Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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Arquivo da categoria ‘Cultura & Geral’
Utilize óculos escuros de qualidade. A lente é o segredo! Dezembro 27, 2011 | 10:02 pm

Cuidado: as lentes dos óculos escuros devem ser de qualidade séria. Lentes escuras reduzem a quantidade de luz que chega aos seus olhos, fazendo com que a pupila se dilate. Tudo bem até aí. Entretanto, quando as lentes são de má qualidade, elas diminuem só a luz, mas não bloqueiam os raios nocivos e – como você está com suas pupilas dilatadas – você receberá um banho enorme de raios prejudiciais à saúde de seus olhos. Ou seja, se é para ter óculos de camelôs, é muito mais saudável não usar nada.

Você pode ler dicas interessantes aqui: http://viagem.hsw.uol.com.br/oculos-de-sol.htm

Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre. Dezembro 24, 2011 | 12:50 am

Muitas conquistas pessoais…

Amizade com pessoas especiais…

Amadurecimento profissional…

Vida alegre…

1 ano de Porto Alegre!

Muito obrigado
a todos que estão
fazendo linda parte
desta trajetória.

Reflexão de Epicurus Novembro 21, 2011 | 08:08 am


Epicurus, falecido há 2281 anos, aos 71 anos de idade.

Superpopulação Novembro 14, 2011 | 08:08 am

Menos é mais. Há uma inflação de gente no planeta azul que flutua ao redor do Sol. Não precisamos procriar tanto. E nem devemos. Assim como uma moeda se desvaloriza quanto é feita em demasia, a Humanidade também perde o seu valor se crescer demais. O povo já está para as grandes corporações assim como o gado está para a indústria do abate: manipulado em meio à loucura. Temos hoje um conglomerado de personas que vieram ao mundo e ir-se-ão sem saber do que se trata o tanto de trabalho burro que realizaram. Horas e horas diárias e cíclicas fazendo coisas que não querem para atingir resultados que não precisam. Mentes cansadas entregues a um paradigma existencial vigente que nós mesmos criamos. A superpopulação é um problema real, que afeta e polui a terra, a água e o ar deste planeta que nos sustenta condicionalmente. A Natureza, latu sensu, sempre estará bem. A biodiversidade é que está indo para uma situação pior – e nós estamos incluídos neste barco.

Atenção aos futuros papais e mamães: revertamos este quadro! A partir de agora, vamos todos considerar que o número ideal de filhos é de -2 a 1 por casal. Não entendeu o “-2″? Isto seria adotar duas crianças. Você não só deixa de colocar mais uma no mundo, como ainda salva uma criaturinha que nasceu em condições paupérrimas. Se o número populacional estivesse controlado, o ideal seria dois filhos por casal, mas agora estamos em campanha de diminuição de povo. Ter mais do que um filho é agir com um egoísmo que desconsidera o caso da contingência. Proliferar tanto assim é dar um tiro no próprio pé: maior número de pessoas por metro quadrado implica em redução do espaço vital individual, o que gera ansiedade, desentendimentos, brigas e guerras; causa, em âmbito global, um acirramento da luta social por comida, segurança e abrigo do frio e do calor (aluguéis caríssimos). Os pais esvaem-se em energia e dinheiro para sustentar suas criaturinhas durante longos anos, e deixam de valorizar o próprio crescimento financeiro e intelectual, criando um círculo vicioso de pais inexperientes com filhos despreparados. Não precisamos disso. Aguardemos a chegada dos 30, 35 anos para ter filhos (ou melhor, um filho; ou melhor: adotar um ou dois) e paremos de procriar em excesso.

Os nativos brasileiros Novembro 8, 2011 | 08:08 am

Se um país – os Estados Unidos por exemplo – invadissem o Brasil, impusessem sua cultura (isso era para ser uma hipótese?), seus costumes e os seus métodos para gerenciar a sociedade, você gostaria? Sendo que, nessas condições, você seria considerado um cidadão inferior, já que não estaria encaixado aos costumes estadunidenses. Se eles forçassem você a se adequar aos procedimentos impostos por eles, que não são os verdadeiros donos desta terra, você acharia justo?

Não? Então seja bem-vindo ao pensamento indígena! Cultive um pouco mais de empatia e tenha paciência quando deparar-se com alguma revolta dos índios pelo Brasil afora. Quinhentos anos é pouco para superar a perda das terras e da tradição cultural que os nativos brasileiros sofreram.

Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar
por Jorge Ben Jor

Todo dia, toda hora, era dia de índio

Todo dia, toda hora, era dia de índio

Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá

Hey! Hey! Hey!
Hey! Hey! Hey!

Curumim chama cunhatã que eu vou contar
Cunhatã chama curumim que eu vou contar
Curumim, cunhatã
Cunhatã, curumim

Antes que os homens aqui pisassem
Nas ricas e férteis terraes brazilis
Que eram povoadas e amadas por milhões de índios
Reais donos felizes
Da terra do pau-brasil
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio
Pois todo dia, toda hora, era dia de índio

Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril
Mas agora eles só têm um dia
O dia dezenove de abril

Amantes da pureza e da natureza
Eles são de verdade incapazes
De maltratarem as femeas
Ou de poluir o rio, o céu e o mar
Protegendo o equilíbrio ecológico
Da terra, fauna e flora
Pois na sua história, o índio
É o exemplo mais puro
Mais perfeito, mais belo
Junto da harmonia da fraternidade
E da alegria,

Da alegria de viver
Da alegria de amar
Mas no entanto agora
O seu canto de guerra
É um choro de uma raça inocente
Que já foi muito contente
Pois antigamente

Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio

Hey! Hey! Hey!

Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas,
Makus, Nambikwaras, Tupis, Bororós,
Guaranis, Kaiowa, Ñandeva, YemiKruia
Yanomá, Waurá, Kamayurá, Iawalapiti, Suyá,
Txikão, Txu-Karramãe, Xokren, Xikrin, Krahô,
Ramkokamenkrá, Suyá

Todo dia, toda hora, era dia de índio
Todo dia, toda hora, era dia de índio

Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim
Hey! Hey! Hey!
Curumim, cunhatã
Hey! Hey! Hey!
Cunhatã, curumim

E aqui uma bela graça do Marcelo Adnet: http://www.youtube.com/watch?v=EcdkZ1POMnA

Remediar com drogas Novembro 7, 2011 | 08:08 am

Sempre que posso, não tomo remédios para aliviar dores. Procuro conviver com a dorzinha, que é passageira e amiga, pois é um aviso natural que sinto quando estou fazendo algo errado. Considero que isto seja muito bom, pois assim o corpo não cria a famosa “resistência” aos remédios, que é fato. Deste modo, quando em ocasiões que me exijam recuperação imediata – como ministrar uma aula ou participar de um curso – bastará tomar uma dose mínima e tudo se resolverá rapidamente.

É um posicionamento bastante válido, desde que seja sem fanatismos. Eliminemos aquele “fundamentalismo naturalista” que faz pessoas alternativóides morrerem porque não quiseram tomar um remédio salvador ao sofrer de um problema grave. Bom senso sempre.

Encerro com a seguinte matéria:

Quem costuma tomar medicamentos por conta própria
pode contribuir para a proliferação de bactérias mais resistentes

Texto extraído do artigo “7 fatos sobre a superbactéria” (http://super.abril.com.br/blogs/superlistas/7-fatos-sobre-a-superbacteria/)

Se você é daqueles que tomam antibiótico sem orientação médica ou interrompem o tratamento antes do tempo recomendado, saiba que também é responsável pela proliferação de superbactérias. Com os antibióticos, as mais fracas morrem. Mas podem existir outras capazes de resistir, graças a mutações genéticas naturais. Ao tomar o remédio de qualquer jeito, você, cidadão de bem, acaba contribuindo para selecionar as linhagens mais resistentes e permitir que se multipliquem, podendo fazer um estrago depois. Porém, justiça seja feita: o uso indiscriminado de remédio é apenas uma das causas. As próprias bactérias, independente disso, acabam desenvolvendo mecanismos de resistência.

Doação e adoção: Steve Jobs é um exemplo fantástico! Outubro 9, 2011 | 02:08 pm

Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você.

Adoção

Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se não tivesse sido adotado? Talvez, um eterno desconhecido chamado Steve Schieble Jandali (sobrenomes dos pais biológicos).

Transplante de órgãos

Graças aos transplantes de órgãos, Steve Jobs pode receber um fígado em transplante que lhe salvou a vida. O que seria de Steve Jobs se a pessoa de vinte e poucos anos que morreu num acidente de carro não tivesse escolhido ser doador de órgãos? Talvez, o Apple guy não tivesse podido lançar mais algumas revoluções, e então ainda estaríamos sem estas coisinhas escandalosamente fantásticas chamadas iPads e tablets – que, mais do que dispositivos futurísticos, auxiliam as pessoas a se relacionarem e a produzirem mais.

Conclusão

Adoção, de fato, é muito nobre: ao invés de acrescentar ao mundo uma nova criança, você aprimora outra que já existe e que nasceu num ambiente desfavorecido, ou que nasceu com pais incompetentes e irresponsáveis. De uma forma ou de outra, este filhão ou filhona lhe será grato pelo resto da vida. Não será seu filho de sangue, e não há mal nisso. Aliás, esta criança já é um parente distante.

Doação de órgãos, de fato, é muito nobre também: qual o motivo de obrigar os órgãos a ficarem inválidos dentro de um corpo sem vida, enquanto eles, por si sós, poderiam salvar outras vidas? O problema é que as pessoas não gostam de pensar em morrer, e falar em doação de órgãos é como se agourasse a expectativa de vida. Chega de pensamento provinciano. E ficará mais fácil se você imaginar a hipótese de precisar de órgãos. Seja altruísta, nem que seja por egoísmo.

Amor desimpedido Outubro 4, 2011 | 07:48 am

Amor desimpedido
Livre, solto, escolhido
Fecundado na amizade
No romance colhido

Se quando o tempo passa
A paixão cessa e o amor permanece
Gozo de um amor sincero
Bem o que eu quero
Todo coração merece


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