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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; amor</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>A Santa Ceia atual</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 21:00:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[E, no revólver do organismo, alguns grandes problemas à ponto de bala, esperando a garfada fatal que puxará o gatilho rumo ao Sonrisal (ou ao hospital). Essa é a Santa Ceia atual. No cenário coadjuvante, a alguns metros da concentração da bagunça, paira numa mesa, amparado por um suporte que tenta transmitir requinte, sobre um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1248" class="wp-caption aligncenter" style="width: 670px"><img class="size-full wp-image-1248" title="santa-ceia-atual-blog-alexandre-montagna-2" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/12/santa-ceia-atual-blog-alexandre-montagna-2.jpg" alt="Vamos, irmão, comer uma porca sangrando para celebrar a vida e beber um vinho para celebrar consciência!" width="660" height="235" /><p class="wp-caption-text">Vamos, irmãos, comer uma porca sangrando para celebrar a vida e beber álcool para brindar à consciência!</p></div>
<p>E, no revólver do organismo, alguns grandes problemas à ponto de bala, esperando a garfada fatal que puxará o gatilho rumo ao Sonrisal (ou ao hospital). Essa é a Santa Ceia atual.</p>
<p>No cenário coadjuvante, a alguns metros da concentração da bagunça, paira numa mesa, amparado por um suporte que tenta transmitir requinte, sobre um tecido que transborda o móvel, um livro escrito por homens e atribuído a um Ser Celestial, supostamente designado para doutrinar e direcionar a conduta de vida de seus leitores, e até nesse livro errante não há em lugar algum a indicação de que o ser humano foi projetado para comer carnes.</p>
<p>Pelo que me consta, em nenhuma passagem das traduções mais antigas e fiéis da Bíblia há indicações de que Jesus comeu peixe, tomou vinho, ou que o ser humano foi feito para comer carnes. Muito pelo contrário, o Filho apenas tomou tiyrosh (<em>non-alcoholic grapejuice or sweet wine </em><em>[</em><a href="http://www.hebroots.org/hebrootsarchive/9904/9904_rr.html" target="_blank"><em>1</em></a><em>]</em>) e, no Gênesis, consta que fomos projetados para durar 120 anos e que foram criadas as árvores e as ervas que dão semente para que nos sirvam de alimento.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Quem mata um boi é como o que tira a vida a um homem;<br />
quem sacrifica um cordeiro é como o que degola um cão.&#8221;<br />
(Isaías, 66:3)</em></p>
<p>Parece tudo bem claro. Não que esse livro sirva como norte moral válido para aplicarmos no cotidiano, da mesma forma como descartamos também o Corão, ou o Torá, mas vale o registro para todos aqueles que precisam de um empurrãozinho religioso.</p>
<p style="text-align: center;"><em>&#8220;Virá o dia em que a matança de um animal<br />
será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem.&#8221;<br />
(Leonardo da Vinci, mais de mil anos depois da Bíblia)</em></p>
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		<title>Conservadorismo e banalização do sexo</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 11:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na prática, conservadorismo acaba por ser um eufemismo para comportamento repressor. Sendo desse modo, declaro que sou contra o conservadorismo de qualquer tipo, em qualquer assunto e sobre qualquer instância. Ora, o maior patrimônio do ser humano é a liberdade &#8211; liberdade de ir e vir, de escolher o que bem entender e fazer o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-987" title="sexo-tabu-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/sexo-tabu-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="sexo-tabu-blog-alexandre-montagna" width="650" height="200" /></p>
<p>Na prática, conservadorismo acaba por ser um eufemismo para comportamento repressor. Sendo desse modo, declaro que sou contra o conservadorismo de qualquer tipo, em qualquer assunto e sobre qualquer instância. Ora, o maior patrimônio do ser humano é a liberdade &#8211; liberdade de ir e vir, de escolher o que bem entender e fazer o que quiser, desde que não prejudique ninguém; e não há maior crime do que ter nossa liberdade reprimida e violentada, em qualquer nível de atividade. Ser conservador no sexo é ser repressor e reprimir a liberdade dos outros de fazer o que quiserem. Não devemos ser conservadores: esse comportamento é uma praga! Mas, sobre o sexo, será que devemos banalizá-lo, então? Depende do que entendemos por banalizar algo. Se o entendimento for &#8220;tornar o sexo normal&#8221;, então, por favor, banalizemos o sexo, pois não há ato natural mais lindo, prazeroso e normal do que a conexão entre dois seres em suas vestes carnais. Por outro lado, se banalizar trouxer o entendimento de &#8220;vulgarizar&#8221;, então jamais façamos isto! Nesse significado, não devemos banalizar o sexo, assim como não devemos cometer tal falha com a alimentação, com a conversa entre amigos, ou com o cotidiano, pois todas as circunstâncias de nossas vidas devem ser vivenciadas com amor e sentimento dignos de uma valorização do tempo que conferimos a elas. Dito tudo isto, se o leitor me permitir expor meu conceito, devo informar que vulgarismo é uma atitude, um estado de espírito que consiste em subtrair sentimentos nobres de atos afetivos, tornando-os ocos, bem como em praticar convívio social gerando desconforto nas pessoas ao seu redor.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>A mola do comportamento no contexto histórico</strong></p>
<p>O comportamento é como uma mola: quando mais pressionado e reprimido, maior será a força que terá quando for solto. Não são os adolescentes intensamente homofóbicos que se tornam homossexuais aos 40? Durante os últimos tempos, sofremos uma repressão sexual que só nas últimas décadas começou a se atenuar. Parte disso é devido ao enfraquecimento da religião e das crenças. Mas o resultado da liberação comportamental foi a mola dando um salto para o ar, gerando o comportamento oposto, num nível que ultrapassou a liberdade e entrou na libertinagem. Confundimos liberdade com banalização, embalados sob músicas realmente vulgares. A mola comportamental social ainda está em fase de aquietação e aos poucos vamos descobrindo que sexo é ótimo, falar de sexo é bom também, e que podemos torná-lo normal e, ao mesmo tempo, valorizá-lo muito. Nesse interím, a libertinagem vai dando pano para a manga dos conservadores, que dizem: &#8220;<em>isso que dá os jovens não irem à igreja&#8230;</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Um exemplo de repressão</strong></p>
<p>Ainda sobre o assunto repressão, lembro-me de quando ouvi o depoimento de uma querida amiga que foi acompanhada de suas <em>friends</em> à beira de uma praia de nudismo, numa distância em que era possível observar (pessoas nuas) sem sair do carro. Em certo momento, todas enxergaram um grupo de homens despidos conversando, e logo o sangue subiu às faces de todas, a garganta apertou a voz, os pelos (de todas) arrepiaram-se nas peles enrubescidas, e uma delas solta uma ofensa bastante nervosa, aleatória e completamente descabida: &#8220;<em>é gay, é gay, é tudo gay!!</em>&#8220;. Como todas estavam à ponto de bala, numa autorepressão muito forte, a sequência foi um bando de mulheres dentro de um carro repetindo a expressão feito caturritas atônitas, para talvez tentar mascarar a incapacidade de observarem com simplicidade um grupo de seres humanos tal e qual vieram ao mundo. Esse é um belo exemplo de quando a repressão encontra a liberdade: <strong>a repressão teme a liberdade</strong> &#8211; por isso mesmo a maltrata, agride, ofende e prende.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Ser libertário e não julgar</strong></p>
<p>A concepção de um mundo perfeito consistem em chegar à conclusão de que a liberdade é o nosso bem mais precioso e que devemos preservá-la, cultivá-la e vivenciá-la muito, custe o que custar. Você pode ser libertário ou repressor consigo mesmo &#8211; pois você tem essa liberdade, mas seja, acima de tudo, libertário com os outros. Não julgue sob nenhum pretexto os outros. Não julgue aquele que ama alguém do mesmo sexo. O que você tem com isso? Não importa se homem e mulher são o casal perfeito no encaixe natural do quebra-cabeça, amor é amor e está acima da dualidade sexual: está entre essências. Tampouco julgue aquela pessoa que se relaciona com duas outras simultaneamente, mesmo que você não compreenda como é possível fazer isso sem traição e com verdadeiro amor e afeto. Ao julgar outra pessoa dessa maneira, você declara abertamente que está com repressão armazenada em seus condicionamentos comportamentais. Seja desrepressor consigo mesmo e com os outros. Não julgue. Seja libertário, com maturidade, respeito e disciplina. Este é o meu convite.</p>
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		<title>Sary</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Aug 2009 19:04:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alma-gêmea é um conceito romântico e bonitinho, mas que não existe, na verdade. Ele faz parte dos contos de fada e das novelas que sempre terminam em casamento. Faz parte da fantasia social. Somos hoje 7 bilhões de personalidades transitando pelo mapa-mundi com grandes sonhos, pequenos hobbies e desejos carnais. O par perfeito é qualquer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alma-gêmea é um conceito romântico e bonitinho, mas que não existe, na verdade. Ele faz parte dos contos de fada e das novelas que sempre terminam em casamento. Faz parte da fantasia social. Somos hoje 7 bilhões de personalidades transitando pelo mapa-mundi com grandes sonhos, pequenos <em>hobbies</em> e desejos carnais. O par perfeito é qualquer um que suprir pelo menos dois desses três itens. Se você conseguir combinar em tudo, melhor ainda! Você estaria amando a sua personalidade-gêmea, com certeza. Contudo, isso não garantiria felicidade, já que ela não é responsabilidade de nenhuma outra pessoa a não ser você mesmo &#8211; mas isso é assunto para um outro dia.</p>
<ul>
<li>Pequenos hábitos: filmes, música, culinária, esportes, lar, estudos&#8230;</li>
<li>Grandes metas: investir na carreira, cuidar da comunidade, gerenciar organizações, ajudar crianças cegas no Tibet, etc.</li>
<li>Desejos carnais: trocar carinho, abraços, conversas aconchegantes, sair juntos, andar de mãos dadas, dar beijos, transar, etc. &#8211; achou que era só transar, não achou?</li>
</ul>
<p>Não há alma-gêmea, mas há uma infinidade de possibilidades de relacionamentos afetivos maravilhosos. Há parceiros em potencial por todo lugar com os quais você pode se divertir ao compartilhar pequenos hobbies, ou grandes sonhos, sejam eles altruístas ou não, e ainda satisfazer desejos carnais. Tem casais que se unem apenas pelo apetite sexual, sem ter pequenos hábitos em comum e muito menos os grandes sonhos ou metas de vida. Duram pouco, de fato. Quando o pior acontece, se casam por pressão de família e sociedade e acabam por ter uma vida incompleta. Você já viu algum casal assim, pois eles não são nada raros.</p>
<p>Eu encontrei uma garota muito especial, com quem compartilho cada vez mais todos os itens possíveis de um relacionamento, e ainda venho desenvolvendo um outro fator importante que não mencionei anteriormente, que é o de<strong> compartilhar existência</strong>. Essa expressão é tão forte que merece o artigo especial que será lançado futuramente.</p>
<p>Sarita, a Sary, é essa amável e amada garota com quem compartilho minha vida, e que esteve de aniversário no último 1º de agosto. Parabéns a você, <em>princesinha</em>!*</p>
<div id="attachment_858" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-858" title="sary-sarita-borges-canada-chapeco-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/sary-sarita-borges-canada-chapeco-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="No Canadá" width="600" height="398" /><p class="wp-caption-text">Sary e seu sorriso contagiante no Canadá.</p></div>
<p>Te amo.</p>
<p>* Sara, do hebraico, significa <em>A princesa</em>. Sarita é o diminutivo de Sara, logo, significa <em>princesinha</em>. Lindo, não?</p>
<p>ps.: meu amigo <a href="http://swasthya.marcocarvalho.com/" target="_blank">Marco Carvalho</a> lembrou-me do significado de Sara em sânscrito: essência! Uau&#8230;.</p>
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		<title>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, do Instituto Nina Rosa</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A carne é fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados: Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo; Dagomir Marquezi, escritor e jornalista; Washington Novaes, ambientalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" width="600" height="279" /></p>
<p><strong>A carne é fraca</strong> é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados:</p>
<ul>
<li>Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo;</li>
<li>Dagomir Marquezi, escritor e jornalista;</li>
<li>Washington Novaes, ambientalista, escritor e jornalista;</li>
<li>Dr. Marcio Bontempo, médico, escritor, consultor científico, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional;</li>
<li>Christian Guy Caubet, Prof. Dr. Titular do departamento de Direito da UFSC;</li>
<li>Entre outros&#8230;</li>
</ul>
<div style="text-align: center;"><object width="600" height="400" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>É um documentário que eu catalogo como fofinho, pois a voz da Nina Rosa deixa o tom mais meigo, e as gravações nem se comparam, em grau de choque, com o poderoso <strong>Earthlings</strong> (<em>Terráqueos</em>), narrado pelo ator vegetariano Joaquin Phoenix.</p>
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		<title>Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</title>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2009 20:46:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa! Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria. &#8220;Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><strong>Este é um texto para todos que possuem apurado senso crítico e estão abertos</strong><br />
<strong>a conversar sobre qualquer, qualquer, qualquer coisa!</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Que este post seja um convite à boa reflexão, e que lhe cultive um sorriso de sincera alegria.</strong></p>
<p style="text-align: left;">&#8220;<em>Let the humanity be informed by science, inspired by art and motivated by compassion for all living beings. There is no God!</em>&#8220;</p>
<p style="text-align: left;">Em português: &#8221;<em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência, inspirada pela arte e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. Não há Deus!</em>&#8220;</p>
<p>Gosto muito dessa frase. Ela resume brilhantemente as diretrizes ideais para a humanidade. Vou debulhá-la:</p>
<p><strong>1) </strong><em>Deixe a humanidade ser informada pela ciência [...]</em></p>
<p>Ciência é o conhecimento. Qual o oposto de ciência? Ora, o célebre oposto da ciência é a crença. O que não falta nesse mundão são pessoas com as crenças o mais aleatórias possível, cegas para visualizar as coisas como elas são. Aquilo em que se crê é o que não pode ser comprovado e torna-se uma &#8220;questão de fé&#8221;, como dizem. E por que fé é boa? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. A crença desune as pessoas. Vou repetir: a crença desune as pessoas. O conhecimento une. Há milhares de teorias sobre a criação do mundo, com trocentos mil deuses e histórias de contos de fadas, mas os cientistas do mundo inteiro estão unidos em uma irrefutável e avassaladora evidência: o Evolucionismo. O conhecimento, de fato, une as pessoas.</p>
<p><strong>2)</strong> <em>[...] inspirada pela arte [...]</em></p>
<p>&#8220;E que seja perdido o único dia em que não se dançou&#8221;. É assim que Nietzsche concluiu que a vida inspirada pela arte é muito mais bela e poderosa. A arte incita à beleza, à sutileza, à percepção sutil, às nuances de sensações. Quando percebemos que arte e beleza estão em todo lugar, o tempo todo, elas tornam-se sinônimos. A vida artística sugere o que é mais refinado, mais sofisticado, transcende a existência e conduz o humano a uma dança existencial, no tom da música que mais lhe agradar. A arte ama o corpo, ama a sensorialidade e é, por conceito e essência, desrepressora.</p>
<p><strong>3)</strong> <em>[...] e motivada pela compaixão por todos os seres vivos. [...]</em></p>
<p>Essa é uma frase-irmã da lei primeira, universal. Não são necessários livros e mais livros de conduta, pois todas as regras, leis e mandamentos são apenas desdobramentos comentados desta lei primeira: &#8220;Não faças ao outro o que não queres que te façam, esta é a Lei&#8221;. Se você não gosta que lhe contem mentiras, então não minta. Se você não gosta que lhe agridam, então não agrida. Não mate, não roube, não fale mal dos outros, pois tudo isso você não gostaria que fizessem com você. Vamos parar os exemplos aqui, pois isso vai longe na forma de várias mini-leis! Na frase mencionada, <em>ao outro</em> significa exatamente <em><strong>ao outro</strong></em>, lato sensu, e não <em>ao outro &#8220;humano&#8221;, </em>stricto sensu. Quando a criatura homo-sapiens convence-se de que ela não é o centro do universo, mas sim um ser irmão coexistencial de todos os outros seres, a compaixão deve se fazer presente soterrando todas as barreiras entre espécies. E nós estamos no topo evolutivo aqui na Terra, nós é que devemos liderar a existência harmoniosa da natureza, e não o contrário! Há uma história hindu que conta de uma passagem de Rámakrishna, um yôgi tântrico do século XX que, vendo que um escorpião estava prestes a morrer afogado, tratou de tentar pegá-lo para trazê-lo de volta à terra. Porém, o escorpião tentou fincar-lhe o ferrão nos dedos, e Rámakrishna soltou-o de volta à água. Instantes depois, Rámakrishna pegou o escorpião novamente, pois o sábio hindu queria impedir a morte daquele pequeno animal, e a cena voltou a se repetir. E depois, mais uma vez. Depois, novamente. E então seu discípulo que acompanhava e via a sequência desde o início, indagou seu Mestre, com a sua lucidez em processo de expansão e com sua sede de compreensão: &#8220;<em>Mestre, por que o senhor não deixa este ser morrer afogado? Não vês que este escorpião não merece ser salvo?</em>&#8221; E Rámakrisha responde, com a sapiência de um verdadeiro indivíduo humano: &#8220;<em>Ele só está agindo de acordo com sua natureza, e eu só estou agindo de acordo com a minha.</em>&#8221;</p>
<p><strong>4)</strong> <em>[...] Não há Deus!</em></p>
<p>O conceito de Deus ganhou forças entre sociedades místicas, crentes, e fáceis de serem assustadas e manipuladas. Ganhou forças em épocas que não conseguíamos explicar o mundo e apelávamos ao sobrenatural. Na verdade, alguns líderes espertos inventavam histórias e nós acreditávamos, como cordatos cordeiros com fé. Achávamos que Deus havia criado o homem à sua imagem e semelhança quando, na verdade, ocorreu o exato oposto. Em nossa própria história ocidental, chamamos de Era das Trevas o período em que a sociedade foi tomada pela crença e abolia o conhecimento, mandando cientistas às fogueiras e às prisões, somente por terem ousado expôr o conhecimento e falar a verdade&#8230; foi uma verdadeira Idade das Trevas mesmo! Mais guerras já foram travadas em nome de Deus do que em nome de qualquer outra coisa. Ódio, castigo e punição são fenômenos típicos teístas: <em>Deus castiga, Deus odeia bichas, Deus odeia negros</em>, e &#8211; claro &#8211; <em>Deus odeia todos aqueles que não estão na minha religião</em>. Os índios que aqui viviam no Brasil eram felizes e serelepes, andavam e brincavam nus em grande contato com a natureza. Então a religião veio trazendo Deus: pecado, culpa e salvação, e conseguiram, afinal, vestir roupas nos índios, escondendo-lhes o corpo, levando-os às igrejas para serem salvos de seus pecados. Na Bíblia, aquele livro que me soa igual ao Corão, está escrito que ateus são tolos. Senti cheiro de insegurança aí. Completamente cheia de julgamentos e de reputação duvidosa, a Bíblia institui a fé para que ela seja válida (afinal é preciso ter muita fé para acreditar que um senhor de barbas brancas que vive em brancas nuvens foi a fonte de conteúdo para este livro). Repito a pergunta: por que fé é boa? Por que acreditar parece tão bom aos ouvidos de muitos de nós? Os mais alienados, os homens-bomba, os assassinos, racistas, machistas e homofóbicos desse planeta são aqueles que possuem fervorosa fé em suas crenças. 75% da população dos EUA é cristã, e 10% é ateísta. 75% da população carcerária dos EUA é cristã, e apenas 0.2% é ateísta. Você percebe a proporção? Traficantes carregam um grande crucifixo no peito. Criminosos e marginais picham os muros com &#8220;Jesus salva&#8221; após matarem um casal na esquina para lhes roubar as joias. Políticos erguem a Bíblia nas mãos para fazer a média com a parcela crente do eleitorado, e cometem as maiores barbáries governamentais. Fé é uma ferramenta de manipulação. Certa vez alguém disse, ao presenciar uma cena criminosa na TV: &#8220;isso é falta de Deus no coração&#8221;. Eu diria que é falta de amor no coração, falta de compaixão com todos os seres vivos do planeta, mas não falta de Deus. Aliás, dentre os maiores problemas que a humanidade passa, um deles é o excesso de Deus.</p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/nL4elCXoWyw&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Dr. Drauzio Varella fala sobre ser ateu (recomendo que você assista)</strong></small></p>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-s_qjVA-PfY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p style="text-align: center;"><small><strong>Alguns ateus/agnósticos famosos</strong></small></p>
<p>Sugestão de filmes e vídeos para assistir e se aprofundar nestes assuntos que já são profundos:</p>
<ul>
<li>O Ponto de Mutação (Mindwalk);</li>
<li>Quem Somos Nós? &#8211; É hora de ficar esperto! (What the bleep do we know?), de William Arntz, Betsy Chasse e Mark Vicente;</li>
<li>Zeitgeist &#8211; parte 1, de Peter Joseph;</li>
<li>Religulous, de Bill Maher;</li>
<li>Cosmos, de Carl Sagan;</li>
<li>O Poder do Mito, de Joseph Campbell;</li>
<li>Deus, o Universo e tudo o mais, com Stephen Hawking, Carl Sagan e Arthur C. Clarke;</li>
<li>Os inimigos da razão (The enemies of reason), de Richard Dawkins.</li>
</ul>
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