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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; cultura</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Faça amor, não faça pornô</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 11:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html Artigos possivelmente relacionados:Comercial das Havaianas com a velhinha moderninhaSaryFrase para carregar no coração e pendurar na porta de casaA mente atrás do rosto (personam) e os jogos de poderSuperpopulação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1988" title="amor-porno-sexo-filosofia-shakta-shaktism-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/amor-porno-sexo-filosofia-shakta-shaktism-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="600" height="374" /></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html">http://revistatpm.uol.com.br/revista/112/reportagens/faca-amor-nao-faca-porno.html</a></p>
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		<title>Guru e gurují</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Sep 2011 03:13:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Guru Na Índia, o termo guru significa professor, e designa qualquer instrutor, professor ou Mestre de qualquer arte ou ciência. Logo, há o guru de violão, o guru de inglês, o guru de biologia etc. No ocidente, este termo possui conotação pejorativa de espertalhão espiritual e outras coisas esotéricas. Por este motivo, não é conveniente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1954" title="guru-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/guru-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="200" height="159" /></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Guru</strong></p>
<p>Na Índia, o termo <em>guru</em> significa professor, e designa qualquer instrutor, professor ou Mestre de qualquer arte ou ciência. Logo, há o guru de violão, o guru de inglês, o guru de biologia etc. <span style="text-decoration: underline;">No ocidente, este termo possui conotação pejorativa</span> de espertalhão espiritual e outras coisas esotéricas. Por este motivo, não é conveniente utilizar esta palavra bonitinha, nem a de baixo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Gurují</strong></p>
<p>Utiliza-se o sufixo <em>jí</em> para tornar o apelido carinhoso. Portanto, gurují pode equivaler às expressões &#8220;querido professor&#8221; ou &#8220;estimado professor&#8221;. Na língua portuguesa seria &#8220;professorzinho&#8221;, porque para tornar um nome carinhoso nós o colocamos no diminutivo, motivo pelo qual às vezes deixa-se de chamar alguém pelo vocativo carinhoso simplesmente porque esta pessoa cresceu.</p>
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		<title>&#8220;Eu vou morar com ela&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 01:57:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Por acaso, ao fazer uma visita à casa da minha sogra e cunhado, acabei fazendo algo cujo tempo não me dou ao luxo de perder: assistir à programação da televisão no &#8220;horário nobre&#8221;. Naquele momento passava a entrevista da Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da presidenta eleita Dilma Rousseff, e eu escutei muito bem o que foi dito e pronunciado na íntegra (nem tão íntegro assim, pois o vídeo já foi editado e cortado ao bel prazer da emissora). E depois vi a chamada no website. Acho de uma baixeza incrível a maneira como reduziram e estupidificaram a entrevista com a seguinte chamada:</p>
<p><a rel="attachment wp-att-1724" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/eu-vou-morar-com-ela/eu-vou-morar-com-ela-blog-alexandre-montagna/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1724" title="eu-vou-morar-com-ela-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/11/eu-vou-morar-com-ela-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="323" height="139" /></a></p>
<p>Em nenhum momento a tônica da entrevista foi essa. Com seus 86 anos de lucidez, Dilma Jane foi muito elegante e respondeu diversas perguntas &#8211; inclusive as bestas &#8211; com gentileza à jornalista. Em nenhuma parte da conversa deu margem para a interpretação de que irá se aproveitar dos requintes da filha, ser uma mãe coruja grudenta na filhota, ou &#8211; quiçá &#8211; uma parasita que usufruirá das mordomias governamentais. Resta-me deplorar a atitude da imprensa. É por isso que eu <span style="text-decoration: underline;">não acredito</span> no que leio nos jornais e revistas<strong>. </strong>Quem <em>acredita </em>em notícias é um <em>crente</em>. Eu me informo sim, mas com reservas e muito senso crítico ao ler, e sugiro isso a todos! <strong>Eles inventam. E quando não inventam, diminuem o que querem, aumentam o que querem e distorcem o que querem</strong>.</p>
<p>Este <em>post</em> reforça o <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/profissao/voce-sabe-quais-sao-os-outros-axiomas/" target="_blank">axioma</a>: &#8220;<strong>nada é aquilo que parece ser</strong>&#8220;.</p>
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		<title>Nem Dilma, nem Serra: eu e tu!</title>
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		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 13:00:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Bom dia! Hoje é o dia em que um novo presidente será eleito e mudará o Brasil, dando saúde, trabalho, educação, segurança, cultura e progresso à nação! &#8230;mentira! (Ou, pelo menos, nem tanta verdade!) Sim, vota. Esta escolha é um brinde à democracia e faz diferença. Mas já nem tanta. Se quiseres realmente mudar o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Bom dia!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Hoje é o dia em que um novo presidente será eleito e mudará o Brasil,<br />
dando saúde, trabalho, educação, segurança, cultura e progresso à nação!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>&#8230;mentira! (Ou, pelo menos, nem tanta verdade!)</strong></em></p>
<p>Sim, vota. Esta escolha é um brinde à democracia e faz diferença. Mas já nem tanta. Se quiseres realmente mudar o país, será preciso mais do que apertar alguns números e o botão &#8220;<em>confirma</em>&#8220;. O presidente é 1, e os brasileiros são 192 milhões. Quem faz a diferença de fato é essa tropa toda. Eu e tu.</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Mude o mundo, comece por você!&#8221;</em><br />
(Slogan do Método DeRose utilizado na década passada)</p>
<p>No capitalismo, as empresas são poderosas ferramentas de transformação e progresso da sociedade (e, às vezes, são mais ricas do que o governo do país em que atuam). Inclina a tua empresa às causas sociais da tua região, diminuindo a pobreza e a carência de educação dos teus conterrâneos e consultando especialistas para que esta ajuda aos necessitados te ajude a reduzir os impostos (afinal os impostos servem para fazer isto que já estarás fazendo, mas com a certeza de que o dinheiro não será desviado ou parará em cuecas). Não importa se tens uma microempresa ou uma multinacional: ambas podem ajudar. E aos que não têm empresa é possível contribuir de diversas outras formas.</p>
<p>Para melhorar a economia, compra produtos nacionais para fazer com que o dinheiro fique por aqui, girando e nos enriquecendo, ao invés de partir para o estrangeiro. Pede, sempre que possível, o nosso guaraná, o nosso computador, os nossos eletrodomésticos, as nossas sandálias, os nossos sabonetes, nosso açúcar, nosso arroz, nossa cultura. Não é para comprar produto ruim só por ser nacional, mas apenas valorizar o que é nosso, comprando o que é bom.</p>
<p>Para melhorar o clima do país, muda a ti mesmo. Sê legal no trânsito. Dá sorrisos ao companheiro de elevador e à atendente do caixa. São coisas pequenas, sim. Mas estas gentis miudezas poderão mudar o dia do teu próximo e até mesmo mudar vidas: as dos outros e a tua! Não joga lixo no chão, nem um reles papel de bala. O nome disso é <em>porquice</em> e denuncia o quanto não sabes viver dentro de uma contingência. Imagina 192 milhões de papéis de bala no chão diariamente. 192 milhões de chicletes nas calçadas. Sem contar nos 192 milhões que reclamam do governo, do presidente, do prefeito. Os milhões que apontam o dedo à corrupção mas fariam o mesmo se estivessem no meio do dinheiro, querendo salvar o seu sob o pretexto de &#8220;que todo mundo faz isso&#8221;.</p>
<p>Por outro lado, imagina cada um dos 192 milhões de brasileiros batendo no peito e chamando para si a responsabilidade da ação e da mudança. Articulando as melhorias da <span style="text-decoration: underline;">educação nas escolas</span>, qualidade nos hospitais e ruas de suas próprias cidades e bairros com patrocínio das empresas locais, e não necessariamente da prefeitura. Assim, teríamos o país inteiro mudando e &#8211; pasme &#8211; sem a necessidade de governantes! Não é uma apologia ao anarquismo (sociedade sem governo), mas à consciência absoluta da verdadeira cidadania.</p>
<p>Os 192 milhões têm diariamente a capacidade de mudar o país, e não podem desperdiçar este sagrado poder lavando as mãos e achando que estão cumprindo seu papel de cidadão de 4 em 4 anos. Quem pode realmente mudar não é Dilma nem Serra: somos eu e tu!</p>
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		<title>&#8220;Tom e Jerry&#8221; e a Música Clássica</title>
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		<pubDate>Thu, 21 Oct 2010 11:08:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Amo a maneira como inseriram a Música Clássica em nossa infância. httpv://www.youtube.com/watch?v=k4SFHCWKb3g O desenho começa tocando Liszt Hugarian Rhapsody No. 2 e depois faz um pout-pourri. Artigos possivelmente relacionados:Wolfgang e JohannTributo a Caymmi&#8220;Eu vou morar com ela&#8221;Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casaFaça amor, não faça pornô]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Amo a maneira como inseriram a Música Clássica em nossa infância.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=k4SFHCWKb3g">httpv://www.youtube.com/watch?v=k4SFHCWKb3g</a></p>
<p>O desenho começa tocando <em>Liszt Hugarian Rhapsody No. 2</em> e depois faz um <em>pout-pourri</em>.</p>
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		<title>Wolfgang e Johann</title>
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		<pubDate>Sat, 16 Oct 2010 01:28:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um post na categoria de cultura geral para informar sobre música e oferecer uma bem-humorada sugestão de nomes aos seus filhos. Wolfgang Wolfgang, em alemão, significa o lobo viajante, e é um nome para lá de forte. Wolfgang! Bem que um dos filhos meus poderia se chamar Wolfgang! Wolfgangs mais conhecidos: Wolfgang Amadeus Mozart (para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um post na categoria de cultura geral para informar sobre música e oferecer uma bem-humorada sugestão de nomes aos seus filhos.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Wolfgang</strong></h2>
<div id="attachment_1639" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1639" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/wolfgang-e-johann/wolfgang-amadeus-mozart-blog-alexandre-montagna-2/"><img class="size-full wp-image-1639" title="Wolfgang-Amadeus-Mozart-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/Wolfgang-Amadeus-Mozart-blog-alexandre-montagna1.jpg" alt="Wolfgang Mozart" width="200" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Wolfgang Mozart</p></div>
<p>Wolfgang, em alemão, significa o <em>lobo viajante</em>, e é um nome para lá de forte. Wolfgang! Bem que um dos filhos meus poderia se chamar Wolfgang!</p>
<p>Wolfgangs mais conhecidos:</p>
<ul>
<li><a title="Wolfgang Amadeus Mozart" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolfgang_Amadeus_Mozart" target="_blank">Wolfgang Amadeus Mozart</a> (para parecer culto e intelectual, a partir de agora chame o Mozart de Wolfgang).</li>
<li><a title="Wolfgang Petersen" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolfgang_Petersen" target="_blank">Wolfgang Petersen</a> (este cara trabalhou naquele clássico filme <em>História Sem Fim</em>, entre outros muito bons).</li>
<li><a title="Johann Wolfgang von Goethe" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Wolfgang_von_Goethe" target="_blank">Johann Wolfgang von Goethe</a> (o mais importante escritor alemão, cuja obra influenciou a literatura de todo o mundo).</li>
</ul>
<p>Entre os nomes derivados de Wolfgang, existe o <em>Wolfram</em>, que batizou o serviço de pesquisa <a href="http://www.wolframalpha.com/" target="_blank">WolframAlpha</a>.</p>
<h2 style="text-align: center;"><strong>Johann (e </strong>Johannes)</h2>
<div id="attachment_1632" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-1632" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/wolfgang-e-johann/stieler-joseph-karl-beethoven-mit-der-missa-solemnis-olgemalde-1819/"><img class="size-full wp-image-1632 " title="Stieler, Joseph Karl: Beethoven mit der Missa solemnis Ölgemälde, 1819" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/10/Ludwig-van-Beethoven-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Beethoven" width="200" height="268" /></a><p class="wp-caption-text">Beethoven escreveu uma música destinada a ilustrar a peça teatral Egmont, de Johann Wolfgang von Goethe. Os gênios se encontram.</p></div>
<p>Johann (lê-se &#8220;iôrran&#8221;) é o nome cuja raiz etimológica deu origem a João, Jean, Iorrana etc. Johann é um nome recorrente entre os gênios da música:</p>
<ul>
<li><a title="Johann Sebastian Bach" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Sebastian_Bach">Johann Sebastian Bach</a> (o famoso Bach, um dos três &#8220;Bs&#8221; da música, junto com Brahms e Beethoven)</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johann_Pachelbel" target="_blank">Johann Pachelbel</a> (o homem que elaborou o lindo Cânone em Ré Maior)</li>
<li><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Johannes_Brahms" target="_blank">Johannes Brahms</a> (o famoso Brahms, outro dos três &#8220;Bs&#8221;)</li>
</ul>
<p>Além destes, <em>Johann</em> Nepomuk Hummel foi o mais famoso dos alunos de Mozart.</p>
<p>É interessante perceber que a leitura é &#8220;iôrran&#8221;, apesar de começar com a letra <em>j</em>. Acho curiosa a ligação entre a letra <em>j</em> e a letra <em>i</em>: são tracinhos quase idênticos com um pingo em cima, e suas pronúncias se mesclam em diversos idiomas. Até Jesus em muitos bolsões linguísticos tem seu nome pronunciado como &#8220;iêshua&#8221; (mas grafa-se Yêshua, Joshua etc).</p>
<p>A minha sugestão é que você vá atrás das obras de todos estes virtuoses para deliciar-se.</p>
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		<title>Tributo a Caymmi</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 06:35:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para não dizer que nunca coloco músicas no blog: assista este trecho de um show antológico gravado em 18 de outubro de 1978 em Milão, na Itália. Tributo a Caymmi http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA Garota de Ipanema http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg Artigos possivelmente relacionados:&#8220;Tom e Jerry&#8221; e a Música ClássicaWolfgang e JohannNem Dilma, nem Serra: eu e tu!Frase para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para não dizer que nunca coloco músicas no blog: assista este trecho de um show antológico gravado em 18 de outubro de 1978 em Milão, na Itália.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Tributo a Caymmi</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA">http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA">http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA</a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Garota de Ipanema</strong></p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg">http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg</a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg">http://www.youtube.com/watch?v=0FEj8HCsBUg</a></p>
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		<title>Comercial das Havaianas com a velhinha moderninha</title>
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		<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 00:13:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os publicitários da marca Havaianas promoveram um vídeo muito interessante e bem-humorado recentemente, com o diálogo entre uma avó moderninha e sua charmosa neta. A velhinha trata do sexo sem tabus e minhocas mentais, mas adivinhe só o que acontece? Depois do anúncio ter sido veiculado, a empresa recebeu diversas críticas negativas de conservadores que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os publicitários da marca Havaianas promoveram um vídeo muito interessante e bem-humorado recentemente, com o diálogo entre uma avó moderninha e sua charmosa neta. A velhinha trata do sexo sem tabus e minhocas mentais, mas adivinhe só o que acontece? Depois do anúncio ter sido veiculado, a empresa recebeu diversas críticas negativas de conservadores que não gostaram dessa maneira soltinha e desreprimida. Felizmente, as Havaianas realizaram um segundo anúncio em resposta, cujo posicionamento foi belo e elegante. Veja:</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/1dywYVPJMik&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/1dywYVPJMik&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xcc2550&amp;color2=0xe87a9f&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=1dywYVPJMik">http://www.youtube.com/watch?v=1dywYVPJMik</a></p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="340" height="285" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7SUROVX9Y6g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="340" height="285" src="http://www.youtube.com/v/7SUROVX9Y6g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x402061&amp;color2=0x9461ca&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=7SUROVX9Y6g">http://www.youtube.com/watch?v=7SUROVX9Y6g</a></div>
<h3 style="text-align: center;">Previsão otimista</h3>
<p>Falta poucas décadas para boa parte do mundo ocidental estar livre dos velhos conceitos equivocados a respeito de sexo e toda a ética humana. Religião será apenas a cósmica, mas sequer será chamada assim: terá outro nome, mais bonito e que não remeta a crenças. As que conhecemos hoje serão seitas em decadência, e a boa filosofia ganhará seu devido lugar no alto do pedestal. Aí, as Havaianas poderão retornar com seu comercial e todos poderão usufruir da genial criatividade dos publicitários sem medos, demos, preconceitos, tabus, culpa e pecado.</p>
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		<title>Yôga não é para todo mundo</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 18:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A caminhada do Yôga pode ser resumida na palavra evolução. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A caminhada do <strong>Yôga </strong>pode ser resumida na palavra <strong>evolução</strong>. Para evoluir é preciso mudar, melhorar, aprimorar hábitos e condicionamentos. Isso inclui refinar hábitos alimentares e comportamentais, bem como ampliar o espectro da sutileza em todos os planos da existência. Se me permite acrescentar mais um ponto, penso que tratar com muito respeito o espaço vital dos outros seres vivos sobre a Terra é uma das principais evoluções que a filosofia preconiza. Analisando dessa forma, vemos que o Yôga não é para todo mundo. Muitos não querem saber de mudar coisa alguma e evoluir é um verbo que não aparece em seus dicionários. Aliás, geralmente quem não tem preparo cultural para praticar Yôga sequer tem um dicionário em casa. Se você não tem, não vá ficar zangado por vestir esse capuz! Reprograme suas sinapses cerebrais e, ao invés de zangar-se, comporte-se como um bom praticante do <strong>Método DeRose </strong>e me agradeça pelo incentivo para adquirir um majestoso exemplar <em>Houaiss</em>. Chamar dicionário de &#8220;<em>amansa-burro</em>&#8221; não é com a gente. Que absurdo! Como diz minha mãe, burro é quem não quer saber; o inteligente é sedento por conhecimento e vai atrás. Logo, dicionário é &#8220;<em>amansa-inteligente</em>&#8220;.</p>
<p>Tenho profunda convicção de que todas as pessoas do mundo podem realizar esta evolução, mas algumas estão muito aquém do que se espera de uma pessoa digna e sensível, e seria necessário despender muito tempo e energia para ajudá-las a abrir os olhos. Espero que você não seja assim. Espero que a semente da sede pela expansão da consciência e lucidez desabroche com força em você. Que você cultive carinho pela mudança e pelo seu aprimoramento pessoal. E juntos caminhemos na direção na qual a Humanidade, aos trancos e barrancos, apenas engatinha.</p>
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		<title>Um texto meu no &#8220;Livre Pensar do Yôga&#8221;</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 15:08:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado Livre Pensar do Yôga, gerenciado pelo meu amigo Caio Melo e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura. Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no Livre Pensar, enviei meu texto, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_872" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><a href="http://www.livrepensardoyoga.com/"><img class="size-full wp-image-872" title="livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/livre-pensar-do-yoga-swasthya-textos-metodo-derose-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Imagem característica do portal" width="600" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Shiva, o criador mitológico do Yôga, ilustra o portal.</p></div>
<p>Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado <strong>Livre Pensar do Yôga</strong>, gerenciado pelo meu amigo <a href="http://www.paraviverbem.com.br/" target="_blank">Caio Melo</a> e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura.</p>
<p>Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no <em>Livre Pensar</em>, enviei meu texto, pois achei cabido e gentil compartilhar minhas ideias noutros sites que me permitam fazer isso. O artigo chama-se <strong><em>Método DeRose é uma Cultura</em></strong>, e você pode encontrá-lo neste link: <a href="http://www.livrepensardoyoga.com/">LivrePensardoYoga.com</a>. Acesse!</p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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		<title>O que é terapia? Cultura não é! Patch Adams concorda.</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 18:53:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos vários assuntos de ontem após terminar a aula foi terapia. A Ju (..liana Werlang) expôs sua dúvida em relação a este aspecto e também ao fato de rechaçarmos a confusão entre Yôga e terapia, bem como a fusão de Yôga com outras filosofias correlatas. Há diversas linhas técnicas, filosofias, correntes, metodologias que devem ser respeitadas, e Yôga é uma delas: deve-se praticar Yôga e só, sem misturar com outras técnicas orientais &#8211; independentemente se são elas boas ou não. O pior é que algumas vezes você lerá na parte distorcida da imprensa que Yôga é terapia. Será que é mesmo? Com certeza não! Terapia é ótima, mas não tem nada a ver com Yôga: terapia ou tratamento é a investida para remediar um problema de saúde. <strong>Yôga é cultura</strong>, é filosofia de vida, é arte também!</p>
<p>No filme <em>Patch Adams</em>, estrelado por Robin Williams, conhecemos o médico que ficou famoso por defender uma medicina mais humana e que aparece como um sujeito que tenta curar os pacientes com o riso. Contudo, parece que ele próprio tem algumas ressalvas quanto a esta imagem. O Patch Adams da vida real foi entrevistado no programa Roda Viva em 2007, e nessa entrevista ele fala sobre o termo &#8220;terapia&#8221;: &#8211; <em>&#8220;[...] quero corrigir a idéia de que rir seja uma terapia. Também nunca penso em música como terapia, nem em arte, nem em dança. Nunca precisam da palavra “terapia”, que é pequena para ajudar. A arte não precisa de ajuda da palavra “terapia”. É a cultura humana. </em><strong><em>Não fazemos terapia de cultura. Se estamos saudáveis, fazemos cultura</em></strong><em>.&#8221;</em></p>
<p>Precisa dizer algo mais? Faça Yôga antes que você precise. Não se faz Yôgaterapia. Se faz Yôga.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/TwH56O766qU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/TwH56O766qU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
Se o vídeo não estiver mais disponível no YouTube, acesse<br />
a <a href="http://www.rodaviva.fapesp.br/materia/182/entrevistados/patch_adams_2007.htm" target="_blank">entrevista diretamente no site do Roda Viva, com o vídeo</a>.</div>
<p>Agradecimento ao Alessandro Martins, que mencionou esta entrevista <a href="http://eupraticoyoga.com/2008/06/17/patch-adams-sobre-a-palavra-terapia-rir-nao-e-o-melhor-remedio/" target="_blank">originalmente em seu blog</a>.</p>
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		<title>Boa cultura</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 03:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[A Nossa Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Sámkhya: o Saber]]></category>
		<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Comportamento x ponto de vista Numa conversa, meu amigo Rogério Peres, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Comportamento x ponto de vista</strong></p>
<p>Numa conversa, meu amigo <a href="http://www.rogerioperes.com" target="_blank">Rogério Peres</a>, citando sua companheira Margareth Peres, colocou uma questão interessante sobre a relação entre  ponto de vista e comportamento que levantou a reflexão: em qual é melhor atuar? Nosso corpo é uma via de mão dupla: se por um lado o ponto de vista define o comportamento, por outro lado o comportamento atua no ponto de vista. A visão de mundo, enquanto não se manifestar no comportamento, é subjetiva e neutra; o comportamento do indivíduo, por outro lado, é objetivo e afeta o meio, o grupo, a coletividade. Definitivamente, é melhor atuar no comportamento, pois além de ser o que nos afeta de imediato, é o caminho mais fácil e com menos espinhos. Mudar a cabeça de um vivente é algo muy trabalhoso, dependendo do vivente. Atuemos majoritariamente na área comportamental, e deixemos que os pontos de vista aprimorem-se naturalmente com o tempo.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Boa cultura</strong></p>
<p>A cultura de um povo define o certo e o errado, e só por isso merece absoluta atenção e carinho. Enquanto a boa cultura é desrepressora e permite à mulher o topless, a má cultura reprime e condena com desonra a moça que pensar muito alto em realizá-lo, com provável desfecho em apedrejamento em certos países. Enquanto a boa cultura incentiva a especulação naturalista e a ciência, a má cultura prendeu e queimou em praça pública quem divulgou conhecimentos que desmentiram crenças. A cultura molda o ponto de vista, e este define as diretrizes do comportamento individual que, por sua vez, afeta o relacionamento interpessoal. Urge a necessidade da boa cultura, e eu vivo e trabalho por isso.</p>
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