Alexandre Montagna

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Alexandre Montagna

A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir

Instrutor do Método DeRose
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Método DeRose é uma Cultura Junho 10, 2010 | 08:08 am

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O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes convencionais, essas filosofias são chamadas de Yôga,  SámkhyaTantra. Os dois primeiros compartilham um mesmo objetivo, a libertação. Libertação dos condicionamentos e das amarras da personalidade, numa conquista absoluta do autoconhecimento e união com a própria essência, a Mônada – ou Púrusha, conforme a nomenclatura adotada pela Escola Sámkhya. Contudo, o Sámkhya é teórico e sua atuação limita-se à mapear a trilha do tesouro, enquanto o Yôga é estritamente prático e constitui a caminhada terra-a-terra que ruma ao diamante, direcionada por aquele mapa.

O Tantra é a contraparte comportamental, que orienta a maneira de interagir com os demais seres, com a natureza e consigo próprio, preconizando a melhor maneira de fazer qualquer coisa (possível definição presente no Sanskrit-English Dictionary, de Sir Monier Williams). Nada disso é moderno. Essas três filosofias são patrimônio cultural da Humanidade e possuem o valor de um diamante do tamanho do nosso planeta. De fato, praticar o Yôga Antigo, compreender o mundo sob o prisma naturalista do Sámkhya e viver tântricamente é o paraíso na Terra.

DeRose, meu Mestre de Yôga, começou em 1960 sua trajetória profissional de ícone que rumou às Origens do Yôga Antigo (essa expressão virou um de seus livros). O trabalho de resgate dessa filosofia milenar trouxe algo maior do que o objetivo original. Estamos falando de um trabalho que começou há meio século e ainda está em andamento, ganhando forma e identidade: Método DeRose, Méthode De Rose, DeRose Method. O trabalho de sistematização do Yôga Antigo tornou-se algo muito maior, um life style, um estilo de vida, uma Cultura! O Método leva o nome DeRose devido aos méritos do educador: observação, pesquisa e codificação dessas raízes filosóficas, e ainda contando com o apoio e o amparo bibliográfico de diversos Mestres e estudiosos dessas raízes. Quando você encontrar uma escola credenciada pelo Método DeRose, já sabe que trata-se de um oásis em sua cidade. Lá você terá acesso à beleza de Nossa Cultura, praticando muito SwáSthya Yôga (a sistematização do Yôga Antigo), e aprendendo bastante sobre as características comportamentais desrepressoras e sensoriais do Tantra (da linha Dakshinachara), e ainda aprender e vislumbrar-se com a beleza do Universo através de uma compreensão naturalista, sem misticismo, conforme orienta o milenar Sámkhya.

Prepare-se: é muita coisa boa. A porta é estreita e reservada aos fortes. Lá dentro, há um enorme conhecimento para você saber mais, ampliar o espectro de sua sensorialidade e ganhar poder sobre si próprio. Tenho a convicção de que você sentirá a beleza e o refino do que encontrará. Enquanto isso, fico cá torcendo por você, e torcendo para que sua caminhada seja forte, mas na medida certa, o que é muito importante, pois a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva.

Yôga, Sámkhya, Tantra.
Poder, saber, sentir.
Método DeRose.

AlexandreMontagna.com

DeRose Festival Florianópolis 2010 Maio 27, 2010 | 03:46 am

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Eeeeeeeeeeestá chegando o DeRose Festival Florianópolis 2010!! Amanhã embarcaremos eu, Dani, Sary, Mateus, Cris e Sarinha rumo à capital catarinense para mergulhar em três dias de pura vivência e convivência com praticantes do Método DeRose de diversas regiões do Brasil e do mundo. Será fantástico!!

Este é o mais antigo e também o maior dos festivais do Método em número de participantes. Por isto mesmo, o evento bate o recorde de três atividades ocorrendo simultaneamente! Não dá para fazer tudo, então é preciso treinar o nosso poder de escolha. São muitas atividades excelentes!

O Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas oriundas de tradições culturais muito antigas. Este belo evento proporciona a agradável confraternização de centenas de pessoas ao redor do mundo que se identificam com a cultura preconizada.

Um forte abraço e até à volta!!

Conservadorismo e banalização do sexo Outubro 7, 2009 | 08:08 am

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Na prática, conservadorismo acaba por ser um eufemismo para comportamento repressor. Sendo desse modo, declaro que sou contra o conservadorismo de qualquer tipo, em qualquer assunto e sobre qualquer instância. Ora, o maior patrimônio do ser humano é a liberdade – liberdade de ir e vir, de escolher o que bem entender e fazer o que quiser, desde que não prejudique ninguém; e não há maior crime do que ter nossa liberdade reprimida e violentada, em qualquer nível de atividade. Ser conservador no sexo é ser repressor e reprimir a liberdade dos outros de fazer o que quiserem. Não devemos ser conservadores: esse comportamento é uma praga! Mas, sobre o sexo, será que devemos banalizá-lo, então? Depende do que entendemos por banalizar algo. Se o entendimento for “tornar o sexo normal”, então, por favor, banalizemos o sexo, pois não há ato natural mais lindo, prazeroso e normal do que a conexão entre dois seres em suas vestes carnais. Por outro lado, se banalizar trouxer o entendimento de “vulgarizar”, então jamais façamos isto! Nesse significado, não devemos banalizar o sexo, assim como não devemos cometer tal falha com a alimentação, com a conversa entre amigos, ou com o cotidiano, pois todas as circunstâncias de nossas vidas devem ser vivenciadas com amor e sentimento dignos de uma valorização do tempo que conferimos a elas. Dito tudo isto, se o leitor me permitir expor meu conceito, devo informar que vulgarismo é uma atitude, um estado de espírito que consiste em subtrair sentimentos nobres de atos afetivos, tornando-os ocos, bem como em praticar convívio social gerando desconforto nas pessoas ao seu redor.

A mola do comportamento no contexto histórico

O comportamento é como uma mola: quando mais pressionado e reprimido, maior será a força que terá quando for solto. Não são os adolescentes intensamente homofóbicos que se tornam homossexuais aos 40? Durante os últimos tempos, sofremos uma repressão sexual que só nas últimas décadas começou a se atenuar. Parte disso é devido ao enfraquecimento da religião e das crenças. Mas o resultado da liberação comportamental foi a mola dando um salto para o ar, gerando o comportamento oposto, num nível que ultrapassou a liberdade e entrou na libertinagem. Confundimos liberdade com banalização, embalados sob músicas realmente vulgares. A mola comportamental social ainda está em fase de aquietação e aos poucos vamos descobrindo que sexo é ótimo, falar de sexo é bom também, e que podemos torná-lo normal e, ao mesmo tempo, valorizá-lo muito. Nesse interím, a libertinagem vai dando pano para a manga dos conservadores, que dizem: “isso que dá os jovens não irem à igreja…“.

Um exemplo de repressão

Ainda sobre o assunto repressão, lembro-me de quando ouvi o depoimento de uma querida amiga que foi acompanhada de suas friends à beira de uma praia de nudismo, numa distância em que era possível observar (pessoas nuas) sem sair do carro. Em certo momento, todas enxergaram um grupo de homens despidos conversando, e logo o sangue subiu às faces de todas, a garganta apertou a voz, os pelos (de todas) arrepiaram-se nas peles enrubescidas, e uma delas solta uma ofensa bastante nervosa, aleatória e completamente descabida: “é gay, é gay, é tudo gay!!“. Como todas estavam à ponto de bala, numa autorepressão muito forte, a sequência foi um bando de mulheres dentro de um carro repetindo a expressão feito caturritas atônitas, para talvez tentar mascarar a incapacidade de observarem com simplicidade um grupo de seres humanos tal e qual vieram ao mundo. Esse é um belo exemplo de quando a repressão encontra a liberdade: a repressão teme a liberdade – por isso mesmo a maltrata, agride, ofende e prende.

Ser libertário e não julgar

A concepção de um mundo perfeito consistem em chegar à conclusão de que a liberdade é o nosso bem mais precioso e que devemos preservá-la, cultivá-la e vivenciá-la muito, custe o que custar. Você pode ser libertário ou repressor consigo mesmo – pois você tem essa liberdade, mas seja, acima de tudo, libertário com os outros. Não julgue sob nenhum pretexto os outros. Não julgue aquele que ama alguém do mesmo sexo. O que você tem com isso? Não importa se homem e mulher são o casal perfeito no encaixe natural do quebra-cabeça, amor é amor e está acima da dualidade sexual: está entre essências. Tampouco julgue aquela pessoa que se relaciona com duas outras simultaneamente, mesmo que você não compreenda como é possível fazer isso sem traição e com verdadeiro amor e afeto. Ao julgar outra pessoa dessa maneira, você declara abertamente que está com repressão armazenada em seus condicionamentos comportamentais. Seja desrepressor consigo mesmo e com os outros. Não julgue. Seja libertário, com maturidade, respeito e disciplina. Este é o meu convite.

Entrevista com DeRose Setembro 6, 2009 | 06:08 pm
Esta foi a melhor entrevista com DeRose já feita

Melhor entrevista já feita com DeRose

Já saiu em diversos blogs e sites, mas está faltando aqui, então agora é minha vez de divulgar esta conversa travada com DeRose em Portugal.

A qualidade do jornalista António Mateus permitiu que seu entrevistado, o escritor DeRose, pudesse dissertar livremente sobre sua proposta de life style que é adotada por milhares de pessoas cultas e dinâmicas em diversos países das Américas, Europa e Brasil.

DeRose disserta sobre a Nossa Cultura e seus efeitos a curto, médio e longo prazo, tais como qualidade de vida, proatividade e autoconhecimento, proporcionando boas relações humanas e uma vida saudável e descomplicada. É uma conversa de valor inestimável.

Se você quiser acessar a transcrição da entrevista, entre neste link: uni-yoga.org/blogdoderose/…

Vinho, o álcool tradicional mantido pela sofisticação Agosto 8, 2009 | 08:08 am

Não importa se uma tradição é boa ou ruim, ela será passada adiante se for conveniente para algum grupo de pessoas, ou se for simplesmente divertida, mesmo que seja cruel. Na maioria das vezes, as tradições favorecem econômica ou politicamente um grupo de pessoas e você nem sabe! O público só vê a parte do teatro, mas não enxerga o que acontece nos bastidores. É assim que se mantêm as tradições das touradas na Espanha, do churrasco no Rio Grande do Sul, da farra do boi em Santa Catarina, do espancamento e mutilações dos muçulmanos para homenagear o neto do profeta Maomé, Husayn ibn Ali. Até mesmo a tradição da saudação através de cuspe presente na tribo Masai. Tradições se mantêm, mesmo que não sejam lógicas, agradáveis, inteligentes e conscientes.

Quanto menos sensata for a tradição, mais artificialmente colorida ela será, a fim de causar uma boa imagem. Você já percebeu isso?

A boa imagem do vinho

Isso é sszuper (hic) refiñado..

Issso é sszzuper refiñaado.. (hic)

O vinho. Quase todos têm uma boa imagem do vinho, e como não ter? Só ouvimos falar bem dele, que faz bem para o coração e por aí vai. Há profissionais que recomendam uma ingestão frequente e todos conhecem pelo menos um vivente que beba uma taça diária. Algumas vezes, ao mencionar que o Yôga recomenda a abstinência alcoólica, sou interrogado: – “Mas, e o vinho? Ele não é bom?” Permita-me ser direto: não! Vinho é uva + álcool, simplificando bastante. Pegue todos os benefícios do vinho e todos os benefícios do sumo de uva e constate que são iguais. Por que será? Isso é porque o bom do vinho são as propriedades da fruta e nada mais. Tire o álcool dessa bebida, e você terá um belo suco, super nutritivo e ainda mais saudável, já que não possuirá o efeito maléfico de redução da consciência e intoxicação proporcionado pelo álcool. Ah, e o suco de uva não dá dor de cabeça!

Veja a seguir um trecho de um artigo sobre os benefícios do vinho:

Observou-se que a reatividade dos vasos sangüíneos melhorava nestes voluntários, tanto com o vinho como com o suco de uva. Os achados, sugerem que os flavanóides da casca da uva, encontrados tanto no vinho como no suco da uva, seriam os responsáveis por tais bebefícios.
http://portaldocoracao.uol.com.br/nutricao.php?id=957

É tão complicado entender essa simplicidade? Não precisa ser PhD para perceber isso.

O vinho é tão bem visto porque fazem uma forte campanha para sua boa imagem, cheia de pompa e sofisticação. Os garçons o servem com rituais repletos de majestade, utilizando parafernalhas vinícolas dignas de Realeza, enquanto servem a preciosa água em copos simplórios, talvez de requeijão. Entrei num famoso portal de comércio eletrônico e adivinhe o que havia na seção “presentes sofisticados“? Além de vários relógios e itens aleatórios, todo o resto da página estava preenchido com acessórios referentes ao vinho. Está muito clara a ligação feita entre essa bebida e o requinte. E, é claro, isso só está assim porque nós mantemos essa tradição.

Não há motivos para colocar o vinho num pedestal. Isso é lavagem cerebral. Remova o álcool e aprecie o sagrado sumo da uva, manuseando-o com a mesma pompa e circunstância, e sorvendo-o numa linda taça de cristal.

Beber para se soltar

Há quem beba para se soltar, um pouco, muito, ou para soltar a franga de vez. É compreensível essa atitude dentro de uma cultura repressora como a nossa. Vivemos trancados em nós mesmos, segurando desejos e sentimentos constantemente. Algumas pessoas colocam em suas cabeças que precisam beber um pouco para conseguir conversar melhor. Ora, que enorme declaração de personalidade fraca! Comunicação social é o mínimo que todos nós deveríamos praticar, jamais precisando de uma bebida com álcool para isso. Aliás, toda vez que alguém vem falar comigo com aquele hálito-espanta-tubarão do vinho ou cerveja, eu já desconverso e me abstenho da frustração desse contato: ou meu interlocutor não entenderá minhas palavras, ou esquecerá boa parte do que eu falar. Isso se eu não testemunhar outros sintomas do álcool, tais como falar bobagens, ser inconveniente, ser teimoso, xingar, ofender e envergonhar alguém em público, envergonhar-se em público, paquerar invadindo o espaço vital da vítima, tirar a roupa para fazer um humilhante strip-tease, cair no chão deixando muita coisa à mostra, vomitar, etc.

Quem pratica a Nossa Cultura com dedicação, conhece e vivencia a filosofia Shakta, desrepressora. Assim, solta-se sem precisar de substâncias para isso, sejam elas lícitas ou não. O shakta e a shaktí aprendem a ser mais carinhosos e extrovertidos em sã consciência. Ora, a expansão da consciência é a meta do Yôga, e cada gota de álcool é um pequeno passo rumo à inconsciência. Quem leva o Yôga a sério, quer exatamente o oposto dessa redução da lucidez, evitando também qualquer substância nociva ao seu organismo e prejudicial ao bom funcionamento de seu cérebro. O praticante do Yôga Antigo sabe que o importante na vida é ser feliz e faz isso muito bem. Poucas pessoas sabem, contudo, que essa felicidade é viável sem ter que prejudicar o corpo ou sem ser um maria-vai-com-as-outras nas rodas de conversa.

Extroversão e carinho com consciência é uma felicidade viável

Extroversão e carinho sem uma gota de álcool é uma felicidade viável.

Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga.

Desrepressão consciente é o caminho para trazer o Paraíso à Terra. Foto de um Fest-Yôga repleto de gente bonita, alegre, de cara limpa, saudável e descomplicada.

Além do mais, preciso confessar, nas festas de público diversificado em que compareço, geralmente acham que eu sou quem mais bebeu, e alguns não acreditam que eu esteja de cara limpa. Abaixo, um belo registro feito numa festa de aniversário da minha querida amiga Paula Moreira.

Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu.

Contemplando a virtuosa dança estão meus amigos Francisco Lima, de tenista, e Pedro Largacha, de lutador de Kung-Fu. A Paulinha está de princesa e eu de Rambo Serelepe. "Enche o copo de Guaraná, garçom!!! Com laranja, por favor."

Fest-Yôga Florianópolis 2009 está chegando!! Maio 28, 2009 | 02:21 pm

Postado novamente para ficar na primeira página

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Você sabe o que eu gosto no Fest-Yôga? É um evento de Yôga, e não de Oriente ou de alternativismo. São 600, 700 pessoas de boa cabeça, sem misticismo no ar, conversando e interagindo muito entre si. Ok, ok, vou falar com ainda mais objetividade: são centenas de pessoas respirando 3 beliíssimas filosofias: Yôga, Sámkhya e Tantra. Nada pode ser melhor do que isso. Bem, pode sim: melhor do que o festival, só mesmo se conviver com um grupo assim no dia-a-dia, rodeado de pessoas entusiasmadas pelo saber, desreprimidas, descomplicadas, que valorizam a sensorialidade e com um poder interior que cresce a cada prática de Yôga (o sádhana diário que confere força, poder e energia).

Chamamos a reunião destas 3 filosofias, Yôga, Sámkhya e Tantra, de Nossa Cultura – o caldo cultural do Método DeRose pelo mundo. E o Festival Internacional de Yôga de Florianópolis é, entre todos, o maior dos festivais do Método, pois, talvez por ser o mais antigo, e também com méritos à sua localização geográfica, é o mais cheio de participantes e o mais recheado de vivências: este Fest-Yôga bate o recorde de 3 vivências simultâneas! Não dá para fazer tudo, é muita coisa – muita coisa boa!

O evento ocorrerá nos dias 29, 30 e 31 de maio, e estamos indo eu, Dani, Sary, Mateus e Helio, numa aventura sobre quadro rodas a caminho do oriente catarinense, representando a egrégora chapecoense!

SwáSthya!

www.Fest-Yoga.com.br


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