Alexandre Montagna

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A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir

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A culpa é de ninguém! Você é o responsável. Outubro 21, 2009 | 04:02 pm

Atraiu-me a atenção uma chamada de reportagem do telejornalismo diurno que dizia: “se você acorda de cara feia, coloque a culpa no seu pai“. Não derramei lágrimas, mas bateu-me um abalo típico de quando constatamos que as compreensões não avançam, mesmo após constante esforço de nossa parte. Ocorre que especialistas concluíram que estas pessoas que acordam de mau humor pela manhã podem culpar a genética. Ora, é claro que a programação dos genes interferem em nossa personalidade, mas me entristece a mania de colocar a culpa nos outros ou nas coisas pelos nossos problemas, distúrbios psicológicos ou pela simples incapacidade de nos aprimorarmos emocional e mentalmente. Com esta notícia, hordas de ranzinzas apoiar-se-ão no pretexto da genética para continuar acordando sem dar bom dia ou um sorriso para si mesmos. Assim não! Chega de delegar as causas de nossos males. É a péssima mania de lavar as mãos, eximindo-se da responsabilidade pela constituição da própria personalidade. Há viventes que realmente pensam que nasceram de um jeito e não poderão mudar nada, nunca. Dizem: “Ah, eu sou assim mesmo, não adianta“. Amaram a reportagem, de certo.

Não culpe Deus, nem o diabo, nem a sorte*. Você é o único responsável pela sua vida, seu destino e seu sucesso. Mas se alguém, deploravelmente, pensa que seu destino está traçado no Plano Divino ou escrito nas estrelas, então que atire-se em suas próprias cordas esta triste marionete.

* Trecho do vídeo Mude Sempre, do Prof. Joris Marengo.

Mudanças para mim e para a Meg Junho 12, 2009 | 04:07 pm

Dentro de poucos dias realizarei uma mudança de casa, e isso sempre toma tempo antes, durante e depois. Não bastasse a mudança de casa, ainda passarei por uma separação: Meg, minha cachorrinha, não poderá ficar conosco – eu e Sary – no apartamento, pois seria inviável. Criar uma cachorrinha desde muy pequenina e depois ter que separar-se dela não é mole. É duro para mim, mas considero uma mudança ainda maior para ela, cachorrinha, com uma natureza geneticamente arraigada de matilha. Quem tem um cãozinho sabe: onde você vai, ele vai; seja para ir até a esquina ou para dar um salto nas Cataratas do Niágara. O mundo pode estar caindo e a chuva pode ser de canivetes: se você está bem e está por perto, então tudo está bem. Lealdade é mesmo uma virtude muito nobre. Basta eu refletir e me lembrar desta característica da Meg e pronto, a situação se inverte e a separação começa a ser pior para mim do que para ela, pois essas características são fortes, belas e comoventes, a ponto de me fazer chorar as pitangas.

A vida é uma sucessão de experiências – para mim, para você, para todos… e para a Meg. Que ela tenha as suas, sem mim por perto, e que seja uma cachorrinha muito feliz, doce Meg.

Lealdade

Não há nada mais lindo que ser leal. Leal quando todos os demais já deixaram de sê-lo. Leal quando todas as evidências apontam contra o seu ente querido, pessoa amada, colega ou companheiro, mas você não teme comprometer-se e mantém-se leal até o fim.
Realmente, não há nada mais nobre que a lealdade, especialmente numa época em que tão poucos preservam essa virtude.

DeRose

O Yôgacine foi ótimo! Filme: O Feitiço do Tempo (Groundhog Day) Março 25, 2009 | 12:55 am

No sábado passado, dia 21 de março, fizemos um Yôgacine na sala de práticas. O filme faz parte da série sobre karma, e o título em português é O Feitiço do Tempo - um dos prediletos do Mestre DeRose. Então só aí já se vê que não é pouca coisa…

Título original: Groundhog Day

Título original: Groundhog Day ("O dia da marmota")

A Universidade de Yôga divulga a seguinte sinopse + texto complementar:

Sinopse do filme – Trata-se de uma comédia de muito bom gosto e com um fundo filosófico. A personagem principal acorda todas as manhãs no mesmo dia e repete as mesmas coisas, os mesmos erros, dia após dia, até que, anos depois, aprende a lição e torna-se uma pessoa melhor. Só então, consegue libertar-se de sua prisão no tempo e passar ao dia seguinte.

Preleção feita pelo instrutor antes do início do filme – Não assista ao filme apenas como uma excelente comédia. Tenha sempre em mente que a maior parte dos filmes que exibimos tem alguma mensagem ou é útil de alguma maneira para a formação do caráter dos nossos futuros instrutores. Atente para o fato de que os dias, no filme, podem perfeitamente significar reencarnações (lembre-se de que não somos uma escola reencarnacionista, no entanto, podemos aprender muito com essa metáfora [esse negrito foi por minha conta]). Enquanto a personam não aprende a lição, volta e renasce no mesmo lugar e no mesmo dia. E como o pobre coitado sofre por ser rançoso…  Depois de muitas tentativas e erros, inúmeras experiências com câmbios de personalidade e de atitude, aprende a valorizar as coisas simples do dia-a-dia e a sentir carinho pelas pessoas. Aí, passa a ser feliz, todos o amam em retribuição e ele evolui para uma etapa seguinte.

Ou seja, o filme realmente é maravilhoso. E é preciso rever algumas vezes para sentir sua mensagem com mais profundidade.

Estávamos em 6 na sala, e foi um momento gostoso, não só porque o filme foi bom e porque éramos todos pessoas legais, mas sim por ser um programa diferente do encontro comum, que ocorre nas aulas regulares.

oi

Todos brindando com chai em copinhos térmicos! Da esquerda para a direita: Carla, que sempre diz que talvez não vá, mas sempre aparece - que bom!; eu; Eunice, que apareceu depois de um longo jejum de aulas, e espero que agora mantenha o ritmo; Jeferson, que tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas; Sary, a pessoa com quem compartilho minha vida; e Sérgio, que também tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas.

A surpresa é que tivemos chai, a deliciosa bebida indiana! Clique em cima da palavra chai para ler o post em que eu divulgo a receita que a Uni-Yôga orienta, a fim de fazer o chai mais fiel às raízes indianas.

A bebida é tão boa que o Sérgio não desperdiçava um minuto sem tomá-lo.

 

Cena recorrente durante o filme

Cena recorrente durante o filme

Valeu muito. Agradecimentos à Carla pelo registro das fotos com sua câmera. E que venha o próximo Yôgacine!!!

Karma aí! O meu destino a mim pertence! (Dois terços, pelo menos) Março 23, 2009 | 11:37 pm

Artigo inspirado no livro Karma e dharma. O subtópico “A parábola” é uma extração desse livro.

estrada_primavera_blogÉ impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo “escrito nas estrelas”, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada – por aquela figura paterna invisível no céu, muitos dizem. Para os religiosos que repetem tal incoerência, uma pergunta: e o livre arbítrio? Se somos dotados da capacidade de realizar escolhas próprias, então não há a possibilidade de o futuro já estar previsto. Considerar a existência de um destino planejado implica em não aceitar que as suas decisões fazem diferença, e ainda abre portas para o perigo: se tudo está planejado, então, pombas,  porque prenderam aquele assassino, já que estava previsto que ele deveria matar a inocente moça? Ele não tinha saídas: estava escrito no destino, não foi por mal. Porque choram tanto as pitangas pelas mortes da queda do avião da Gol, se isso era para acontecer, pois “Deus sabe o que faz”?

Por que achamos que o destino é planejado

Todo esse disparate do destino foi criado e adotado por pessoas enfraquecidas nas emoções, que precisam constantemente justificar as tristezas que ocorrem em suas vidas através de crenças convenientes. Aliás, não é este o motivo de toda a crença, afinal? É muito mais confortante e fácil aceitar que você foi demitido, que seu casamento acabou, seu carro foi roubado, que sua casa foi inundada pela enchente e que um ente querido morreu muito cedo na vida porque tudo isso “era para acontecer”. Assim, você resigna-se no conforto de quem não tem alternativas e precisa aceitar as coisas como são. Eu me empenho em manter este agradável conforto emocional em todos, mas sem crença alguma.

Como o destino funciona

Você já ouviu o termo karma. Karma é a lei de ação e reação, a Lei Universal de causa e efeito e que não possui nenhuma relação com vidas passadas nem conotação mística. Karma é assim: se você cospe para cima, vai receber o cuspe de volta no olho. Ação e reação. Na tradição hindu, passa-se o conhecimento de que nós possuímos dois terços do controle sobre o nosso destino. Um terço está nas coisas que não podemos mudar. Oras, dois terços de controle sobre o destino é muita coisa, é mais da metade. Não precisa levar ao pé da letra: esta fração matemática serve para ilustrar que temos muito poder sobre nosso futuro, mas não completo. Para entender isso, imagine-se num cruzeiro em alto mar: você (micro) pode andar para o norte do navio, para o sul, leste ou oeste, mas o navio (macro) continuará rumo ao sul, pois isso está além das suas alternativas. A menos que você golpeie o capitão e assuma o comando do leme, mas pare com isso, não tente estragar o exemplo!!

Durante a nossa vida na Terra geramos trilhões de escolhas, ações e consequências que acabam por moldar o nosso futuro. Hoje quando eu for passear com minha cachorrinha, eu posso escolher conversar ou não com alguém que esteja por perto. Ao conversar com essa pessoa eu farei ela dedicar seu tempo a mim e ela irá para casa alguns minutos mais tarde, e esse pode ser o tempo exato para salvá-la de ser atropelada por um caminhão, ou para impedí-la de atender a um telefonema importante, ou etc-etc-etc. E daqui a 10 anos, as consequências das minhas decisões de hoje ainda estarão acontecendo. Coisas que você fez em 1992 ainda estão repercutindo hoje: zilhões de ações e consequências numa verdadeira cadeia de efeitos que se iniciam a cada nova ação. Essa teia de relacionamentos, ações e efeitos que você gera a cada instante, desde que nasce, é tão complexa e tão difícil de codificar num registro que muitas pessoas acabam por atribuir todo o destino a um Ser Superior que rege as cousas. Mas não precisamos disso. Paremos com os folclores.

A parábola

O destino é como as etapas das decisões do arqueiro

O destino é como as etapas das decisões do arqueiro

Existe uma parábola hindu que ilustra isso muito bem. O ser humano e o seu karma são como o arqueiro com suas flechas. Na primeira etapa, as flechas estão pousadas passivamente na aljava. Esse momento representa o karma passivo, com o qual você pode fazer o que bem entender. Na segunda etapa, o arqueiro saca uma das flechas, coloca-a no arco e tensiona-o. Ele pôs em estado de alerta uma energia potencial, mas ainda tem completo domínio, pois poderá conferir mais ou menos tensão ao arco, poderá atirar nesta ou naquela direção e, ainda, poderá desistir de lançar a flecha e guardá-la novamente no coldre. A terceira etapa, é quando o arqueiro solta a flecha. Aí não dá para voltar atrás, não é possível sair correndo para alcançar a flecha e fazê-la parar. Nesse caso, não há como impedir que toda uma sucessão de conseqüências se desencadeie. Somente sobre esta última forma de karma você não terá domínio.

Na verdade, o exemplo acima não pretende expressar uma precisão matemática de que tenhamos domínio sobre exatos dois terços do nosso karma. Trata-se de uma antiga comparação para nos proporcionar uma idéia de que temos domínio perfeito sobre a maior parte do nosso futuro.

Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumpri-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.

Quer ler sobre karma negativo e karma positivo e muito mais sobre o assunto? Faça o download do livro Karma e dharma – transforme sua vida, do Mestre DeRose, no site www.Uni-Yoga.org)

Mude, pois nunca é tarde (exemplo do axé ao metal) Março 5, 2009 | 03:23 pm

Caso 1: Certa feita, minha mãe estava na frente da televisão assistindo a um programa de ginástica, esses que as pessoas ficam dizendo para você fazer ginástica.  Minha mãe, na sua lógica de reflexão pensou: “eu não fiz nada desse tipo de coisa até hoje, então não é agora que eu vou começar a fazer“. Detalhe: minha mãe tinha 17 anos na época. Eu sequer existia.

Hoje é claro que ela não pensa mais assim, mas seguramente deve possuir um pouco dessa contra-atitude carregada dentro de si. Assim como todo mundo! E eu também. Muita gente não muda, não faz algo porque acha que já passou o tempo, ou então encontra qualquer desculpa para não mudar. Qualquer desculpa. Tudo é pretexto para ficar onde está.

Caso 2: Existem vários exemplos de pessoas que mudaram. Hoje vou citar o do Luiz Caldas. Sim, aquele cara que fez a música que foi a vinheta da novela Tieta.

Luiz Caldas largou o axé e hoje toca heavy metal. Pode? Pode. Não julgue. Não importa se heavy metal é melhor que axé, ou se você não gosta dos dois. Importa a mudança. Me responda: se você tivesse feito muito sucesso tocando axé, tanto sucesso que sua música virou vinheta de uma novela da rede de televisão mais poderosa do país, você trocaria seu estilo de música? Provavelmente não. Provavelmente ficaria na eterna mesmice. Querendo até, sonhando até, mas mudando jamais.

E o desejo de mudança ocorre com muita, muita gente.  Porém, poucos são os que largam a cadeira executiva da cúpula organizacional e troca o terno-e-gravata pela bermuda colorida para realizar o antigo sonho de abrir um barzinho na beira do mar, mesmo que não dê tanto dinheiro, aliás, mesmo que não dê quase nada de dinheiro, eles mudam e ficam felizes, respirando e sentindo na brisa do ar a maresia da liberdade. Raríssimos são os que trocam o garantido pelo incerto, pois sabem que, no fundo, o incerto é o que importa, e o garantido é um obstáculo para mudança, um convite à estagnação.

Se você gosta de ler, queira ler um livro que indico realizar mudanças. É o livro do DeRose sobre karma e explana sobre o poder sobre o próprio destino, incentiva a segurar as rédeas da própria vida. Karma é um termo sânscrito que significa ação, e designa a lei universal de causa e efeito. Como todos os livros dele, o assunto é abordado sem conotação mística, espiritualista ou religiosa. E é por isso que eu gosto dele. O livro pode ser baixado gratuitamente através do site da Uni-Yôga: www.Uni-Yoga.org – na seção Free Downloads.

As cápsulas de influência de cada karma coletivo. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga.

As cápsulas de influência de cada karma coletivo, extraído do livro Karma e dharma - transforme sua vida. Não vou desenvolver o assunto aqui. Se você quiser aprofundar-se baixe o livro no site da Uni-Yôga.

 

Então fica a lição: nunca é tarde para mudar.
Um grande abraço.

Para quem gosta de heavy metal ou está curiso para escutar a música do Luiz Caldas, acesse o MySpace dele. Se não apreciar a música, aprecie a coragem de mudar, que talvez seja algo que você também queira fazer. Eu vi essa notícia do Luiz Caldas no site Contraditorium.

Um final de semana diferente em Porto Alegre Março 3, 2009 | 02:19 pm

Após ler este post do Daniel De Nardi, resolvi escrever algo que aconteceu há pouco tempo e aborda o mesmo tema: oportunidades da vida, e os protagonistas são os meus pais.

Eu comecei a caminhada para adquirir minha cidadania italiana. A caminhada é dura, o processo é ardiloso e a burocracia meticulosa definitivamente separa os fortes dos fracos nesta empreitada. Em uma das batalhas da guerra, que era buscar alguns documentos em Porto Alegre, meus pais se prontificaram e foram até a capital do RS para ajudar nesta etapa e, de quebra, conhecer membros da famiglia Montagna que não conheciam ou rever os que há muitos anos não viam. No carro, estavam eles e duas queridas tias-avós minhas: Lila e Irene.

Meus pais tem uma vida como a maioria das pessoas, com uma boa dose de rotina. Algumas inovam mais, realizando algo super diferente pelo menos um fim de semana por mês. Outras inovam menos ou quase nada, geralmente ficando na frente da TV em pleno domingão. Quantos domingos não foram brutalmente desperdiçados assim ao redor do mundo? Não era necessário eles terem ido até a capital dos Gaúchos, afinal, essas coisas de documentação se faz pelos Correios. Mas eles foram. Há tempos eu ouvia comentários de que tínhamos que rever os parentes que estavam na leal e valerosa cidade de Porto Alegre. E enfim eles foram! Aproveitaram a oportunidade e o resultado foi um maravilhoso encontro entre familiares, regados a conversas gerais e sorrisos sinceros.

Tudo isso a meros trezentos kilômetros de distância.

Tudo isso a meros trezentos kilômetros de distância.

Não bastasse este momento feliz, eis que surge uma outra dessas oportunidades da vida, lá mesmo em Porto Alegre, na mesma viagem: meus pais estavam passeando de carro pelas ruas porto-alegrenses, com minhas duas tias e mais um amigo que morava lá mesmo. De bobeira pela cidade, passaram em frente à casa do  Luís Fernando Veríssimo, guiados por este amigo, e resolveram parar para tirar fotos da casa – como todo bom turista assim o faria, é claro.

Neste momento abre a porta Lúcia Veríssimo, a esposa do conhecido escritor. Que surpresa! Por essa ninguém esperava. Começaram todos a conversar, era um dia lindo e ensolarado de fim de semana, todos meus parentes muito simpáticos, como sempre, e descontração era o clima naquele ambiente, o jardim da frente da casa. Não deu outra: foram convidados a entrar.  Essas coisas acontecem como um raio, não tem muita previsibilidade, e quando acontece, tem que aproveitar a oportunidade. Mais uma vez aproveitaram, afinal, este é o fim de semana diferente. Como prêmio pela grande cordialidade e conduta respeitosa, conheceram salas históricas e também o próprio Luís. Figura esta da qual já me sinto íntimo por herança genética da minha mãe, que tirou uma foto com ele. Não se espantem se eu começar a chamá-lo de  Lulu.

Famílias Veríssimo & Montagna: muito amigas.

Famílias Veríssimo & Montagna: muito amigas.

Encerrada a aventura, voltaram para casa e descansaram o restante do weekend, com a sensação de deveres cumpridos (ou oportunidades aproveitadas) e prontos para dormir o sono dos justos e aventureiros. Deixaram em Porto Alegre uma referência: para Lúcia, os meus pais, a tia Irena e a tia Lila são os amigos de Pelotas.

Não interprete este post como um mero diário. Este, assim como todos os outros textos, tem uma finalidade construtiva e a mensagem é: tire o bumbum do sofá e vá aproveitar uma destas mil e duas oportunidades à sua volta! E eu admito que às vezes preciso que alguém me diga isso. Um abraço forte e até o próximo post!


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