Alexandre Montagna

BLOG DE

Alexandre Montagna

A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir

Instrutor do Método DeRose
Cultura & Geral A Nossa Cultura Tantra, o Sentir Sámkhya, o Saber Yôga, o Poder Assine meu feed RSS Visite meu perfil no Facebook Visite meu perfil no Orkut Siga meu Twitter Visite o portal do Método DeRose Conheça o site da escola Av. Rio Branco, de Florianópolis
Posts marcados com a tag ‘chai’
Foto do nosso Yôgacine no Diário do Iguaçu de 27 de março de 2009 Março 28, 2009 | 03:07 pm

Saímos no jornal!!
Diário do Iguaçu – Chapecó, Santa Catarina
27 de março de 2009

Todos lindões! O chai saborosíssimo. Só a "legenda" ficou "engraçada", hehehe....

Todos lindões! O chai saborosíssimo, o filme profundo/divertido e as grafias do sânscrito corretíssimas nesta legenda! ( Bom, só as aspas que não precisa utilizar. Fica a dica! ) Parabéns e alegres agradecimentos ao nosso amigo e jornalista Jeferson!!

Muito legal! :) No próximo, quero mais gente participando!!

Navegue mais para baixo e visualize o post em que comentei sobre o evento, e com a foto colorida.

O Yôgacine foi ótimo! Filme: O Feitiço do Tempo (Groundhog Day) Março 25, 2009 | 12:55 am

No sábado passado, dia 21 de março, fizemos um Yôgacine na sala de práticas. O filme faz parte da série sobre karma, e o título em português é O Feitiço do Tempo - um dos prediletos do Mestre DeRose. Então só aí já se vê que não é pouca coisa…

Título original: Groundhog Day

Título original: Groundhog Day ("O dia da marmota")

A Universidade de Yôga divulga a seguinte sinopse + texto complementar:

Sinopse do filme – Trata-se de uma comédia de muito bom gosto e com um fundo filosófico. A personagem principal acorda todas as manhãs no mesmo dia e repete as mesmas coisas, os mesmos erros, dia após dia, até que, anos depois, aprende a lição e torna-se uma pessoa melhor. Só então, consegue libertar-se de sua prisão no tempo e passar ao dia seguinte.

Preleção feita pelo instrutor antes do início do filme – Não assista ao filme apenas como uma excelente comédia. Tenha sempre em mente que a maior parte dos filmes que exibimos tem alguma mensagem ou é útil de alguma maneira para a formação do caráter dos nossos futuros instrutores. Atente para o fato de que os dias, no filme, podem perfeitamente significar reencarnações (lembre-se de que não somos uma escola reencarnacionista, no entanto, podemos aprender muito com essa metáfora [esse negrito foi por minha conta]). Enquanto a personam não aprende a lição, volta e renasce no mesmo lugar e no mesmo dia. E como o pobre coitado sofre por ser rançoso…  Depois de muitas tentativas e erros, inúmeras experiências com câmbios de personalidade e de atitude, aprende a valorizar as coisas simples do dia-a-dia e a sentir carinho pelas pessoas. Aí, passa a ser feliz, todos o amam em retribuição e ele evolui para uma etapa seguinte.

Ou seja, o filme realmente é maravilhoso. E é preciso rever algumas vezes para sentir sua mensagem com mais profundidade.

Estávamos em 6 na sala, e foi um momento gostoso, não só porque o filme foi bom e porque éramos todos pessoas legais, mas sim por ser um programa diferente do encontro comum, que ocorre nas aulas regulares.

oi

Todos brindando com chai em copinhos térmicos! Da esquerda para a direita: Carla, que sempre diz que talvez não vá, mas sempre aparece - que bom!; eu; Eunice, que apareceu depois de um longo jejum de aulas, e espero que agora mantenha o ritmo; Jeferson, que tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas; Sary, a pessoa com quem compartilho minha vida; e Sérgio, que também tem marcado presença regularmente nos eventos extra-práticas.

A surpresa é que tivemos chai, a deliciosa bebida indiana! Clique em cima da palavra chai para ler o post em que eu divulgo a receita que a Uni-Yôga orienta, a fim de fazer o chai mais fiel às raízes indianas.

A bebida é tão boa que o Sérgio não desperdiçava um minuto sem tomá-lo.

 

Cena recorrente durante o filme

Cena recorrente durante o filme

Valeu muito. Agradecimentos à Carla pelo registro das fotos com sua câmera. E que venha o próximo Yôgacine!!!

Receita do chai, a tradicional bebida indiana Março 23, 2009 | 02:34 am

RECEITA DO CHAI

Receita-padrão divulgada oficialmente pelo informativo da Universidade de Yôga.

Você pode fazer o download da receita do chai no formado PDF.

Para aumentar seu conhecimento, leia o artigo Aceita um chai? abaixo.

INGREDIENTES:

• 2 litros de água mineral
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado
• 2 paus de canela
• 1 copo de gengibre ralado
• ½ copo de leite em pó (Ninho)
• 2 colheres de chá preto inglês
• 5 sementes de cardamomo

MODO DE PREPARO:

1. Medir 2 litros de água
2. Separar 200ml da água para diluir o leite
3. Por o restante da água a ferver
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar
5. Lavar e ralar o gengibre
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda
7. Adicionar o gengibre e misturar bem
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar 5 minutos
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer por mais 1 minuto
11. Desligar o fogo e adicionar as 2 colheres de chá preto. Aguardar 1 minuto
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica
15. Pronto para servir

“Aceita um chai?”

Por DeRose, Mestre de Yôga Antigo – www.Uni-Yoga.org/blogdoderose

Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.

Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade

Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”

Chazinhos naturébas, não!

Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.

Uma delícia chamada chai

Uma delícia chamada chai


Yôga em Movimento SwáSthya - A Cultura Livre pensar do Yôga Descubra por que o Yôga é 10 Federação de Yôga do Estado de Santa Catarina Blog do Jojó Blog do DeRose Método DeRose / DeRose Method / Méthode De Rose