Você deve assistir a este ótimo documentário escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre.
Confira os créditos, elenco etc: casacinepoa.com.br/os-filmes/créditos/ilha-das-flores.
| Arquivo da categoria ‘Cultura & Geral’ |
| Clássico documentário “Ilha das Flores”, de Porto Alegre | Fevereiro 3, 2012 | 05:00 pm |
|
Você deve assistir a este ótimo documentário escrito e dirigido pelo cineasta Jorge Furtado em 1989, com produção da Casa de Cinema de Porto Alegre. Confira os créditos, elenco etc: casacinepoa.com.br/os-filmes/créditos/ilha-das-flores. |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: Brasil, Casa de Cinema de Porto Alegre, documentário, economia, Ilha das flores, indústria, Jorge Furtado, Porto Alegre, sistema, sociedade | Nenhum comentário |
| O mundo que preconizamos | Janeiro 9, 2012 | 01:30 pm |
|
Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo: httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo: “Manual de Civilidade”MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/ Civilidade, o que é isso? O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”. Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo. Cordialidade Cordialidade provém do latim cordis, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados cordiais, porque faziam bem ao coração. De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar. A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio. A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver. Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método DeRose, orientei-a a escrever esta carta: “Prezada Sra. Rosa Maria. Fiquei ciente de que, involuntariamente, perturbei o seu sossego. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta. Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso. Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la. Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível. Obrigada pela sua compreensão. Virgínia Barbosa Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada. No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia. Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta: “Estimada vizinha Vivian. Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar. Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes. Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto. De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno. Cordialmente, Mariana Rodrigues” Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:
“Estimado Vizinho. Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina. O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão. Por isso, por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães. Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas. Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores. Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada. Com toda a boa vontade do DeRose” Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante. “Três-vezes-três ações de civilidade por dia”Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras). Três vezes três O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele. Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo: Não tome decisões emocionadas. |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: A Nossa Cultura, boas maneiras, bondade, cidadania, civilidade, Comendador DeRose, conceitos, DeRose, educador DeRose, escolhas, humanidade, Método DeRose, Moinhos de Vento, Porto Alegre, sociedade, unidade Moinhos, vida, Yôga | 1 comentário |
| Testando: poça, pôxa. | Dezembro 28, 2011 | 11:39 pm |
|
Acentuação no wordpress dá problema no Facebook. Testing sharing at Facebook. Houston, we have encoding issues. |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Nenhum comentário |
| Utilize óculos escuros de qualidade. A lente é o segredo! | Dezembro 27, 2011 | 10:02 pm |
|
Você pode ler dicas interessantes aqui: http://viagem.hsw.uol.com.br/oculos-de-sol.htm |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: dicas, óculos de sol, óculos escuros, olhos, raios, raios nocivos, sistema visual, sunglass, ultra-violeta, UV | Nenhum comentário |
| Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre. | Dezembro 24, 2011 | 12:50 am |
|
Muitas conquistas pessoais… Amizade com pessoas especiais… Amadurecimento profissional… Vida alegre… 1 ano de Porto Alegre!
Muito obrigado
a todos que estão fazendo linda parte desta trajetória.
|
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: Alexandre Montagna, escolhas, karma, Método DeRose, Moinhos de Vento, Porto Alegre, Sarita Borges, unidade Moinhos | Nenhum comentário |
| Reflexão de Epicurus | Novembro 21, 2011 | 08:08 am |
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: agnosticismo, agnóstico, Alberto Caeiro, ateísmo, ateus, Deus, Epicurus, Fernando Pessoa | Nenhum comentário |
| Superpopulação | Novembro 14, 2011 | 08:08 am |
|
Menos é mais. Há uma inflação de gente no planeta azul que flutua ao redor do Sol. Não precisamos procriar tanto. E nem devemos. Assim como uma moeda se desvaloriza quanto é feita em demasia, a Humanidade também perde o seu valor se crescer demais. O povo já está para as grandes corporações assim como o gado está para a indústria do abate: manipulado em meio à loucura. Temos hoje um conglomerado de personas que vieram ao mundo e ir-se-ão sem saber do que se trata o tanto de trabalho burro que realizaram. Horas e horas diárias e cíclicas fazendo coisas que não querem para atingir resultados que não precisam. Mentes cansadas entregues a um paradigma existencial vigente que nós mesmos criamos. A superpopulação é um problema real, que afeta e polui a terra, a água e o ar deste planeta que nos sustenta condicionalmente. A Natureza, latu sensu, sempre estará bem. A biodiversidade é que está indo para uma situação pior – e nós estamos incluídos neste barco. Atenção aos futuros papais e mamães: revertamos este quadro! A partir de agora, vamos todos considerar que o número ideal de filhos é de -2 a 1 por casal. Não entendeu o “-2″? Isto seria adotar duas crianças. Você não só deixa de colocar mais uma no mundo, como ainda salva uma criaturinha que nasceu em condições paupérrimas. Se o número populacional estivesse controlado, o ideal seria dois filhos por casal, mas agora estamos em campanha de diminuição de povo. Ter mais do que um filho é agir com um egoísmo que desconsidera o caso da contingência. Proliferar tanto assim é dar um tiro no próprio pé: maior número de pessoas por metro quadrado implica em redução do espaço vital individual, o que gera ansiedade, desentendimentos, brigas e guerras; causa, em âmbito global, um acirramento da luta social por comida, segurança e abrigo do frio e do calor (aluguéis caríssimos). Os pais esvaem-se em energia e dinheiro para sustentar suas criaturinhas durante longos anos, e deixam de valorizar o próprio crescimento financeiro e intelectual, criando um círculo vicioso de pais inexperientes com filhos despreparados. Não precisamos disso. Aguardemos a chegada dos 30, 35 anos para ter filhos (ou melhor, um filho; ou melhor: adotar um ou dois) e paremos de procriar em excesso. |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: adoção, amor, consciência, crianças, educação, espaço vital, filhos adotados, filhos adotivos, gado, humanidade, mundo, nascimento, povo, responsabilidade ambiental, responsabilidade social, superpopulação, sustentabilidade, taxa de mortalidade, taxa de natalidade | 2 comentários |
| Os nativos brasileiros | Novembro 8, 2011 | 08:08 am |
|
Se um país – os Estados Unidos por exemplo – invadissem o Brasil, impusessem sua cultura (isso era para ser uma hipótese?), seus costumes e os seus métodos para gerenciar a sociedade, você gostaria? Sendo que, nessas condições, você seria considerado um cidadão inferior, já que não estaria encaixado aos costumes estadunidenses. Se eles forçassem você a se adequar aos procedimentos impostos por eles, que não são os verdadeiros donos desta terra, você acharia justo? Não? Então seja bem-vindo ao pensamento indígena! Cultive um pouco mais de empatia e tenha paciência quando deparar-se com alguma revolta dos índios pelo Brasil afora. Quinhentos anos é pouco para superar a perda das terras e da tradição cultural que os nativos brasileiros sofreram. Curumim Chama Cunhatã Que Eu Vou Contar ![]() Todo dia, toda hora, era dia de índio Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas, Hey! Hey! Hey! Curumim chama cunhatã que eu vou contar Antes que os homens aqui pisassem Mas agora eles só têm um dia Amantes da pureza e da natureza Da alegria de viver Todo dia, toda hora, era dia de índio Hey! Hey! Hey! Jês, Kariris, Karajás, Tukanos, Caraíbas, Todo dia, toda hora, era dia de índio Hey! Hey! Hey! E aqui uma bela graça do Marcelo Adnet: http://www.youtube.com/watch?v=EcdkZ1POMnA |
|
| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: Brasil, comunidade indígena, índios, Marcelo Adnet, Natureza, povo brasileiro | Nenhum comentário |