Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário Maio 2, 2012 | 03:50 pm

Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário

Como se dirigir a autoridades públicas e a membros do clero? As convenções associadas à redação de cartas vão desde o uso da palavra Senhor, ao se endereçar um envelope a uma pessoa do sexo masculino, até o uso de formas de tratamento mais complexas, usadas para se dirigir a pessoas de posição.

Aqui seguem algumas formas de tratamento:

I. Presidente:
A carta começa com: Excelentíssimo Senhor Presidente da República
No corpo do texto: Vossa Excelência
Endereçado em envelope como:Digníssimo Presidente da República Federativa do Brasil ou Ao Excelentíssimo Presidente da República.

II. Presidente da CNBB:
A carta começa com:
 Vossa Excelência Reverendíssima
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência Reverendíssima Dom Fulano de Tal.

III. Papa:
A carta começa com: Vossa Santidade
No corpo do texto: Santíssimo Padre
No envelope: A Sua Santidade o Papa.

IV. Ministro do Estado
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Digníssimo Ministro Fulano de Tal

V. Membros do Congresso Nacional
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Deputado Fulano de Tal ou DD. Membro da Câmara Fulano de Tal.

VI. Governadores e Prefeitos
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor Governador/Prefeito
No envelope: Ao Excelentíssimo Senhor Fulano de Tal ou DD. Governador Fulano de Tal

VII. Reitor e Vice-Reitor de Universidade
A carta começa com: Vossa Magnificência ou Vossa Excelência
No corpo do texto: Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor
No envelope: A Sua Magnificência o Senhor Fulano de Tal ou Digníssimo Reitor Fulano de Tal.

VIII. Desembargadores municipais e delegados de polícia
A carta começa com: Vossa Senhoria
No corpo do texto: Ilustríssimo Senhor ou Prezado Senhor
No envelope: Ao Senhor Fulano de Tal ou A Sua Senhoria o Senhor Fulano de Tal

Escrevendo para Organizações

Se você estiver escrevendo para uma organização ou instituição, tente primeiro descobrir por telefone o nome da pessoa que deverá receber sua carta, além da maneira pela qual ela prefere ser tratada.

Se você não tiver tempo ou oportunidade para descobrir esse tipo de informação, procure não se dirigir à organização genericamente. Em geral, há um funcionário especializado, a que você pode se dirigir. Segue-se uma lista de organizações e instituições, com o título da pessoa a quem você deve dirigir-se.

Associação: Presidente
Autoridade Policial: Chefe de Polícia
Banco: Gerente
Câmara do Comércio: Presidente/Secretário
Cartório: Tabelião
Cartório de Registro: Escrivão
Clube: Presidente/Secretário
Colégio: Diretor/Professor/Supervisor
Comissão: Membro da Comissão/Secretário
Comitê: Presidente
Companhia/Sociedade Anônima: Presidente
Confederação: Presidente
Conselho: Secretário-Geral
Conselhos ou Juntas: Secretário
Construtora: Gerente/Administrador
Corte: Juiz
Distrito Policial: Superintendente
Fundação: Presidente/Diretor
Instituto/Instituição: Diretor
Ministério: Ministro
Museu/Galeria: Diretor
Organização: Diretor
Repartição Pública: Chefe
Sindicato: Presidente/Secretário
Sociedade: Secretário/Administrador
Tribunal: Secretário/Escrivão
Unidade das Forças Armadas: Oficial Encarregado
Zona Eleitoral: Funcionário de Registro

A forma habitual de se iniciar uma carta para uma organização é utilizando-se as expressõesPrezado Senhor ou Prezada Senhora. Estas cartas geralmente devem terminar com a expressão Atenciosamente. Se você souber o nome da pessoa a quem deve dirigir-se, use então Prezado Sr. Fulano de Tal e termine com Cordialmente. Se a pessoa for uma mulher, e você não tiver certeza de seu estado civil (Senhora ou Senhorita) ou de seu statusprofissional (Dra.), escreva seu nome completo no envelope e na parte superior da folha (junto com seu endereço), e simplesmente comece a carta com Prezada Senhora.

Fonte: http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html

Complemento: forma de tratamento para os membros de famílias reais
Conforme sugerido em metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/

Imperador/Imperatriz – tratamento de Sua/Vossa Majestade Imperial.
Rei/Rainha – tratamento de Sua/Vossa Majestade.
Grão-Príncipe/Grã-Princesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Príncipe Imperial/Princesa Imperial – tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial e Real.
Príncipe Real/Princesa Real – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Príncipe/Princesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Príncipe Monarca utiliza-se Sua/Vossa Alteza Sereníssima.
Infante/Infante – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Delfim – tratamento Sua/Vossa Alteza Real.
Arquiduque/Arquiduquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial.
Grão-Duque/Grã-Duquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Grão-Duque Monarca utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Alteza Sereníssima.
Duque/Duquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza, se membro da família real; se não utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Excelência/Graça.
Marquês/Marquesa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.
Conde/Condessa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.
Conde-Barão – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Visconde/Viscondessa – tratamento de Sua/Vossa Graça, na Espanha Sua/Vossa Excelência.
Barão/Baronesa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Baronete/Baronetesa – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.
Comendador/Dama Comendadora – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Senhor/Senhora – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Cavaleiro – Sir)/Dama – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.
Dom/Dona – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Título_nobiliárquico

O mundo que preconizamos Janeiro 9, 2012 | 01:30 pm

Saiu no Blog do DeRose o seguinte vídeo, indicado por Pablo:

httpv://www.youtube.com/watch?v=hYR11V-qcHQ

Este vídeo ilustra muito bem o mundo que preconizamos. O nosso Método de mudar o mundo segue conceitos muito belos, como estes que você encontra abaixo:

“Manual de Civilidade”

MetodoDeRose.org/blogdoderose/a-bem-da-justica-e-da-verdade/manual-de-civilidade/

Civilidade, o que é isso?

O que vem a ser “civilidade”? O Dicionário Houaiss nos diz que é “um conjunto de formalidades, de palavras e atos que os cidadãos adotam entre si para demonstrar mútuo respeito e consideração, boas maneiras, cortesia.” Como sinônimo nos oferece a palavra “delicadeza”.

Eu tiraria formalidades e colocaria atitudes, já que a civilidade precisa ser tão legitimamente incorporada que não deve depender de formalidades. Defendo que a civilidade é autêntica quando exercida até com seus amigos íntimos, com seus familiares e com seu parceiro afetivo.

Cordialidade

Cordialidade provém do latim cordis, coração. É algo que fazemos de coração, com afeto, com amor. Expressar cordialidade como um estilo de vida, além de ser uma postura linda perante a vida, perante o mundo, faz bem a nós mesmos. No passado, havia inclusive remédios que eram denominados cordiais, porque faziam bem ao coração.

De fato, você fica com uma sensação de coração mais leve quando manifesta uma atitude bonita, amável, seja lá com quem for. Isso nos demonstra que o maior beneficiado não é o outro que foi alvo da nossa gentileza e sim nós mesmos, em primeiro lugar.

A civilidade abre portas, facilita os trâmites sociais, culturais e até mesmo os burocráticos. Um aluno cordial cativa seus professores que facilitarão sua vida escolar. Um funcionário gentil azeita as relações com clientes, com colegas e com superiores. Um cliente simpático consegue mais boa vontade e, às vezes, até um desconto por parte do vendedor. Um vendedor atencioso vende mais, ganha mais dinheiro. Um morador simpático consegue exceções maravilhosas do porteiro do seu prédio.

A civilidade, a cordialidade são muito fáceis quando o outro já está sendo amável. Mas, e quando o outro está sendo grosseiro e agressivo? Bem, aí é preciso que sua civilidade seja muito autêntica e que você tenha assumido o compromisso perante si próprio de ser cordial em qualquer situação, com qualquer pessoa, haja o que houver.

Certa vez, a vizinha apresentou uma reclamação por escrito contra uma instrutora do nosso Método que morava no apartamento de cima. Reclamava que  a moradora de cima chegava tarde, andava de salto alto e ouvia música muito alta. Fora uma reclamação injusta. Na época, Virgínia nem usava salto alto. E sempre foi uma jovem suave, de modos sutis. O impulso da indignação era escrever uma carta veemente que rebatesse as reclamações daquela senhora. A vontade de qualquer pessoa seria a de lhe dizer umas verdades e criar um confronto. Mas, como Virgínia é instrutora do Método DeRose, orientei-a a escrever esta carta:

“Prezada Sra. Rosa Maria.

Fiquei ciente de que, involuntariamente, perturbei o seu sossego. Peço que me desculpe, pois tenho plena consciência de que a minha liberdade termina onde começa a do meu vizinho. Lamentavelmente, as paredes e lajes do nosso prédio são muito finas e o mínimo ruído produzido num apartamento perturba os que estão em baixo e em volta.

Procuro ouvir minhas músicas em volume baixo e sempre que posso caminho descalça quando estou em casa. Mesmo assim, soube que o som tem atrapalhado o seu descanso.

Já providenciei um tapete para ver se assim os ruídos do meu apartamento não reverberam mais no seu e vou tentar escutar minhas músicas ainda mais baixo. Caso essas medidas não sejam suficientes, por favor, me informe para que eu veja que outros cuidados preciso adotar para não incomodá-la.

Quanto a chegar tarde em casa, eu preciso trabalhar até tarde e como não tenho computador em casa preciso usar o do escritório da Universidade onde trabalho, a fim de que na manhã seguinte minhas tarefas estejam em dia. Mas procurarei entrar em casa o mais silenciosamente possível.

Obrigada pela sua compreensão.

Virgínia Barbosa
Apartamento 75
Tel. xxxx-xxxx”

Como resultado dessa cartinha, a moradora retirou a queixa contra a vizinha, elogiou-a perante todos os condôminos e até eu recebi elogios por nossa instrutora ser tão educada.

No mesmo prédio, uma vizinha reclamou da moradora ao lado que, por acaso era outra instrutora da nossa Cultura. A reclamação era absurda, pois aludia a barulho que faziam as amigas recebidas altas horas da noite pela Mariana. Acontece que a Mariana não recebia ninguém na sua casa, nem de noite, nem de dia, pois trabalhava muito o dia todo e à noite chegava e caía na cama, de cansada, e dormia.

Mais uma oportunidade de alimentar conflitos ou de cultivar as boas relações humanas. Aconselhei Mariana que escreveu a seguinte carta:

“Estimada vizinha Vivian.

Acabo de receber o seu e-mail que foi enviado ao síndico, sobre alguns probleminhas que estão ocorrendo no nosso andar.

Lamento que ao abrir a porta eu tenha feito muito barulho. Não percebi, mas é possível que assim tenha sido por falta de cuidado da minha parte. Vou prestar mais atenção das próximas vezes.

Sobre eu chegar de madrugada com uma amiga falando alto, isso pode ter ocorrido no máximo uma vez, há muito tempo. Moro sozinha e não recebo amigos ou amigas em casa, pelo simples motivo de que trabalho na escola até tarde e não me sobra tempo para atividades sociais em minha residência. Imagino que possa ter sido outra pessoa e sugiro que, para tirarmos a dúvida, da próxima vez que isso ocorrer, a prezada vizinha observe pelo olho mágico ou mesmo abra a porta para flagrar quem está entrando com a amiga de madrugada, falando alto.

De qualquer forma, estou ao seu inteiro dispor para conversarmos e buscarmos juntas as soluções que satisfaçam a todos nós que precisamos compartilhar um espaço tão pequeno.

Cordialmente,

Mariana Rodrigues”

Mas o prédio é mesmo problemático. A vítima seguinte fui eu mesmo, com reclamações descabidas sobre a minha cadela Jaya que é extremamente educada. Argumentava o síndico que alguns condôminos reclamaram por que ela estava solta e eles tinham medo. E porque cachorro tem que descer pelo elevador de serviço e sair pela garagem. E que nossos cães (dos moradores que tinham cachorros) não poderiam circular nem brincar nas áreas comuns do térreo. E mais uma porção de implicâncias. Agora era a minha vez de escrever uma cartinha de acordo com os nossos princípios de cordialidade e conciliação. Enviei esta carta a todos os moradores:

 

“Estimado Vizinho.

Sou o proprietário do apartamento 71. Recentemente, nosso Síndico teve uma amável conversa comigo a respeito da minha cachorrinha Jaya (que de cachorrinha só tem o carinho que sinto por ela, pois é meio grandalhona) e do Fred, o labrador preto de propriedade da moradora Sra. Regina.

O síndico me informou que, às vezes, eles correm e sujam o chão com as patas cheias de terra e que alguns moradores têm medo deles, não por ser bravos – pois eles são bem mansos e queridos – mas pelo seu tamanho, uma vez que poderiam trombar com algum condômino mais idoso. Ele está com a razão.

Por isso,  por uma questão de civilidade e boa vizinhança, quero encontrar uma solução que o deixe satisfeito e que agrade aos demais moradores sem, com isso, prejudicar os que tem cães.

Como parte da solução, propus instalar, por minha conta, uma cerca que proteja o canteiro de flores para que elas não sejam pisoteadas pelos nossos amiguinhos de quatro patas.

Propus, também, que a parte de trás, que dá para a Av. Rebouças, seja isolada e que nossos cães possam se exercitar e brincar sem perturbar os demais moradores.

Caso o estimado Vizinho tenha alguma opinião ou sugestão a respeito, eu agradeceria se tivesse a bondade de me escrever ou contactar, para que pudéssemos avaliar e ponderar uma solução adequada.

Com toda a boa vontade do

DeRose

Bem, nem sempre a gentileza funciona. Nesse caso, não adiantou nada quanto aos cães. Mas tenho a certeza de que contribuiu bastante para a nossa  boa imagem junto aos vizinhos. E isso é sempre muito importante.

“Três-vezes-três ações de civilidade por dia”

Um bom exemplo de praticante do Método DeRose na área de conceitos é a ação efetiva para transformar o mundo através da civilidade (podemos chamar de boas ações ou até de boas maneiras).
Todos os dias vamos computar quantas ações louváveis protagonizamos.

Três vezes três

O três é um dos números reverenciados na nossa tradição hindu, e encontramo-lo na Trimurti, no trishúla, no trikuti, no tribandha, no trigranthi etc. Vamos então fazer nossa contagem a partir dele.
Se você realizar hoje menos de três ações meritórias, considere este como um dia de chumbo.
Se realizar três boas ações, este foi um dia de bronze.
Com duas vezes três ações de boas maneiras, seu dia terá sido de prata.
Conquistando três-vezes-três ações de civilidade, comemore um dia de ouro.
Mas se conseguiu realizar mais de três-vezes-três ações, você é o nosso heroi e o seu dia foi de diamante!
Que ações poderiam ser essas?
Efetue uma doação a alguma instituição de assistência social séria.
Participe como voluntário em alguma campanha filantrópica.
Envolva-se de corpo e alma com as campanhas da Defesa Civil da sua cidade.
Dê comida a quem tem fome.
Dê um agasalho a quem tem frio.
Dê um sorriso, uma atenção, um afeto a quem esteja precisando disso tanto quanto o que tem fome e o que tem frio.
Salve um cão abandonado.
Regue as flores do jardim do seu vizinho, desinteressadamente.
Pare o carro a fim de dar passagem a um pedestre que esteja querendo atravessar a rua, mesmo fora da faixa.
Socorra um desconhecido que esteja caído na calçada tendo um ataque epilético.
Dê flores a um amigo.
Não se abale quando outro motorista for mal educado, der uma fechada ou mesmo bater no seu carro.
Peça desculpas, mesmo quando tiver a certeza de que está com a razão.
Trate bem um mendigo que venha pedir dinheiro.
Telefone para um amigo, colega ou parente, só para perguntar como vai.
Converse amenidades com um desconhecido no supermercado ou no shopping center.
Dê a mão a uma senhora para sair do carro.
Ofereça-se para ajudar a carregar as compras ao vizinho no prédio em que mora ou ao desconhecido no estacionamento.
Carregue a bolsa pesada da sua amiga.
Ouça o desabafo de quem precise falar sobre um problema.
Jogue no lixo algo que alguém tiver deixado cair fora da lixeira.
Acaricie um cão.
Elogie o filho de alguém.
Dê os parabéns a um colega ou concorrente por uma conquista ou por um projeto vitorioso.
Dê uma gorjeta mais substancial do que o mínimo de praxe.
Agradeça pelo serviço e elogie a atuação do garçom ou outro profissional.
Diga “você está com a razão”.
Sorria para as pessoas no clube, nas lojas, na sua empresa.
Trate com cortesia o seu porteiro, a sua auxiliar de limpeza e todo o pessoal subalterno.
Recicle.
Dê informações, auxilie, oriente (na empresa, no trânsito, na faculdade).
Converse com os funcionários que o atendem.
Escute as reivindicações do cônjuge. E atenda-as.
Diga obrigado e sorria para alguém na rua, no trânsito, nas compras.
Responda com gentileza a um vizinho irritado.
Acalme um colega, um familiar ou um amigo quando ele estiver zangado com você.
Não insulte a quem bem que merecia.
Quando não precisar de algum objeto ou roupa não o guarde nem o jogue fora: procure quem esteja precisando e faça-lhe presente. O que não presta para um pode ser uma bênção para outro.
Dê uma informação útil a alguém.

Método Giraldi, da Polícia Militar do Estado de São Paulo:

Não tome decisões emocionadas.
A família é o que há de mais importante. Tenha tempo para esposa e filhos.
A ausência de um pai e de uma mãe é a porta de entrada para as drogas
Serenidade em todos os momentos.
Há três formas de amor: a palavra, o tato e o olhar. Portanto abrace seu filho, sua esposa e seus amigos.
Sorria sempre.
Elogie seu filho e seu subalterno quando possível.
Não grite com seu filho ou com seu subalterno. Troque o medo pelo respeito.
Problemas no trabalho, não devem entrar no lar.
Visite sempre seus pais, para não visitá-los no cemitério.

A Beleza Abril 20, 2011 | 08:08 am

Andando por um charmoso bairro de Porto Alegre, vejo que uma velhinha com bengala e de costas curvas atravessará a rua. Parece dinâmica dentro de suas sérias limitações. Penso em auxiliá-la, mas não, não precisa: o semáforo sinalizará o vermelho e ela realizará o trajeto tranquilamente. De qualquer forma, ando ao lado para um eventual auxílio caso ela tropece num paralelepípedo. “Sei que ela está indo bem, mas eu podia ao menos dar um apoio moral” – pensei. Miro-a com os cantos dos olhos. Completada a missão, sigo até a agência dos Correios para cumprir minha tarefa pessoal. Eis que instantes depois entra a velhinha, pega a sua senha e, sorrindo, me cumprimenta e senta no banco da fileira logo à minha frente. Em seguida, ainda sorrindo, se vira com dificuldades, faz um sinal para eu me aproximar e poupá-la de ter que se virar ainda mais, pois seu pescoço não permitiria tanto, e pergunta: “nós já nos conhecemos ou você é sempre assim essa pessoa simpática?” Essa é uma questão polêmica. Tecnicamente, eu já a conhecia desde minutos atrás, mas era uma amizade unilateral, não-recíproca. Declarei que provavelmente seria a segunda opção. E ela continua, utilizando o seu prejudicado fôlego da melhor forma possível: “É que é difícil encontrar alguém que dê um sorriso sincero, com solidariedade*. E eu sempre costumo falar para as pessoas tudo aquilo que eu vejo de bom nelas. Eu acho que a beleza na vida sempre deve ser elogiada.

Logo em seguida a sua senha prioritária foi chamada. Seu nome é Laura, sua idade é avançada, e ela vê a beleza nas coisas sutis.

A Beleza, por DeRose.
Para ser lido com o fundo musical de Les Sylphides.

A beleza está nas pétalas da flor,
está no hálito morno das areias,
está no pássaro que voa e canta,
está no vento que fala comigo
na meditação do entardecer.

A beleza está na rocha viva,
está nas Sílfides do incenso que aspiro,
está no olhar terno dos que amam.

Se a beleza está em toda parte,
por que não haveria de estar
Naquele que jaz em ti?

Quem fofocar para você, fofocará sobre você. Outubro 30, 2010 | 03:44 pm

Quem fofocar para você, fofocará sobre você.

(Provérbio Espanhol)

Pode apostar: aquele que “compartilha informações” com você sobre outra pessoa, fará o mesmo sobre você com outra pessoa.

Neutralize o infeliz. Não aceite escutar fofocas. Não dê linha para pessoas desse naipe.

Veja este excelente texto retirado do Blog do DeRose:

Em fofoca não se deve acreditar, nem nas mais ingênuas. Jamais encorajá-las. Lembre-se de que o fofoqueiro é um pombo-correio que leva e traz. O que ele estiver fofocando sobre o Beltrano ausente, provavelmente fofocará a seu respeito assim que você virar as costas. Corte habilmente o assunto ou retire-se sem muito alarde. A ideia é a de não deixá-lo completar a frase e fazê-lo sentir-se constrangido com a atitude. A menos que o futriqueiro já tenha conseguido concluir a agressão a alguém ou alguma coisa que você preze. Nesse caso, a honra e a ética mandam que você o defenda bravamente, mas sempre com elegância e compostura.

Lembre-se do axioma no. 1 do Método DeRose: não acredite. Esse é o nosso primeiro dispositivo para neutralizar fofocas.

O dispositivo no 2 é não passar adiante nenhuma observação que mencione o nome de alguém. Se o comentário tiver nome, morre ali.

O dispositivo no 3 é o acordo tácito entre nós de que quando alguém tiver algo a comentar, não mandará recado, mas sim falará diretamente com a pessoa interessada.

O dispositivo no 4 é a confiança e a certeza de que nosso amigo ou companheiro está cumprindo o dispositivo número 3, acima.

O dispositivo no 5 é o exercício usado na antiguidade e que chegou aos nossos tempos com o nome de telefone sem fio, o qual consiste em formar-se um círculo de pessoas e passar uma frase à primeira, para que ela passe adiante e assim sucessivamente até que chegue ao último do círculo. As distorções são tão grandes e absurdas que nos fazem compreender como surgem os falsos rumores. E, ao mesmo tempo, vacinam as pessoas mais inteligentes para que não acreditem no que ouvirem, seja lá de quem vier a notícia, até das pessoas mais críveis.

A arte da comunicação Julho 13, 2009 | 11:23 am
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A verdade, com ternura

Uma conhecida parábola árabe conta que um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou de seu desconfortável sono, mandou chamar um adivinho para que interpretasse o que havia sonhado.

- Que desgraça, senhor! – Exclamou o adivinho. – Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade.

- Mas que insolente – gritou o sultão, enfurecido. – Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui! – e então chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem açoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe:

- Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes!

A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado:

- Não é possível! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem açoites e a você com cem moedas de ouro.

- Lembra-te meu amigo – respondeu o adivinho – que tudo depende da maneira de dizer. Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade.

O que é o Método DeRose Março 28, 2009 | 12:01 am

Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.

Ou de forma mais extensa:

O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.

Listando por tópico, facilita a compreensão:

  • uma proposta de life style;
  • com ênfase em boa qualidade de vida;
  • boas maneiras;
  • boas relações humanas:
  • boa cultura;
  • boa alimentação;
  • boa forma;
  • reeducação respiratória;
  • administração do stress;
  • as técnicas orgânicas;
  • tônus muscular;
  • flexibilidade;
  • concentração e meditação;
  • a consequência final é o autoconhecimento.


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