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	<title>Blog de Alexandre Montagna &#187; alimentação</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Peixe e testículos</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Sep 2010 20:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O número de terminações nervosas do peixe ao redor da boca é igual ao de terminações nervosas dos testículos humanos. I-ma-gi-ne a dor! Não precisamos disso, nem os peixes. Não pesque, amigo. Artigos possivelmente relacionados:Christian, o leãoCarnes na alimentação do ser humanoSuperpopulaçãoA Revolução dos Bichos, de George OrwellMimi Kirk, a vegetariana mais sexy]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-1594" href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/peixe-e-testiculos/peixe-testiculos-dor-blog-alexandre-montagna/"><img class="aligncenter size-full wp-image-1594" title="peixe-testiculos-dor-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2010/09/peixe-testiculos-dor-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O número de terminações nervosas do peixe ao redor da boca é igual ao de terminações nervosas dos testículos humanos.</p>
<p><strong>I-ma-gi-ne a <span style="text-decoration: underline;">dor</span>!</strong></p>
<p>Não precisamos disso, nem os peixes.</p>
<p>Não pesque, amigo.</p>
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		<title>Mimi Kirk, a vegetariana mais sexy</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jan 2010 01:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiu no Vista-se: “Eu juro que eu me sinto como se tivesse vinte e poucos anos!”. Vegana há 40 anos, ou seja, sua dieta exclui qualquer produto animal, inclusive ovos e laticínios, Mimi, de 70, diz que sua motivação principal é os animais. “É muito triste a forma como eles são tratados pela indústria e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-1031" title="mimi-kirk-vegetariana-mais-sexy-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/09/mimi-kirk-vegetariana-mais-sexy-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="mimi-kirk-vegetariana-mais-sexy-blog-alexandre-montagna" width="160" height="175" />Saiu no <a title="Veja post original no site Vista-se" href="http://vista-se.com.br/site/mulher-de-70-anos-eleita-a-vegetariana-mais-sexy" target="_blank">Vista-se</a>:</p>
<blockquote><p><strong>“Eu juro que eu me sinto como se tivesse vinte e poucos anos!”.</strong> Vegana há 40 anos, ou seja, sua dieta exclui qualquer produto animal, inclusive ovos e laticínios, Mimi, de 70, diz que sua motivação principal é os animais. “É muito triste a forma como eles são tratados pela indústria e nós não precisamos de produtos animais na nossa dieta”, explica.</p></blockquote>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="320" height="264" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="AllowFullScreen" value="true" /><param name="src" value="http://www.kusi.com/v/?i=55078257" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="320" height="264" src="http://www.kusi.com/v/?i=55078257" allowfullscreen="true" wmode="transparent" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p>Leia <a title="Veja post original no site Vista-se" href="http://vista-se.com.br/site/mulher-de-70-anos-eleita-a-vegetariana-mais-sexy" target="_blank">a matéria na íntegra</a>.</p>
<p>Já temos alguns exemplares de Mimi Kirks em nossa egrégora, e eu tenho certeza de que todas as meninas do Método DeRose serão, no mínimo, assim futuramente.</p>
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		<title>Nasce a Uni-Veg</title>
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		<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 11:08:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://uni-veg.org/"><img class="aligncenter size-full wp-image-876" title="uni-veg-vegetarianos-unidos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/uni-veg-vegetarianos-unidos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="uni-veg-vegetarianos-unidos-blog-alexandre-montagna" width="600" height="235" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Enfim, nasceu a Uni-Veg &#8211; Vegetarianos Unidos!</strong></p>
<p><strong></strong>Está no ar este projeto que eu levava em pensamentos desde o final de 2005, quando me firmei como vegetariano e já percebera que a maioria dos sites sobre o assunto alimentavam muitos folclores acerca dessa alimentação. A maioria das receitas encontradas continham a soja e o tofú como ingredientes recorrentes, e muitos portais incentivavam o uso de açúcar mascavo, arroz integral, ricota, shoyu, entre outras coisas. Apesar de não haver nenhuma carne nas receitas, isso não é vegetarianismo de verdade: comida marrom-integral, com soja, queijo esfarelado e legumes semi-crus, é alimentação naturéba. Cadê o queijo gouda, estepe, provolone, o arroz refinado, os condimentos fortes, a pimenta, as frituras e os empanados, tudo isso tão comum e presente na alimentação vegetariana por excelência, que é a da culinária indiana?</p>
<p>Contudo, jamais vamos desmerecer esses portais que incentivam a alimentação sem crueldade. A Uni-Veg nasce para somar forças com os demais sites vegetarianos, acrescentando conteúdo e enriquecendo a internet com pontos-de-vista bastante lúcidos e sem folclores sobre o assunto. Muitos dos que não se identificariam com o vegetarianismo ao travar contato com sites e blogs da área, possivelmente acharão interessante e gostarão do que será encontrado no portal da Uni-Veg.</p>
<p>O site é dividido em três áreas, mas não me estenderei sobre o assunto: deixarei que você acesse <a title="Acesse o portal Uni-Veg - Vegetarianos Unidos" href="http://uni-veg.org/" target="_blank">www.Uni-Veg.org</a>, entre na caixinha de membros no topo da página e comece a navegar. O layout está lindo e o conteúdo cresce a cada semana. Acesse e participe. Junte-se a nós!</p>
<div id="attachment_878" class="wp-caption aligncenter" style="width: 442px"><a href="http://uni-veg.org/"><img class="size-full wp-image-878" title="albert-einstein-uni-veg-vegetarianos-unidos-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/08/albert-einstein-uni-veg-vegetarianos-unidos-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Nosso amigo está te convidando. Vamos lá!" width="432" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">Nosso amigo está te convidando. Vamos lá!</p></div>
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		<title>Alimentação natural</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 00:34:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De tão mencionada, acho interessante escrever sobre ela: a alimentação natural. O que é isso? Evite o termo natural, pois num sentido amplo não quer dizer muita coisa. Afinal, se tudo está na natureza, tudo é natural! Logo, até refrigerante e algodão-doce passam a ser natural. Mas para começarmos a estabelecer critérios, vamos procurar manter [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De tão mencionada, acho interessante escrever sobre ela: a alimentação natural. O que é isso? Evite o termo <em>natural</em>, pois num sentido amplo não quer dizer muita coisa. Afinal, se tudo está na natureza, tudo é natural! Logo, até refrigerante e algodão-doce passam a ser natural. Mas para começarmos a estabelecer critérios, vamos procurar manter o conceito de natural dentro da seguinte definição: <strong><em>alimento natural é o</em></strong><strong><em> </em><em>que está sendo oferecido pela natureza e não passa por processos de transformações</em></strong>.</p>
<p>Com essa definição, vamos começar a desenvolver as possibilidades. Quanto mais longe da definição, menos natural o alimento é. Portanto, temos em primeira instância todas as frutas e seus sucos, e a preciosíssima água. Além de castanhas e nozes. Essa é a nossa alimentação ideal, que encontramos diretamente na Natureza sem precisar fazer nada: só levar à boca! Mas quem conseguiria alimentar-se apenas assim? Um amigo meu de Pelotas faz isso de tempos em tempos: ele já chegou a ficar quatro meses alimentando-se só com frutas (algumas secas), bananas-passa e nozes. Ele manteve musculatura definida e pele bronzeada, com práticas de Yôga bastante fortes. Apesar da nutrição ser perfeita, há um fortíssimo ônus a ser pago: a perda do convívio social. O principal obstáculo para essa alimentação é enfrentar o desajuste social e a saudade psicológica de uma comida mais quentinha que estamos tão acostumados a comer. Por isso, o ideal para nós, hoje, não é ficar nesse item, mas sim cultivá-lo bastante.</p>
<div id="attachment_757" class="wp-caption alignleft" style="width: 270px"><img class="size-full wp-image-757" title="vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/vegetarianismo-isabel-roces-peta-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Apimente sua vida: seja vegetariano!" width="260" height="350" /><p class="wp-caption-text">Apimente sua vida: seja vegetariano!</p></div>
<p>Em segunda colocação, vêm os vegetais, hortaliças &#8211; legumes, verduras, raízes, que não exigem grandes processos para serem ingeridos por nós: muitos já estão comestíveis, como a cenoura (quem nunca comeu cenoura estilo o coelho Pernalonga?) e outros só precisam de uma leve aquecida ou água fervida por cima para ficarem mais <em>al dente</em> e para eliminar possíveis bactérias. É importante aprender o método simples de lavagem para eliminar os agrotóxicos. Colocarei este método num próximo post. O crudivorismo geralmente fica nesse item, pois os alimentos são ingeridos praticamente crus. Sopas são a concessão máxima, desde que não cozinhe os alimentos, só dê uma aquecidinha gostosa.</p>
<p>Ao lado da segunda colocação, mas um pouquinho mais atrás, em terceira, vêm toda a alquimia possível entre os dois primeiros itens, acrescidos de fogo (fazendo pães e massas em geral com a utilização de trigo e cereais). Então temos pratos de forno e fogão, quentinhos, apimentados, condimentados (com orégano, manjericão, curry, açafrão, cominho, cardamomo, páprica e muito mais) coloridos e gostosíssimos, e <strong>estritamente vegans</strong>! Podemos convencionar que doces já são possíveis &#8211; mesmo com o açúcar refinado. O açúcar refinado não é vilão, apenas precisa ser usado muito moderadamente. Cuidado com a paixão pelo açúcar mascavo; não se transforme em um <em>naturéba</em>! Aqui temos feijoadas, arrozes, lentilhas e todos os grãos em pratos quentinhos e bem preparados, temos muitas tortas e belos pratos de forno, além de mencionar os milhares de preparos possíveis com legumes. Milhares mesmo!</p>
<div id="attachment_756" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-756" title="batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/batata-frita-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Coma esta delícia! Mas procure reduzí-la." width="220" height="146" /><p class="wp-caption-text">Coma esta delícia! Apenas procure reduzí-la.</p></div>
<p>Na quarta colocação, acrescentamos o envolvimento animal (e não o comprometimento), e isso nos dá o leite, geralmente da vaca, que utilizamos para fazer manteiga, diversos queijos, coalhada, etc; e ainda temos o mel das abelhas. Esses ingredientes chegam para aumentar a quantidade de possibilidades culinárias, e aí já temos o iogurte, a pizza e seu queijo, o chocolate, e muito, muito mais. Cuidado com o tofú e a ricota: não se transforme em um naturéba! Coma provolone, gouda e gorgonzola, e seja feliz. Este é o ponto ideal para cultivar muito, como hábito principal. Aqui, você terá pizzas, lasanhas, macarronadas, tortas, pastelões, quiches, strogonoffs e, nossa, muito mais.. principalmente se combinar com os pratos possíveis do item anterior.</p>
<p>Pertinho da quarta fileira, vem o ovo como quinto colocado. Seja de galinha ou outro bichinho, o ovo é um caso à parte, pois diferentemente do mel e do leite, ele se tornará um animal caso não haja interferência na chocação. Daí muitos vegetarianos reduzirem ou simplesmente perderem o interesse pelo ovo. Eu reduzo muito e evito quase sempre; quando como ovos, eles são de colonia, e jamais ovos de granja!</p>
<p>Agora, para simplificar, vamos colocar na sexta colocação todos os níveis e subníveis de alimentos processados que não inserem comprometimento animal (em que o animal precisa ser morto para oferecer o alimento). Aqui temos de tudo, como batata-frita, refrigerante e bolachinha recheada. Mergulhe no sexto nível sempre que quiser, mas procure ficar nas primeiras quatro ou cinco etapas deste artigo. <strong>Assim, você se manterá como um forte e saudável vegetariano.</strong></p>
<div id="attachment_727" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-727" title="viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/07/viver-naturalmente-yoga-vegetarianismo-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="Quino" width="600" height="246" /><p class="wp-caption-text">&quot;Era tão bonitinha quando pequena, gordinha como eu!&quot; - desabafa a mãe.</p></div>
<p>Abaixo, fora dessa lista, no fundo do poço, no rodapé da página, na milésima colocação dos quintos dos infernos, vem o comprometimento animal, que abrange carnes, gorduras (banhas), tripas, caldos e sangue dos bichos. Acha que entendeu algo errado, amigo leitor? Não, é isso mesmo: há quem coma sangue coagulado, chamado murcilha ou murcia. Chouriço de porco e outras aberrações culinárias são dignas de civilizações sub-bárbaras. Algumas coisas estão mascaradas como finas e requintadas, como o <em>foie gras</em> &#8211; o prato tradicional da França que consiste em um fígado de pato desenvolvido desumana e artificialmente para ser gigantesco e render dinheiro nos cofres da indústria.</p>
<p>Nesse nível caótico, encontra-se o famoso &#8220;<span style="font-weight: normal;"><em>sanduíche natural</em>&#8220;, com beterraba ralada, </span>atum, frango e peito de peru.</p>
<p style="text-align: left;">Eu, Einstein, Schopenhauer, Voltaire, Isaac Newton, Steve Jobs e Éder Jofre convidamos você a tomar a decisão mais sábia da sua vida: <strong><span style="font-weight: normal;">tornar-se vegetariano! Experimente, pague para ver: você vai nos agradecer um dia. Leia os outros textos e artigos relacionados a este assunto.</span></strong></p>
<p style="text-align: left;"><strong><span style="font-weight: normal;">Um forte abraço vegetariano!</span></strong></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sDgiwULAws4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x5d1719&amp;color2=0xcd311b&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><p class="wp-caption-text">Apresentação de coreografia do Método DeRose pelo instrutor Arthur Costi, no Fest-Yôga Florianópolis 2009. Vegetarianismo. Vegetus - forte, vigoroso. O vegetariano é colega alimentar do búfalo, bisonte, rinoceronte, hipopótamo, cavalo, touro e do poderoso gorila. Forte como todos, saudável como sempre.</p></div>
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		<title>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, do Instituto Nina Rosa</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/documentario-a-carne-e-fraca-sobre-vegetarianismo-do-instituto-nina-rosa/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 07:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Carne é Fraca]]></category>
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		<description><![CDATA[A carne é fraca é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados: Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo; Dagomir Marquezi, escritor e jornalista; Washington Novaes, ambientalista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-636" title="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/05/dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="dvd-a-carne-e-fraca-instituto-nina-rosa-blog-alexandre-montagna" width="600" height="279" /></p>
<p><strong>A carne é fraca</strong> é um documentário produzido pelo Instituto Nina Rosa sobre os impactos que o ato de comer carne representa para a saúde humana, para os animais e para o meio ambiente. Conta com a participação dos seguintes entrevistados:</p>
<ul>
<li>Éder Jofre, ex-pugilista Campeão Mundial dos Pesos-Galo;</li>
<li>Dagomir Marquezi, escritor e jornalista;</li>
<li>Washington Novaes, ambientalista, escritor e jornalista;</li>
<li>Dr. Marcio Bontempo, médico, escritor, consultor científico, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional;</li>
<li>Christian Guy Caubet, Prof. Dr. Titular do departamento de Direito da UFSC;</li>
<li>Entre outros&#8230;</li>
</ul>
<div style="text-align: center;"><object width="600" height="400" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>É um documentário que eu catalogo como fofinho, pois a voz da Nina Rosa deixa o tom mais meigo, e as gravações nem se comparam, em grau de choque, com o poderoso <strong>Earthlings</strong> (<em>Terráqueos</em>), narrado pelo ator vegetariano Joaquin Phoenix.</p>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-ser-humano-e-carnivoro-ou-vegetariano/" title="O ser humano é carnívoro ou vegetariano?">O ser humano é carnívoro ou vegetariano?</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/alimentacao-natural/" title="Alimentação natural">Alimentação natural</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/frase-para-carregar-no-coracao-e-pendurar-na-porta-de-casa/" title="Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa">Frase para carregar no coração e pendurar na porta de casa</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/meat-the-truth-uma-verdade-mais-que-inconveniente-ainda-sobre-carnes-na-alimentacao-do-ser-humano/" title="Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)">Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/carnes-na-alimentacao-do-ser-humano/" title="Carnes na alimentação do ser humano">Carnes na alimentação do ser humano</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;Não devia ter comido aquela maçã&#8221;</title>
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		<pubDate>Tue, 26 May 2009 06:52:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Trecho retirado do hipotético livro Vegetarianismo às avessas Certa vez, uma estimada pessoa se queixou que estava com dor de barriga. Perguntei o que ela havia comido, e ela respondeu mencionando salame, murcilha, linguiça e uma maçã. E concluiu: &#8220;acho que não devia ter comido aquela maçã&#8220;. Artigos possivelmente relacionados:Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Trecho retirado do hipotético livro <em>Vegetarianismo às avessas</em></p>
<p>Certa vez, uma estimada pessoa se queixou que estava com dor de barriga. Perguntei o que ela havia comido, e ela respondeu mencionando salame, murcilha, linguiça e uma maçã. E concluiu: &#8220;<em>acho que não devia ter comido aquela maçã</em>&#8220;.</p>
<h3  class="related_post_title">Artigos possivelmente relacionados:</h3><ul class="related_post"><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/meat-the-truth-uma-verdade-mais-que-inconveniente-ainda-sobre-carnes-na-alimentacao-do-ser-humano/" title="Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)">Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/alimentacao-natural/" title="Alimentação natural">Alimentação natural</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/documentario-a-carne-e-fraca-sobre-vegetarianismo-do-instituto-nina-rosa/" title="Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, do Instituto Nina Rosa">Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221; sobre vegetarianismo, do Instituto Nina Rosa</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/o-ser-humano-e-carnivoro-ou-vegetariano/" title="O ser humano é carnívoro ou vegetariano?">O ser humano é carnívoro ou vegetariano?</a></li><li><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/gripe-suina-gripe-aviaria-gripe-bovina-e-ma-escolha-humana/" title="Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana.">Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana.</a></li></ul>]]></content:encoded>
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		<title>O ser humano é carnívoro ou vegetariano?</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2009 18:06:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Dia desses, um velhinho notoriamente teísta falou para mim que todos os alimentos que vem diretamente de Deus (ele quis dizer que são produzidos pela natureza, pela terra) são alimentos de vida, e todos os alimentos que receberam a interferência do homem são de morte. Vejamos: a melancia eu posso comer diretamente, bem como toda fruta; eu também posso comer diretamente a cenoura, que é uma raiz, bem como várias raízes, leguminosas e hortaliças. Agora, a vaca eu não consigo comer diretamente. Não é da minha natureza! Não tenho garras e dentes para matar, nem estômago e intestinos compatíveis para digerir. Nem eu, nem toda a raça humana. Ela precisa passar por um rígido cozimento ou assadura, e muito sal, a fim de estar mais apta ao paladar, e precisa ser ingerida apenas nas partes mais tenras para que seja mastigável pelo humanóide. Isso que é alimento de morte, hein! Será que o velhinho era vegetariano? Ou será que ele é mais um adepto do <em>diga uma coisa e faça outra</em>? Eu sou de ir a fundo e revelar a sujeira do tapete comportamental, mas as circunstâncias me imploravam para deixar esta dúvida passar.</p>
<p>Abaixo, uma pequena animação também muito enriquecedora sobre a alimentação do ser humano. Afinal, nós somos carnívoros ou não? <strong>Não.</strong></p>
<div style="margin: 0 auto;"><object width="500" height="448" data="http://www.youtube.com/v/rNrZKDpE3LE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/rNrZKDpE3LE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0xe1600f&amp;color2=0xfebd01&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
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		<title>Meat the truth &#8211; Uma verdade mais que inconveniente (ainda sobre carnes na alimentação do ser humano)</title>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 20:41:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[É uma incoerência ideológica fechar a torneira para salvar a água planetária se você não for vegetariano. Não consegue imaginar o porquê? Então reserve tempo e assista ao documentário abaixo. É muito comum encontrar gente agindo assim por aí. Acabam por ser paladinos da hipocrisia, pessoas que querem aliviar a consciência com qualquer ato medíocre, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É uma incoerência ideológica fechar a torneira para salvar a água planetária se você não for vegetariano. Não consegue imaginar o porquê? Então reserve tempo e assista ao documentário abaixo. É muito comum encontrar gente agindo assim por aí. Acabam por ser paladinos da hipocrisia, pessoas que querem aliviar a consciência com qualquer ato medíocre, sem ir a fundo no problema e sem realizar as verdadeiras e transformadoras mudanças. Isso não adianta. Nunca adiantou.. Gente de boa intenção nas coisinhas piturruchas, pitititicas, mas de má compreensão do âmbito geral, do mundo, da famosa visão holística muito utilizada no ambiente universitário.</p>
<p>Tem ainda as pessoas que falam de Deus e amor, paz e bondade, mas se banham, literalmente, com gordura e sangue nas mesas, carnes de defuntos que chegaram ali após passar pelas maiores brutalidades e barbáries dignas de holocausto, para serem enterradas no cemitério estomacal de ignóbeis desumanos, portadores de artérias entupidas e bíblias de bolso que dizem para termos &#8220;<em>compaixão com </em><em>todas as criaturas do Criador</em>&#8220;..</p>
<p>Abaixo, o documentário muito enriquecedor <strong><em>Meat the truth</em></strong>, apresentado pela Marianne Thimmer, membro do <em>Partido dos Animais</em> da Holanda, especialmente para você conhecer a verdade sobre as carnes, parando de ignorar este assunto. Afinal, eu escrevo somente para pessoas que anseiam por não ser ignorantes, com sede e fome de lucidez e conhecimento. Bom apetite!</p>
<h2 style="text-align: center;">Eu sugiro que você assista a este documentário: <em>Meat the truth</em></h2>
<div style="margin: 1em 0 0 0; text-align: center;"><object width="550" height="448" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object></div>
<p>Ei, você. Agora que viu tudo isso, saiba que alimentação vegetariana é a mais temperada e apetitosa. E jamais &#8211; blergh! &#8211; jamais pense que você tem que comer soja, tofú, açúcar mascavo ou verdes pastos (saladinhas). Independentemente de serem boas ou não, isso é coisa de alimentação naturéba, e não de vegetariana.</p>
<p><strong>Isto é vegetarianismo: </strong><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo (no Blog do Jojó)</a>.</p>
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		<title>Gripe suína, gripe aviária, gripe bovina e má escolha humana.</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 17:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_532" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><img class="size-full wp-image-532" title="gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/04/gripe-suina-blog-alexandre-montagna-foto-vagner-campos.jpg" alt="Está no ar." width="200" height="130" /><p class="wp-caption-text">Está no ar.</p></div>
<p>Muitos mal-informados ainda não entenderam que comer defunto traz o mal e o pior para dentro de nossos estômagos. Enquanto Obama e outros líderes político-comerciais tentam acalmar os nervos da galera, todos nós praticantes sinceros de Yôga, vegetarianíssimos, estamos seguindo a vida numa boa, como se fosse um mundo paralelo a essa crise alimentar. Sempre foi assim, mas o problema é que parece que essa doença se alastra pelo ar, e não somente pela ingestão dos cadáveres de bicho morto. Os papadefuntos dessa vez conseguiram mesmo bagunçar a coisa. De qualquer forma, o organismo contaminado por defuntos está comprometido e, logo, mais propenso a desenvolver doenças que não vingariam em organismos mais saudáveis, como o dos vegetarianos. Contudo, torço para que não chegue por aqui, pois não quero colocar meu supersistema imunológico à prova.</p>
<p style="text-align: right; "><em>Surto iniciado no México, único a registrar mortes,<br />
atinge EUA, Canadá e Espanha.<br />
<a href="http://g1.globo.com/" target="_blank"> g1.globo.com</a></em></p>
<p>Assista a esta gravação da <em>webclass</em> do Mestre DeRose sobre vegetarianismo, gravada há uns 5 anos atrás. É um trecho que cai muito bem para este assunto que abordamos no post:</p>
<h2 style="text-align: center;">DeRose WebClass</h2>
<div style="text-align: center;"><object width="500" height="405" data="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/GW_QxicIn3w&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x234900&amp;color2=0x4e9e00&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w" target="_blank"> http://www.youtube.com/watch?v=GW_QxicIn3w</a></div>
<p>Comer carnes é uma má escolha.<br />
Tudo bem. A má escolha percebida e refletida traz a experiência que conduz à boa escolha.</p>
<p>Para reforçar a leitura:<br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/qual-e-a-alimentacao-das-indias/" target="_blank"> Blog do DeRose &#8211; Comida ruim não é vegetarianismo: é desinformação</a><br />
<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/sou-vegetariano-ha-49-anos-e-estou-muito-bem-obrigado/" target="_blank">Blog do DeRose &#8211; 1960 – Tornei-me vegetariano</a></p>
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		<title>O que é o Método DeRose</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 03:01:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Método DeRose é uma urdidura entre conceitos e técnicas, oriundas de tradições culturais muito antigas.</p>
<p>Ou de forma mais extensa:</p>
<p>O Método DeRose é uma proposta de estilo de vida com ênfase em boa qualidade de vida, boas maneiras, boas relações humanas, boa cultura, boa alimentação e boa forma. Algumas das nossas ferramentas são a reeducação respiratória, a administração do stress, as técnicas orgânicas que melhoram o tônus muscular e a flexibilidade, procedimentos para o aprimoramento da descontração e da concentração mental. Tudo isso, em última instância, visando à expansão da lucidez e ao autoconhecimento.</p>
<p>Listando por tópico, facilita a compreensão:</p>
<ul>
<li>uma proposta de life style;</li>
<li>com ênfase em boa qualidade de vida;</li>
<li>boas maneiras;</li>
<li>boas relações humanas:</li>
<li>boa cultura;</li>
<li>boa alimentação;</li>
<li>boa forma;</li>
<li>reeducação respiratória;</li>
<li>administração do stress;</li>
<li>as técnicas orgânicas;</li>
<li>tônus muscular;</li>
<li>flexibilidade;</li>
<li>concentração e meditação;</li>
<li>a consequência final é o autoconhecimento.</li>
</ul>
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		<title>Receita do chai, a tradicional bebida indiana</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 05:34:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Receita de chai indiano (pronuncie &#8220;tchai&#8221;) “Aceita um chai?” Escrito por DeRose (www.MetodoDeRose.org/blog). Assista a um vídeo com a receita no YouTube. Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: center;"><strong>Receita de chai indiano</strong></h2>
<p style="text-align: center;"><em>(pronuncie &#8220;tchai&#8221;)</em></p>
<h2 style="text-align: center;">“Aceita um chai?”</h2>
<p style="text-align: center;">Escrito por DeRose (<a href="http://www.metododerose.org/blog" target="_blank">www.MetodoDeRose.org/blog</a>). Assista a um <a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank">vídeo com a receita no YouTube</a>.</p>
<div id="attachment_1729" class="wp-caption alignleft" style="width: 130px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6Ysy35h7knw" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1729" title="derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-receita-chai-indiano-blog-alexandre-montagna.jpg" alt="" width="120" height="120" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose ensina a fazer o chai indiano</p></div>
<p style="text-align: left;"><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Chai é o nome do chá indiano, feito com um pouco de leite, açúcar e podendo conter gengibre, cardamomo e outras especiarias. Da palavra chai, provém o português chá. A partir de 1975, comecei a introduzir o chai no Ocidente. Adotamos o chai como bebida oficial nas nossas escolas. No início, teve pouca repercussão. Depois, à medida que eu viajava mais e por vários países, a influência se fez sentir. E cresceu mais quando nossa rede de escolas e associações filiadas tornou-se numericamente relevante e influente na vida de tantas pessoas. Daí, a partir de um dado momento, começamos a encontrar o nosso chai em casas de chá e até mesmo restaurantes. Em muitos deles, constava como chá yôgi, numa clara referência à nossa escola, pois na Índia esse chá não é tomado apenas em entidades de Yôga, mas em toda parte. Mesmo se você entra em uma loja de comércio, oferecem-lhe logo um chai. É uma demonstração de cordialidade. Aceitá-lo, uma demonstração de boa educação. Pois, bem, a história que quero contar tem a ver com isso.</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Como um simples chai endossa nossas intenções de autenticidade</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Na escola do Fernando Prado, em Buenos Aires, um senhor indiano levava a esposa para praticar SwáSthya e ficava esperando por ela na recepção da escola. Não conversava, não sorria. Quando o diretor da escola procurava ser cordial, o maridão respondia com monossílabos. Algum tempo depois, Fernando se lembrou de lhe oferecer um chai. O senhor indiano ergueu as sobrancelhas e redarguiu: “Vocês tem chai? Quero ver.” Fernando serviu-lhe um chai. O senhor indiano provou. Sorriu. Começou a conversar. Tempos mais tarde, Fernando lhe perguntou por que depois do chai ele ficou tão simpático e antes não queria nem conversa. Então, a glória: “Eu achava que vocês eram como os outros ocidentais que dizem ensinar Yôga e transmitem uma deturpação ofensiva às nossas tradições. Mas quando provei a bebida tradicional indiana, percebi que se até no chai vocês fazem questão de autenticidade, o Yôga que ensinam também deve ser autêntico.”</q></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Chazinhos naturébas, não!</strong></p>
<p><q cite="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/diversos/aceita-um-chai/">Por isso, fico muito triste quando visito alguma escola que diz seguir o nosso método, mas serve chazinhos naturébas, que são um modismo ocidental contemporâneo. Nada contra as infusões medicinais, para ser tomadas quando necessário. Mas oferecer essas bebidas sem graça dentro de uma escola de Yôga é subordinar-se a um paradigma equivocado, associando erroneamente Yôga com terapia. Yôga é filosofia. Todos os dicionários e enciclopédias o definem como tal. Sua meta, segundo Pátañjali, é o samádhi, o estado de consciência expandida que proporciona o autoconhecimento. Se, por efeito colateral, aumenta a vitalidade e todas aquelas consequências positivas, devemos interpretar isso como acidentes de percurso, positivos, por certo, mas jamais como objetivo. Uma abordagem mais séria não deve acenar com benefícios. É como se o instrutor quisesse convencer alguém de alguma coisa, ou como se quisesse vender algo a alguém. Mais nobre é praticar o Yôga pelo Yôga e não visando a benefícios pessoais. Este posicionamento está muito claramente exposto em nossos livros, sempre que, pela exigência do capítulo, somos obrigados a mencionar os tão decantados “benefícios do Yôga”. Não negamos que eles existam, mas preferimos não fazer apelação. Ao não oferecer benefícios terapêuticos e não aplicar misticismo, fica evidenciada a seriedade do nosso trabalho.</q></p>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em; font-weight: bold;"><strong>Como preparar o chai<br />
(Texto extraído do livro </strong><em>Alimentação biológica</em><strong>, do Comendador DeRose)</strong></p>
<p>Na Índia, o chai é feito com leite e, eventualmente, com condimentos. Muitas vezes, vi os hindus preparando o chai na rua. É muito simples.</p>
<p>Eles colocam em uma panela sobre o fogo a quantidade desejada de água, para um copo, dois copos etc. Juntam a quantidade de leite que é quase igual à de água. Colocam a erva do chá preto e o açúcar. Quando sobe a fervura, está pronto! Retiram do fogo e servem.</p>
<p>No entanto, o chá preto não deve ferver porque se torna tóxico. Claro que uma leve fervura não faz mal, porém se puder evitar é melhor. Então, sugiro que você coloque a água para ferver antes, desligue o fogo e – só então – coloque a erva do chá preto, o leite e o açúcar. Açúcar branco, é claro! Na Índia nunca vi o tal de açúcar mascavo. Mas se quiser, tome sem adoçar, pois o adoçante artificial é execrável.</p>
<p><em>Masala tea</em>, ou masala chai, é o que leva especiarias. Existe um composto que se pode encontrar em alguns importadores de condimentos, denominado <em>tea masala</em>. Masala (pronuncie “massála”) é masculino e significa <em>blend</em>. Basta colocar um pouco do pó, a gosto.</p>
<p><em>Ginger tea</em>, ou ginger chai, é feito com gengibre, o qual deve ser cortado em fatia finas ou ralado e posto na água que vai ferver. Nesse caso, deixamos ebulir alguns instantes para retirar o sabor e os princípios ativos do gengibre, antes de prosseguir na confecção do chai.</p>
<p>Para variar e também para dar uma refrescada no hálito, pode-se acrescentar cardamomo. Ou em pó, ou em sementes. Neste caso, retiramos as sementes da palha e esmagamo-las com uma faca ou pilão.</p>
<p>É de bom tom coar antes de servir, a fim de evitar fragmentos do gengibre ou do cardamomo.</p>
<p>Use um tipo de chá preto forte. As marcas inglesas costumam ser as melhores e são produzidas na Índia. Os melhores chás ingleses são do tipo Assam e Darjeeling, pois deixam o chai encorpado, com boa cor, aroma e sabor. Os chás pretos sul-americanos não devem ser utilizados porque são muito fracos e têm um sabor bem diferente, em nada aparentado com o do verdadeiro chá preto indiano. No Brasil, os chás indianos ou ingleses são muito caros, mas na Inglaterra e nos Estados Unidos são extremamente baratos. Vale a pena fazer uma viagem para se abastecer.</p>
<p>E um bom chai para você!</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita-padrão do chai do Método DeRose</strong></h1>
<p>O chá indiano de especiarias faz parte da rotina dos alunos do Método DeRose. Antes ou depois da prática há sempre um momento para o chai e uma boa conversa.</p>
<p>INGREDIENTES PARA UM AUTÊNTICO CHAI:</p>
<p>- 500 ml de água;<br />
- Meio copo de gengibre ralado.<br />
- 500 ml de leite;<br />
- 5 sementes de cardamomo;<br />
- 2 unidades de canela em pau;<br />
- 6 colheres (de sopa) de açúcar;<br />
- 3 colheres (de sopa) de chá preto;</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Ferva a água e adicione o gengibre, o cardamomo e a canela. Acrescente o leite, o açúcar. Desligue o fogo e coloque o chá preto para infusão por cerca de 3 minutos. Por último, coe.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita do chai indiano &#8211; versão alternativa</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Esta receita foi muito utilizada na década de 90 nas escolas da Universidade de Yôga.<br />
Você pode fazer o <a href="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/06/receita-chai-indiano-yoga-blog-alexandre-montagna.pdf" target="_blank">download desta receita do chai no formado PDF</a>.</p>
<div id="attachment_1876" class="wp-caption alignright" style="width: 210px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/abelha-chai-blog-alexandre-montagna/" rel="attachment wp-att-1876"><img class="size-full wp-image-1876" title="Bee Movie - Abelhas amam chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/abelha-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="Abelhas amam chai" width="200" height="152" /></a><p class="wp-caption-text">Talvez, no preparo, o açúcar chame abelhinhas, a menos que você feche as portas da cozinha.</p></div>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>• 2 litros de água mineral<br />
• Entre ½ e 1 copo de açúcar refinado<br />
• 2 paus de canela<br />
• 1 copo de gengibre ralado<br />
• ½ copo de leite em pó (Ninho)<br />
• 2 colheres de chá preto inglês<br />
• 5 sementes de cardamomo</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>1. Medir 2 litros de água<br />
2. Separar 200ml da água para diluir o leite<br />
3. Por o restante da água a ferver<br />
4. Por as sementes de cardamomo no pilão e triturar<br />
5. Lavar e ralar o gengibre<br />
6. Por o açúcar e a canela em uma panela e levar ao fogo. Utilizando uma colher de pau, mexer até formar uma calda<br />
7. Adicionar o gengibre e misturar bem<br />
8. Acrescentar a água pré-aquecida e o cardamomo<br />
9. Deixar ferver. Após a fervura, baixar o fogo e aguardar 5 minutos<br />
10. Diluir o leite e adicioná-lo, deixando aquecer por mais 1 minuto<br />
11. Desligar o fogo e adicionar as 2 colheres de chá preto. Aguardar 1 minuto<br />
12. Verificar se a garrafa térmica está pronta para receber o chai<br />
13. Coar o chai na peneira, depois no filtro e experimentar<br />
14. Utilizando um funil, colocar o chai na garrafa térmica<br />
15. Pronto para servir</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1736" title="xicara-chai-blog-alexandre-montagna" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/xicara-chai-blog-alexandre-montagna.png" alt="" width="100" height="103" /></p>
<h1 style="text-align: center;"><strong>Receita chai &#8211; versão de desespero e emergencial</strong></h1>
<p style="text-align: center;">Caso falte leite na sua casa, mas tenha leite condensado, será tolerado fazer a receita que segue:</p>
<p>INGREDIENTES:</p>
<p>1 litro de água<br />
1 lata de leite condensado (ou menos)<br />
½ xícara de canela em rama picada<br />
½ xícara de gengibre ralado<br />
10 cravos da Índia<br />
1 colher de sopa de chá preto</p>
<p>MODO DE PREPARO:</p>
<p>Em 1 litro de água esquente o gengibre, a canela e o cravo. Desligue o fogo quando a água ferver. Em seguida, acrescente o leite condensado e o chá preto. Depois, misture os ingredientes, tampe e deixe em infusão por 10min. Coe numa peneira fina e estará pronto para servir.</p>
<p>Obs.: o chai só estará pronto quando a cozinha estiver limpa e organizada.</p>
<div id="attachment_280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 610px"><img class="size-full wp-image-280" title="chai" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/chai.jpg" alt="Uma delícia chamada chai" width="600" height="226" /><p class="wp-caption-text">Uma delícia chamada chai</p></div>
<p style="text-align: center; font-size: 18px; line-height: 1.4em;">Como a Nossa Cultura influenciou o mundo: o chai<br />
(<a href="http://www.metododerose.org/blogdoderose/livros/como-a-nossa-cultura-influenciou-o-mundo-4-o-chai/" target="_blank">Texto extraído do Blog do DeRose</a>)</p>
<blockquote><p>Em 1975 viajei à Índia pela primeira vez. Depois, anualmente durante vinte e quatro anos. Ao retornar da primeira viagem, comecei a oferecer o chai aos alunos. Todos gostaram, mas a ideia não pegou. Eu só tinha uma escola e no Rio de Janeiro, na época, argumentava-se que o chai era quente e não deveria servir para o Rio, que tinha elevadas temperaturas. Eu contra-argumentava que se fosse assim, ninguém deveria tomar cafezinho quente e isso era (e ainda é) uma mania nacional.</p>
<div id="attachment_1922" class="wp-caption alignright" style="width: 175px"><a href="http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/receita-do-chai-a-tradicional-bebida-indiana/derose-viagem-londres/" rel="attachment wp-att-1922"><img class="size-full wp-image-1922" title="derose-viagem-londres" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/derose-viagem-londres.jpg" alt="" width="165" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">DeRose em Londres, 2011</p></div>
<p>Passaram-se os anos, repetiram-se as viagens à Índia e eu insistia no chai. A nossa rede cresceu e expandiu-se por quase todo o país, bem como por Portugal, Argentina e, mais tarde, pela França, Inglaterra, Itália, Espanha, Estados Unidos etc.</p>
<p>Mas, curiosamente, embora todos declarassem que gostavam do chai, a ideia não pegava. O paradigma ocidental contemporâneo era de que uma escola de hinduísmo no Ocidente tinha que ter chazinho naturéba. Você sabe: aquelas infusões muito boas para a saúde, mas com gosto ruim. Acontece que não trabalhamos com terapia, nem com gente doente. Mas o pior era o fato de que esse costume constituía um falso estereótipo e nós somos contra estereótipos, especialmente os falsos.</p>
<p>Um dia perdi a paciência e disse que a escola que insistisse em servir “chazinhos” naturébas não estava alinhada conosco. Que o chá da Índia era o chai e que eu não queria ver outro que não fosse o chai nas nossas escolas. Aí, funcionou! Todas as nossas escolas começaram a servir o chai e assim o fizemos durante alguns anos.</p>
<p>Pouco a pouco, vimos aparecer o chai nesta e naquela casa de chá, bem como em alguns restaurantes mais finos. Mais algum tempo se passou e o chai se fez presente em algumas entidades culturais. Ele já estava bem popular quando a rede Globo lançou uma novela inspirada na Índia. Nossos milhares de alunos que eram aficcionados do chai exultaram ao ver na TV a nossa bebida institucional. Daí para a frente, passamos a encontrar chai em toda parte, alguns deles intragáveis. Em muitos restaurantes, inseriam no cardápio uma explanação que era a cópia literal dos nossos textos explicativos sobre o chai.</p>
<p>Por tudo o que foi descrito, julgamos que fomos nós que introduzimos o chai no Brasil, Argentina e Portugal.</p></blockquote>
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		<title>Por que a vaca é sagrada na Índia?</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/por-que-a-vaca-e-sagrada-na-india/</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Mar 2009 22:57:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recentemente, estava eu assistindo a uma webclass do Mestre DeRose no site da Uni-Yôga &#8211; como de costume &#8211; e houve uma passagem muito interessante: o assunto da vaca ser sagrada na Índia. Há uma visão muito equivocada sobre isso aqui no Ocidente. Geralmente, quem pergunta o faz de forma grosseira e demonstrando pouca compreensão. Texto extraído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, estava eu assistindo a uma <em>webclass</em> do <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/" target="_blank">Mestre DeRose</a> no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> &#8211; como de costume &#8211; e houve uma passagem muito interessante: o assunto da vaca ser sagrada na Índia. Há uma visão muito equivocada sobre isso aqui no Ocidente. Geralmente, quem pergunta o faz de forma grosseira e demonstrando pouca compreensão.</p>
<p style="text-align: right;"><strong><em>Texto extraído de uma das várias webclasses disponíveis gratuitamente no site da Uni-Yôga</em></strong></p>
<blockquote><p><em>E o ocidental, com aquele jeito compulsivo, pergunta com petulância:<br />
- Por que a vaca é sagrada?<br />
E o indiano com muita tranquilidade disse para ele:<br />
- Olha, a vaca me dá leite, me dá iogurte, me dá queijo, me dá manteiga, puxa o meu arado e me ajuda a produzir alimentos. Trabalha a vida inteira para mim. Me dá o esterco que eu utilizo para fertilizar a terra, e fazer o compustível para fazer a comida. E no final da vida, doando-se e me dando coisas, ela morre. E aí ela me dá seu couro, o seu chifre e os seus ossos que utilizo para artesanato, roupas. É sagrada ou não é? Se não fosse a vaca, o meu povo &#8211; disse ele &#8211; a essa altura estaria passando fome, porque é a vaca que fertiliza os campos e é a vaca que puxa os arados.<br />
E de novo perguntou:<br />
- é sagrada ou não é?</em></p></blockquote>
<p>Provavelmente você tenha lido rapidamente. Volte e leia tudo de novo: isso é uma verdadeira lição de moral. É a nobre  atitude do Ser Humano de ser grato a quem o sustenta e a quem o faz bem. A vaca é o animal que mais auxiliou na sustentação do povo indiano, e eles são gratos por isso. Aqui no Ocidente, ela também nos ajuda muito. E o que fazemos? Degolamos a vaca, deixamos ela de cabeça para baixo jorrando sangue e agonizando, com muita, muita dor e sofrimento, para sujar as mesas com suas inocentes carnes mortas. Antes disso, sugamos os leites de suas tetas até não mais poder. Não bastasse todas essas barbáries, deixamos o filho &#8211; bezerro &#8211; sem se movimentar por semanas para fazer a maldosa carne de vitela (&#8220;baby beef&#8221;, bife de bebê em inglês).</p>
<p>Ahhh mas tudo isso é perdoado, pois esse pessoal que não entende o motivo pelo qual a vaca é sagrada na Índia, é o mesmo pessoal que &#8220;reza&#8221; para o papai do céu agradecendo a comida que está prestes a devorar&#8230;&#8230;&#8230;.</p>
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		<title>Carnes na alimentação do ser humano</title>
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		<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 17:58:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tantra: o Sentir]]></category>
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		<description><![CDATA[Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa. Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;não quero ver, não quero saber&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_200" class="wp-caption alignright" style="width: 210px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-full wp-image-200" title="porquinho" src="http://alexandremontagna.com/blog/wp-content/uploads/2009/03/porquinho.jpg" alt="Ele não nasceu para morrer sangrando na minha mesa." width="200" height="260" /></p>
<p><span style="line-height: 17px;">Ele não nasceu para morrer sangrando na sua mesa.</span></p>
</dt>
</dl>
</div>
<p>Estou convencido de que toda pessoa sensível é uma pessoa vegetariana em potencial. Mas falta coragem para mudar, afinal, é preciso ter atitude. Que coisa mais estranha e incoerente alguém responder &#8220;<em>não quero ver, não quero saber</em>&#8221; quando você o convida para assistir a um documentário sobre a indústria das carnes. Estranho essa pessoa não querer saber qual a procedência daquilo que constitui seu corpo, sua matéria orgânica. Isso é o que eu chamo de <strong>identificação com a ignorância</strong>, ou, como escutei recentemente: <strong>ignorância voluntária</strong>. São pessoas ignorantes, que ignoram o que acontece e querem permanecer assim, mantendo abaixado o véu dos bastidores. Porque sabem, no fundo, que este véu está manchado de sangue no outro lado.</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é o grito dos maus,<br />
mas sim o silêncio dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esta frase &#8211; que tenho nos meus registros como de Martin Luther King &#8211; é muito correta. E vou parafraseá-la:</p>
<p><em>&#8220;O que me preocupa não é a inteligência dos maus,<br />
mas sim a ignorância dos bons&#8221;</em></p>
<p>Esses dias eu estava conversando com um amigo, um cara inteligente,  e ele começou a falar de um documentário que passou na TV a cabo que mostrava um jovem vivendo por um tempo numa comunidade tribal. Numa das aventuras, este jovem teve que matar um pombo à mão. Acho que esguelando o bixo, com ele se debatendo, o sangue jorrando e tudo mais. Ele não conseguiu. Se não me engano o cara quase chorou, e passou mal, certamente. O mais absurdo de toda essa conversa, é que este meu amigo conseguiu concluir &#8211; em sua lógica muito exótica &#8211; que o ser humano precisa comer carnes para sobreviver. Sim, você leu certo, ele me veio com essa. Pois eu tive que mostrar a ele exatamente o oposto. O ser humano não foi feito para comer defunto, nem para matá-lo, nem para digerí-lo. Se naturalmente assim fosse, o rapazote do documentário teria conseguido. Não conseguiu. E o meu amigo teve que concordar comigo, mas não quis dar o braço totalmente a torcer, dizendo: &#8220;<em>é, eu não tinha pensado por esse lado, dá para interpretar dessa forma <strong>também</strong></em>&#8220;. Nenhum humano é capaz de matar animais, não fomos projetados para isso. E mesmo que tivéssemos uma faca, não teríamos coragem. Com exceção das pessoas que passaram por um processo de dessensibilização, ou seja, perderam a sensibilidade e o amor, agindo com frieza, sangue frio, tal qual um assassino. Açougueiros geralmente desenvolvem isso com o tempo. Não foram poucos os filmes de terror que uniram os dois universos: açougue e assassinatos brutais.</p>
<p>Matar seres para banhar-se de suas carnes mortas não é algo digno de uma pessoa sensível. Lei do mais forte o escambau, meu amigo. Lei do mais forte é matar com suas próprias presas, dilacerar com seus próprios dentes e digerir com seu próprio estômago, sem utilizar sal de frutas e sem contrair câncer de cólon, sem irritar as mucosas dos órgãos, sem desenvolver urina ácida e sem provocar centenas de outros problemas de saúde.<span id="more-179"></span></p>
<p>Pare de dizer que é difícil mudar só porque seu marido come muita carne. Estou me dirigindo às mulheres propositalmente, porque ainda hoje elas seguem as diretrizes dos homens. &#8220;Se eu mudar, meu marido não vai gostar&#8221; ou &#8220;meu namorado não vai aceitar isso&#8221;. Acordem, mulheres. Mulheres são mais sensíveis e mais propensas a compreender a alimentação do ser humano. Homens são mais brutos. Certa vez eu tive a infelicidade de presenciar um estapafúrdio pai falando ao seu pequeno filho: &#8220;<em>meninas brincam de bonecas e meninos comem carne</em>&#8220;. Quase, quase dei uma tijolada na testa do jumento. Me faltou o tijolo. Me faltou o ímpeto violento também.</p>
<p>Homens, na verdade, são tão sensíveis quanto as mulheres, mas a criação dos homens é mais repressora. Cansei de ver menininhos não querendo comer carne e o <span style="text-decoration: underline;">pai</span> dizendo que <span style="text-decoration: underline;">tem</span> que comer, porque homem come carne &#8211; e bebe cerveja, claro. Já vi mães dizendo o mesmo, e isso ocorre quando a mulher está mais embrutecida, mas é mais raro.</p>
<p>Incutem em nossas cabeças que precisamos de carne por questão de saúde. Mas como o ícone da ciência Albert Einstein tornou-se um vegetariano justamente por questão de saúde? Como Darwin, Sócrates, Leonardo Da Vinci sobreviveram? Ou Voltaire? Como o nosso querido pugilista Éder Jofre conseguiu sobreviver a tantas lutas e se consagrar campeão mundial? É isso mesmo! Ignorar o vegetarianismo é ser ignorante. Sou vegetariano desde agosto de 2005 e estou muito bem. Aliás, melhorei muito minha saúde. Só comi soja cinco vezes desde então, e só para não fazer desfeita. Vegetariano não come soja, meu amigo. Carne é defunto e defunto não se substitui do carpápio, e sim elimina-se. Não importa se um nutricionista disse que precisamos substituir a carne com soja ou com outra coisa, pois eu conheço um nutricionista que disse o oposto! O meio acadêmico é contraditório e a teoria sempre perderá para o que se comprova na prática. Quer ouvir nutricionistas? Quer ouvir médicos, doutores e mestres falando sobre o assunto? Assista aos documentários abaixo. Não vá me dizer que falta tempo. Pois <strong>tempo</strong>, <em>my friend</em>, eu tenho certeza que <strong>você tem</strong>.</p>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-1717800235769991478&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Terráqueos&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=-6718434770864499282&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;A carne é fraca&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="340" data="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" type="application/x-shockwave-flash"><param name="id" value="VideoPlayback" /><param name="src" value="http://video.google.com/googleplayer.swf?docid=2756277227675684050&amp;hl=en&amp;fs=true" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Documentário &#8220;Uma verdade mais que inconveniente&#8221;</strong></small></div>
<div style="width: 360px; text-align: center; padding: 10px 0; margin: 1em auto; background: #ccc;"><object width="340" height="285" data="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/7zeU8ti-p7o&amp;hl=en&amp;fs=1&amp;rel=0&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;border=1" /><param name="allowfullscreen" value="true" /></object><br />
<small><strong>Gravação de Arnaldo Jabor &#8211; excelente!</strong></small></div>
<p>Para saber o que um vegetariano come, entre neste post do <a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/" target="_blank">blog do Jojó</a>: <strong><em><a href="http://yogafloripa.com/blogdojojo/2009/03/a-melhor-culinaria-do-mundo/" target="_blank">A melhor culinária do mundo</a></em></strong>. Baixe gratuitamente o livro Alimentação Vegetariana: chega de abobrinha! no site da <a href="http://www.uni-yoga.org/" target="_blank">Uni-Yôga</a> na seção <em><a href="http://www.uni-yoga.org/downloads.php" target="_blank">Free downloads</a></em> e também <a href="http://www.uni-yoga.org/web_classes.php?pagina=4&amp;categoria=1" target="_blank">assista às webclasse</a>s intituladas Alimentação biológica, neste mesmo site.</p>
<p>O livro do <a href="http://www.drmarciobontempo.com.br/" target="_blank">Dr. Marcio Bontempo</a> <strong><em>Alimentação para um novo mundo</em></strong> é uma obra para se ter por perto.</p>
<p>Uau, há ainda uma infinidade de ÓTIMOS textos no <strong>Blog do DeRose</strong>, <a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/category/gastronomia/" target="_blank">na categoria gastronomia</a>, e também no post intitulado &#8220;<a href="http://www.uni-yoga.org/blogdoderose/uni-yoga_arquivo_derose/100-maneiras-de-melhorar-o-mundo-7-nao-coma-carne/" target="_blank">Não coma carne</a>&#8221; (leia também os comentários destes posts).</p>
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