Se observarmos a Filosofia Clássica Ocidental, na “República” de Platão, encontramos um motivo para que tenham surgido as religiões: assim como a Mitologia, é uma maneira simples de passar conhecimentos e valores para não Iniciados.
Em todos os períodos da história tivemos elites que tiveram acesso a cultura e conhecimentos “avançados” para a sua época. Hoje, o Método DeRose, trás uma proposta que está “a frente de seu tempo” mas que é perfeitamente factível.
Nós sabemos que, num futuro mais próximo do que imaginamos, serão valores e práticas muito comuns para a nova Humanidade que vem surgindo e também sabemos, não só pelas perseguições injustas daqueles que tentam nos calar, que se tentarmos levar estes valores e conceitos para a mesma massa que fica em casa assistindo 5 horas seguidas de novelas por dia, para alcançar o sucesso, teríamos que simplificá-la tanto que se descaracterizaria. Da mesma forma que aconteceu com o Yôga, ao longo do tempo, e tornou-se ióga, para as massas.
Porém, ainda seria melhor ensinar alguns destes valores e conceitos para que preparessemos a humanidade para o empuxo evolucional que está por vir (já leu algo parecido com isto?) do que deixá-la na cultuando a ignorância.
A Religião e a Mitologia que muitas das vezes é caracterizado como algo meramente fantasioso (no estilo conto de fadas) foi a maneira simplificada que os grandes mestres encontraram para disseminar grandes ensinamentos de maneira inteligível, mas que pudesse ser resgatados em sua forma integral pelas novas elites.
Assim o fizeram Patáñjali ao codificar o Yôga Clássico, Shankarachárya ao “deturpar” o Yôga vedantizando-o e o próprio Platão, citado no início deste comentário, ao sugerir a criação de histórias infantis (mitos) que direcionassem os novos cidadãos a realizar trabalhos em prol de toda a sociedade (república) em que estivessem inseridas, a fim de evitar que esta descambasse para o caos que qualquer sociedade se torna quando o individualismo impera.
De modo algum devemos ignorar o fato de que estes direcionamentos podem ser malévolos, que podem atrofiar nosso livre pensar e agir e que podem ser utilizado, unicamente, a fim de manipular um grupo de indivíduos (este grupo pode variar de dois indivíduos a toda população de um planeta), mas não podemos simplesmente afirmar que as religiões são malévolas ou imbecis.
Deixemos as religiões para aqueles que ainda precisam ou escolhem ser religiosos e sigamos praticando e trabalhando com a Nossa Cultura para, quando estes estiverem preparados, juntem-se a nós.
Um abraço alaranjado.
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Pedro Gabriel
yôgin – Unidade Santos
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Agosto 9th, 2010 às 12:23
Olá, camarada Alexandre. Tudo bem?
Se observarmos a Filosofia Clássica Ocidental, na “República” de Platão, encontramos um motivo para que tenham surgido as religiões: assim como a Mitologia, é uma maneira simples de passar conhecimentos e valores para não Iniciados.
Em todos os períodos da história tivemos elites que tiveram acesso a cultura e conhecimentos “avançados” para a sua época. Hoje, o Método DeRose, trás uma proposta que está “a frente de seu tempo” mas que é perfeitamente factível.
Nós sabemos que, num futuro mais próximo do que imaginamos, serão valores e práticas muito comuns para a nova Humanidade que vem surgindo e também sabemos, não só pelas perseguições injustas daqueles que tentam nos calar, que se tentarmos levar estes valores e conceitos para a mesma massa que fica em casa assistindo 5 horas seguidas de novelas por dia, para alcançar o sucesso, teríamos que simplificá-la tanto que se descaracterizaria. Da mesma forma que aconteceu com o Yôga, ao longo do tempo, e tornou-se ióga, para as massas.
Porém, ainda seria melhor ensinar alguns destes valores e conceitos para que preparessemos a humanidade para o empuxo evolucional que está por vir (já leu algo parecido com isto?) do que deixá-la na cultuando a ignorância.
A Religião e a Mitologia que muitas das vezes é caracterizado como algo meramente fantasioso (no estilo conto de fadas) foi a maneira simplificada que os grandes mestres encontraram para disseminar grandes ensinamentos de maneira inteligível, mas que pudesse ser resgatados em sua forma integral pelas novas elites.
Assim o fizeram Patáñjali ao codificar o Yôga Clássico, Shankarachárya ao “deturpar” o Yôga vedantizando-o e o próprio Platão, citado no início deste comentário, ao sugerir a criação de histórias infantis (mitos) que direcionassem os novos cidadãos a realizar trabalhos em prol de toda a sociedade (república) em que estivessem inseridas, a fim de evitar que esta descambasse para o caos que qualquer sociedade se torna quando o individualismo impera.
De modo algum devemos ignorar o fato de que estes direcionamentos podem ser malévolos, que podem atrofiar nosso livre pensar e agir e que podem ser utilizado, unicamente, a fim de manipular um grupo de indivíduos (este grupo pode variar de dois indivíduos a toda população de um planeta), mas não podemos simplesmente afirmar que as religiões são malévolas ou imbecis.
Deixemos as religiões para aqueles que ainda precisam ou escolhem ser religiosos e sigamos praticando e trabalhando com a Nossa Cultura para, quando estes estiverem preparados, juntem-se a nós.
Um abraço alaranjado.
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Pedro Gabriel
yôgin – Unidade Santos
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Agosto 9th, 2010 às 17:51
E eu não vou comentar.
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Agosto 11th, 2010 às 20:27
Grande lucidez, Pedro Gabriel!
Muito grato. Merece ser um post individual.
Alegria!
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Agosto 13th, 2010 às 14:23
Lucidez não se compara a megalucidez, hehehheeh.
Obrigado, Matias.
Um abração.
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