, não procedemos a nenhuma pesquisa com o objetivo de confirmar sua eficácia para tais fins, e tampouco os sugerimos.</p>
<p style="text-align: left;">Não há produto bom e renomado que não seja logo imitado. Assim, surgiram muitas imitações baratas que não chegavam aos pés do original.</p>
<p style="text-align: left;">O instrutor, mais do que qualquer pessoa, está atento à qualidade do incenso, uma vez que vai ficar exposto a ele horas e horas, todos os dias. É fundamental que seja um produto puro e bom para a saúde, senão o instrutor é o primeiro a adoecer. Por isso, continuamos zelosos à rigorosa pureza e superior qualidade das resinas naturais, importadas das melhores procedências, bem como ao cuidado extremo na manipulação até o estágio final. O nosso incenso continua sendo um produto natural e artesanal.</p>
<p style="text-align: left;">Por outro lado, seus apaixonados admiradores precisam estar cientes de que um produto artesanal dificilmente sai igual duas vezes. Cada fornada tem uma personalidade própria e diferente de todas as anteriores. Varia no tempo da queima ou no perfume, na aparência exterior ou na rigidez da vareta. Muitos fatores contribuem para isso, mas um dos preponderantes é a origem da resina, pois as árvores da Somália produzem gomas diferentes das da Índia ou do Egito, conquanto tenham efeito similar.</p>
<p style="text-align: left;">Portanto, fica aqui um apelo do alquimista: não pergunte por que uma determinada partida está diferente de outra que você usou antes. Em vez disso, cultive o prazer de comparar as pequenas nuances de um ano para o outro ou até de uma década para a outra. Explore a propriedade do nosso incenso não estragar com o tempo, ainda que seja guardado sem embalagem durante anos. Como os bons vinhos, fica melhor com o envelhecimento. Se ficar úmido, basta deixá-lo um pouco ao sol. Pessoalmente costumamos queimar, de preferência, varetas com mais de dez anos. Sugerimos que você faça o mesmo. Não é difícil. Basta começar desde já a guardar uma reserva para envelhecimento. Depois é só usar os mais antigos e estocar os mais novos.</p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<div id="attachment_233" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-233" title="kali-danda" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/kali-danda.jpg" alt="O célebre Kálí-Danda" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">O célebre Kálí-Danda</p></div>
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		<title>Entrevista com DeRose na TV Estadão</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 19:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assista a esta entrevista com o Mestre DeRose na TV Estadão: http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514 Excelente matéria. As palavras são sempre muito bem colocadas, num tom de voz que passa por nuances inteligentes, temperadas com olhares e sorrisos na medida. Esse cara sempre é assim. É o siddhi (perfeição) da expressão. Espero que, agora, todos (inclusive o entrevistador) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista a esta entrevista com o Mestre DeRose na TV Estadão:</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514" target="_blank">http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514</a></p>
<p>Excelente matéria. As palavras são sempre muito bem colocadas, num tom de voz que passa por nuances inteligentes, temperadas com olhares e sorrisos na medida. Esse cara sempre é assim. É o siddhi (perfeição) da expressão.</p>
<p>Espero que, agora, todos (inclusive o entrevistador) tenham compreendido que <strong>O Yôga</strong> e &#8220;<em>a yóga</em>&#8221; são coisas completamente diferentes, como Física e Educação Física.</p>
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		<title>Definição de qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 20:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Yôga Antigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar. Esta é a definição de qualidade de vida adotada pela Cultura do SwáSthya. Gosto bastante, pois ela foi bem pensada e demoramos até chegar nestas palavras. Mude, retorne, case-se, separe-se, viaje, compre, venda, doe, receba, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer,<br />
com alegria, saúde e bem-estar.</strong></p>
<p>Esta é a definição de qualidade de vida adotada pela Cultura do SwáSthya. Gosto bastante, pois ela foi bem pensada e demoramos até chegar nestas palavras.</p>
<p>Mude, retorne, case-se, separe-se, viaje, compre, venda, doe, receba, presenteie, conquiste, mude, mude, mude. Faça aquilo que você quiser, conquanto não prejudique ninguém. Faça o que lhe inspira prazer, mas faça sem sentimento de culpa, faça com alegria, saúde e bem-estar. Ganhe dinheiro para ajudar nas realizações, mas não dependa do dinheiro para nada. Pare com o ciúme, inveja, medo, ódio remoído. Torne sua existência descomplicada.</p>
<p>Para seguir navegando sobre este assunto, <a title="Qualidade de vida no Blog do DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/o-que-e-qualidade-de-vida/" target="_blank">leia o post sobre qualidade de vida no Blog do DeRose</a>.</p>
<p>Sobre mudanças, <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/">leia o post com o vídeo do professor Joris Marengo intitulado </a><strong><em><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/">Mude Sempre</a></em></strong>.</p>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Origens do Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Sámkhya]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Massi]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga) Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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