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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; escolhas</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Cada um tem sua trajetória própria</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 13:08:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ode à compreensão Escolhas são baseadas em receios, desejos e ponderações. Há a escolha de vir, há a escolha de ir. Há quem escolha ficar um tempão! Pessoas escolhem, e suas escolhas nem sempre são as que gostaríamos. Nem sempre serão as melhores escolhas para elas. Mas, são delas, as escolhas. Respeite-se isto. Artigos possivelmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Ode à compreensão</strong></p>
<p>Escolhas são baseadas em receios, desejos e ponderações.<br />
Há a escolha de vir, há a escolha de ir.<br />
Há quem escolha ficar um tempão!<br />
Pessoas escolhem, e suas escolhas nem sempre são as que gostaríamos.<br />
Nem sempre serão as melhores escolhas para elas.<br />
Mas, são delas, as escolhas. Respeite-se isto.</p>
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		<title>O mundo que preconizamos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo: httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo: &#8220;Manual de Civilidade&#8221; MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/ Civilidade, o que é isso? O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ">httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ</a></p>
<p>Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo:</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Manual de Civilidade&#8221;</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/">MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/</a></p>
<p><strong>Civilidade, o que é isso?</strong></p>
<p>O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.</p>
<p>Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.</p>
<p><strong>Cordialidade</strong></p>
<p>Cordialidade provém do latim <em>cordis</em>, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados <em>cordiais</em>, porque faziam bem ao coração.</p>
<p>De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.</p>
<p>A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.</p>
<p>A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.</p>
<p>Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método <strong>DeRose</strong>, orientei-a a escrever esta carta:</p>
<p>“Prezada Sra. Rosa Maria.</p>
<p>Fiquei ciente de que, involuntariamente, <strong>perturbei o seu sossego</strong>. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.</p>
<p>Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.</p>
<p>Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.</p>
<p>Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.</p>
<p>Obrigada pela sua compreensão.</p>
<p>Virgínia Barbosa<br />
Apartamento 75<br />
Tel. xxxx-xxxx”</p>
<p>Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.</p>
<p>No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.</p>
<p>Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:</p>
<p>“Estimada vizinha Vivian.</p>
<p>Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.</p>
<p>Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.</p>
<p>Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.</p>
<p>De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Mariana Rodrigues”</p>
<p>Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estimado Vizinho.</p>
<p>Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.</p>
<p>O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.</p>
<p>Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.</p>
<p>Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.</p>
<p>Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.</p>
<p>Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.</p>
<p>Com toda a boa vontade do</p>
<p><strong>DeRose</strong>”</p>
<p>Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Três-vezes-três ações de civilidade por dia&#8221;</strong></h2>
<p>Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).<br />
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Três vezes três</strong></p>
<p style="text-align: left;">O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele.<br />
Se você realizar hoje menos de três ações meritórias, considere este como um dia de chumbo.<br />
Se realizar três boas ações, este foi um dia de bronze.<br />
Com duas vezes três ações de boas maneiras, seu dia terá sido de prata.<br />
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.<br />
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso heroi e o seu dia foi de diamante!<br />
Que ações poderiam ser essas?<br />
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.<br />
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.<br />
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.<br />
Dê comida a quem tem fome.<br />
Dê um agasalho a quem tem frio.<br />
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.<br />
Salve um cão abandonado.<br />
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.<br />
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.<br />
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.<br />
Dê flores a um amigo.<br />
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.<br />
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.<br />
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.<br />
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.<br />
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.<br />
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.<br />
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.<br />
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.<br />
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.<br />
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.<br />
Acaricie um cão.<br />
Elogie o filho de alguém.<br />
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.<br />
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.<br />
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou outro profissional.<br />
Diga &#8220;você está com a razão&#8221;.<br />
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.<br />
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.<br />
Recicle.<br />
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).<br />
Converse com os funcionários que o atendem.<br />
Escute as reivindicações do cônjuge. E atenda-as.<br />
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.<br />
Responda com gentileza a um vizinho irritado.<br />
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.<br />
Não insulte a quem bem que merecia.<br />
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.<br />
Dê uma informação útil a alguém.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:</strong></p>
<p>Não tome decisões emocionadas.<br />
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.<br />
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas<br />
Serenidade em todos os momentos.<br />
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.<br />
Sorria sempre.<br />
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.<br />
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.<br />
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.<br />
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.</p>
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		<title>Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 03:50:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitas conquistas pessoais&#8230; Amizade com pessoas especiais&#8230; Amadurecimento profissional&#8230; Vida alegre&#8230; 1 ano de Porto Alegre! Muito obrigado a todos que estão fazendo linda parte desta trajetória. Artigos possivelmente relacionados:Sat chakra histórico na Unidade MoinhosO mundo que preconizamosVim a Porto Alegre para exatamente istoVamos para Porto, alegres!Leia: os Moinhos estão girando em Porto Alegre]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 1.2em;">
<p>Muitas conquistas pessoais&#8230;</p>
<p>Amizade com pessoas especiais&#8230;</p>
<p>Amadurecimento profissional&#8230;</p>
<p>Vida alegre&#8230;</p>
<p><span style="font-size: 30px; line-height: 30px;">1 ano de Porto Alegre!</span></p>
</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2022" title="freddie-mercury-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/freddie-mercury-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="280" height="422" /></p>
<div style="text-align: center; font-size: 18px; font-weight: bold; line-height: 1.5em;">Muito obrigado<br />
a todos que estão<br />
fazendo linda parte<br />
desta trajetória.</div>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2023" title="sarita-borges-alexandre-montagna-dezembro-2011" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/12/sarita-borges-alexandre-montagna-dezembro-2011.jpg" alt="" width="230" height="174" /></p>
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		<title>Os axiomas do Método DeRose</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 23:13:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[axioma 1]]></category>
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		<description><![CDATA[Axiomas do Método DeRose Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação. 1. Não acredite. 2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Axiomas do Método DeRose</strong></p>
<p>Estes axiomas são o fruto de muita experiência de vida. Eles foram elaborados pensando em você e para ajudá-lo a tornar sua vida mais fácil. Aceite-os como um presente. Reúna sua galera para desfrutá-los num grupo de debates ou de meditação.</p>
<p>1. Não acredite.</p>
<p>2. Dar segunda chance é dar uma segunda oportunidade para que a pessoa repita a mesma atitude.</p>
<p>3. Repassar sua incumbência a terceiros é uma forma quase infalível de a tarefa sair errada.</p>
<p>4. Deixar recado não funciona.</p>
<p>5. Fazer surpresa quase sempre resulta em desastre.</p>
<p>6. Tudo o que você disser chegará ao conhecimento da pessoa envolvida no comentário.</p>
<p>7. Nada é aquilo que parece ser.</p>
<p>8. Tudo é relativo.</p>
<p>Axioma temporário: E-mail não funciona (a menos que você telefone perguntando se o destinatário conseguiu abrir e ler o arquivo).</p>
<p>Axioma Número Zero (do Joris Marengo): O Mestre sempre tem razão.</p>
<p style="text-align: right;"><em><strong>&#8220;Espero que o Joris tenha razão!&#8221; (DeRose)</strong></em></p>
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		<title>Você é responsável pelo que os outros entendem de você</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Nov 2011 14:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Vez ou outra me deparo com uma mensagem que diz que nós somos responsáveis apenas e tão somente por aquilo que dizemos, e não pelo que os outros entendem sobre o que foi dito. Isto é um grande erro! A função da comunicação é, pasme, se comunicar. O objetivo é justamente se fazer entender pelos outros [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1965" title="problemas-de-comunicacao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/problemas-de-comunicacao-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="200" height="130" /></p>
<p>Vez ou outra me deparo com uma mensagem que diz que nós somos responsáveis apenas e tão somente por aquilo que dizemos, e não pelo que os outros entendem sobre o que foi dito.</p>
<p><strong>Isto é um grande erro!</strong> A função da comunicação é, pasme, se comunicar. O objetivo é justamente se fazer entender pelos outros que nos escutam. Portanto, se alguém não está entendendo o que você diz é porque você está se comunicando mal. <strong>Não adianta</strong> jogar a culpa para o interlocutor, alegando incapacidade intelectual de compreender você. <strong>Você é que tem que adaptar a sua linguagem</strong> para que os outros a entendam. E você realmente precisa fazer isso, pois se você está se comunicando com alguém é porque esta conversa é interessante para você. Se não fosse interessante, então você não estaria falando nada. Assuma o compromisso de se fazer entender. Se você não quiser se fazer entender, então nem comece a falar. Ninguém quer mais desentendimentos na vida.</p>
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		<title>Doação e adoção: Steve Jobs é um exemplo fantástico!</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 17:08:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você. Adoção Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="size-thumbnail wp-image-1968 alignleft" title="steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/steve-jobs-organs-adoption-blog-alexandre-montagna-150x138.jpg" alt="" width="150" height="138" /> Steve Paul Jobs foi um homem que mudou as coisas. Admirado por muitos; respeitado por todos. Revolucionou o mundo através da tecnologia, e direta ou indiretamente isto reverberou em você.</p>
<h2 style="text-align: center;">Adoção</h2>
<p>Graças à adoção de Clara e Paul, Steve se tornou Jobs e teve oportunidades.  O que seria deste bebê de San Francisco, California, se não tivesse sido adotado? Talvez, um eterno desconhecido chamado Steve Schieble Jandali (sobrenomes dos <a href="http://info.abril.com.br/noticias/mercado/pai-de-jobs-nunca-chegou-a-conhece-lo-05102011-58.shl" target="_blank">pais biológicos</a>).</p>
<h2 style="text-align: center;">Transplante de órgãos</h2>
<p>Graças aos transplantes de órgãos, Steve Jobs pode receber um fígado em transplante que lhe salvou a vida. O que seria de Steve Jobs se a pessoa de vinte e poucos anos que morreu num acidente de carro não tivesse escolhido ser doador de órgãos? Talvez, o <em>Apple guy</em> não tivesse podido lançar mais algumas revoluções, e então ainda estaríamos sem estas coisinhas escandalosamente fantásticas chamadas iPads e tablets &#8211; que, mais do que dispositivos futurísticos, auxiliam as pessoas a se relacionarem e a produzirem mais.</p>
<h2 style="text-align: center;">Conclusão</h2>
<p>Adoção, de fato, é muito nobre: ao invés de acrescentar ao mundo uma nova criança, você aprimora outra que já existe e que nasceu num ambiente desfavorecido, ou que nasceu com pais incompetentes e irresponsáveis. De uma forma ou de outra, este filhão ou filhona lhe será grato pelo resto da vida. Não será seu filho de sangue, e não há mal nisso. Aliás, esta criança já é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eva_mitocondrial" target="_blank">parente distante</a>.</p>
<p>Doação de órgãos, de fato, é muito nobre também: qual o motivo de obrigar os órgãos a ficarem inválidos dentro de um corpo sem vida, enquanto eles, por si sós, poderiam salvar outras vidas? O problema é que as pessoas não gostam de pensar em morrer, e falar em doação de órgãos é como se agourasse a expectativa de vida. Chega de pensamento provinciano. E ficará mais fácil se você imaginar a hipótese de <span style="text-decoration: underline;">precisar</span> de órgãos. Seja altruísta, nem que seja por egoísmo.</p>
<div style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-1970" title="doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/doacao-de-orgaos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="216" /><img class="size-full wp-image-1971" title="adocao-criancas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/adocao-criancas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="370" /></div>
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		<title>Amor desimpedido</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2011 10:48:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Amor desimpedido Livre, solto, escolhido Fecundado na amizade No romance colhido Se quando o tempo passa A paixão cessa e o amor permanece Gozo de um amor sincero Bem o que eu quero Todo coração merece Artigos possivelmente relacionados:Cada um tem sua trajetória própriaUm ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.Você é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-1961" title="rosa-amarela-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/rosa-amarela-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="150" height="202" /></p>
<p>Amor desimpedido<br />
Livre, solto, escolhido<br />
Fecundado na amizade<br />
No romance colhido</p>
<p>Se quando o tempo passa<br />
A paixão cessa e o amor permanece<br />
Gozo de um amor sincero<br />
Bem o que eu quero<br />
Todo coração merece</p>
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		<title>Jogue o seu jogo</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 13:24:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O importante é ser quem você é, e isso quem sabe melhor é você, não os outros. Jogue o seu jogo. Você faz isso quando se distancia das expectativas dos outros. Você só consegue se encontrar consigo mesmo quando renuncia as opiniões alheias e, apurando sua sensibilidade, delimita um outro mundo. Recolhas-se com frequência para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote style="font-size: 18px; line-height: 27px;"><p>O importante é ser quem você é, e isso quem sabe melhor é você, não os outros.<br />
Jogue o seu jogo. Você faz isso quando se distancia das expectativas dos outros. Você só consegue se encontrar consigo mesmo quando renuncia as opiniões alheias e, apurando sua sensibilidade, delimita um outro mundo. Recolhas-se com frequência para dentro de si e reflita sobre aquilo que quer fazer.</p></blockquote>
<p style="text-align: right;"><em>Arthur Schopenhauer</em></p>
<p style="text-align: right;">
<p style="text-align: right;">Extraído do <a href="http://marcelohirota.com/?p=1691" target="_blank">blog do Marcelo Hirota</a>.</p>
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		<title>Vim a Porto Alegre para exatamente isto</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 06:43:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;É muito bom estar conosco&#8221; (Walter Cândido) A Sary está muito feliz e crescendo na profissão. Coisas maravilhosas estão acontecendo e estou me relacionamento com pessoas muito especiais, mais perto do meu Supervisor e mais próximo dos meus pais. Estamos no melhor lugar! Vim para Porto Alegre para viver exatamente tudo isto que eu estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;É muito bom estar conosco&#8221;</em><br />
(Walter Cândido)</p>
<p>A <a href="http://saritaborges.com/blog/" target="_blank">Sary</a> está muito feliz e crescendo na profissão. Coisas maravilhosas estão acontecendo e estou me relacionamento com pessoas muito especiais, mais perto do meu <a href="http://www.metododerose.org/entrevista/" target="_blank">Supervisor</a> e mais próximo dos meus pais. Estamos no melhor lugar!</p>
<p>Vim para Porto Alegre para viver exatamente tudo isto que eu estou vivendo.</p>
<p>Continuemos!</p>
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		<title>Sat chakra histórico na Unidade Moinhos</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Dec 2010 05:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já estou na leal e valorosa cidade de Porto Alegre. Desde o dia 1º de dezembro, estou trabalhando na clássica unidade Moinhos de Vento do Método DeRose e, assim, dando sequência ao frutífero trabalho feito ao longo de 15 anos pelo estimado professor e admirado amigo meu, Ricardo Mallet. Foi feito um sat chakra para me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já estou na leal e valorosa cidade de Porto Alegre. Desde o dia 1º de dezembro, estou trabalhando na clássica <a href="http://www.derosemoinhos.com" target="_blank">unidade Moinhos de Vento</a> do Método DeRose e, assim, dando sequência ao frutífero trabalho feito ao longo de 15 anos pelo estimado professor e admirado amigo meu, <a href="http://www.ricardomallet.com/" target="_blank">Ricardo Mallet</a>.</p>
<p>Foi feito um sat chakra para me dar as boas vindas, organizado pela queridíssima, proativa e enérgica <a href="http://www.fernandameixedo.com/" target="_blank">Fê Meixedo</a>, no qual participaram muitos alunos com brilhos nos olhos e sorrisos nos rostos. Sala cheia, círculo grande. Histórico, porque marca a transição entre uma era e outra: a partir de agora, Mallet se dedicará a proporcionar sua experiência e conhecimento acumulado para o universo corporativo &#8211; uma decisão que está alinhada com o seu significativo propósito de vida. Foi uma experiência fascinante ter participado deste grupo de mentalização com ele e com tanta gente boa, cheia de afeto e receptividade. Havia alunos e instrutores, alguns já com história para nos contar, e outros que recém chegaram e ainda farão história conosco. Queria que tivéssemos tido mais horas para que eu pudesse ter conversado com todos no final do evento, mas, felizmente, já pude estar conectado com cada um enquanto conduzia o sat chakra. A Fernanda teve a idéia que me comove toda vez que eu penso, de promover um amigo secreto no qual eu fui o amigo-ultra-secreto de todos e recebi diversos presentes de alunos muito especiais. Com certeza, este momento em que os alunos fizeram fila para me dar um abraço e me presentear ainda seguirá comigo, como um presente da minha memória. Muito obrigado a todos. Obrigado, Fê. Obrigado, Mallet.</p>
<p>Que nossas vibrações da prática de hoje alcancem com muita gratidão o Professor DeRose, o sistematizador deste método que já transformou tantas vidas e assim continuará fazendo. Que alcancem todos os nossos amigos, familiares. Que alcancem meus alunos identificados que cultivei em Chapecó, dos quais sinto saudade e gostaria que estivessem aqui. E que alcancem também a minha amada companheira Sary, que está para chegar logo, logo. Que alcancem a humanidade. Estou muito feliz.</p>
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		<title>Vamos para Porto, alegres!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mentalize para mudar, mude para viver Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Mentalize para mudar, mude para viver</strong></p>
<p>Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento e criando a famosa casca protetora, blindada contra desafios que nos tirem do casulo. Pois este casulo é justamente o que nos impede de viver a vida.</p>
<p>Para saborear bem a nossa breve passagem pela Terra, é importante mentalizar o que queremos. Mentalizar é quase o mesmo que imaginar, mas trata-se de uma <em>imaginação educada</em>, norteada pelo que realmente desejamos com sinceridade. Eu aprendi a antecipar meu futuro através das mentalizações, e posso dizer com saudável orgulho que todas elas já aconteceram ou estão em processo de realização. Funciona porque é uma matemática cósmica, uma técnica, e não algo que se obtém por mérito espiritual ou por segredos místicos. Ocorre que ao anteciparmos o futuro e imaginarmo-nos lá, nossas ações passam a conspirar a favor da consecução deste objetivo maior. É um mecanismo da Natureza: mentalizar com dedicação, agir com norte e obter o resultado.</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a rel="attachment wp-att-1718" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1718" title="lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="650" height="488" /></a><p class="wp-caption-text">Lisandra, minha monitora, interagindo com a Natureza em sua viagem a Bali. Esta viagem é uma de suas mentalizações. Foto de outubro de 2010.</p></div>
<p>É da nossa natureza desejar coisas que ainda não temos. Queremos nos mudar para um lugar qualquer, queremos abrir um negócio diferente, queremos mudar qualquer coisa! Ocorre que, quando a vida, a Natureza ou o mero acaso vem nos ajudar a realizar estas mentalizações, arrumamos mil e uma desculpas para não ir adiante.  Dá um certo medinho e embrulho no estômago, mas é sempre assim, é como se nós mesmos nos sabotássemos na hora H. É porque a gente aprende a sonhar, mas não a realizar o sonho; na hora de realiza-lo, tudo se torna um pretexto para rechaçar a Grande Chance! Bolamos vergonhosamente uma desculpa qualquer para empurrar com a barriga e dizer que não é o momento certo de mudar. É sempre a mesma coisa: não mudamos porque a culpa é do companheiro que não ajuda, ou é a falta de dinheiro, ou arranja-se outro pretexto qualquer. É preciso trabalhar o poder interior e desenvolvê-lo para atingir nossos anseios e agarrar as oportunidades, sem desculpas para se manter na famigerada zona de conforto. O <a href="http://www.MetodoDeRose.org" target="_blank">sistema que professo</a> possui uma forte orientação para que não enrolemos e seguremos com garra e força quando o bonde da oportunidade vier ao nosso encontro.</p>
<p>Podemos e devemos mentalizar alto, sem medo e sem baixa auto-estima. Afinal, se nós não pudermos atingir nossos sonhos, então quem poderá? Somente os outros? Os que aparecem na TV? Os que tem dinheiro? Que absurdo! É óbvio que nós podermos atingir nossos objetivos, sejam lá quais forem. Não importam o quão grandes sejam, nem o quão loucos possam parecer aos olhos de quem não ouve a música. (&#8220;<em>&#8220;E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que não podiam escutar a música.</em>&#8221; Friedrich Nietzsche). Tudo é atingível dentro do bom-senso.  Mentalize tudo!</p>
<p>Após mentalizar, é preciso ação. Finalmente, depois de muita ação, a oportunidade virá e é preciso aproveitá-la. Há um momento em que é preciso segurar firme.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Segurei firme. Vou para Porto, alegre!</strong></p>
<div id="attachment_1608" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1608" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1608 " title="Método DeRose Moinhos de Vento" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Escola Moinhos, em Porto Alegre</p></div>
<p>Digo com enorme alegria, vontade, entusiasmo e friozinho na barriga (afinal, faz parte), que escolhi agarrar uma grande oportunidade, fruto de convicta mentalização. Após um convite muito especial, aceitei negociar a aquisição da <a href="http://www.yogaportoalegre.com" target="_blank">Unidade Moinhos de Vento do Método DeRose</a>, tradicional instituição fundada pelo Professor Ricardo Mallet. Mallet está expandido o seu excepcional trabalho às empresas, e eu tive a honra de receber uma ligação de sua esposa, Fernanda Meixedo, e ser convidado para dar continuidade a esta linda história na Moinhos com mais um novo capítulo, no qual certamente escreverei as mais dedicadas páginas que já produzi em toda a minha vida.</p>
<p>Quero registrar aqui a minha gratidão a todos os meus amigos próximos e identificados com a cultura que semeio, pois são os amigos identificados, com brilho nos olhos e que percebem o valor do estilo de vida que me esforço para disseminar, que sempre me motivam a fazer mais e melhor. Estes são o colorido da minha paisagem e me injetam de alegria, confiança e perspectivas. O brilho nos olhos dos outros é a minha razão de existir. À egrégora de Chapecó, que ao longo destes 3 anos cultivei com enorme carinho, deixarei o &#8220;caminho de pão&#8221; até Porto Alegre para que venham até mim. Não para uma visita somente, mas para dar continuidade a uma história que pode ser ainda mais enriquecedora: viabilizarei a aproximação de todos que quiserem manter acesa a chama desta Cultura dentro de si. Um caminho-de-pão é perecível, e se o tempo for passando, a idéia de seguirmos juntos se esmaecerá como um sonho que ficou no passado, e que era muito bonito. Aos alunos de Chapecó, oferto o convite para que vão a Porto uma vez por mês, assim como eu costumava ir para Florianópolis para realizar minha formação profissional no Método DeRose.</p>
<p>Por tudo o que sou hoje, devo agradecer aos meus pais Fernanda e Eliseu, que aos poucos foram assimilando a idéia de que eles tem um filho que toma decisões diferentes, mas conscientes e saudáveis, e por isso mesmo me apóiam bastante. Agradeço a todos os meus amigos e familiares que guardo no coração. Minha família chapecoense, meus alunos, minha monitora Lisandra, professor Joris Marengo &#8211; presidente da Federação do Método DeRose de Santa Catarina, meu primeiro instrutor Marcelo Mendonça &#8211; diretor da unidade onde comecei em Pelotas, e minha companheira de vida Sarita Borges, a Sary, a qual me dará a honra de sua companhia e terá uma fascinante trajetória nesta &#8220;guinada existencial&#8221; que ambos realizaremos na capital gaúcha. Vamos para Porto, alegres!</p>
<p>Pela superlativa oportunidade e pelo nítido carinho, muito obrigado, Fernanda Meixedo, e muito obrigado, Mallet!</p>
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		<title>Sary logo será uma excelente instrutora do Método DeRose</title>
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		<pubDate>Fri, 29 Oct 2010 18:25:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A princesa com quem compartilho a minha vida está em Floripa para realizar a segunda prova para ser uma profissional do Método. Boa prova, amada! Tenho certeza de que você se sairá super bem. Artigos possivelmente relacionados:O que é o Método DeRoseO mundo que preconizamosUm ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.Amor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A princesa com quem compartilho a minha vida está em Floripa para realizar a segunda prova para ser uma profissional do Método.</p>
<p>Boa prova, amada! Tenho certeza de que você se sairá super bem.</p>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-que-e-o-metodo-derose/" title="O que é o Método DeRose">O que é o Método DeRose</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-mundo-que-preconizamos/" title="O mundo que preconizamos">O mundo que preconizamos</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/um-ano-de-moinhos-de-vento-um-ano-de-porto-alegre/" title="Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.">Um ano de Moinhos de Vento. Um ano de Porto Alegre.</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/amor-desimpedido/" title="Amor desimpedido">Amor desimpedido</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vim-a-porto-alegre-para-exatamente-isto/" title="Vim a Porto Alegre para exatamente isto">Vim a Porto Alegre para exatamente isto</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>Aborto e conservadorismo</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Oct 2010 03:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Republicação do post de 9/11/2009 Falarei sobre aborto inspirado no crítico social George Carlin: esses conservadores são mesmo umas aves raras. Fariam tudo por um feto, defendem ferrenhamente a vida de um pré-humano mesmo que seja filho de um ato de violência sexual forçada e criminosa, mesmo que seja acéfalo, mesmo que tenha quaisquer problemas, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Republicação do post de 9/11/2009</em></p>
<div id="attachment_193" class="wp-caption alignright" style="width: 225px"><img class="size-full wp-image-193" title="igreja_pb" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/igreja_pb.jpg" alt="Fac nos, Domine, instrumenta pacis tuae" width="215" height="250" /><p class="wp-caption-text">Fac nos, Domine, instrumenta pacis tuae.</p></div>
<p>Falarei sobre aborto inspirado no crítico social George Carlin: esses conservadores são mesmo umas aves raras. Fariam tudo por um feto, defendem ferrenhamente a vida de um pré-humano mesmo que seja filho de um ato de violência sexual forçada e criminosa, mesmo que seja <span style="text-decoration: underline;">acéfalo</span>, mesmo que tenha quaisquer problemas, mas depois que o bebê nasce, não querem saber de mais nada: você que se vire pagando os gastos astronômicos da criança. Esses caras são anti-mulheres, patriarcais e machistas, é isso o que eles são. Para estes conservadores religiosos, o principal papel da mulher é ser uma parideira para o Estado. Eles defendem que a vida é sagrada, mas, quem disse isso? ..Deus? Não pode ser! Se você lê história sabe que as mais brutais e sangrentas guerras foram baseadas na intolerância religiosa. Aí você vê o quanto estes caras levam a sério essa história de &#8220;vida sagrada&#8221;.</p>
<p>Por mais que a vida fosse realmente sagrada, nós não praticamos isso. Carlin nos lembra: matamos mosquitos e moscas &#8220;<em>porque são pestes</em>&#8220;; leões e búfalos &#8220;<em>porque é divertido</em>&#8220;; bois e porcos &#8220;<em>porque temos fome</em>&#8220;! Lagartos, ostras, caranguejos não tem nada de sagrado no ponto de vista desses religiosos. Então parece que essa história de vida sagrada é algo meio seletivo&#8230; nós escolhemos os tipos de vida que consideramos sagradas para nossas conveniências e matamos todo o resto. Belo negócio! Sabe como isso aconteceu? Aconteceu porque nós inventamos essa bobagem toda! Mas passamos a autoria para Deus, claro. Dá mais credibilidade.</p>
<p>Não sou pró-aborto. Sou pró-liberdade; a liberdade de escolha deve ser respeitada. Todos têm o direito de fazer o que quiserem, enquanto não prejudique ninguém. Machucar o feto? Não, dependendo do momento em que o aborto for realizado. Deve ser feito enquanto o feto ainda é um <strong>embrião</strong>, e assim é até o início do terceiro mês de gestação.</p>
<p>Mas a igreja mais uma vez quer meter o fucinho na vida dos outros alegando que está exercendo a vontade de Deus &#8211; aquele homem invisível sentado em brancas nuvens, vigiando-nos o tempo todo. Já disseram certa vez que a religião precisa existir para colocar ordem nos indivíduos mais limitados intelectualmente. É verdade. Vemos que a tendência é que a parcela culta e inteligente da Humanidade seja avessa a seitas e religiões, e não precisam de Tábuas da Lei para agir bondosamente. O problema existe quando a igreja sai do seu quadrado e faz a cabeça das pessoas de tal forma que as supostas &#8220;Leis de Deus&#8221; viram leis humanas, de constituição e polícia. Opa, daí me afeta!</p>
<p>Digo feliz e orgulhosamente que o presidente do meu país, o Lula, posicionou-se contrário à igreja toda vez que esta começou a mostrar suas garrinhas. Fez isso quando ela se posicionou contra as pesquisas sobre células-tronco e fez o mesmo depois, condenando o episódio do arcebispo de Olinda e Recife, dom José Cardoso Sobrinho, que excomungou a mãe de uma menina de nove anos após esta ter realizado um aborto de gêmeos, <abbr style="border-bottom: 1px dotted #333;" title="estuprada">violentada</abbr> pelo próprio padrasto. Feliz sou eu que tenho o Lula e não o George W. Bush como presidente. Bush é religioso de carteirinha, destes com o pensamento torto, contra o  aborto, o homossexualismo e que também acha que a vida é sagrada. É? A vida é sagrada para ele? Fale isso na frente das vítimas sobreviventes do Iraque para ver o que elas pensam disso. Você vai levar uma bordoada de barril de petróleo na cabeça.</p>
<p>Falemos a verdade: o presidente errou o alvo, pois o bispo Cardoso não está errado, o bispo está certíssimo! Ele está apenas seguindo os dogmas de sua entidade. A entidade é que é ultrapassada, medieval, mas sobrevive. As religiões só ainda estão aqui porque amenizaram as doutrinas fortes, permitindo que você seja um religioso-não-praticante. Se as instituições religiosas mostrassem a que vieram, teríamos de volta os enforcamentos em praça pública, as queimadas, as excomunhões constantes e várias outras barbáries desumanas, bem como as <em>mise-en-scènes</em> espirituais. Tudo muito lógico e divino, é claro, na Era das Trevas.</p>
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		<title>Quem somos nós? (What the bleep do we know?)</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 23:05:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Quem somos nós?</strong></em> foi o filme do nosso último Yôgacine, na casa da nossa querida colega Ozana. Se eu tiver que destacar um ponto ruim desse documentário, eu diria que é a abordagem excessiva do termo &#8220;espiritualidade&#8221;. Há inclusive um cientista (<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/David_Albert" target="_blank">David Albert</a>) que ficou indignado com o documentário, pois sua entrevista reiterou a não-relação entre física quântica e espiritualidade, enquanto a edição final de suas palavras insinuou o contrário. Depois, na segunda versão do filme que possui o subtítulo &#8220;Down the rabbit hole&#8221; (entrando na toca do coelho), o diretor ofereceu uma nova entrevista para esclarecer o posicionamento do professor Ph.D.</p>
<p>O radical <em>espirit</em> pode fazer o espectador começar a misturar com <em>espirit</em>ualismo. Bem, caros amigos, é como diz o Mestre DeRose: &#8220;Não confunda espiritualismo com espiritualidade. A espiritualidade é um patrimônio do ser humano. O Yôga de qualquer modalidade, desde que autêntico, desenvolve a espiritualidade. Espiritualismo é a institucionalização da espiritualidade, ou o sistema que toma por centro o espírito em contraposição à matéria, baseando-se no conceito da dicotomia entre corpo e alma como coisas separadas e oponentes.&#8221; É importante reler este trecho para compreender bem estes conceitos e não misturá-los.</p>
<div>Há diversos links que podem ser feitos entre o filme em questão e a filosofia do Yôga, o que torna impraticável dialogar sobre todos eles em um só encontro de sábado à noite (após três deliciosas e saborosas pizzas gigantes vegetarianas). Um dos aprendizados mais importantes que temos para aplicar desde já no dia-a-dia é sobre os condicionamentos e o impacto das ações e reações em nossa rede neural. No Yôga, utilizamos os termos vásana (condicionamento) e sámskara (registro existencial) para abordar este assunto.  O filme ensina de forma clara como desenvolvemos a nossa personalidade baseada nos comportamentos anteriores, e como eles vão se consolidando e ganhando força. Alguém que se irrita uma vez, irritar-se-á outra vez mais adiante, e outra, e outra, chegando a tal ponto que o comportamento de irritação e descontrole emocional estará intrínseco à sua personalidade, amalgamando-se de tal forma que ficará difícil visualizar uma luz no fim do tunel daquela pessoa.</div>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O Homem faz escolhas, e as escolhas fazem o Homem.&#8221;</em><br />
Ricardo Mallet</p>
<div id="attachment_647" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-647" title="rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/rede-neural-condicionamentos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos" width="600" height="150" /><p class="wp-caption-text">Ilustração da rede neural, onde registram-se os condicionamentos</p></div>
<p style="text-align: center;"><strong>Encerro com o excelente texto de Joris Marengo, o bem conhecido Jojó, Presidente da Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina:</strong></p>
<p>O inconsciente é como um disco de vinil virgem.<br />
Desde o nascimento são registrados, marcados na superfície lisa do disco, todas as experiências de dor e prazer.<br />
Elas ficam ali, indefinidamente: totais, silenciosas, perenes e inconscientes. O Yôga denomina estes registros de samskáras.<br />
O samskára, como sulcos de um vinil, obriga-nos a dançar sempre as mesmas músicas, ou seja, a repetir os atos condicionados, os vásanás.<br />
Aquilo que denominamos de personalidade, individualidade são apenas atos condicionados mais sutis, mas ainda reações reflexas ao domínio silencioso do samskára.<br />
- Existirá uma condição de liberdade, além dos samskáras e vásanás?<br />
É este o estado não-condicionado que o yôgin aspira com toda a força do seu sádhana, dia após dia, samyama após samyama, sem concessões, até a liberação absoluta.</p>
<div style="text-align: right; "><strong><em>Joris Marengo</em></strong></div>
<p>Ele ainda acrescenta no rodapé:</p>
<p><em>Samskára</em>: as raízes profundas dos condicionamenos humanos, tendências subconscientes de caráter inato e hereditário.<br />
<em> Vásaná</em>: odor, desejo, ignorância. Impressões subconscientes, tendências ou disposições que condicionam o homem.</p>
<div id="attachment_646" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-646" title="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="quem-somos-nos-reflita-blog-alexandre-montagna" width="600" height="211" /><p class="wp-caption-text">Cena que encerra o documentário</p></div>
<p style="text-align: left;">Blog do Jojó: <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/">www.yogafloripa.com/blogdojojo/</a></p>
<p>Blog do DeRose: <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/">www.uni-yoga.org/blogdoderose/</a></p>
<p>Twitter de Ricardo Mallet: <a href="http://twitter.com/ricardomallet">twitter.com/ricardomallet</a></p>
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		<title>Futebol: uma paixão mantida no seu lugar</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 05:44:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-369" title="politica-religiao-futebol" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/politica-religiao-futebol.png" alt="politica-religiao-futebol" width="125" height="128" />A frase popular reza: &#8220;política, religião e futebol não se discutem!&#8221;. Você já perguntou-se por que disso? Porque a maioria (veja lá, hein, não vá vestir o capuz!) das pessoas que adota um partido político, religião ou time de futebol, defende sua escolha irracionalmente. Eu mesmo lembro de cenas minhas, quando era criança, andando com bandeiras de um partido político, gritando pelas ruas, fazendo festa, vaiando as bandeiras dos partidos adversários, como se o meu fosse o único que tinha valor &#8211; igualzinho no futebol, em que fazem o mesmo, e na religião, em que não há vaias, há coisa pior: guerras, inquisições e cruzadas. Eu não sabia quais eram os fundamentos daquele partido, quem eram seus principais representantes e quais os principais objetivos da instituição uma vez que ela estivesse no poder. Contudo, lá estava eu defendendo incondicionalmente aquela bandeira. Mas isso não acontece só com crianças: adultos fazem o mesmo e eu vejo a cena se repetir a cada eleição.</p>
<p>Essa atitude não faz sentido, faz? Para as pessoas comuns, pode até ser normal, mas, para pessoas sedentas pela expansão da lucidez, <span style="text-decoration: underline;">todas</span> as escolhas devem ser conscientes, e não baseadas na irracionalidade &#8211; ou nas emoções, como preferir.</p>
<p>Sobre o futebol, escolhi conscientemente manter minha torcida. Contudo, devo ter cuidado: se eu disser que torço para o Sport Club Internacional, crio instantaneamente um rompimento energético com os gremistas próximos a mim. Não é verdade? E como sou um adepto da União, Integração (Yôga), evito mencionar e até mesmo cultivar em mim valores que acabam por me separar dos demais, como o orgulho gaúcho ou a religiosidade colorada. Que dá uma vontade às vezes de entrar no clima, dá, pois é tudo muito bonito dentro do clã. Porém, ao travar contato com o outro clã, cria-se aquela barreira mencionada anteriormente e, sinceramente, barreiras entre as pessoas não me servem. Por isso, torço com discrição, e me deixo exaltar apenas entre amigos que não vão interpretar nada mal.</p>
<p>Essa mesma barreira ocorre na política e, fortemente, na religião. Portanto, hoje sou <strong>apolítico</strong>, <strong>agnóstico</strong>, mas cheguei à conclusão de que não precisarei ser também <em><strong>afutebolístico</strong></em>. Não precisarei abandonar o <em>esporte das massas</em> para manter a harmonia do meu <em>savoir vivre</em>. Política e religião definem princípios e pontos de vista, mas o inocente futebol assemelha-se às escolhas mais triviais, como gostar de sorvete de manga ou de abacaxi. Claro que, entre colorados, não considero assim, mas essa é uma boa vacina para evitar o fanatismo, brigas e rompimentos energéticos quando há pessoas de outras linhas. E assim vou curtindo o futebol, o Inter, o Gauchão, a Copa do Brasil, o Brasileirão, a Sudamericana, a Libertadores, a Recopa e o Mundial Interclubes, com uma grande paixão quando estou entre os meus assemelhados, mas que é também uma paixão educada, que sabe muito bem qual o seu lugar no dia-a-dia: discretamente, ao lado do sorvete de limão.</p>
<p style="text-align: center;"><em>O conhecimento leva à união.<br />
A ignorância, à dispersão.</em><br />
Rámakrishna</p>
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		<title>O Yôgacine foi ótimo! Filme: O Feitiço do Tempo (Groundhog Day)</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 03:55:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No sábado passado, dia 21 de março, fizemos um Yôgacine na sala de práticas. O filme faz parte da série sobre karma, e o título em português é O Feitiço do Tempo - um dos prediletos do Mestre DeRose. Então só aí já se vê que não é pouca coisa&#8230; A Universidade de Yôga divulga a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No sábado passado, dia 21 de março, fizemos um Yôgacine na sala de práticas. O filme faz parte da série sobre <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/tag/karma/">karma</a>, e o título em português é <strong><em>O Feitiço do Tempo</em></strong> - um dos prediletos do Mestre DeRose. Então só aí já se vê que não é pouca coisa&#8230;</p>
<div id="attachment_310" class="wp-caption alignleft" style="width: 118px"><img class="size-full wp-image-310" title="groundhog-day-blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/groundhog-day1.jpg" alt="Título original: Groundhog Day" width="108" height="148" /><p class="wp-caption-text">Título original: Groundhog Day (&quot;O dia da marmota&quot;)</p></div>
<p>A Universidade de Yôga divulga a seguinte sinopse + texto complementar:</p>
<p><strong>Sinopse do filme</strong> &#8211; Trata-se de uma comédia de muito bom gosto e com um fundo filosófico. A personagem principal acorda todas as manhãs no mesmo dia e repete as mesmas coisas, os mesmos erros, dia após dia, até que, anos depois, aprende a lição e torna-se uma pessoa melhor. Só então, consegue libertar-se de sua prisão no tempo e passar ao dia seguinte.</p>
<p><strong>Preleção feita pelo instrutor antes do início do filme</strong> &#8211; Não assista ao filme apenas como uma excelente comédia. Tenha sempre em mente que a maior parte dos filmes que exibimos tem alguma mensagem ou é útil de alguma maneira para a formação do caráter dos nossos futuros instrutores. Atente para o fato de que os dias, no filme, podem perfeitamente significar reencarnações (<strong>lembre-se de que não somos uma escola reencarnacionista, no entanto, podemos aprender muito com essa metáfora [esse negrito foi por minha conta]</strong>). Enquanto a personam não aprende a lição, volta e renasce no mesmo lugar e no mesmo dia. E como o pobre coitado sofre por ser rançoso&#8230;  Depois de muitas tentativas e erros, inúmeras experiências com câmbios de personalidade e de atitude, aprende a valorizar as coisas simples do dia-a-dia e a sentir carinho pelas pessoas. Aí, passa a ser feliz, todos o amam em retribuição e ele evolui para uma etapa seguinte.</p>
<p>Ou seja, o filme realmente é maravilhoso. E é preciso rever algumas vezes para sentir sua mensagem com mais profundidade.</p>
<p>Estávamos em 6 na sala, e foi um momento gostoso, não só porque o filme foi bom e porque éramos todos pessoas legais, mas sim por ser um programa diferente do encontro comum, que ocorre nas aulas regulares.</p>
<div id="attachment_311" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-311" title="yogacine_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/yogacine_blog.jpg" alt="oi" width="600" height="421" /><p class="wp-caption-text">Todos brindando com chai em copinhos térmicos! Da esquerda para a direita: Carla, que sempre diz que talvez não vá, mas sempre aparece - que bom!; eu; Eunice, que apareceu depois de um longo jejum de aulas, e espero que agora mantenha o ritmo; Jeferson, que tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas; Sary, a pessoa com quem compartilho minha vida; e Sérgio, que também tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas.</p></div>
<p>A surpresa é que tivemos <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/">chai</a>, a deliciosa bebida indiana! Clique em cima da palavra <em>chai</em> para ler o post em que eu divulgo a receita que a Uni-Yôga orienta, a fim de fazer o chai mais fiel às raízes indianas.</p>
<p>A bebida é tão boa que o Sérgio não desperdiçava um minuto sem tomá-lo.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_312" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-312" title="sergio_yogacine_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/sergio_yogacine_blog.jpg" alt="Cena recorrente durante o filme" width="200" height="200" /><p class="wp-caption-text">Cena recorrente durante o filme</p></div>
<p>Valeu muito. Agradecimentos à Carla pelo registro das fotos com sua câmera. E que venha o próximo Yôgacine!!!</p>
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		<title>Karma aí! O meu destino a mim pertence! (Dois terços, pelo menos)</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Mar 2009 02:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Artigo inspirado no livro Karma e dharma. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro. É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Artigo inspirado no livro <strong>Karma e dharma</strong>. O subtópico &#8220;A parábola&#8221; é uma extração desse livro.</em></p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-285" title="estrada_primavera_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/estrada_primavera_blog.jpg" alt="estrada_primavera_blog" width="200" height="150" />É impressionante o número de pessoas que acreditam que seu destino está traçado. Que absurdo! Se o nosso destino assim fosse, traçado, se já estivesse tudo &#8220;escrito nas estrelas&#8221;, então seríamos apenas marionetes vivendo uma vida já planejada &#8211; por aquela figura paterna invisível no céu, muitos dizem. Para os religiosos que repetem tal incoerência, uma pergunta: e o livre arbítrio? Se somos dotados da capacidade de realizar escolhas próprias, então não há a possibilidade de o futuro já estar previsto. Considerar a existência de um destino planejado implica em não aceitar que as suas decisões fazem diferença, e ainda abre portas para o perigo: se tudo está planejado, então, pombas,  porque prenderam aquele assassino, já que estava previsto que ele deveria matar a inocente moça? Ele não tinha saídas: estava escrito no destino, não foi por mal. Porque choram tanto as pitangas pelas mortes da queda do avião da Gol, se isso era para acontecer, pois &#8220;Deus sabe o que faz&#8221;?</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Por que achamos que o destino é planejado</strong></p>
<p>Todo esse disparate do destino foi criado e adotado por pessoas enfraquecidas nas emoções, que precisam constantemente justificar as tristezas que ocorrem em suas vidas através de crenças convenientes. Aliás, não é este o motivo de toda a crença, afinal? É muito mais confortante e fácil aceitar que você foi demitido, que seu casamento acabou, seu carro foi roubado, que sua casa foi inundada pela enchente e que um ente querido morreu muito cedo na vida porque tudo isso &#8220;era para acontecer&#8221;. Assim, você resigna-se no conforto de quem não tem alternativas e precisa aceitar as coisas como são. Eu me empenho em manter este agradável conforto emocional em todos, mas sem crença alguma.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como o destino funciona</strong></p>
<p>Você já ouviu o termo karma. Karma é a lei de ação e reação, a Lei Universal de causa e efeito e que não possui nenhuma relação com vidas passadas nem conotação mística. Karma é assim: se você cospe para cima, vai receber o cuspe de volta no olho. Ação e reação. Na tradição hindu, passa-se o conhecimento de que nós possuímos dois terços do controle sobre o nosso destino. Um terço está nas coisas que não podemos mudar. Oras, dois terços de controle sobre o destino é muita coisa, é mais da metade. Não precisa levar ao pé da letra: esta fração matemática serve para ilustrar que temos muito poder sobre nosso futuro, mas não completo. Para entender isso, imagine-se num cruzeiro em alto mar: você (micro) pode andar para o norte do navio, para o sul, leste ou oeste, mas o navio (macro) continuará rumo ao sul, pois isso está além das suas alternativas. A menos que você golpeie o capitão e assuma o comando do leme, mas pare com isso, não tente estragar o exemplo!!</p>
<p>Durante a nossa vida na Terra geramos trilhões de escolhas, ações e consequências que acabam por moldar o nosso futuro. Hoje quando eu for passear com minha cachorrinha, eu posso escolher conversar ou não com alguém que esteja por perto. Ao conversar com essa pessoa eu farei ela dedicar seu tempo a mim e ela irá para casa alguns minutos mais tarde, e esse pode ser o tempo exato para salvá-la de ser atropelada por um caminhão, ou para impedí-la de atender a um telefonema importante, ou etc-etc-etc. E <span style="text-decoration: underline;">daqui a 10 anos</span>, as consequências das minhas decisões de <span style="text-decoration: underline;">hoje</span> ainda estarão acontecendo. Coisas que você fez em 1992 ainda estão repercutindo hoje: zilhões de ações e consequências numa verdadeira cadeia de efeitos que se iniciam a cada nova ação. Essa teia de relacionamentos, ações e efeitos que você gera a cada instante, desde que nasce, é tão complexa e tão difícil de codificar num registro que muitas pessoas acabam por atribuir todo o destino a um Ser Superior que rege as cousas. Mas não precisamos disso. Paremos com os folclores.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A parábola</strong></p>
<div id="attachment_292" class="wp-caption alignleft" style="width: 229px"><img class="size-full wp-image-292" title="arqueiro" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/arqueiro.png" alt="O destino é como as etapas das decisões do arqueiro" width="219" height="297" /><p class="wp-caption-text">O destino é como as etapas das decisões do arqueiro</p></div>
<p>Existe uma parábola hindu que ilustra isso muito bem. O ser humano e o seu karma são como o arqueiro com suas flechas. Na primeira etapa, as flechas estão pousadas passivamente na aljava. Esse momento representa o karma passivo, com o qual você pode fazer o que bem entender. Na segunda etapa, o arqueiro saca uma das flechas, coloca-a no arco e tensiona-o. Ele pôs em estado de alerta uma energia potencial, mas ainda tem completo domínio, pois poderá conferir mais ou menos tensão ao arco, poderá atirar nesta ou naquela direção e, ainda, poderá desistir de lançar  a  flecha  e  guardá-la novamente no coldre. A terceira etapa, é quando o arqueiro solta a flecha. Aí não dá para voltar atrás, não é possível sair correndo para alcançar a flecha e fazê-la parar. Nesse caso, não há como impedir  que toda uma  sucessão  de conseqüências se desencadeie. Somente sobre esta última forma de karma você não terá domínio.</p>
<p>Na verdade, o exemplo acima não pretende expressar uma precisão matemática de que tenhamos domínio sobre exatos dois terços do nosso karma. Trata-se de uma antiga comparação para nos proporcionar uma idéia de que temos domínio perfeito sobre a maior parte do nosso futuro.</p>
<p>Além disso, qualquer que seja o nosso karma, a liberdade que temos sobre as formas de cumpri-lo é bastante elástica. A sensação de restrição ou impedimento é muito mais decorrente dos próprios receios de mudar e da acomodação das pessoas, do que propriamente da lei de causa e efeito.</p>
<p>Quer ler sobre <strong>karma negativo e karma positivo</strong> e muito mais sobre o assunto? Faça o download do livro <strong><em>Karma e dharma &#8211; transforme sua vida</em></strong>, do Mestre DeRose, no site <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">www.Uni-Yoga.org</a>)</p>
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