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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Yôga</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>A guerra nos atrasa como espécie</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A guerra é um excelente meio de fazer a economia girar. Uma economia bastante falha na lógica e na semântica, diga-se de passagem. E, ainda, os conflitos bélicos são grandes erros que nos prendem lá atrás enquanto espécies em evolução. www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ Não há motivo racional algum para um animal matar outro animal que não o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra é um excelente meio de fazer a economia girar. Uma economia bastante falha na lógica e na semântica, diga-se de passagem. E, ainda, os conflitos bélicos são grandes erros que nos prendem lá atrás enquanto espécies em evolução.</p>
<p><div style="text-align: center;"><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ">www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ</a></p></div></p>
<p>Não há motivo racional algum para um animal matar outro animal que não o conheça, não o fira, não o prejudique nem o ofenda. Ou seja, soldados matarem outros soldados de um outro país, noutras palavras, homens honestos com esposas e filhos matarem outros homens honestos com esposas e filhos de um outro país, não faz o menor dos sentidos.</p>
<p>Só quem ganha são os empresários de cujos mercados econômicos a guerra fez girar.</p>
<p>Vídeo compartilhado pela instrutora do Método DeRose <a href="http://www.facebook.com/cherrine.cardoso#!/cherrine.cardoso?v=wall&amp;story_fbid=142164095810548&amp;ref=mf" target="_blank">Cherrine Cardoso</a>.</p>
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		<title>Método DeRose é uma Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1466" title="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio.jpg" alt="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" width="600" height="327" /></p>
<p>O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes convencionais, essas filosofias são chamadas de<strong> Yôga</strong>,  <strong>Sámkhya</strong> e <strong>Tantra</strong>. Os dois primeiros compartilham um mesmo objetivo, a libertação. Libertação dos condicionamentos e das amarras da personalidade, numa conquista absoluta do autoconhecimento e união com a própria essência, a Mônada &#8211; ou Púrusha, conforme a nomenclatura adotada pela Escola Sámkhya. Contudo, o Sámkhya é teórico e sua atuação limita-se à mapear a trilha do tesouro, enquanto o Yôga é estritamente prático e constitui a caminhada terra-a-terra que ruma ao diamante, direcionada por aquele mapa.</p>
<p>O Tantra é a contraparte comportamental, que orienta a maneira de interagir com os demais seres, com a natureza e consigo próprio, preconizando <em>a melhor maneira de fazer qualquer coisa</em> (possível definição presente no Sanskrit-English Dictionary, de Sir Monier Williams). Nada disso é moderno. Essas três filosofias são patrimônio cultural da Humanidade e possuem o valor de um diamante do tamanho do nosso planeta. De fato, praticar o Yôga Antigo, compreender o mundo sob o prisma naturalista do Sámkhya e viver tântricamente é o paraíso na Terra.</p>
<p>DeRose, meu Mestre de Yôga, começou em 1960 sua trajetória profissional de ícone que rumou às <em>Origens do Yôga Antigo</em> (essa expressão virou um de seus livros). O trabalho de resgate dessa filosofia milenar trouxe algo maior do que o objetivo original. Estamos falando de um trabalho que começou há meio século e ainda está em andamento, ganhando forma e identidade: <strong>Método DeRose, Méthode De Rose, DeRose Method</strong>. O trabalho de sistematização do Yôga Antigo tornou-se algo muito maior, um<em> life style</em>, um estilo de vida, uma <strong>Cultura</strong>! O Método leva o nome DeRose devido aos méritos do educador: observação, pesquisa e codificação dessas raízes filosóficas, e ainda contando com o apoio e o amparo bibliográfico de diversos Mestres e estudiosos dessas raízes. Quando você encontrar uma escola credenciada pelo Método DeRose, já sabe que trata-se de um oásis em sua cidade. Lá você terá acesso à beleza de Nossa Cultura, praticando muito SwáSthya Yôga (a sistematização do Yôga Antigo), e aprendendo bastante sobre as características comportamentais desrepressoras e sensoriais do Tantra (da linha Dakshinachara), e ainda aprender e vislumbrar-se com a beleza do Universo através de uma compreensão naturalista, sem misticismo, conforme orienta o milenar Sámkhya.</p>
<p>Prepare-se: é muita coisa boa. A porta é estreita e reservada aos fortes. Lá dentro, há um enorme conhecimento para você saber mais, ampliar o espectro de sua sensorialidade e ganhar poder sobre si próprio. Tenho a convicção de que você sentirá a beleza e o refino do que encontrará. Enquanto isso, fico cá torcendo por você, e torcendo para que sua caminhada seja forte, mas na medida certa, o que é muito importante, pois <em>a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva</em>.</p>
<p>Yôga, Sámkhya, Tantra.<br />
Poder, saber, sentir.<br />
Método DeRose.</p>
<p><a href="http://alexandremontagna.com/" target="_blank">AlexandreMontagna.com</a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Vocabulário do Yôga no Novo Acordo Ortográfico</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 23:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
		<category><![CDATA[língua portuguesa]]></category>
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		<description><![CDATA[Exemplos de palavras convertidas para as novas regras e que utilizamos frequentemente em textos yôgis: autoconhecimento, auto-observação, autossuperação, autossuficiência, autoentrega, autoestudo, hiperconsciência, megalucidez, ultraintegral, proto-história. Ah, sim! E a palavra Yôga? Continua sendo grafada como sempre foi e sempre deveria ter sido: Yôga ou Yōga (como este acento mácron não existe no português, o melhor é grafarmos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Exemplos de palavras convertidas para as novas regras e que utilizamos frequentemente em textos yôgis:</p>
<ul>
<li>autoconhecimento,</li>
<li>auto-observação,</li>
<li>autossuperação,</li>
<li>autossuficiência,</li>
<li>autoentrega,</li>
<li>autoestudo,</li>
<li>hiperconsciência,</li>
<li>megalucidez,</li>
<li>ultraintegral,</li>
<li>proto-história.</li>
</ul>
<p>Ah, sim! E a palavra Yôga? Continua sendo grafada como sempre foi e sempre deveria ter sido: <strong>Yôga</strong> ou <strong>Yōga<span style="font-weight: normal;"> (como este acento <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Macron" target="_blank">mácron</a> não existe no português, o melhor é grafarmos com circunflexo).</span></strong></p>
<p>Agora,  complementarei o post com palavras gerais para ilustrar melhor:</p>
<ul>
<li>autorretrato <span style="color: #808080;">(quando a pronúncia exigir, dobram-se o </span><em><span style="color: #808080;">r</span></em><span style="color: #808080;"> e o </span><em><span style="color: #808080;">s</span></em><span style="color: #808080;"> do segundo termo)</span>,</li>
<li>bem-sucedido,</li>
<li>coautor,</li>
<li>corresponsável,</li>
<li>infravermelho,</li>
<li>malsucedido <span style="color: #808080;">(só vai hífen após </span><em><span style="color: #808080;">mal</span></em><span style="color: #808080;"> se a próxima letra for vogal ou </span><em><span style="color: #808080;">h</span></em><span style="color: #808080;">)</span>,</li>
<li>micro-ondas <span style="color: #808080;">(letras iguais devem ser separadas por hífen)</span>,</li>
<li>minissaia,</li>
<li>pré-natal <span style="color: #808080;">(sempre vai hífen depois de </span><em><span style="color: #808080;">além, aquém, bem,ex, <span style="text-decoration: underline;">pós</span>, <span style="text-decoration: underline;">pré</span>, <span style="text-decoration: underline;">pró</span>, recém, sem, vice</span></em><span style="color: #808080;">)</span>,</li>
<li>preestabelecer <span style="color: #808080;">(não vai hífen quando a pronúncia de </span><em><span style="color: #808080;">pos, pre</span></em><span style="color: #808080;"> e </span><em><span style="color: #808080;">pro</span></em><span style="color: #808080;"> for fechada)</span>,</li>
<li>reavaliar,</li>
<li>reescrever,</li>
<li>semi-integral,</li>
<li>subalugar,</li>
<li>sub-humano,</li>
<li>super-homem,</li>
<li>superinteressante,</li>
<li>suprassumo,</li>
<li>vasodilatador.</li>
</ul>
<p>Fonte: <a href="http://www.abril.com.br/reforma-ortografica/hifen.shtml" target="_blank">Abril</a> e testes de conversor no <a href="http://www.interney.net/conversor-ortografico.php" target="_blank">Interney</a>.</p>
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		<title>A sistematização do SwáSthya Yôga</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
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		<description><![CDATA[O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um pouco sobre isso:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Método DeRose</strong><br />
é uma urdidura entre<br />
conceitos (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e técnicas (Yôga).</p>
<p style="text-align: center;">As raízes da cultura que propomos são muito antigas, com mais de 5000 anos.</p>
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		<title>DeRose Festival Florianópolis 2010</title>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 06:46:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eeeeeeeeeeestá chegando o DeRose Festival Florianópolis 2010!! Amanhã embarcaremos eu, Dani, Sary, Mateus, Cris e Sarinha rumo à capital catarinense para mergulhar em três dias de pura vivência e convivência com praticantes do Método DeRose de diversas regiões do Brasil e do mundo. Será fantástico!! Este é o mais antigo e também o maior dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1432" title="derose-festival" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/derose-festival.gif" alt="derose-festival" width="240" height="150" /></p>
<p>Eeeeeeeeeeestá chegando o <a href="http://www.derosefestival.com" target="_blank">DeRose Festival Florianópolis 2010</a>!! Amanhã embarcaremos eu, Dani, <a href="http://www.saritaborges.com" target="_blank">Sary</a>, Mateus, Cris e Sarinha rumo à capital catarinense para mergulhar em três dias de pura vivência e convivência com praticantes do Método DeRose de diversas regiões do Brasil e do mundo. Será fantástico!!</p>
<p>Este é o mais antigo e também o maior dos festivais do Método em número de participantes. Por isto mesmo, o evento bate o recorde de três atividades ocorrendo simultaneamente! Não dá para fazer tudo, então é preciso treinar o nosso poder de escolha. São muitas atividades excelentes!</p>
<p>O Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas. Este belo evento proporciona a agradável confraternização de centenas de pessoas ao redor do mundo que se identificam com a cultura preconizada.</p>
<p>Um forte abraço e até à volta!!</p>
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		<title>Desapego para viver feliz</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia este pequeno artigo compartilhado por <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000327261959" target="_blank">Margareth Peres</a> no Facebook:</p>
<blockquote><p>Desapego es la palabra clave para vivir feliz en un mundo donde hay tanta confusión y tantos cambios. La persona desapegada siempre tiene una sonrisa en su cara, pues la vida no le pesa nada. Aún así, es capaz de dar mucho amor, pues no impone condiciones, sino que acepta al otro, tal como es. Sin embargo, no significa rechazo. Todo lo contrario: la persona que realmente es desapegada, estará lista para apreciar al otro, pues no se puede dejar influir. Será capaz de ver las verdaderas cualidades positivas que el otro guarda dentro de sí.</p>
<p>Cuando dependemos de algo o alguien lo que olvidamos es que no podemos poseer nada. Podemos cuidar, podemos usar, podemos disponer. Pero no podemos poseer. Como reza el dicho: cuando te vayas, no puedes llevártelo contigo. Y sin embargo, es la idea de posesión la que yace en la raíz de todos los miedos y conflictos. El miedo a la pérdida, el miedo a no poder conseguir lo que ya hemos decidido que es nuestro en nuestras mentes.</p></blockquote>
<p>Agradeça-me por treinar o seu espanhol. É fácil de compreender, não?</p>
<p>É interessante traçar um paralelo ao universo de conhecimento da nossa filosofia. Há uma norma ética milenar do Yôga chamado aparigraha, que significa <em>não-possessividade</em> ou <em>desapego</em> e consta no Yôga Sútra de Pátañjali. Encerrarei o post com um preceito moderador que está no Código de Ética do Yôgin, elaborado pelo Comendador DeRose, inspirado no Yôga Sútra, que preconiza: <em>a observância de </em><strong><em>aparigraha</em></strong><em> não deve induzir à displicência para com as propriedades confiadas à nossa guarda, nem à falta de zelo para com as pessoas que queremos bem</em>.</p>
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		<title>Método DeRose</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em cultivar não apenas meros alunos, mas sim verdadeiros discípulos, cujos corações bombeiem sangue puro carregado de ética e vibrem no magistério para passar adiante o conhecimento. Assim fazem os Mestres.</p>
<div id="attachment_1157" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1157" title="mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis" width="250" height="178" /><p class="wp-caption-text">DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis</p></div>
<p>Neste sentido, todo Mestre é professor, mas nem todo professor é Mestre. Dentre os Mestres, há o meu de Yôga, sobre o qual você provavelmente já tenha ouvido falar, já leu algo a respeito ou até mesmo travou contato com alguma de suas frases ou artigos, que sempre são perpetuados &#8211; sem os devidos créditos às vezes. É o Comendador DeRose, e sua trajetória constitui numa admirável seqüência de ações efetivas para formar futuros novos Mestres na sociedade.</p>
<p>DeRose direciona seus esforços para um público que realmente assimila e coloca em prática a sabedoria milenar que ele se empenha em compartilhar. Ele não canaliza sua energia para pessoas que apenas admiram a evolução pessoal: mas sim aos indivíduos que querem evoluir de fato! Numa era de tantos autores especializados em cativar a opinião pública e lançar frases de efeito, DeRose está em contraste por trabalhar na mudança real através das escolas que perpetuam um Método com o seu nome. Enquanto há milhares de oradores falando que precisamos cuidar do meio ambiente, observar honestidade e amor por todas as criaturas da Criação, e seus respectivos interlocutores balançando um &#8220;sim&#8221; com a cabeça, mas nada fazendo, nas escolas do <a href="http://www.metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a> todos os alunos-praticantes são adeptos de uma alimentação mais inteligente, sem carnes, consomem de empresas analisando seus méritos sócio-ambientais, separam lixo, são avessos a caças esportivas e a quaisquer tipos de maltratos animais, bem como observam diversos  outros itens, senão todos, sobre a responsabilidade ambiental. Isso é ação efetiva do indivíduo na sociedade! Coisa do <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>&#8230;</p>
<div id="attachment_1159" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1159" title="mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna1.jpg" alt="DeRose com Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do Tratado de Yôga" width="250" height="240" /><p class="wp-caption-text">DeRose com os amigos Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do monumental Tratado de Yôga</p></div>
<p>Em tempos de redução da consciência com a utilização de entorpecentes como o álcool, fumo, crack e drogas em geral, todos os praticantes do Método vivem de cara limpa, saudáveis, vivem longe das drogas, incluindo as legalizadas, e por isso mesmo são muito mais conscientes de seus atos dentro do mundo em que interagem. São indivíduos que passam a ter mais voz e voto de valor. De mente lúcida e consciência em ordem, passam a se divertir mais em reuniões e festas, com um aproveitamento superlativo dos momentos de confraternização e, ainda, passam a gozar de um privilégio que poucos nichos da humanidade usufruem: o comportamento desrepressor, a extroversão e uma fascinante liberdade-com-disciplina.</p>
<p>Perante a impaciência e a intolerância, todos os alunos do Método DeRose são veementemente orientados a ser tolerantes, respeitosos e cordiais com quem quer que seja. Longe de isso implicar em agir como santos, isso serve para manter as diferenças num equilíbrio mais harmonioso, e essa atitude precisa mesmo ser muito incentivada. Não bastasse isso, a cultura preconizada pelo Com<sup>dor</sup> DeRose é completamente avessa a seitas, o que acaba por cultivar um público com muito mais senso crítico e lúcido, capaz de assimilar e aplicar na vida os conceitos aprendidos. E isso é ótimo!</p>
<p>Considerando que o poder de mudança está no indivíduo, e não no governo, o grupo internacional de alunos e praticantes do <a href="http://www.yoga-go.com.br/derose.htm" target="_blank">Método DeRose</a> prefere agir ao reclamar. No Método DeRose, ninguém deseja a satisfação teórico-terapêutica, mas sim cultivar a qualidade de vida na prática, evoluindo e passando tudo de bom adiante.</p>
<p>A melhor forma de conhecer alguém é pessoalmente, e a segunda melhor é ouví-la diretamente. Então para conhecer melhor o Método <a href="http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose/" target="_blank">DeRose</a>, assista à entrevista a seguir nas palavras do seu próprio sistematizador:</p>
<div id="player">
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="300" src="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><em>Entrevista com DeRose feita em 2009 na Europa, feita pelo jornalista António Mateus. </em><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/02/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/"><em> Leia a transcrição</em></a><em>.</em></p>
</div>
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		<title>Meu complexo e poderoso ego</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:08:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Meu ego, complexo e poderoso. Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras? Eu te influencio ou me influencias tu? Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras, se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu. Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu ego, complexo e poderoso.<br />
Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras?<br />
Eu te influencio ou me influencias tu?<br />
Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras,<br />
se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu.<br />
Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei.<br />
Eu Sou acima de ti, e a ti ensino. Estamos muito perto.<br />
Silencia-te quando quero, e assim me liberto.</em><br />
Montagna</p>
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		<title>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010. Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro. Feliz Ano Novo, amigos leitores! Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010.<br />
Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro.<br />
Feliz Ano Novo, amigos leitores!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</strong></p>
<blockquote><p>O que penso eu do mundo?<br />
Sei lá o que penso do mundo!<br />
Se eu adoecesse pensaria nisso.</p>
<p>Que idéia tenho eu das cousas?<br />
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?<br />
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma<br />
E sobre a criação do Mundo?</p>
<p>Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos<br />
E não pensar. É correr as cortinas<br />
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).</p>
<p>O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!<br />
O único mistério é haver quem pense no mistério.<br />
Quem está ao sol e fecha os olhos,<br />
Começa a não saber o que é o sol<br />
E a pensar muitas cousas cheias de calor.<br />
Mas abre os olhos e vê o sol,<br />
E já não pode pensar em nada,<br />
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos<br />
De todos os filósofos e de todos os poetas.<br />
A luz do sol não sabe o que faz<br />
E por isso não erra e é comum e boa.</p>
<p>Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?<br />
A de serem verdes e copadas e de terem ramos<br />
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,<br />
A nós, que não sabemos dar por elas.<br />
Mas que melhor metafísica que a delas,<br />
Que é a de não saber para que vivem<br />
Nem saber que o não sabem?</p>
<p>&#8220;Constituição íntima das cousas&#8221;&#8230;<br />
&#8220;Sentido íntimo do Universo&#8221;&#8230;<br />
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.<br />
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.<br />
É como pensar em razões e fins<br />
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores<br />
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.</p>
<p>Pensar no sentido íntimo das cousas<br />
É acrescentado, como pensar na saúde<br />
Ou levar um copo à água das fontes.</p>
<p>O único sentido íntimo das cousas<br />
É elas não terem sentido íntimo nenhum.<br />
Não acredito em Deus porque nunca o vi.<br />
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,<br />
Sem dúvida que viria falar comigo<br />
E entraria pela minha porta dentro<br />
Dizendo-me, Aqui estou!</p>
<p>(Isto é talvez ridículo aos ouvidos<br />
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,<br />
Não compreende quem fala delas<br />
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)</p>
<p>Mas se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e o luar,<br />
Então acredito nele,<br />
Então acredito nele a toda a hora,<br />
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,<br />
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.</p>
<p>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;<br />
Porque, se ele se fez, para eu o ver,<br />
Sol e luar e flores e árvores e montes,<br />
Se ele me aparece como sendo árvores e montes<br />
E luar e sol e flores,<br />
É que ele quer que eu o conheça<br />
Como árvores e montes e flores e luar e sol.</p>
<p>E por isso eu obedeço-lhe,<br />
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).<br />
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,<br />
Como quem abre os olhos e vê,<br />
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,<br />
E amo-o sem pensar nele,<br />
E penso-o vendo e ouvindo,<br />
E ando com ele a toda a hora.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>Alberto Caeiro</em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html">http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html</a></p>
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		<title>Sat chakra com De Bona</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 20:03:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FYESC]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>É com alegria que recebemos ontem o Professor <a href="http://www.metododerosekobrasol.org/html/nossos-instrutores.php" target="_blank">Rodrigo De Bona</a> em nosso sat chakra. De Bona é o Vice-Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina e esteve conosco na noite desta quarta-feira, conduzindo a prática de mentalização e alegrando a todos com sua fantástica e exemplar presença. É a primeira vez que um instrutor do leste vem visitar o nosso núcleo, que está no faroeste* catarinense.</p>
<p>* <em>far west</em>, o &#8220;longe oeste&#8221;.</p>
<p style="text-align: center; font-size: .8em;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1119" title="sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/10/sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="sat-chakra-yoga-chapeco-professor-rodrigo-de-bona-blog-alexandre-montagna" width="650" height="363" /> <strong>Cris, Sary, Instr. Alexandre, Instrª Daniela, Prof. De Bona, Nat, Cezar, Ozana e Mateus.</strong></p>
<p>Foi uma prática realmente diferente, na qual tive boas sensações sendo geradas e que até agora estou assimilando. Quero deixar aqui meu agradecimento público pelo carinho, conversas, dicas e risadas que este nosso amigo nos proporcionou.</p>
<p>Que volte sempre, Rô!</p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Retornando de um acidente</title>
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		<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 01:43:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Como muitos sabem, sábado passado (12), sofri um acidente de carro na ida a Joinville para realizar cursos com o Mestre <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>. Eu estava acompanhado de minha namorada <a href="http://www.saritaborges.com" target="_blank">Sary</a>, a minha colega instrutora Daniela e meu amigo e também aluno Helio. Não sofri graves problemas, pois estava utilizando cinto de segurança e então minhas lesões foram dores musculares e reclamações da coluna cervical. Os demais enfrentaram prejuízos de maior ou menor grau, mas todos leves e sem maiores perigos. Felizmente! Agradeço a todos os alunos e amigos que enviaram mensagens de força e carinho, bem como às mentalizações realizadas em Joinville, num ato que me inspirou muita gratidão, feitas em prol da nossa rápida regeneração celular e ganho de saúde. Muito obrigado a todos! Devo dizer que mesmo após termos saído bem, me ocorreu uma inevitável reflexão sobre o quão frágil podemos ser. É muito fácil a nossa superfície rasgar e começarmos a jorrar nosso fluido vermelho. Mole é fraturar a estrutura óssea, lesar a muscular, quebrar a articular. Num piscar de olhos, esse monte de carne que nós somos pode ter a vitalidade suprimida a partir de um objeto cortante, ou ser esmagado sem dó por toneladas de metal. Aí, puf! Foi-se uma vida, e com ela uma identidade em anexo, preenchida por memórias e imaginações de uma máscara (personam) que não existe mais.</p>
<p>O interessante é que, por outro lado, o corpo é também muito forte dentro de sua delicada complexidade. A recuperação do organismo é impressionante, a coagulação, a inflamação, a regeneração cutânea, muscular, óssea.. Essa vida involuntária que existe em nós e que nós não temos muita consciência é responsável por manter os sistemas em ordem e em atividade para pronta recuperação. A boa notícia é que nós somos capazes de percebê-la a fundo e intervir conforme nossa vontade e <strong>poder</strong> interior. Tenho um orgulho sadio de dizer que pratico e professo uma filosofia de vida que pega o indivíduo pelos ombros e o torna mais lúcido sobre essa constituição geral do ser. Em algumas técnicas específicas, aumentamos a consciência sobre os funcionamentos subconscientes e até mesmo inconscientes do nosso corpo, numa verdadeira trajetória de autoconhecimento e autopercepção. Sugiro que você conheça esta filosofia e seja meu colega nessa caminhada de vida. Para praticá-la, acesse <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">www.yogachapeco.com</a> se morar pelas minhas redondezas, ou <a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.metododerose.org</a> se quiser buscar núcleos, escolas e associações pelo brasil e pelo mundão afora.</p>
<p>Beijos e, como o domingo é o primeiro dia, então um bom início de semana para todos nós!</p>
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		<title>A personificação do imponderável</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média, pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-737" title="deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Papai sumiu! Ou será que nunca esteve lá?" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai.</p></div>
<p>Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média<em>,</em> pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É <em>o Deus</em>, no lugar de <em>a Deusa</em>; é <em>pai nosso</em>, <em>meu senhor</em>, <em>o criador</em>, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a <em>Deusa-mãe</em>, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza &#8211; conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, &#8220;<em>pois é uma questão metafísica</em>&#8221; &#8211; ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje.</p>
<p>Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais <em>prá frentex</em> do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de <em>delirium misticum</em>.</p>
<p>A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a <strong>Nossa Cultura</strong> resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do <strong>Yôga Antigo</strong>. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com <em>o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério</em><em>!</em> (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é <strong>agnosticismo</strong>, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<p style="text-align: left;">* Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa <em>Sámkhya Com Senhor</em> numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa <strong><em>Sámkhya Sem Senhor</em></strong>, o Sámkhya original.</p>
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		<title>Um texto meu no &#8220;Livre Pensar do Yôga&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado Livre Pensar do Yôga, gerenciado pelo meu amigo Caio Melo e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura. Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no Livre Pensar, enviei meu texto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.livrepensardoyoga.com/"><img class="size-full wp-image-872" title="livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Imagem característica do portal" width="600" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Shiva, o criador mitológico do Yôga, ilustra o portal.</p></div>
<p>Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado <strong>Livre Pensar do Yôga</strong>, gerenciado pelo meu amigo <a href="http://www.paraviverbem.com.br/" target="_blank">Caio Melo</a> e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura.</p>
<p>Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no <em>Livre Pensar</em>, enviei meu texto, pois achei cabido e gentil compartilhar minhas ideias noutros sites que me permitam fazer isso. O artigo chama-se <strong><em>Método DeRose é uma Cultura</em></strong>, e você pode encontrá-lo neste link: <a href="http://www.livrepensardoyoga.com/">LivrePensardoYoga.com</a>. Acesse!</p>
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		<title>Alimentação natural</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 00:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>De tão mencionada, acho interessante escrever sobre ela: a alimentação natural. O que é isso? Evite o termo <em>natural</em>, pois num sentido amplo não quer dizer muita coisa. Afinal, se tudo está na natureza, tudo é natural! Logo, até refrigerante e algodão-doce passam a ser natural. Mas para começarmos a estabelecer critérios, vamos procurar manter o conceito de natural dentro da seguinte definição: <strong><em>alimento natural é o</em></strong><strong><em> </em><em>que está sendo oferecido pela natureza e não passa por processos de transformações</em></strong>.</p>
<p>Com essa definição, vamos começar a desenvolver as possibilidades. Quanto mais longe da definição, menos natural o alimento é. Portanto, temos em primeira instância todas as frutas e seus sucos, e a preciosíssima água. Além de castanhas e nozes. Essa é a nossa alimentação ideal, que encontramos diretamente na Natureza sem precisar fazer nada: só levar à boca! Mas quem conseguiria alimentar-se apenas assim? Um amigo meu de Pelotas faz isso de tempos em tempos: ele já chegou a ficar quatro meses alimentando-se só com frutas (algumas secas), bananas-passa e nozes. Ele manteve musculatura definida e pele bronzeada, com práticas de Yôga bastante fortes. Apesar da nutrição ser perfeita, há um fortíssimo ônus a ser pago: a perda do convívio social. O principal obstáculo para essa alimentação é enfrentar o desajuste social e a saudade psicológica de uma comida mais quentinha que estamos tão acostumados a comer. Por isso, o ideal para nós, hoje, não é ficar nesse item, mas sim cultivá-lo bastante.</p>
<div id="attachment_757" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-757" title="vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Apimente sua vida: seja vegetariano!" width="260" height="350" /><p class="wp-caption-text">Apimente sua vida: seja vegetariano!</p></div>
<p>Em segunda colocação, vêm os vegetais, hortaliças &#8211; legumes, verduras, raízes, que não exigem grandes processos para serem ingeridos por nós: muitos já estão comestíveis, como a cenoura (quem nunca comeu cenoura estilo o coelho Pernalonga?) e outros só precisam de uma leve aquecida ou água fervida por cima para ficarem mais <em>al dente</em> e para eliminar possíveis bactérias. É importante aprender o método simples de lavagem para eliminar os agrotóxicos. Colocarei este método num próximo post. O crudivorismo geralmente fica nesse item, pois os alimentos são ingeridos praticamente crus. Sopas são a concessão máxima, desde que não cozinhe os alimentos, só dê uma aquecidinha gostosa.</p>
<p>Ao lado da segunda colocação, mas um pouquinho mais atrás, em terceira, vêm toda a alquimia possível entre os dois primeiros itens, acrescidos de fogo (fazendo pães e massas em geral com a utilização de trigo e cereais). Então temos pratos de forno e fogão, quentinhos, apimentados, condimentados (com orégano, manjericão, curry, açafrão, cominho, cardamomo, páprica e muito mais) coloridos e gostosíssimos, e <strong>estritamente vegans</strong>! Podemos convencionar que doces já são possíveis &#8211; mesmo com o açúcar refinado. O açúcar refinado não é vilão, apenas precisa ser usado muito moderadamente. Cuidado com a paixão pelo açúcar mascavo; não se transforme em um <em>naturéba</em>! Aqui temos feijoadas, arrozes, lentilhas e todos os grãos em pratos quentinhos e bem preparados, temos muitas tortas e belos pratos de forno, além de mencionar os milhares de preparos possíveis com legumes. Milhares mesmo!</p>
<div id="attachment_756" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-756" title="batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Coma esta delícia! Mas procure reduzí-la." width="220" height="146" /><p class="wp-caption-text">Coma esta delícia! Apenas procure reduzí-la.</p></div>
<p>Na quarta colocação, acrescentamos o envolvimento animal (e não o comprometimento), e isso nos dá o leite, geralmente da vaca, que utilizamos para fazer manteiga, diversos queijos, coalhada, etc; e ainda temos o mel das abelhas. Esses ingredientes chegam para aumentar a quantidade de possibilidades culinárias, e aí já temos o iogurte, a pizza e seu queijo, o chocolate, e muito, muito mais. Cuidado com o tofú e a ricota: não se transforme em um naturéba! Coma provolone, gouda e gorgonzola, e seja feliz. Este é o ponto ideal para cultivar muito, como hábito principal. Aqui, você terá pizzas, lasanhas, macarronadas, tortas, pastelões, quiches, strogonoffs e, nossa, muito mais.. principalmente se combinar com os pratos possíveis do item anterior.</p>
<p>Pertinho da quarta fileira, vem o ovo como quinto colocado. Seja de galinha ou outro bichinho, o ovo é um caso à parte, pois diferentemente do mel e do leite, ele se tornará um animal caso não haja interferência na chocação. Daí muitos vegetarianos reduzirem ou simplesmente perderem o interesse pelo ovo. Eu reduzo muito e evito quase sempre; quando como ovos, eles são de colonia, e jamais ovos de granja!</p>
<p>Agora, para simplificar, vamos colocar na sexta colocação todos os níveis e subníveis de alimentos processados que não inserem comprometimento animal (em que o animal precisa ser morto para oferecer o alimento). Aqui temos de tudo, como batata-frita, refrigerante e bolachinha recheada. Mergulhe no sexto nível sempre que quiser, mas procure ficar nas primeiras quatro ou cinco etapas deste artigo. <strong>Assim, você se manterá como um forte e saudável vegetariano.</strong></p>
<div id="attachment_727" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-727" title="viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Quino" width="600" height="246" /><p class="wp-caption-text">&quot;Era tão bonitinha quando pequena, gordinha como eu!&quot; - desabafa a mãe.</p></div>
<p>Abaixo, fora dessa lista, no fundo do poço, no rodapé da página, na milésima colocação dos quintos dos infernos, vem o comprometimento animal, que abrange carnes, gorduras (banhas), tripas, caldos e sangue dos bichos. Acha que entendeu algo errado, amigo leitor? Não, é isso mesmo: há quem coma sangue coagulado, chamado murcilha ou murcia. Chouriço de porco e outras aberrações culinárias são dignas de civilizações sub-bárbaras. Algumas coisas estão mascaradas como finas e requintadas, como o <em>foie gras</em> &#8211; o prato tradicional da França que consiste em um fígado de pato desenvolvido desumana e artificialmente para ser gigantesco e render dinheiro nos cofres da indústria.</p>
<p>Nesse nível caótico, encontra-se o famoso &#8220;<span style="font-weight: normal;"><em>sanduíche natural</em>&#8220;, com beterraba ralada, </span>atum, frango e peito de peru.</p>
<p style="text-align: left;">Eu, Einstein, Schopenhauer, Voltaire, Isaac Newton, Steve Jobs e Éder Jofre convidamos você a tomar a decisão mais sábia da sua vida: <strong><span style="font-weight: normal;">tornar-se vegetariano! Experimente, pague para ver: você vai nos agradecer um dia. Leia os outros textos e artigos relacionados a este assunto.</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-weight: normal;">Um forte abraço vegetariano!</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><p class="wp-caption-text">Apresentação de coreografia do Método DeRose pelo instrutor Arthur Costi, no Fest-Yôga Florianópolis 2009. Vegetarianismo. Vegetus - forte, vigoroso. O vegetariano é colega alimentar do búfalo, bisonte, rinoceronte, hipopótamo, cavalo, touro e do poderoso gorila. Forte como todos, saudável como sempre.</p></div>
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		<title>Fest-Yôga Florianópolis 2009 está chegando!!</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Postado novamente para ficar na primeira página Você sabe o que eu gosto no Fest-Yôga? É um evento de Yôga, e não de Oriente ou de alternativismo. São 600, 700 pessoas de boa cabeça, sem misticismo no ar, conversando e interagindo muito entre si. Ok, ok, vou falar com ainda mais objetividade: são centenas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Postado novamente para ficar na primeira página</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-555" title="fest-yoga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/fest-yoga.png" alt="fest-yoga" width="334" height="102" /></p>
<p>Você sabe o que eu gosto no Fest-Yôga? É um evento de Yôga, e não de Oriente ou de alternativismo. São 600, 700 pessoas de boa cabeça, sem misticismo no ar, conversando e interagindo muito entre si. Ok, ok, vou falar com ainda mais objetividade: são centenas de pessoas respirando 3 beliíssimas filosofias: Yôga, Sámkhya e Tantra. Nada pode ser melhor do que isso. Bem, pode sim: melhor do que o festival, só mesmo se conviver com um grupo assim no dia-a-dia, rodeado de pessoas entusiasmadas pelo saber, desreprimidas, descomplicadas, que valorizam a sensorialidade e com um poder interior que cresce a cada prática de Yôga (o sádhana diário que confere força, poder e energia).</p>
<p>Chamamos a reunião destas 3 filosofias, Yôga, Sámkhya e Tantra, de <strong>Nossa Cultura</strong> &#8211; o caldo cultural do Método DeRose pelo mundo. E o Festival Internacional de Yôga de Florianópolis é, entre todos, o maior dos festivais do Método, pois, talvez por ser o mais antigo, e também com méritos à sua localização geográfica, é o mais cheio de participantes e o mais recheado de vivências: este Fest-Yôga bate o recorde de 3 vivências <span style="text-decoration: underline;">simultâneas</span>! Não dá para fazer tudo, é muita coisa &#8211; muita coisa boa!</p>
<p>O evento ocorrerá nos dias 29, 30 e 31 de maio, e estamos indo eu, Dani, Sary, Mateus e Helio, numa aventura sobre quadro rodas a caminho do oriente catarinense, representando a egrégora chapecoense!</p>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://www.fest-yoga.com.br" target="_blank">www.Fest-Yoga.com.br</a></p>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem somos nós? foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (David Albert) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>Nosso encontro no Casa da Mata &#8211; 30/4/9</title>
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		<pubDate>Sat, 02 May 2009 03:52:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De desenho animado à política, de queijo à futebol americano, falamos de tudo um pouco e conversamos sobre um pouco de tudo. O encontro de quinta-feira à noite no Casa da Mata aqui em Chapecó foi bastante agradável. Fiquei muito feliz pela presença de vários singulares, que são, da esquerda à direita: [1] Helio, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De desenho animado à política, de queijo à futebol americano, falamos de tudo um pouco e conversamos sobre um pouco de tudo. O encontro de quinta-feira à noite no Casa da Mata aqui em Chapecó foi bastante agradável. Fiquei muito feliz pela presença de vários singulares, que são, da esquerda à direita: [1] Helio, que fez sua viagem Xanxerê -&gt; Chapecó para praticar SwáSthya e participar do encontro, e depois encarou uma viagem de retorno em plena madrugada em sua moto. É mole? Grande presença. [2] Sary, minha amada companheira, sempre um presente. [3] Eu. [4] Ozana, que após ter deixado sua lacuna presencial no <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-yogacine-foi-otimo-filme-o-feitico-do-tempo-groundhog-day/" target="_blank">Yôgacine</a> passado, pôde comparecer desta vez e nos privilegiar com sua participação. [5] Jeferson, o sempre divertido jornalista onisciente de Chapecó, que alimentou bastante as conversas da noite. [6] Michelli, nossa super simpática colega que participou pela primeira vez de um encontro <em>outdoors</em>. Uma alegria! [7] Pela primeira vez também, Leandro participou de nossos encontros. Me surpreendeu, confesso, pois já havia passado do tempo estimado em que ele poderia &#8211; ou não &#8211; aparecer. Bem antes do final das contas ele apareceu, e trouxe-nos sua divertida companhia. E assim, com bastante alegria, conversa, petiscos saborosos e uma acirrada disputa pelo ambiente sonoro com o músico da noite, se sucedeu o nosso encontro yôgi, que rumou-se para o fim após o Jeferson avisar a todos os desavisados que já era quase 3h da manhã. É assim mesmo, tempo bom passa rápido. Que venha o próximo, e que venha com as demais estimadas presenças que neste faltaram!</p>
<div id="attachment_576" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-576" title="yoga-folks-casa-da-mata-chapeco-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/yoga-folks-casa-da-mata-chapeco-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="yoga-folks-casa-da-mata-chapeco-blog-alexandre-montagna" width="600" height="450" /><p class="wp-caption-text">Foto polarizadíssima para fechar a conta da madrugada!</p></div>
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		<title>Aventureiros no ar</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 22:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo abaixo. Não é apenas lindo, é também espetacularmente arrepiante. A linha entre a vida e a morte fica como o sutil fio de uma teia de aranha. E em pensamentos, é fato, dá uma insana vontade de fazer igual.. muito igual. Gosto de pensar nos efeitos que isso gera no modo de pensar de quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista ao vídeo abaixo. Não é apenas lindo, é também espetacularmente arrepiante. A linha entre a vida e a morte fica como o sutil fio de uma teia de aranha. E em pensamentos, é fato, dá uma insana vontade de fazer igual.. muito igual. Gosto de pensar nos efeitos que isso gera no modo de pensar de quem pratica tais atividades. Tudo o que fazemos reverbera dentro de nossos pontos de vista e atitudes comportamentais. Tenho a tendência a gostar da cabeça dessas pessoas que fazem coisas de meter medo: são propensas a romper com paradigmas e ter mente mais aberta. Quanto mais sedentária a rotina da pessoa, tão mais sedentária e estagnada será a maneira de pensar, agir e sentir a vida.</p>
<p>Bem, ao <em>wingsuit base jumping</em>, prefiro o Yôga: abre a mente, proporciona lucidez e hiperconsciência, sem o risco de morte. Relembro que, quando refiro-me ao Yôga, trato do Yôga Antigo &#8211; Método DeRose.</p>
<p>Um beijo à <a href="http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/insano.html" target="_blank">Letícia Ziebell</a>, que me inspirou em mais um post com seu blog.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="580" height="360" data="http://www.youtube.com/v/I4U6T_BB1N8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/I4U6T_BB1N8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<div style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=I4U6T_BB1N8" target="_blank">Veja o vídeo em http://www.youtube.com/watch?v=I4U6T_BB1N8</a></div>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/metodo-derose-e-uma-cultura/" title="Método DeRose é uma Cultura">Método DeRose é uma Cultura</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-sistematizacao-do-swasthya-yoga/" title="A sistematização do SwáSthya Yôga">A sistematização do SwáSthya Yôga</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mestre-derose/" title="Método DeRose">Método DeRose</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/definicao-de-qualidade-de-vida/" title="Definição de qualidade de vida">Definição de qualidade de vida</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/sat-chakra-com-de-bona/" title="Sat chakra com De Bona">Sat chakra com De Bona</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Bibliografia recomendada para estudo do Yôga e dicas de livros para leitura geral</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/bibliografia-recomendada-para-estudo-do-yoga-e-dicas-de-livros-para-leitura-geral/</link>
		<comments>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/bibliografia-recomendada-para-estudo-do-yoga-e-dicas-de-livros-para-leitura-geral/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 14:19:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Anahí Flores]]></category>
		<category><![CDATA[bibliografia]]></category>
		<category><![CDATA[Índia Antiga]]></category>
		<category><![CDATA[Joris Marengo]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livros]]></category>
		<category><![CDATA[Lucila Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Monier-Williams]]></category>
		<category><![CDATA[recomendações]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo De Bona]]></category>
		<category><![CDATA[Sanskrit-English Dictionary]]></category>
		<category><![CDATA[Shivánanda]]></category>
		<category><![CDATA[Tratado de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Leia: Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas Orientação ao leitor de Yôga Bibliografia recomendada para estudo do Yôga: DeRose, Tratado de Yôga, Nobel. DeRose, Quando é preciso ser forte, Nobel. DeRose, Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga, L&#38;PM. DeRose, Programa do Curso Básico de Yôga, Uni-Yôga. DeRose, Boas Maneiras no Yôga, Uni-Yôga. DeRose, Eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-395" title="bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga.png" alt="bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga" width="440" height="160" /></p>
<p style="text-align: center;">Leia:<br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/boas-leituras/" target="_blank">Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/alguns-livros-recomendados-e-dicas-de-leitura/" target="_blank">Orientação ao leitor de Yôga</a></p>
<h2>Bibliografia recomendada para estudo do Yôga:</h2>
<ol>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tratado de Yôga</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Quando é preciso ser forte</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tudo o que você nunca quis saber sobre Yôga</span>, L&amp;PM.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Programa do Curso Básico de Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Boas Maneiras no Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Eu me lembro&#8230;</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Encontro com o Mestre</span>, Matrix.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Sútras &#8211; máximas de lucidez e êxtase</span>, Nobel.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Tantra, a sexualidade sacralizada</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Yôga Sútra de Pátañjali</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Mensagens do Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Karma e dharma &#8211; transforme a sua vida</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Chakras e kundaliní</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Alimentação vegetariana: chega de abobrinha!</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Meditação</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Origens do Yôga Antigo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Corpos do Homem e Planos do Universo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Guia do Instrutor de Yôga</span>, Uni-Yôga (esgotado).</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Prontuário de Yôga Antigo</span>, (edição histórica só para colecionadores).</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>A regulamentação dos profissionais de Yôga</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>DeRose</strong>, <span>Alternativas de relacionamento afetivo</span>, Afrontamento (Portugal).</li>
<li><strong>Santos, Sérgio</strong>, <span>Yôga, Sámkhya e Tantra</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Santos, Sérgio</strong>, <span>Escala Evolutiva</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Flores, Anahí</strong>, <span>Coreografias</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Marengo, Joris</strong>, <span>50 Aulas de Swásthya Yôga</span>, edição do autor.</li>
<li><strong>De Bona, Rodrigo</strong>, <span>A Parábola do Croissant</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Silva, Lucila</strong>, <span>Léxico de Yôga Antigo</span>, Uni-Yôga.</li>
<li><strong>Feuerstein, G.</strong> <span>A tradição do Yôga</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Michaël, T.</strong> <span>O Yôga</span>, Zahar Editores.</li>
<li><strong>Michaël, T.</strong> <span>O Yôga</span>, Martins Fontes (Edição Portuguesa).</li>
<li><strong>Time-Life</strong>, <span>Índia Antiga</span>, Abril Coleções.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Hatha Yôga</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Pránáyáma</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Kundaliní</span> Yôga, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Tantra Yôga</span>, Nada Yôga e Kriyá Yôga, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Autobiografia</span>, Pensamento.</li>
<li><strong>Shivánanda</strong>. <span>Japa Yôga</span>, Edição do Shivánanda Ashram.</li>
<li><strong>Bernard, T.</strong> <span>El Camino Práctico del Yôga</span>.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Pátañjali y el Yôga</span>, Editora Paidós.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Técnicas del Yôga</span>, Cia. Fabril Editora.</li>
<li><strong>Eliade, M.</strong> <span>Yôga, imortalidade e liberdade</span>, Editora Palas Athena.</li>
<li><strong>Purôhit Swámi</strong>, <span>Aphorisms of Yôga</span>, Faber &amp; Faber (Londres e Boston).</li>
<li><strong>Kastberger, F.</strong> <span>Léxico de Filosofía Hindú</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Van Lysebeth</strong>, <span>Tantra, o Culto da Feminilidade</span>, Summus Editorial.</li>
<li><strong>Blay, A.</strong> <span>Tantra Yôga</span>, Iberia</li>
<li><strong>Woodroffe, J.</strong> <span>Principios del Tantra</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Woodroffe, J.</strong> <span>Shaktí y Shakta</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Avalon, A.</strong> <span>El Poder Serpentino</span>, Editorial Kier.</li>
<li><strong>Gôswámi</strong>, <span>Laya Yôga</span>.</li>
<li><strong>Monier-Williams</strong>, <span>Sanskrit-English Dictionary</span>, Oriental Publishers.</li>
</ol>
<h2><strong>Indicações de leitura geral:</strong></h2>
<p><em>Títulos que sugiro e que bons amigos sugerem:</em></p>
<ul>
<li>Macaco Nu &#8211; Desmond Morris &#8211; Ed. Record</li>
<li>Pai Rico, Pai Pobre &#8211; Robert Kiyosaki &#8211; Ed. Campus</li>
<li>O Monge e o Executivo &#8211; James C. Hunter &#8211; Ed. Sextante</li>
<li>O Universo numa Casca de Nós &#8211; Stephen Hawking &#8211; Ed. Sextante</li>
<li>Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes &#8211; Stephen R. Covey &#8211; Ed. Franklin Covey</li>
<li>Posicionamento &#8211; Al Ries e Jack Trout &#8211; Ed. Pioneira</li>
<li>Reputação, na velocidade do pensamento &#8211; Mário Rosa &#8211; Ed. Geração Editorial</li>
<li>Segredos de uma Mente Milionária &#8211; T. Harv Eker &#8211; Ed. ARX</li>
<li>Tratado Geral Sobre a Fofoca &#8211; José Ângelo Gaiarsa &#8211; Ed. Summus</li>
</ul>
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		<title>Foto do nosso Yôgacine no Diário do Iguaçu de 27 de março de 2009</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 18:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saímos no jornal!! Diário do Iguaçu &#8211; Chapecó, Santa Catarina 27 de março de 2009 Muito legal! No próximo, quero mais gente participando!! Navegue mais para baixo e visualize o post em que comentei sobre o evento, e com a foto colorida. Artigos possivelmente relacionados:Sat chakra com De BonaO Yôgacine foi ótimo! Filme: O Feitiço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; ">Saímos no jornal!!<br />
Diário do Iguaçu &#8211; Chapecó, Santa Catarina<br />
27 de março de 2009</p>
<div id="attachment_337" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-337" title="jornal-yoga-yogacine-chapeco-alexandre-montagna-blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/jornal-yoga-yogacine-chapeco-alexandre-montagna-blog.jpg" alt="Todos lindões! O chai saborosíssimo. Só a &quot;legenda&quot; ficou &quot;engraçada&quot;, hehehe...." width="600" height="505" /><p class="wp-caption-text">Todos lindões! O chai saborosíssimo, o filme profundo/divertido e as grafias do sânscrito corretíssimas nesta legenda! ( Bom, só as aspas que não precisa utilizar. Fica a dica! ) Parabéns e alegres agradecimentos ao nosso amigo e jornalista Jeferson!!</p></div>
<p>Muito legal! <img src='http://alexandremontagna.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  No próximo, quero mais gente participando!!</p>
<p>Navegue mais para baixo e visualize o post em que comentei sobre o evento, e com a foto colorida.</p>
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		<title>O que é o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas. Ou de forma mais extensa: O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.</p>
<p>Ou de forma mais extensa:</p>
<p>O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.</p>
<p>Listando por tópico, facilita a compreensão:</p>
<ul>
<li>uma proposta de life style;</li>
<li>com ênfase em boa qualidade de vida;</li>
<li>boas maneiras;</li>
<li>boas relações humanas:</li>
<li>boa cultura;</li>
<li>boa alimentação;</li>
<li>boa forma;</li>
<li>reeducação respiratória;</li>
<li>administração do stress;</li>
<li>as técnicas orgânicas;</li>
<li>tônus muscular;</li>
<li>flexibilidade;</li>
<li>concentração e meditação;</li>
<li>a consequência final é o autoconhecimento.</li>
</ul>
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		<title>Receita do chai, a tradicional bebida indiana</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 05:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[RECEITA DO CHAI Receita-padrão divulgada oficialmente pelo informativo da Universidade de Yôga. Você pode fazer o download da receita do chai no formado PDF. Para aumentar seu conhecimento, leia o artigo Aceita um chai? abaixo. INGREDIENTES: • 2 litros de água mineral • Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado • 2 paus de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>RECEITA DO CHAI</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Receita-padrão divulgada oficialmente pelo informativo da Universidade de Yôga.</strong></p>
<p style="text-align: center;">Você pode fazer o <a href="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/receita-chai-indiano-yoga-blog-alexandre-montagna.pdf" target="_blank">download da receita do chai no formado PDF</a>.</p>
<p style="text-align: center;">Para aumentar seu conhecimento, leia o artigo <em>Aceita um chai?</em> abaixo.</p>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>• 2 litros de água mineral<br />
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado<br />
• 2 paus de canela<br />
• 1 copo de gengibre ralado<br />
• ½ copo de leite em pó (Ninho)<br />
• 2 colheres de chá preto inglês<br />
• 5 sementes de cardamomo</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>1. Medir 2 litros de água<br />
2. Separar 200ml da água para diluir o leite<br />
3. Por o restante da água a ferver<br />
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar<br />
5. Lavar e ralar o gengibre<br />
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda<br />
7. Adicionar o gengibre e misturar bem<br />
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo<br />
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e <span style="text-decoration: underline;">aguardar 5 minutos</span><br />
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer <span style="text-decoration: underline;">por mais 1 minuto</span><br />
11. <span style="text-decoration: underline;">Desligar o fogo</span> e adicionar as 2 colheres de chá preto. <span style="text-decoration: underline;">Aguardar 1 minuto</span><br />
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai<br />
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar<br />
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica<br />
15. Pronto para servir</p>
<h2 style="text-align: center;"><span style="font-weight: bold;">“Aceita um chai?”</span></h2>
<p style="text-align: center;">Por <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>, Mestre de Yôga Antigo &#8211; <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank"><em>www.Uni-Yoga.org/blogdoderose</em></a></p>
<p style="text-align: left;">Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade</strong></p>
<p>Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chazinhos naturébas, não!</strong></p>
<p>Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém.  Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-280" title="chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/chai.jpg" alt="Uma delícia chamada chai" width="600" height="226" /><p class="wp-caption-text">Uma delícia chamada chai</p></div>
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		<title>Mude, pois nunca é tarde (exemplo do axé ao metal)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[Caso 1: Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: &#8220;eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então não é agora que eu vou começar a fazer&#8220;. Detalhe: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caso 1:</strong> Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: &#8220;<em>eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então não é agora que eu vou começar a fazer</em>&#8220;. Detalhe: minha mãe tinha 17 anos na época. Eu sequer existia.</p>
<p>Hoje é claro que ela não pensa mais assim, mas seguramente deve possuir um pouco dessa contra-atitude carregada dentro de si. Assim como todo mundo! E eu também. Muita gente não muda, não faz algo porque acha que já passou o tempo, ou então encontra qualquer desculpa para não mudar. Qualquer desculpa. Tudo é pretexto para ficar onde está.</p>
<p><strong>Caso 2:</strong> Existem vários exemplos de pessoas que mudaram. Hoje vou citar o do Luiz Caldas. Sim, aquele cara que fez a música que foi a vinheta da novela <em>Tieta</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="280" height="225" data="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Luiz Caldas largou o <em>axé</em> e hoje toca <em>heavy metal</em>. Pode? Pode. Não julgue. Não importa se <em>heavy metal</em> é melhor que <em>axé</em>, ou se você não gosta dos dois. Importa a mudança. Me responda: se você tivesse feito muito sucesso tocando axé, tanto sucesso que sua música virou vinheta de uma novela da rede de televisão mais poderosa do país, você trocaria seu estilo de música? Provavelmente não. Provavelmente ficaria na eterna mesmice. Querendo até, sonhando até, mas mudando jamais.</p>
<p>E o desejo de mudança ocorre com muita, muita gente.  Porém, poucos são os que largam a cadeira executiva da cúpula organizacional e troca o terno-e-gravata pela bermuda colorida para realizar o antigo sonho de abrir um barzinho na beira do mar, mesmo que não dê tanto dinheiro, aliás, mesmo que não dê quase nada de dinheiro, eles mudam e ficam felizes, respirando e sentindo na brisa do ar a maresia da liberdade. Raríssimos são os que trocam o garantido pelo incerto, pois sabem que, no fundo, o incerto é o que importa, e o garantido é um obstáculo para mudança, um convite à estagnação.</p>
<p>Se você gosta de ler, queira ler um livro que indico realizar mudanças. É o livro do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a> sobre karma e explana sobre o poder sobre o próprio destino, incentiva a segurar as rédeas da própria vida. Karma é um termo sânscrito que significa ação, e designa a lei universal de causa e efeito. Como todos os livros dele, o assunto é abordado sem conotação mística, espiritualista ou religiosa. E é por isso que eu gosto dele. O livro pode ser baixado gratuitamente através do site da Uni-Yôga: <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">www.Uni-Yoga.org</a> &#8211; na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free Downloads</a></em>.</p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption aligncenter" style="width: 206px"><img class="size-full wp-image-165" title="as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo.png" alt="As cápsulas de influência de cada karma coletivo. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga." width="196" height="181" /><p class="wp-caption-text">As cápsulas de influência de cada karma coletivo, extraído do livro Karma e dharma - transforme sua vida. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga.</p></div>
<p> </p>
<p>Então fica a lição: nunca é tarde para mudar.<br />
Um grande abraço.</p>
<p><small>Para quem gosta de <em>heavy </em><em>metal</em> ou está curiso para escutar a música do Luiz Caldas, <a href="http://www.myspace.com/luizcaldas" target="_blank">acesse o MySpace dele</a>. Se não apreciar a música, aprecie a coragem de mudar, que talvez seja algo que você também queira fazer.<span> </span></small><small>Eu vi  <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.contraditorium.com/2009/03/05/existe-vida-apos-o-axe/" target="_blank">essa notícia do Luiz Caldas no site Contraditorium</a>.</small></p>
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		<title>Definição de qualidade de vida</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 20:54:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[karma]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
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		<category><![CDATA[qualidade de vida]]></category>
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		<category><![CDATA[Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer, com alegria, saúde e bem-estar. Esta é a definição de qualidade de vida adotada pela Cultura do SwáSthya. Gosto bastante, pois ela foi bem pensada e demoramos até chegar nestas palavras. Mude, retorne, case-se, separe-se, viaje, compre, venda, doe, receba, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong>Qualidade de vida é tornar sua existência descomplicada, é fazer o que lhe dá prazer,<br />
com alegria, saúde e bem-estar.</strong></p>
<p>Esta é a definição de qualidade de vida adotada pela Cultura do SwáSthya. Gosto bastante, pois ela foi bem pensada e demoramos até chegar nestas palavras.</p>
<p>Mude, retorne, case-se, separe-se, viaje, compre, venda, doe, receba, presenteie, conquiste, mude, mude, mude. Faça aquilo que você quiser, conquanto não prejudique ninguém. Faça o que lhe inspira prazer, mas faça sem sentimento de culpa, faça com alegria, saúde e bem-estar. Ganhe dinheiro para ajudar nas realizações, mas não dependa do dinheiro para nada. Pare com o ciúme, inveja, medo, ódio remoído. Torne sua existência descomplicada.</p>
<p>Para seguir navegando sobre este assunto, <a title="Qualidade de vida no Blog do DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/o-que-e-qualidade-de-vida/" target="_blank">leia o post sobre qualidade de vida no Blog do DeRose</a>.</p>
<p>Sobre mudanças, <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/">leia o post com o vídeo do professor Joris Marengo intitulado </a><strong><em><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/mude-sempre-por-joris-marengo/">Mude Sempre</a></em></strong>.</p>
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		<title>Escreva Yôga. Diga &#8220;O Yôga&#8221;.</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2009 02:40:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[gafe cultural]]></category>
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		<category><![CDATA[ioga]]></category>
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		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando o Yôga! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a respiração yôgi, a alimentação do yôgin ou a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Palavras que terminam em A, no sânscrito, em 99,99% dos casos são do gênero masculino. Diga que está praticando <strong><span style="text-decoration: underline;">o</span> Yôga</strong>! Além disso, assim como Kung-Fu, Judô ou Karatê, a palavra Yôga deve ser escrita com inicial maiúscula. Não é necessário maiúscula para adjetivos como em a <em>respiração yôgi</em>, <em>a alimentação do yôgin</em> ou <em>a beleza da yôginí</em>, etc.</p>
<p>E o acento circunflexo é para fechar a pronúncia, certo? &#8230;.. errado.<br />
Ali ocorre uma crase (fusão de duas letras, A + U), logo, é necessário usar acento. Qualquer sinal indicativo de crase poderia ser utilizado, dependendo da convenção de transliteração adotada. Mas, pergunto: <strong>para o nosso português, qual das maneiras abaixo é a mais adequada para grafar a palavra?</strong></p>
<ul>
<li>Yöga &#8211; o trema poderia ser utilizado, afinal, convenção é convenção; mas não é a melhor opção;</li>
<li>Yòga &#8211; o acento grave também poderia ser utilizado, mas há melhor alternativa;</li>
<li>Yõga &#8211; o til serve para nasalizar.. não é muito adequado para o nosso caso;</li>
<li>Yóga &#8211; o acento agudo poderia ser utilizado, mas induziria o leigo a pronunciar com o O aberto (yóóóga);</li>
<li><strong>Yôga &#8211; o acento circunflexo, para o português, é a melhor opção.</strong> Além de sinalizar a crase (necessário), ainda induz à pronúncia correta da palavra Yôga (muito útil).</li>
</ul>
<p>Demonstração de que a palavra Yôga tem acento no seu original em alfabeto dêvanágarí:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-412" title="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga.png" alt="demonstracao-acento-palavra-yoga-ioga" width="450" height="132" /></p>
<p>Contudo, a Ióga existe. Surgiu no Brasil, na década de 1960. Geralmente, consiste em práticas utilitárias que misturam partes de técnicas do Yôga com uma infinidade de outras coisas. Não é nem aqui, nem na China, nem na Índia, nem de perto, nem de longe, parecida com a tradicional filosofia milenar indiana. Dizer que está praticando &#8220;<em>ióga</em>&#8221; com o Alexandre, que ensina <strong>Yôga</strong>, é uma <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/ioga-nos-estados-unidos/" target="_self">gafe digna de Seu Creysson</a> do Casseta &amp; Planeta.</p>
<p>Em tempo: o melhor seria utilizarmos a grafia Yōga, com o mácron. Este acento grego é utilizado para indicar a sílaba longa, e é exatamente o que queremos. Entretando, não possuímos este sinal em nosso alfabeto, e ficamos com a segunda opção que é o acento circunflexo.</p>
<blockquote><p><em>O acento está claramente indicado, uma vez que a letra ô no sânscrito é sempre longa e fechada. As transliterações ocidentais convencionaram que as letras longas devem ser assinaladas com o acento. Este pode variar de uma convenção para outra, mas o que se observa é que o circunflexo foi adotado por um renomado autor indiano, Sri Purohit Swami, que escreveu Os aforismos do Yôga de Pátañjali, em inglês, e também pelo célebre autor Kastberger, que escreveu o Léxico de filosofía hindú, em castelhano. Ora, nenhuma das duas línguas possui o circunflexo e, apesar disso, ambos reconheceram a necessidade da sua presença na palavra Yôga. </em></p>
<p><em>Durante muitos anos não se aplicou o acento uma vez que ninguém ousou questionar isso. Primeiro, quem colonizou a Índia foram os britânicos que não tinham acentos em suas tipografias, mas possuíam um argumento intelectualmente muito persuasivo que era sua poderosa Armada. Segundo, no Ocidente conhecia-se bem pouco o sânscrito (na Índia eles não ligam a mínima se a transliteração para alfabetos ocidentais está correta ou não). Terceiro, há muito patrulhamento ideológico neste segmento e ninguém queria se expor a críticas, ainda que chegasse a estas mesmas conclusões.</em></p>
<p><em>Retirado do libreto <strong>Tudo sobre Yôga</strong></em><em>, de DeRose</em></p></blockquote>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA ESPANHOL:<br />
Léxico de Filosofía Hindú, de Kastberger, Editorial Kier, Buenos Aires.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA INGLÊS:<br />
Aphorisms of Yôga, de Srí Purôhit Swámi, Faber and Faber, Londres.</p>
<p>BIBLIOGRAFIA PARA O IDIOMA PORTUGUÊS:<br />
Poema do Senhor, de Vyasa, Editora Relógio d&#8217;Água, Lisboa.</p>
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		<title>Hoje, 18 de fevereiro, é o dia do Yôga!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 02:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o Dia do Yôga!!! Realizei agora há pouco uma prática especial para esta data. O dia 18 de fevereiro é a data de aniversário do Mestre DeRose. Coincidentemente, é também a data de um outro importante Mestre de linha tântrika do século XX, chamado Rámakrishna.</p>
<p>Neste final do Dia do Yôga, quero reforçar a dica para que você leia e aprofunde mais seus conhecimentos através da vasta obra de DeRose, nosso Mestre e aniversariante do dia. Quero também deixar meus sinceros votos de que você se identifique com esta fascinante filosofia milenar, buscando o autoconhecimento e a expansão da consciência com muita gana e vontade, com a mesma intensidade com que desejaria o ar após 3 minutos com pulmões vazios.</p>
<p>Para o Yôga, o ser humano está adormecido enquanto não despertar o poder interior e não atingir dhyána (meditação) e samádhi (hiperconsciência).</p>
<p>Que deste dia em diante você tenha mais força e poder interior para realizar as mais profundas e inimagináveis mudanças em sua vida e existência, caminhando rumo à meta.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Toda evolução pressupõe mudança.&#8221;<br />
Mallet</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Enquanto a Humanidade espera que a sorte a agarre para mudar a sua vida, o SwáSthya Yôgin agarra a vida e muda a sua sorte.&#8221;<br />
Joris Marengo</em></p>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
<p>Com carinho,</p>
<p>Alexandre Montagna<br />
Instrutor de SwáSthya Yôga<br />
montagna@uni-yoga.org | +55 49 9981-4604<br />
www.Uni-Yoga.org | www.AlexandreMontagna.com</p>
<p>Visite o blog do educador DeRose em www.Uni-Yoga.org/blogdoderose</p>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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