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| Posts marcados com a tag ‘cultura’ |
| Faça amor, não faça pornô | Novembro 12, 2011 | 08:08 am |
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| Guru e gurují | Setembro 19, 2011 | 12:13 am |
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Guru Na Índia, o termo guru significa professor, e designa qualquer instrutor, professor ou Mestre de qualquer arte ou ciência. Logo, há o guru de violão, o guru de inglês, o guru de biologia etc. No ocidente, este termo possui conotação pejorativa de espertalhão espiritual e outras coisas esotéricas. Por este motivo, não é conveniente utilizar esta palavra bonitinha, nem a de baixo. Gurují Utiliza-se o sufixo jí para tornar o apelido carinhoso. Portanto, gurují pode equivaler às expressões “querido professor” ou “estimado professor”. Na língua portuguesa seria “professorzinho”, porque para tornar um nome carinhoso nós o colocamos no diminutivo, motivo pelo qual às vezes deixa-se de chamar alguém pelo vocativo carinhoso simplesmente porque esta pessoa cresceu. |
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| “Eu vou morar com ela” | Novembro 7, 2010 | 10:57 pm |
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Por acaso, ao fazer uma visita à casa da minha sogra e cunhado, acabei fazendo algo cujo tempo não me dou ao luxo de perder: assistir à programação da televisão no “horário nobre”. Naquele momento passava a entrevista da Dilma Jane Silva Rousseff, mãe da presidenta eleita Dilma Rousseff, e eu escutei muito bem o que foi dito e pronunciado na íntegra (nem tão íntegro assim, pois o vídeo já foi editado e cortado ao bel prazer da emissora). E depois vi a chamada no website. Acho de uma baixeza incrível a maneira como reduziram e estupidificaram a entrevista com a seguinte chamada: Em nenhum momento a tônica da entrevista foi essa. Com seus 86 anos de lucidez, Dilma Jane foi muito elegante e respondeu diversas perguntas – inclusive as bestas – com gentileza à jornalista. Em nenhuma parte da conversa deu margem para a interpretação de que irá se aproveitar dos requintes da filha, ser uma mãe coruja grudenta na filhota, ou – quiçá – uma parasita que usufruirá das mordomias governamentais. Resta-me deplorar a atitude da imprensa. É por isso que eu não acredito no que leio nos jornais e revistas. Quem acredita em notícias é um crente. Eu me informo sim, mas com reservas e muito senso crítico ao ler, e sugiro isso a todos! Eles inventam. E quando não inventam, diminuem o que querem, aumentam o que querem e distorcem o que querem. Este post reforça o axioma: “nada é aquilo que parece ser“. |
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| Nem Dilma, nem Serra: eu e tu! | Outubro 31, 2010 | 10:00 am |
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Bom dia! Hoje é o dia em que um novo presidente será eleito e mudará o Brasil, …mentira! (Ou, pelo menos, nem tanta verdade!) Sim, vota. Esta escolha é um brinde à democracia e faz diferença. Mas já nem tanta. Se quiseres realmente mudar o país, será preciso mais do que apertar alguns números e o botão “confirma“. O presidente é 1, e os brasileiros são 192 milhões. Quem faz a diferença de fato é essa tropa toda. Eu e tu. “Mude o mundo, comece por você!” No capitalismo, as empresas são poderosas ferramentas de transformação e progresso da sociedade (e, às vezes, são mais ricas do que o governo do país em que atuam). Inclina a tua empresa às causas sociais da tua região, diminuindo a pobreza e a carência de educação dos teus conterrâneos e consultando especialistas para que esta ajuda aos necessitados te ajude a reduzir os impostos (afinal os impostos servem para fazer isto que já estarás fazendo, mas com a certeza de que o dinheiro não será desviado ou parará em cuecas). Não importa se tens uma microempresa ou uma multinacional: ambas podem ajudar. E aos que não têm empresa é possível contribuir de diversas outras formas. Para melhorar a economia, compra produtos nacionais para fazer com que o dinheiro fique por aqui, girando e nos enriquecendo, ao invés de partir para o estrangeiro. Pede, sempre que possível, o nosso guaraná, o nosso computador, os nossos eletrodomésticos, as nossas sandálias, os nossos sabonetes, nosso açúcar, nosso arroz, nossa cultura. Não é para comprar produto ruim só por ser nacional, mas apenas valorizar o que é nosso, comprando o que é bom. Para melhorar o clima do país, muda a ti mesmo. Sê legal no trânsito. Dá sorrisos ao companheiro de elevador e à atendente do caixa. São coisas pequenas, sim. Mas estas gentis miudezas poderão mudar o dia do teu próximo e até mesmo mudar vidas: as dos outros e a tua! Não joga lixo no chão, nem um reles papel de bala. O nome disso é porquice e denuncia o quanto não sabes viver dentro de uma contingência. Imagina 192 milhões de papéis de bala no chão diariamente. 192 milhões de chicletes nas calçadas. Sem contar nos 192 milhões que reclamam do governo, do presidente, do prefeito. Os milhões que apontam o dedo à corrupção mas fariam o mesmo se estivessem no meio do dinheiro, querendo salvar o seu sob o pretexto de “que todo mundo faz isso”. Por outro lado, imagina cada um dos 192 milhões de brasileiros batendo no peito e chamando para si a responsabilidade da ação e da mudança. Articulando as melhorias da educação nas escolas, qualidade nos hospitais e ruas de suas próprias cidades e bairros com patrocínio das empresas locais, e não necessariamente da prefeitura. Assim, teríamos o país inteiro mudando e – pasme – sem a necessidade de governantes! Não é uma apologia ao anarquismo (sociedade sem governo), mas à consciência absoluta da verdadeira cidadania. Os 192 milhões têm diariamente a capacidade de mudar o país, e não podem desperdiçar este sagrado poder lavando as mãos e achando que estão cumprindo seu papel de cidadão de 4 em 4 anos. Quem pode realmente mudar não é Dilma nem Serra: somos eu e tu! |
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| “Tom e Jerry” e a Música Clássica | Outubro 21, 2010 | 08:08 am |
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Amo a maneira como inseriram a Música Clássica em nossa infância. httpv://www.youtube.com/watch?v=k4SFHCWKb3g O desenho começa tocando Liszt Hugarian Rhapsody No. 2 e depois faz um pout-pourri. |
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| Wolfgang e Johann | Outubro 15, 2010 | 10:28 pm |
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Um post na categoria de cultura geral para informar sobre música e oferecer uma bem-humorada sugestão de nomes aos seus filhos. WolfgangWolfgang, em alemão, significa o lobo viajante, e é um nome para lá de forte. Wolfgang! Bem que um dos filhos meus poderia se chamar Wolfgang! Wolfgangs mais conhecidos:
Entre os nomes derivados de Wolfgang, existe o Wolfram, que batizou o serviço de pesquisa WolframAlpha. Johann (e Johannes)![]() Beethoven escreveu uma música destinada a ilustrar a peça teatral Egmont, de Johann Wolfgang von Goethe. Os gênios se encontram. Johann (lê-se “iôrran”) é o nome cuja raiz etimológica deu origem a João, Jean, Iorrana etc. Johann é um nome recorrente entre os gênios da música:
Além destes, Johann Nepomuk Hummel foi o mais famoso dos alunos de Mozart. É interessante perceber que a leitura é “iôrran”, apesar de começar com a letra j. Acho curiosa a ligação entre a letra j e a letra i: são tracinhos quase idênticos com um pingo em cima, e suas pronúncias se mesclam em diversos idiomas. Até Jesus em muitos bolsões linguísticos tem seu nome pronunciado como “iêshua” (mas grafa-se Yêshua, Joshua etc). A minha sugestão é que você vá atrás das obras de todos estes virtuoses para deliciar-se. |
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| Tributo a Caymmi | Agosto 23, 2010 | 03:35 am |
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Para não dizer que nunca coloco músicas no blog: assista este trecho de um show antológico gravado em 18 de outubro de 1978 em Milão, na Itália. Tributo a Caymmi
http://www.youtube.com/watch?v=Gm_9Zw_IzrA Garota de Ipanema
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| Comercial das Havaianas com a velhinha moderninha | Outubro 10, 2009 | 09:13 pm |
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Os publicitários da marca Havaianas promoveram um vídeo muito interessante e bem-humorado recentemente, com o diálogo entre uma avó moderninha e sua charmosa neta. A velhinha trata do sexo sem tabus e minhocas mentais, mas adivinhe só o que acontece? Depois do anúncio ter sido veiculado, a empresa recebeu diversas críticas negativas de conservadores que não gostaram dessa maneira soltinha e desreprimida. Felizmente, as Havaianas realizaram um segundo anúncio em resposta, cujo posicionamento foi belo e elegante. Veja: Previsão otimistaFalta poucas décadas para boa parte do mundo ocidental estar livre dos velhos conceitos equivocados a respeito de sexo e toda a ética humana. Religião será apenas a cósmica, mas sequer será chamada assim: terá outro nome, mais bonito e que não remeta a crenças. As que conhecemos hoje serão seitas em decadência, e a boa filosofia ganhará seu devido lugar no alto do pedestal. Aí, as Havaianas poderão retornar com seu comercial e todos poderão usufruir da genial criatividade dos publicitários sem medos, demos, preconceitos, tabus, culpa e pecado. |
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