Seja no noticiário, seja nas gravações de um reality show, a televisão edita as cenas tal como o capital manda.
| Posts marcados com a tag ‘não acredite’ |
| Veja como a televisão pode mostrar filmagens manipuladoras (Shining / “O Iluminado”) | Fevereiro 11, 2012 | 02:06 am |
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Seja no noticiário, seja nas gravações de um reality show, a televisão edita as cenas tal como o capital manda.
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| Link | Postado em Sámkhya: o Saber | Tags: conhecimento, filmagem, lucidez, manipulação, não acredite, O Iluminado, percepção, realidade, Shining | 2 comentários |
| Em quantas mentiras o povo acreditará no futuro? | Abril 28, 2011 | 08:08 am |
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Após as armas de destruição em massa no Iraque, a histeria mundial da gripe suína, as pulseiras “Power Balance“, o fim do mundo de 2012, em quantas mentiras mais o povo acreditará? Se você for crente, emocionalizado, abstrato ou obscuro nas idéias e impreciso no raciocínio, tenderá a ser manipulado, doutrinado, enganado, envolvido por alguma corrente qualquer, retraindo-se com baixo senso crítico e extrema incapacidade de compreensão dos fatos puros. É preciso que percebamos o quanto é mais seguro ter um temperamento cético, racional, matemático, claro e exato nesse mundo. |
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| Link | Postado em Sámkhya: o Saber | Tags: ceticismo, crenças, engano, ilusão, lucidez, matemática, mentiras, não acredite, pontos de vista, racionalismo, Sámkhya, verdade | 8 comentários |
| “Eu vou morar com ela” | Novembro 7, 2010 | 10:57 pm |
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Por acaso, ao fazer uma visita à casa da minha sogra e cunhado, acabei fazendo algo cujo tempo não me dou ao luxo de perder: assistir à programação da televisão no “horário nobre”. Naquele momento passava a entrevista da Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da presidenta eleita Dilma Rousseff, e eu escutei muito bem o que foi dito e pronunciado na íntegra (nem tão íntegro assim, pois o vídeo já foi editado e cortado ao bel prazer da emissora). E depois vi a chamada no website. Acho de uma baixeza incrível a maneira como reduziram e estupidificaram a entrevista com a seguinte chamada: Em nenhum momento a tônica da entrevista foi essa. Com seus 86 anos de lucidez, Dilma Jane foi muito elegante e respondeu diversas perguntas – inclusive as bestas – com gentileza à jornalista. Em nenhuma parte da conversa deu margem para a interpretação de que irá se aproveitar dos requintes da filha, ser uma mãe coruja grudenta na filhota, ou – quiçá – uma parasita que usufruirá das mordomias governamentais. Resta-me deplorar a atitude da imprensa. É por isso que eu não acredito no que leio nos jornais e revistas. Quem acredita em notícias é um crente. Eu me informo sim, mas com reservas e muito senso crítico ao ler, e sugiro isso a todos! Eles inventam. E quando não inventam, diminuem o que querem, aumentam o que querem e distorcem o que querem. Este post reforça o axioma: “nada é aquilo que parece ser“. |
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| Quem fofocar para você, fofocará sobre você. | Outubro 30, 2010 | 03:44 pm |
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“Quem fofocar para você, fofocará sobre você.“ (Provérbio Espanhol) Pode apostar: aquele que “compartilha informações” com você sobre outra pessoa, fará o mesmo sobre você com outra pessoa. Neutralize o infeliz. Não aceite escutar fofocas. Não dê linha para pessoas desse naipe. Veja este excelente texto retirado do Blog do DeRose:
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| Link | Postado em A Nossa Cultura | Tags: Blog do DeRose, boas maneiras, boato, burrice, comportamento, compostura, elegância, fofoca, não acredite, pessoas medíocres | Nenhum comentário |
| A doutrinação deve ser execrada | Novembro 26, 2009 | 08:08 am |
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Textos extraídos do Blog do DeRose. http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/abaixo-a-doutrinacao/ Abaixo a doutrinação
http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/afinal-por-que-doutrinacao-deve-ser-execrada/ Afinal, por que “doutrinação” deve ser execrada?
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| Link | Postado em Sámkhya: o Saber | Tags: catequese, crenças, Dicionário Houaiss, doutrinação, liberdade, livre pensar, Método DeRose, não acredite, ovelha negra, Proselitismo, sectarismo, seitas, síndrome de rebanho, Yôga Antigo | 2 comentários |
| A personificação do imponderável | Agosto 19, 2009 | 08:08 am |
![]() Da nossa necessidade de antropomorfização, fizemos nascer o Pai. Nos finalmentes da Antiguidade Tardia e primordios da Idade Média, pairava no ar uma grande ignorância acerca de nós mesmos e do funcionamento do mundo – pairava ou paira? Por olharmos ao nosso redor e encontrarmos apenas seres menos evoluídos intelectualmente, foi muito fácil criar uma estrutura conceitual de criação do Universo baseada em nós mesmos. Daí a Terra ser o centro de tudo, o Sol girar em torno de nós e, claro, sermos criados à imagem e semelhança de um suposto criador. Daí, também, nos considerarmos a coroação da criação, o ápice existencial, a nata do leite e o recheio da última bolachinha. Soma-se a isso a nossa cultura patriarcal e, pronto, aí está: Deus, a personificação masculina do imponderável. Masculina porque em cultura patriarcalista é sempre o homem aquele que governa, o delegado que manda prender e manda soltar. É o Deus, no lugar de a Deusa; é pai nosso, meu senhor, o criador, etc. Pelo que me consta, inicialmente era a Deusa-mãe, o que faz muito sentido, pois é a mulher quem gera um outro ser à sua imagem e semelhança, mas registra-se que foram os hebreus que converteram o sexo, e a Deusa virou Deus, e nunca mais se fez mulher novamente. Não havendo espaço para dois sexos no Ser Absoluto, o gênero feminino surgiu no conceito de Mãe-Natureza – conceito esse que, analisando lucidamente, é o mesmo que Deus. Isso não muda muito as coisas. É tudo crença, afinal, e crença não se comprova, nem se refuta: se o indivíduo teimar que sua imaginação é real, não há argumentos convicentes que provem o contrário, “pois é uma questão metafísica” – ele replicará. E assim se mantém o Pai Nosso que está no Céu até hoje. Estamos ainda passando pelas transformações das descobertas do que realmente está lá fora, e isso está sendo bastante bom, pois já estamos bem mais prá frentex do que há alguns séculos. Contudo, alguns de nós ainda carregam velhos conceitos como a total inevitabilidade do destino que já está traçado, ou a ideia de um criador separado de nós que está lá em cima, ou ainda a necessidade da crença por si só em qualquer coisa. Ou seja, ainda temos uma carga grande de credo e de delirium misticum. A boa notícia é que há alguns milênios atrás, no segmento indiano da Proto-História, no seio da Civilização do Vale do Indo, ou harappiana, não havia religiões institucionalizadas. O povo da época, os drávidas, cultuava as forças da Natureza, as águas, vegetações, luar e, principalmente, o Sol. Isso é realmente espantoso se considerarmos que aqueles eram tempos profundamente religiosos noutras regiões do planeta, como no Egito. Para os drávidas, não havia um senhor de barbas brancas regendo o Cosmos, a sociedade era naturalista e não espiritualista. Estou citando o povo da Índia Antiga porque a Nossa Cultura resgata esse ponto de vista do berço cultural indiano, pois ele pertence à herança estrutural de uma poderosa filosofia teórica chamada Sámkhya*, que é uma das raízes do Yôga Antigo. Isso atribui um caráter completamente não-místico em nossa percepção de mundo. Afinal, para que se importar com o mistério das cousas? Para mim, o único mistério é haver quem pense no mistério! (trecho de poesia de Fernando Pessoa). Que maneira bela de viver! Sem credo, catequese, doutrinação, fantasias, pecado ou temor ao sexo. Pelo que sei a respeito dos drávidas, alguns historiadores rotularam-los de ateístas, mas esse conceito é inexato, pois eles não negavam nada enquanto não havia nada para negar, já que só muitos séculos mais tarde é que o homem viria criar um Criador à sua imagem e semelhança. Portanto, o melhor termo para conceituar o posicionamento do povo drávida é agnosticismo, termo esse que está alheio às divinas comédias da crendice social. Assim sejamos todos. Se Deus é as flores e as árvores Mas se Deus é as árvores e as flores (Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista) * Nota de rodapé a fim de registro filosófico: para aprofundar-nos ainda mais, devemos saber que do Sámkhya nasceu a primeira vertente discretamente teísta, mas ainda naturalista, denominada Sêshwarasámkhya, que significa Sámkhya Com Senhor numa clara distinção à primeira aparição da filosofia, que passou a ser denominada Niríshwarasámkhya que em sânscrito significa Sámkhya Sem Senhor, o Sámkhya original. |
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| Link | Postado em A Nossa Cultura, Sámkhya: o Saber | Tags: agnosticismo, agnóstico, Antiguidade tardia, ateu, Civilização do Vale do Indo, cosmos, crença, crer, Deus, Deusa, drávidas, Fernando Pessoa, Harappiana, Idade Média, imponderável, Mãe-Natureza, não acredite, Natureza, Niríshwarasámkhya, personificação, Proto-História, saber, Sámkhya, Uni-Yôga, Universo, Yôga, Zeitgeist | 4 comentários |
| O teatro da gripe | Agosto 11, 2009 | 08:08 am |
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Entenda que a História se repete. O povo é se assusta facilmente e entra em pânico rapidinho. Quantas vezes eu terei que reforçar o principal axioma do Método DeRose? Ele declara laconicamente Não acredite! Terei que repetir isso às pessoas durante minha vida inteira. E muitas vezes terei que lembrar-me a mim próprio disso, pois eu mesmo posso cair nessa péssima tendência de acreditar nas informações que chegam a nós pelos televisores, jornais, internet e boca-a-boca. A probabilidade de estarmos sendo ludibriados em algum grau é bastante elevada. A gripe suína é sim terrível, te deixa de cama e com dores no corpo, pode causar vômito, febre alta, entre outras coisas. Acontece que esses são os mesmos sintomas que a gripe comum também apresenta! Não vamos subestimar o poder do vírus, mas sim lembrar que não podemos desconsiderar o poder da TV e das grandes corporações em manipular e até mesmo gerar um fato. Isso me lembra a propaganda de uma emissora de televisão que dizia “…nós só não podemos gerar um fato, mas você pode.” É uma frase linda, mas não é verdadeira. Embora não seja ético, os fatos podem, sim, ser criados e mantidos, ou – o que é mais comum – apenas aumentados em proporções assustadoras. Motivo? Lucro ou poder político. Toda catástrofe sempre beneficiará bastante alguma organização ou grupo político. Eu assisti ao vídeo abaixo graças ao link que o Marco Carvalho disponibilizou em seu Twitter. Chamo este vídeo de “O Zeitgeist da Gripe Suína”. Leia o post O Festival Internacional de Yôga de Buenos Aires está com a saúde ótima no Blog do DeRose. Há uma entrevista feita entre a revista Veja e Nathália Prosperi, uma vítima da gripe, em que ela declara estar bem e já teria saído de casa, não fosse a proibição a ela imposta. Você pode ler a entrevista aqui: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/depoimento-eu-tenho-gripe-suina-480085.shtml Minha aluna Ozana compartilhou este link que também saiu na Veja online: http://veja.abril.com.br/290709/nao-ha-motivo-tanto-alarme-p-098.shtml Esse post não é apenas sobre a gripe suína, e sim sobre o reforço do axioma Não Acredite. Quando surgir uma nova notícia bombástica e catastrófica, você voltará a roer unhas? Quando vier o próximo teatro da mídia, você estará na plateia? |
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| Link | Postado em Cultura & Geral | Tags: Adicionar nova tag, axioma 1, axiomas, doenças, epidemia, gripe, gripe aviária, gripe bovina, gripe suína, h1n1, imprensa, manipulação, manipulação da mídia, Marco Carvalho, mídia, não acredite, pandemia, Revista Veja, saber, Zeitgeist | Nenhum comentário |
| Wilson Simonal e a velha história de difamação | Julho 14, 2009 | 10:00 am |
![]() Ícone do pop nos 60's e 70's A história se repete over and over, mas confio em que esta espiral seja ascendente e a evolução realmente esteja presente na caminhada da Humanidade. Wilson Simonal entrou para os registros de muitas cabeças das massas como o “dedo-duro da ditadura”. Provas do fato? Niente, pelo que se consta. Mas fofoca e notícia ruim pega fácil e rápido, ainda mais com alguém que se destaca e todos conhecem muito bem. Aliás, é assim que funciona, se você começa a crescer e aparecer, estará sujeito ao facão que passa para cortar as cabeças sobressalentes e assim nivelar o povo, tornando todos iguais novamente. E quem incentiva isso são as próprias pessoas, o povo, ao atacar e perpetrar calúnias contra alguém sem ter provas ou sem sequer conhecer a pessoa. ![]() Simonal e Sarah Vaughan Foi assim com Michael Jackson. Embora estivesse escancarado que ele estava sendo difamado, a notícias sempre estampavam fotos muito cretinas, com alguma cena que prejudicasse sua imagem pública. Isso só vende e só dá ibope porque nós compramos. Eu digo “nós” porque seria indelicado falar “você”, podendo causar um choque em ti, amigo leitor. Mas dificilmente vou me enquadrar nesse nós, pois quando se trata de alguma difamação ou alguma outra informação duvidosa, eu não acredito, não confio, não divulgo, nem passo adiante. Infelizmente, poucos agem assim. Com Simonal aconteceu algo semelhante, e o vídeo abaixo ilustrará isso. Mas agora entenda que não quero apenas divulgar aqui a história do nosso artista, pois esse não é o meu foco, mas sim utilizar a história de Simonal para passar adiante a forte mensagem: Não seja manipulável.Fofoca? Difamação? Não acredite, não ouça, não incentive.Pessoas inteligentes falam de ideias. Que alegria fazer parte da DeRose Culture, e ser auxiliado em minha construção cognitiva com textos como esse. Abaixo, alguns vídeos do cantor para matar a curiosidade sobre a vida dele e seu talento. |
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