Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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Posts marcados com a tag ‘Joris Marengo’
Jojójí – um Gigante em nossa Instituição Setembro 19, 2011 | 12:56 am

Toda Instituição possui os seus gigantes. Indivíduos que já estão lá há muito mais tempo que você, e se tornam figuras nas quais você se baseia para galgar o seu próprio crescimento e tomar as suas próprias decisões.

Na organização internacional do Método DeRose, o Professor Joris Marengo é um destes ícones. Profissional com 34 anos de atuação no mercado da Qualidade de Vida, Jojó – que é o seu apelido – cativa e angaria o respeito de todos pelo seu carisma e pela imponência de suas realizações. Jojó já concebeu muitas preciosidades, tais como livros, festivais internacionais, festivais culturais de utilidade pública, cursos, palestras, datas comemorativas, workshops, jornais do métier, CD’s, anúncios de TV e treinamentos de proficiência voltados para outros profissionais, além de há anos presidir a Federação do Método DeRose de Santa Catarina e dirigir uma escola desta filosofia na Av. Rio Branco, 533, em Florianópolis.

Mais de três décadas após o início dos trabalhos, Jojójí possui diversos livros que estão para ser lançados em breve e deverão ser tratados como diamantes, pois são muito valiosos os seus conhecimentos gerais e específicos sobre áreas do autoconhecimento, filosofia, relações humanas, antropologia, anatomia e história da humanidade. Saiba mais sobre o Jojó em seu blog, que está recheado de artigos com trechos de seus livros.

Ele fez, faz e ainda fará muito pela Nossa Cultura. Obrigado pela amizade e pela inspiração, Jojó!

Solenidade da minha formatura como Instrutor do Método DeRose na Faculdade de Ciências Sociais de Florianópolis. Prof. Joris está sentado à frente, entre o Maestro Edgardo Caramella e a Professora Fernanda Neis. Ao lado, está o Comendador DeRose, que recebeu neste mesmo evento o título de Professor Doutor Honoris Causa.

Palestra na CEPAF, em Chapecó Julho 30, 2009 | 07:15 am

Após voltar bombando do 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose (Matando um Leão por Dia), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI – CEPAF – Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: “se sentir que consegue encarar essa, pode ir“, e fui. O tema é o assunto que a semana de palestras promove: Qualidade de Vida - e não poderia ter sido outro melhor. Qualidade de vida é com o Método DeRose (Yôga Antigo), sem dúvidas! O público foi bastante receptivo e tivemos bons momentos. Penso que o bom palestrante é aquele que consegue interagir com a platéia, gerando um clima de alegria, atenção e descontração, mas sem apelar para a comédia pura, o que serviria para mascarar a falta de conteúdo. Nesse ponto, acho que consegui uma boa dosagem, inspirado nos mais experientes profissionais da Nossa Cultura que já tive acesso e o privilégio de observar: DeRose, Jojó, Mallet, Caramella, Luís Lopes e outros.

Registro aqui meu agradecimento à Michelle de Liz, minha ex-aluna, pelo convite para conceder essa palestra.

Abaixo, algumas fotos do evento.

Treinando desde já para aperfeiçoar a oratória

Alexandre Montagna em palestra no auditório da CEPAF, em Chapecó - Santa Catarina

Sente

Segunda foto. Treinando desde já para chegar mais perto dos palestrantes abaixo.

Um dia eu chego nesse nível

Um dia eu chego nesse nível. Esse é o Ricardo Mallet, presidente da Federação de Yôga do RS.

Ou quem sabe esse

Meta de oratória. Esse é o Jojó, presidente da Federação de Yôga de SC.

Coroação do treinamento. Esse é o DeRose!

Coroação do treinamento. Esse é o DeRose, fundador da Uni-Yôga!

Para seguir neste assunto, leia o post do Prof. Joris Marengo sobre suas palestras.

Quem somos nós? (What the bleep do we know?) Maio 27, 2009 | 08:05 pm

Quem somos nós? foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo “espiritualidade”. Há inclusive um cientista (David Albert) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo “Down the rabbit hole” (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.

O radical espirit pode fazer o espectador começar a misturar com espiritualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: “Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.” É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.

Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.

“O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.”
Ricardo Mallet

Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos

Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos

Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:

O inconsciente é como um disco de vinil virgem.
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.

Joris Marengo

Ele ainda acrescenta no rodapé:

Samskára: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.
Vásaná: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.

quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna

Cena que encerra o documentário

Blog do Jojó: www.yogafloripa.com/blogdojojo/

Blog do DeRose: www.uni-yoga.org/blogdoderose/

Twitter de Ricardo Mallet: twitter.com/ricardomallet

Bibliografia recomendada para estudo do Yôga e dicas de livros para leitura geral Abril 6, 2009 | 11:19 am

bibliografia-livros-estudo-leitura-yoga

Leia:
Porque recomendamos que o aluno comece estudando as obras indicadas
Orientação ao leitor de Yôga

Bibliografia recomendada para estudo do Yôga:

  1. DeRoseTratado de Yôga, Nobel.
  2. DeRoseQuando é preciso ser forte, Nobel.
  3. DeRoseTudo o que você nunca quis saber sobre Yôga, L&PM.
  4. DeRosePrograma do Curso Básico de Yôga, Uni-Yôga.
  5. DeRoseBoas Maneiras no Yôga, Uni-Yôga.
  6. DeRoseEu me lembro…, Nobel.
  7. DeRoseEncontro com o Mestre, Matrix.
  8. DeRoseSútras – máximas de lucidez e êxtase, Nobel.
  9. DeRoseTantra, a sexualidade sacralizada, Uni-Yôga.
  10. DeRoseYôga Sútra de Pátañjali, Uni-Yôga.
  11. DeRoseMensagens do Yôga, Uni-Yôga.
  12. DeRoseKarma e dharma – transforme a sua vida, Uni-Yôga.
  13. DeRoseChakras e kundaliní, Uni-Yôga.
  14. DeRoseAlimentação vegetariana: chega de abobrinha!, Uni-Yôga.
  15. DeRoseMeditação, Uni-Yôga.
  16. DeRoseOrigens do Yôga Antigo, Uni-Yôga.
  17. DeRoseCorpos do Homem e Planos do Universo, Uni-Yôga.
  18. DeRoseGuia do Instrutor de Yôga, Uni-Yôga (esgotado).
  19. DeRoseProntuário de Yôga Antigo, (edição histórica só para colecionadores).
  20. DeRoseA regulamentação dos profissionais de Yôga, Uni-Yôga.
  21. DeRoseAlternativas de relacionamento afetivo, Afrontamento (Portugal).
  22. Santos, SérgioYôga, Sámkhya e Tantra, Uni-Yôga.
  23. Santos, SérgioEscala Evolutiva, Uni-Yôga.
  24. Flores, AnahíCoreografias, Uni-Yôga.
  25. Marengo, Joris50 Aulas de Swásthya Yôga, edição do autor.
  26. De Bona, RodrigoA Parábola do Croissant, Uni-Yôga.
  27. Silva, LucilaLéxico de Yôga Antigo, Uni-Yôga.
  28. Feuerstein, G. A tradição do Yôga, Pensamento.
  29. Michaël, T. O Yôga, Zahar Editores.
  30. Michaël, T. O Yôga, Martins Fontes (Edição Portuguesa).
  31. Time-LifeÍndia Antiga, Abril Coleções.
  32. ShivánandaHatha Yôga, Editorial Kier.
  33. ShivánandaPránáyáma, Pensamento.
  34. ShivánandaKundaliní Yôga, Editorial Kier.
  35. ShivánandaTantra Yôga, Nada Yôga e Kriyá Yôga, Editorial Kier.
  36. ShivánandaAutobiografia, Pensamento.
  37. ShivánandaJapa Yôga, Edição do Shivánanda Ashram.
  38. Bernard, T. El Camino Práctico del Yôga.
  39. Eliade, M. Pátañjali y el Yôga, Editora Paidós.
  40. Eliade, M. Técnicas del Yôga, Cia. Fabril Editora.
  41. Eliade, M. Yôga, imortalidade e liberdade, Editora Palas Athena.
  42. Purôhit SwámiAphorisms of Yôga, Faber & Faber (Londres e Boston).
  43. Kastberger, F. Léxico de Filosofía Hindú, Editorial Kier.
  44. Van LysebethTantra, o Culto da Feminilidade, Summus Editorial.
  45. Blay, A. Tantra Yôga, Iberia
  46. Woodroffe, J. Principios del Tantra, Editorial Kier.
  47. Woodroffe, J. Shaktí y Shakta, Editorial Kier.
  48. Avalon, A. El Poder Serpentino, Editorial Kier.
  49. GôswámiLaya Yôga.
  50. Monier-WilliamsSanskrit-English Dictionary, Oriental Publishers.

Indicações de leitura geral:

Títulos que sugiro e que bons amigos sugerem:

  • Macaco Nu – Desmond Morris – Ed. Record
  • Pai Rico, Pai Pobre – Robert Kiyosaki – Ed. Campus
  • O Monge e o Executivo – James C. Hunter – Ed. Sextante
  • O Universo numa Casca de Nós – Stephen Hawking – Ed. Sextante
  • Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes – Stephen R. Covey – Ed. Franklin Covey
  • Posicionamento – Al Ries e Jack Trout – Ed. Pioneira
  • Reputação, na velocidade do pensamento – Mário Rosa – Ed. Geração Editorial
  • Segredos de uma Mente Milionária – T. Harv Eker – Ed. ARX
  • Tratado Geral Sobre a Fofoca – José Ângelo Gaiarsa – Ed. Summus

Carnes na alimentação do ser humano Março 9, 2009 | 02:58 pm
Ele não nasceu para morrer sangrando na minha mesa.

Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa.

Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder “não quero ver, não quero saber” quando você o convida para assistir a um documentário sobre a indústria das carnes. Estranho essa pessoa não querer saber qual a procedência daquilo que constitui seu corpo, sua matéria orgânica. Isso é o que eu chamo de identificação com a ignorância, ou, como escutei recentemente: ignorância voluntária. São pessoas ignorantes, que ignoram o que acontece e querem permanecer assim, mantendo abaixado o véu dos bastidores. Porque sabem, no fundo, que este véu está manchado de sangue no outro lado.

“O que me preocupa não é o grito dos maus,
mas sim o silêncio dos bons”

Esta frase – que tenho nos meus registros como de Martin Luther King – é muito correta. E vou parafraseá-la:

“O que me preocupa não é a inteligência dos maus,
mas sim a ignorância dos bons”

Esses dias eu estava conversando com um amigo, um cara inteligente,  e ele começou a falar de um documentário que passou na TV a cabo que mostrava um jovem vivendo por um tempo numa comunidade tribal. Numa das aventuras, este jovem teve que matar um pombo à mão. Acho que esguelando o bixo, com ele se debatendo, o sangue jorrando e tudo mais. Ele não conseguiu. Se não me engano o cara quase chorou, e passou mal, certamente. O mais absurdo de toda essa conversa, é que este meu amigo conseguiu concluir – em sua lógica muito exótica – que o ser humano precisa comer carnes para sobreviver. Sim, você leu certo, ele me veio com essa. Pois eu tive que mostrar a ele exatamente o oposto. O ser humano não foi feito para comer defunto, nem para matá-lo, nem para digerí-lo. Se naturalmente assim fosse, o rapazote do documentário teria conseguido. Não conseguiu. E o meu amigo teve que concordar comigo, mas não quis dar o braço totalmente a torcer, dizendo: “é, eu não tinha pensado por esse lado, dá para interpretar dessa forma também“. Nenhum humano é capaz de matar animais, não fomos projetados para isso. E mesmo que tivéssemos uma faca, não teríamos coragem. Com exceção das pessoas que passaram por um processo de dessensibilização, ou seja, perderam a sensibilidade e o amor, agindo com frieza, sangue frio, tal qual um assassino. Açougueiros geralmente desenvolvem isso com o tempo. Não foram poucos os filmes de terror que uniram os dois universos: açougue e assassinatos brutais.

Matar seres para banhar-se de suas carnes mortas não é algo digno de uma pessoa sensível. Lei do mais forte o escambau, meu amigo. Lei do mais forte é matar com suas próprias presas, dilacerar com seus próprios dentes e digerir com seu próprio estômago, sem utilizar sal de frutas e sem contrair câncer de cólon, sem irritar as mucosas dos órgãos, sem desenvolver urina ácida e sem provocar centenas de outros problemas de saúde. Leia o restante deste artigo

Mude sempre, por Joris Marengo Fevereiro 21, 2009 | 12:01 am

Este é o vídeo que fiz para o Prof. Joris Marengo, presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina. Ele criou, escolheu e montou tudo: texto, música e imagens; eu apenas codifiquei em formato de vídeo. As transformações na vida de quem seguir estes conselhos certamente serão maravilhosas. Aperte play:

 ”Este poema foi escrito em 1994 em um dia de outono, chuvoso,
e fui invadido por uma sensação estranha de monotonia.
Depois descobri que outras pessoas escreveram coisas
bem parecidas. Provavelmente, possuídos momentaneamente
pelos mesmos fantasmas… Divirta-se”

Jojó

Que tal conhecer o blog do Jojó? Acesse www.yogafloripa.com/blogdojojo

Hoje, 18 de fevereiro, é o dia do Yôga! Fevereiro 18, 2009 | 11:29 pm

Hoje é o Dia do Yôga!!! Realizei agora há pouco uma prática especial para esta data. O dia 18 de fevereiro é a data de aniversário do Mestre DeRose. Coincidentemente, é também a data de um outro importante Mestre de linha tântrika do século XX, chamado Rámakrishna.

Neste final do Dia do Yôga, quero reforçar a dica para que você leia e aprofunde mais seus conhecimentos através da vasta obra de DeRose, nosso Mestre e aniversariante do dia. Quero também deixar meus sinceros votos de que você se identifique com esta fascinante filosofia milenar, buscando o autoconhecimento e a expansão da consciência com muita gana e vontade, com a mesma intensidade com que desejaria o ar após 3 minutos com pulmões vazios.

Para o Yôga, o ser humano está adormecido enquanto não despertar o poder interior e não atingir dhyána (meditação) e samádhi (hiperconsciência).

Que deste dia em diante você tenha mais força e poder interior para realizar as mais profundas e inimagináveis mudanças em sua vida e existência, caminhando rumo à meta.

“Toda evolução pressupõe mudança.”
Mallet

“Enquanto a Humanidade espera que a sorte a agarre para mudar a sua vida, o SwáSthya Yôgin agarra a vida e muda a sua sorte.”
Joris Marengo

SwáSthya!

Com carinho,

Alexandre Montagna
Instrutor de SwáSthya Yôga
montagna@uni-yoga.org | +55 49 9981-4604
www.Uni-Yoga.org | www.AlexandreMontagna.com

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