Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
Twitter Facebook Feed RSS Cultura e geral Sentir Saber Poder Nossa Cultura
Posts marcados com a tag ‘evolução’
A mente atrás do rosto (personam) e os jogos de poder Dezembro 6, 2011 | 12:08 am

Verbos da simplicidade inocente de um sentimento.

Há quem trate tudo isto como um jogo. De fato, um jogo é. A vida, esta que começa quando você está no ventre de sua mãe, é um jogo. Ela lhe coloca em situações nas quais você precisa se relacionar com outros indivíduos. Para você, a sua vida é o mais importante. Para os outros, o mais importante é a vida deles. Para você, a vida acontece através das janelas dos seus olhos. Para os outros, a vida é vista pela ótica do sistema visual deles. O perfume da vida que você sente, só você sente. Os outros sentem outros cheiros.

Apesar de o Cosmos ser uma grande teia em que tudo se influencia mutuamente e em que todos nós somos colegas de existência, a noção de mundo que todos têm é que o Universo se divide entre “eu” e “os outros”. E aí o jogo começa (“let the game begin”)! A corrida pela sobrevivência, as estratégias de sucesso, os jogos de poder. A transa com a fêmea-alpha, o degustar da lebre recém abatida, a melhor caverna da floresta, a melhor sombra da savana, o maior respeito angariado. Viva o macho-alpha. Longa vida ao Fuhrer.

O problema se agrava quando o cérebro é capaz de armar complexas estratégias para o poder. Esta evolução dos estratagemas de sobrevivência conduz à falsidade, às palavras para despistar, às cortinas de fumaça e veste lobos com peles de cordeiros. Indivíduos que abraçam a vítima como se fossem um irmão. Uma irmandade de Caim e Abel. Neste cenário, obter triunfo é uma arte digna de jogador que trata os demais como adversários, e não como amigos. Aliás, aos olhos de um estrategista, ninguém é, na verdade, amigo. Estes são apenas outros jogadores a quem concede-se proximidade e com quem compartilha-se um pouco do espaço vital enquanto for conveniente. Ilusórias parcerias e amizades podem se transformar em pó num piscar de olhos, antes que você consiga soletrar a frase “esta-relação-não-me-ajuda-a-obter-poder”.

“Nada é aquilo que parece ser.” (DeRose)

Tratar os amigos como adversários no jogo da vida definitivamente não é o caminho mais empático, amoroso e fraternal. Este caminho evoluído é, via de regra, uma meta proposta por diversas correntes e ordens que visam uma Fraternidade Universal, uma Irmandade sem limites e uma União e Integração entre todas as criaturas vivas. Entretanto, poucos são os seguidores, os iniciados ou os cidadãos que realmente estão engajados para que esta proposta aconteça de fato. E sem envolver dogmas, claro.

A utópica união dos seres passa pelo exercício da transparência, lealdade, sinceridade e alma pura. Este romantismo ideal tem terreno infértil no planeta Terra mesmo entre pessoas de quem espera-se um pouco mais de boa vontade. Na verdade, eu ainda não sei dizer se o problema é na fertilidade do terreno (pessoas) ou na habilidade do plantio (método para implementar a união). A impressão é que mesmo os considerados e aceitos como homens-de-bem vez ou outra são até piores do que os maus declarados. Às vezes fico imaginando que Maquiavel foi um rapaz com muita boa vontade, mas sentiu que em terra de mãos duras, mão macia se machuca, e assim produziu seus textos sobre como conquistar poder dentre tanta competição e hostilidade, baseando-se em experiências sofridas e observadas.

A chave para o sucesso na vida afetiva e de verdadeiras amizades é perceber o real valor das pessoas. A intenção por trás da ação. A mente atrás do rosto. Jamais deposite seu coração nas mãos de um jogador. Espere até encontrar um amigo.

Você é responsável pelo que os outros entendem de você Novembro 6, 2011 | 11:08 am

Vez ou outra me deparo com uma mensagem que diz que nós somos responsáveis apenas e tão somente por aquilo que dizemos, e não pelo que os outros entendem sobre o que foi dito.

Isto é um grande erro! A função da comunicação é, pasme, se comunicar. O objetivo é justamente se fazer entender pelos outros que nos escutam. Portanto, se alguém não está entendendo o que você diz é porque você está se comunicando mal. Não adianta jogar a culpa para o interlocutor, alegando incapacidade intelectual de compreender você. Você é que tem que adaptar a sua linguagem para que os outros a entendam. E você realmente precisa fazer isso, pois se você está se comunicando com alguém é porque esta conversa é interessante para você. Se não fosse interessante, então você não estaria falando nada. Assuma o compromisso de se fazer entender. Se você não quiser se fazer entender, então nem comece a falar. Ninguém quer mais desentendimentos na vida.

Solidão existencial Agosto 27, 2011 | 08:08 am

Pode estar rodeado de humanos, mas sente-se só.

Uma solidão existencial, me permitindo falar de coisa tão profunda, parece expressar que algo está incompleto ou inacabado, tal como fios soltos de um aparelho eletrônico. Esta ruptura em nossos fios é um pequeno detalhe nosso, de ausência notável. Os líderes religiosos aligeiram-se para manter a doutrinação e proclamam: “para unir os fios, é preciso a religião, é preciso reconectar-se com Ele“. Esta afirmação poderia ser verdade se o Elemento em questão não fosse uma personificação masculina do imponderável, um sujet mago e vago, que só existe por dogma de fé e nós já vimos que é ótimo para manipulação de rebanhos. Logo, a afirmação é inválida.

A solidão existencial está a chamar para algo superior, sim, mas que está além do intelecto, e não aquém dele.

Tenha discernimento para encarar a sua evolução pessoal sem acomodar-se nas palavras que lhe oferecerão para conforto emocional. Quanto maior a desestrutura nas emoções, maior também será a probabilidade das correntes espiritualistas conquistarem uma nova ovelha: você. Livre-se das crenças na busca pelo autoconhecimento, pois estas acabam muito mais mascarando a Natureza e distorcendo a trilha do que ajudando ir adiante. Os fracos tremem e desistem quando confrontam-se com suas próprias fraquezas, e fogem para as respostas amenas das crenças, que afagam as emoções enquanto afogam a inteligência.

Confira a tirinha presente no post Buraco no meio do peito, no blog do João Eduardo.

Quando o intelecto vai na frente no caminho da evolução Março 16, 2011 | 11:08 am

Saber, mas não viver o que sabe. De que adianta?

Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável.

Depois da iluminação intelectual, é hora de levantar e agir para conduzir todo o restante do organismo a esta grande meta da hiperconsciência, pois, o corpo, com seus condicionamentos e labirintos emocionais, está um bocado mais para trás e ainda não comunga perfeitamente do mesmo ponto de vista.

O Yôgi puxa o antropóide para ambos serem um só.

O passo dos fortes Fevereiro 27, 2011 | 01:14 pm

Passo dos Fortes

Levar a busca pelo autoconhecimento a sério implica em não se esquivar dos conhecimentos que refutem sem misericórdia as antigas crenças e paradigmas que talvez você carregue, pois o conhecimento, por verdade que é, inválido seria se não descartasse ambos. Fraquezas, temos todos; mas o que torna alguém forte é a vontade de encará-las, aceitando-as, propondo-se a superá-las e, consequentemente, transformá-las em poder sobre si próprio. É preciso ser forte para revelar este iluminado que existe dentro de você.

O sábio, só, não está só

Esta revelação proporciona a vivência da teia da vida e a união com o Todo. Ao respirar esta percepção, você fará um voo altíssimo, e verá que está acompanhado de milhares de outros que, assim como você, optaram pela vista do alto. Estes lhe fazem companhia mesmo que estejam distantes no tempo e no espaço. O sábio, só, nunca estará só. E sorri.

Sat chakra histórico na Unidade Moinhos Dezembro 16, 2010 | 02:49 am

Já estou na leal e valorosa cidade de Porto Alegre. Desde o dia 1º de dezembro, estou trabalhando na clássica unidade Moinhos de Vento do Método DeRose e, assim, dando sequência ao frutífero trabalho feito ao longo de 15 anos pelo estimado professor e admirado amigo meu, Ricardo Mallet.

Foi feito um sat chakra para me dar as boas vindas, organizado pela queridíssima, proativa e enérgica Fê Meixedo, no qual participaram muitos alunos com brilhos nos olhos e sorrisos nos rostos. Sala cheia, círculo grande. Histórico, porque marca a transição entre uma era e outra: a partir de agora, Mallet se dedicará a proporcionar sua experiência e conhecimento acumulado para o universo corporativo – uma decisão que está alinhada com o seu significativo propósito de vida. Foi uma experiência fascinante ter participado deste grupo de mentalização com ele e com tanta gente boa, cheia de afeto e receptividade. Havia alunos e instrutores, alguns já com história para nos contar, e outros que recém chegaram e ainda farão história conosco. Queria que tivéssemos tido mais horas para que eu pudesse ter conversado com todos no final do evento, mas, felizmente, já pude estar conectado com cada um enquanto conduzia o sat chakra. A Fernanda teve a idéia que me comove toda vez que eu penso, de promover um amigo secreto no qual eu fui o amigo-ultra-secreto de todos e recebi diversos presentes de alunos muito especiais. Com certeza, este momento em que os alunos fizeram fila para me dar um abraço e me presentear ainda seguirá comigo, como um presente da minha memória. Muito obrigado a todos. Obrigado, Fê. Obrigado, Mallet.

Que nossas vibrações da prática de hoje alcancem com muita gratidão o Professor DeRose, o sistematizador deste método que já transformou tantas vidas e assim continuará fazendo. Que alcancem todos os nossos amigos, familiares. Que alcancem meus alunos identificados que cultivei em Chapecó, dos quais sinto saudade e gostaria que estivessem aqui. E que alcancem também a minha amada companheira Sary, que está para chegar logo, logo. Que alcancem a humanidade. Estou muito feliz.

Vamos para Porto, alegres! Novembro 12, 2010 | 10:08 am

Mentalize para mudar, mude para viver

Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento e criando a famosa casca protetora, blindada contra desafios que nos tirem do casulo. Pois este casulo é justamente o que nos impede de viver a vida.

Para saborear bem a nossa breve passagem pela Terra, é importante mentalizar o que queremos. Mentalizar é quase o mesmo que imaginar, mas trata-se de uma imaginação educada, norteada pelo que realmente desejamos com sinceridade. Eu aprendi a antecipar meu futuro através das mentalizações, e posso dizer com saudável orgulho que todas elas já aconteceram ou estão em processo de realização. Funciona porque é uma matemática cósmica, uma técnica, e não algo que se obtém por mérito espiritual ou por segredos místicos. Ocorre que ao anteciparmos o futuro e imaginarmo-nos lá, nossas ações passam a conspirar a favor da consecução deste objetivo maior. É um mecanismo da Natureza: mentalizar com dedicação, agir com norte e obter o resultado.

Lisandra, minha monitora, interagindo com a Natureza em sua viagem a Bali. Esta viagem é uma de suas mentalizações. Foto de outubro de 2010.

É da nossa natureza desejar coisas que ainda não temos. Queremos nos mudar para um lugar qualquer, queremos abrir um negócio diferente, queremos mudar qualquer coisa! Ocorre que, quando a vida, a Natureza ou o mero acaso vem nos ajudar a realizar estas mentalizações, arrumamos mil e uma desculpas para não ir adiante.  Dá um certo medinho e embrulho no estômago, mas é sempre assim, é como se nós mesmos nos sabotássemos na hora H. É porque a gente aprende a sonhar, mas não a realizar o sonho; na hora de realiza-lo, tudo se torna um pretexto para rechaçar a Grande Chance! Bolamos vergonhosamente uma desculpa qualquer para empurrar com a barriga e dizer que não é o momento certo de mudar. É sempre a mesma coisa: não mudamos porque a culpa é do companheiro que não ajuda, ou é a falta de dinheiro, ou arranja-se outro pretexto qualquer. É preciso trabalhar o poder interior e desenvolvê-lo para atingir nossos anseios e agarrar as oportunidades, sem desculpas para se manter na famigerada zona de conforto. O sistema que professo possui uma forte orientação para que não enrolemos e seguremos com garra e força quando o bonde da oportunidade vier ao nosso encontro.

Podemos e devemos mentalizar alto, sem medo e sem baixa auto-estima. Afinal, se nós não pudermos atingir nossos sonhos, então quem poderá? Somente os outros? Os que aparecem na TV? Os que tem dinheiro? Que absurdo! É óbvio que nós podermos atingir nossos objetivos, sejam lá quais forem. Não importam o quão grandes sejam, nem o quão loucos possam parecer aos olhos de quem não ouve a música. (““E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que não podiam escutar a música.” Friedrich Nietzsche). Tudo é atingível dentro do bom-senso.  Mentalize tudo!

Após mentalizar, é preciso ação. Finalmente, depois de muita ação, a oportunidade virá e é preciso aproveitá-la. Há um momento em que é preciso segurar firme.

Segurei firme. Vou para Porto, alegre!

Escola Moinhos, em Porto Alegre

Digo com enorme alegria, vontade, entusiasmo e friozinho na barriga (afinal, faz parte), que escolhi agarrar uma grande oportunidade, fruto de convicta mentalização. Após um convite muito especial, aceitei negociar a aquisição da Unidade Moinhos de Vento do Método DeRose, tradicional instituição fundada pelo Professor Ricardo Mallet. Mallet está expandido o seu excepcional trabalho às empresas, e eu tive a honra de receber uma ligação de sua esposa, Fernanda Meixedo, e ser convidado para dar continuidade a esta linda história na Moinhos com mais um novo capítulo, no qual certamente escreverei as mais dedicadas páginas que já produzi em toda a minha vida.

Quero registrar aqui a minha gratidão a todos os meus amigos próximos e identificados com a cultura que semeio, pois são os amigos identificados, com brilho nos olhos e que percebem o valor do estilo de vida que me esforço para disseminar, que sempre me motivam a fazer mais e melhor. Estes são o colorido da minha paisagem e me injetam de alegria, confiança e perspectivas. O brilho nos olhos dos outros é a minha razão de existir. À egrégora de Chapecó, que ao longo destes 3 anos cultivei com enorme carinho, deixarei o “caminho de pão” até Porto Alegre para que venham até mim. Não para uma visita somente, mas para dar continuidade a uma história que pode ser ainda mais enriquecedora: viabilizarei a aproximação de todos que quiserem manter acesa a chama desta Cultura dentro de si. Um caminho-de-pão é perecível, e se o tempo for passando, a idéia de seguirmos juntos se esmaecerá como um sonho que ficou no passado, e que era muito bonito. Aos alunos de Chapecó, oferto o convite para que vão a Porto uma vez por mês, assim como eu costumava ir para Florianópolis para realizar minha formação profissional no Método DeRose.

Por tudo o que sou hoje, devo agradecer aos meus pais Fernanda e Eliseu, que aos poucos foram assimilando a idéia de que eles tem um filho que toma decisões diferentes, mas conscientes e saudáveis, e por isso mesmo me apóiam bastante. Agradeço a todos os meus amigos e familiares que guardo no coração. Minha família chapecoense, meus alunos, minha monitora Lisandra, professor Joris Marengo – presidente da Federação do Método DeRose de Santa Catarina, meu primeiro instrutor Marcelo Mendonça – diretor da unidade onde comecei em Pelotas, e minha companheira de vida Sarita Borges, a Sary, a qual me dará a honra de sua companhia e terá uma fascinante trajetória nesta “guinada existencial” que ambos realizaremos na capital gaúcha. Vamos para Porto, alegres!

Pela superlativa oportunidade e pelo nítido carinho, muito obrigado, Fernanda Meixedo, e muito obrigado, Mallet!

Quem não sabe, ensina. Agosto 28, 2010 | 10:00 am

Quem não pode…

George Bernard Shaw falou muito bem quando disse: He who can, does. He who cannot, teaches.* (“Aquele que pode, faz. Aquele que não pode, ensina.”). É assim que funciona no futebol, por exemplo. Enquanto o atleta pode, ele faz, ele joga. Quando ele já não puder mais, ele ensina e transmite o seu conhecimento. Faz sentido e se comprova na realidade.

Entretanto, a frase foi alterada no português para “Quem sabe, faz. Quem não sabe, ensina.” – o que me soa equivocado, pois a diferença da tradução do verbo transformou a frase, de poder para saber.

Quem não sabe…

Por outro lado, a expressão “Quem não sabe, ensina” pode ser bastante adequada. Se eu quiser aprender sobre como ser um líder, uma boa opção é começar a montar um guia prático de como se tornar um líder. Ao buscar o conteúdo para elaborar o guia, aprenderei muito. Se o produto dos meus esforços for bom, poderá até mesmo ser comercializado e virar um best-seller. Aliás, foi assim que muitos escritores fizeram sucesso: eles próprios tinham uma necessidade de sucesso, de mudança, de renovação, e aí então, para sair dessas situações de dificuldade, escreveram livros sobre como sair de situações de dificuldade. Brilhante! E funciona mesmo.

Ao querer transmitir um determinado conhecimento para as outras pessoas, aprendemos muito no caminho, tornando-nos especialistas no assunto. Portanto, se você quiser aprender violão, conhecimentos bancários, português, geografia, a mexer no Twitter, informática ou Yôga, o melhor a fazer é começar a sistematizar seu conhecimento como se quisesse passá-lo adiante. Talvez você deixe florescer a semente de um grande professor que há dentro de você.

* - Man and superman: a comedy and a philosophy – página 230, Bernard Shaw – Brentano’s, 1903 – 244 páginas

Bônus deste post

Encerrando, aqui vão mais algumas frases de George Bernard Shaw:

“É impossível haver progresso sem mudanças, e quem não consegue mudar a si mesmo não muda coisa alguma.”
- Progress is impossible without change, and those who cannot change their minds cannot change anything.
- Everybody’s political what’s what – página 330, Bernard Shaw – Dodd, Mead, 1944 – 380 páginas

“O fato de um crente ser mais feliz que um cético não é mais pertinente que o fato de um homem bêbado ser mais feliz que um sóbrio.”
- The fact that a believer is happier than a sceptic is no more to the point than the fact that a drunken man is happier than a sober one.
- Androcles and the lion: Overruled; Pygmalion – página cxvi, Bernard Shaw – Brentano’s, 1916 – 224 páginas

Há uma outra frase muito boa atribuída a ele: “Os animais são meus amigos e eu não como meus amigos.


Yôga em Movimento SwáSthya - A Cultura Livre pensar do Yôga Descubra por que o Yôga é 10 Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina Blog do Jojó Blog do DeRose Método DeRose / DeRose Method / Méthode De Rose