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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Universo</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Concurso Miss Universo é pura marmelada!</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jun 2010 11:08:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não é diplomaticamente correto denominar Miss Universo uma mulher que não competiu com as beldades dos outros planetas! Esse concurso é geocêntrico. Cadê as gatinhas de Vênus, hein? Devemos trocar o nome para &#8220;Concurso Miss Terra&#8220;. Ilustração inspirada na brincadeira compartilhada pelo @claushaas. Artigos possivelmente relacionados:O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiososPara onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não é diplomaticamente correto denominar <em>Miss <span style="text-decoration: underline;"><strong>Universo</strong></span></em><strong> </strong>uma mulher que não competiu com as beldades dos outros planetas! Esse concurso é geocêntrico. Cadê as gatinhas de Vênus, hein?</p>
<p>Devemos trocar o nome para &#8220;<strong><em>Concurso Miss Terra</em></strong>&#8220;.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1413" title="concurso-miss-universo-geocentrico" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/05/concurso-miss-universo-geocentrico.jpg" alt="concurso-miss-universo-geocentrico" width="275" height="508" /></p>
<p style="text-align: center;">Ilustração inspirada na brincadeira compartilhada pelo @<a href="http://twitter.com/claushaas">claushaas</a>.</p>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-deus-de-einstein-e-dos-cientistas-profundamente-religiosos/" title="O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiosos">O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiosos</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/" title="Para onde vamos depois que morremos?">Para onde vamos depois que morremos?</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/texticulo-de-krauss/" title="Textículo de Krauss">Textículo de Krauss</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/conforto-emocional-sem-crenca/" title="Conforto emocional sem crença">Conforto emocional sem crença</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/a-personificacao-do-imponderavel/" title="A personificação do imponderável">A personificação do imponderável</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Para onde vamos depois que morremos?</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 23:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum. Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, reencadernação, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque acreditam. Os que preferem saber são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é fitfty-fifty (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum.</p>
<div id="attachment_1381" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-1381" title="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" width="350" height="263" /><p class="wp-caption-text">Que tal este estilo retrô de crença pós-mortis?</p></div>
<p>Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, <em>reencadernação</em>, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque <em>acreditam</em>. Os que preferem <em>saber</em> são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é <em>fitfty-fifty</em> (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver como pode não haver. Comprovar por via racional, em tese, não há como. Não há indícios de que exista tal façanha, e os registros mediúnicos de pessoas mortas que paranormais alegam ter feito e que vez ou outra escutamos falar podem perfeitamente serem compreendidos à luz da esperta linguagem genérica, que é a arte de falar muito sem dizer nada, parecendo que se disse tudo.</p>
<p>Por outro lado&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!&#8221;</em><br />
Miguel de Cervantes</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Hay, sí, pero no son brujas.&#8221;</em><br />
Alexandre Montagna</p>
<p>Quando o pensador não-religioso e não-crente pensa, ele prefere levantar hipóteses sem apegar-se a elas freneticamente. Levantemos uma questão: quando morremos, para onde vão os nossos registros emocionais e mentais, como as nossas memórias? Para um materialista-seco tudo se acaba e ponto final. Está bem, vá lá. Pode ser isso mesmo. Entretanto, levantemos uma hipótese (hipóteses podem ser levantadas, não?): e se, ao morrermos, os traços de nossa personalidade ainda vagassem pela atmosfera? Ora, se você acha muito estranho o que estou falando, vale lembrar que neste exato momento há diversas ondas hertzianas viajando ao seu redor. São ondas de rádio-frequência que estão há muito tempo no ar, foram disparadas e seguem seu tráfego. (Um pouco de cultura geral profunda: cientistas declaram que boa parte da interferência nos sinais de televisão são ondas praticamente atemporais do Universo, radiação gerada desde o Big-Bang e que ainda estão por aí). Bem, e se nossos pensamentos fossem radioativos? Gerados e disparados no ar? E se pudéssemos desenvolver a capacidade de receptar os pensamentos em rádio-frequência que estão no ar? Bem isso seria a tão famosa telepatia. No mínimo, interessante. Mas, hei! E se o emissor dos pensamentos já estivesse morto? Aí então seria algo como a mediunidade, pois estaríamos escutando o que um morto <span style="text-decoration: underline;">disse</span>*. Isso é, no mínimo, muito interessante!</p>
<p>* não diz mais, pois está <span style="text-decoration: underline;">morto</span> &#8211; portanto, descartemos a possibilidade de conversa em tempo real com defuntos, coisas do tipo: &#8220;querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças&#8221; e etc.</p>
<p>Conclusão do cético-ateu-agnóstico-racional Montagna: duvide de tudo, mas não descarte nada. O mundo é louco o bastante para tudo ser possível. Aí alguém diz: &#8211; &#8220;Ué, Alexandre, mas se tudo é possível, então porque não acreditas nesta fantasia ou naquele delírio?&#8221;. Ora, é verdade que admito que tudo pode ser possível; ocorre que muita coisa é bastante improvável. Além do mais, eu não gosto de <em>acreditar</em>: prefiro <em>saber</em>! Se eu não souber, não preencherei minhas lacunas mentais com crenças. Isso, jamais! Aprofundando um pouco (e agora vem a parte mais metafísica do texto), eu defendo que não adianta dizer que isso ou aquilo é impossível porque, em pontos profundos, as nossas próprias vidas já são impossíveis. Não há motivos aparentes para estarmos aqui. Você já tentou regressar na história da humanidade, planeta, sistema solar e Cosmos? É uma loucura das grandes! Admito que, numa análise imparcial, nossa existência é bastante improvável. Entretanto, cá estamos, e há todo um Cosmos, micro e macro, a desvendar.</p>
<p>Vamos desvendá-lo!</p>
<div style="border: 1px solid #666; background: #eee; padding: 10px;"><small>Nota de rodapé: este post está na categoria <em>Sámkhya: o Saber</em>. Sámkhya é uma filosofia teórica indiana de linha naturalista, ou seja, atribui causas naturais a todos os efeitos. Dess&#8217;arte, não há crença, misticismo, doutrinação, delírios. Trabalha-se o mapeamento e a enumeração do Cosmos através do verbo saber, e não do crer. É uma filosofia milenar que desnuda o Universo com muita propriedade: estudando o erudito Niríshwarasámkhya obtém-se grande percepção da realidade. Não é à toa que as escrituras indianas declaram &#8220;não há conhecimento como o Sámkhya&#8221;.</small></div>
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		<title>O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiosos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 11:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_748" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-748" title="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" width="600" height="364" /><p class="wp-caption-text">Teísta ou ateísta? Teísta, perante um outro conceito de Theos</p></div>
<p style="text-align: left;">Certa vez, alguém disse: &#8220;os cientistas são os únicos profundamente religiosos&#8221;, e isso causou <em>frisson </em>devido ao maravilhoso argumento que então os religiosos passaram a possuir para unir ciência e religião. Mas será que é este o verdadeiro sentido da frase? O mais citado cientista que declaram ser religioso é Albert Einstein, tanto pelas margens que ele deu para essa interpretação como também devido à sua fama. Há outros que estão na lista, provável que injustamente, tais como Isaac Newton, Gauss, Kelvin e Jung &#8211; mas vou me concentrar no Albert, já que estou com seu livro <em>Como vejo o mundo</em> em minhas mãos. Vamos ver o que ele fala.</p>
<blockquote><p>&#8220;[...] Sendo assim, que sentimentos e condicionamentos levaram os homens a pensamentos religiosos e os incitaram a crer, no sentido mais forte da palavra? Descubro logo que as raízes da idéia e da experiência religiosa se revelam múltiplas. No primitivo, por exemplo, o temor suscita representações religiosas para atenuar a angústia da fome, o medo das feras, das doenças e da morte. Neste momento da história da vida, a compreensão das relações causais mostra-se limitada e o espírito humano tem de inventar seres mais ou menos à sua imagem. Transfere para a vontade e o poder deles as experiências dolorosas e trágicas de seu destino. Acredita mesmo poder obter sentimentos propícios desses seres pela realização de ritos ou de sacrifícios. Porque a memória das gerações passadas lhe faz crer no poder propiciatório do rito para alcançar as boas graças de seres que ele próprio criou.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 19, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Nas páginas que se seguem, Einstein rejeita o conceito de um Deus antropomórfico, o que, convenhamos, deveria não ser surpresa para ninguém e deveria, também, ser o mínimo a se esperar de uma pessoa sensata.  Mais adiante, o autor cita Schopenhauer, Demócrito, Francisco de Assis e Spinoza. Quem ler com atenção, entenderá porque ele declara que os mais próximos da verdadeira religião são, realmente, os cientistas. Esqueça a religião da crença, Einstein está falando da religião cósmica. Isso tudo foi um belo jogo de cintura do cientista, que menciona religião e Deus e faz média com todo mundo, e só quem encara suas leituras entenderá que, considerando o Deus da religião, que recompensa e castiga, Einstein era categoricamente ateu; por outro lado, ele alegava crer sim em Deus, referindo-se ao Deus de Spinoza, de Schopenhauer, a Força Cósmica, a Emanação de Energia Universal, ou quem sabe a Massa Energética Indiferenciada (<em>Mahat</em>, em sânscrito). E foi isso o que eu quis dizer com jogo de cintura, afinal, por que Einstein haveria de chamar isso de Deus, palavra esta que está tão atrelada a conceitos antropomórficos, se não fosse para evitar causar um grande choque em seus admiradores e leitores teístas? Volto a convocar o nosso amigo Fernando Pessoa a participar deste post através de um de seus poemas naturalistas:</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<div id="attachment_749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-749" title="santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas." width="600" height="539" /><p class="wp-caption-text">Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas.</p></div>
<blockquote><p>&#8220;[...] Somente indivíduos particularmente ricos, comunidades particularmente sublimes se esforçam por ultrapassar esta experiência religiosa. Todos, no entanto, podem atingir a religião em um último grau, raramente acessível em sua pureza total. Dou a isto o nome de religiosidade cósmica e não posso falar dela com facilidade já que se trata de uma noção muito nova, à qual não corresponde conceito algum de um Deus antropomórfico.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 20, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
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		<title>Textículo de Krauss</title>
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		<pubDate>Sat, 06 Mar 2010 18:49:00 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eis abaixo um pequeno texto de Lawrence Krauss: &#8220;Todos os átomos do seu corpo vieram de uma estrela que explodiu. E os átomos na sua mão esquerda provavelmente vieram de uma estrela diferente dos átomos de sua mão direita. É, realmente, a coisa mais poética que eu sei sobre física: você é completamente poeira das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eis abaixo um pequeno texto de Lawrence Krauss:</p>
<p style="text-align: right;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1372" title="Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna.jpg" alt="Lawrence-Krauss-stardust-blog-Alexandre-Montagna" width="500" height="294" /><br />
<em><span style="color: #333333;"> &#8220;Todos os átomos do seu corpo vieram de uma estrela que explodiu. E os átomos na sua mão esquerda provavelmente vieram de uma estrela diferente dos átomos de sua mão direita. É, realmente, a coisa mais poética que eu sei sobre física: você é completamente poeira das estrelas. Você não poderia estar aqui se as estrelas não tivessem explodido, porque os elementos &#8211; carbono, nitrogênio, oxigênio, ferro, todas as coisas que importam para a evolução e para a vida &#8211; não foram criadas no início dos tempos. Elas foram criadas nas fornadas nucleares das estrelas, e a única maneira para que elas tenham chegado no seu corpo é se aquelas estrelas foram gentis o suficiente para explodirem. Então, esqueça Jesus. As estrelas morreram para que você pudesse estar aqui hoje.&#8221;</span></em></p>
<p style="text-align: right;"><em><span style="color: #333333;">Lawrence Krauss</span></em></p>
<p>Lawrence, 55 anos, é um físico estadunidense que ficou famoso ao sugerir que a chave para entender o surgimento do Universo é um tipo de matéria impossível de detectar da Terra, conhecida como matéria escura. Ele também se dedica a combater a aproximação entre ciência e religião e está em campanha contra o criacionismo, que contesta a teoria da evolução de Darwin (sim, em pleno século XXI ainda há criacionistas perambulando por aí). Sobre esse assunto, Krauss já manifestou sua preocupação até em uma carta aberta enviada ao papa em 2005.</p>
<p>Os créditos da fonte deste texto já estão apagados pelo tempo, talvez tenha sido compartilhado pelo @<a href="http://twitter.com/Alessandro_M" target="_blank">Alessandro_M</a>, que tuíta muita coisa interessante, ou por um dos blogs agnósticos cujo feed RSS eu assino.</p>
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		<title>Para que lado está a arca?</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-que-lado-esta-a-arca/</link>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:08:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Apesar de as primeiras descobertas de dinossauros ocorrerem há mais de dois mil anos nas terras chinesas &#8211; o que culminou na cultura de dragões daquele país &#8211; nós só codificamos a primeira espécie no ano de 1824 da era cristã. Puxa, foi tarde demais! Talvez, se tivéssemos o conhecimento efetivo dos dinos alguns séculos antes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;">Apesar de as primeiras descobertas de dinossauros ocorrerem há mais de dois mil anos nas terras chinesas &#8211; o que culminou na cultura de dragões daquele país &#8211; nós só codificamos a primeira espécie no ano de 1824 da era cristã. Puxa, foi tarde demais! Talvez, se tivéssemos o conhecimento efetivo dos dinos alguns séculos antes, os homens que inventaram um deus à nossa imagem e semelhança teriam feito algo melhor e boa parte da nossa ignorância sobre o Universo não existiria.</p>
<p style="text-align: left;">Charles tinha 15 anos e deve ter ficado fascinadíssimo com a descoberta científica de 1824. Anos mais tarde, no embalo da expedição feita com o barco Beagle, tornou-se um grande naturalista britânico e um dos mais importantes cientistas da História, proporcionando Luz e afastando Trevas com seu livro <em>A Origem das Espécies</em>, que neste dia 24 de novembro completa 150 anos desde a primeira publicação. Valeu, Darwin!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-521" title="which-way-to-the-ark-para-que-lado-esta-a-arca-dinossauros-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/which-way-to-the-ark-para-que-lado-esta-a-arca-dinossauros-blog-alexandre-montagna.png" alt="which-way-to-the-ark-para-que-lado-esta-a-arca-dinossauros-blog-alexandre-montagna" width="454" height="572" /></p>
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		<title>Você não é o centro do Universo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores. http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q Como sou muito querido, vou traduzir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="405" src="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q </a></div>
<p>Como sou muito querido, vou traduzir o vídeo:</p>
<p>- Vamos falar de TAMANHO<br />
- O quão grandes são os objetos que flutuam em nosso Universo e o quão grandes eles podem ser?<br />
- Aproveite a comparação a seguir, começando com um objeto bem grande, a nossa própria lua.</p>
<p>#Planetas</p>
<ul>
<li>Lua da Terra</li>
<li>Mercúrio</li>
<li>Marte</li>
<li>Vênus</li>
<li>Terra (você está aqui)</li>
<li>Netuno</li>
<li>Saturno (sem os anéis)</li>
<li>Júpiter</li>
</ul>
<p>#Estrelas</p>
<ul>
<li>O Sol (nossa própria estrela)</li>
<li>Sirius A</li>
<li>Pollux (Laranja Gigante)</li>
<li>Arcturus (Vermelha Gigante)</li>
<li>Aldebaran (Vermelha Gigante)</li>
<li>Rigel (Azul Supergigante)</li>
<li>Pistol Star (Azul Hipergigante)</li>
<li>Antares A (Vermelha Supergigante)</li>
<li>Mu Cephei (Vermelha Supergigante)</li>
<li>VY Canis Majoris (Vermelha Hipergigante) [maior estrela conhecida]</li>
</ul>
<p>- Tamanho da Terra (em relação à VY Canis Majoris)<br />
- Esta estrela tem um diâmetro de aproximadamente 2.800.000.000km. Como você pode imaginar este tamanho?<br />
- Pense em um avião de passageiros voando pela superfície desta estrela a 900km/hora.<br />
- Levaria 1.100 anos(!) para dar uma volta completa nela.<br />
- Ainda assim, ela é apenas um pequeno ponto entre diversas centenas de bilhões de estrelas formando nossa galáxia.<br />
- E há centenas de bilhões de galáxias lá fora!<br />
- Não, &#8211; você &#8211; não &#8211; é &#8211; o &#8211; centro &#8211; do &#8211; Universo!</p>
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		<title>Conforto emocional sem crença</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série <em><strong>A crença conduz à ignorância</strong></em></p>
<p>As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais.</p>
<p>De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase &#8221;<em>tenho um lado espiritual independente de religiões</em>&#8220;? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais &#8211; afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja.</p>
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		<title>A personificação do imponderável</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média, pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-737" title="deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Papai sumiu! Ou será que nunca esteve lá?" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai.</p></div>
<p>Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média<em>,</em> pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É <em>o Deus</em>, no lugar de <em>a Deusa</em>; é <em>pai nosso</em>, <em>meu senhor</em>, <em>o criador</em>, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a <em>Deusa-mãe</em>, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza &#8211; conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, &#8220;<em>pois é uma questão metafísica</em>&#8221; &#8211; ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje.</p>
<p>Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais <em>prá frentex</em> do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de <em>delirium misticum</em>.</p>
<p>A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a <strong>Nossa Cultura</strong> resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do <strong>Yôga Antigo</strong>. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com <em>o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério</em><em>!</em> (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é <strong>agnosticismo</strong>, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<p style="text-align: left;">* Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa <em>Sámkhya Com Senhor</em> numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa <strong><em>Sámkhya Sem Senhor</em></strong>, o Sámkhya original.</p>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem somos nós? foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (David Albert) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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