Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
Twitter Facebook Feed RSS Cultura e geral Sentir Saber Poder Nossa Cultura
Posts marcados com a tag ‘verdade’
Os axiomas do Método DeRose Novembro 24, 2011 | 08:13 pm

Axiomas do Método DeRose

Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.

1. Não acredite.

2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.

3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.

4. Deixar recado não funciona.

5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.

6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.

7. Nada é aquilo que parece ser.

8. Tudo é relativo.

Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).

Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.

“Espero que o Joris tenha razão!” (DeRose)

Em quantas mentiras o povo acreditará no futuro? Abril 28, 2011 | 08:08 am

Após as armas de destruição em massa no Iraque, a histeria mundial da gripe suína, as pulseiras “Power Balance“, o fim do mundo de 2012, em quantas mentiras mais o povo acreditará?

Se você for crente, emocionalizado, abstrato ou obscuro nas idéias e impreciso no raciocínio, tenderá a ser manipulado, doutrinado, enganado, envolvido por alguma corrente qualquer, retraindo-se  com baixo senso crítico e extrema incapacidade de compreensão dos fatos puros.

É preciso que percebamos o quanto é mais seguro ter um temperamento cético, racional, matemático, claro e exato nesse mundo.

Está morto: podemos elogiá-lo à vontade Junho 27, 2009 | 02:58 pm

“Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.”
Machado de Assis, no conto “O empréstimo” (1881)

Você sabe que estou falando de Michael Jackson. Há muito tempo me via sozinho no lado da risca dos que o declaravam inocente das acusações malsãs. Será tão difícil ver a malandragem? Será tão difícil observar a situação de acusação e sentir que algo está cheirando mal ali, como por exemplo, uma difamação caluniosa, maldosa, chantagista e puramente mercenária?

Le roi est mort... Vive le roi.

Le roi est mort... Vive le roi.

Sugiro aqui a leitura do texto “O grande defeito do brasileiro é que ele não tem a coragem de defender” do livro Quando é Preciso Ser Forte. Embora esteja mencionando uma nacionalidade específica, ele serve muito bem para ilustrar o comportamento que as pessoas têm de permitir que difamações sejam jogadas aos ventos contra alguém que não está presente para defender-se sozinho. A covardia é confortável: basta ficar quieto e deixar as calúnias ganharem terreno. Ou ainda pior, numa clara demonstração de personalidade frágil: agarrar a fofoca em uma mão e uma pedra na outra, e juntar-se ao grupo dos que atacam e humilham, por não ter forças para negar-lhes a razão.

Texto obrigatório para ler a respeito de Michael Jackson, por DeRose:

Uni-Yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/michael-jackson/

Texto muito bom de Luigi Poniwass sobre o ícone:

Portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/anoitetoda?id=899779

———— x ————

O grande defeito do brasileiro é que ele não tem coragem de defender
(extraído do livro Quando é preciso Ser Forte, do Mestre DeRose)

Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso voo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo “isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa…” e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. Não me contive e disse ao cavalheiro:

- Cale a boca! Eu já estive no seu país e lá é igual ou pior. Se o Brasil não o agrada, vá-se embora. Mas enquanto estiver aqui, comporte-se com a dignidade de um hóspede na casa que o acolhe!

A partir daí, todos passaram a concordar e recriminá-lo.

Noutra ocasião, eu estava descendo no elevador do edifício da Editora Nobel. O elevador parou em um andar, abriram-se as portas e um senhor estrangeiro perguntou: “está descendo?“. Respondi que sim. Ato contínuo, com a maior sem-cerimônia, o deseducado senhor entrou e começou a comentar:

- Está descendo, como o país. Também, com os políticos que o Brasil tem…

Mais uma vez, não pude ficar calado e respondi sério, sem muita cortesia:

- Os políticos do seu país são bem piores.

E fiquei encarando, olhos nos olhos, como quem vai partir para cima do outro. O estrangeiro deu um passo atrás, gaguejou e desculpou-se.

Mas o que é que os brasileiros geralmente fazem nessas situações?

Quase sempre concordam e entram no clima de falar mal do Brasil, ou de sua empresa, ou do seu amigo. “Pois é. É por isso que o Brasil na vai prá frente“; ou “esta empresa é assim mesmo, só quer saber de explorar os empregados“; ou “É, o Fulano não tem jeito…“. Será que é tão difícil defender? Será que não percebem o quanto é infame atacar e o quanto é canalha não defender?

———— x ————

Sentiu o tapa?

Quando surgir uma outra difamação na mídia ou num grupo de conversa, você será um forte ou um canalha?

Aprenda com a história.


Yôga em Movimento SwáSthya - A Cultura Livre pensar do Yôga Descubra por que o Yôga é 10 Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina Blog do Jojó Blog do DeRose Método DeRose / DeRose Method / Méthode De Rose