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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; saber</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Método DeRose é uma Cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1466" title="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio.jpg" alt="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" width="600" height="327" /></p>
<p>O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, estas maneiras de agir e ver o mundo surgiram na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento natural da outra. Em seus nomes convencionais, essas filosofias são chamadas de<strong> Yôga</strong>,  <strong>Sámkhya</strong> e <strong>Tantra</strong>. Os dois primeiros compartilham um mesmo objetivo, a libertação. Libertação dos condicionamentos e das amarras da personalidade, numa conquista absoluta do autoconhecimento e união com a própria essência, a Mônada &#8211; ou Púrusha, conforme a nomenclatura adotada pela Escola Sámkhya. Contudo, o Sámkhya é teórico e sua atuação limita-se à mapear a trilha do tesouro, enquanto o Yôga é estritamente prático e constitui a caminhada terra-a-terra que ruma ao diamante, direcionada por aquele mapa.</p>
<p>O Tantra é a contraparte comportamental, que orienta a maneira de interagir com os demais seres, com a natureza e consigo próprio, preconizando <em>a melhor maneira de fazer qualquer coisa</em> (possível definição presente no Sanskrit-English Dictionary, de Sir Monier Williams). Nada disso é moderno. Essas três filosofias são patrimônio cultural da Humanidade e possuem o valor de um diamante do tamanho do nosso planeta. De fato, praticar o Yôga Antigo, compreender o mundo sob o prisma naturalista do Sámkhya e viver tântricamente é o paraíso na Terra.</p>
<p>DeRose, meu Mestre de Yôga, começou em 1960 sua trajetória profissional de ícone que rumou às <em>Origens do Yôga Antigo</em> (essa expressão virou um de seus livros). O trabalho de resgate dessa filosofia milenar trouxe algo maior do que o objetivo original. Estamos falando de um trabalho que começou há meio século e ainda está em andamento, ganhando forma e identidade: <strong>Método DeRose, Méthode De Rose, DeRose Method</strong>. O trabalho de sistematização do Yôga Antigo tornou-se algo muito maior, um<em> life style</em>, um estilo de vida, uma <strong>Cultura</strong>! O Método leva o nome DeRose devido aos méritos do educador: observação, pesquisa e codificação dessas raízes filosóficas, e ainda contando com o apoio e o amparo bibliográfico de diversos Mestres e estudiosos dessas raízes. Quando você encontrar uma escola credenciada pelo Método DeRose, já sabe que trata-se de um oásis em sua cidade. Lá você terá acesso à beleza de Nossa Cultura, praticando muito SwáSthya Yôga (a sistematização do Yôga Antigo), e aprendendo bastante sobre as características comportamentais desrepressoras e sensoriais do Tantra (da linha Dakshinachara), e ainda aprender e vislumbrar-se com a beleza do Universo através de uma compreensão naturalista, sem misticismo, conforme orienta o milenar Sámkhya.</p>
<p>Prepare-se: é muita coisa boa. A porta é estreita e reservada aos fortes. Lá dentro, há um enorme conhecimento para você saber mais, ampliar o espectro de sua sensorialidade e ganhar poder sobre si próprio. Tenho a convicção de que você sentirá a beleza e o refino do que encontrará. Enquanto isso, fico cá torcendo por você, e torcendo para que sua caminhada seja forte, mas na medida certa, o que é muito importante, pois <em>a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva</em>.</p>
<p>Yôga, Sámkhya, Tantra.<br />
Poder, saber, sentir.<br />
Método DeRose.</p>
<p><a href="http://alexandremontagna.com/" target="_blank">AlexandreMontagna.com</a></p>
<p style="text-align: center;">
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		<title>Os Maias estão furiosos!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 11:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os Maias devem estar se debatendo nos caixões (linguagem figurativa), pois a malta de hoje está conduzindo de modo deplorável a interpretação do complexo calendário deles. David Morrison, da NASA, recebeu mais de 1000 perguntas de pessoas que achavam que o fim do mundo era genuíno e condenou-o, dizendo: &#8220;Eu mesmo tive casos de adolescentes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os Maias devem estar se debatendo nos caixões (linguagem figurativa), pois a malta de hoje está conduzindo de modo deplorável a interpretação do complexo calendário deles.</p>
<p>David Morrison, da NASA, recebeu mais de 1000 perguntas de pessoas que achavam que o fim do mundo era genuíno e condenou-o, dizendo: &#8220;<em>Eu mesmo tive casos de adolescentes escrevendo para mim dizendo que eles estavam pensando em suicídio, porque não queriam ver o fim do mundo. Eu acho que mentir na internet e assustar crianças com o fim de ganhar dinheiro é eticamente errado.</em>&#8221; (<em>Connor, Steve. &#8220;<a href="http://www.independent.co.uk/news/science/relax-the-end-isnt-nigh-1804340.html" target="_blank">Relax, the end isn&#8217;t right</a>&#8220;, The Independent, 17 October 2009. Página visitada em 2009-10-20.</em>)</p>
<p>Já ouvi pessoas dizendo: &#8220;eu não acredito que o mundo vá acabar em 2012&#8243;. Mas isso é tão óbvio que nem precisaria dizer! Mas dizem. E isso é um sintoma que podemos diagnosticar: as pessoas tendem a acreditar tanto em tantas coisas, que até mesmo esse absurdo pode ser considerado a tal ponto de merecer ser refutado numa discussão.</p>
<p>Seria como um adulto dizer: &#8220;eu não acredito em Papai Noel!&#8221;.</p>
<p>Mas é óbvio!</p>
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		<title>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 21:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010. Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro. Feliz Ano Novo, amigos leitores! Há metafísica bastante em não pensar em nada. O que penso eu do mundo? Sei lá o que penso do mundo! Se eu adoecesse pensaria nisso. Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Um belo poema que carrego e me inspiro para viver 2010.<br />
Este é do Mestre Fernando Pessoa, através de seu heterónimo Alberto Caeiro.<br />
Feliz Ano Novo, amigos leitores!</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>Há metafísica bastante em não pensar em nada.</strong></p>
<blockquote><p>O que penso eu do mundo?<br />
Sei lá o que penso do mundo!<br />
Se eu adoecesse pensaria nisso.</p>
<p>Que idéia tenho eu das cousas?<br />
Que opinião tenho sobre as causas e os efeitos?<br />
Que tenho eu meditado sobre Deus e a alma<br />
E sobre a criação do Mundo?</p>
<p>Não sei. Para mim pensar nisso é fechar os olhos<br />
E não pensar. É correr as cortinas<br />
Da minha janela (mas ela não tem cortinas).</p>
<p>O mistério das cousas? Sei lá o que é mistério!<br />
O único mistério é haver quem pense no mistério.<br />
Quem está ao sol e fecha os olhos,<br />
Começa a não saber o que é o sol<br />
E a pensar muitas cousas cheias de calor.<br />
Mas abre os olhos e vê o sol,<br />
E já não pode pensar em nada,<br />
Porque a luz do sol vale mais que os pensamentos<br />
De todos os filósofos e de todos os poetas.<br />
A luz do sol não sabe o que faz<br />
E por isso não erra e é comum e boa.</p>
<p>Metafísica? Que metafísica têm aquelas árvores?<br />
A de serem verdes e copadas e de terem ramos<br />
E a de dar fruto na sua hora, o que não nos faz pensar,<br />
A nós, que não sabemos dar por elas.<br />
Mas que melhor metafísica que a delas,<br />
Que é a de não saber para que vivem<br />
Nem saber que o não sabem?</p>
<p>&#8220;Constituição íntima das cousas&#8221;&#8230;<br />
&#8220;Sentido íntimo do Universo&#8221;&#8230;<br />
Tudo isto é falso, tudo isto não quer dizer nada.<br />
É incrível que se possa pensar em cousas dessas.<br />
É como pensar em razões e fins<br />
Quando o começo da manhã está raiando, e pelos lados das árvores<br />
Um vago ouro lustroso vai perdendo a escuridão.</p>
<p>Pensar no sentido íntimo das cousas<br />
É acrescentado, como pensar na saúde<br />
Ou levar um copo à água das fontes.</p>
<p>O único sentido íntimo das cousas<br />
É elas não terem sentido íntimo nenhum.<br />
Não acredito em Deus porque nunca o vi.<br />
Se ele quisesse que eu acreditasse nele,<br />
Sem dúvida que viria falar comigo<br />
E entraria pela minha porta dentro<br />
Dizendo-me, Aqui estou!</p>
<p>(Isto é talvez ridículo aos ouvidos<br />
De quem, por não saber o que é olhar para as cousas,<br />
Não compreende quem fala delas<br />
Com o modo de falar que reparar para elas ensina.)</p>
<p>Mas se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e o luar,<br />
Então acredito nele,<br />
Então acredito nele a toda a hora,<br />
E a minha vida é toda uma oração e uma missa,<br />
E uma comunhão com os olhos e pelos ouvidos.</p>
<p>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar;<br />
Porque, se ele se fez, para eu o ver,<br />
Sol e luar e flores e árvores e montes,<br />
Se ele me aparece como sendo árvores e montes<br />
E luar e sol e flores,<br />
É que ele quer que eu o conheça<br />
Como árvores e montes e flores e luar e sol.</p>
<p>E por isso eu obedeço-lhe,<br />
(Que mais sei eu de Deus que Deus de si próprio?).<br />
Obedeço-lhe a viver, espontaneamente,<br />
Como quem abre os olhos e vê,<br />
E chamo-lhe luar e sol e flores e árvores e montes,<br />
E amo-o sem pensar nele,<br />
E penso-o vendo e ouvindo,<br />
E ando com ele a toda a hora.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>Alberto Caeiro</em></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html">http://www.jornaldepoesia.jor.br/alberrr.html</a></p>
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		<title>Uma grande diferença entre mitologia e religião</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Dec 2009 21:08:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;Sobre o objeto de contemplação sempre soube que uma diferença havia, pois se você crer, é religião mas se não crer, é mitologia.&#8221; Alexandre Montagna Se crer, é religião. A mente se afunila; você toma como verdade acontecimentos infundados, sem evidências e cujo único sentido é o conforto emocional produzido pela crença. Se não crer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center; font-size: 16px;"><em>&#8220;Sobre o objeto de contemplação<br />
sempre soube que uma diferença havia,<br />
pois se você crer, é religião<br />
mas se não crer, é mitologia.&#8221;<br />
<span style="font-style: normal;">Alexandre Montagna</span></em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1200" title="uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="uma-grande-diferenca-entre-mitologia-e-religiao-blog-alexandre-montagna" width="560" height="430" /></p>
<p style="text-align: center;">Se crer, é religião. A mente se afunila; você toma como verdade acontecimentos infundados, sem evidências e cujo único sentido é o conforto emocional produzido pela crença.</p>
<p style="text-align: center;">Se não crer, é mitologia. A mente se expande; você aumenta sua cultura e sua percepção de mundo, pois, sob o prisma mitológico, as histórias geralmente proporcionam ensinamentos interessantes.</p>
<p style="text-align: center;">Basicamente, bastam as imagens para este post.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1192" title="culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="culto-crencas-diferentes-blog-alexandre-montagna" width="500" height="696" /></p>
<blockquote><p>“<em>Mitologia é o nome que damos às religiões dos outros.</em>” (Joseph Campbell)</p></blockquote>
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		<title>A importância do Estado Laico</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 05:15:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Åsa Heuser]]></category>
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		<category><![CDATA[uma atéia de bom humor]]></category>

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		<description><![CDATA[Åsa Heuser é uma professora de inglês e sueco, autodidata em quase tudo. Adora ler desde J. K. Rowling e Tolkien a Richard Dawkins e Carl Sagan. Åsa foi uma das primeiras a colaborar com a tradução dos textos da STR (Sociedade da Terra Redonda), um site ateu cujo nome faz paródia com a antiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Åsa Heuser é uma professora de inglês e sueco, autodidata em quase tudo. Adora ler desde J. K. Rowling e Tolkien a Richard Dawkins e Carl Sagan. Åsa foi uma das primeiras a colaborar com a tradução dos textos da STR (Sociedade da Terra Redonda), um site ateu cujo nome faz paródia com a antiga crença da Terra plana. Escreve textos bons e lúcidos em seu blog chamado <em><a href="http://umaateiadebomhumor.blogspot.com/" target="_blank">Uma atéia de bom humor</a></em>. Dentre eles, copio abaixo o trecho de um destes artigos, chamado &#8220;<em>A importância do Estado Laico</em>&#8220;.</p>
<blockquote><p><strong>A importância do Estado Laico</strong></p>
<p><em>Imaginemos que a maioria da população de um país pertença a uma organização religiosa específica. Vamos supor também que eles consigam que os preceitos religiosos específicos dessa organização se tornem obrigatórios a todos, em forma de lei, já que são maioria. Isso significaria entre outras coisas que, por exemplo, a transfusão de sangue seria proibida por lei. Agora imaginem que uma pessoa que não pertence a essa organização seja obrigada a seguir essa lei, e venha a morrer em consequência disso.</em></p>
<p><em>Este é um exemplo extremo, mas serve para ilustrar o absurdo de uma religião impor seus valores particulares. Por isso o Estado precisa ser laico.</em></p>
<p><em>Se fala muito em Estado Laico, mas as pessoas em geral não sabem muito bem o que isso significa. Em termos simples, significa que nenhuma religião pode se impor como diretriz à população como um todo através de leis.</em></p></blockquote>
<p><a href="http://umaateiadebomhumor.blogspot.com/2009/11/imaginemos-que-maioria-da-populacao-de.html" target="_blank">Leia este artigo na íntegra.</a></p>
<div id="attachment_1169" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><img class="size-full wp-image-1169" title="asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="asa-heuser-ateia-bom-humor-blog-alexandre-montagna" width="110" height="146" /><p class="wp-caption-text">Åsa Heuser</p></div>
<div id="attachment_1170" class="wp-caption alignleft" style="width: 242px"><img class="size-full wp-image-1170" title="familia-heuser-ateismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/11/familia-heuser-ateismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="A família Heuser. Chegaram a entrar para a igreja luterana por temer discriminação" width="232" height="146" /><p class="wp-caption-text">A família Heuser chegou a entrar para a igreja luterana por temer discriminação</p></div>
<p><a href="http://veja.abril.com.br/050602/p_084.html" target="_blank">Veja a reportagem que a revista Veja fez sobre os ateus em que a família Heuser aparece.</a></p>
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		<title>Conforto emocional sem crença</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série <em><strong>A crença conduz à ignorância</strong></em></p>
<p>As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais.</p>
<p>De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase &#8221;<em>tenho um lado espiritual independente de religiões</em>&#8220;? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais &#8211; afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja.</p>
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		<title>A personificação do imponderável</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 11:08:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_737" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-737" title="deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/deus-pessoal-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Papai sumiu! Ou será que nunca esteve lá?" width="600" height="375" /><p class="wp-caption-text">Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai.</p></div>
<p>Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média<em>,</em> pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo &#8211; pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É <em>o Deus</em>, no lugar de <em>a Deusa</em>; é <em>pai nosso</em>, <em>meu senhor</em>, <em>o criador</em>, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a <em>Deusa-mãe</em>, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza &#8211; conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, &#8220;<em>pois é uma questão metafísica</em>&#8221; &#8211; ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje.</p>
<p>Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais <em>prá frentex</em> do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de <em>delirium misticum</em>.</p>
<p>A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a <strong>Nossa Cultura</strong> resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do <strong>Yôga Antigo</strong>. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com <em>o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério</em><em>!</em> (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é <strong>agnosticismo</strong>, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<p style="text-align: left;">* Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa <em>Sámkhya Com Senhor</em> numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa <strong><em>Sámkhya Sem Senhor</em></strong>, o Sámkhya original.</p>
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		<title>13 de agosto, Dia Internacional do Canhoto</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 04:08:26 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-834" title="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" width="150" height="180" /><br />
Parabéns a todos os leitores canhotos deste blog! Feliz de você que nasceu neste último século e já não sofre tanto preconceito. Em certos países, hoje, esquerdinos realizam feiras com produtos especiais para essa especial minoria genética. Quem é canhoto sabe o quão ruim é ter que lidar com um abridor de latas, tesoura ou régua. Mas pior ainda era receber cascudos do pai por &#8220;escrever com a mão errada&#8221;, ou então enfrentar as dificuldades da era medieval que a tirinha abaixo ilustra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-833 aligncenter" title="canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="teste" width="496" height="593" /></p>
<p>Diga-se de passagem, há uma ligação entre a genialidade e a utilização dos membros esquerdos para os afazeres. O lado esquerdo do corpo está conectado ao hemisfério direito do cérebro, que é o responsável pela criatividade, imaginação, conhecimento intuicional, sem limitações impostas pela razão. Será por isso que diversos gênios da Humanidade, como Einstein e Beethoven, são canhotos?</p>
<blockquote><p><em><strong>Leonardo da Vinci</strong></em><br />
<em>Dentre os canhotos famosos, o gênio renascentista Leonardo da Vinci chegou a elaborar um sistema de escrita que durante muitos séculos permaneceu obscuro. Acreditava-se que era um código secreto usado pelo artista/inventor, a fim de ocultar suas anotações &#8211; e cuja decifração somente ele seria capaz de fazer. Entretanto, ao ser colocada diante dum espelho, constatou-se que era a escrita normal, feita da direita para a esquerda: Da Vinci, escrevendo com sua canhota, passara a grafar puxando o instrumento de escrita, tal como fazem os destros, simplesmente para que sua mão não borrasse a tinta das anotações. (Wikipedia)</em></p></blockquote>
<p>Em tempo: para 98% dos humanos, o hemisfério dominante é o esquerdo, responsável pelo raciocínio lógico, linear, dedutivo. Não temos o lado direito bem desenvolvido e utilizado; há de chegar o dia em que adestraremos perfeitamente os dois hemisférios cerebrais, e então estaremos mais perto do autoconhecimento.</p>
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		<title>O teatro da gripe</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 11:08:09 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-840" title="gripe-suina-mascara-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/gripe-suina-mascara-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="gripe-suina-mascara-blog-alexandre-montagna" width="260" height="180" />Há pessoas apavoradas com a grine suína. Mesmo que eu fale para não acreditar no exagero e entender que a televisão é um palco, elas continuam preocupadas. Mesmo que os noticiários digam (em voz baixa) que os índices de morte da gripe suína são iguais ou menores que o da gripe comum, elas continuam consternadas. Tem gente que gosta de histeria.</p>
<p>Entenda<strong> </strong>que a História se repete. O povo é se assusta facilmente e entra em pânico rapidinho. Quantas vezes eu terei que reforçar o principal axioma do Método DeRose? Ele declara laconicamente <strong>Não acredite!</strong> Terei que repetir isso às pessoas durante minha vida inteira. E muitas vezes terei que lembrar-me a mim próprio disso, pois eu mesmo posso cair nessa péssima tendência de acreditar nas informações que chegam a nós pelos televisores, jornais, internet e boca-a-boca. A probabilidade de estarmos sendo ludibriados em algum grau é bastante elevada.</p>
<p>A gripe suína é sim terrível, te deixa de cama e com dores no corpo, pode causar vômito, febre alta, entre outras coisas. Acontece que esses são os mesmos sintomas que a gripe comum também apresenta! Não vamos subestimar o poder do vírus, mas sim lembrar que não podemos desconsiderar o poder da TV e das grandes corporações em manipular e até mesmo gerar um fato. Isso me lembra a propaganda de uma emissora de televisão que dizia &#8220;&#8230;<em>nós só não podemos gerar um fato, mas você pode.</em>&#8221; É uma frase linda, mas não é verdadeira. Embora não seja ético, os fatos podem, sim, ser criados e mantidos, ou &#8211; o que é mais comum &#8211; apenas aumentados em proporções assustadoras. Motivo? <strong>Lucro ou poder político</strong>. Toda catástrofe sempre beneficiará bastante alguma organização ou grupo político.</p>
<p>Eu assisti ao vídeo abaixo graças ao link que o <a title="Post do Marco Carvalho sobre a gripe suína." href="http://swasthya.marcocarvalho.com/paranoia-gripe-suina-influenza-a-h1n1/" target="_blank">Marco Carvalho</a> disponibilizou em seu <a title="Twitter do Marco Carvalho" href="http://twitter.com/marcocarvalho" target="_blank">Twitter</a>. Chamo este vídeo de <em>&#8220;O Zeitgeist da Gripe Suína&#8221;</em>.</p>
<p><object width="580" height="360" data="http://www.youtube.com/v/CcgCBiyGljM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CcgCBiyGljM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x006699&amp;color2=0x54abd6&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Leia o post <a title="Post que menciona a gripe suína no blog do DeRose." href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/o-festival-internacional-de-yoga-de-buenos-aires-esta-com-a-saude-otima/" target="_blank">O Festival Internacional de Yôga de Buenos Aires está com a saúde ótima</a> no Blog do DeRose.</p>
<p><strong><span style="font-weight: normal;">Há uma entrevista feita entre a revista Veja e Nathália Prosperi, uma vítima da gripe, em que ela declara estar bem e já teria saído de casa, não fosse a proibição a ela imposta. Você pode ler a entrevista aqui: <a style="text-decoration: none;" href="http://veja.abril.com.br/noticia/saude/depoimento-eu-tenho-gripe-suina-480085.shtml">http://veja.abril.com.br/noticia/saude/depoimento-eu-tenho-gripe-suina-480085.shtml</a></span></strong></p>
<p>Minha aluna Ozana compartilhou este link que também saiu na Veja online: <a href="http://veja.abril.com.br/290709/nao-ha-motivo-tanto-alarme-p-098.shtml">http://veja.abril.com.br/290709/nao-ha-motivo-tanto-alarme-p-098.shtml</a></p>
<p><strong>Esse post não é apenas sobre a gripe suína, e sim sobre o reforço do axioma <span style="text-decoration: underline;">Não Acredite</span>. Quando surgir uma nova notícia bombástica e catastrófica, você voltará a roer unhas? Quando vier o próximo teatro da mídia, você estará na plateia?</strong></p>
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		<title>Um texto meu no &#8220;Livre Pensar do Yôga&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado Livre Pensar do Yôga, gerenciado pelo meu amigo Caio Melo e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura. Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no Livre Pensar, enviei meu texto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.livrepensardoyoga.com/"><img class="size-full wp-image-872" title="livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Imagem característica do portal" width="600" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Shiva, o criador mitológico do Yôga, ilustra o portal.</p></div>
<p>Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado <strong>Livre Pensar do Yôga</strong>, gerenciado pelo meu amigo <a href="http://www.paraviverbem.com.br/" target="_blank">Caio Melo</a> e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura.</p>
<p>Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no <em>Livre Pensar</em>, enviei meu texto, pois achei cabido e gentil compartilhar minhas ideias noutros sites que me permitam fazer isso. O artigo chama-se <strong><em>Método DeRose é uma Cultura</em></strong>, e você pode encontrá-lo neste link: <a href="http://www.livrepensardoyoga.com/">LivrePensardoYoga.com</a>. Acesse!</p>
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		<title>Zeitgeist no Yôgacine de sábado &#8211; 4/7/2009</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 18:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tivemos Yôgacine no último sábado e foi maravilhoso como sempre. O filme foi muito bom, interessante e instigante, feito para sacudir o indivíduo pelos ombros e alertá-lo para algo que, se eu for resumir numa expressão, seria esta: &#8220;não acredite&#8220;. Não acredite no quê? Apenas não acredite. A probabilidade de você ser ludibriado é grande. Isso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_709" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-709" title="zeitgeist-the-movie-addendum-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/zeitgeist-the-movie-addendum-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Zeitgeist - 'o espírito da época'" width="600" height="185" /><p class="wp-caption-text">Zeitgeist é um termo alemão que significa &#39;o espírito de época&#39; ou &#39;espírito do tempo&#39;. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo. </p></div>
<p>Tivemos Yôgacine no último sábado e foi maravilhoso como sempre. O filme foi muito bom, interessante e instigante, feito para sacudir o indivíduo pelos ombros e alertá-lo para algo que, se eu for resumir numa expressão, seria esta: &#8220;<em>não acredite</em>&#8220;. Não acredite no quê? Apenas não acredite. A probabilidade de você ser ludibriado é grande. Isso vai ao encontro do verbo que define o Sámkhya (filosofia teórica que fundamenta o Yôga Antigo), que é o verbo <em>saber</em> &#8211; justamente o oposto do verbo <em>crer</em>, que melhor define o Vêdánta &#8211; a filosofia oposta ao Sámkhya! Não é à toa que o Mestre DeRose, o sistematizador do Yôga Antigo, escreveu um pequeno texto sobre esta expressão: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/o-que-e-o-axioma-numero-um-do-swasthya-yoga/" target="_blank">O que é o Axioma Número Um do SwáSthya Yôga</a>. De quebra, você já pode conferir este artigo para enriquecer mais sua leitura &#8220;<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/afinal-por-que-doutrinacao-deve-ser-execrada/" target="_blank">Afinal, por que &#8220;doutrinação&#8221; deve ser execrada?</a>&#8221;</p>
<p><em>Zeitgeist &#8211; The Movie, </em>de Peter Joseph,<em> <span style="font-style: normal;">é uma codificação de fatos históricos, políticos e econômicos, numa compilação de efeito e alto impacto no espectador. É um trabalho de resgate dos acervos da mídia e da história, e colocados na película num formato dividido em 3 partes:</span></em></p>
<p><em></em></p>
<p>1 &#8211; A maior história já contada (religião);<br />
2 &#8211; O mundo é um palco (política);<br />
3 &#8211; Não te preocupes com os homens por trás das cortinas (economia).</p>
<p>O resultado é digno de apreciação, e você pode conferir ao final deste post. Além do filme, foi muito gostoso estar presente nesse encontro com tantas pessoas legais, simpáticas e queridas que são a galera do SwáSthya Yôga de Chapecó; e ainda podendo apreciar pizzas saborosíssimas &#8211; e vegetarianíssimas também, claro &#8211; à mesa.  A pizzaria <a href="http://www.guiacardapios.com.br/2008/05/don-marco-pizzaria-3322-2169.html" target="_blank">Don Marco</a> aqui de Chapecó está produzindo belas fornadas. Abaixo, a foto do encontro. Faltou a foto de todos sentados à mesa com as pizzas coloridas e gigantes ao longo dela.</p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-701" title="yogacine-zeitgeist-the-movie-swasthya-yoga-metodo-derose-chapeco-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/yogacine-zeitgeist-the-movie-swasthya-yoga-metodo-derose-chapeco-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="yogacine-zeitgeist-the-movie-swasthya-yoga-metodo-derose-chapeco-blog-alexandre-montagna" width="600" height="374" /><p class="wp-caption-text">Galera faceira reunida para a foto do final do encontro. Linha 1 - Cláudio (nosso engraçado amigo que aparece só para os documentários profundos, vindo no fluxo da Ci), Dani (nossa querida amiga também instrutora de SwáSthya), Helio (o guerreiro de Xanxerê, que atravessa mares ao nosso encontro), Ozana (nossa simpática colega com presença sempre confirmada); Linha 2 - Sérgio (grande e entusiasmado debatedor da noite), Cris (outra parceiraça que sempre nos alegra com sua ótima companhia), Cezar (que pela primeira vez participou de um evento da turma - que seja a primeira de muitas!), Sirlei (nossa nova e simpática colega que já chegou mostrando que é de marcar presença, companheira do Cezar), Alexandre (dispenso autocomentários hehehe); Linha 3 - Sary (minha amada companheira, sempre presente e me ajudando na organização dos eventos), Jeferson (nosso estimado amigo jornalista e empresário do restaurante vegetariano San Wila) e Cinara (também sempre presente e compartilhando alegrias, divertimentos e boas conversas, puxando o Cláudio até o momento em que ele começará a praticar também.)</p></div>
<p>O próximo Yôgacine provavelmente será sobre vegetarianismo, já que este é um assunto que atrai e interessa bastante quem ainda não é vegetariano ou não possui conhecimento o suficiente sobre.</p>
<p>O evento foi nas instalações acima da querida loja <a href="http://www.samargafran.com.br" target="_blank">Samarga Fran Modas</a>.</p>
<p>Fique ligado para conferir em breve os próximos posts!</p>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
<div style="text-align: center;"><object width="400" height="326" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-2282183016528882906&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-2282183016528882906&amp;hl=pt-BR&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<strong> Zeitgeist, O Filme</strong> (<a href="http://video.google.com/videoplay?docid=-2282183016528882906" target="_blank">ver no Google Video</a>)</div>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem somos nós? foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (David Albert) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>A volta de Ida: encontramos o elo perdido?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 14:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda é muito cedo para lançar sólidas notícias&#8230; porém, já demonstro-me bastante empolgado com a leitura deste artigo divulgado no <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a>, que abaixo publico traduzido ao nosso bom português:</p>
<p><a href="http://blog.ted.com/2009/05/darwin_validate.php"><img class="size-full wp-image-622 alignleft" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="ted-logo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ted-logo-blog-alexandre-montagna.gif" alt="ted-logo-blog-alexandre-montagna" width="134" height="26" /></a></p>
<p>Nesta última terça (19), no <a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">Museu Americano de História Natural</a>, em New York, foi anunciada uma descoberta revolucionária &#8211; uma que permanecerá como um <strong>marco para paleontólogos e evolucionistas de todo o mundo</strong>. Cientistas da Universidade de Oslo descobriram &#8220;Ida&#8221;, também conhecida como <em>Darwinius masillae</em>, um fóssil de 47 milhões de anos que foi proclamado como o &#8220;elo perdido&#8221; na ligação entre a estrutura do esqueleto humano e os primeiros mamíferos.</p>
<p>Os cientistas encontraram Ida em Messel Pit, na Alemanha, e logo descobriram que ela é cerca de vinte vezes mais velha do que a maioria dos fósseis relacionados com a evolução humana. O que torna Ida tão especial é que, além de sua classificação como um precoce pró-símio (lêmures), ela tem <strong>certas características humanas inegáveis</strong>, como os olhos virados para a frente e até mesmo um polegar opositor.</p>
<p>Este é um dia emocionante de confirmação para os cientistas em todo o mundo. O apresentador e naturalista Sir David Attenborough disse: &#8220;Esta pequena criatura vai mostrar a nossa conexão com todo o resto dos mamíferos.&#8221;</p>
<p>Fique ligado no site oficial <a href="http://www.revealingthelink.com/" target="_blank">The Link</a> para fotos, vídeos e mais informações sobre Ida e sobre a equipe de pesquisadores por trás dela.</p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-623" title="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">Será o elo perdido da nossa evolução? Será um alarme falso, que passou muito perto? Ou será apenas uma travessura de Deus para testar a nossa fé, como dizem alguns crentes?</p></div>
<p style="text-align: left;">Veja um trecho do <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3775361-EI238,00-Cientistas+apresentam+primata+fossilizado+de+milhoes+de+anos.html" target="_blank">artigo que saiu no Terra</a>: &#8220;<em>O formato do osso tálus dos humanos, que fica no calcanhar, é igual ao de Ida. Os polegares opositores e a presença de unhas em vez de garras também confirmam que ela era uma primata. A análise dos intestinos do fóssil mostrou que ela comia sementes e folhas.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Independentemente da importância deste esqueleto, a sua descoberta representa um importante passo na conquista do nosso mapa evolutivo.</p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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		<title>O conhecimento leva à União. A ignorância leva à dispersão. (Rámakrishna)</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-conhecimento-leva-a-uniao-a-ignorancia-leva-a-dispersao-ramakrishna/</link>
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		<pubDate>Wed, 01 Apr 2009 04:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E você sabe o que leva à ignorância? Artigos possivelmente relacionados:Os Maias estão furiosos!Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casaFutebol: uma paixão mantida no seu lugarHá metafísica bastante em não pensar em nada.Uma grande diferença entre mitologia e religião]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E você sabe o que leva à ignorância?</p>
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