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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; DeRose</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>O mundo que preconizamos</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:30:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo: httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo: &#8220;Manual de Civilidade&#8221; MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/ Civilidade, o que é isso? O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo:</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ">httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ</a></p>
<p>Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo:</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Manual de Civilidade&#8221;</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/">MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/</a></p>
<p><strong>Civilidade, o que é isso?</strong></p>
<p>O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.</p>
<p>Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.</p>
<p><strong>Cordialidade</strong></p>
<p>Cordialidade provém do latim <em>cordis</em>, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados <em>cordiais</em>, porque faziam bem ao coração.</p>
<p>De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.</p>
<p>A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.</p>
<p>A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.</p>
<p>Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método <strong>DeRose</strong>, orientei-a a escrever esta carta:</p>
<p>“Prezada Sra. Rosa Maria.</p>
<p>Fiquei ciente de que, involuntariamente, <strong>perturbei o seu sossego</strong>. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.</p>
<p>Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.</p>
<p>Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.</p>
<p>Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.</p>
<p>Obrigada pela sua compreensão.</p>
<p>Virgínia Barbosa<br />
Apartamento 75<br />
Tel. xxxx-xxxx”</p>
<p>Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.</p>
<p>No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.</p>
<p>Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:</p>
<p>“Estimada vizinha Vivian.</p>
<p>Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.</p>
<p>Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.</p>
<p>Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.</p>
<p>De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Mariana Rodrigues”</p>
<p>Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>“Estimado Vizinho.</p>
<p>Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.</p>
<p>O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.</p>
<p>Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.</p>
<p>Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.</p>
<p>Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.</p>
<p>Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.</p>
<p>Com toda a boa vontade do</p>
<p><strong>DeRose</strong>”</p>
<p>Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>&#8220;Três-vezes-três ações de civilidade por dia&#8221;</strong></h2>
<p>Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).<br />
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Três vezes três</strong></p>
<p style="text-align: left;">O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele.<br />
Se você realizar hoje menos de três ações meritórias, considere este como um dia de chumbo.<br />
Se realizar três boas ações, este foi um dia de bronze.<br />
Com duas vezes três ações de boas maneiras, seu dia terá sido de prata.<br />
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.<br />
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso heroi e o seu dia foi de diamante!<br />
Que ações poderiam ser essas?<br />
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.<br />
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.<br />
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.<br />
Dê comida a quem tem fome.<br />
Dê um agasalho a quem tem frio.<br />
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.<br />
Salve um cão abandonado.<br />
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.<br />
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.<br />
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.<br />
Dê flores a um amigo.<br />
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.<br />
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.<br />
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.<br />
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.<br />
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.<br />
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.<br />
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.<br />
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.<br />
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.<br />
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.<br />
Acaricie um cão.<br />
Elogie o filho de alguém.<br />
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.<br />
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.<br />
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou outro profissional.<br />
Diga &#8220;você está com a razão&#8221;.<br />
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.<br />
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.<br />
Recicle.<br />
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).<br />
Converse com os funcionários que o atendem.<br />
Escute as reivindicações do cônjuge. E atenda-as.<br />
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.<br />
Responda com gentileza a um vizinho irritado.<br />
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.<br />
Não insulte a quem bem que merecia.<br />
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.<br />
Dê uma informação útil a alguém.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:</strong></p>
<p>Não tome decisões emocionadas.<br />
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.<br />
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas<br />
Serenidade em todos os momentos.<br />
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.<br />
Sorria sempre.<br />
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.<br />
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.<br />
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.<br />
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.</p>
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		<title>Jojójí &#8211; um Gigante em nossa Instituição</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 03:56:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Toda Instituição possui os seus gigantes. Indivíduos que já estão lá há muito mais tempo que você, e se tornam figuras nas quais você se baseia para galgar o seu próprio crescimento e tomar as suas próprias decisões. Na organização internacional do Método DeRose, o Professor Joris Marengo é um destes ícones. Profissional com 34 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1951" title="joris-marengo-jojoji-yoga-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/joris-marengo-jojoji-yoga-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="176" height="230" />Toda Instituição possui os seus gigantes. Indivíduos que já estão lá há muito mais tempo que você, e se tornam figuras nas quais você se baseia para galgar o seu próprio crescimento e tomar as suas próprias decisões.</p>
<p>Na organização internacional do <a href="http://metododerose.org/" target="_blank">Método DeRose</a>, o Professor Joris Marengo é um destes ícones. Profissional com 34 anos de atuação no mercado da Qualidade de Vida, Jojó &#8211; que é o seu apelido &#8211; cativa e angaria o respeito de todos pelo seu carisma e pela imponência de suas realizações. Jojó já concebeu muitas preciosidades, tais como livros, festivais internacionais, festivais culturais de utilidade pública, cursos, palestras, datas comemorativas, <em>workshops</em>, jornais do <em>métier</em>, CD&#8217;s, anúncios de TV e treinamentos de proficiência voltados para outros profissionais, além de há anos presidir a Federação do Método DeRose de Santa Catarina e dirigir uma escola desta filosofia na <a href="http://metododerosefloripa.com/" target="_blank">Av. Rio Branco, 533</a>, em Florianópolis.</p>
<p>Mais de três décadas após o início dos trabalhos, <a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/guru-e-guruji/" target="_blank">Jojójí</a> possui diversos livros que estão para ser lançados em breve e deverão ser tratados como diamantes, pois são muito valiosos os seus conhecimentos gerais e específicos sobre áreas do autoconhecimento, filosofia, relações humanas, antropologia, anatomia e história da humanidade. Saiba mais sobre o <a href="http://blogdojojo.com/sobre-o-jojo/" target="_blank">Jojó em seu blog</a>, que está recheado de artigos com trechos de seus livros.</p>
<p>Ele fez, faz e ainda fará muito pela <a href="http://metododerose.org/entrevista/" target="_blank">Nossa Cultura</a>. Obrigado pela amizade e pela inspiração, Jojó!</p>
<div id="attachment_1956" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><img class="size-full wp-image-1956" title="joris-marengo-formatura-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/joris-marengo-formatura-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="650" height="298" /><p class="wp-caption-text">Solenidade da minha formatura como Instrutor do Método DeRose na Faculdade de Ciências Sociais de Florianópolis. Prof. Joris está sentado à frente, entre o Maestro Edgardo Caramella e a Professora Fernanda Neis. Ao lado, está o Comendador DeRose, que recebeu neste mesmo evento o título de Professor Doutor Honoris Causa.</p></div>
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		<title>Quando o intelecto vai na frente no caminho da evolução</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Mar 2011 14:08:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saber como um sábio, mas agir como se não soubesse, não é sábio. Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável. Depois da iluminação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>Saber como um sábio, mas agir como se não soubesse, </em><em>não é sábio.</em></p>
<p>Em profundas mentalizações, você vai longe, vê-se vendo e sendo Luz, expande-se em direção a todas as galáxias, desapega-se de si próprio e das coisas todas e, leve e flutuante, compreendendo o sentido de tudo, sorri em felicidade inefável.</p>
<p>Depois da iluminação intelectual, é hora de levantar e agir para conduzir todo o restante do organismo a esta grande meta da hiperconsciência, pois, o corpo, com seus condicionamentos e labirintos emocionais, está um bocado mais para trás e ainda não comunga perfeitamente do mesmo ponto de vista.</p>
<p>O Yôgi puxa o antropóide para ambos serem um só.</p>
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		<title>Vim a Porto Alegre para exatamente isto</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Mar 2011 06:43:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[&#8220;É muito bom estar conosco&#8221; (Walter Cândido) A Sary está muito feliz e crescendo na profissão. Coisas maravilhosas estão acontecendo e estou me relacionamento com pessoas muito especiais, mais perto do meu Supervisor e mais próximo dos meus pais. Estamos no melhor lugar! Vim para Porto Alegre para viver exatamente tudo isto que eu estou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;É muito bom estar conosco&#8221;</em><br />
(Walter Cândido)</p>
<p>A <a href="http://saritaborges.com/blog/" target="_blank">Sary</a> está muito feliz e crescendo na profissão. Coisas maravilhosas estão acontecendo e estou me relacionamento com pessoas muito especiais, mais perto do meu <a href="http://www.metododerose.org/entrevista/" target="_blank">Supervisor</a> e mais próximo dos meus pais. Estamos no melhor lugar!</p>
<p>Vim para Porto Alegre para viver exatamente tudo isto que eu estou vivendo.</p>
<p>Continuemos!</p>
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		<title>Vamos para Porto, alegres!</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Nov 2010 13:08:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mentalize para mudar, mude para viver Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Mentalize para mudar, mude para viver</strong></p>
<p>Vida é uma oportunidade temporária para sofrer experiências e saborear escolhas. Entretanto, ao chegar na idade adulta, ficamos com muito medo das experiências e com receio das escolhas que exijam mudanças. Buscamos o mais rápido o possível uma zona de conforto e nela ficamos nos desenvolvendo em ritmo lento e criando a famosa casca protetora, blindada contra desafios que nos tirem do casulo. Pois este casulo é justamente o que nos impede de viver a vida.</p>
<p>Para saborear bem a nossa breve passagem pela Terra, é importante mentalizar o que queremos. Mentalizar é quase o mesmo que imaginar, mas trata-se de uma <em>imaginação educada</em>, norteada pelo que realmente desejamos com sinceridade. Eu aprendi a antecipar meu futuro através das mentalizações, e posso dizer com saudável orgulho que todas elas já aconteceram ou estão em processo de realização. Funciona porque é uma matemática cósmica, uma técnica, e não algo que se obtém por mérito espiritual ou por segredos místicos. Ocorre que ao anteciparmos o futuro e imaginarmo-nos lá, nossas ações passam a conspirar a favor da consecução deste objetivo maior. É um mecanismo da Natureza: mentalizar com dedicação, agir com norte e obter o resultado.</p>
<div id="attachment_1718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 660px"><a rel="attachment wp-att-1718" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1718" title="lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/lisandra-zapelini-lika-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="650" height="488" /></a><p class="wp-caption-text">Lisandra, minha monitora, interagindo com a Natureza em sua viagem a Bali. Esta viagem é uma de suas mentalizações. Foto de outubro de 2010.</p></div>
<p>É da nossa natureza desejar coisas que ainda não temos. Queremos nos mudar para um lugar qualquer, queremos abrir um negócio diferente, queremos mudar qualquer coisa! Ocorre que, quando a vida, a Natureza ou o mero acaso vem nos ajudar a realizar estas mentalizações, arrumamos mil e uma desculpas para não ir adiante.  Dá um certo medinho e embrulho no estômago, mas é sempre assim, é como se nós mesmos nos sabotássemos na hora H. É porque a gente aprende a sonhar, mas não a realizar o sonho; na hora de realiza-lo, tudo se torna um pretexto para rechaçar a Grande Chance! Bolamos vergonhosamente uma desculpa qualquer para empurrar com a barriga e dizer que não é o momento certo de mudar. É sempre a mesma coisa: não mudamos porque a culpa é do companheiro que não ajuda, ou é a falta de dinheiro, ou arranja-se outro pretexto qualquer. É preciso trabalhar o poder interior e desenvolvê-lo para atingir nossos anseios e agarrar as oportunidades, sem desculpas para se manter na famigerada zona de conforto. O <a href="http://www.MetodoDeRose.org" target="_blank">sistema que professo</a> possui uma forte orientação para que não enrolemos e seguremos com garra e força quando o bonde da oportunidade vier ao nosso encontro.</p>
<p>Podemos e devemos mentalizar alto, sem medo e sem baixa auto-estima. Afinal, se nós não pudermos atingir nossos sonhos, então quem poderá? Somente os outros? Os que aparecem na TV? Os que tem dinheiro? Que absurdo! É óbvio que nós podermos atingir nossos objetivos, sejam lá quais forem. Não importam o quão grandes sejam, nem o quão loucos possam parecer aos olhos de quem não ouve a música. (&#8220;<em>&#8220;E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos pelos que não podiam escutar a música.</em>&#8221; Friedrich Nietzsche). Tudo é atingível dentro do bom-senso.  Mentalize tudo!</p>
<p>Após mentalizar, é preciso ação. Finalmente, depois de muita ação, a oportunidade virá e é preciso aproveitá-la. Há um momento em que é preciso segurar firme.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Segurei firme. Vou para Porto, alegre!</strong></p>
<div id="attachment_1608" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1608" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/vamos-para-porto-alegres/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna/"><img class="size-full wp-image-1608 " title="Método DeRose Moinhos de Vento" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/metodo-derose-moinhos-mallet-yoga-porto-alegre-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="200" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Escola Moinhos, em Porto Alegre</p></div>
<p>Digo com enorme alegria, vontade, entusiasmo e friozinho na barriga (afinal, faz parte), que escolhi agarrar uma grande oportunidade, fruto de convicta mentalização. Após um convite muito especial, aceitei negociar a aquisição da <a href="http://www.yogaportoalegre.com" target="_blank">Unidade Moinhos de Vento do Método DeRose</a>, tradicional instituição fundada pelo Professor Ricardo Mallet. Mallet está expandido o seu excepcional trabalho às empresas, e eu tive a honra de receber uma ligação de sua esposa, Fernanda Meixedo, e ser convidado para dar continuidade a esta linda história na Moinhos com mais um novo capítulo, no qual certamente escreverei as mais dedicadas páginas que já produzi em toda a minha vida.</p>
<p>Quero registrar aqui a minha gratidão a todos os meus amigos próximos e identificados com a cultura que semeio, pois são os amigos identificados, com brilho nos olhos e que percebem o valor do estilo de vida que me esforço para disseminar, que sempre me motivam a fazer mais e melhor. Estes são o colorido da minha paisagem e me injetam de alegria, confiança e perspectivas. O brilho nos olhos dos outros é a minha razão de existir. À egrégora de Chapecó, que ao longo destes 3 anos cultivei com enorme carinho, deixarei o &#8220;caminho de pão&#8221; até Porto Alegre para que venham até mim. Não para uma visita somente, mas para dar continuidade a uma história que pode ser ainda mais enriquecedora: viabilizarei a aproximação de todos que quiserem manter acesa a chama desta Cultura dentro de si. Um caminho-de-pão é perecível, e se o tempo for passando, a idéia de seguirmos juntos se esmaecerá como um sonho que ficou no passado, e que era muito bonito. Aos alunos de Chapecó, oferto o convite para que vão a Porto uma vez por mês, assim como eu costumava ir para Florianópolis para realizar minha formação profissional no Método DeRose.</p>
<p>Por tudo o que sou hoje, devo agradecer aos meus pais Fernanda e Eliseu, que aos poucos foram assimilando a idéia de que eles tem um filho que toma decisões diferentes, mas conscientes e saudáveis, e por isso mesmo me apóiam bastante. Agradeço a todos os meus amigos e familiares que guardo no coração. Minha família chapecoense, meus alunos, minha monitora Lisandra, professor Joris Marengo &#8211; presidente da Federação do Método DeRose de Santa Catarina, meu primeiro instrutor Marcelo Mendonça &#8211; diretor da unidade onde comecei em Pelotas, e minha companheira de vida Sarita Borges, a Sary, a qual me dará a honra de sua companhia e terá uma fascinante trajetória nesta &#8220;guinada existencial&#8221; que ambos realizaremos na capital gaúcha. Vamos para Porto, alegres!</p>
<p>Pela superlativa oportunidade e pelo nítido carinho, muito obrigado, Fernanda Meixedo, e muito obrigado, Mallet!</p>
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		<title>Método DeRose é uma cultura!</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Jun 2010 11:08:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1466" title="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/06/metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio.jpg" alt="metodo-derose-para-quem-exige-um-trabalho-serio" width="600" height="327" /></p>
<p>O mundo tem acesso à cultura do bom viver e à chave da vida plena em todos os aspectos. Há muito tempo, esta chave surgiu na forma de três grandes filosofias que nasceram aproximadamente na mesma época, e cada uma é um complemento espontâneo da outra, pois uma é estritamente prática, outra é teórica e a terceira é comportamental. Para facilitar a leitura, pouparei o leitor dos nomes destas filosofias já que são de um idioma que é desconhecido do grande público: o sânscrito.</p>
<p>As filosofias prática e comportamental compartilham um mesmo objetivo: a libertação. Libertação dos condicionamentos e das amarras da personalidade, numa conquista absoluta do autoconhecimento e união com a própria essência, ou <em>Self</em>. Contudo, a teoria, naturalista e não-mística, limita-se a estruturar o mapa da mina, enquanto a prática constitui a caminhada terra-a-terra que ruma ao tesouro. A filosofia comportamental possui características matriarcais, sensoriais e desrepressoras, e orienta o modo de interagir com os demais seres, com a natureza e consigo próprio, preconizando a <em>melhor maneira de fazer qualquer coisa</em> (possível definição presente no Sanskrit-English Dictionary, de Sir Monier Williams).</p>
<p>Juntas, as três filosofias possuem o valor de um diamante do tamanho dos nossos sonhos. Vivenciar os conceitos e técnicas desta cultura é como trazer o paraíso à Terra.</p>
<p>O educador DeRose começou em 1960 a sua trajetória que culminou na busca e sistematização desta herança ancestral, inserindo-a dentro de um Método, e tornando-o uma belíssima proposta de <em>life style</em>. O Método leva o nome de seu próprio sistematizador, DeRose, devido aos seus méritos: observação, pesquisa e codificação dessas raízes filosóficas, e ainda contando com o apoio e o amparo bibliográfico de diversos Mestres e estudiosos dessas filosofias ancestrais.</p>
<p>Portanto, quando você se deparar com uma escola certificada pelo <strong>Método DeRose</strong> em qualquer um dos países que já o acolheram, saberá que trata-se de um oásis em sua cidade: lá você terá acesso à beleza desta cultura, praticando muitas técnicas que visam o autoconhecimento, e absorvendo maravilhosos conceitos comportamentais, desenvolvendo <em>politesse</em> e sensorialidade, e conceitos teóricos, compreendendo o Universo sem misticismo.</p>
<p>Prepare-se, é muita coisa boa! Há um enorme conhecimento que o aguarda dentro de cada uma destas escolas. Tenho a convicção de que você sentirá a beleza e o refino do que encontrará. Enquanto isso, fico torcendo para que sua caminhada seja forte, mas na medida certa, pois <em>a mesma luz que ilumina os olhos é a que pode cegá-los se for excessiva</em>.</p>
<p>Método DeRose / DeRose Method / Méthode De Rose.</p>
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		<title>Treino da língua portuguesa</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Jun 2010 11:08:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Gosto de escrever <em>à</em> Saramago, com textos curtos e muito bem amalgamados. Mas <em>a</em> Saramago, prefiro DeRose, nosso escritor brasileiro e Mestre de autoconhecimento, pois este escreve com tanta elegância quanto aquele, mas com mais clareza &#8211; os menos letrados que o digam! De domingo <em>a</em> sábado acompanho as produções literárias de ambos: Blog do DeRose e O Caderno de Saramago, pois são <em>seriíssimas</em>, além de<em> serem</em> belos exemplos de aplicação da língua portuguesa. É um hábito que tenho esse, de ler autores <em>o mais cultos possível</em>, pois gosto de estudar o meu idioma e praticar a autossuperação, mas há quem não goste de nada a esse respeito. <em>Em princípio</em>, procuro sempre instigar pessoas a aperfeiçoarem seus conhecimentos, embora eu evite corrigí-las <em>a princípio</em> por não saber se elas aceitarão bem as minhas críticas construtivas. Dicas são boas para todos, então dicas eu dou. Certa feita, numa conversa superinteressante com um casal, amistosamente expus uma correção à menina, e ela ficou vermelha <em>que nem</em> pimentão! Nem os pimentões venciam aquele rubor. Ô menina que se enrubece fácil! Corrigi o rapaz também, mas ele não ficou <em>como</em> ela. Gosto de pessoas descomplicadas e sedentas por sabedoria, e estou muito feliz por namorar uma moça que é bem assim. Falando nela, temos um compromisso amanhã <em>ao</em> meio-dia, e vê-la-ei um pouco antes disso, às <em>11h ou 11h30</em>, para depois almoçarmos no restaurante vegetariano que incoerentemente serve peixe <em>aos domingos e às quartas</em>. Questão comercial, eu sei. Tudo bem, eu me<em> adéquo</em> a isso: vou lá de segunda <em>a</em> terça e de quinta <em>a</em> sábado.</p>
<p><strong>Bibliografia:</strong></p>
<ul>
<li><em>Não erre mais</em>, Prof. Sacconi, Escala Educacional</li>
</ul>
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		<title>O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Apr 2010 11:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E na seção de comentários do Blog do DeRose&#8230; Querido Mestre gostaria de enviar este poema de Fernando Pessoa. O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro. Só a Natureza é divina, e ela não é divina… Se falo dela como de um ente É que para falar dela preciso usar da linguagem dos homens Que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E na seção de comentários do Blog do DeRose&#8230;</p>
<blockquote><p>Querido Mestre gostaria de enviar este poema de Fernando Pessoa.<br />
O Guardador de Rebanhos de Alberto Caeiro.</p>
<p><em>Só a Natureza é divina, e ela não é divina…<br />
Se falo dela como de um ente<br />
É que para falar dela preciso usar da linguagem dos homens<br />
Que dá personalidade às cousas,<br />
E impõe nome às cousas.<br />
Mas as cousas não têm nome nem personalidade:<br />
Existem, e o céu é grande a terra larga,<br />
E o nosso coração do tamanho de um punho fechado…<br />
Bendito seja eu por tudo quanto sei.<br />
Gozo tudo isso como quem sabe que há o sol.</em></p>
<p>Patrício Vinagreiro</p></blockquote>
<blockquote><p>Obrigado, Patrício. Você sabe o quanto admiramos Fernando Pessoa, não é?</p>
<p>DeRose</p></blockquote>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/como-o-ser-humano-e-cruel-com-os-animais/#comment-16425">http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/filosofia/como-o-ser-humano-e-cruel-com-os-animais/#comment-16425</a></p>
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		<title>Hoje é o Dia do Yôga 2010!</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 19:17:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em treze estados brasileiros como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial da egrégora que trabalha com esta cultura, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>E está sendo um dia muito produtivo, tal como a nossa filosofia merece. Esta data, 18 de fevereiro, aniversário do educador DeRose, foi aprovada por lei em treze estados brasileiros como Dia do Yôga. Estou muito feliz pelo meio século de magistério do Método DeRose, pelo fortalecimento mundial da egrégora que trabalha com esta cultura, por crescer cada vez mais profissional e filosoficamente e por <a href="http://saritaborges.com/blog/arquivo/eu-e-o-metodo-derose/" target="_blank">compartilhar este <em>life style</em> com a Sary</a>, minha amada e linda cara-metade.</p>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 330px"><img class="size-full wp-image-1353" title="DeRose - 50 anos de ensino." src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/metodo-derose-50-anos-de-ensino-magisterio-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="DeRose - 50 anos de ensino. Parabéns!!!" width="320" height="252" /><p class="wp-caption-text">DeRose - 50 anos de ensino. Parabéns!!!</p></div>
<p>Vivam os praticantes e estudiosos do Yôga, <a href="http://yoga-sc.org.br/convocacao.php" target="_blank">sinceros e com a alma pura</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">DeRose</a>!!</p>
<p>Viva <a href="http://www.yogachapeco.com" target="_blank">Yôga</a>!!</p>
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		<title>A data de Rámakrishna e DeRose</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 21:09:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Este <em>life style</em> chamado Yôga surgiu há, no mínimo, cinco mil anos no território que hoje é chamado de Índia. Inicialmente, constata-se, era de fundamentação naturalista. Aproximadamente três mil e quinhentos anos depois, o espiritualismo foi introduzido, criando mais divisões de linhas na filosofia. Entretanto, é possível encontrar bons Mestres em qualquer linha de Yôga, basta que ele seja muito bom, sério e honesto.</p>
<p>Um dos últimos Grandes Mestres que passaram pela terra foi o Srí Rámakrishna Paramahamsa (<em>srí</em> equivale ao <em>sir</em>, do inglês), que era espiritualista. A linha do SwáSthya Yôga não é espiritualista, mas sim naturalista &#8211; o oposto. Entretanto, como Rámakrishna foi um GM, é mencionado e estimado em nossa vertente.</p>
<div id="attachment_1345" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1345" title="ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/ramakrishna-at-studio-calcutta-1881-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Rámakrishna, Calcuttá, 1881" width="321" height="409" /><p class="wp-caption-text">Rámakrishna, Kólkata (Calcutá), 1881</p></div>
<p>Rámakrishna nasceu em 18 de fevereiro de 1836. Coincidentemente, o Comendador DeRose, o Mestre que sistematizou o SwáSthya Yôga, também nasceu em 18 de fevereiro &#8211; de 1944. No Brasil, em homenagem a este professor, que fundou a <a href="http://www.uni-yoga.org" target="_blank">Uni-Yôga</a> e difundiu intensamente a filosofia, o dia 18 de fevereiro foi aprovado por lei como Dia do Yôga em TREZE estados, que são: São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Bahia, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Goiás, Piauí e Ceará. E mais o Distrito Federal.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;O conhecimento leva à União.<br />
A ignorância, à dispersão.&#8221;<br />
(Rámakrishna)</em></p>
<div id="attachment_1346" class="wp-caption aligncenter" style="width: 331px"><img class="size-full wp-image-1346" title="Comendador DeRose com algumas de suas obras" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/02/comendador-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Comendador DeRose com algumas de suas obras" width="321" height="487" /><p class="wp-caption-text">DeRose, São Paulo, 2007</p></div>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.metododerose.org" target="_blank">www.MetodoDeRose.org</a></p>
<p style="text-align: left;">Foi por ter travado contato com um Yôga que não era espiritualista, nem místico, e que não sugeria crença em coisa alguma, que eu, um agnóstico cético de carteirinha, passei a amar a filosofia.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;..e a crença<br />
conduz à ignorância.&#8221;<br />
(Montagna)</em></p>
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		<title>Desapego para viver feliz</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jan 2010 14:16:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Leia este pequeno artigo compartilhado por <a href="http://www.facebook.com/profile.php?id=100000327261959" target="_blank">Margareth Peres</a> no Facebook:</p>
<blockquote><p>Desapego es la palabra clave para vivir feliz en un mundo donde hay tanta confusión y tantos cambios. La persona desapegada siempre tiene una sonrisa en su cara, pues la vida no le pesa nada. Aún así, es capaz de dar mucho amor, pues no impone condiciones, sino que acepta al otro, tal como es. Sin embargo, no significa rechazo. Todo lo contrario: la persona que realmente es desapegada, estará lista para apreciar al otro, pues no se puede dejar influir. Será capaz de ver las verdaderas cualidades positivas que el otro guarda dentro de sí.</p>
<p>Cuando dependemos de algo o alguien lo que olvidamos es que no podemos poseer nada. Podemos cuidar, podemos usar, podemos disponer. Pero no podemos poseer. Como reza el dicho: cuando te vayas, no puedes llevártelo contigo. Y sin embargo, es la idea de posesión la que yace en la raíz de todos los miedos y conflictos. El miedo a la pérdida, el miedo a no poder conseguir lo que ya hemos decidido que es nuestro en nuestras mentes.</p></blockquote>
<p>Agradeça-me por treinar o seu espanhol. É fácil de compreender, não?</p>
<p>É interessante traçar um paralelo ao universo de conhecimento da nossa filosofia. Há uma norma ética milenar do Yôga chamado aparigraha, que significa <em>não-possessividade</em> ou <em>desapego</em> e consta no Yôga Sútra de Pátañjali. Encerrarei o post com um preceito moderador que está no Código de Ética do Yôgin, elaborado pelo Comendador DeRose, inspirado no Yôga Sútra, que preconiza: <em>a observância de </em><strong><em>aparigraha</em></strong><em> não deve induzir à displicência para com as propriedades confiadas à nossa guarda, nem à falta de zelo para com as pessoas que queremos bem</em>.</p>
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		<title>Palestra na CEPAF, em Chapecó</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:15:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Após voltar bombando do 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose (Matando um Leão por Dia), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI &#8211; CEPAF &#8211; Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: &#8220;se sentir que consegue encarar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após voltar bombando do <strong><em>2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose</em></strong> (<em>Matando um Leão por Dia</em>), realizei, na segunda-feira (27), uma palestra. O local foi o auditório da EPAGRI &#8211; CEPAF &#8211; <em>Centro de Pesquisa e Agricultura Familiar</em>. Ao informar o convite à minha monitora, Lisandra Zapelini, ela respondeu: &#8220;<em>se sentir que consegue encarar essa, pode ir</em>&#8220;, e fui. O tema é o assunto que a semana de palestras promove: <strong>Qualidade de Vida -</strong> e não poderia ter sido outro melhor. Qualidade de vida é com o Método DeRose (Yôga Antigo), sem dúvidas! O público foi bastante receptivo e tivemos bons momentos. Penso que o bom palestrante é aquele que consegue interagir com a platéia, gerando um clima de alegria, atenção e descontração, mas sem apelar para a comédia pura, o que serviria para mascarar a falta de conteúdo. Nesse ponto, acho que consegui uma boa dosagem, inspirado nos mais experientes profissionais da Nossa Cultura que já tive acesso e o privilégio de observar: DeRose, Jojó, Mallet, Caramella, Luís Lopes e outros.</p>
<p>Registro aqui meu agradecimento à Michelle de Liz, minha ex-aluna, pelo convite para conceder essa palestra.</p>
<p>Abaixo, algumas fotos do evento.</p>
<div id="attachment_785" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-785" title="palestra-um-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/palestra-um-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Treinando desde já para aperfeiçoar a oratória" width="600" height="401" /><p class="wp-caption-text">Alexandre Montagna em palestra no auditório da CEPAF, em Chapecó - Santa Catarina</p></div>
<div id="attachment_784" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-784" title="palestra-dois-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/palestra-dois-qualidade-de-vida-na-pratica-metodo-derose-yoga-antigo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Sente" width="600" height="379" /><p class="wp-caption-text">Segunda foto. Treinando desde já para chegar mais perto dos palestrantes abaixo.</p></div>
<div id="attachment_786" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-786" title="ricardo-mallet-forum-empreendedorismo-sebrae-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/ricardo-mallet-forum-empreendedorismo-sebrae-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Um dia eu chego nesse nível" width="600" height="390" /><p class="wp-caption-text">Um dia eu chego nesse nível. Esse é o Ricardo Mallet, presidente da Federação de Yôga do RS.</p></div>
<div id="attachment_782" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-782" title="jojo-joris-marengo-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/jojo-joris-marengo-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ou quem sabe esse" width="600" height="316" /><p class="wp-caption-text">Meta de oratória. Esse é o Jojó, presidente da Federação de Yôga de SC.</p></div>
<div id="attachment_783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-783" title="mestre-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/mestre-derose-metodo-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Coroação do treinamento. Esse é o DeRose!" width="600" height="296" /><p class="wp-caption-text">Coroação do treinamento. Esse é o DeRose, fundador da Uni-Yôga!</p></div>
<p>Para seguir neste assunto, leia o <a title="As palestras do Jojó" href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/07/as-palestras-do-jojo/" target="_blank">post do Prof. Joris Marengo sobre suas palestras</a>.</p>
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		<title>Matando um Leão por Dia 2009 ( #mulpd2009 )</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2009 07:10:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O 2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose foi uma delícia. O evento reservado aos profissionais do Yôga Antigo aconteceu no último fim de semana (24, 25 e 26 de julho) e reuniu em Curitiba instrutores de cinco países, incluindo o Brasil. Essa reunião serve para fortalecer a característica terra-a-terra do Método, criando uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-789" title="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-logo-blog-alexandre-montagna" width="138" height="208" />O <strong>2º Encontro Internacional dos Instrutores do Método DeRose</strong> foi uma delícia. O evento reservado aos profissionais do Yôga Antigo aconteceu no último fim de semana (24, 25 e 26 de julho) e reuniu em Curitiba instrutores de cinco países, incluindo o Brasil. Essa reunião serve para fortalecer a característica <em>terra-a-terra</em> do Método, criando uma base sólida e muito bem amparada em duas grandes colunas, que são a filosofia e o profissionalismo.</p>
<div id="attachment_792" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-792" title="rodrigo-debona-novo-docente-leao-de-ouro-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/rodrigo-debona-novo-docente-leao-de-ouro-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Parabéns ao Rô que foi premiado durante o evento!" width="300" height="146" /><p class="wp-caption-text">Parabéns ao Rô De Bona, que foi premiado durante o evento!</p></div>
<p>Lá conheci muitos novos amigos e conheci melhor outras pessoas em que anteriormente eu só havia trocado saudações. Foi muito legal ter feito novos amigos e estreitado laços com colegas de Floripa, Porto Alegre, São Paulo, São José dos Campos, Cascavel, Buenos Aires, Lisboa, Paris, Roma e, entre outras cidades que não saberei citar, Curitiba. O pessoal de Curitiba foi super atencioso e está de parabéns pela organização do evento, cujo líder foi o <a title="Link para o Facebook do Nilzo" href="http://www.facebook.com/profile.php?id=1046702132&amp;ref=ts" target="_blank">Prof. Nilzo Andrade</a>. O Nilzo, diga-se de passagem, começou sua carreira aqui mesmo, em Chapecó! Emocionante, não? Pelo visto, estou no caminho certo.</p>
<div id="attachment_790" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-790 " title="mestre-derose-encontro-instrutores-metodo-yoga-matando-um-leao-por-dia-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/mestre-derose-encontro-instrutores-metodo-yoga-matando-um-leao-por-dia-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Ele estava lá!" width="600" height="385" /><p class="wp-caption-text">Ele estava lá / He was there / Il était là / Lui era lì / Él estaba allí!!</p></div>
<p>Travei um contato ainda maior com meu Mestre de Yôga, <a title="Link para o Blog do DeRose" href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">DeRose</a>. Tive meu livro <strong><em>A Viagem à Índia dos Yôgis</em></strong> autografado e pude ter a honra de compartilhar alguns assuntos com ele em determinados momentos do evento. Além disso, conheci pessoalmente a <a title="Link ao site da escola Rive Gauche, de Paris." href="http://www.yogarivegauche.fr" target="_blank">Sónia Saraiva</a>, de Paris. Ela preside a <em>Fédération Française de SwáSthya Yôga</em> e veio ao Brasil para este evento e diversos outros. O melhor momento do encontro com ela foi no final, em que pude lhe dar um abraço mais forte como gostaria de ter feito na primeira oportunidade.</p>
<div id="attachment_800" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><img class="size-full wp-image-800" title="prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="prof-ricardo-mallet-homenagem-metodo-derose-yoga-blog-alexandre-montagna" width="150" height="185" /><p class="wp-caption-text">Parabéns, Mallet, pela homenagem de honra concedida durante o evento.</p></div>
<p>Compartilhei o quarto com meus amigos <a title="Link à página de instrutores da escola de Joinville." href="http://www.yogaemjoinville.com.br/index.php?option=com_content&amp;task=view&amp;id=61&amp;Itemid=86" target="_blank">Helton e Fábio</a>, ambos de Joinville. Foi super emocionante decidir quem ficaria com o sofá-cama na sala, longe da maciez das duas camas de verdade, da TV a cabo e do ar condicionado. O Fábio se saiu melhor nos dois campeonatos, enquanto eu e o Helton revezamos uma noite para cada um no indefectível sofá, que provocou muitas risadas entre nós nesses dias.</p>
<p>Foi muito agradável o jantar indiano que degustei com minha monitora <a title="Link ao site da escola Método DeRose Av. Rio Branco, de Floripa." href="http://www.yogafloripa.com" target="_blank">Lisandra</a>, a Lika. Por estar distante dela, que reside em Floripa, estes momentos têm um valor ainda maior. Foi um encontro valioso, alegre e descontraído, ainda mais porque no jantar estava também a Vivi Mondardo, que realça o caráter divertido com suas conversas e histórias. Quando a Vivi me enviar a foto que tiramos nessa noite, postarei aqui.</p>
<p>Um abraço especial ao meu novo amigo Instr. Juliano Meneguzzo, que me deu uma grande força aos 44min do segundo tempo que eu tinha para embarcar na rodoviária. Devido a essa pressa, não pude curtir tanto os bons momentos na Hamburgueria do Vicente, ao qual fui a convite do Arthur e com minha amiga Bárbara, depois de o evento ter acabado de vez no domingo.</p>
<div id="attachment_797" class="wp-caption aligncenter" style="width: 614px"><img class="size-full wp-image-797" title="organizadores-evento-metodo-derose-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/organizadores-evento-metodo-derose-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi." width="604" height="403" /><p class="wp-caption-text">Parabéns pela organização do evento, galera! Estes são o Instr. Leonardo Poli, Prof. Nilzo Andrade, Instr. Juliano Meneguzzo e Instr. Arthur Costi. Talvez esteja faltando outros membros importantes do staff. Ah, e falando no Leo Poli, preciso mencionar que o Ricardo Poli é um cara pra lá de simpático, assim como vários colegas de Curitiba, que contribuiram para o belo clima de alto astral do evento.</p></div>
<div id="attachment_791" class="wp-caption aligncenter" style="width: 614px"><img class="size-full wp-image-791" title="encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/encontro-instrutores-metodo-derose-yoga-matando-um-leao-por-dia-2009-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Gente fina, elegante e sincera. Galera do Yôga Antigo!" width="604" height="453" /><p class="wp-caption-text">Gente alegre, linda, descomplicada e de bem com a vida. Essa é a egrégora do Yôga Antigo! Já me encontrou na foto?</p></div>
<p>Fica a expectativa de levar minha amada Sary nos próximos eventos, e que eles tenham ainda mais conversas, contatos, intercâmbios de conhecimento e de carinho dentro desta belíssima egrégora cultural de profissionais do Método DeRose.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/8stK9KhUibs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/8stK9KhUibs&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p><strong><em>SwáSthya!</em></strong></p>
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		<title>Está morto: podemos elogiá-lo à vontade</title>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 17:58:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura & Geral]]></category>
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		<description><![CDATA[&#8220;Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.&#8221; Machado de Assis, no conto &#8220;O empréstimo&#8221; (1881) Você sabe que estou falando de Michael Jackson. Há muito tempo me via sozinho no lado da risca dos que o declaravam inocente das acusações malsãs. Será tão difícil ver a malandragem? Será tão difícil observar a situação de acusação e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Está morto: podemos elogiá-lo à vontade.&#8221;<br />
Machado de Assis, no conto &#8220;O empréstimo&#8221; (1881)</em></p>
<p>Você sabe que estou falando de Michael Jackson. Há muito tempo me via sozinho no lado da risca dos que o declaravam inocente das acusações malsãs. Será tão difícil ver a malandragem? Será tão difícil observar a situação de acusação e sentir que algo está cheirando mal ali, como por exemplo, uma difamação caluniosa, maldosa, chantagista e puramente mercenária?</p>
<div id="attachment_697" class="wp-caption alignleft" style="width: 315px"><img class="size-full wp-image-697" title="michael-jackson-reconhecimento-pos-mortis-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/michael-jackson-reconhecimento-pos-mortis-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Le roi est mort... Vive le roi." width="305" height="243" /><p class="wp-caption-text">Le roi est mort... Vive le roi.</p></div>
<p>Sugiro aqui a leitura do texto “<em>O grande defeito do brasileiro é que ele não tem a coragem de defender</em>” do livro <strong><em>Quando é Preciso Ser Forte</em></strong>. Embora esteja mencionando uma nacionalidade específica, ele serve muito bem para ilustrar o comportamento que as pessoas têm de permitir que difamações sejam jogadas aos ventos contra alguém que não está presente para defender-se sozinho. A covardia é confortável: basta ficar quieto e deixar as calúnias ganharem terreno. Ou ainda pior, numa clara demonstração de personalidade frágil: agarrar a fofoca em uma mão e uma pedra na outra, e juntar-se ao grupo dos que atacam e humilham, por não ter forças para negar-lhes a razão.</p>
<p><strong>Texto obrigatório para ler a respeito de Michael Jackson, por DeRose:</strong></p>
<p><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/michael-jackson/">Uni-Yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/michael-jackson/</a></p>
<p>Texto muito bom de Luigi Poniwass sobre o ícone:</p>
<p><span style="color: #551a8b;">Portal.rpc.com.br/gazetadopovo/blog/anoitetoda?id=899779</span></p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; x &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;"><strong>O grande defeito do brasileiro é que ele não tem coragem de defender</strong><br />
<span>(extraído do livro <strong><em>Quando é preciso Ser Forte</em></strong>, do </span><a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose" target="_blank">Mestre DeRose</a><span>)</span></p>
<p>Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso voo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo “<em>isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa…</em>” e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. Não me contive e disse ao cavalheiro:</p>
<p>- Cale a boca! Eu já estive no seu país e lá é igual ou pior. Se o Brasil não o agrada, vá-se embora. Mas enquanto estiver aqui, comporte-se com a dignidade de um hóspede na casa que o acolhe!</p>
<p>A partir daí, todos passaram a concordar e recriminá-lo.</p>
<p>Noutra ocasião, eu estava descendo no elevador do edifício da Editora Nobel. O elevador parou em um andar, abriram-se as portas e um senhor estrangeiro perguntou: “<em>está descendo?</em>“. Respondi que sim. Ato contínuo, com a maior sem-cerimônia, o deseducado senhor entrou e começou a comentar:</p>
<p>- Está descendo, como o país. Também, com os políticos que o Brasil tem…</p>
<p>Mais uma vez, não pude ficar calado e respondi sério, sem muita cortesia:</p>
<p>- Os políticos do seu país são bem piores.</p>
<p>E fiquei encarando, olhos nos olhos, como quem vai partir para cima do outro. O estrangeiro deu um passo atrás, gaguejou e desculpou-se.</p>
<p>Mas o que é que os brasileiros geralmente fazem nessas situações?</p>
<p>Quase sempre concordam e entram no clima de falar mal do Brasil, ou de sua empresa, ou do seu amigo. “<em>Pois é. É por isso que o Brasil na vai prá frente</em>“; ou “<em>esta empresa é assim mesmo, só quer saber de explorar os empregados</em>“; ou “<em>É, o Fulano não tem jeito…</em>“. Será que é tão difícil defender? Será que não percebem o quanto é infame atacar e o quanto é canalha não defender?</p>
<p style="text-align: center;">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212; x &#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>Sentiu o tapa?</p>
<p>Quando surgir uma outra difamação na mídia ou num grupo de conversa, você será um forte ou um canalha?</p>
<p>Aprenda com a história.</p>
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		<title>Mudanças para mim e para a Meg</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 19:07:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dentro de poucos dias realizarei uma mudança de casa, e isso sempre toma tempo antes, durante e depois. Não bastasse a mudança de casa, ainda passarei por uma separação: Meg, minha cachorrinha, não poderá ficar conosco &#8211; eu e Sary &#8211; no apartamento, pois seria inviável. Criar uma cachorrinha desde muy pequenina e depois ter que separar-se dela não é mole. É duro para mim, mas considero uma mudança ainda maior para ela, cachorrinha, com uma natureza geneticamente arraigada de matilha. Quem tem um cãozinho sabe: onde você vai, ele vai; seja para ir até a esquina ou para dar um salto nas Cataratas do Niágara. O mundo pode estar caindo e a chuva pode ser de canivetes: se você está bem e está por perto, então tudo está bem. Lealdade é mesmo uma virtude muito nobre. Basta eu refletir e me lembrar desta característica da Meg e pronto, a situação se inverte e a separação começa a ser pior para mim do que para ela, pois essas características são fortes, belas e comoventes, a ponto de me fazer chorar as pitangas.</p>
<p>A vida é uma sucessão de experiências &#8211; para mim, para você, para todos&#8230; e para a Meg. Que ela tenha as suas, sem mim por perto, e que seja uma cachorrinha muito feliz, doce Meg.</p>
<div class="pie-gallery alignGalleryLeft">
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Quando era mais jovem." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh5.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkgsyAdBI/AAAAAAAAAi8/rMl08WMvi98/Meg-cachorrinha-sentada-linda-1-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh5.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkgsyAdBI/AAAAAAAAAi8/rMl08WMvi98/s160-c/Meg-cachorrinha-sentada-linda-1-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Quando era mais jovem." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">Quando era mais jovem.</p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="Elegantemente alerta." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh4.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg7Uyc_I/AAAAAAAAAjA/y9jM4WLF4pc/Meg-cachorrinha-sentada-linda-2-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh4.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg7Uyc_I/AAAAAAAAAjA/y9jM4WLF4pc/s160-c/Meg-cachorrinha-sentada-linda-2-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Elegantemente alerta." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">Elegantemente alerta.</p>
</div>
<div class="pie-item" style="margin:8px 8px 8px 8px;">
<p class="pie-img-wrapper"><a title="E muito, muito fofinha..." rel="lightbox[2009-5-5-16-8-2]" href="http://lh3.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg_tN_mI/AAAAAAAAAjE/ARFMvRQD-e8/Meg-cachorrinha-linda-rostinho-blog-alexandre-montagna.jpg?imgmax=640"><img class="pie-img" src="http://lh3.ggpht.com/_rPeja6QgCYA/SjKkg_tN_mI/AAAAAAAAAjE/ARFMvRQD-e8/s160-c/Meg-cachorrinha-linda-rostinho-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="E muito, muito fofinha..." width="160" height="160" /></a></p>
<p class="pie-caption" style="width: 160;">E muito, muito fofinha&#8230;</p>
</div>
</div>
<p style="text-align: center;"><strong>Lealdade</strong></p>
<div style="text-align: center;"><object width="470" height="353" data="http://video.rutube.ru/b0fcd305c874b312de16cea6c515edfa" type="application/x-shockwave-flash"><param name="wmode" value="window" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="flashVars" value="uid=3235325" /><param name="src" value="http://video.rutube.ru/b0fcd305c874b312de16cea6c515edfa" /><param name="flashvars" value="uid=3235325" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: right;"><em>Não há nada mais lindo que ser leal. Leal quando todos os demais já deixaram de sê-lo. Leal quando todas as evidências apontam contra o seu ente querido, pessoa amada, colega ou companheiro, mas você não teme comprometer-se e mantém-se leal até o fim.<br />
Realmente, não há nada mais nobre que a lealdade, especialmente numa época em que tão poucos preservam essa virtude.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>DeRose</em></p>
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		<title>Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_532" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-532" title="gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos.jpg" alt="Está no ar." width="200" height="130" /><p class="wp-caption-text">Está no ar.</p></div>
<p>Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre foi assim, mas o problema é que parece que essa doença se alastra pelo ar, e não somente pela ingestão dos cadáveres de bicho morto. Os papadefuntos dessa vez conseguiram mesmo bagunçar a coisa. De qualquer forma, o organismo contaminado por defuntos está comprometido e, logo, mais propenso a desenvolver doenças que não vingariam em organismos mais saudáveis, como o dos vegetarianos. Contudo, torço para que não chegue por aqui, pois não quero colocar meu supersistema imunológico à prova.</p>
<p style="text-align: right; "><em>Surto iniciado no México, único a registrar mortes,<br />
atinge EUA, Canadá e Espanha.<br />
<a href="http://g1.globo.com/" target="_blank"> g1.globo.com</a></em></p>
<p>Assista a esta gravação da <em>webclass</em> do Mestre DeRose sobre vegetarianismo, gravada há uns 5 anos atrás. É um trecho que cai muito bem para este assunto que abordamos no post:</p>
<h2 style="text-align: center;">DeRose WebClass</h2>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w</a></div>
<p>Comer carnes é uma má escolha.<br />
Tudo bem. A má escolha percebida e refletida traz a experiência que conduz à boa escolha.</p>
<p>Para reforçar a leitura:<br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/qual-e-a-alimentacao-das-indias/" target="_blank"> Blog do DeRose &#8211; Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/sou-vegetariano-ha-49-anos-e-estou-muito-bem-obrigado/" target="_blank">Blog do DeRose &#8211; 1960 – Tornei-me vegetariano</a></p>
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		<title>Como você vê o Brasil no presente e no futuro? Não tão bem quanto os estrangeiros, eu suponho.</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Apr 2009 17:22:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sugiro que você leia um texto que a prof. Letícia Ziebell divulgou em seu blog: http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html. Só para ter uma ideia do teor do texto, ele começa assim: &#8220;Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil[...]&#8220;. Começou bem, não é mesmo? Clique no link e leia o restante. Se você repassa e-mails [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-331" title="olho_brasil_blog" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/olho_brasil_blog.jpg" alt="olho_brasil_blog" width="220" height="146" />Sugiro que você leia um texto que a prof. Letícia Ziebell divulgou em seu blog: <a href="http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html">http://leticiaziebell.blogspot.com/2009/03/brasil.html</a>. Só para ter uma ideia do teor do texto, ele começa assim: &#8220;<em>Os brasileiros acham que o mundo todo presta, menos o Brasil[...]</em>&#8220;. Começou bem, não é mesmo? Clique no link e leia o restante.</p>
<p>Se você repassa e-mails falando mal dos políticos brasileiros, como o Lula, meus pêsames. Você é mais uma dessas pessoas que contribuem para a insatisfação com o próprio país, ao mesmo tempo que, pelo outro lado, não contribuem em nada para melhorar coisa alguma. Desde quando corrente de e-mail funciona para limpar a corrupção ou provocar impeachment? Agora, outra pergunta: de onde você acha que vem os políticos? Eles não vem de uma outra dimensão ou de outra realidade. Eles são o povo. O povo é a matéria-prima, a farinha. Se esta farinha está estragada, o pão não ficará bom. Se a política está ruim, é porque o povo deve mudar. Há de haver um basta nas reclamações sobre o nosso país ou sobre os nossos políticos. Se você quer mudar o Brasil em algum aspecto, mude você primeiro. (este é um slogan da Uni-Yôga: <em><strong>mude o mundo: comece por você</strong></em>). E há uma outra frase-irmã, atribuída a Gandhi: &#8220;seja a mudança que você deseja ver no mundo&#8221;. Não poderia ser mais verdadeira.</p>
<p>Não faz sentido querer que os políticos sejam honestos se você, no dia-a-dia, em um nível ou noutro, falta com a ética ou com a verdade. A atitude é a mesma. Muitos dos que reclamam das malandragens do governo, no fundo só estão externando a amargura de não estar no poder para fazer a mesmíssima coisa. Além do mais, isto aqui não é um país: é um continente! E, para um continente com identidade de país, ele até que está muito bem administrado. Aliás, reforço que leia o post da Letícia Ziebell que mencionei acima. Abaixo, um texto de autoria do DeRose e depois um vídeo muito alegre.<br />
 </p>
<p style="text-align: center;"><strong>O grande defeito do brasileiro é que ele não tem coragem de defender</strong><br />
<span style="font-size: .9em;">(extraído do livro <strong><em>Quando é preciso Ser Forte</em></strong>, do Mestre DeRose)</span></p>
<p>Como já ouvi dizer, deve ser complexo de ex-colônia! O brasileiro não tem peito para enfrentar quem esteja insultando seu amigo, sua empresa, seu país. Certa vez eu estava no Aeroporto Internacional de Guarulhos e o nosso voo sofreu atraso devido a problemas técnicos na aeronave. Na sala de embarque um senhor estrangeiro, revoltado, começou a proferir comentários deselegantes do tipo &#8220;<em>isso só acontece aqui, porque se fosse na Europa&#8230;</em>&#8221; e todos os brasileiros em volta mantinham-se calados, cabisbaixos. Não me convite e disse ao cavalheiro:</p>
<p>- Cale a boca! Eu já estive no seu país e lá é igual ou pior. Se o Brasil não o agrada, vá-se embora. Mas enquanto estiver aqui, comporte-se com a dignidade de um hóspede na casa que o acolhe!</p>
<p>A partir daí, todos passaram a concordar e recriminá-lo.</p>
<p>Noutra ocasião, eu estava descendo no elevador do edifício da Editora Nobel. O elevador parou em um andar, abriram-se as portas e um senhor estrangeiro perguntou: &#8220;<em>está descendo?</em>&#8220;. Respondi que sim. Ato contínuo, com a maior sem-cerimônia, o deseducado senhor entrou e começou a comentar:</p>
<p>- Está descendo, como o país. Também, com os políticos que o Brasil tem&#8230;</p>
<p>Mais uma vez, não pude ficar calado e respondi sério, sem muita cortesia:</p>
<p>- Os políticos do seu país são bem piores.</p>
<p>E fiquei encarando, olhos nos olhos, como quem vai partir para cima do outro. O estrangeiro deu um passo atrás, gaguejou e desculpou-se.</p>
<p>Mas o que é que os brasileiros geralmente fazem nessas situações?</p>
<p>Quase sempre concordam e entram no clima de falar mal do Brasil, ou de sua empresa, ou do seu amigo. &#8220;<em>Pois é. É por isso que o Brasil na vai prá frente</em>&#8220;; ou &#8220;<em>esta empresa é assim mesmo, só quer saber de explorar os empregados</em>&#8220;; ou &#8220;<em>É, o Fulano não tem jeito&#8230;</em>&#8220;. Será que é tão difícil defender? Será que não percebem o quanto é infame atacar e o quanto é canalha não defender?</p>
<div style="text-align: center;"><strong>Obama comenta a respeito de Lula:</strong><br />
<object width="600" height="490" data="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" type="application/x-shockwave-flash"><param name="quality" value="high" /><param name="FlashVars" value="midiaId=994072&amp;autoStart=false&amp;width=600&amp;height=490" /><param name="src" value="http://video.globo.com/Portal/videos/cda/player/player.swf" /><param name="flashvars" value="midiaId=994072&amp;autoStart=false&amp;width=600&amp;height=490" /></object></div>
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		<title>O que é o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.</p>
<p>Ou de forma mais extensa:</p>
<p>O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.</p>
<p>Listando por tópico, facilita a compreensão:</p>
<ul>
<li>uma proposta de life style;</li>
<li>com ênfase em boa qualidade de vida;</li>
<li>boas maneiras;</li>
<li>boas relações humanas:</li>
<li>boa cultura;</li>
<li>boa alimentação;</li>
<li>boa forma;</li>
<li>reeducação respiratória;</li>
<li>administração do stress;</li>
<li>as técnicas orgânicas;</li>
<li>tônus muscular;</li>
<li>flexibilidade;</li>
<li>concentração e meditação;</li>
<li>a consequência final é o autoconhecimento.</li>
</ul>
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		<title>Receita do chai, a tradicional bebida indiana</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 05:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita de chai indiano (pronuncie &#8220;tchai&#8221;) “Aceita um chai?” Escrito por DeRose (www.MetodoDeRose.org/blog). Assista a um vídeo com a receita no YouTube. Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Receita de chai indiano</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><em>(pronuncie &#8220;tchai&#8221;)</em></p>
<h2 style="text-align: center;">“Aceita um chai?”</h2>
<p style="text-align: center;">Escrito por DeRose (<a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">www.MetodoDeRose.org/blog</a>). Assista a um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank">vídeo com a receita no YouTube</a>.</p>
<div id="attachment_1729" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1729" title="derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose ensina a fazer o chai indiano</p></div>
<p style="text-align: left;"><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chazinhos naturébas, não!</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.</q></p>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em; font-weight: bold;"><strong>Como preparar o chai<br />
(Texto extraído do livro </strong><em>Alimentação biológica</em><strong>, do Comendador DeRose)</strong></p>
<p>Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples.</p>
<p>Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está pronto! Retiram do fogo e servem.</p>
<p>No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante artificial é execrável.</p>
<p><em>Masala tea</em>, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado <em>tea masala</em>. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa <em>blend</em>. Basta colocar um pouco do pó, a gosto.</p>
<p><em>Ginger tea</em>, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso, deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai.</p>
<p>Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha e esmagamo-las com uma faca ou pilão.</p>
<p>É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou do cardamomo.</p>
<p>Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano. No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se abastecer.</p>
<p>E um bom chai para você!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita-padrão do chai do Método DeRose</strong></h1>
<p>O chá indiano de especiarias faz parte da rotina dos alunos do Método DeRose. Antes ou depois da prática há sempre um momento para o chai e uma boa conversa.</p>
<p>INGREDIENTES PARA UM AUTÊNTICO CHAI:</p>
<p>- 500 ml de água;<br />
- Meio copo de gengibre ralado.<br />
- 500 ml de leite;<br />
- 5 sementes de cardamomo;<br />
- 2 unidades de canela em pau;<br />
- 6 colheres (de sopa) de açúcar;<br />
- 3 colheres (de sopa) de chá preto;</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita do chai indiano &#8211; versão alternativa</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Esta receita foi muito utilizada na década de 90 nas escolas da Universidade de Yôga.<br />
Você pode fazer o <a href="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/receita-chai-indiano-yoga-blog-alexandre-montagna.pdf" target="_blank">download desta receita do chai no formado PDF</a>.</p>
<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/abelha-chai-blog-alexandre-montagna/" rel="attachment wp-att-1876"><img class="size-full wp-image-1876" title="Bee Movie - Abelhas amam chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/abelha-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="Abelhas amam chai" width="200" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Talvez, no preparo, o açúcar chame abelhinhas, a menos que você feche as portas da cozinha.</p></div>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>• 2 litros de água mineral<br />
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado<br />
• 2 paus de canela<br />
• 1 copo de gengibre ralado<br />
• ½ copo de leite em pó (Ninho)<br />
• 2 colheres de chá preto inglês<br />
• 5 sementes de cardamomo</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>1. Medir 2 litros de água<br />
2. Separar 200ml da água para diluir o leite<br />
3. Por o restante da água a ferver<br />
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar<br />
5. Lavar e ralar o gengibre<br />
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda<br />
7. Adicionar o gengibre e misturar bem<br />
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo<br />
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar 5 minutos<br />
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer por mais 1 minuto<br />
11. Desligar o fogo e adicionar as 2 colheres de chá preto. Aguardar 1 minuto<br />
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai<br />
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar<br />
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica<br />
15. Pronto para servir</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita chai &#8211; versão de desespero e emergencial</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Caso falte leite na sua casa, mas tenha leite condensado, será tolerado fazer a receita que segue:</p>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>1 litro de água<br />
1 lata de leite condensado (ou menos)<br />
½ xícara de canela em rama picada<br />
½ xícara de gengibre ralado<br />
10 cravos da Índia<br />
1 colher de sopa de chá preto</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Em 1 litro de água esquente o gengibre, a canela e o cravo. Desligue o fogo quando a água ferver. Em seguida, acrescente o leite condensado e o chá preto. Depois, misture os ingredientes, tampe e deixe em infusão por 10min. Coe numa peneira fina e estará pronto para servir.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-280" title="chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/chai.jpg" alt="Uma delícia chamada chai" width="600" height="226" /><p class="wp-caption-text">Uma delícia chamada chai</p></div>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em;">Como a Nossa Cultura influenciou o mundo: o chai<br />
(<a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/como-a-nossa-cultura-influenciou-o-mundo-4-o-chai/" target="_blank">Texto extraído do Blog do DeRose</a>)</p>
<blockquote><p>Em 1975 viajei à Índia pela primeira vez. Depois, anualmente durante vinte e quatro anos. Ao retornar da primeira viagem, comecei a oferecer o chai aos alunos. Todos gostaram, mas a ideia não pegou. Eu só tinha uma escola e no Rio de Janeiro, na época, argumentava-se que o chai era quente e não deveria servir para o Rio, que tinha elevadas temperaturas. Eu contra-argumentava que se fosse assim, ninguém deveria tomar cafezinho quente e isso era (e ainda é) uma mania nacional.</p>
<div id="attachment_1922" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/derose-viagem-londres/" rel="attachment wp-att-1922"><img class="size-full wp-image-1922" title="derose-viagem-londres" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-viagem-londres.jpg" alt="" width="165" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose em Londres, 2011</p></div>
<p>Passaram-se os anos, repetiram-se as viagens à Índia e eu insistia no chai. A nossa rede cresceu e expandiu-se por quase todo o país, bem como por Portugal, Argentina e, mais tarde, pela França, Inglaterra, Itália, Espanha, Estados Unidos etc.</p>
<p>Mas, curiosamente, embora todos declarassem que gostavam do chai, a ideia não pegava. O paradigma ocidental contemporâneo era de que uma escola de hinduísmo no Ocidente tinha que ter chazinho naturéba. Você sabe: aquelas infusões muito boas para a saúde, mas com gosto ruim. Acontece que não trabalhamos com terapia, nem com gente doente. Mas o pior era o fato de que esse costume constituía um falso estereótipo e nós somos contra estereótipos, especialmente os falsos.</p>
<p>Um dia perdi a paciência e disse que a escola que insistisse em servir “chazinhos” naturébas não estava alinhada conosco. Que o chá da Índia era o chai e que eu não queria ver outro que não fosse o chai nas nossas escolas. Aí, funcionou! Todas as nossas escolas começaram a servir o chai e assim o fizemos durante alguns anos.</p>
<p>Pouco a pouco, vimos aparecer o chai nesta e naquela casa de chá, bem como em alguns restaurantes mais finos. Mais algum tempo se passou e o chai se fez presente em algumas entidades culturais. Ele já estava bem popular quando a rede Globo lançou uma novela inspirada na Índia. Nossos milhares de alunos que eram aficcionados do chai exultaram ao ver na TV a nossa bebida institucional. Daí para a frente, passamos a encontrar chai em toda parte, alguns deles intragáveis. Em muitos restaurantes, inseriam no cardápio uma explanação que era a cópia literal dos nossos textos explicativos sobre o chai.</p>
<p>Por tudo o que foi descrito, julgamos que fomos nós que introduzimos o chai no Brasil, Argentina e Portugal.</p></blockquote>
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