Religulous
Com humor, este documentário de Bill Maher retrata o cenário de algumas religiões.
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| Religulous, de Bill Maher | Agosto 21, 2010 | 07:26 pm |
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Religulous Com humor, este documentário de Bill Maher retrata o cenário de algumas religiões. |
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| Os Maias estão furiosos! | Março 19, 2010 | 08:08 am |
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Os Maias devem estar se debatendo nos caixões (linguagem figurativa), pois a malta de hoje está conduzindo de modo deplorável a interpretação do complexo calendário deles. David Morrison, da NASA, recebeu mais de 1000 perguntas de pessoas que achavam que o fim do mundo era genuíno e condenou-o, dizendo: “Eu mesmo tive casos de adolescentes escrevendo para mim dizendo que eles estavam pensando em suicídio, porque não queriam ver o fim do mundo. Eu acho que mentir na internet e assustar crianças com o fim de ganhar dinheiro é eticamente errado.” (Connor, Steve. “Relax, the end isn’t right“, The Independent, 17 October 2009. Página visitada em 2009-10-20.) Já ouvi pessoas dizendo: “eu não acredito que o mundo vá acabar em 2012″. Mas isso é tão óbvio que nem precisaria dizer! Mas dizem. E isso é um sintoma que podemos diagnosticar: as pessoas tendem a acreditar tanto em tantas coisas, que até mesmo esse absurdo pode ser considerado a tal ponto de merecer ser refutado numa discussão. Seria como um adulto dizer: “eu não acredito em Papai Noel!”. Mas é óbvio! |
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| Aborto e conservadorismo | Novembro 9, 2009 | 08:08 am |
![]() Fac nos, Domine, instrumenta pacis tuae. Agora, começarei falando sobre aborto inspirado no crítico social George Carlin: esses conservadores são mesmo umas aves raras. Fariam tudo por um feto, defendem ferrenhamente a vida de um pré-humano mesmo que seja filho de um ato de violência sexual forçada e criminosa, mesmo que seja acéfalo, mesmo que tenha quaisquer problemas, mas depois que o bebê nasce, não querem saber de mais nada: você que se vire pagando os gastos astronômicos da criança. Sabe o que esses caras são? Anti-mulheres, patriarcais e machistas, é isso o que eles são. Para esses conservadores religiosos, o papel principal da mulher é ser uma parideira para a sociedade. Eles defendem que a vida é sagrada, mas, quem disse isso? Deus? Não pode ser! Se você lê história sabe que as mais brutais e sangrentas guerras foram baseadas na intolerância religiosa. Aí você vê o quanto estes caras levam a sério essa história de “vida sagrada”. Por mais que a vida fosse realmente sagrada, nós não praticamos isso. O humorista George Carlin, lembra todos que matamos mosquitos e moscas “porque são pestes“; leões e búfalos “porque é divertido“; bois e porcos “porque temos fome“! Lagartos, ostras, caranguejos não tem nada de sagrado no ponto de vista desses religiosos. Então parece que essa história de vida sagrada é algo meio seletivo… nós escolhemos os tipos de vida que consideramos sagradas para nossas conveniências e matamos todo o resto. Belo negócio! Sabe como isso aconteceu? Aconteceu porque nós inventamos essa bobagem toda! Mas passamos a autoria para Deus, claro. Dá mais credibilidade. Não sou pró-aborto. Sou pró-liberdade; a liberdade de escolha deve ser respeitada. Todos têm o direito de fazer o que quiserem, enquanto não prejudique ninguém. Machucar o feto? Não, dependendo do momento em que o aborto for realizado. Deve ser feito enquanto o feto ainda não começou a ser chamado de tal forma, sendo ainda um embrião, e assim é até o início do terceiro mês de gestação. Mas a igreja mais uma vez quer meter o fucinho na vida dos outros alegando que está exercendo a vontade de Deus – aquele homem invisível sentado em brancas nuvens, vigiando-nos o tempo todo. Já disseram certa vez que a religião precisa existir para colocar ordem nos indivíduos mais limitados intelectualmente. É verdade. Vemos que a tendência é que a parcela culta e inteligente da Humanidade seja avessa à seitas e religiões, e não precisam de Tábuas da Lei para sermos bons. O problema existe quando a igreja sai do seu quadrado e faz a cabeça das pessoas de tal forma que as supostas “Leis de Deus” viram lei. Lei mesmo, de constituição e polícia. Opa, daí me afeta, infelizmente. Digo feliz e orgulhosamente que o presidente do meu país posicionou-se contrário à igreja toda vez que esta começou a mostrar suas garrinhas. Fez isso quando ela se posicionou contra as pesquisas sobre células-tronco e fez o mesmo depois, condenando o episódio do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou a mãe de uma menina de nove anos após esta ter realizado um aborto de gêmeos, violentada pelo próprio padrasto. Feliz sou eu que tenho o Lula e não o George W. Bush como presidente. Bush é religioso de carteirinha, destes com o pensamento torto, contra o aborto, o homossexualismo e que também acha que a vida é sagrada. É? A vida é sagrada para ele? Fale isso na frente das vítimas sobreviventes do Iraque para ver o que elas pensam disso. Você vai levar uma bordoada de barril de petróleo na cabeça. Falemos a verdade: o presidente errou o alvo, pois o bispo Cardoso não está errado, o bispo está certíssimo! Ele está apenas seguindo os dogmas de sua entidade. A entidade é que é equivocada, ultrapassada, medieval, mas sobrevive até hoje. As religiões só ainda estão aqui porque estão sendo amenas com as doutrinas fortes, permitindo que você seja um religioso-não-praticante. Se as instituições religiosas mostrassem a que vieram, teríamos de volta os enforcamentos em praça pública, teríamos as queimadas, as excomunhões constantes e várias outras barbáries desumanas. Tudo muito lógico e divino, é claro, na Era das Trevas. |
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| Conforto emocional sem crença | Novembro 6, 2009 | 08:08 am |
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Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus… o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais. De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase ”tenho um lado espiritual independente de religiões“? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais – afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja. |
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| Futebol: uma paixão mantida no seu lugar | Abril 3, 2009 | 02:44 am |
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Essa atitude não faz sentido, faz? Para as pessoas comuns, pode até ser normal, mas, para pessoas sedentas pela expansão da lucidez, todas as escolhas devem ser conscientes, e não baseadas na irracionalidade – ou nas emoções, como preferir. Sobre o futebol, escolhi conscientemente manter minha torcida. Contudo, devo ter cuidado: se eu disser que torço para o Sport Club Internacional, crio instantaneamente um rompimento energético com os gremistas próximos a mim. Não é verdade? E como sou um adepto da União, Integração (Yôga), evito mencionar e até mesmo cultivar em mim valores que acabam por me separar dos demais, como o orgulho gaúcho ou a religiosidade colorada. Que dá uma vontade às vezes de entrar no clima, dá, pois é tudo muito bonito dentro do clã. Porém, ao travar contato com o outro clã, cria-se aquela barreira mencionada anteriormente e, sinceramente, barreiras entre as pessoas não me servem. Por isso, torço com discrição, e me deixo exaltar apenas entre amigos que não vão interpretar nada mal. Essa mesma barreira ocorre na política e, fortemente, na religião. Portanto, hoje sou apolítico, agnóstico, mas cheguei à conclusão de que não precisarei ser também afutebolístico. Não precisarei abandonar o esporte das massas para manter a harmonia do meu savoir vivre. Política e religião definem princípios e pontos de vista, mas o inocente futebol assemelha-se às escolhas mais triviais, como gostar de sorvete de manga ou de abacaxi. Claro que, entre colorados, não considero assim, mas essa é uma boa vacina para evitar o fanatismo, brigas e rompimentos energéticos quando há pessoas de outras linhas. E assim vou curtindo o futebol, o Inter, o Gauchão, a Copa do Brasil, o Brasileirão, a Sudamericana, a Libertadores, a Recopa e o Mundial Interclubes, com uma grande paixão quando estou entre os meus assemelhados, mas que é também uma paixão educada, que sabe muito bem qual o seu lugar no dia-a-dia: discretamente, ao lado do sorvete de limão. O conhecimento leva à união. |
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| O conhecimento leva à União. A ignorância leva à dispersão. (Rámakrishna) | Abril 1, 2009 | 01:23 am |
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E você sabe o que leva à ignorância? |
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| Link | Postado em Sámkhya: o Saber | Tags: conhecimento, crenças, crer, ignorância, Rámakrishna, saber, União | 2 comentários |