Alexandre Montagna

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A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir

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Bom mês marciano! Março 2, 2010 | 03:11 pm

Como você pode ter percebido, foi diminuída a marcha do blog. É apenas um momento, claro. Muito conteúdo está em fase de fermentação e crescimento para ser lançado futuramente. Enquanto isso, confira esta dica de navegação: o novo blog yogachapeco.com/blog lançado já com diversas fotos!!

Um bom mês de março a todos! Março, Martius, Marte. Marte é o deus da guerra na Mitologia Romana. Isso faria sentido porque o mês de março abre a primavera (no clima do Mediterrâneo), o que é a época boa para iniciar as campanhas bélicas. Bem, eu prefiro considerar época boa para namorar e cheirar o perfume das flores.

SwáSthya!

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Ah, Fontana! Fevereiro 14, 2010 | 07:14 pm
Desde 1834

Desde 1834

Devo render uma homenagem a esta erva-mate pura folha, forte e amarga chamada Fontana.

Conheci ela dentro na época que auxiliava na manutenção da cantina da escola Método DeRose Pelotas, pois meu amigo e primeiro instrutor Marcelo Mendonça já tomava esta erva frequentemente. Havia um pote só para a Fontana, outro só para uma outra erva bem boa, a Madrugada (pacote amarelo, pura folha), e outro para a mistura das duas, ao qual batizei deliberadamente de “Fongada”.

A Fontana é muito, muito boa. Para quem gosta de chimarrão forte e amargo, ela é a minha sugestão. Qual não foi minha surpresa quando li o texto que vem na embalagem dela, o qual utilizarei para encerrar este post. Segue:

Assim como o hábito do chimarrão costuma ser passado de pai para filho, a erva mate Fontana também é uma tradição familiar. Fabricada desde o século XIX, até hoje mantém o seu inconfundível sabor encorpado e seu característico aroma levemente defumado. Foi o genovês Francisco Fasce Fontana quem iniciou esta história, quando imigrou da Itália para o Uruguai, aonde virou comerciante de chimarrão e, anos depois, mudou-se do Uruguai para o Brasil, aonde estabeleceu seu próprio engenho de erva mate. A erva mate Fontana, que neste início de século XXI permanece sob os carinhosos cuidados da mesma família, é a mais saborosa erva mate pura folha do Brasil, elaborada com folhas selecionadas especialmente para os apreciadores de um verdadeiro chimarrão.

Você sabia?

A erva mate Fontana recebeu medalha de ouro do júri internacional da Societé Nationale des Sciences et des Arts Industriels nas feiras internacionais de Paris 1890 e Paris 1892.

Veja mais sobre a erva mate Fontana.

Costumes repressores da sociedade Janeiro 25, 2010 | 11:01 pm

E assim, aos tropeços, caminha a humanidade. Às vezes, em marcha a ré, mas, todavia, avante.

saia-justa-moral-praia-roupa-lei-sociedade-conduta-blog-alexandre-montagna

Fiscal verificando as medidas para cumprir a lei e a moral

“A foto acima é de uma praia dos EUA, 1922. Naquele tempo, a lei proibia que saias de banho tivessem altura superior a 15 cm acima do joelho. Na imagem, um fiscal faz valer a lei. A ‘moderninha’ que a infringisse era punida com multa por desobediência e abandono da praia.”

Fonte: post Saia justa do portal Amigos de Pelotas.

Mimi Kirk, a vegetariana mais sexy Janeiro 25, 2010 | 10:52 pm

mimi-kirk-vegetariana-mais-sexy-blog-alexandre-montagnaSaiu no Vista-se:

“Eu juro que eu me sinto como se tivesse vinte e poucos anos!”. Vegana há 40 anos, ou seja, sua dieta exclui qualquer produto animal, inclusive ovos e laticínios, Mimi, de 70, diz que sua motivação principal é os animais. “É muito triste a forma como eles são tratados pela indústria e nós não precisamos de produtos animais na nossa dieta”, explica.

Leia a matéria na íntegra.

Já temos alguns exemplares de Mimi Kirks em nossa egrégora, e eu tenho certeza de que todas as meninas do Método DeRose serão, no mínimo, assim futuramente.

Crack, mais uma droga Janeiro 15, 2010 | 08:08 am

Dois tipos utilizam drogas: os que não têm escolhas  (membros de comunidades de baixo padrão que já nascem nesse mundo) e os que têm escolhas (caretas que poderiam usufruir de uma vida bastante saudável e de bom padrão, mas acabam por se atirar nos entorpecentes para fazer parte de algum grupo bobão).

A pedido de Fernanda, uma visitante que trabalha no Ministério da Saúde, vim reforçar a mensagem sobre a força que o crack tem para viciar logo na primeira vez. Na verdade, eu acharia muito mais eficaz combater o álcool, que mata bastante gente através de acidentes e mantém a massa ludibriada. Porém, este psicotrópico está aparentemente blindado contra acusações e ataques por render muito dinheiro aos que regem as leis. Então, vamos falar do crack.

A média do público que lê meu blog é avessa a drogas em geral. Entretanto, é recorrente a visitação de diversos perfis de leitores por aqui. Então, atenção: se você, leitor, é usuário de drogas e estiver a fim de experimentar o crack, largue essa ideia. Largue as drogas em geral, aliás. Se você estiver de mal com a vida e quiser mesmo chutar o balde, então, já que você praticamente jogaria sua vida fora com esta droga que vicia logo na primeira tragada (ou fungada, ou seja lá o que for), ou envenenaria-se com outras menos pesadas, ao invés de se afundar nestas coisas que tal virar índio numa das dezenas de comunidades ainda existentes pelo interior do Brasil? Andar nu 24h por dia, pintar o corpo para rituais culturais e comer mandioca na rede. Quer mais do que isso? Você pode também virar um hippie de cara limpa, viajando pela América do Sul só de caronas e curtindo as paisagens e as pessoas. Ou então, vá para a Índia e vire um saddhu! Deixe a barba crescer e fique meditando 24h por dia.. Puts, é tanta coisa boa que você pode fazer para viver..

Drogas? Fique fora!

A Santa Ceia atual Dezembro 19, 2009 | 06:00 pm
Vamos, irmão, comer uma porca sangrando para celebrar a vida e beber um vinho para celebrar consciência!

Vamos, irmãos, comer uma porca sangrando para celebrar a vida e beber álcool para brindar à consciência!

E, no revólver do organismo, alguns grandes problemas à ponto de bala, esperando a garfada fatal que puxará o gatilho rumo ao Sonrisal (ou ao hospital). Essa é a Santa Ceia atual.

No cenário coadjuvante, a alguns metros da concentração da bagunça, paira numa mesa, amparado por um suporte que tenta transmitir requinte, sobre um tecido que transborda o móvel, um livro escrito por homens e atribuído a um Ser Celestial, supostamente designado para doutrinar e direcionar a conduta de vida de seus leitores, e até nesse livro errante não há em lugar algum a indicação de que o ser humano foi projetado para comer carnes.

Pelo que me consta, em nenhuma passagem das traduções mais antigas e fiéis da Bíblia há indicações de que Jesus comeu peixe, tomou vinho, ou que o ser humano foi feito para comer carnes. Muito pelo contrário, o Filho apenas tomou tiyrosh (non-alcoholic grapejuice or sweet wine [1]) e, no Gênesis, consta que fomos projetados para durar 120 anos e que foram criadas as árvores e as ervas que dão semente para que nos sirvam de alimento.

“Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem;
quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão.”
(Isaías, 66:3)

Parece tudo bem claro. Não que esse livro sirva como norte moral válido para aplicarmos no cotidiano, da mesma forma como descartamos também o Corão, ou o Torá, mas vale o registro para todos aqueles que precisam de um empurrãozinho religioso.

“Virá o dia em que a matança de um animal
será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem.”
(Leonardo da Vinci, mais de mil anos depois da Bíblia)


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