Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro Abril 14, 2010 | 08:08 am

E na seção de comentários do Blog do DeRose…

Querido Mestre gostaria de enviar este poema de Fernando Pessoa.
O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro.

Só a Natureza é divina, e ela não é divina…
Se falo dela como de um ente
É que para falar dela preciso usar da linguagem dos homens
Que dá personalidade às cousas,
E impõe nome às cousas.
Mas as cousas não têm nome nem personalidade:
Existem, e o céu é grande a terra larga,
E o nosso coração do tamanho de um punho fechado…
Bendito seja eu por tudo quanto sei.
Gozo tudo isso como quem sabe que há o sol.

Patrício Vinagreiro

Obrigado, Patrício. Você sabe o quanto admiramos Fernando Pessoa, não é?

DeRose

http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/como-o-ser-humano-e-cruel-com-os-animais/#comment-16425

A data de Rámakrishna e DeRose Fevereiro 16, 2010 | 06:09 pm

Este life style chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta que ele seja muito bom, sério e honesto.

Um dos últimos Grandes Mestres que passaram pela terra foi o Srí Rámakrishna Paramahamsa (srí equivale ao sir, do inglês), que era espiritualista. A linha do SwáSthya Yôga não é espiritualista, mas sim naturalista – o oposto. Entretanto, como Rámakrishna foi um GM, é mencionado e estimado em nossa vertente.

Rámakrishna, Calcuttá, 1881

Rámakrishna, Kólkata (Calcutá), 1881

Rámakrishna nasceu em 18 de fevereiro de 1836. Coincidentemente, o Comendador DeRose, o Mestre que sistematizou o SwáSthya Yôga, também nasceu em 18 de fevereiro – de 1944. No Brasil, em homenagem a este professor, que fundou a Uni-Yôga e difundiu intensamente a filosofia, o dia 18 de fevereiro foi aprovado por lei como Dia do Yôga em TREZE estados, que são: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Piauí e Ceará. E mais o Distrito Federal.

“O conhecimento leva à União.
A ignorância, à dispersão.”
(Rámakrishna)

Comendador DeRose com algumas de suas obras

DeRose, São Paulo, 2007

www.MetodoDeRose.org

Foi por ter travado contato com um Yôga que não era espiritualista, nem místico, e que não sugeria crença em coisa alguma, que eu, um agnóstico cético de carteirinha, passei a amar a filosofia.

“..e a crença
conduz à ignorância.”
(Montagna)

Desapego para viver feliz Janeiro 25, 2010 | 11:16 am

Leia este pequeno artigo compartilhado por Margareth Peres no Facebook:

Desapego es la palabra clave para vivir feliz en un mundo donde hay tanta confusión y tantos cambios. La persona desapegada siempre tiene una sonrisa en su cara, pues la vida no le pesa nada. Aún así, es capaz de dar mucho amor, pues no impone condiciones, sino que acepta al otro, tal como es. Sin embargo, no significa rechazo. Todo lo contrario: la persona que realmente es desapegada, estará lista para apreciar al otro, pues no se puede dejar influir. Será capaz de ver las verdaderas cualidades positivas que el otro guarda dentro de sí.

Cuando dependemos de algo o alguien lo que olvidamos es que no podemos poseer nada. Podemos cuidar, podemos usar, podemos disponer. Pero no podemos poseer. Como reza el dicho: cuando te vayas, no puedes llevártelo contigo. Y sin embargo, es la idea de posesión la que yace en la raíz de todos los miedos y conflictos. El miedo a la pérdida, el miedo a no poder conseguir lo que ya hemos decidido que es nuestro en nuestras mentes.

Agradeça-me por treinar o seu espanhol. É fácil de compreender, não?

É interessante traçar um paralelo ao universo de conhecimento da nossa filosofia. Há uma norma ética milenar do Yôga chamado aparigraha, que significa não-possessividade ou desapego e consta no Yôga Sútra de Pátañjali. Encerrarei o post com um preceito moderador que está no Código de Ética do Yôgin, elaborado pelo Comendador DeRose, inspirado no Yôga Sútra, que preconiza: a observância de aparigraha não deve induzir à displicência para com as propriedades confiadas à nossa guarda, nem à falta de zelo para com as pessoas que queremos bem.

Palestra na CEPAF, em Chapecó Julho 30, 2009 | 07:15 am

Após voltar bombando do 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose (Matando um Leão por Dia), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI – CEPAF – Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: “se sentir que consegue encarar essa, pode ir“, e fui. O tema é o assunto que a semana de palestras promove: Qualidade de Vida - e não poderia ter sido outro melhor. Qualidade de vida é com o Método DeRose (Yôga Antigo), sem dúvidas! O público foi bastante receptivo e tivemos bons momentos. Penso que o bom palestrante é aquele que consegue interagir com a platéia, gerando um clima de alegria, atenção e descontração, mas sem apelar para a comédia pura, o que serviria para mascarar a falta de conteúdo. Nesse ponto, acho que consegui uma boa dosagem, inspirado nos mais experientes profissionais da Nossa Cultura que já tive acesso e o privilégio de observar: DeRose, Jojó, Mallet, Caramella, Luís Lopes e outros.

Registro aqui meu agradecimento à Michelle de Liz, minha ex-aluna, pelo convite para conceder essa palestra.

Abaixo, algumas fotos do evento.

Treinando desde já para aperfeiçoar a oratória

Alexandre Montagna em palestra no auditório da CEPAF, em Chapecó - Santa Catarina

Sente

Segunda foto. Treinando desde já para chegar mais perto dos palestrantes abaixo.

Um dia eu chego nesse nível

Um dia eu chego nesse nível. Esse é o Ricardo Mallet, presidente da Federação de Yôga do RS.

Ou quem sabe esse

Meta de oratória. Esse é o Jojó, presidente da Federação de Yôga de SC.

Coroação do treinamento. Esse é o DeRose!

Coroação do treinamento. Esse é o DeRose, fundador da Uni-Yôga!

Para seguir neste assunto, leia o post do Prof. Joris Marengo sobre suas palestras.

Matando um Leão por Dia 2009 ( #mulpd2009 ) Julho 29, 2009 | 04:10 am

encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagnaO 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose foi uma delícia. O evento reservado aos profissionais do Yôga Antigo aconteceu no último fim de semana (24, 25 e 26 de julho) e reuniu em Curitiba instrutores de cinco países, incluindo o Brasil. Essa reunião serve para fortalecer a característica terra-a-terra do Método, criando uma base sólida e muito bem amparada em duas grandes colunas, que são a filosofia e o profissionalismo.

Parabéns ao Rô que foi premiado durante o evento!

Parabéns ao Rô De Bona, que foi premiado durante o evento!

Lá conheci muitos novos amigos e conheci melhor outras pessoas em que anteriormente eu só havia trocado saudações. Foi muito legal ter feito novos amigos e estreitado laços com colegas de Floripa, Porto Alegre, São Paulo, São José dos Campos, Cascavel, Buenos Aires, Lisboa, Paris, Roma e, entre outras cidades que não saberei citar, Curitiba. O pessoal de Curitiba foi super atencioso e está de parabéns pela organização do evento, cujo líder foi o Prof. Nilzo Andrade. O Nilzo, diga-se de passagem, começou sua carreira aqui mesmo, em Chapecó! Emocionante, não? Pelo visto, estou no caminho certo.

Ele estava lá!

Ele estava lá / He was there / Il était là / Lui era lì / Él estaba allí!!

Travei um contato ainda maior com meu Mestre de Yôga, DeRose. Tive meu livro A Viagem à Índia dos Yôgis autografado e pude ter a honra de compartilhar alguns assuntos com ele em determinados momentos do evento. Além disso, conheci pessoalmente a Sónia Saraiva, de Paris. Ela preside a Fédération Française de SwáSthya Yôga e veio ao Brasil para este evento e diversos outros. O melhor momento do encontro com ela foi no final, em que pude lhe dar um abraço mais forte como gostaria de ter feito na primeira oportunidade.

prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna

Parabéns, Mallet, pela homenagem de honra concedida durante o evento.

Compartilhei o quarto com meus amigos Helton e Fábio, ambos de Joinville. Foi super emocionante decidir quem ficaria com o sofá-cama na sala, longe da maciez das duas camas de verdade, da TV a cabo e do ar condicionado. O Fábio se saiu melhor nos dois campeonatos, enquanto eu e o Helton revezamos uma noite para cada um no indefectível sofá, que provocou muitas risadas entre nós nesses dias.

Foi muito agradável o jantar indiano que degustei com minha monitora Lisandra, a Lika. Por estar distante dela, que reside em Floripa, estes momentos têm um valor ainda maior. Foi um encontro valioso, alegre e descontraído, ainda mais porque no jantar estava também a Vivi Mondardo, que realça o caráter divertido com suas conversas e histórias. Quando a Vivi me enviar a foto que tiramos nessa noite, postarei aqui.

Um abraço especial ao meu novo amigo Instr. Juliano Meneguzzo, que me deu uma grande força aos 44min do segundo tempo que eu tinha para embarcar na rodoviária. Devido a essa pressa, não pude curtir tanto os bons momentos na Hamburgueria do Vicente, ao qual fui a convite do Arthur e com minha amiga Bárbara, depois de o evento ter acabado de vez no domingo.

Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi.

Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi. Talvez esteja faltando outros membros importantes do staff. Ah, e falando no Leo Poli, preciso mencionar que o Ricardo Poli é um cara pra lá de simpático, assim como vários colegas de Curitiba, que contribuiram para o belo clima de alto astral do evento.

Gente fina, elegante e sincera. Galera do Yôga Antigo!

Gente alegre, linda, descomplicada e de bem com a vida. Essa é a egrégora do Yôga Antigo! Já me encontrou na foto?

Fica a expectativa de levar minha amada Sary nos próximos eventos, e que eles tenham ainda mais conversas, contatos, intercâmbios de conhecimento e de carinho dentro desta belíssima egrégora cultural de profissionais do Método DeRose.

SwáSthya!

Está morto: podemos elogiá-lo à vontade Junho 27, 2009 | 02:58 pm

“Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.”
Machado de Assis, no conto “O empréstimo” (1881)

Você sabe que estou falando de Michael Jackson. Há muito tempo me via sozinho no lado da risca dos que o declaravam inocente das acusações malsãs. Será tão difícil ver a malandragem? Será tão difícil observar a situação de acusação e sentir que algo está cheirando mal ali, como por exemplo, uma difamação caluniosa, maldosa, chantagista e puramente mercenária?

Le roi est mort... Vive le roi.

Le roi est mort... Vive le roi.

Sugiro aqui a leitura do texto “O grande defeito do brasileiro é que ele não tem a coragem de defender” do livro Quando é Preciso Ser Forte. Embora esteja mencionando uma nacionalidade específica, ele serve muito bem para ilustrar o comportamento que as pessoas têm de permitir que difamações sejam jogadas aos ventos contra alguém que não está presente para defender-se sozinho. A covardia é confortável: basta ficar quieto e deixar as calúnias ganharem terreno. Ou ainda pior, numa clara demonstração de personalidade frágil: agarrar a fofoca em uma mão e uma pedra na outra, e juntar-se ao grupo dos que atacam e humilham, por não ter forças para negar-lhes a razão.

Texto obrigatório para ler a respeito de Michael Jackson, por DeRose:

Uni-Yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/michael-jackson/

Texto muito bom de Luigi Poniwass sobre o ícone:

Portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/anoitetoda?id=899779

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O grande defeito do brasileiro é que ele não tem coragem de defender
(extraído do livro Quando é preciso Ser Forte, do Mestre DeRose)

Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso voo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo “isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa…” e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. Não me contive e disse ao cavalheiro:

- Cale a boca! Eu já estive no seu país e lá é igual ou pior. Se o Brasil não o agrada, vá-se embora. Mas enquanto estiver aqui, comporte-se com a dignidade de um hóspede na casa que o acolhe!

A partir daí, todos passaram a concordar e recriminá-lo.

Noutra ocasião, eu estava descendo no elevador do edifício da Editora Nobel. O elevador parou em um andar, abriram-se as portas e um senhor estrangeiro perguntou: “está descendo?“. Respondi que sim. Ato contínuo, com a maior sem-cerimônia, o deseducado senhor entrou e começou a comentar:

- Está descendo, como o país. Também, com os políticos que o Brasil tem…

Mais uma vez, não pude ficar calado e respondi sério, sem muita cortesia:

- Os políticos do seu país são bem piores.

E fiquei encarando, olhos nos olhos, como quem vai partir para cima do outro. O estrangeiro deu um passo atrás, gaguejou e desculpou-se.

Mas o que é que os brasileiros geralmente fazem nessas situações?

Quase sempre concordam e entram no clima de falar mal do Brasil, ou de sua empresa, ou do seu amigo. “Pois é. É por isso que o Brasil na vai prá frente“; ou “esta empresa é assim mesmo, só quer saber de explorar os empregados“; ou “É, o Fulano não tem jeito…“. Será que é tão difícil defender? Será que não percebem o quanto é infame atacar e o quanto é canalha não defender?

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Sentiu o tapa?

Quando surgir uma outra difamação na mídia ou num grupo de conversa, você será um forte ou um canalha?

Aprenda com a história.

Mudanças para mim e para a Meg Junho 12, 2009 | 04:07 pm

Dentro de poucos dias realizarei uma mudança de casa, e isso sempre toma tempo antes, durante e depois. Não bastasse a mudança de casa, ainda passarei por uma separação: Meg, minha cachorrinha, não poderá ficar conosco – eu e Sary – no apartamento, pois seria inviável. Criar uma cachorrinha desde muy pequenina e depois ter que separar-se dela não é mole. É duro para mim, mas considero uma mudança ainda maior para ela, cachorrinha, com uma natureza geneticamente arraigada de matilha. Quem tem um cãozinho sabe: onde você vai, ele vai; seja para ir até a esquina ou para dar um salto nas Cataratas do Niágara. O mundo pode estar caindo e a chuva pode ser de canivetes: se você está bem e está por perto, então tudo está bem. Lealdade é mesmo uma virtude muito nobre. Basta eu refletir e me lembrar desta característica da Meg e pronto, a situação se inverte e a separação começa a ser pior para mim do que para ela, pois essas características são fortes, belas e comoventes, a ponto de me fazer chorar as pitangas.

A vida é uma sucessão de experiências – para mim, para você, para todos… e para a Meg. Que ela tenha as suas, sem mim por perto, e que seja uma cachorrinha muito feliz, doce Meg.

Lealdade

Não há nada mais lindo que ser leal. Leal quando todos os demais já deixaram de sê-lo. Leal quando todas as evidências apontam contra o seu ente querido, pessoa amada, colega ou companheiro, mas você não teme comprometer-se e mantém-se leal até o fim.
Realmente, não há nada mais nobre que a lealdade, especialmente numa época em que tão poucos preservam essa virtude.

DeRose

Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana. Abril 27, 2009 | 02:21 pm
Está no ar.

Está no ar.

Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre foi assim, mas o problema é que parece que essa doença se alastra pelo ar, e não somente pela ingestão dos cadáveres de bicho morto. Os papadefuntos dessa vez conseguiram mesmo bagunçar a coisa. De qualquer forma, o organismo contaminado por defuntos está comprometido e, logo, mais propenso a desenvolver doenças que não vingariam em organismos mais saudáveis, como o dos vegetarianos. Contudo, torço para que não chegue por aqui, pois não quero colocar meu supersistema imunológico à prova.

Surto iniciado no México, único a registrar mortes,
atinge EUA, Canadá e Espanha.
g1.globo.com

Assista a esta gravação da webclass do Mestre DeRose sobre vegetarianismo, gravada há uns 5 anos atrás. É um trecho que cai muito bem para este assunto que abordamos no post:

DeRose WebClass

Comer carnes é uma má escolha.
Tudo bem. A má escolha percebida e refletida traz a experiência que conduz à boa escolha.

Para reforçar a leitura:
Blog do DeRose – Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação
Blog do DeRose – 1960 – Tornei-me vegetariano


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