Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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Nosso primeiro contato com a TV em Porto Alegre Abril 2, 2011 | 10:52 pm

Fomos convidados a aparecer num programa matinal bem conceituado e recebido pelos televisores gaúchos. Foi a primeira vez em que pude perceber o quão delicado pode ser conceder entrevistas que serão cortadas em módulos por profissionais que não conhecem a nossa filosofia. Nesse sentido, eu me sinto mais seguro falando ao vivo, pois tudo o que eu falar será transmitido (e isso é bem importante).

A repórter foi amável, o camera man foi só sorrisos e o técnico de suporte bateu um papo bacana. Amenizando os critérios, o resultado foi tranquilo, claro. Parentes e amigos acharam tudo maravilhoso e diversas pessoas nos parabenizaram com alegria. Entretanto, em termos de esclarecimento à sociedade, lamento pela supressão de trechos importantes que dariam aos interessados uma noção mais clara acerca do tema. Nós compreendemos: é da natureza jornalística explorar atrações para o grande público e, com isso, manipularem as cenas para valorizar os benefícios e as vantagens para o tele-espectador. Mesmo assim, assimilei o duro aprendizado de que gravações devem ser feitas sob as minhas diretrizes (e não sobre!) e acompanhadas praticamente com punhos-de-ferro. Nas próximas oportunidades, que serão muitas, estou certo de que o entrevistado, o entrevistador e o espectador ficarão muito mais felizes devido ao melhor aproveitamento do nosso conteúdo, que é de boa qualidade.

O pessoal de casa não pode ficar com a sensação de que trabalhamos com atividade física. As técnicas vão muito além do âmbito físico e não possuem nenhuma semelhança com ginástica. Mais importante ainda é assimilar que temos um grande foco em reeducação comportamental, em boa cultura, boa alimentação, bom relacionamento humano e tudo o que possa estar associado com isto. Se esta dimensão não for transmitida, a reportagem terá sido desperdiçada.

P.S.: alguns dias após a entrevista, um aluno resolveu tirar uma pulga que ficou atrás da orelha, e me perguntou: “aquela música que colocaram de fundo da matéria não foi sugerida por vocês, né?“. Respondi, fazendo cara de lástima: “Nãããão!” Explico: na edição que foi ao ar, entrou uma músiquinha pra lá de chorosa, típica de filmes em que o samurai, após a batalha, volta para a mulher e filhos que o esperavam no doce lar do campo. Devem ter achado que era uma matéria de ióga. Então, que engulamos um sonzinho zen, oras!

Quando o intelecto vai na frente no caminho da evolução Março 16, 2011 | 11:08 am

Saber como um sábio, mas agir como se não soubesse, não é sábio.

Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável.

Depois da iluminação intelectual, é hora de levantar e agir para conduzir todo o restante do organismo a esta grande meta da hiperconsciência, pois, o corpo, com seus condicionamentos e labirintos emocionais, está um bocado mais para trás e ainda não comunga perfeitamente do mesmo ponto de vista.

O Yôgi puxa o antropóide para ambos serem um só.

Vim a Porto Alegre para exatamente isto Março 12, 2011 | 03:43 am

“É muito bom estar conosco”
(Walter Cândido)

A Sary está muito feliz e crescendo na profissão. Coisas maravilhosas estão acontecendo e estou me relacionamento com pessoas muito especiais, mais perto do meu Supervisor e mais próximo dos meus pais. Estamos no melhor lugar!

Vim para Porto Alegre para viver exatamente tudo isto que eu estou vivendo.

Continuemos!

Leia: os Moinhos estão girando em Porto Alegre Janeiro 9, 2011 | 08:56 pm

A Unidade Moinhos está tomando nova forma. Em breve, começaremos a aparecer com mais força no site-blog da escola (a ser remodelado).

No meu blog, vi que entrou um post chamado “Pelotas – a cidade dos educados na Europa“, que foi escrito há muito tempo. Eu tenho coisas mais importantes do que isso para dizer, mas infelizmente eu esqueci este post no agendamento e ele foi publicado automaticamente.

Gostaria de registrar um abraço forte, cheio de carinho a todos os colegas diretores do Método DeRose pelo mundo afora, os ex-alunos de Santa Catarina, os amigos instrutores e todos os leitores do blog.

Agora vou lá, girar mais os Moinhos!

Sat chakra histórico na Unidade Moinhos Dezembro 16, 2010 | 02:49 am

Já estou na leal e valorosa cidade de Porto Alegre. Desde o dia 1º de dezembro, estou trabalhando na clássica unidade Moinhos de Vento do Método DeRose e, assim, dando sequência ao frutífero trabalho feito ao longo de 15 anos pelo estimado professor e admirado amigo meu, Ricardo Mallet.

Foi feito um sat chakra para me dar as boas vindas, organizado pela queridíssima, proativa e enérgica Fê Meixedo, no qual participaram muitos alunos com brilhos nos olhos e sorrisos nos rostos. Sala cheia, círculo grande. Histórico, porque marca a transição entre uma era e outra: a partir de agora, Mallet se dedicará a proporcionar sua experiência e conhecimento acumulado para o universo corporativo – uma decisão que está alinhada com o seu significativo propósito de vida. Foi uma experiência fascinante ter participado deste grupo de mentalização com ele e com tanta gente boa, cheia de afeto e receptividade. Havia alunos e instrutores, alguns já com história para nos contar, e outros que recém chegaram e ainda farão história conosco. Queria que tivéssemos tido mais horas para que eu pudesse ter conversado com todos no final do evento, mas, felizmente, já pude estar conectado com cada um enquanto conduzia o sat chakra. A Fernanda teve a idéia que me comove toda vez que eu penso, de promover um amigo secreto no qual eu fui o amigo-ultra-secreto de todos e recebi diversos presentes de alunos muito especiais. Com certeza, este momento em que os alunos fizeram fila para me dar um abraço e me presentear ainda seguirá comigo, como um presente da minha memória. Muito obrigado a todos. Obrigado, Fê. Obrigado, Mallet.

Que nossas vibrações da prática de hoje alcancem com muita gratidão o Professor DeRose, o sistematizador deste método que já transformou tantas vidas e assim continuará fazendo. Que alcancem todos os nossos amigos, familiares. Que alcancem meus alunos identificados que cultivei em Chapecó, dos quais sinto saudade e gostaria que estivessem aqui. E que alcancem também a minha amada companheira Sary, que está para chegar logo, logo. Que alcancem a humanidade. Estou muito feliz.

Vamos para Porto, alegres! Novembro 12, 2010 | 10:08 am

Mentalize para mudar, mude para viver

Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento e criando a famosa casca protetora, blindada contra desafios que nos tirem do casulo. Pois este casulo é justamente o que nos impede de viver a vida.

Para saborear bem a nossa breve passagem pela Terra, é importante mentalizar o que queremos. Mentalizar é quase o mesmo que imaginar, mas trata-se de uma imaginação educada, norteada pelo que realmente desejamos com sinceridade. Eu aprendi a antecipar meu futuro através das mentalizações, e posso dizer com saudável orgulho que todas elas já aconteceram ou estão em processo de realização. Funciona porque é uma matemática cósmica, uma técnica, e não algo que se obtém por mérito espiritual ou por segredos místicos. Ocorre que ao anteciparmos o futuro e imaginarmo-nos lá, nossas ações passam a conspirar a favor da consecução deste objetivo maior. É um mecanismo da Natureza: mentalizar com dedicação, agir com norte e obter o resultado.

Lisandra, minha monitora, interagindo com a Natureza em sua viagem a Bali. Esta viagem é uma de suas mentalizações. Foto de outubro de 2010.

É da nossa natureza desejar coisas que ainda não temos. Queremos nos mudar para um lugar qualquer, queremos abrir um negócio diferente, queremos mudar qualquer coisa! Ocorre que, quando a vida, a Natureza ou o mero acaso vem nos ajudar a realizar estas mentalizações, arrumamos mil e uma desculpas para não ir adiante.  Dá um certo medinho e embrulho no estômago, mas é sempre assim, é como se nós mesmos nos sabotássemos na hora H. É porque a gente aprende a sonhar, mas não a realizar o sonho; na hora de realiza-lo, tudo se torna um pretexto para rechaçar a Grande Chance! Bolamos vergonhosamente uma desculpa qualquer para empurrar com a barriga e dizer que não é o momento certo de mudar. É sempre a mesma coisa: não mudamos porque a culpa é do companheiro que não ajuda, ou é a falta de dinheiro, ou arranja-se outro pretexto qualquer. É preciso trabalhar o poder interior e desenvolvê-lo para atingir nossos anseios e agarrar as oportunidades, sem desculpas para se manter na famigerada zona de conforto. O sistema que professo possui uma forte orientação para que não enrolemos e seguremos com garra e força quando o bonde da oportunidade vier ao nosso encontro.

Podemos e devemos mentalizar alto, sem medo e sem baixa auto-estima. Afinal, se nós não pudermos atingir nossos sonhos, então quem poderá? Somente os outros? Os que aparecem na TV? Os que tem dinheiro? Que absurdo! É óbvio que nós podermos atingir nossos objetivos, sejam lá quais forem. Não importam o quão grandes sejam, nem o quão loucos possam parecer aos olhos de quem não ouve a música. (““E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que não podiam escutar a música.” Friedrich Nietzsche). Tudo é atingível dentro do bom-senso.  Mentalize tudo!

Após mentalizar, é preciso ação. Finalmente, depois de muita ação, a oportunidade virá e é preciso aproveitá-la. Há um momento em que é preciso segurar firme.

Segurei firme. Vou para Porto, alegre!

Escola Moinhos, em Porto Alegre

Digo com enorme alegria, vontade, entusiasmo e friozinho na barriga (afinal, faz parte), que escolhi agarrar uma grande oportunidade, fruto de convicta mentalização. Após um convite muito especial, aceitei negociar a aquisição da Unidade Moinhos de Vento do Método DeRose, tradicional instituição fundada pelo Professor Ricardo Mallet. Mallet está expandido o seu excepcional trabalho às empresas, e eu tive a honra de receber uma ligação de sua esposa, Fernanda Meixedo, e ser convidado para dar continuidade a esta linda história na Moinhos com mais um novo capítulo, no qual certamente escreverei as mais dedicadas páginas que já produzi em toda a minha vida.

Quero registrar aqui a minha gratidão a todos os meus amigos próximos e identificados com a cultura que semeio, pois são os amigos identificados, com brilho nos olhos e que percebem o valor do estilo de vida que me esforço para disseminar, que sempre me motivam a fazer mais e melhor. Estes são o colorido da minha paisagem e me injetam de alegria, confiança e perspectivas. O brilho nos olhos dos outros é a minha razão de existir. À egrégora de Chapecó, que ao longo destes 3 anos cultivei com enorme carinho, deixarei o “caminho de pão” até Porto Alegre para que venham até mim. Não para uma visita somente, mas para dar continuidade a uma história que pode ser ainda mais enriquecedora: viabilizarei a aproximação de todos que quiserem manter acesa a chama desta Cultura dentro de si. Um caminho-de-pão é perecível, e se o tempo for passando, a idéia de seguirmos juntos se esmaecerá como um sonho que ficou no passado, e que era muito bonito. Aos alunos de Chapecó, oferto o convite para que vão a Porto uma vez por mês, assim como eu costumava ir para Florianópolis para realizar minha formação profissional no Método DeRose.

Por tudo o que sou hoje, devo agradecer aos meus pais Fernanda e Eliseu, que aos poucos foram assimilando a idéia de que eles tem um filho que toma decisões diferentes, mas conscientes e saudáveis, e por isso mesmo me apóiam bastante. Agradeço a todos os meus amigos e familiares que guardo no coração. Minha família chapecoense, meus alunos, minha monitora Lisandra, professor Joris Marengo – presidente da Federação do Método DeRose de Santa Catarina, meu primeiro instrutor Marcelo Mendonça – diretor da unidade onde comecei em Pelotas, e minha companheira de vida Sarita Borges, a Sary, a qual me dará a honra de sua companhia e terá uma fascinante trajetória nesta “guinada existencial” que ambos realizaremos na capital gaúcha. Vamos para Porto, alegres!

Pela superlativa oportunidade e pelo nítido carinho, muito obrigado, Fernanda Meixedo, e muito obrigado, Mallet!

Sary logo será uma excelente instrutora do Método DeRose Outubro 29, 2010 | 03:25 pm

A princesa com quem compartilho a minha vida está em Floripa para realizar a segunda prova para ser uma profissional do Método.

Boa prova, amada! Tenho certeza de que você se sairá super bem.

Sary fará a pré-prova para ser instrutora do Método DeRose Agosto 27, 2010 | 08:30 am

Nesta sexta-feira, minha amada estará em Florianópolis para realizar as pré-provas frente às bancas da Federação do Método DeRose de Santa Catarina. Em dezembro, fará as provas para galgar o grau definitivo de Instrutor.

Desejemos todos um enorme sucesso para esta linda. Mentalizemos todos a Sary se saindo muito bem nas avaliações.

Te amo, pretinha.


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