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	<title>Comentários em: Que bela mensagem de e-mail</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/que-bela-mensagem-de-e-mail/#comment-4225</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 12:30:45 +0000</pubDate>
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		<description>Não tão fantástico quanto Rômulo Justa. Grande abraço, brother!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não tão fantástico quanto Rômulo Justa. Grande abraço, brother!</p>
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		<title>Por: Rômulo Justa</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/que-bela-mensagem-de-e-mail/#comment-4157</link>
		<dc:creator>Rômulo Justa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Aug 2010 23:36:58 +0000</pubDate>
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		<description>Chicão Quevedo...

Com um nome desse não dá para esperar nada menos fantástico, srsrs...

Grande abração, amigo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chicão Quevedo&#8230;</p>
<p>Com um nome desse não dá para esperar nada menos fantástico, srsrs&#8230;</p>
<p>Grande abração, amigo!</p>
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		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/que-bela-mensagem-de-e-mail/#comment-4051</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:53:05 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Luísa. Obrigado pela sua contribuição. Há certo tempo tomei a decisão de me expressar de maneira levemente mais categórica e - por vezes - irônica. Contudo, eu valorizo muito os comentários como este que você fez, pois estes auxiliam no meu desenvolvimento pessoal. Sinto-me mais livre para falar abertamente no blog porque geralmente quem me lê tem uma predisposição à reflexão e não ao melindre. E é exatamente isso que quero: por as pessoas a refletir, ainda que isso faça com que elas se enfureçam no primeiríssimo momento. Para mim, o segundo momento é o que importa: quando elas colocam as cabeças no travesseiro ao fim do dia e meditam sobre a vida. E aí onde deposito minha esperança, de tornar o mundo menos crente, menos suscetível à manipulação e à catequese; e mais forte de personalidade, mais alegre, com muita noção de vida humana e animal, com deveras percepção da nossa real Natureza e responsabilidade para cuidar da terra.

Apareça mais vezes, Luísa.

Com todo o carinho,
Alexandre Montagna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Luísa. Obrigado pela sua contribuição. Há certo tempo tomei a decisão de me expressar de maneira levemente mais categórica e &#8211; por vezes &#8211; irônica. Contudo, eu valorizo muito os comentários como este que você fez, pois estes auxiliam no meu desenvolvimento pessoal. Sinto-me mais livre para falar abertamente no blog porque geralmente quem me lê tem uma predisposição à reflexão e não ao melindre. E é exatamente isso que quero: por as pessoas a refletir, ainda que isso faça com que elas se enfureçam no primeiríssimo momento. Para mim, o segundo momento é o que importa: quando elas colocam as cabeças no travesseiro ao fim do dia e meditam sobre a vida. E aí onde deposito minha esperança, de tornar o mundo menos crente, menos suscetível à manipulação e à catequese; e mais forte de personalidade, mais alegre, com muita noção de vida humana e animal, com deveras percepção da nossa real Natureza e responsabilidade para cuidar da terra.</p>
<p>Apareça mais vezes, Luísa.</p>
<p>Com todo o carinho,<br />
Alexandre Montagna</p>
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		<title>Por: Luísa</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/que-bela-mensagem-de-e-mail/#comment-4050</link>
		<dc:creator>Luísa</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 12:55:35 +0000</pubDate>
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		<description>Sr. Alexandre
Consulto, por vezes, o seu blog, porque o considero um ser muito inteligente e porque também me considero naturalista (possuo o grau de Chêla do método DeRose, sentindo um grande alegria por isso).
Actualmente pratico Yôga na minha casa, e não em nenhuma Unidade, precisamente porque, tal como aconselha o Mestre, preferi a minha liberdade. Sinto muito a falta do companheirismo de todos aqueles com quem convivia e com quem agora quase só contacto pelo Facebook, não obstante, não concordo com a postura que alguns assumem, na Rede, de que quem não está connosco é contra nós.
Considero que faz parte da nossa evolução tentar compreender os outros, aceitá-los e amá-los como eles são, diferentes de nós, com defeitos, mas também com qualidades.
Acresce que, por muita convicção que tenhamos naquilo em que acreditamos, nada nos garante que sejamos nós a estar certos e os outros a estarem errados. Essa é a postura de superioridade que algumas religiões ainda assumem. Acresce, ainda, que o que é bom para nós, pode muito bem não ser bom para os que nos rodeiam, dependendo, por exemplo, do nível de consciência em que nos encontramos.
Assim sendo, penso que afirmações tais como &quot;aquela personagem de conto de fadas chamada Deus&quot;,´só servem para enfurecer aqueles que acreditam em Deus (com toda a legitimidade que têm), pois sentem-se desrespeitados e, por isso, são em minha opinião completamente dispensáveis.
Com todo o respeito
Luísa Pinheiro (Porto - Portugal)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Sr. Alexandre<br />
Consulto, por vezes, o seu blog, porque o considero um ser muito inteligente e porque também me considero naturalista (possuo o grau de Chêla do método DeRose, sentindo um grande alegria por isso).<br />
Actualmente pratico Yôga na minha casa, e não em nenhuma Unidade, precisamente porque, tal como aconselha o Mestre, preferi a minha liberdade. Sinto muito a falta do companheirismo de todos aqueles com quem convivia e com quem agora quase só contacto pelo Facebook, não obstante, não concordo com a postura que alguns assumem, na Rede, de que quem não está connosco é contra nós.<br />
Considero que faz parte da nossa evolução tentar compreender os outros, aceitá-los e amá-los como eles são, diferentes de nós, com defeitos, mas também com qualidades.<br />
Acresce que, por muita convicção que tenhamos naquilo em que acreditamos, nada nos garante que sejamos nós a estar certos e os outros a estarem errados. Essa é a postura de superioridade que algumas religiões ainda assumem. Acresce, ainda, que o que é bom para nós, pode muito bem não ser bom para os que nos rodeiam, dependendo, por exemplo, do nível de consciência em que nos encontramos.<br />
Assim sendo, penso que afirmações tais como &#8220;aquela personagem de conto de fadas chamada Deus&#8221;,´só servem para enfurecer aqueles que acreditam em Deus (com toda a legitimidade que têm), pois sentem-se desrespeitados e, por isso, são em minha opinião completamente dispensáveis.<br />
Com todo o respeito<br />
Luísa Pinheiro (Porto &#8211; Portugal)</p>
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