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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; humanidade</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>O mundo que preconizamos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo: httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo: &#8220;Manual de Civilidade&#8221; MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/ Civilidade, o que é isso? O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ">httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ</a></p>
<p>Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo:</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Manual de Civilidade&#8221;</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/">MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/</a></p>
<p><strong>Civilidade, o que é isso?</strong></p>
<p>O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.</p>
<p>Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.</p>
<p><strong>Cordialidade</strong></p>
<p>Cordialidade provém do latim <em>cordis</em>, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados <em>cordiais</em>, porque faziam bem ao coração.</p>
<p>De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.</p>
<p>A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.</p>
<p>A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.</p>
<p>Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método <strong>DeRose</strong>, orientei-a a escrever esta carta:</p>
<p>“Prezada Sra. Rosa Maria.</p>
<p>Fiquei ciente de que, involuntariamente, <strong>perturbei o seu sossego</strong>. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.</p>
<p>Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.</p>
<p>Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.</p>
<p>Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.</p>
<p>Obrigada pela sua compreensão.</p>
<p>Virgínia Barbosa<br />
Apartamento 75<br />
Tel. xxxx-xxxx”</p>
<p>Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.</p>
<p>No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.</p>
<p>Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:</p>
<p>“Estimada vizinha Vivian.</p>
<p>Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.</p>
<p>Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.</p>
<p>Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.</p>
<p>De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Mariana Rodrigues”</p>
<p>Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estimado Vizinho.</p>
<p>Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.</p>
<p>O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.</p>
<p>Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.</p>
<p>Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.</p>
<p>Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.</p>
<p>Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.</p>
<p>Com toda a boa vontade do</p>
<p><strong>DeRose</strong>”</p>
<p>Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Três-vezes-três ações de civilidade por dia&#8221;</strong></h2>
<p>Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).<br />
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Três vezes três</strong></p>
<p style="text-align: left;">O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele.<br />
Se você realizar hoje menos de três ações meritórias, considere este como um dia de chumbo.<br />
Se realizar três boas ações, este foi um dia de bronze.<br />
Com duas vezes três ações de boas maneiras, seu dia terá sido de prata.<br />
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.<br />
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso heroi e o seu dia foi de diamante!<br />
Que ações poderiam ser essas?<br />
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.<br />
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.<br />
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.<br />
Dê comida a quem tem fome.<br />
Dê um agasalho a quem tem frio.<br />
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.<br />
Salve um cão abandonado.<br />
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.<br />
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.<br />
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.<br />
Dê flores a um amigo.<br />
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.<br />
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.<br />
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.<br />
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.<br />
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.<br />
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.<br />
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.<br />
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.<br />
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.<br />
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.<br />
Acaricie um cão.<br />
Elogie o filho de alguém.<br />
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.<br />
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.<br />
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou outro profissional.<br />
Diga &#8220;você está com a razão&#8221;.<br />
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.<br />
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.<br />
Recicle.<br />
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).<br />
Converse com os funcionários que o atendem.<br />
Escute as reivindicações do cônjuge. E atenda-as.<br />
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.<br />
Responda com gentileza a um vizinho irritado.<br />
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.<br />
Não insulte a quem bem que merecia.<br />
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.<br />
Dê uma informação útil a alguém.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:</strong></p>
<p>Não tome decisões emocionadas.<br />
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.<br />
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas<br />
Serenidade em todos os momentos.<br />
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.<br />
Sorria sempre.<br />
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.<br />
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.<br />
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.<br />
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.</p>
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		<title>A mente atrás do rosto (personam) e os jogos de poder</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 03:08:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Verbos da simplicidade inocente de um sentimento. Há quem trate tudo isto como um jogo. De fato, um jogo é. A vida, esta que começa quando você está no ventre de sua mãe, é um jogo. Ela lhe coloca em situações nas quais você precisa se relacionar com outros indivíduos. Para você, a sua vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;">Verbos da simplicidade inocente de um sentimento.</p>
<p>Há quem trate tudo isto como um jogo. De fato, um jogo é. A vida, esta que começa quando você está no ventre de sua mãe, é um jogo. Ela lhe coloca em situações nas quais você precisa se relacionar com outros indivíduos. Para você, a sua vida é o mais importante. Para os outros, o mais importante é a vida deles. Para você, a vida acontece através das janelas dos seus olhos. Para os outros, a vida é vista pela ótica do sistema visual deles. O perfume da vida que você sente, só você sente. Os outros sentem outros cheiros.</p>
<p>Apesar de o Cosmos ser uma grande teia em que tudo se influencia mutuamente e em que todos nós somos colegas de existência, a noção de mundo que todos têm é que o Universo se divide entre &#8220;eu&#8221; e &#8220;os outros&#8221;. E aí o jogo começa (&#8220;let the game begin&#8221;)! A corrida pela sobrevivência, as estratégias de sucesso, os jogos de poder. A transa com a fêmea-alpha, o degustar da lebre recém abatida, a melhor caverna da floresta, a melhor sombra da savana, o maior respeito angariado. Viva o macho-alpha. Longa vida ao Fuhrer.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-2003" title="martin-dace-work-called-jessie-holding-a-mask" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/martin-dace-work-called-jessie-holding-a-mask.jpg" alt="" width="300" height="300" />O problema se agrava quando o cérebro é capaz de armar complexas estratégias para o poder. Esta evolução dos estratagemas de sobrevivência conduz à falsidade, às palavras para despistar, às cortinas de fumaça e veste lobos com peles de cordeiros. Indivíduos que abraçam a vítima como se fossem um irmão. Uma irmandade de Caim e Abel. Neste cenário, obter triunfo é uma arte digna de jogador que trata os demais como adversários, e não como amigos. Aliás, aos olhos de um estrategista, ninguém é, na verdade, amigo. Estes são apenas outros jogadores a quem concede-se proximidade e com quem compartilha-se um pouco do espaço vital enquanto for conveniente. Ilusórias parcerias e amizades podem se transformar em pó num piscar de olhos, antes que você consiga soletrar a frase &#8220;esta-relação-não-me-ajuda-a-obter-poder&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Nada é aquilo que parece ser.&#8221;</em> (DeRose)</p>
<p>Tratar os amigos como adversários no jogo da vida definitivamente não é o caminho mais empático, amoroso e fraternal. Este caminho evoluído é, via de regra, uma meta proposta por diversas correntes e ordens que visam uma Fraternidade Universal, uma Irmandade sem limites e uma União e Integração entre todas as criaturas vivas. Entretanto, poucos são os seguidores, os iniciados ou os cidadãos que realmente estão engajados para que esta proposta aconteça de fato. E sem envolver dogmas, claro.</p>
<p>A utópica união dos seres passa pelo exercício da transparência, lealdade, sinceridade e alma pura. Este romantismo ideal tem terreno infértil no planeta Terra mesmo entre pessoas de quem espera-se um pouco mais de boa vontade. Na verdade, eu ainda não sei dizer se o problema é na fertilidade do terreno (pessoas) ou na habilidade do plantio (método para implementar a união). A impressão é que mesmo os <strong>considerados e aceitos</strong> como homens-de-bem vez ou outra são até piores do que os maus declarados. Às vezes fico imaginando que Maquiavel foi um rapaz com muita boa vontade, mas sentiu que <em>em terra de mãos duras, mão macia se machuca</em>, e assim produziu seus textos sobre como conquistar poder dentre tanta competição e hostilidade, baseando-se em experiências sofridas e observadas.</p>
<p>A chave para o sucesso na vida afetiva e de verdadeiras amizades é perceber o real valor das pessoas. A intenção por trás da ação. A mente atrás do rosto. Jamais deposite seu coração nas mãos de um jogador. Espere até encontrar um amigo.</p>
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		<title>Superpopulação</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Nov 2011 11:08:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Menos é mais. Há uma inflação de gente no planeta azul que flutua ao redor do Sol. Não precisamos procriar tanto. E nem devemos. Assim como uma moeda se desvaloriza quanto é feita em demasia, a Humanidade também perde o seu valor se crescer demais. O povo já está para as grandes corporações assim como o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Menos é mais.</strong> Há uma inflação de gente no planeta azul que flutua ao redor do Sol. Não precisamos procriar tanto. E nem devemos. Assim como uma moeda se desvaloriza quanto é feita em demasia, a Humanidade também perde o seu valor se crescer demais. O povo já está para as grandes corporações assim como o gado está para a indústria do abate: manipulado em meio à loucura. Temos hoje um conglomerado de <em>personas</em> que vieram ao mundo e ir-se-ão sem saber do que se trata o tanto de trabalho burro que realizaram. Horas e horas diárias e cíclicas fazendo coisas que não querem para atingir resultados que não precisam. Mentes cansadas entregues a um paradigma existencial vigente que nós mesmos criamos. A superpopulação é um problema real, que afeta e polui a terra, a água e o ar deste planeta que nos sustenta condicionalmente. A Natureza, <em>latu sensu</em>, sempre estará bem. A biodiversidade é que está indo para uma situação pior &#8211; e nós estamos incluídos neste barco.</p>
<p>Atenção aos futuros papais e mamães: revertamos este quadro! A partir de agora, vamos todos considerar que o número ideal de filhos é de -2 a 1 por casal. Não entendeu o &#8220;-2&#8243;? Isto seria adotar duas crianças. Você não só deixa de colocar mais uma no mundo, como ainda salva uma criaturinha que nasceu em condições paupérrimas. Se o número populacional estivesse controlado, o ideal seria dois filhos por casal, mas agora estamos em campanha de diminuição de povo. Ter mais do que um filho é agir com um egoísmo que desconsidera o caso da contingência. Proliferar tanto assim é dar um tiro no próprio pé: maior número de pessoas por metro quadrado implica em <strong>redução do espaço vital</strong> individual, o que gera ansiedade, desentendimentos, brigas e guerras; causa, em âmbito global, um acirramento da luta social por comida, segurança e abrigo do frio e do calor (aluguéis caríssimos). Os pais esvaem-se em energia e dinheiro para sustentar suas criaturinhas durante longos anos, e deixam de valorizar o próprio crescimento financeiro e intelectual, criando um círculo vicioso de pais inexperientes com filhos despreparados. Não precisamos disso. Aguardemos a chegada dos 30, 35 anos para ter filhos (ou melhor, <span style="text-decoration: underline;">um filho</span>; ou melhor: <span style="text-decoration: underline;">adotar</span> um ou dois) e paremos de procriar em excesso.</p>
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		<title>Doação e adoção: Steve Jobs é um exemplo fantástico!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você. Adoção Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-1968 alignleft" title="steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna-150x138.jpg" alt="" width="150" height="138" /> Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você.</p>
<h2 style="text-align: center;">Adoção</h2>
<p>Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se não tivesse sido adotado? Talvez, um eterno desconhecido chamado Steve Schieble Jandali (sobrenomes dos <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/pai-de-jobs-nunca-chegou-a-conhece-lo-05102011-58.shl" target="_blank">pais biológicos</a>).</p>
<h2 style="text-align: center;">Transplante de órgãos</h2>
<p>Graças aos transplantes de órgãos, Steve Jobs pode receber um fígado em transplante que lhe salvou a vida. O que seria de Steve Jobs se a pessoa de vinte e poucos anos que morreu num acidente de carro não tivesse escolhido ser doador de órgãos? Talvez, o <em>Apple guy</em> não tivesse podido lançar mais algumas revoluções, e então ainda estaríamos sem estas coisinhas escandalosamente fantásticas chamadas iPads e tablets &#8211; que, mais do que dispositivos futurísticos, auxiliam as pessoas a se relacionarem e a produzirem mais.</p>
<h2 style="text-align: center;">Conclusão</h2>
<p>Adoção, de fato, é muito nobre: ao invés de acrescentar ao mundo uma nova criança, você aprimora outra que já existe e que nasceu num ambiente desfavorecido, ou que nasceu com pais incompetentes e irresponsáveis. De uma forma ou de outra, este filhão ou filhona lhe será grato pelo resto da vida. Não será seu filho de sangue, e não há mal nisso. Aliás, esta criança já é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eva_mitocondrial" target="_blank">parente distante</a>.</p>
<p>Doação de órgãos, de fato, é muito nobre também: qual o motivo de obrigar os órgãos a ficarem inválidos dentro de um corpo sem vida, enquanto eles, por si sós, poderiam salvar outras vidas? O problema é que as pessoas não gostam de pensar em morrer, e falar em doação de órgãos é como se agourasse a expectativa de vida. Chega de pensamento provinciano. E ficará mais fácil se você imaginar a hipótese de <span style="text-decoration: underline;">precisar</span> de órgãos. Seja altruísta, nem que seja por egoísmo.</p>
<div style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1970" title="doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="216" /><img class="size-full wp-image-1971" title="adocao-criancas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/adocao-criancas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="370" /></div>
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		<title>A Beleza</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Apr 2011 11:08:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Andando por um charmoso bairro de Porto Alegre, vejo que uma velhinha com bengala e de costas curvas atravessará a rua. Parece dinâmica dentro de suas sérias limitações. Penso em auxiliá-la, mas não, não precisa: o semáforo sinalizará o vermelho e ela realizará o trajeto tranquilamente. De qualquer forma, ando ao lado para um eventual auxílio caso ela tropece num paralelepípedo. <em>&#8220;Sei que ela está indo bem, mas eu podia ao menos dar um apoio moral</em>&#8221; &#8211; pensei. Miro-a com os cantos dos olhos. Completada a missão, sigo até a agência dos Correios para cumprir minha tarefa pessoal. Eis que instantes depois entra a velhinha, pega a sua senha e, sorrindo, me cumprimenta e senta no banco da fileira logo à minha frente. Em seguida, ainda sorrindo, se vira com dificuldades, faz um sinal para eu me aproximar e poupá-la de ter que se virar ainda mais, pois seu pescoço não permitiria tanto, e pergunta: &#8220;<em>nós já nos conhecemos ou você é sempre assim essa pessoa simpática?&#8221;</em> Essa é uma questão polêmica. Tecnicamente, eu já a conhecia desde minutos atrás, mas era uma amizade unilateral, não-recíproca. Declarei que provavelmente seria a segunda opção. E ela continua, utilizando o seu prejudicado fôlego da melhor forma possível: &#8220;<em>É que é difícil encontrar alguém que dê um sorriso sincero, com solidariedade*. E eu sempre costumo falar para as pessoas tudo aquilo que eu vejo de bom nelas. Eu acho que a beleza na vida sempre deve ser elogiada.</em>&#8221;</p>
<p>Logo em seguida a sua senha prioritária foi chamada. Seu nome é Laura, sua idade é avançada, e ela vê a beleza nas coisas sutis.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A Beleza</strong>, por DeRose.<br />
Para ser lido com o fundo musical de <em>Les Sylphides</em>.</p>
<p style="text-align: center;">A beleza está nas pétalas da flor,<br />
está no hálito morno das areias,<br />
está no pássaro que voa e canta,<br />
está no vento que fala comigo<br />
na meditação do entardecer.</p>
<p style="text-align: center;">A beleza está na rocha viva,<br />
está nas Sílfides do incenso que aspiro,<br />
está no olhar terno dos que amam.</p>
<p style="text-align: center;">Se a beleza está em toda parte,<br />
por que não haveria de estar<br />
Naquele que jaz em ti?</p>
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		<title>A expressão Pessoa Humana está correta</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 17:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De uma hora para outra, a expressão pessoa humana se tornou famosa na mídia sob o rótulo de redundância porque foi mencionada por uma candidata à presidência do Brasil e, por isso mesmo, avacalhada pelos opositores. Pessoa humana não é redundância! Independentemente da minha posição política, esta candidata não pecou ao adotar a expressão. Primeiro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De uma hora para outra, a expressão <em>pessoa humana</em> se tornou famosa na mídia sob o rótulo de redundância porque foi mencionada por uma candidata à presidência do Brasil e, por isso mesmo, avacalhada pelos opositores. <strong><em>Pessoa humana</em> não é redundância!</strong> Independentemente da minha posição política, esta candidata não pecou ao adotar a expressão.</p>
<p>Primeiro, cito o <strong><em>Princípio da dignidade da pessoa humana</em></strong>, elencado no rol de direitos fundamentais da Constituição Brasileira de 1988.</p>
<p>Segundo, cito a Wikipédia:</p>
<blockquote><p>Por vezes, em Filosofia, é mantida uma distinção entre as noções de ser humano (ou Homem) e de pessoa. O primeiro refere-se à espécie biológica enquanto que o segundo refere-se a um agente racional (ver, por exemplo, a obra de John Locke, <em>Ensaio sobre o Entendimento Humano</em> II 27, e a obra de Immanuel Kant, <em>Introdução à Metafísica da Moral</em>). Segundo a perspectiva de John Locke, a noção de pessoa passa a ser a de uma coleção de ações e operações mentais. O termo pessoa poderá assim ser utilizado para referir animais para além do Homem, para referir seres míticos, uma inteligência artificial ou um ser extraterrestre. Uma importante questão em Teologia e na Filosofia da religião concerne em saber se Deus é uma pessoa. (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pessoa_(biologia)" target="_blank">Wikipédia</a>)</p></blockquote>
<p>Mas é claro que, se colocarmos o deboche em primeiro lugar, esta compreensão filosófica é deixada de lado. Em nome do humor e da difamação, o que vale é seguir adiante tachando a frase de redundância. (Lembrei-me do episódio em que o presidente do nosso país certa vez falou a palavra <em>incomensurável</em>, e uma horda de opositores correu para os dicionários, loucos para espalhar que o presidente era burro. Alguns nem se deram ao trabalho e já saíram debochando mesmo assim.)</p>
<p>E ainda que redundância fosse (mas não é), esta expressão é conveniente e didática, pois nem todas as pessoas agem com lealdade e ética humanitária. No sentido amoroso e comportamental do termo, nem todas as pessoas são humanas.</p>
<p><strong>Comentário do meu amigo Felipe Costa, Bacharel em Direito: </strong>&#8220;Essa expressão é muito usada por qualquer um que trabalhe com Direitos Humanos, é uma expressão corriqueira para ressaltar a humanidade, e suas decorrências éticas, filosóficas e jurídicas, enquanto qualidade do ser humano. Mas é uma pena que o debate político se afaste de tudo isso. O pior é que nível só despenca, pouco importando se olho para a esquerda ou para a direita. Excelente <em>post </em>meu amigo, muita saudade.&#8221;</p>
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		<title>A guerra nos atrasa como espécie</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Jul 2010 17:28:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A guerra é um excelente meio de fazer a economia girar. Uma economia bastante falha na lógica e na semântica, diga-se de passagem. E, ainda, os conflitos bélicos são grandes erros que nos prendem lá atrás enquanto espécies em evolução. http://www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ Não há motivo racional algum para um animal matar outro animal que não o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A guerra é um excelente meio de fazer a economia girar. Uma economia bastante falha na lógica e na semântica, diga-se de passagem. E, ainda, os conflitos bélicos são grandes erros que nos prendem lá atrás enquanto espécies em evolução.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ">http://www.youtube.com/watch?v=JFOmnAjk1EQ</a></p>
<p>Não há motivo racional algum para um animal matar outro animal que não o conheça, não o fira, não o prejudique nem o ofenda. Ou seja, soldados matarem outros soldados de um outro país, noutras palavras, homens honestos com esposas e filhos matarem outros homens honestos com esposas e filhos de um outro país, não faz o menor dos sentidos.</p>
<p>Só quem ganha são os empresários de cujos mercados econômicos a guerra fez girar.</p>
<p>Vídeo compartilhado pela instrutora do Método DeRose <a href="http://www.facebook.com/cherrine.cardoso#!/cherrine.cardoso?v=wall&amp;story_fbid=142164095810548&amp;ref=mf" target="_blank">Cherrine Cardoso</a>.</p>
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		<title>Conforto emocional sem crença</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série <em><strong>A crença conduz à ignorância</strong></em></p>
<p>As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais.</p>
<p>De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase &#8221;<em>tenho um lado espiritual independente de religiões</em>&#8220;? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais &#8211; afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja.</p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>A volta de Ida: encontramos o elo perdido?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 14:00:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda é muito cedo para lançar sólidas notícias&#8230; porém, já demonstro-me bastante empolgado com a leitura deste artigo divulgado no <a href="http://www.ted.com/" target="_blank">TED</a>, que abaixo publico traduzido ao nosso bom português:</p>
<p><a href="http://blog.ted.com/2009/05/darwin_validate.php"><img class="size-full wp-image-622 alignleft" style="margin-top: 10px; margin-bottom: 10px;" title="ted-logo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ted-logo-blog-alexandre-montagna.gif" alt="ted-logo-blog-alexandre-montagna" width="134" height="26" /></a></p>
<p>Nesta última terça (19), no <a href="http://www.amnh.org/" target="_blank">Museu Americano de História Natural</a>, em New York, foi anunciada uma descoberta revolucionária &#8211; uma que permanecerá como um <strong>marco para paleontólogos e evolucionistas de todo o mundo</strong>. Cientistas da Universidade de Oslo descobriram &#8220;Ida&#8221;, também conhecida como <em>Darwinius masillae</em>, um fóssil de 47 milhões de anos que foi proclamado como o &#8220;elo perdido&#8221; na ligação entre a estrutura do esqueleto humano e os primeiros mamíferos.</p>
<p>Os cientistas encontraram Ida em Messel Pit, na Alemanha, e logo descobriram que ela é cerca de vinte vezes mais velha do que a maioria dos fósseis relacionados com a evolução humana. O que torna Ida tão especial é que, além de sua classificação como um precoce pró-símio (lêmures), ela tem <strong>certas características humanas inegáveis</strong>, como os olhos virados para a frente e até mesmo um polegar opositor.</p>
<p>Este é um dia emocionante de confirmação para os cientistas em todo o mundo. O apresentador e naturalista Sir David Attenborough disse: &#8220;Esta pequena criatura vai mostrar a nossa conexão com todo o resto dos mamíferos.&#8221;</p>
<p>Fique ligado no site oficial <a href="http://www.revealingthelink.com/" target="_blank">The Link</a> para fotos, vídeos e mais informações sobre Ida e sobre a equipe de pesquisadores por trás dela.</p>
<div id="attachment_623" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-623" title="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ida-fossil-plate-darwin-evolucionismo-blog-alexandre-montagna" width="600" height="400" /><p class="wp-caption-text">Será o elo perdido da nossa evolução? Será um alarme falso, que passou muito perto? Ou será apenas uma travessura de Deus para testar a nossa fé, como dizem alguns crentes?</p></div>
<p style="text-align: left;">Veja um trecho do <a href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3775361-EI238,00-Cientistas+apresentam+primata+fossilizado+de+milhoes+de+anos.html" target="_blank">artigo que saiu no Terra</a>: &#8220;<em>O formato do osso tálus dos humanos, que fica no calcanhar, é igual ao de Ida. Os polegares opositores e a presença de unhas em vez de garras também confirmam que ela era uma primata. A análise dos intestinos do fóssil mostrou que ela comia sementes e folhas.</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Independentemente da importância deste esqueleto, a sua descoberta representa um importante passo na conquista do nosso mapa evolutivo.</p>
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		<title>Urubus nojentos, Hora do Planeta, PUM e escravidão</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 00:45:48 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Esses dias vi uma notícia de um boi que foi atropelado por um caminhão. Não tardou muito e um tanto de homens arrastaram o machucado animal, vivo, para fora da estrada e começaram a &#8211; como é mesmo o verbo? &#8211; carneá-lo ali mesmo. Brutos. Apesar de o mamífero estar urrando de dor, agonizando pelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_348" class="wp-caption alignleft" style="width: 110px"><img class="size-full wp-image-348" title="isaacnewton" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/isaacnewton.jpg" alt="De Newton a Steve Jobs: muitos são vegetarianos e você nem sabe." width="100" height="140" /><p class="wp-caption-text">De Newton a Steve Jobs: muitos são vegetarianos e você nem sabe.</p></div>
<p>Esses dias vi uma notícia de um boi que foi atropelado por um caminhão. Não tardou muito e um tanto de homens arrastaram o machucado animal, vivo, para fora da estrada e começaram a &#8211; como é mesmo o verbo? &#8211; carneá-lo ali mesmo. Brutos. Apesar de o mamífero estar urrando de dor, agonizando pelo já lamentável acidente, arrancaram-lhe pernas, extensos nacos de filé fresco da lombar, vísceras, peito, pescoço&#8230; Acha que eu estou exagerando? Veja a notícia no site Vista-se: <a href="http://vista-se.com.br/site/boi-e-atropelado-na-br-201-e-depois-retalhado-ainda-vivo">http://vista-se.com.br/site/boi-e-atropelado-na-br-201-e-depois-retalhado-ainda-vivo</a>. Isso somos nós, seres humanos evoluídos, um bando de urubus nojentos. Sei que falar assim é pegar pesado, mas, pombas, mas não dá para pegar leve o tempo todo. Esse problema não é brincadeira!</p>
<p>No fundo, eu sei que você não faria uma coisa dessas. Mas, no contexto geral, isso, essa coisa bizarra que aconteceu e que está documentada nas fotos do link, somos nós, humanidade. Você, particularmente, não faria uma coisa dessas. Se você lê este blog então é uma pessoa diferenciada, mais humana e menos animalesca, propensa a compreender o ponto onde quero chegar, e uma sensata vegetariana em potencial. Se assim não fosse, eu não me motivaria a sequer um dia pensar em montar este blog, que é para você.</p>
<p>Eu quero que você junte-se a mim na dieta dos gênios e das grandes personalidades. Quero que você também adote o sistema alimentar que Darwin, Sócrates, Pitágoras, Schopenhauer, Voltaire, Newton e muitos, muitos outros sábios adotaram.</p>
<p>Não quero que você seja um hipócrita, que faz ações microscopicamente hilariantes com o intuito de &#8220;salvar o planeta&#8221;. Não quero que você diga &#8220;<em>aaaai mas eu não consigo deixar a carninha para trásssss&#8230;</em>&#8221; e seja mais uma dessas pessoas que se acham heroínas da humanidade só por fechar a torneira para não gastar água, e apagam as luzes por uma hora pela campanha <em>Hora do Planeta</em> e depois colocam orgulhosamente em suas frases do MSN ou Orkut: &#8220;<em>Hora do Planeta: eu fiz a minha parte</em>&#8220;. ESTRONDOSAMENTE ridículo, risível!</p>
<p>Abaixo, um áudio de Arnaldo Jabor, que cabe muito bem neste momento.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="320" height="266" data="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DpgAAAHfApvOOOB_WlESfHfM9b03asMnDzIx1shbDE98legIBixeopCmLjbTl573_nAjQGoS_w73G1e-4H0BNUiOoOWB96tqzUYx2i_EFq_dNzZsbqn0khQf0sii7-La7R6o7wT_TMe8lj5YwTNKWDl6m1l4LQM8FbQZp_pJ3yTzzDQ_A8aHojXPdlDTnOK3k9alzHjF_xKUr5ktTM-r3C3L3z7-QY3N3_XvXTC1IAOYFO5vt%26sigh%3D1MJK_ugIc2fhrz8eaVdKu0arX84%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D74bbbd8fd3fdf68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DxkNcneIhrVcadpUhiwpbnM5Fq3s&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="BLOG_video-74bbbd8fd3fdf68" /><param name="bgcolor" value="#FFFFFF" /><param name="src" value="http://www.blogger.com/img/videoplayer.swf?videoUrl=http%3A%2F%2Fvp.video.google.com%2Fvideodownload%3Fversion%3D0%26secureurl%3DpgAAAHfApvOOOB_WlESfHfM9b03asMnDzIx1shbDE98legIBixeopCmLjbTl573_nAjQGoS_w73G1e-4H0BNUiOoOWB96tqzUYx2i_EFq_dNzZsbqn0khQf0sii7-La7R6o7wT_TMe8lj5YwTNKWDl6m1l4LQM8FbQZp_pJ3yTzzDQ_A8aHojXPdlDTnOK3k9alzHjF_xKUr5ktTM-r3C3L3z7-QY3N3_XvXTC1IAOYFO5vt%26sigh%3D1MJK_ugIc2fhrz8eaVdKu0arX84%26begin%3D0%26len%3D86400000%26docid%3D0&amp;nogvlm=1&amp;thumbnailUrl=http%3A%2F%2Fvideo.google.com%2FThumbnailServer2%3Fapp%3Dblogger%26contentid%3D74bbbd8fd3fdf68%26offsetms%3D5000%26itag%3Dw320%26sigh%3DxkNcneIhrVcadpUhiwpbnM5Fq3s&amp;messagesUrl=video.google.com%2FFlashUiStrings.xlb%3Fframe%3Dflashstrings%26hl%3Den" /></object></div>
<p>A leitura não para por aqui: leia <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/por-que-a-vaca-e-sagrada-na-india/" target="_blank">porque a vaca é sagrada na Índia</a>, reflita sobre as <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/carnes-na-alimentacao-do-ser-humano/" target="_blank">carnes na alimentação do ser humano</a>, leia o post <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>, no Blog do DeRose e <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a>, no Blog do Jojó.</p>
<p>Por fim, veja abaixo mais uma vaquinha que foge do abate. Que alegria!<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1064847-6091,00-VACA+PERCORRE+QUASE+KM+PARA+ESCAPAR+DO+ABATE.html" target="_blank">http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1064847-6091,00-VACA+PERCORRE+QUASE+KM+PARA+ESCAPAR+DO+ABATE.html</a><br />
Esse é o mesmo tipo de alegria que me dá quando um touro dá umas boas chifradas no toureiro.</p>
<p><strong>Você sabia?</strong> Que os donos de abatedouros negam a alma dos animais? É o mesmo pretexto que foi utilizado pelos donos de escravos para maltratar os negros. Por isso, quando uma pessoa negra vem falar comigo a respeito do vegetarianismo, ela está mais propensa a entender a estupidez humana: se um homem é capaz de negar a alma de um outro ser humano, então é tranquilamente capaz de negar a alma de qualquer outro ser menos evoluído. Ops, eu falei &#8220;menos evoluído&#8221;? Acho que me enganei&#8230;</p>
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		<title>Carnes na alimentação do ser humano</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa. Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;não quero ver, não quero saber&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-200" title="porquinho" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/porquinho.jpg" alt="Ele não nasceu para morrer sangrando na minha mesa." width="200" height="260" /></p>
<p><span style="line-height: 17px;">Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa.</span></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p>Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;<em>não quero ver, não quero saber</em>&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário sobre a indústria das carnes. Estranho essa pessoa não querer saber qual a procedência daquilo que constitui seu corpo, sua matéria orgânica. Isso é o que eu chamo de <strong>identificação com a ignorância</strong>, ou, como escutei recentemente: <strong>ignorância voluntária</strong>. São pessoas ignorantes, que ignoram o que acontece e querem permanecer assim, mantendo abaixado o véu dos bastidores. Porque sabem, no fundo, que este véu está manchado de sangue no outro lado.</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é o grito dos maus,<br />
mas sim o silêncio dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esta frase &#8211; que tenho nos meus registros como de Martin Luther King &#8211; é muito correta. E vou parafraseá-la:</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é a inteligência dos maus,<br />
mas sim a ignorância dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esses dias eu estava conversando com um amigo, um cara inteligente,  e ele começou a falar de um documentário que passou na TV a cabo que mostrava um jovem vivendo por um tempo numa comunidade tribal. Numa das aventuras, este jovem teve que matar um pombo à mão. Acho que esguelando o bixo, com ele se debatendo, o sangue jorrando e tudo mais. Ele não conseguiu. Se não me engano o cara quase chorou, e passou mal, certamente. O mais absurdo de toda essa conversa, é que este meu amigo conseguiu concluir &#8211; em sua lógica muito exótica &#8211; que o ser humano precisa comer carnes para sobreviver. Sim, você leu certo, ele me veio com essa. Pois eu tive que mostrar a ele exatamente o oposto. O ser humano não foi feito para comer defunto, nem para matá-lo, nem para digerí-lo. Se naturalmente assim fosse, o rapazote do documentário teria conseguido. Não conseguiu. E o meu amigo teve que concordar comigo, mas não quis dar o braço totalmente a torcer, dizendo: &#8220;<em>é, eu não tinha pensado por esse lado, dá para interpretar dessa forma <strong>também</strong></em>&#8220;. Nenhum humano é capaz de matar animais, não fomos projetados para isso. E mesmo que tivéssemos uma faca, não teríamos coragem. Com exceção das pessoas que passaram por um processo de dessensibilização, ou seja, perderam a sensibilidade e o amor, agindo com frieza, sangue frio, tal qual um assassino. Açougueiros geralmente desenvolvem isso com o tempo. Não foram poucos os filmes de terror que uniram os dois universos: açougue e assassinatos brutais.</p>
<p>Matar seres para banhar-se de suas carnes mortas não é algo digno de uma pessoa sensível. Lei do mais forte o escambau, meu amigo. Lei do mais forte é matar com suas próprias presas, dilacerar com seus próprios dentes e digerir com seu próprio estômago, sem utilizar sal de frutas e sem contrair câncer de cólon, sem irritar as mucosas dos órgãos, sem desenvolver urina ácida e sem provocar centenas de outros problemas de saúde.<span id="more-179"></span></p>
<p>Pare de dizer que é difícil mudar só porque seu marido come muita carne. Estou me dirigindo às mulheres propositalmente, porque ainda hoje elas seguem as diretrizes dos homens. &#8220;Se eu mudar, meu marido não vai gostar&#8221; ou &#8220;meu namorado não vai aceitar isso&#8221;. Acordem, mulheres. Mulheres são mais sensíveis e mais propensas a compreender a alimentação do ser humano. Homens são mais brutos. Certa vez eu tive a infelicidade de presenciar um estapafúrdio pai falando ao seu pequeno filho: &#8220;<em>meninas brincam de bonecas e meninos comem carne</em>&#8220;. Quase, quase dei uma tijolada na testa do jumento. Me faltou o tijolo. Me faltou o ímpeto violento também.</p>
<p>Homens, na verdade, são tão sensíveis quanto as mulheres, mas a criação dos homens é mais repressora. Cansei de ver menininhos não querendo comer carne e o <span style="text-decoration: underline;">pai</span> dizendo que <span style="text-decoration: underline;">tem</span> que comer, porque homem come carne &#8211; e bebe cerveja, claro. Já vi mães dizendo o mesmo, e isso ocorre quando a mulher está mais embrutecida, mas é mais raro.</p>
<p>Incutem em nossas cabeças que precisamos de carne por questão de saúde. Mas como o ícone da ciência Albert Einstein tornou-se um vegetariano justamente por questão de saúde? Como Darwin, Sócrates, Leonardo Da Vinci sobreviveram? Ou Voltaire? Como o nosso querido pugilista Éder Jofre conseguiu sobreviver a tantas lutas e se consagrar campeão mundial? É isso mesmo! Ignorar o vegetarianismo é ser ignorante. Sou vegetariano desde agosto de 2005 e estou muito bem. Aliás, melhorei muito minha saúde. Só comi soja cinco vezes desde então, e só para não fazer desfeita. Vegetariano não come soja, meu amigo. Carne é defunto e defunto não se substitui do carpápio, e sim elimina-se. Não importa se um nutricionista disse que precisamos substituir a carne com soja ou com outra coisa, pois eu conheço um nutricionista que disse o oposto! O meio acadêmico é contraditório e a teoria sempre perderá para o que se comprova na prática. Quer ouvir nutricionistas? Quer ouvir médicos, doutores e mestres falando sobre o assunto? Assista aos documentários abaixo. Não vá me dizer que falta tempo. Pois <strong>tempo</strong>, <em>my friend</em>, eu tenho certeza que <strong>você tem</strong>.</p>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Terráqueos&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Uma verdade mais que inconveniente&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="285" data="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Gravação de Arnaldo Jabor &#8211; excelente!</strong></small></div>
<p>Para saber o que um vegetariano come, entre neste post do <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">blog do Jojó</a>: <strong><em><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a></em></strong>. Baixe gratuitamente o livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha! no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free downloads</a></em> e também <a href="http://www.uni-yoga.org/web_classes.php?pagina=4&amp;categoria=1" target="_blank">assista às webclasse</a>s intituladas Alimentação biológica, neste mesmo site.</p>
<p>O livro do <a href="http://www.drmarciobontempo.com.br/" target="_blank">Dr. Marcio Bontempo</a> <strong><em>Alimentação para um novo mundo</em></strong> é uma obra para se ter por perto.</p>
<p>Uau, há ainda uma infinidade de ÓTIMOS textos no <strong>Blog do DeRose</strong>, <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/category/gastronomia/" target="_blank">na categoria gastronomia</a>, e também no post intitulado &#8220;<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>&#8221; (leia também os comentários destes posts).</p>
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