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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; Mestre DeRose</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>A sistematização do SwáSthya Yôga</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 14:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Yôga: o Poder]]></category>
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		<description><![CDATA[O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O SwáSthya Yôga não foi criado: foi codificado. O trabalho de codificação do SwáSthya Yôga consistiu em tomar os fundamentos e as técnicas do Yôga Antigo e aplicá-los numa sistematização contemporânea. Há um trecho de uma webclass de DeRose, principal líder e Mestre deste trabalho de resgate do Yôga primevo, em que ele fala um pouco sobre isso:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="445" height="364" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="445" height="364" src="http://www.youtube.com/v/D_wt8OVH7xo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x2b405b&amp;color2=0x6b8ab6&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Método DeRose</strong><br />
é uma urdidura entre<br />
conceitos (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e técnicas (Yôga).</p>
<p style="text-align: center;">As raízes da cultura que propomos são muito antigas, com mais de 5000 anos.</p>
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		<title>Método DeRose</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jan 2010 11:08:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Comendador DeRose]]></category>
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		<description><![CDATA[Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Luminares da humanidade são homens e mulheres dispostos a compartilhar Luz (conhecimento) e, consequentemente, dissipar Trevas (ignorância). São pessoas inclinadas a espargir sabedoria e progresso existencial por onde for possível deixar rastros. A profissão de professor é algo bem parecido com isso, mas não é bem a mesma coisa, pois estes luminares se empenham em cultivar não apenas meros alunos, mas sim verdadeiros discípulos, cujos corações bombeiem sangue puro carregado de ética e vibrem no magistério para passar adiante o conhecimento. Assim fazem os Mestres.</p>
<div id="attachment_1157" class="wp-caption alignleft" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1157" title="mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-sri-ramananda-rishikesh-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis" width="250" height="178" /><p class="wp-caption-text">DeRose e Srí Ramánanda numa conversa de Yôgis</p></div>
<p>Neste sentido, todo Mestre é professor, mas nem todo professor é Mestre. Dentre os Mestres, há o meu de Yôga, sobre o qual você provavelmente já tenha ouvido falar, já leu algo a respeito ou até mesmo travou contato com alguma de suas frases ou artigos, que sempre são perpetuados &#8211; sem os devidos créditos às vezes. É o Comendador DeRose, e sua trajetória constitui numa admirável seqüência de ações efetivas para formar futuros novos Mestres na sociedade.</p>
<p>DeRose direciona seus esforços para um público que realmente assimila e coloca em prática a sabedoria milenar que ele se empenha em compartilhar. Ele não canaliza sua energia para pessoas que apenas admiram a evolução pessoal: mas sim aos indivíduos que querem evoluir de fato! Numa era de tantos autores especializados em cativar a opinião pública e lançar frases de efeito, DeRose está em contraste por trabalhar na mudança real através das escolas que perpetuam um Método com o seu nome. Enquanto há milhares de oradores falando que precisamos cuidar do meio ambiente, observar honestidade e amor por todas as criaturas da Criação, e seus respectivos interlocutores balançando um &#8220;sim&#8221; com a cabeça, mas nada fazendo, nas escolas do <a href="http://www.metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a> todos os alunos-praticantes são adeptos de uma alimentação mais inteligente, sem carnes, consomem de empresas analisando seus méritos sócio-ambientais, separam lixo, são avessos a caças esportivas e a quaisquer tipos de maltratos animais, bem como observam diversos  outros itens, senão todos, sobre a responsabilidade ambiental. Isso é ação efetiva do indivíduo na sociedade! Coisa do <a href="http://www.uni-yoga.org/derose.php" target="_blank">DeRose</a>&#8230;</p>
<div id="attachment_1159" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-1159" title="mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/01/mestre-derose-cid-moreira-luciano-szafir-blog-alexandre-montagna1.jpg" alt="DeRose com Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do Tratado de Yôga" width="250" height="240" /><p class="wp-caption-text">DeRose com os amigos Cid Moreira e Luciano Szafir no lançamento da nova edição do monumental Tratado de Yôga</p></div>
<p>Em tempos de redução da consciência com a utilização de entorpecentes como o álcool, fumo, crack e drogas em geral, todos os praticantes do Método vivem de cara limpa, saudáveis, vivem longe das drogas, incluindo as legalizadas, e por isso mesmo são muito mais conscientes de seus atos dentro do mundo em que interagem. São indivíduos que passam a ter mais voz e voto de valor. De mente lúcida e consciência em ordem, passam a se divertir mais em reuniões e festas, com um aproveitamento superlativo dos momentos de confraternização e, ainda, passam a gozar de um privilégio que poucos nichos da humanidade usufruem: o comportamento desrepressor, a extroversão e uma fascinante liberdade-com-disciplina.</p>
<p>Perante a impaciência e a intolerância, todos os alunos do Método DeRose são veementemente orientados a ser tolerantes, respeitosos e cordiais com quem quer que seja. Longe de isso implicar em agir como santos, isso serve para manter as diferenças num equilíbrio mais harmonioso, e essa atitude precisa mesmo ser muito incentivada. Não bastasse isso, a cultura preconizada pelo Com<sup>dor</sup> DeRose é completamente avessa a seitas, o que acaba por cultivar um público com muito mais senso crítico e lúcido, capaz de assimilar e aplicar na vida os conceitos aprendidos. E isso é ótimo!</p>
<p>Considerando que o poder de mudança está no indivíduo, e não no governo, o grupo internacional de alunos e praticantes do <a href="http://www.yoga-go.com.br/derose.htm" target="_blank">Método DeRose</a> prefere agir ao reclamar. No Método DeRose, ninguém deseja a satisfação teórico-terapêutica, mas sim cultivar a qualidade de vida na prática, evoluindo e passando tudo de bom adiante.</p>
<p>A melhor forma de conhecer alguém é pessoalmente, e a segunda melhor é ouví-la diretamente. Então para conhecer melhor o Método <a href="http://www.yogajardimanaliafranco.com.br/derose/" target="_blank">DeRose</a>, assista à entrevista a seguir nas palavras do seu próprio sistematizador:</p>
<div id="player">
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="410" height="300" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="flashvars" value="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d" /><param name="src" value="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="410" height="300" src="http://www.uni-yoga.org/tools/jwplayer/player-viral.swf" allowfullscreen="true" flashvars="volume=100&amp;author=Uni-Y%C3%B4ga&amp;description=Entrevista%20de%201h%20com%20DeRose%2C%20gravada%20na%20Europa%2C%20em%202009&amp;title=Entrevista%20com%20DeRose&amp;file=http%3A%2F%2Funi-yoga.org%2Fvideos%2Fentrevista_portugal_DeRose.flv&amp;plugins=viral-1d"></embed></object></div>
<p style="text-align: center;"><em>Entrevista com DeRose feita em 2009 na Europa, feita pelo jornalista António Mateus. </em><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/2009/09/02/entrevista-do-derose-realizada-com-o-jornalista-antonio-mateus/"><em> Leia a transcrição</em></a><em>.</em></p>
</div>
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		<title>Dicas de português &#8211; parte 1</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 11:08:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
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		<category><![CDATA[dicas de português]]></category>
		<category><![CDATA[gramática]]></category>
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		<category><![CDATA[Não erre mais]]></category>
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		<description><![CDATA[Dicas de português compiladas por Alexandre Montagna, baseadas em artigos do escritor DeRose, no livro Não erre mais!, do Prof. Luiz Antonio Sacconi, e em observações próprias. Há alguns erros comuns, corriqueiros e recorrentes; resolvi, então, montar este post. Acostume-se com as frases corretas abaixo, que estão em verde. Depois, tem as formas erradas em vermelho e alguns comentários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Dicas de português compiladas por Alexandre Montagna, baseadas em artigos do escritor <a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">DeRose</a>, no livro <em>Não erre mais!</em>, do Prof. Luiz Antonio <a href="http://www.sacconi.com.br" target="_blank">Sacconi</a>, e em observações próprias.</p>
<p>Há alguns erros comuns, corriqueiros e recorrentes; resolvi, então, montar este post. Acostume-se com as frases corretas abaixo, que estão em verde. Depois, tem as formas erradas em vermelho e alguns comentários em cinza.</p>
<ul>
<li><span style="color: #008000;">Meu irmão é </span><strong><span style="color: #008000;">como</span></strong><span style="color: #008000;"> eu.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Meu irmão é </span><em><span style="color: #ff0000;">que nem</span></em><span style="color: #ff0000;"> eu.</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Meu travesseiro é </span><strong><span style="color: #008000;">que nem</span></strong><span style="color: #008000;"> pluma!</span></li>
<li><span style="color: #808080;">[Isto é: Meu travesseiro é (tão macio), que nem pluma (é tão macia)! Ou seja, está dizendo que o travesseiro é mais macio do que pluma.]</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Ao receber o beijo, Cristina ficou vermelha </span><strong><span style="color: #008000;">que nem</span></strong><span style="color: #008000;"> pimentão!</span></li>
<li><span style="color: #808080;">[Isto é: Ao receber o beijo, Cristina ficou (tão) vermelha, que nem pimentão (fica tão vermelho)!]</span></li>
<li><strong><span style="color: #008000;">Vê-la-ei</span></strong><span style="color: #008000;"> amanhã de manhã.</span></li>
<li><em><span style="color: #ff0000;">Verei-a</span></em><span style="color: #ff0000;"> amanhã de manhã.</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Farei isto </span><strong><span style="color: #008000;">ao</span></strong><span style="color: #008000;"> meio-dia.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Farei isto </span><em><span style="color: #ff0000;">de</span></em><span style="color: #ff0000;"> meio-dia.</span></li>
<li><strong><span style="color: #008000;">Cento </span></strong><span style="color: #008000;">e quinze. </span><strong><span style="color: #008000;">O</span></strong><strong><span style="color: #008000;">ito</span></strong><strong><span style="color: #008000;"> </span></strong><span style="color: #008000;">e meia.</span></li>
<li><em><span style="color: #ff0000;">Centiquinze. Oitimeia.</span></em></li>
<li><span style="color: #008000;">Fomos os primeiros </span><strong><span style="color: #008000;">em</span></strong><span style="color: #008000;"> chegar ao estádio.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Fomos os primeiros </span><em><span style="color: #ff0000;">a</span></em><span style="color: #ff0000;"> chegar ao estádio.</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Ela não quis </span><strong><span style="color: #008000;">vir</span></strong><span style="color: #008000;"> comigo.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Ela não quis </span><em><span style="color: #ff0000;">vim</span></em><span style="color: #ff0000;"> comigo.</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Comprei quadros </span><strong><span style="color: #008000;">o mais</span></strong><span style="color: #008000;"> antigos </span><strong><span style="color: #008000;">possível</span></strong><span style="color: #008000;">.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Comprei quadros o mais antigos </span><em><span style="color: #ff0000;">possíveis.</span></em></li>
<li><span style="color: #008000;">Ele fez um trabalho </span><strong><span style="color: #008000;">seriíssimo</span></strong><span style="color: #008000;">!</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Ele fez um trabalho </span><em><span style="color: #ff0000;">seríssimo</span></em><span style="color: #ff0000;">.</span></li>
<li><span style="color: #808080;">[ Formas corretas: </span><strong><span style="color: #808080;">friíssimo, maciíssimo, pracariíssimo.. </span></strong><span style="color: #808080;">]</span></li>
<li><span style="color: #008000;">Não quero ouvir nada </span><strong><span style="color: #008000;">a esse respeito</span></strong><span style="color: #008000;">.</span></li>
<li><span style="color: #ff0000;">Não quero ouvir nada </span><em><span style="color: #ff0000;">a respeito</span></em><span style="color: #ff0000;">.</span></li>
<li><strong><span style="color: #008000;">Em princípio</span></strong><span style="color: #008000;">, concordo com a ideia que foi apresentada.</span></li>
<li><em><span style="color: #ff0000;">A princípio</span></em><span style="color: #ff0000;">, concordo com a ideia que foi apresentada.</span></li>
<li><span style="color: #808080;">[</span><em><span style="color: #808080;">Em princípio</span></em><span style="color: #808080;"> significa </span><em><span style="color: #808080;">em tese, de modo geral.</span></em><span style="color: #808080;">]</span></li>
<li><strong><span style="color: #008000;">A princípio</span></strong><span style="color: #008000;">, ele estava meio tímido, mas depois ficou mais extrovertido.</span></li>
<li><em><span style="color: #ff0000;">Em princípio</span></em><span style="color: #ff0000;">, ele estava meio tímido, mas depois ficou mais extrovertido.</span></li>
<li><span style="color: #808080;">[</span><em><span style="color: #808080;">A princípio</span></em><span style="color: #808080;"> significa </span><em><span style="color: #808080;">no começo, no início, no princípio, num primeiro momento</span></em><span style="color: #808080;">.]</span></li>
</ul>
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		<title>Karma aí! O meu destino a mim pertence! (Dois terços, pelo menos)</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/karma-ai-o-meu-destino-a-mim-pertence-dois-tercos-pelo-menos/</link>
		<comments>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/karma-ai-o-meu-destino-a-mim-pertence-dois-tercos-pelo-menos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 02:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
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		<description><![CDATA[Artigo inspirado no livro Karma e dharma. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro. É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Artigo inspirado no livro <strong>Karma e dharma</strong>. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro.</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-285" title="estrada_primavera_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/estrada_primavera_blog.jpg" alt="estrada_primavera_blog" width="200" height="150" />É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; por aquela figura paterna invisível no céu, muitos dizem. Para os religiosos que repetem tal incoerência, uma pergunta: e o livre arbítrio? Se somos dotados da capacidade de realizar escolhas próprias, então não há a possibilidade de o futuro já estar previsto. Considerar a existência de um destino planejado implica em não aceitar que as suas decisões fazem diferença, e ainda abre portas para o perigo: se tudo está planejado, então, pombas,  porque prenderam aquele assassino, já que estava previsto que ele deveria matar a inocente moça? Ele não tinha saídas: estava escrito no destino, não foi por mal. Porque choram tanto as pitangas pelas mortes da queda do avião da Gol, se isso era para acontecer, pois &#8220;Deus sabe o que faz&#8221;?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por que achamos que o destino é planejado</strong></p>
<p>Todo esse disparate do destino foi criado e adotado por pessoas enfraquecidas nas emoções, que precisam constantemente justificar as tristezas que ocorrem em suas vidas através de crenças convenientes. Aliás, não é este o motivo de toda a crença, afinal? É muito mais confortante e fácil aceitar que você foi demitido, que seu casamento acabou, seu carro foi roubado, que sua casa foi inundada pela enchente e que um ente querido morreu muito cedo na vida porque tudo isso &#8220;era para acontecer&#8221;. Assim, você resigna-se no conforto de quem não tem alternativas e precisa aceitar as coisas como são. Eu me empenho em manter este agradável conforto emocional em todos, mas sem crença alguma.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como o destino funciona</strong></p>
<p>Você já ouviu o termo karma. Karma é a lei de ação e reação, a Lei Universal de causa e efeito e que não possui nenhuma relação com vidas passadas nem conotação mística. Karma é assim: se você cospe para cima, vai receber o cuspe de volta no olho. Ação e reação. Na tradição hindu, passa-se o conhecimento de que nós possuímos dois terços do controle sobre o nosso destino. Um terço está nas coisas que não podemos mudar. Oras, dois terços de controle sobre o destino é muita coisa, é mais da metade. Não precisa levar ao pé da letra: esta fração matemática serve para ilustrar que temos muito poder sobre nosso futuro, mas não completo. Para entender isso, imagine-se num cruzeiro em alto mar: você (micro) pode andar para o norte do navio, para o sul, leste ou oeste, mas o navio (macro) continuará rumo ao sul, pois isso está além das suas alternativas. A menos que você golpeie o capitão e assuma o comando do leme, mas pare com isso, não tente estragar o exemplo!!</p>
<p>Durante a nossa vida na Terra geramos trilhões de escolhas, ações e consequências que acabam por moldar o nosso futuro. Hoje quando eu for passear com minha cachorrinha, eu posso escolher conversar ou não com alguém que esteja por perto. Ao conversar com essa pessoa eu farei ela dedicar seu tempo a mim e ela irá para casa alguns minutos mais tarde, e esse pode ser o tempo exato para salvá-la de ser atropelada por um caminhão, ou para impedí-la de atender a um telefonema importante, ou etc-etc-etc. E <span style="text-decoration: underline;">daqui a 10 anos</span>, as consequências das minhas decisões de <span style="text-decoration: underline;">hoje</span> ainda estarão acontecendo. Coisas que você fez em 1992 ainda estão repercutindo hoje: zilhões de ações e consequências numa verdadeira cadeia de efeitos que se iniciam a cada nova ação. Essa teia de relacionamentos, ações e efeitos que você gera a cada instante, desde que nasce, é tão complexa e tão difícil de codificar num registro que muitas pessoas acabam por atribuir todo o destino a um Ser Superior que rege as cousas. Mas não precisamos disso. Paremos com os folclores.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A parábola</strong></p>
<div id="attachment_292" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-full wp-image-292" title="arqueiro" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/arqueiro.png" alt="O destino é como as etapas das decisões do arqueiro" width="219" height="297" /><p class="wp-caption-text">O destino é como as etapas das decisões do arqueiro</p></div>
<p>Existe uma parábola hindu que ilustra isso muito bem. O ser humano e o seu karma são como o arqueiro com suas flechas. Na primeira etapa, as flechas estão pousadas passivamente na aljava. Esse momento representa o karma passivo, com o qual você pode fazer o que bem entender. Na segunda etapa, o arqueiro saca uma das flechas, coloca-a no arco e tensiona-o. Ele pôs em estado de alerta uma energia potencial, mas ainda tem completo domínio, pois poderá conferir mais ou menos tensão ao arco, poderá atirar nesta ou naquela direção e, ainda, poderá desistir de lançar  a  flecha  e  guardá-la novamente no coldre. A terceira etapa, é quando o arqueiro solta a flecha. Aí não dá para voltar atrás, não é possível sair correndo para alcançar a flecha e fazê-la parar. Nesse caso, não há como impedir  que toda uma  sucessão  de conseqüências se desencadeie. Somente sobre esta última forma de karma você não terá domínio.</p>
<p>Na verdade, o exemplo acima não pretende expressar uma precisão matemática de que tenhamos domínio sobre exatos dois terços do nosso karma. Trata-se de uma antiga comparação para nos proporcionar uma idéia de que temos domínio perfeito sobre a maior parte do nosso futuro.</p>
<p>Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumpri-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.</p>
<p>Quer ler sobre <strong>karma negativo e karma positivo</strong> e muito mais sobre o assunto? Faça o download do livro <strong><em>Karma e dharma &#8211; transforme sua vida</em></strong>, do Mestre DeRose, no site <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">www.Uni-Yoga.org</a>)</p>
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		<title>DeRose concede entrevista ao blog Caminho das Índias</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 17:39:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho retirado da entrevista de DeRose concedida ao blog Caminho das Índias que pode ser lida na íntegra neste endereço: http://www.casadoyoga.com.br/yoga_entrevista_derose.html Blog: Como o senhor vê a questão das castas? Explique-nos um pouco sobre o assunto. DeRose: Por um lado: Na Índia, as castas só existem assumidamente no hinduísmo. A instituição das castas não está presente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><strong><em>Trecho retirado da entrevista de DeRose concedida ao blog <a href="http://caminhodasindias.blog.br/" target="_blank">Caminho das Índias</a> que pode ser lida na íntegra neste endereço: </em></strong><a href="http://www.casadoyoga.com.br/yoga_entrevista_derose.html"><strong><em>http://www.casadoyoga.com.br/yoga_entrevista_derose.html</em></strong></a></p>
<p><strong>Blog: </strong>Como o senhor vê a questão das castas? Explique-nos um pouco sobre o assunto.<br />
<span style="text-decoration: underline;"><strong>DeRose: </strong><span style="text-decoration: underline;">Por um lado:</span></span><br />
Na Índia, as castas só existem assumidamente no hinduísmo. A instituição das castas não está presente nas demais religiões, como o islamismo, o budismo etc. No hinduísmo, existem quatro castas principais que são brahmins, kshátriyas, vaishyas e súdras. Estas quatro subdividem-se em um número incalculável de sub-castas. Fora e abaixo das castas estão os intocáveis. Desde tempos imemoriais essa estrutura mantém uma razoável harmonia na sociedade hindu. No entanto, graças a Gandhi e com o passar dos anos, elas se tornaram mais flexíveis e temos visto mais casamentos intercastas e até mesmo intocáveis ganhando dinheiro e galgando postos políticos importantes, o que antes não era possível.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Por outro lado:</span><br />
O tema das castas sempre despertou a curiosidade dos ocidentais, mas não compreendo a razão, já que no mundo ocidental também há a divisão da sociedade em castas. É uma tragédia quando um rapaz de casta inferior aqui do Brasil resolve se casar com uma jovem de nível superior ao dele. Sempre ocorreram até suicídios e assassinatos por esse motivo. Quando um jovem de casta baixa quer ascender socialmente, ele é brutalmente impedido. Se nasceu em um ambiente cultural humilde, a classe média o exclui. Se nasceu na classe média, é rejeitado pela classe alta. Dependendo do dialeto-de-casta da língua portuguesa que ele utilize, será aceito no nosso país para um cargo de menor ou maior importância, baseado apenas na sua linguagem. Isto está certo ou errado? Não me considero com direito de julgar, já que eu não ficaria bem impressionado com um  estabelecimento que colocasse para atendimento ao público um funcionário que falasse português errado. Portanto, tanto na Índia quanto no Brasil e no mundo todo, a sociedade humana é dividida em castas. Só que a maior parte não assume. Como dizia George Orwell: “Todos os Homens são iguais, só que uns são mais iguais do que outros.”</p>
<p><a href="http://www.casadoyoga.com.br/yoga_entrevista_derose.html" target="_blank">Continue lendo o restante da entrevista.</a></p>
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		<title>Carnes na alimentação do ser humano</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa. Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;não quero ver, não quero saber&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-200" title="porquinho" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/porquinho.jpg" alt="Ele não nasceu para morrer sangrando na minha mesa." width="200" height="260" /></p>
<p><span style="line-height: 17px;">Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa.</span></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p>Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;<em>não quero ver, não quero saber</em>&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário sobre a indústria das carnes. Estranho essa pessoa não querer saber qual a procedência daquilo que constitui seu corpo, sua matéria orgânica. Isso é o que eu chamo de <strong>identificação com a ignorância</strong>, ou, como escutei recentemente: <strong>ignorância voluntária</strong>. São pessoas ignorantes, que ignoram o que acontece e querem permanecer assim, mantendo abaixado o véu dos bastidores. Porque sabem, no fundo, que este véu está manchado de sangue no outro lado.</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é o grito dos maus,<br />
mas sim o silêncio dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esta frase &#8211; que tenho nos meus registros como de Martin Luther King &#8211; é muito correta. E vou parafraseá-la:</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é a inteligência dos maus,<br />
mas sim a ignorância dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esses dias eu estava conversando com um amigo, um cara inteligente,  e ele começou a falar de um documentário que passou na TV a cabo que mostrava um jovem vivendo por um tempo numa comunidade tribal. Numa das aventuras, este jovem teve que matar um pombo à mão. Acho que esguelando o bixo, com ele se debatendo, o sangue jorrando e tudo mais. Ele não conseguiu. Se não me engano o cara quase chorou, e passou mal, certamente. O mais absurdo de toda essa conversa, é que este meu amigo conseguiu concluir &#8211; em sua lógica muito exótica &#8211; que o ser humano precisa comer carnes para sobreviver. Sim, você leu certo, ele me veio com essa. Pois eu tive que mostrar a ele exatamente o oposto. O ser humano não foi feito para comer defunto, nem para matá-lo, nem para digerí-lo. Se naturalmente assim fosse, o rapazote do documentário teria conseguido. Não conseguiu. E o meu amigo teve que concordar comigo, mas não quis dar o braço totalmente a torcer, dizendo: &#8220;<em>é, eu não tinha pensado por esse lado, dá para interpretar dessa forma <strong>também</strong></em>&#8220;. Nenhum humano é capaz de matar animais, não fomos projetados para isso. E mesmo que tivéssemos uma faca, não teríamos coragem. Com exceção das pessoas que passaram por um processo de dessensibilização, ou seja, perderam a sensibilidade e o amor, agindo com frieza, sangue frio, tal qual um assassino. Açougueiros geralmente desenvolvem isso com o tempo. Não foram poucos os filmes de terror que uniram os dois universos: açougue e assassinatos brutais.</p>
<p>Matar seres para banhar-se de suas carnes mortas não é algo digno de uma pessoa sensível. Lei do mais forte o escambau, meu amigo. Lei do mais forte é matar com suas próprias presas, dilacerar com seus próprios dentes e digerir com seu próprio estômago, sem utilizar sal de frutas e sem contrair câncer de cólon, sem irritar as mucosas dos órgãos, sem desenvolver urina ácida e sem provocar centenas de outros problemas de saúde.<span id="more-179"></span></p>
<p>Pare de dizer que é difícil mudar só porque seu marido come muita carne. Estou me dirigindo às mulheres propositalmente, porque ainda hoje elas seguem as diretrizes dos homens. &#8220;Se eu mudar, meu marido não vai gostar&#8221; ou &#8220;meu namorado não vai aceitar isso&#8221;. Acordem, mulheres. Mulheres são mais sensíveis e mais propensas a compreender a alimentação do ser humano. Homens são mais brutos. Certa vez eu tive a infelicidade de presenciar um estapafúrdio pai falando ao seu pequeno filho: &#8220;<em>meninas brincam de bonecas e meninos comem carne</em>&#8220;. Quase, quase dei uma tijolada na testa do jumento. Me faltou o tijolo. Me faltou o ímpeto violento também.</p>
<p>Homens, na verdade, são tão sensíveis quanto as mulheres, mas a criação dos homens é mais repressora. Cansei de ver menininhos não querendo comer carne e o <span style="text-decoration: underline;">pai</span> dizendo que <span style="text-decoration: underline;">tem</span> que comer, porque homem come carne &#8211; e bebe cerveja, claro. Já vi mães dizendo o mesmo, e isso ocorre quando a mulher está mais embrutecida, mas é mais raro.</p>
<p>Incutem em nossas cabeças que precisamos de carne por questão de saúde. Mas como o ícone da ciência Albert Einstein tornou-se um vegetariano justamente por questão de saúde? Como Darwin, Sócrates, Leonardo Da Vinci sobreviveram? Ou Voltaire? Como o nosso querido pugilista Éder Jofre conseguiu sobreviver a tantas lutas e se consagrar campeão mundial? É isso mesmo! Ignorar o vegetarianismo é ser ignorante. Sou vegetariano desde agosto de 2005 e estou muito bem. Aliás, melhorei muito minha saúde. Só comi soja cinco vezes desde então, e só para não fazer desfeita. Vegetariano não come soja, meu amigo. Carne é defunto e defunto não se substitui do carpápio, e sim elimina-se. Não importa se um nutricionista disse que precisamos substituir a carne com soja ou com outra coisa, pois eu conheço um nutricionista que disse o oposto! O meio acadêmico é contraditório e a teoria sempre perderá para o que se comprova na prática. Quer ouvir nutricionistas? Quer ouvir médicos, doutores e mestres falando sobre o assunto? Assista aos documentários abaixo. Não vá me dizer que falta tempo. Pois <strong>tempo</strong>, <em>my friend</em>, eu tenho certeza que <strong>você tem</strong>.</p>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Terráqueos&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Uma verdade mais que inconveniente&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="285" data="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Gravação de Arnaldo Jabor &#8211; excelente!</strong></small></div>
<p>Para saber o que um vegetariano come, entre neste post do <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">blog do Jojó</a>: <strong><em><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a></em></strong>. Baixe gratuitamente o livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha! no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free downloads</a></em> e também <a href="http://www.uni-yoga.org/web_classes.php?pagina=4&amp;categoria=1" target="_blank">assista às webclasse</a>s intituladas Alimentação biológica, neste mesmo site.</p>
<p>O livro do <a href="http://www.drmarciobontempo.com.br/" target="_blank">Dr. Marcio Bontempo</a> <strong><em>Alimentação para um novo mundo</em></strong> é uma obra para se ter por perto.</p>
<p>Uau, há ainda uma infinidade de ÓTIMOS textos no <strong>Blog do DeRose</strong>, <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/category/gastronomia/" target="_blank">na categoria gastronomia</a>, e também no post intitulado &#8220;<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>&#8221; (leia também os comentários destes posts).</p>
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		<title>Mude, pois nunca é tarde (exemplo do axé ao metal)</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 18:23:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Caso 1:</strong> Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: &#8220;<em>eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então não é agora que eu vou começar a fazer</em>&#8220;. Detalhe: minha mãe tinha 17 anos na época. Eu sequer existia.</p>
<p>Hoje é claro que ela não pensa mais assim, mas seguramente deve possuir um pouco dessa contra-atitude carregada dentro de si. Assim como todo mundo! E eu também. Muita gente não muda, não faz algo porque acha que já passou o tempo, ou então encontra qualquer desculpa para não mudar. Qualquer desculpa. Tudo é pretexto para ficar onde está.</p>
<p><strong>Caso 2:</strong> Existem vários exemplos de pessoas que mudaram. Hoje vou citar o do Luiz Caldas. Sim, aquele cara que fez a música que foi a vinheta da novela <em>Tieta</em>.</p>
<p style="text-align: center;"><object width="280" height="225" data="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/_DDYBtXxZWk&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></p>
<p>Luiz Caldas largou o <em>axé</em> e hoje toca <em>heavy metal</em>. Pode? Pode. Não julgue. Não importa se <em>heavy metal</em> é melhor que <em>axé</em>, ou se você não gosta dos dois. Importa a mudança. Me responda: se você tivesse feito muito sucesso tocando axé, tanto sucesso que sua música virou vinheta de uma novela da rede de televisão mais poderosa do país, você trocaria seu estilo de música? Provavelmente não. Provavelmente ficaria na eterna mesmice. Querendo até, sonhando até, mas mudando jamais.</p>
<p>E o desejo de mudança ocorre com muita, muita gente.  Porém, poucos são os que largam a cadeira executiva da cúpula organizacional e troca o terno-e-gravata pela bermuda colorida para realizar o antigo sonho de abrir um barzinho na beira do mar, mesmo que não dê tanto dinheiro, aliás, mesmo que não dê quase nada de dinheiro, eles mudam e ficam felizes, respirando e sentindo na brisa do ar a maresia da liberdade. Raríssimos são os que trocam o garantido pelo incerto, pois sabem que, no fundo, o incerto é o que importa, e o garantido é um obstáculo para mudança, um convite à estagnação.</p>
<p>Se você gosta de ler, queira ler um livro que indico realizar mudanças. É o livro do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a> sobre karma e explana sobre o poder sobre o próprio destino, incentiva a segurar as rédeas da própria vida. Karma é um termo sânscrito que significa ação, e designa a lei universal de causa e efeito. Como todos os livros dele, o assunto é abordado sem conotação mística, espiritualista ou religiosa. E é por isso que eu gosto dele. O livro pode ser baixado gratuitamente através do site da Uni-Yôga: <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">www.Uni-Yoga.org</a> &#8211; na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free Downloads</a></em>.</p>
<div id="attachment_165" class="wp-caption aligncenter" style="width: 206px"><img class="size-full wp-image-165" title="as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/as-capsulas-de-influencia-de-cada-karma-coletivo.png" alt="As cápsulas de influência de cada karma coletivo. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga." width="196" height="181" /><p class="wp-caption-text">As cápsulas de influência de cada karma coletivo, extraído do livro Karma e dharma - transforme sua vida. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga.</p></div>
<p> </p>
<p>Então fica a lição: nunca é tarde para mudar.<br />
Um grande abraço.</p>
<p><small>Para quem gosta de <em>heavy </em><em>metal</em> ou está curiso para escutar a música do Luiz Caldas, <a href="http://www.myspace.com/luizcaldas" target="_blank">acesse o MySpace dele</a>. Se não apreciar a música, aprecie a coragem de mudar, que talvez seja algo que você também queira fazer.<span> </span></small><small>Eu vi  <a style="text-decoration: underline;" href="http://www.contraditorium.com/2009/03/05/existe-vida-apos-o-axe/" target="_blank">essa notícia do Luiz Caldas no site Contraditorium</a>.</small></p>
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		<title>Entrevista com DeRose na TV Estadão</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 19:59:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Assista a esta entrevista com o Mestre DeRose na TV Estadão: http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514 Excelente matéria. As palavras são sempre muito bem colocadas, num tom de voz que passa por nuances inteligentes, temperadas com olhares e sorrisos na medida. Esse cara sempre é assim. É o siddhi (perfeição) da expressão. Espero que, agora, todos (inclusive o entrevistador) [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assista a esta entrevista com o Mestre DeRose na TV Estadão:</p>
<p><a href="http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514" target="_blank">http://www.estadao.com.br/interatividade/Multimidia/ShowVideos.action?destaque.idGuidSelect=9CE150343C6D4029AF2965966E386514</a></p>
<p>Excelente matéria. As palavras são sempre muito bem colocadas, num tom de voz que passa por nuances inteligentes, temperadas com olhares e sorrisos na medida. Esse cara sempre é assim. É o siddhi (perfeição) da expressão.</p>
<p>Espero que, agora, todos (inclusive o entrevistador) tenham compreendido que <strong>O Yôga</strong> e &#8220;<em>a yóga</em>&#8221; são coisas completamente diferentes, como Física e Educação Física.</p>
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		<title>Hoje, 18 de fevereiro, é o dia do Yôga!</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 02:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje é o Dia do Yôga!!! Realizei agora há pouco uma prática especial para esta data. O dia 18 de fevereiro é a data de aniversário do Mestre DeRose. Coincidentemente, é também a data de um outro importante Mestre de linha tântrika do século XX, chamado Rámakrishna. Neste final do Dia do Yôga, quero reforçar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje é o Dia do Yôga!!! Realizei agora há pouco uma prática especial para esta data. O dia 18 de fevereiro é a data de aniversário do Mestre DeRose. Coincidentemente, é também a data de um outro importante Mestre de linha tântrika do século XX, chamado Rámakrishna.</p>
<p>Neste final do Dia do Yôga, quero reforçar a dica para que você leia e aprofunde mais seus conhecimentos através da vasta obra de DeRose, nosso Mestre e aniversariante do dia. Quero também deixar meus sinceros votos de que você se identifique com esta fascinante filosofia milenar, buscando o autoconhecimento e a expansão da consciência com muita gana e vontade, com a mesma intensidade com que desejaria o ar após 3 minutos com pulmões vazios.</p>
<p>Para o Yôga, o ser humano está adormecido enquanto não despertar o poder interior e não atingir dhyána (meditação) e samádhi (hiperconsciência).</p>
<p>Que deste dia em diante você tenha mais força e poder interior para realizar as mais profundas e inimagináveis mudanças em sua vida e existência, caminhando rumo à meta.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Toda evolução pressupõe mudança.&#8221;<br />
Mallet</em></p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Enquanto a Humanidade espera que a sorte a agarre para mudar a sua vida, o SwáSthya Yôgin agarra a vida e muda a sua sorte.&#8221;<br />
Joris Marengo</em></p>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
<p>Com carinho,</p>
<p>Alexandre Montagna<br />
Instrutor de SwáSthya Yôga<br />
montagna@uni-yoga.org | +55 49 9981-4604<br />
www.Uni-Yoga.org | www.AlexandreMontagna.com</p>
<p>Visite o blog do educador DeRose em www.Uni-Yoga.org/blogdoderose</p>
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		<title>DeRose e o SwáSthya</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Feb 2009 01:48:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga) Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>(texto extraído da monografia de Alexandre Montagna, apresentada à banca das avaliações de revalidação anual da Universidade de Yôga)</em></strong></p>
<p>Um filósofo contemporâneo chamado DeRose, Mestre de Yôga, desde cedo interessou-se pela filosofia e começou a debulhar a literatura disponível em sua época a fim de compreender o Yôga em sua totalidade. No seu caminho de expansão do conhecimento e evolução no Yôga, foi se tornando um grande professor, com um notável poder de realização e determinação. Devido à sua grandeza desde jovem e ao fato de os demais professores de Yôga sentirem-se ameaçados financeiramente, DeRose começou a sofrer amargas dificuldades e obstáculos logo no início de sua carreira.</p>
<p>Quando uma pessoa superlativamente predisposta, dinâmica e determinada assume uma filosofia para sua vida, naturalmente se interessará pela sua história e origem. Pois foi esse interesse que fez DeRose buscar as origens do Yôga: durante mais de duas décadas este professor foi à Índia, pesquisou os Shástras (escrituras hindus) e estudou nos mais tradicionais áshrams daquele país. Um ano de pesquisa árdua e dedicação integral ao Yôga já seria o suficiente para angariar um sem-número de informações. <strong>Vinte e quatro anos de pesquisa árdua e dedicação ultra-integral ao Yôga</strong> foi o suficiente para que o então Mestre DeRose concluísse sua busca pela origem do mais genuíno Yôga, que estava considerado extinto.</p>
<p>Eis que surge o SwáSthya Yôga, como uma proposta de resgate e codificação do Yôga Antigo, Pré-Clássico, pré-vêdico, pré-ariano, proto-histórico. O Mestre DeRose buscou o Yôga mais antigo, de fundamentação Tantra-Sámkhya (Dakshinacharatántrika-Niríshwarasámkhya) e codificou-o com o nome de SwáSthya Yôga, que em sânscrito significa auto-suficiência (self-dependence), saúde, bem-estar, conforto, satisfação.</p>
<table style="margin: 1.5em auto; text-align: center;" border="1" bordercolor="#999">
<tbody>
<tr>
<td style="background: #eee;" colspan="6">CRONOLOGIA HISTÓRICA DO YÔGA</td>
</tr>
<tr>
<td class="divisao1">Divisão</td>
<td class="yogaantigo2" style="background: #ccc;" colspan="2">YÔGA ANTIGO</td>
<td class="yogamoderno2" colspan="3">YÔGA MODERNO</td>
</tr>
<tr>
<td>Tendência</td>
<td style="background: #ccc;" colspan="2">Sámkhya</td>
<td colspan="3">Vêdánta</td>
</tr>
<tr>
<td>Período</td>
<td style="background: #ccc;">Yôga Pré-Clássico</td>
<td>Yôga Clássico</td>
<td colspan="2">Yôga Medieval</td>
<td>Yôga Contemporâneo</td>
</tr>
<tr>
<td>Época</td>
<td style="background: #ccc;">Mais de 5.000 anos</td>
<td>séc III a.C.</td>
<td>séc VII d.C.</td>
<td>séc XI d.C.</td>
<td>séculos XIX e XX</td>
</tr>
<tr>
<td>Mestre</td>
<td style="background: #ccc;">Shiva</td>
<td>Pátañjali</td>
<td>Shankara</td>
<td>Gôrakshanatha</td>
<td rowspan="2">Aurobindo<br />
Rámakrishna<br />
Vivêkánanda<br />
Shivánanda<br />
Chidánanda<br />
Krishnánanda<br />
Yôgêndra</td>
</tr>
<tr>
<td>Literatura</td>
<td style="background: #ccc;">Upanishad</td>
<td>Yôga Sútra</td>
<td>Vivêka Chudamani</td>
<td>Hatha Yôga</td>
</tr>
<tr>
<td>Fase</td>
<td style="background: #ccc;">Proto-histórica</td>
<td colspan="4">Histórica</td>
</tr>
<tr>
<td>Fonte</td>
<td style="background: #ccc;">Shruti</td>
<td colspan="4">Smriti</td>
</tr>
<tr>
<td>Povo</td>
<td style="background: #ccc;">Drávidas</td>
<td colspan="4">Áryas</td>
</tr>
<tr>
<td>Linha</td>
<td style="background: #ccc;">Tantra</td>
<td colspan="4">Brahmácharya</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p style="text-align: center;"><em>Quadro extraído do livro <strong>Tratado de Yôga</strong>, de DeRose</em></p>
<p>Apenas este resgate histórico, que já foi reconhecido em diversos países e inclusive na própria Índia, já seria o suficiente para colocar DeRose na lista dos Grandes Mestres e nomes do Yôga mundial. Mas há outro fato que deve-se enaltecer e reconhecer, a fim de dar-lhe os créditos merecidos: o Yôga, após a obra deste Mestre, passou a ser praticado por mim e por você. E isto é sem preço. Antes o Yôga estava muito atrelado ao misticismo (Vêdánta), ao comportamento repressor (Brahmácharya) e à ocidentalização. Os praticantes geralmente eram pessoas místicas, espiritualistas, calmas, por vezes passivas, geralmente mulheres e a maioria da terceira idade. DeRose revelou que nos textos hindus antigos, o Yôga sempre foi associado a conceitos de força, poder e energia, era praticado por homens e era preciso muita energia e tempo de vida para despertar a força interior necessária para a conquista da meta, logo era necessário começar biologicamente jovem. Ele desmitificou a filosofia, resgatando o prisma naturalista do Sámkhya e tornou o Yôga uma prática muito mais cheia de vida e sensorialidade ao resgatar a raiz comportamental original do Yôga, o Tantra.</p>
<p>A profissão de Instrutor de Yôga não era reconhecida. DeRose, com muita lucidez, tornou a profissão extremamente viável e gratificante. É neste ponto que vou argumentar contra acusações maldosas que já presenciei: seu alto senso administrativo &#8211; necessário num sistema capitalista &#8211; é alvo de críticas de minorias inexpressivas, que acusam-no por ser bem sucedido demais, ou talvez porque consideram a prosperidade profissional incoerente nesta área, ao exercer o vício de pensamento que separa a evolução do indivíduo em um lado, e o zelo pelos bens materiais em outro lado. Na verdade, este sucesso e exemplo de competência e administração são invejados por meteoritos que gostariam de ser estrelas, mas que nunca conseguirão ter o mesmo brilho, pois ao invés de produzir em conjunto, permanecem distantes e com o ego às alturas, sendo incapazes de reconhecer um grande feito de um nobre homem.</p>
<p>Para compreender melhor sobre como funciona o bem-sucedido procedimento financeiro-administrativo elaborado pelo Mestre DeRose, leia o livro do Instrutor Thiago Massi: <strong><em>O que é a Uni-Yôga</em></strong>, da editora Nobel.</p>
<p style="text-align: center; "><em>&#8220;Inveja não consiste em querer o que o outro tem.<br />
Consiste em querer que o outro não tenha&#8221;</em><br />
Autor desconhecido</p>
<p>Hoje, o reconhecimento de sua obra está espalhado por diversos países. O mundo está redescobrindo o Yôga Antigo, muito bem organizado e codificado com o nome de <strong>SwáSthya</strong>. Estima-se em 1 milhão o número de praticantes diretos e indiretos desta modalidade de Yôga no Brasil, sem contar lá fora. São milhões de pessoas que ficam encantadas com a beleza e a proposta da Nossa Filosofia. Por experiência própria, eu digo que qualquer pessoa disposta a viver com qualidade e a buscar o melhor para si identifica-se com esta Cultura.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_27" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.uni-yoga.org"><img class="size-full wp-image-27" title="logo-metodo-derose" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/02/logo-metodo-derose.jpg" alt="Método DeRose" width="450" height="251" /></a><p class="wp-caption-text">Logo do Método DeRose</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Na trajetória profissional e pessoal do Mestre DeRose, há muitas histórias pitorescas a contar e situações que estão melhor detalhadas em sua autobiografia <strong><em>Quando É Preciso Ser Forte</em></strong>, da Editora Nobel. Sugiro veementemente que você trave contato com esta obra. Ela poderá mudar a sua vida.</p>
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		<title>Dia do Yôga: 18 de fevereiro</title>
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		<pubDate>Tue, 17 Feb 2009 03:29:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amanhã, 18 de fevereiro, é o dia estadual do Yôga em doze estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí, e mais o Distrito Federal. Já tivemos alguns eventos em comemoração a esta data. Links relacionados abaixo: http://www.diadoyoga.org [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amanhã, 18 de fevereiro, é o <strong>dia estadual do Yôga em doze estados</strong>: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí, e mais o Distrito Federal.</p>
<p>Já tivemos alguns eventos em comemoração a esta data. Links relacionados abaixo:</p>
<p><a href="http://www.diadoyoga.org/">http://www.diadoyoga.org</a></p>
<p><a href="http://ofuxico.terra.com.br/galeria/galeria/2009/02/15/mestre-derose-marca-as-comemoracoes-ao-dia-estadual-do-yoga-8989.htm">http://ofuxico.terra.com.br/galeria/galeria/2009/02/15/mestre-derose-marca-as-comemoracoes-ao-dia-estadual-do-yoga-8989.htm</a></p>
<p><a href="http://yogapress.wordpress.com/2009/02/16/evento-memoravel-com-mestre-derose-marca-as-comemoracoes-ao-dia-estadual-do-yoga-em-sao-paulo/">http://yogapress.wordpress.com/2009/02/16/evento-memoravel-com-mestre-derose-marca-as-comemoracoes-ao-dia-estadual-do-yoga-em-sao-paulo/</a></p>
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