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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Universidade de Yôga</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Método DeRose</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em cultivar não apenas meros alunos, mas sim verdadeiros discípulos, cujos corações bombeiem sangue puro carregado de ética e vibrem no magistério para passar adiante o conhecimento. Assim fazem os Mestres.</p>
<div id="attachment_1157" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1157" title="mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis" width="250" height="178" /><p class="wp-caption-text">DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis</p></div>
<p>Neste sentido, todo Mestre é professor, mas nem todo professor é Mestre. Dentre os Mestres, há o meu de Yôga, sobre o qual você provavelmente já tenha ouvido falar, já leu algo a respeito ou até mesmo travou contato com alguma de suas frases ou artigos, que sempre são perpetuados &#8211; sem os devidos créditos às vezes. É o Comendador DeRose, e sua trajetória constitui numa admirável seqüência de ações efetivas para formar futuros novos Mestres na sociedade.</p>
<p>DeRose direciona seus esforços para um público que realmente assimila e coloca em prática a sabedoria milenar que ele se empenha em compartilhar. Ele não canaliza sua energia para pessoas que apenas admiram a evolução pessoal: mas sim aos indivíduos que querem evoluir de fato! Numa era de tantos autores especializados em cativar a opinião pública e lançar frases de efeito, DeRose está em contraste por trabalhar na mudança real através das escolas que perpetuam um Método com o seu nome. Enquanto há milhares de oradores falando que precisamos cuidar do meio ambiente, observar honestidade e amor por todas as criaturas da Criação, e seus respectivos interlocutores balançando um &#8220;sim&#8221; com a cabeça, mas nada fazendo, nas escolas do <a href="http://www.metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a> todos os alunos-praticantes são adeptos de uma alimentação mais inteligente, sem carnes, consomem de empresas analisando seus méritos sócio-ambientais, separam lixo, são avessos a caças esportivas e a quaisquer tipos de maltratos animais, bem como observam diversos  outros itens, senão todos, sobre a responsabilidade ambiental. Isso é ação efetiva do indivíduo na sociedade! Coisa do <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>&#8230;</p>
<div id="attachment_1159" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1159" title="mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna1.jpg" alt="DeRose com Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do Tratado de Yôga" width="250" height="240" /><p class="wp-caption-text">DeRose com os amigos Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do monumental Tratado de Yôga</p></div>
<p>Em tempos de redução da consciência com a utilização de entorpecentes como o álcool, fumo, crack e drogas em geral, todos os praticantes do Método vivem de cara limpa, saudáveis, vivem longe das drogas, incluindo as legalizadas, e por isso mesmo são muito mais conscientes de seus atos dentro do mundo em que interagem. São indivíduos que passam a ter mais voz e voto de valor. De mente lúcida e consciência em ordem, passam a se divertir mais em reuniões e festas, com um aproveitamento superlativo dos momentos de confraternização e, ainda, passam a gozar de um privilégio que poucos nichos da humanidade usufruem: o comportamento desrepressor, a extroversão e uma fascinante liberdade-com-disciplina.</p>
<p>Perante a impaciência e a intolerância, todos os alunos do Método DeRose são veementemente orientados a ser tolerantes, respeitosos e cordiais com quem quer que seja. Longe de isso implicar em agir como santos, isso serve para manter as diferenças num equilíbrio mais harmonioso, e essa atitude precisa mesmo ser muito incentivada. Não bastasse isso, a cultura preconizada pelo Com<sup>dor</sup> DeRose é completamente avessa a seitas, o que acaba por cultivar um público com muito mais senso crítico e lúcido, capaz de assimilar e aplicar na vida os conceitos aprendidos. E isso é ótimo!</p>
<p>Considerando que o poder de mudança está no indivíduo, e não no governo, o grupo internacional de alunos e praticantes do <a href="http://www.yoga-go.com.br/derose.htm" target="_blank">Método DeRose</a> prefere agir ao reclamar. No Método DeRose, ninguém deseja a satisfação teórico-terapêutica, mas sim cultivar a qualidade de vida na prática, evoluindo e passando tudo de bom adiante.</p>
<p>A melhor forma de conhecer alguém é pessoalmente, e a segunda melhor é ouví-la diretamente. Então para conhecer melhor o Método <a href="http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose/" target="_blank">DeRose</a>, assista à entrevista a seguir nas palavras do seu próprio sistematizador:</p>
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<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="300" src="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><em>Entrevista com DeRose feita em 2009 na Europa, feita pelo jornalista António Mateus. </em><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/02/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/"><em> Leia a transcrição</em></a><em>.</em></p>
</div>
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		<title>O que é o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.</p>
<p>Ou de forma mais extensa:</p>
<p>O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.</p>
<p>Listando por tópico, facilita a compreensão:</p>
<ul>
<li>uma proposta de life style;</li>
<li>com ênfase em boa qualidade de vida;</li>
<li>boas maneiras;</li>
<li>boas relações humanas:</li>
<li>boa cultura;</li>
<li>boa alimentação;</li>
<li>boa forma;</li>
<li>reeducação respiratória;</li>
<li>administração do stress;</li>
<li>as técnicas orgânicas;</li>
<li>tônus muscular;</li>
<li>flexibilidade;</li>
<li>concentração e meditação;</li>
<li>a consequência final é o autoconhecimento.</li>
</ul>
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		<title>Receita do chai, a tradicional bebida indiana</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 05:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita de chai indiano (pronuncie &#8220;tchai&#8221;) “Aceita um chai?” Escrito por DeRose (www.MetodoDeRose.org/blog). Assista a um vídeo com a receita no YouTube. Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Receita de chai indiano</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><em>(pronuncie &#8220;tchai&#8221;)</em></p>
<h2 style="text-align: center;">“Aceita um chai?”</h2>
<p style="text-align: center;">Escrito por DeRose (<a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">www.MetodoDeRose.org/blog</a>). Assista a um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank">vídeo com a receita no YouTube</a>.</p>
<div id="attachment_1729" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1729" title="derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose ensina a fazer o chai indiano</p></div>
<p style="text-align: left;"><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chazinhos naturébas, não!</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.</q></p>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em; font-weight: bold;"><strong>Como preparar o chai<br />
(Texto extraído do livro </strong><em>Alimentação biológica</em><strong>, do Comendador DeRose)</strong></p>
<p>Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples.</p>
<p>Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está pronto! Retiram do fogo e servem.</p>
<p>No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante artificial é execrável.</p>
<p><em>Masala tea</em>, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado <em>tea masala</em>. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa <em>blend</em>. Basta colocar um pouco do pó, a gosto.</p>
<p><em>Ginger tea</em>, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso, deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai.</p>
<p>Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha e esmagamo-las com uma faca ou pilão.</p>
<p>É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou do cardamomo.</p>
<p>Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano. No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se abastecer.</p>
<p>E um bom chai para você!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita-padrão do chai do Método DeRose</strong></h1>
<p>O chá indiano de especiarias faz parte da rotina dos alunos do Método DeRose. Antes ou depois da prática há sempre um momento para o chai e uma boa conversa.</p>
<p>INGREDIENTES PARA UM AUTÊNTICO CHAI:</p>
<p>- 500 ml de água;<br />
- Meio copo de gengibre ralado.<br />
- 500 ml de leite;<br />
- 5 sementes de cardamomo;<br />
- 2 unidades de canela em pau;<br />
- 6 colheres (de sopa) de açúcar;<br />
- 3 colheres (de sopa) de chá preto;</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita do chai indiano &#8211; versão alternativa</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Esta receita foi muito utilizada na década de 90 nas escolas da Universidade de Yôga.<br />
Você pode fazer o <a href="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/receita-chai-indiano-yoga-blog-alexandre-montagna.pdf" target="_blank">download desta receita do chai no formado PDF</a>.</p>
<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/abelha-chai-blog-alexandre-montagna/" rel="attachment wp-att-1876"><img class="size-full wp-image-1876" title="Bee Movie - Abelhas amam chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/abelha-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="Abelhas amam chai" width="200" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Talvez, no preparo, o açúcar chame abelhinhas, a menos que você feche as portas da cozinha.</p></div>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>• 2 litros de água mineral<br />
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado<br />
• 2 paus de canela<br />
• 1 copo de gengibre ralado<br />
• ½ copo de leite em pó (Ninho)<br />
• 2 colheres de chá preto inglês<br />
• 5 sementes de cardamomo</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>1. Medir 2 litros de água<br />
2. Separar 200ml da água para diluir o leite<br />
3. Por o restante da água a ferver<br />
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar<br />
5. Lavar e ralar o gengibre<br />
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda<br />
7. Adicionar o gengibre e misturar bem<br />
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo<br />
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar 5 minutos<br />
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer por mais 1 minuto<br />
11. Desligar o fogo e adicionar as 2 colheres de chá preto. Aguardar 1 minuto<br />
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai<br />
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar<br />
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica<br />
15. Pronto para servir</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita chai &#8211; versão de desespero e emergencial</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Caso falte leite na sua casa, mas tenha leite condensado, será tolerado fazer a receita que segue:</p>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>1 litro de água<br />
1 lata de leite condensado (ou menos)<br />
½ xícara de canela em rama picada<br />
½ xícara de gengibre ralado<br />
10 cravos da Índia<br />
1 colher de sopa de chá preto</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Em 1 litro de água esquente o gengibre, a canela e o cravo. Desligue o fogo quando a água ferver. Em seguida, acrescente o leite condensado e o chá preto. Depois, misture os ingredientes, tampe e deixe em infusão por 10min. Coe numa peneira fina e estará pronto para servir.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-280" title="chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/chai.jpg" alt="Uma delícia chamada chai" width="600" height="226" /><p class="wp-caption-text">Uma delícia chamada chai</p></div>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em;">Como a Nossa Cultura influenciou o mundo: o chai<br />
(<a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/como-a-nossa-cultura-influenciou-o-mundo-4-o-chai/" target="_blank">Texto extraído do Blog do DeRose</a>)</p>
<blockquote><p>Em 1975 viajei à Índia pela primeira vez. Depois, anualmente durante vinte e quatro anos. Ao retornar da primeira viagem, comecei a oferecer o chai aos alunos. Todos gostaram, mas a ideia não pegou. Eu só tinha uma escola e no Rio de Janeiro, na época, argumentava-se que o chai era quente e não deveria servir para o Rio, que tinha elevadas temperaturas. Eu contra-argumentava que se fosse assim, ninguém deveria tomar cafezinho quente e isso era (e ainda é) uma mania nacional.</p>
<div id="attachment_1922" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/derose-viagem-londres/" rel="attachment wp-att-1922"><img class="size-full wp-image-1922" title="derose-viagem-londres" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-viagem-londres.jpg" alt="" width="165" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose em Londres, 2011</p></div>
<p>Passaram-se os anos, repetiram-se as viagens à Índia e eu insistia no chai. A nossa rede cresceu e expandiu-se por quase todo o país, bem como por Portugal, Argentina e, mais tarde, pela França, Inglaterra, Itália, Espanha, Estados Unidos etc.</p>
<p>Mas, curiosamente, embora todos declarassem que gostavam do chai, a ideia não pegava. O paradigma ocidental contemporâneo era de que uma escola de hinduísmo no Ocidente tinha que ter chazinho naturéba. Você sabe: aquelas infusões muito boas para a saúde, mas com gosto ruim. Acontece que não trabalhamos com terapia, nem com gente doente. Mas o pior era o fato de que esse costume constituía um falso estereótipo e nós somos contra estereótipos, especialmente os falsos.</p>
<p>Um dia perdi a paciência e disse que a escola que insistisse em servir “chazinhos” naturébas não estava alinhada conosco. Que o chá da Índia era o chai e que eu não queria ver outro que não fosse o chai nas nossas escolas. Aí, funcionou! Todas as nossas escolas começaram a servir o chai e assim o fizemos durante alguns anos.</p>
<p>Pouco a pouco, vimos aparecer o chai nesta e naquela casa de chá, bem como em alguns restaurantes mais finos. Mais algum tempo se passou e o chai se fez presente em algumas entidades culturais. Ele já estava bem popular quando a rede Globo lançou uma novela inspirada na Índia. Nossos milhares de alunos que eram aficcionados do chai exultaram ao ver na TV a nossa bebida institucional. Daí para a frente, passamos a encontrar chai em toda parte, alguns deles intragáveis. Em muitos restaurantes, inseriam no cardápio uma explanação que era a cópia literal dos nossos textos explicativos sobre o chai.</p>
<p>Por tudo o que foi descrito, julgamos que fomos nós que introduzimos o chai no Brasil, Argentina e Portugal.</p></blockquote>
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		<title>Retornei dos exames de minha primeira revalidação</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Mar 2009 17:16:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[FYESC]]></category>
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		<category><![CDATA[Lisandra Zapelini]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
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		<description><![CDATA[Neste fim de semana fui a Florianópolis realizar a prova de revalidação anual do Instrutor de Yôga na Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina ( FYESC ). As provas foram na escola Kobrasol, unidade-membro da Federação localizada na cidade de São José. Foi maravilhoso estar perto de minha monitora Lika e da egrégora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_246" class="wp-caption aligncenter" style="width: 179px"></p>
<div style="text-align: auto;"><img class="size-full wp-image-246" title="federacao" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/federacao.png" alt="Federação de Yôga de Santa Catarina" width="169" height="111" /></div>
<p><p class="wp-caption-text">Federação de Yôga de Santa Catarina</p></div>
<p>Neste fim de semana fui a Florianópolis realizar a prova de revalidação anual do Instrutor de Yôga na <a href="http://yoga-sc.org.br/" target="_blank">Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina ( FYESC )</a>. As provas foram na escola <a href="http://www.yogakobrasol.org" target="_blank">Kobrasol</a>, unidade-membro da Federação localizada na cidade de São José. Foi maravilhoso estar perto de minha monitora Lika e da egrégora de Floripa mais uma vez.</p>
<div id="attachment_247" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><img class="size-full wp-image-247" title="certificado_instrutor_yoga_universidade_de_yoga" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/certificado_instrutor_yoga_universidade_de_yoga.jpg" alt="Certificado de Instrutor de Yôga - Uni-Yôga" width="270" height="184" /><p class="wp-caption-text">Certificado de Instrutor de Yôga - Uni-Yôga</p></div>
<p>A prova da Universidade de Yôga envolve conhecimento teórico (30 perguntas de um universo de 270 e 5 gráficos didáticos-filosóficos de um universo de mais de 20) e habilidades técnicas: demonstração de ásanas (procedimentos orgânicos), apresentação de sequências encadeadas (coreografia de ásanas) e prova de aula. Nesse meio tempo, há muita integração entre os instrutores e docentes, muita risada, alegria, amor e descontração.</p>
<p>Passou tão rápido e tudo foi tão bom que acabei não escrevendo um post de aviso prévio, para que eu pudesse receber comentários de força e sucesso. Entretando, acho que deu tuuuuudo certo <img src='http://alexandremontagna.com/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>Mude, pois nunca é tarde (exemplo do axé ao metal)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[karma]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Caldas]]></category>
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		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[√ Texto revisado em 20 de março de 2011 Caso 1: Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: &#8220;eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><small> √ Texto revisado em 20 de março de 2011</small></p>
<p><strong>Caso 1:</strong> Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: &#8220;<em>eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então não é agora que eu vou começar a fazer</em>&#8220;. Detalhe: minha mãe tinha 17 anos na época. Eu sequer existia.</p>
<p>Hoje é claro que ela não pensa mais assim, mas seguramente deve possuir um pouco dessa contra-atitude carregada dentro de si. Assim como todo mundo! E eu também. Muita gente não muda, não faz algo porque acha que já passou o tempo, ou então encontra qualquer desculpa para não mudar. Qualquer desculpa. Tudo é pretexto para ficar onde está.</p>
<p><strong>Caso 2:</strong> Existem vários exemplos de pessoas que mudaram. Hoje vou citar o do Luiz Caldas. Sim, aquele cara que fez a música que foi a vinheta da novela <em>Tieta</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="280" height="225" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="data" value="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="280" height="225" src="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" data="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0"></embed></object></p>
<p>Luiz Caldas largou o <em>axé</em> e hoje toca <em>heavy metal</em>. Pode? Pode. Não julgue. Não importa se <em>heavy metal</em> é melhor que <em>axé</em>, ou se você não gosta dos dois. Importa a mudança. Me responda: se você tivesse feito muito sucesso tocando axé, tanto sucesso que sua música virou vinheta de uma novela da rede de televisão mais poderosa do país, você trocaria seu estilo de música? Provavelmente não. Provavelmente ficaria na eterna mesmice. Querendo até, sonhando até, mas mudando jamais.</p>
<p>E o desejo de mudança ocorre com muita, muita gente.  Porém, poucos são os que largam a cadeira executiva da cúpula organizacional e troca o terno-e-gravata pela bermuda colorida para realizar o antigo sonho de abrir um barzinho na beira do mar, mesmo que não dê tanto dinheiro, aliás, mesmo que não dê quase nada de dinheiro, eles mudam e ficam felizes, respirando e sentindo na brisa do ar a maresia da liberdade. Raríssimos são os que trocam o garantido pelo incerto, pois sabem que, no fundo, o incerto é o que importa, e o garantido é um obstáculo para mudança, um convite à estagnação.</p>
<p>Se você gosta de ler, queira ler um livro que indico realizar mudanças. É o livro do Prof. <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a> sobre karma e explana sobre o poder sobre o próprio destino, incentiva a segurar as rédeas da própria vida. Karma é um termo sânscrito que significa ação, e designa a lei universal de causa e efeito. Como todos os livros dele, o assunto é abordado sem conotação mística, espiritualista ou religiosa. E é por isso que eu gosto dele. O livro pode ser baixado gratuitamente através do site do Método DeRose: <a href="http://www.metododerose.org/" target="_blank">www.MetodoDeRose.org</a> &#8211; na seção <em><a href="http://www.metododerose.org/downloads/" target="_blank">Free Downloads</a></em>.</p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption aligncenter" style="width: 206px"><img class="size-full wp-image-165" title="as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo.png" alt="As cápsulas de influência de cada karma coletivo. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga." width="196" height="181" /><p class="wp-caption-text">As cápsulas de influência de cada karma coletivo, extraído do livro Karma e dharma - transforme sua vida. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site do Método DeRose.</p></div>
<p>Então fica a lição: nunca é tarde para mudar.<br />
Um grande abraço.</p>
<p><small>Para quem gosta de <em>heavy </em><em>metal</em> ou está curioso para escutar a música do Luiz Caldas, <a href="http://www.myspace.com/luizcaldas" target="_blank">acesse o MySpace dele</a>. Se não apreciar a música, aprecie a coragem de mudar, que talvez seja algo que você também queira fazer.<span> </span></small><small>Eu li  <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.contraditorium.com/2009/03/05/existe-vida-apos-o-axe/" target="_blank">essa notícia do Luiz Caldas no site Contraditorium</a>.</small></p>
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		</item>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Método DeRose]]></category>
		<category><![CDATA[Origens do Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Sámkhya]]></category>
		<category><![CDATA[SwáSthya Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra]]></category>
		<category><![CDATA[Thiago Massi]]></category>
		<category><![CDATA[Uni-Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Yôga]]></category>
		<category><![CDATA[Yôga]]></category>

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		<description><![CDATA[(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga) Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
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<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
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<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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