Teimosia em tachar o que for diferente
Por Alexandre Montagna, Domingo, 1 Março 2009 | 11:33Para ler o texto abaixo, é necessário primeiro ler este post no Blog do DeRose:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/padre-lendell-de-moura/
É frustrante ler estas palavras e constatar a repetida teimosia em tachar de louco todo aquele cujo trabalho esteja fora da alçada da compreensão comum. E muitos de nós fazemos isso, em um nível ou em outro.
Para ilustrar comportamento semelhante: ontem eu estava conversando com uma pessoa muito querida para mim e mencionei que a Índia possuia, além do inglês, outros 21 idiomas reconhecidos oficialmente pelo governo; minha interlocutora, num comentário rápido, disse “que ridículo isso né?”. Mais uma vez, a tendência à tachação! Dei uma volta na conversa, mencionando a iniciativa do Esperanto e a utopia de uma língua planetária. Mencionei regionalismos e a inevitável criação de novas identidades linguísticas. Concluí conseguindo trocar o adjetivo utilizado: de “ridículo” para “riqueza”.
Isso nos mostra o quanto somos inclinados à desdenhar o que for diferente por parecer exagerado, estranho, desnecessário, loucura, etc. Admito que eu posso ser assim, em algum nível, mas esforço-me para atingir a perfeita compreensão das cousas.
Sugiro também que você leia estes ótimos artigos:
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares-2/
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/como-a-humanidade-trata-seus-luminares/








