Cachorro vira-lata: um ser especial, por Alessandro Martins, no Blog da Vivi.
Onde está a diferença? Post divertido no Blog do Julio Simões.
Vídeo para incentivar o uso do cinto de segurança, visto no Blog do DeRose.
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| Links para terça-feira (17-4-12) | Abril 17, 2012 | 08:51 am |
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| Quem fofocar para você, fofocará sobre você. | Outubro 30, 2010 | 03:44 pm |
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“Quem fofocar para você, fofocará sobre você.“ (Provérbio Espanhol) Pode apostar: aquele que “compartilha informações” com você sobre outra pessoa, fará o mesmo sobre você com outra pessoa. Neutralize o infeliz. Não aceite escutar fofocas. Não dê linha para pessoas desse naipe. Veja este excelente texto retirado do Blog do DeRose:
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| Treino da língua portuguesa | Junho 8, 2010 | 08:08 am |
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Gosto de escrever à Saramago, com textos curtos e muito bem amalgamados. Mas a Saramago, prefiro DeRose, nosso escritor brasileiro e Mestre de autoconhecimento, pois este escreve com tanta elegância quanto aquele, mas com mais clareza – os menos letrados que o digam! De domingo a sábado acompanho as produções literárias de ambos: Blog do DeRose e O Caderno de Saramago, pois são seriíssimas, além de serem belos exemplos de aplicação da língua portuguesa. É um hábito que tenho esse, de ler autores o mais cultos possível, pois gosto de estudar o meu idioma e praticar a autossuperação, mas há quem não goste de nada a esse respeito. Em princípio, procuro sempre instigar pessoas a aperfeiçoarem seus conhecimentos, embora eu evite corrigí-las a princípio por não saber se elas aceitarão bem as minhas críticas construtivas. Dicas são boas para todos, então dicas eu dou. Certa feita, numa conversa superinteressante com um casal, amistosamente expus uma correção à menina, e ela ficou vermelha que nem pimentão! Nem os pimentões venciam aquele rubor. Ô menina que se enrubece fácil! Corrigi o rapaz também, mas ele não ficou como ela. Gosto de pessoas descomplicadas e sedentas por sabedoria, e estou muito feliz por namorar uma moça que é bem assim. Falando nela, temos um compromisso amanhã ao meio-dia, e vê-la-ei um pouco antes disso, às 11h ou 11h30, para depois almoçarmos no restaurante vegetariano que incoerentemente serve peixe aos domingos e às quartas. Questão comercial, eu sei. Tudo bem, eu me adéquo a isso: vou lá de segunda a terça e de quinta a sábado. Bibliografia:
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| Wilson Simonal e a velha história de difamação | Julho 14, 2009 | 10:00 am |
![]() Ícone do pop nos 60's e 70's A história se repete over and over, mas confio em que esta espiral seja ascendente e a evolução realmente esteja presente na caminhada da Humanidade. Wilson Simonal entrou para os registros de muitas cabeças das massas como o “dedo-duro da ditadura”. Provas do fato? Niente, pelo que se consta. Mas fofoca e notícia ruim pega fácil e rápido, ainda mais com alguém que se destaca e todos conhecem muito bem. Aliás, é assim que funciona, se você começa a crescer e aparecer, estará sujeito ao facão que passa para cortar as cabeças sobressalentes e assim nivelar o povo, tornando todos iguais novamente. E quem incentiva isso são as próprias pessoas, o povo, ao atacar e perpetrar calúnias contra alguém sem ter provas ou sem sequer conhecer a pessoa. ![]() Simonal e Sarah Vaughan Foi assim com Michael Jackson. Embora estivesse escancarado que ele estava sendo difamado, a notícias sempre estampavam fotos muito cretinas, com alguma cena que prejudicasse sua imagem pública. Isso só vende e só dá ibope porque nós compramos. Eu digo “nós” porque seria indelicado falar “você”, podendo causar um choque em ti, amigo leitor. Mas dificilmente vou me enquadrar nesse nós, pois quando se trata de alguma difamação ou alguma outra informação duvidosa, eu não acredito, não confio, não divulgo, nem passo adiante. Infelizmente, poucos agem assim. Com Simonal aconteceu algo semelhante, e o vídeo abaixo ilustrará isso. Mas agora entenda que não quero apenas divulgar aqui a história do nosso artista, pois esse não é o meu foco, mas sim utilizar a história de Simonal para passar adiante a forte mensagem: Não seja manipulável.Fofoca? Difamação? Não acredite, não ouça, não incentive.Pessoas inteligentes falam de ideias. Que alegria fazer parte da DeRose Culture, e ser auxiliado em minha construção cognitiva com textos como esse. Abaixo, alguns vídeos do cantor para matar a curiosidade sobre a vida dele e seu talento. |
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| Zeitgeist no Yôgacine de sábado – 4/7/2009 | Julho 9, 2009 | 03:13 pm |
![]() Zeitgeist é um termo alemão que significa 'o espírito de época' ou 'espírito do tempo'. O Zeitgeist significa, em suma, o conjunto do clima intelectual e cultural do mundo numa certa época, ou as características genéricas de um determinado período de tempo. Tivemos Yôgacine no último sábado e foi maravilhoso como sempre. O filme foi muito bom, interessante e instigante, feito para sacudir o indivíduo pelos ombros e alertá-lo para algo que, se eu for resumir numa expressão, seria esta: “não acredite“. Não acredite no quê? Apenas não acredite. A probabilidade de você ser ludibriado é grande. Isso vai ao encontro do verbo que define o Sámkhya (filosofia teórica que fundamenta o Yôga Antigo), que é o verbo saber – justamente o oposto do verbo crer, que melhor define o Vêdánta – a filosofia oposta ao Sámkhya! Não é à toa que o Mestre DeRose, o sistematizador do Yôga Antigo, escreveu um pequeno texto sobre esta expressão: O que é o Axioma Número Um do SwáSthya Yôga. De quebra, você já pode conferir este artigo para enriquecer mais sua leitura “Afinal, por que “doutrinação” deve ser execrada?” Zeitgeist – The Movie, de Peter Joseph, é uma codificação de fatos históricos, políticos e econômicos, numa compilação de efeito e alto impacto no espectador. É um trabalho de resgate dos acervos da mídia e da história, e colocados na película num formato dividido em 3 partes:
1 – A maior história já contada (religião); O resultado é digno de apreciação, e você pode conferir ao final deste post. Além do filme, foi muito gostoso estar presente nesse encontro com tantas pessoas legais, simpáticas e queridas que são a galera do SwáSthya Yôga de Chapecó; e ainda podendo apreciar pizzas saborosíssimas – e vegetarianíssimas também, claro – à mesa. A pizzaria Don Marco aqui de Chapecó está produzindo belas fornadas. Abaixo, a foto do encontro. Faltou a foto de todos sentados à mesa com as pizzas coloridas e gigantes ao longo dela. ![]() Galera faceira reunida para a foto do final do encontro. Linha 1 - Cláudio (nosso engraçado amigo que aparece só para os documentários profundos, vindo no fluxo da Ci), Dani (nossa querida amiga também instrutora de SwáSthya), Helio (o guerreiro de Xanxerê, que atravessa mares ao nosso encontro), Ozana (nossa simpática colega com presença sempre confirmada); Linha 2 - Sérgio (grande e entusiasmado debatedor da noite), Cris (outra parceiraça que sempre nos alegra com sua ótima companhia), Cezar (que pela primeira vez participou de um evento da turma - que seja a primeira de muitas!), Sirlei (nossa nova e simpática colega que já chegou mostrando que é de marcar presença, companheira do Cezar), Alexandre (dispenso autocomentários hehehe); Linha 3 - Sary (minha amada companheira, sempre presente e me ajudando na organização dos eventos), Jeferson (nosso estimado amigo jornalista e empresário do restaurante vegetariano San Wila) e Cinara (também sempre presente e compartilhando alegrias, divertimentos e boas conversas, puxando o Cláudio até o momento em que ele começará a praticar também.) O próximo Yôgacine provavelmente será sobre vegetarianismo, já que este é um assunto que atrai e interessa bastante quem ainda não é vegetariano ou não possui conhecimento o suficiente sobre. O evento foi nas instalações acima da querida loja Samarga Fran Modas. Fique ligado para conferir em breve os próximos posts! SwáSthya! Zeitgeist, O Filme (ver no Google Video) |
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| Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana. | Abril 27, 2009 | 02:21 pm |
![]() Está no ar. Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre foi assim, mas o problema é que parece que essa doença se alastra pelo ar, e não somente pela ingestão dos cadáveres de bicho morto. Os papadefuntos dessa vez conseguiram mesmo bagunçar a coisa. De qualquer forma, o organismo contaminado por defuntos está comprometido e, logo, mais propenso a desenvolver doenças que não vingariam em organismos mais saudáveis, como o dos vegetarianos. Contudo, torço para que não chegue por aqui, pois não quero colocar meu supersistema imunológico à prova. Surto iniciado no México, único a registrar mortes, Assista a esta gravação da webclass do Mestre DeRose sobre vegetarianismo, gravada há uns 5 anos atrás. É um trecho que cai muito bem para este assunto que abordamos no post: DeRose WebClassComer carnes é uma má escolha. Para reforçar a leitura: |
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| Urubus nojentos, Hora do Planeta, PUM e escravidão | Março 30, 2009 | 09:45 pm |
![]() De Newton a Steve Jobs: muitos são vegetarianos e você nem sabe. Esses dias vi uma notícia de um boi que foi atropelado por um caminhão. Não tardou muito e um tanto de homens arrastaram o machucado animal, vivo, para fora da estrada e começaram a – como é mesmo o verbo? – carneá-lo ali mesmo. Brutos. Apesar de o mamífero estar urrando de dor, agonizando pelo já lamentável acidente, arrancaram-lhe pernas, extensos nacos de filé fresco da lombar, vísceras, peito, pescoço… Acha que eu estou exagerando? Veja a notícia no site Vista-se: http://vista-se.com.br/site/boi-e-atropelado-na-br-201-e-depois-retalhado-ainda-vivo. Isso somos nós, seres humanos evoluídos, um bando de urubus nojentos. Sei que falar assim é pegar pesado, mas, pombas, mas não dá para pegar leve o tempo todo. Esse problema não é brincadeira! No fundo, eu sei que você não faria uma coisa dessas. Mas, no contexto geral, isso, essa coisa bizarra que aconteceu e que está documentada nas fotos do link, somos nós, humanidade. Você, particularmente, não faria uma coisa dessas. Se você lê este blog então é uma pessoa diferenciada, mais humana e menos animalesca, propensa a compreender o ponto onde quero chegar, e uma sensata vegetariana em potencial. Se assim não fosse, eu não me motivaria a sequer um dia pensar em montar este blog, que é para você. Eu quero que você junte-se a mim na dieta dos gênios e das grandes personalidades. Quero que você também adote o sistema alimentar que Darwin, Sócrates, Pitágoras, Schopenhauer, Voltaire, Newton e muitos, muitos outros sábios adotaram. Não quero que você seja um hipócrita, que faz ações microscopicamente hilariantes com o intuito de “salvar o planeta”. Não quero que você diga “aaaai mas eu não consigo deixar a carninha para trásssss…” e seja mais uma dessas pessoas que se acham heroínas da humanidade só por fechar a torneira para não gastar água, e apagam as luzes por uma hora pela campanha Hora do Planeta e depois colocam orgulhosamente em suas frases do MSN ou Orkut: “Hora do Planeta: eu fiz a minha parte“. ESTRONDOSAMENTE ridículo, risível! Abaixo, um áudio de Arnaldo Jabor, que cabe muito bem neste momento. A leitura não para por aqui: leia porque a vaca é sagrada na Índia, reflita sobre as carnes na alimentação do ser humano, leia o post Não coma carne, no Blog do DeRose e A melhor culinária do mundo, no Blog do Jojó. Por fim, veja abaixo mais uma vaquinha que foge do abate. Que alegria! Você sabia? Que os donos de abatedouros negam a alma dos animais? É o mesmo pretexto que foi utilizado pelos donos de escravos para maltratar os negros. Por isso, quando uma pessoa negra vem falar comigo a respeito do vegetarianismo, ela está mais propensa a entender a estupidez humana: se um homem é capaz de negar a alma de um outro ser humano, então é tranquilamente capaz de negar a alma de qualquer outro ser menos evoluído. Ops, eu falei “menos evoluído”? Acho que me enganei… |
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| Receita do chai, a tradicional bebida indiana | Março 23, 2009 | 02:34 am |
Receita de chai indiano(pronuncie “tchai”) “Aceita um chai?”Escrito por DeRose (www.MetodoDeRose.org/blog). Assista a um vídeo com a receita no YouTube.
Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade
Chazinhos naturébas, não!
Como preparar o chai Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples. Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está pronto! Retiram do fogo e servem. No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante artificial é execrável. Masala tea, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado tea masala. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa blend. Basta colocar um pouco do pó, a gosto. Ginger tea, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso, deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai. Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha e esmagamo-las com uma faca ou pilão. É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou do cardamomo. Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano. No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se abastecer. E um bom chai para você!
Receita-padrão do chai do Método DeRoseO chá indiano de especiarias faz parte da rotina dos alunos do Método DeRose. Antes ou depois da prática há sempre um momento para o chai e uma boa conversa. INGREDIENTES PARA UM AUTÊNTICO CHAI: - 500 ml de água; MODO DE PREPARO: Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe. Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.
Receita do chai indiano – versão alternativaEsta receita foi muito utilizada na década de 90 nas escolas da Universidade de Yôga. INGREDIENTES: • 2 litros de água mineral MODO DE PREPARO: 1. Medir 2 litros de água Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.
Receita chai – versão de desespero e emergencialCaso falte leite na sua casa, mas tenha leite condensado, será tolerado fazer a receita que segue: INGREDIENTES: 1 litro de água MODO DE PREPARO: Em 1 litro de água esquente o gengibre, a canela e o cravo. Desligue o fogo quando a água ferver. Em seguida, acrescente o leite condensado e o chá preto. Depois, misture os ingredientes, tampe e deixe em infusão por 10min. Coe numa peneira fina e estará pronto para servir. Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada. ![]() Uma delícia chamada chai Como a Nossa Cultura influenciou o mundo: o chai
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