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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; ciência</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Para onde vamos depois que morremos?</title>
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		<pubDate>Sat, 01 May 2010 23:08:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum. Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, reencadernação, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque acreditam. Os que preferem saber são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é fitfty-fifty (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sensato é considerar que morrer é ir a todo lugar. E, ao mesmo tempo, a lugar algum.</p>
<div id="attachment_1381" class="wp-caption aligncenter" style="width: 360px"><img class="size-full wp-image-1381" title="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/03/ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="ceu-inferno-vida-apos-morte-blog-alexandre-montagna" width="350" height="263" /><p class="wp-caption-text">Que tal este estilo retrô de crença pós-mortis?</p></div>
<p>Desconverse quando alguém começar a falar nas vidas após a morte, reencarnação, <em>reencadernação</em>, etc. Os que consideram vidas vindouras são crentes, porque <em>acreditam</em>. Os que preferem <em>saber</em> são agnósticos quanto a isso. Vida após a morte é <em>fitfty-fifty</em> (&#8220;cinquenta-cinquenta&#8221;), ou seja, pode haver como pode não haver. Comprovar por via racional, em tese, não há como. Não há indícios de que exista tal façanha, e os registros mediúnicos de pessoas mortas que paranormais alegam ter feito e que vez ou outra escutamos falar podem perfeitamente serem compreendidos à luz da esperta linguagem genérica, que é a arte de falar muito sem dizer nada, parecendo que se disse tudo.</p>
<p>Por outro lado&#8230;</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay!&#8221;</em><br />
Miguel de Cervantes</p>
<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Hay, sí, pero no son brujas.&#8221;</em><br />
Alexandre Montagna</p>
<p>Quando o pensador não-religioso e não-crente pensa, ele prefere levantar hipóteses sem apegar-se a elas freneticamente. Levantemos uma questão: quando morremos, para onde vão os nossos registros emocionais e mentais, como as nossas memórias? Para um materialista-seco tudo se acaba e ponto final. Está bem, vá lá. Pode ser isso mesmo. Entretanto, levantemos uma hipótese (hipóteses podem ser levantadas, não?): e se, ao morrermos, os traços de nossa personalidade ainda vagassem pela atmosfera? Ora, se você acha muito estranho o que estou falando, vale lembrar que neste exato momento há diversas ondas hertzianas viajando ao seu redor. São ondas de rádio-frequência que estão há muito tempo no ar, foram disparadas e seguem seu tráfego. (Um pouco de cultura geral profunda: cientistas declaram que boa parte da interferência nos sinais de televisão são ondas praticamente atemporais do Universo, radiação gerada desde o Big-Bang e que ainda estão por aí). Bem, e se nossos pensamentos fossem radioativos? Gerados e disparados no ar? E se pudéssemos desenvolver a capacidade de receptar os pensamentos em rádio-frequência que estão no ar? Bem isso seria a tão famosa telepatia. No mínimo, interessante. Mas, hei! E se o emissor dos pensamentos já estivesse morto? Aí então seria algo como a mediunidade, pois estaríamos escutando o que um morto <span style="text-decoration: underline;">disse</span>*. Isso é, no mínimo, muito interessante!</p>
<p>* não diz mais, pois está <span style="text-decoration: underline;">morto</span> &#8211; portanto, descartemos a possibilidade de conversa em tempo real com defuntos, coisas do tipo: &#8220;querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças&#8221; e etc.</p>
<p>Conclusão do cético-ateu-agnóstico-racional Montagna: duvide de tudo, mas não descarte nada. O mundo é louco o bastante para tudo ser possível. Aí alguém diz: &#8211; &#8220;Ué, Alexandre, mas se tudo é possível, então porque não acreditas nesta fantasia ou naquele delírio?&#8221;. Ora, é verdade que admito que tudo pode ser possível; ocorre que muita coisa é bastante improvável. Além do mais, eu não gosto de <em>acreditar</em>: prefiro <em>saber</em>! Se eu não souber, não preencherei minhas lacunas mentais com crenças. Isso, jamais! Aprofundando um pouco (e agora vem a parte mais metafísica do texto), eu defendo que não adianta dizer que isso ou aquilo é impossível porque, em pontos profundos, as nossas próprias vidas já são impossíveis. Não há motivos aparentes para estarmos aqui. Você já tentou regressar na história da humanidade, planeta, sistema solar e Cosmos? É uma loucura das grandes! Admito que, numa análise imparcial, nossa existência é bastante improvável. Entretanto, cá estamos, e há todo um Cosmos, micro e macro, a desvendar.</p>
<p>Vamos desvendá-lo!</p>
<div style="border: 1px solid #666; background: #eee; padding: 10px;"><small>Nota de rodapé: este post está na categoria <em>Sámkhya: o Saber</em>. Sámkhya é uma filosofia teórica indiana de linha naturalista, ou seja, atribui causas naturais a todos os efeitos. Dess&#8217;arte, não há crença, misticismo, doutrinação, delírios. Trabalha-se o mapeamento e a enumeração do Cosmos através do verbo saber, e não do crer. É uma filosofia milenar que desnuda o Universo com muita propriedade: estudando o erudito Niríshwarasámkhya obtém-se grande percepção da realidade. Não é à toa que as escrituras indianas declaram &#8220;não há conhecimento como o Sámkhya&#8221;.</small></div>
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		<title>O Deus de Einstein e dos cientistas profundamente religiosos</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 11:08:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_748" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-748" title="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="albert-einstein-ateu-anthropomorphic-god-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" width="600" height="364" /><p class="wp-caption-text">Teísta ou ateísta? Teísta, perante um outro conceito de Theos</p></div>
<p style="text-align: left;">Certa vez, alguém disse: &#8220;os cientistas são os únicos profundamente religiosos&#8221;, e isso causou <em>frisson </em>devido ao maravilhoso argumento que então os religiosos passaram a possuir para unir ciência e religião. Mas será que é este o verdadeiro sentido da frase? O mais citado cientista que declaram ser religioso é Albert Einstein, tanto pelas margens que ele deu para essa interpretação como também devido à sua fama. Há outros que estão na lista, provável que injustamente, tais como Isaac Newton, Gauss, Kelvin e Jung &#8211; mas vou me concentrar no Albert, já que estou com seu livro <em>Como vejo o mundo</em> em minhas mãos. Vamos ver o que ele fala.</p>
<blockquote><p>&#8220;[...] Sendo assim, que sentimentos e condicionamentos levaram os homens a pensamentos religiosos e os incitaram a crer, no sentido mais forte da palavra? Descubro logo que as raízes da idéia e da experiência religiosa se revelam múltiplas. No primitivo, por exemplo, o temor suscita representações religiosas para atenuar a angústia da fome, o medo das feras, das doenças e da morte. Neste momento da história da vida, a compreensão das relações causais mostra-se limitada e o espírito humano tem de inventar seres mais ou menos à sua imagem. Transfere para a vontade e o poder deles as experiências dolorosas e trágicas de seu destino. Acredita mesmo poder obter sentimentos propícios desses seres pela realização de ritos ou de sacrifícios. Porque a memória das gerações passadas lhe faz crer no poder propiciatório do rito para alcançar as boas graças de seres que ele próprio criou.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 19, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
<p style="text-align: left;">Nas páginas que se seguem, Einstein rejeita o conceito de um Deus antropomórfico, o que, convenhamos, deveria não ser surpresa para ninguém e deveria, também, ser o mínimo a se esperar de uma pessoa sensata.  Mais adiante, o autor cita Schopenhauer, Demócrito, Francisco de Assis e Spinoza. Quem ler com atenção, entenderá porque ele declara que os mais próximos da verdadeira religião são, realmente, os cientistas. Esqueça a religião da crença, Einstein está falando da religião cósmica. Isso tudo foi um belo jogo de cintura do cientista, que menciona religião e Deus e faz média com todo mundo, e só quem encara suas leituras entenderá que, considerando o Deus da religião, que recompensa e castiga, Einstein era categoricamente ateu; por outro lado, ele alegava crer sim em Deus, referindo-se ao Deus de Spinoza, de Schopenhauer, a Força Cósmica, a Emanação de Energia Universal, ou quem sabe a Massa Energética Indiferenciada (<em>Mahat</em>, em sânscrito). E foi isso o que eu quis dizer com jogo de cintura, afinal, por que Einstein haveria de chamar isso de Deus, palavra esta que está tão atrelada a conceitos antropomórficos, se não fosse para evitar causar um grande choque em seus admiradores e leitores teístas? Volto a convocar o nosso amigo Fernando Pessoa a participar deste post através de um de seus poemas naturalistas:</p>
<p style="text-align: right;"><em>Se Deus é as flores e as árvores<br />
E os montes e sol e luar<br />
Então acredito nele a toda hora.</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>Mas se Deus é as árvores e as flores<br />
E os montes e o luar e o sol,<br />
Para que lhe chamo eu Deus?<br />
Chamo-lhe flores e árvores e montes e sol e luar.<br />
</em></p>
<p style="text-align: right;"><em>(Fernando Pessoa, ilustrando muito bem o pensamento naturalista)</em></p>
<div id="attachment_749" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-749" title="santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/santissima-trindade-deus-antropomorfico-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas." width="600" height="539" /><p class="wp-caption-text">Mitologia e verdade se misturam em mentes obtusas.</p></div>
<blockquote><p>&#8220;[...] Somente indivíduos particularmente ricos, comunidades particularmente sublimes se esforçam por ultrapassar esta experiência religiosa. Todos, no entanto, podem atingir a religião em um último grau, raramente acessível em sua pureza total. Dou a isto o nome de religiosidade cósmica e não posso falar dela com facilidade já que se trata de uma noção muito nova, à qual não corresponde conceito algum de um Deus antropomórfico.&#8221; (Trecho retirado do livro <em>Como vejo o mundo</em> (original <em>Mein Weltbild</em>), de Albert Einstein, página 20, editora Círculo do livro)</p></blockquote>
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		<title>O Inferno dos ateus</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Mar 2010 11:08:33 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Um ateu morre e vai para o céu. Chegando lá, é recepcionado por São Pedro: - Hummm… (lendo o livro da vida pregressa do ateu)… infelizmente meu filho, você não pode adentrar no Reino Celestial. Você, desde jovem, declarou-se ateu. Até mesmo no leito de morte, você ficou firme no seu ateísmo. Lugar de ateu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ateu morre e vai para o céu. Chegando lá, é recepcionado por São Pedro:</p>
<p><span>- Hummm… (lendo o livro da vida pregressa do ateu)… infelizmente meu filho, você não pode adentrar no Reino Celestial. Você, desde jovem, declarou-se ateu. Até mesmo no leito de morte, você ficou firme no seu ateísmo. Lugar de ateu é no Inferno.</span></p>
<p>Resignado, o ateu desce às profundezas abissais procurando a entrada do Inferno. Lá chegando, tem um choque: o ambiente se assemelha àqueles grandes cassinos de Las Vegas. Logo na entrada, lindas mulheres recepcionam o ateu. Extremamente surpreso, ele adentra no Inferno e é recebido por um homem elegantemente vestido com um terno branco e uma flor no bolso do paletó:</p>
<p>- Seja Bem-Vindo, meu grande amigo! &#8211; diz efusivamente &#8211; Eu sou Satanás, seu anfitrião por toda a eternidade e qualquer coisa que você queira é só pedir diretamente para mim ou para aquelas lindas mulheres.</p>
<p>(abaixando a voz) &#8211; A ruiva de vestido preto vai te levar à loucura!</p>
<p>A imagem do inferno era fabulosa: uma vasta planície com uma linda relva baixa e flores coloridas. Ao fundo, uma pequena sequência de montanhas.</p>
<p>Percebia-se um pequeno rio à esquerda, onde o ateu reconheceu Nietzsche e Voltaire, com varas de pescar em uma mão &#8211; sem anzol, apenas para alimentar os peixes &#8211; e um copo de suco na outra. Riam com intensa alegria! À direita, num restaurante com uma enorme varanda, o ateu discerniu somente numa mesa Thomas Paine, Robert Ingersoll e Thomas Jefferson, este último acenando e apontando para um livro em sua mão. Era o último livro de Richard Dawkins.</p>
<p>Confuso, desnorteado, o ateu não consegue entender o que está acontecendo. Só ouve o Satanás ao seu lado, falando como se fossem dois grandes amigos tomando refresco num barzinho. E ele não parava de falar:</p>
<p>- Meu amigo, aqui você poderá fazer tudo o que você sempre quis. Nada é proibido, desde que você obtenha prazer e não prejudique ninguém. &#8211; E acena para um homem que passava &#8211; Oi Giordano!</p>
<p>O ateu curioso pergunta:<br />
- Aquele era Giordano Bruno?<br />
- Hã? Ahh… sim! Desculpe-me por não apresentá-lo, mas não se preocupe, pois irá conhecê-lo nas noites de quinta-feira. Todas as quintas jogamos carta, após o jogo de futebol. Os únicos que não jogam são o Karl Marx e o Albert.</p>
<p>- Albert&#8230; Einstein?! &#8211; E nisso, de repente, a conversa é interrompida por descargas de relâmpagos e trovões que deixam o céu escuro com nuvens negras e ventos fortes e que parecem anunciar o dia do Juízo Final. O ateu vê que a planície, outrora linda, virou uma fossa abissal que expelia de suas entranhas, labaredas sulfurosas, como línguas demoníacas. No meio do céu tempestuoso, um homem aparece, gritando loucamente e ardendo em chamas, caindo diretamente na fossa aberta no chão. Tão logo o homem é engolido pelas chamas, tudo volta ao normal que era antes. A planície, Nietzsche e Voltaire no rio e Satanás não parando de falar, como se nada tivesse acontecido.</p>
<p>Perplexo pelo o que viu e não se contendo em curiosidade perante a tranquilidade de Satanás, o ateu pergunta:<br />
- Que diabos foi isto?</p>
<p>Satanás responde:<br />
- Era um evangélico. Eles preferem o Inferno desta maneira.</p>
<p style="text-align: right;"><em>Adaptação do original em </em><a href="http://gtokai.com/o-inferno-dos-ateus/" target="_blank"><em>Gtokai</em></a><em>.</em></p>
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		<title>Meu complexo e poderoso ego</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jan 2010 11:08:39 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Meu ego, complexo e poderoso. Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras? Eu te influencio ou me influencias tu? Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras, se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu. Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Meu ego, complexo e poderoso.<br />
Máscara transitória que veicula meus comandos, quais são os limites em que te encerras?<br />
Eu te influencio ou me influencias tu?<br />
Majestoso cavalo, que anseia por galopar por todas as terras,<br />
se eu não adestrar tuas pernas, me conduzes tu.<br />
Colocar-te-ei no devido altar, digno de príncipe, abaixo do Rei.<br />
Eu Sou acima de ti, e a ti ensino. Estamos muito perto.<br />
Silencia-te quando quero, e assim me liberto.</em><br />
Montagna</p>
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		<title>Você não é o centro do Universo</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 11:08:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores. http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q Como sou muito querido, vou traduzir o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abaixo, um dos poucos vídeos que carrego em minha pasta de diretrizes conceituais e que explica o motivo pelo qual os cientistas são mais religiosos que os padres: eles estão mais em contato com a magnitude do mundo ao nosso redor, sem crença, sem temência, sem folclores.</p>
<div style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="660" height="405" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="660" height="405" src="http://www.youtube.com/v/HEheh1BH34Q&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=HEheh1BH34Q </a></div>
<p>Como sou muito querido, vou traduzir o vídeo:</p>
<p>- Vamos falar de TAMANHO<br />
- O quão grandes são os objetos que flutuam em nosso Universo e o quão grandes eles podem ser?<br />
- Aproveite a comparação a seguir, começando com um objeto bem grande, a nossa própria lua.</p>
<p>#Planetas</p>
<ul>
<li>Lua da Terra</li>
<li>Mercúrio</li>
<li>Marte</li>
<li>Vênus</li>
<li>Terra (você está aqui)</li>
<li>Netuno</li>
<li>Saturno (sem os anéis)</li>
<li>Júpiter</li>
</ul>
<p>#Estrelas</p>
<ul>
<li>O Sol (nossa própria estrela)</li>
<li>Sirius A</li>
<li>Pollux (Laranja Gigante)</li>
<li>Arcturus (Vermelha Gigante)</li>
<li>Aldebaran (Vermelha Gigante)</li>
<li>Rigel (Azul Supergigante)</li>
<li>Pistol Star (Azul Hipergigante)</li>
<li>Antares A (Vermelha Supergigante)</li>
<li>Mu Cephei (Vermelha Supergigante)</li>
<li>VY Canis Majoris (Vermelha Hipergigante) [maior estrela conhecida]</li>
</ul>
<p>- Tamanho da Terra (em relação à VY Canis Majoris)<br />
- Esta estrela tem um diâmetro de aproximadamente 2.800.000.000km. Como você pode imaginar este tamanho?<br />
- Pense em um avião de passageiros voando pela superfície desta estrela a 900km/hora.<br />
- Levaria 1.100 anos(!) para dar uma volta completa nela.<br />
- Ainda assim, ela é apenas um pequeno ponto entre diversas centenas de bilhões de estrelas formando nossa galáxia.<br />
- E há centenas de bilhões de galáxias lá fora!<br />
- Não, &#8211; você &#8211; não &#8211; é &#8211; o &#8211; centro &#8211; do &#8211; Universo!</p>
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		<title>Conforto emocional sem crença</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 11:08:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Da série A crença conduz à ignorância As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Da série <em><strong>A crença conduz à ignorância</strong></em></p>
<p>As consequências do ato crer são negativamente infindáveis. Aceitar que uma figura chamada Yeshua (Jesus) tenha existido vá lá, mas acreditar que tenha nascido de mãe virgem, fez milagres, ressuscitou e ascendeu aos céus&#8230; o que você acharia de uma cabeça que crê nisso? Não peço a julgar pessoas, devo advertir, mas peço, sim, que se compartilhe a percepção dessa situação. Somos tão racionais a respeito de todo o resto, tacharíamos de louco se alguém acreditasse em duendes ou gnomos, mas relevamos as alucinações das religiões institucionalizadas tradicionais.</p>
<p>De tempos em tempos, aprofundo-me um pouco mais na questão da crença. Ela parece assolar o planeta. Tanto é que a maioria das pessoas não consegue abandonar o ato de crer instantâneamente, e passamos por uma fase em que há a crença em um Senhor onipotente e onisciente, mas sem igreja. Seria isso o significado da frase &#8221;<em>tenho um lado espiritual independente de religiões</em>&#8220;? Talvez, pois é uma frase que dá margem a algumas interpretações. Em partes, vejo essa expressão como uma ponte ao agnosticismo, funcionando como uma transição saudável e gradual para não causar rupturas muito grandes com nossos laços medievais &#8211; afinal, nossa criação geral bane conceitos como ateísmo e agnosticismo, e há um receio em declarar que somos ateus ou agnósticos aos quatro ventos. Mas voltemos à crença: a crença faz o impossível e improvável se tornar verdadeiro na cabeça do crente, que acredita apenas porque sua fantasia lhe é conveniente. Triste é a mente que precisa recorrer às ilusões para conquistar conforto emocional. Jamais moveria um dedo para tirar tal conforto de qualquer criatura desse mundo, mas vivo e trabalho para que tamanha felicidade seja conquistada por mim e por toda a Humanidade, sem necessitar do véu de misticismo e crendice que mascara a Natureza e esconde a nossa real existência. Larguemos a crença e sejamos felizes. Assim seja.</p>
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		<title>13 de agosto, Dia Internacional do Canhoto</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 04:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-834" title="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dia-internacional-canhoto-13-agosto-abridor-latas-blog-alexandre-montagna" width="150" height="180" /><br />
Parabéns a todos os leitores canhotos deste blog! Feliz de você que nasceu neste último século e já não sofre tanto preconceito. Em certos países, hoje, esquerdinos realizam feiras com produtos especiais para essa especial minoria genética. Quem é canhoto sabe o quão ruim é ter que lidar com um abridor de latas, tesoura ou régua. Mas pior ainda era receber cascudos do pai por &#8220;escrever com a mão errada&#8221;, ou então enfrentar as dificuldades da era medieval que a tirinha abaixo ilustra.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="size-full wp-image-833 aligncenter" title="canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/canhotos-na-idade-media-religiao-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="teste" width="496" height="593" /></p>
<p>Diga-se de passagem, há uma ligação entre a genialidade e a utilização dos membros esquerdos para os afazeres. O lado esquerdo do corpo está conectado ao hemisfério direito do cérebro, que é o responsável pela criatividade, imaginação, conhecimento intuicional, sem limitações impostas pela razão. Será por isso que diversos gênios da Humanidade, como Einstein e Beethoven, são canhotos?</p>
<blockquote><p><em><strong>Leonardo da Vinci</strong></em><br />
<em>Dentre os canhotos famosos, o gênio renascentista Leonardo da Vinci chegou a elaborar um sistema de escrita que durante muitos séculos permaneceu obscuro. Acreditava-se que era um código secreto usado pelo artista/inventor, a fim de ocultar suas anotações &#8211; e cuja decifração somente ele seria capaz de fazer. Entretanto, ao ser colocada diante dum espelho, constatou-se que era a escrita normal, feita da direita para a esquerda: Da Vinci, escrevendo com sua canhota, passara a grafar puxando o instrumento de escrita, tal como fazem os destros, simplesmente para que sua mão não borrasse a tinta das anotações. (Wikipedia)</em></p></blockquote>
<p>Em tempo: para 98% dos humanos, o hemisfério dominante é o esquerdo, responsável pelo raciocínio lógico, linear, dedutivo. Não temos o lado direito bem desenvolvido e utilizado; há de chegar o dia em que adestraremos perfeitamente os dois hemisférios cerebrais, e então estaremos mais perto do autoconhecimento.</p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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