Alexandre Montagna

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A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir

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Quem não sabe, ensina. Agosto 28, 2010 | 10:00 am

Quem não pode…

George Bernard Shaw falou muito bem quando disse: He who can, does. He who cannot, teaches.* (“Aquele que pode, faz. Aquele que não pode, ensina.”). É assim que funciona no futebol, por exemplo. Enquanto o atleta pode, ele faz, ele joga. Quando ele já não puder mais, ele ensina e transmite o seu conhecimento. Faz sentido e se comprova na realidade.

Entretanto, a frase foi alterada no português para “Quem sabe, faz. Quem não sabe, ensina.” – o que me soa equivocado, pois a diferença da tradução do verbo transformou a frase, de poder para saber.

Quem não sabe…

Por outro lado, a expressão “Quem não sabe, ensina” pode ser bastante adequada. Se eu quiser aprender sobre como ser um líder, uma boa opção é começar a montar um guia prático de como se tornar um líder. Ao buscar o conteúdo para elaborar o guia, aprenderei muito. Se o produto dos meus esforços for bom, poderá até mesmo ser comercializado e virar um best-seller. Aliás, foi assim que muitos escritores fizeram sucesso: eles próprios tinham uma necessidade de sucesso, de mudança, de renovação, e aí então, para sair dessas situações de dificuldade, escreveram livros sobre como sair de situações de dificuldade. Brilhante! E funciona mesmo.

Ao querer transmitir um determinado conhecimento para as outras pessoas, aprendemos muito no caminho, tornando-nos especialistas no assunto. Portanto, se você quiser aprender violão, conhecimentos bancários, português, geografia, a mexer no Twitter, informática ou Yôga, o melhor a fazer é começar a sistematizar seu conhecimento como se quisesse passá-lo adiante. Talvez você deixe florescer a semente de um grande professor que há dentro de você.

* - Man and superman: a comedy and a philosophy – página 230, Bernard Shaw – Brentano’s, 1903 – 244 páginas

Bônus deste post

Encerrando, aqui vão mais algumas frases de George Bernard Shaw:

“É impossível haver progresso sem mudanças, e quem não consegue mudar a si mesmo não muda coisa alguma.”
- Progress is impossible without change, and those who cannot change their minds cannot change anything.
- Everybody’s political what’s what – página 330, Bernard Shaw – Dodd, Mead, 1944 – 380 páginas

“O fato de um crente ser mais feliz que um cético não é mais pertinente que o fato de um homem bêbado ser mais feliz que um sóbrio.”
- The fact that a believer is happier than a sceptic is no more to the point than the fact that a drunken man is happier than a sober one.
- Androcles and the lion: Overruled; Pygmalion – página cxvi, Bernard Shaw – Brentano’s, 1916 – 224 páginas

Há uma outra frase muito boa atribuída a ele: “Os animais são meus amigos e eu não como meus amigos.

Para onde vamos depois que morremos? Maio 1, 2010 | 08:08 pm

Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum.

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Que tal este estilo retrô de crença pós-mortis?

Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, reencadernação, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque acreditam. Os que preferem saber são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é fitfty-fifty (“cinquenta-cinquenta”), ou seja, pode haver como pode não haver. Comprovar por via racional, em tese, não há como. Não há indícios de que exista tal façanha, e os registros mediúnicos de pessoas mortas que paranormais alegam ter feito e que vez ou outra escutamos falar podem perfeitamente serem compreendidos à luz da esperta linguagem genérica, que é a arte de falar muito sem dizer nada, parecendo que se disse tudo.

Por outro lado…

“Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!”
Miguel de Cervantes

“Hay, sí, pero no son brujas.”
Alexandre Montagna

Quando o pensador não-religioso e não-crente pensa, ele prefere levantar hipóteses sem apegar-se a elas freneticamente. Levantemos uma questão: quando morremos, para onde vão os nossos registros emocionais e mentais, como as nossas memórias? Para um materialista-seco tudo se acaba e ponto final. Está bem, vá lá. Pode ser isso mesmo. Entretanto, levantemos uma hipótese (hipóteses podem ser levantadas, não?): e se, ao morrermos, os traços de nossa personalidade ainda vagassem pela atmosfera? Ora, se você acha muito estranho o que estou falando, vale lembrar que neste exato momento há diversas ondas hertzianas viajando ao seu redor. São ondas de rádio-frequência que estão há muito tempo no ar, foram disparadas e seguem seu tráfego. (Um pouco de cultura geral profunda: cientistas declaram que boa parte da interferência nos sinais de televisão são ondas praticamente atemporais do Universo, radiação gerada desde o Big-Bang e que ainda estão por aí). Bem, e se nossos pensamentos fossem radioativos? Gerados e disparados no ar? E se pudéssemos desenvolver a capacidade de receptar os pensamentos em rádio-frequência que estão no ar? Bem isso seria a tão famosa telepatia. No mínimo, interessante. Mas, hei! E se o emissor dos pensamentos já estivesse morto? Aí então seria algo como a mediunidade, pois estaríamos escutando o que um morto disse*. Isso é, no mínimo, muito interessante!

* não diz mais, pois está morto – portanto, descartemos a possibilidade de conversa em tempo real com defuntos, coisas do tipo: “querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças” e etc.

Conclusão do cético-ateu-agnóstico-racional Montagna: duvide de tudo, mas não descarte nada. O mundo é louco o bastante para tudo ser possível. Aí alguém diz: – “Ué, Alexandre, mas se tudo é possível, então porque não acreditas nesta fantasia ou naquele delírio?”. Ora, é verdade que admito que tudo pode ser possível; ocorre que muita coisa é bastante improvável. Além do mais, eu não gosto de acreditar: prefiro saber! Se eu não souber, não preencherei minhas lacunas mentais com crenças. Isso, jamais! Aprofundando um pouco (e agora vem a parte mais metafísica do texto), eu defendo que não adianta dizer que isso ou aquilo é impossível porque, em pontos profundos, as nossas próprias vidas já são impossíveis. Não há motivos aparentes para estarmos aqui. Você já tentou regressar na história da humanidade, planeta, sistema solar e Cosmos? É uma loucura das grandes! Admito que, numa análise imparcial, nossa existência é bastante improvável. Entretanto, cá estamos, e há todo um Cosmos, micro e macro, a desvendar.

Vamos desvendá-lo!

Nota de rodapé: este post está na categoria Sámkhya: o Saber. Sámkhya é uma filosofia teórica indiana de linha naturalista, ou seja, atribui causas naturais a todos os efeitos. Dess’arte, não há crença, misticismo, doutrinação, delírios. Trabalha-se o mapeamento e a enumeração do Cosmos através do verbo saber, e não do crer. É uma filosofia milenar que desnuda o Universo com muita propriedade: estudando o erudito Niríshwarasámkhya obtém-se grande percepção da realidade. Não é à toa que as escrituras indianas declaram “não há conhecimento como o Sámkhya”.

A evolução no Método DeRose Dezembro 21, 2009 | 02:25 pm

A SUBLIMAÇÃO DO QUADRADO AO CÍRCULO

Um conceito universalmente aceito é o de que os ritos, símbolos, paramentos e orações constituem as muletas das quais o ser humano pode eventualmente necessitar no início da sua evolução. Quando, entretanto, tiver conquistado o amadurecimento interior, torna-se emancipado de todos esses artifícios e do próprio espiritualismo. Essa equação é desenvolvida pelo simbolismo do quadrado, do triângulo e do círculo.

O quadrado é a pedra bruta e representa o homem embrutecido, ainda-materialista por ignorância, por desconhecimento do universo interior que está por descortinar.

O triângulo é a pedra angular e representa o homem que começou sua caminhada através do espiritualismo.

O círculo é a pedra filosofal e representa o homem já evoluído, sem arestas, que conquistou o Conhecimento e o Poder. Por isso, não precisa mais das ferramentas, agora para ele obsoletas e até mesmo grosseiras que o espiritualismo proporciona. Tudo isso lhe foi útil numa etapa, mas agora encontra-se muito além. É como subir os degraus de uma escadaria. Cada degrau pode ter sido extremamente necessário para se galgar os seguintes, mas para continuar subindo é necessário desapegar-se dos já trilhados e prosseguir para os subseqüentes.

O Método DeRose oferece um método eficaz de sublimação do quadrado diretamente para o círculo, sem passar pelo triângulo, portanto, sem misticismo nem doutrinação.

O QUE É SUBLIMAÇÃO?

Sublimação é o fenômeno que nos permite passar de um estado mais denso para outro mais sutil, sem passar pelo intermediário. Por exemplo, podemos ter água em estado sólido, líquido ou gasoso. Em estado sólido é gelo, em estado gasoso é vapor d’água. Se deixarmos um bloco de gelo sem refrigeração, a tendência é que ele derreta, passando ao estado líquido e, em seguida, comece a evaporar, passando ao gasoso. Entretanto, um cubo de gelo seco não passa pelo estado líquido, intermediário, e vai diretamente ao gasoso, mais sutil. O mesmo ocorre com um tablete de cânfora. Isso, na Física, chama-se sublimação. No nosso caso, a sublimação consiste em passar diretamente do estado grosseiro, representado pelo quadrado, ao de pessoa lúcida e sensível, representada pelo círculo, sem passar pelo estado hipnótico do misticismo, representado pelo triângulo.

QUADRADO, TRIÂNGULO, CÍRCULO

A maioria das escolas filosóficas de inspiração orientalista adota a divisão didática em sete níveis de atuação do ser humano no universo, em ordem de sutileza crescente. Desses sete veículos de manifestação da consciência, os quatro primeiros são considerados concretos e o quadrado é o seu símbolo.

Os três mais sutis são considerados abstratos e simbolizados pelo triângulo. O conjunto dos quatro primeiros chama-se quaternário inferior ou personalidade. O conjunto dos outros três denomina-se tríade superior ou individualidade.
O quaternário inferior é constituído pelo corpo físico denso, físico energético, emocional e mental concreto. A tríade superior é formada pelo mental abstrato, intuicional e mônada. Para os reencarnacionistas, a tríade é a parte que reencarna e o quadrado consome-se totalmente, entre uma encarnação e outra.

O homem de pouca evolução tem mais desenvolvido o quaternário e bem menos a tríade. O que está no meio do caminho, o espiritualista, tem a tríade mais desenvolvida e o quaternário bem menos. Em ambos os casos observa-se um desequilíbrio, uma hipertrofia de um setor em detrimento de outro. Contudo, isso faz parte do plano de evolução. O movimento oscilatório precede a estabilidade.

Tendo superado o quadrado e o triângulo, o ser humano penetra na esfera superior, representada pelo círculo, de equilíbrio perfeito. Observamos, então, três etapas da evolução, tamas, rajas e sattwa, simbolizadas pelas formas geométricas: quadrado, triângulo e círculo, respectivamente. Quando você atinge a evolução circular todos os veículos, desde o físico denso até à mônada, tendem a manifestar equilibradamente o seu potencial de saúde, força e rendimento.

Para o desenvolvimento comum é assim que se evolui: primeiro, o quaternário, depois, o triângulo e, só então, o círculo. Contudo, há meios de acelerar a evolução, obtendo um progresso de um milhão de anos em uma década. Consiste na sublimação da fase espiritualista, convertendo o quadrado diretamente no círculo.

Simbolicamente isso é obtido através do dinamismo (rajas) imposto ao símbolo de tamas (inércia) e transmutando-o em um signo giratório, o círculo. Para quem sabe ler o alfabeto da simbologia, isso é feito traçando-se linhas de força entre os ângulos do quadrado e, depois, recruzando-os. É o mesmo que tomar o quadrado e fazê-lo girar. O produto da energia liberada é a aceleração evolutiva e a queima de etapas, logo, a eliminação de karma.

Uma alusão ocultista a esses conceitos encontra-se no desenho do homem inscrito num quadrado e num círculo, de Da Vinci, que sugere a identidade natural do ser humano com esses dois símbolos, mas omite intencionalmente o triângulo. Como se sabe, esse gênio não era espiritualista, logrou uma evolução bem acelerada e tentou dizer-nos, de forma cifrada, como o conseguiu.

Conclusão: o homem comum tem que passar pelas três fases, a do quadrado (o homem bruto); a do triângulo (o espiritualista) e a do círculo (a pessoa lúcida e evoluída, portanto descondicionada de credos e ideologias). Entretanto, os que tiverem o privilégio de receber a iniciação no Método DeRose, passam diretamente do estado bruto ao de Ser Consciente, sem precisar perder tempo com o misticismo.

Homem Vitruviano

Homem Vitruviano

Texto retirado do livro Corpos do homem e planos do universo, do escritor DeRose.

13 de agosto, Dia Internacional do Canhoto Agosto 13, 2009 | 01:08 am

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Parabéns a todos os leitores canhotos deste blog! Feliz de você que nasceu neste último século e já não sofre tanto preconceito. Em certos países, hoje, esquerdinos realizam feiras com produtos especiais para essa especial minoria genética. Quem é canhoto sabe o quão ruim é ter que lidar com um abridor de latas, tesoura ou régua. Mas pior ainda era receber cascudos do pai por “escrever com a mão errada”, ou então enfrentar as dificuldades da era medieval que a tirinha abaixo ilustra.

teste

Diga-se de passagem, há uma ligação entre a genialidade e a utilização dos membros esquerdos para os afazeres. O lado esquerdo do corpo está conectado ao hemisfério direito do cérebro, que é o responsável pela criatividade, imaginação, conhecimento intuicional, sem limitações impostas pela razão. Será por isso que diversos gênios da Humanidade, como Einstein e Beethoven, são canhotos?

Leonardo da Vinci
Dentre os canhotos famosos, o gênio renascentista Leonardo da Vinci chegou a elaborar um sistema de escrita que durante muitos séculos permaneceu obscuro. Acreditava-se que era um código secreto usado pelo artista/inventor, a fim de ocultar suas anotações – e cuja decifração somente ele seria capaz de fazer. Entretanto, ao ser colocada diante dum espelho, constatou-se que era a escrita normal, feita da direita para a esquerda: Da Vinci, escrevendo com sua canhota, passara a grafar puxando o instrumento de escrita, tal como fazem os destros, simplesmente para que sua mão não borrasse a tinta das anotações. (Wikipedia)

Em tempo: para 98% dos humanos, o hemisfério dominante é o esquerdo, responsável pelo raciocínio lógico, linear, dedutivo. Não temos o lado direito bem desenvolvido e utilizado; há de chegar o dia em que adestraremos perfeitamente os dois hemisférios cerebrais, e então estaremos mais perto do autoconhecimento.

Um texto meu no “Livre Pensar do Yôga” Agosto 6, 2009 | 12:08 pm
Imagem característica do portal

Shiva, o criador mitológico do Yôga, ilustra o portal.

Tenho a alegria e o prazer de ver minha primeira contribuição ao belo portal chamado Livre Pensar do Yôga, gerenciado pelo meu amigo Caio Melo e que compila textos de diversos instrutores e praticantes da Nossa Cultura.

Inicialmente, publicaria o texto aqui no blog, mas ao perceber a possibilidade de publicar lá no Livre Pensar, enviei meu texto, pois achei cabido e gentil compartilhar minhas ideias noutros sites que me permitam fazer isso. O artigo chama-se Método DeRose é uma Cultura, e você pode encontrá-lo neste link: LivrePensardoYoga.com. Acesse!

Futebol: uma paixão mantida no seu lugar Abril 3, 2009 | 02:44 am

politica-religiao-futebolA frase popular reza: “política, religião e futebol não se discutem!”. Você já perguntou-se por que disso? Porque a maioria (veja lá, hein, não vá vestir o capuz!) das pessoas que adota um partido político, religião ou time de futebol, defende sua escolha irracionalmente. Eu mesmo lembro de cenas minhas, quando era criança, andando com bandeiras de um partido político, gritando pelas ruas, fazendo festa, vaiando as bandeiras dos partidos adversários, como se o meu fosse o único que tinha valor – igualzinho no futebol, em que fazem o mesmo, e na religião, em que não há vaias, há coisa pior: guerras, inquisições e cruzadas. Eu não sabia quais eram os fundamentos daquele partido, quem eram seus principais representantes e quais os principais objetivos da instituição uma vez que ela estivesse no poder. Contudo, lá estava eu defendendo incondicionalmente aquela bandeira. Mas isso não acontece só com crianças: adultos fazem o mesmo e eu vejo a cena se repetir a cada eleição.

Essa atitude não faz sentido, faz? Para as pessoas comuns, pode até ser normal, mas, para pessoas sedentas pela expansão da lucidez, todas as escolhas devem ser conscientes, e não baseadas na irracionalidade – ou nas emoções, como preferir.

Sobre o futebol, escolhi conscientemente manter minha torcida. Contudo, devo ter cuidado: se eu disser que torço para o Sport Club Internacional, crio instantaneamente um rompimento energético com os gremistas próximos a mim. Não é verdade? E como sou um adepto da União, Integração (Yôga), evito mencionar e até mesmo cultivar em mim valores que acabam por me separar dos demais, como o orgulho gaúcho ou a religiosidade colorada. Que dá uma vontade às vezes de entrar no clima, dá, pois é tudo muito bonito dentro do clã. Porém, ao travar contato com o outro clã, cria-se aquela barreira mencionada anteriormente e, sinceramente, barreiras entre as pessoas não me servem. Por isso, torço com discrição, e me deixo exaltar apenas entre amigos que não vão interpretar nada mal.

Essa mesma barreira ocorre na política e, fortemente, na religião. Portanto, hoje sou apolítico, agnóstico, mas cheguei à conclusão de que não precisarei ser também afutebolístico. Não precisarei abandonar o esporte das massas para manter a harmonia do meu savoir vivre. Política e religião definem princípios e pontos de vista, mas o inocente futebol assemelha-se às escolhas mais triviais, como gostar de sorvete de manga ou de abacaxi. Claro que, entre colorados, não considero assim, mas essa é uma boa vacina para evitar o fanatismo, brigas e rompimentos energéticos quando há pessoas de outras linhas. E assim vou curtindo o futebol, o Inter, o Gauchão, a Copa do Brasil, o Brasileirão, a Sudamericana, a Libertadores, a Recopa e o Mundial Interclubes, com uma grande paixão quando estou entre os meus assemelhados, mas que é também uma paixão educada, que sabe muito bem qual o seu lugar no dia-a-dia: discretamente, ao lado do sorvete de limão.

O conhecimento leva à união.
A ignorância, à dispersão.

Rámakrishna


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