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	<title>Comentários em: Para onde vamos depois que morremos?</title>
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	<description>A Cultura do Poder, do Saber e do Sentir</description>
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		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3840</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 May 2010 01:59:28 +0000</pubDate>
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		<description>Estimado Pastor Claudio,

Primeiramente quero parabenizá-lo pela sua respeitosa abordagem nas caixas de comentários de meu blog. É desta forma que pessoas cordiais devem sempre se portar perante opiniões de outros, sejam elas favoráveis ou divergentes.

Gostaria de esclarecer meu posicionamento acerca da ciência: não sou um defensor incondicional dela. Há, sim, muitos dogmas científicos, e é por isso que não a utilizo para ser a minha bandeira ideológica. Aliás, quando duas pessoas de crescimento intelectual diferentes querem se referir à Verdade (aquela com V maiúsculo), elas devem evitar a utilização de rótulos, a fim de evitar mascarar o conhecimento.

Por isso, permita-me reforçar que procuro não defender a ciência, mas sim o verbo &lt;b&gt;&lt;i&gt;saber&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Para uma pessoa como eu, amigo Claudio, parece incoerente que se utilize a Bíblia como norte moral em detrimento do Corão. Ou algum destes em detrimento do Torá, ou Bhagavad Gítá, ou qualquer outro livro sagrado, cujos personagens também fazem milagres, ressuscitam, andam sobre águas, nascem de virgens, etc.

Percebamos juntos, Claudio, que ao mesmo tempo que um indivíduo cristão considera a vida de Jesus como histórica e verdadeira, outro indivíduo considera a vida de Krishna como verdadeira. Outros, consideram Thor, Zeus, Dionísio, Mitra, Attis etc como deuses que realmente existem. Porque um cristão não faz oferendas ao deus Krishna, que também ressuscitou e é uma divindade extremamente sagrada para um bilhão de hindus? &quot;Todo religioso é ateu.. perante a religião dos outros&quot; - não é verdade? A diferença entre um religioso e um ateu é que o ateu acredita em um deus a menos do que o religioso. Isso, no mínimo, nos faz pensar!

Eu seria arrogante se me considerasse pronto e com todo o conhecimento dentro de mim. Não descarto nada que você diz ou porventura ainda diga; só espero que você não crie esperanças, Claudio, de que eu comece a adotar o verbo &lt;b&gt;&lt;i&gt;acreditar&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; para arquitetar a compreensão do Cosmos dentro de mim. Para que acreditar, se posso saber? Acreditar é tomar como verdade algo que não se possa comprovar. Se pudesse ser comprovado, eu não creria: saberia! Creio, porque não vi; se eu tivesse visto, aí eu saberia. Mas, se eu não vi, por que creria? Creria por conforto emocional apenas, mas prefiro conforto emocional sem crença. Ora, ou sei ou não sei. O que eu não souber, eu deduzo, aufiro, considero, mas não creio. Vejo pela minha experiência pela terra que a crença impede a nossa consciência de saber, nos desune e prende o intelecto.

Finalmente, sobre evolução e criacionismo, permita-me reiterar que até a própria Igreja Católica já não considera mais o evolucionismo como uma mera hipótese. É evidente que há um desenvolvimento uno que se ramificou durante milhões de anos, dando origem à biodiversidade que encontramos hoje ao nosso redor e encontramos também ao olhar no espelho. Mencionar o duelo &lt;em&gt;Evolucionismo versus Criacionismo&lt;/em&gt; é inadequado perante a nossa sapiência. Entretanto, estou ciente da existência do design inteligente, que muitos defendem para amalgamar as evidências evolucionistas com a crença no Criacionismo. Não vejo um motivo de unir uma coisa à outra senão à necessidade de manter acesa a chama da crença numa época em que ela enquanto dogma institucional é contestada.

Mais do que considerar suas sugestões de leitura, Claudio, prefiro considerar o que você expuser com suas palavras, seu coração e seu intelecto. Nutro boas expectativas de que você absorveu bem o conhecimento exposto nos livros mencionados e saberá expressar contrapontos com argumentação adequada. Mas, já aviso: numa boa conversa lúcida, não vale mencionar nada que exija crença.

Talvez eu demore um pouco para responder comentários longos, mas uma hora/dia responderei seguramente.

Um abraço agradecido pela sua participação e simpatia.

Alexandre Montagna</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estimado Pastor Claudio,</p>
<p>Primeiramente quero parabenizá-lo pela sua respeitosa abordagem nas caixas de comentários de meu blog. É desta forma que pessoas cordiais devem sempre se portar perante opiniões de outros, sejam elas favoráveis ou divergentes.</p>
<p>Gostaria de esclarecer meu posicionamento acerca da ciência: não sou um defensor incondicional dela. Há, sim, muitos dogmas científicos, e é por isso que não a utilizo para ser a minha bandeira ideológica. Aliás, quando duas pessoas de crescimento intelectual diferentes querem se referir à Verdade (aquela com V maiúsculo), elas devem evitar a utilização de rótulos, a fim de evitar mascarar o conhecimento.</p>
<p>Por isso, permita-me reforçar que procuro não defender a ciência, mas sim o verbo <b><i>saber</i></b>. Para uma pessoa como eu, amigo Claudio, parece incoerente que se utilize a Bíblia como norte moral em detrimento do Corão. Ou algum destes em detrimento do Torá, ou Bhagavad Gítá, ou qualquer outro livro sagrado, cujos personagens também fazem milagres, ressuscitam, andam sobre águas, nascem de virgens, etc.</p>
<p>Percebamos juntos, Claudio, que ao mesmo tempo que um indivíduo cristão considera a vida de Jesus como histórica e verdadeira, outro indivíduo considera a vida de Krishna como verdadeira. Outros, consideram Thor, Zeus, Dionísio, Mitra, Attis etc como deuses que realmente existem. Porque um cristão não faz oferendas ao deus Krishna, que também ressuscitou e é uma divindade extremamente sagrada para um bilhão de hindus? &#8220;Todo religioso é ateu.. perante a religião dos outros&#8221; &#8211; não é verdade? A diferença entre um religioso e um ateu é que o ateu acredita em um deus a menos do que o religioso. Isso, no mínimo, nos faz pensar!</p>
<p>Eu seria arrogante se me considerasse pronto e com todo o conhecimento dentro de mim. Não descarto nada que você diz ou porventura ainda diga; só espero que você não crie esperanças, Claudio, de que eu comece a adotar o verbo <b><i>acreditar</i></b> para arquitetar a compreensão do Cosmos dentro de mim. Para que acreditar, se posso saber? Acreditar é tomar como verdade algo que não se possa comprovar. Se pudesse ser comprovado, eu não creria: saberia! Creio, porque não vi; se eu tivesse visto, aí eu saberia. Mas, se eu não vi, por que creria? Creria por conforto emocional apenas, mas prefiro conforto emocional sem crença. Ora, ou sei ou não sei. O que eu não souber, eu deduzo, aufiro, considero, mas não creio. Vejo pela minha experiência pela terra que a crença impede a nossa consciência de saber, nos desune e prende o intelecto.</p>
<p>Finalmente, sobre evolução e criacionismo, permita-me reiterar que até a própria Igreja Católica já não considera mais o evolucionismo como uma mera hipótese. É evidente que há um desenvolvimento uno que se ramificou durante milhões de anos, dando origem à biodiversidade que encontramos hoje ao nosso redor e encontramos também ao olhar no espelho. Mencionar o duelo <em>Evolucionismo versus Criacionismo</em> é inadequado perante a nossa sapiência. Entretanto, estou ciente da existência do design inteligente, que muitos defendem para amalgamar as evidências evolucionistas com a crença no Criacionismo. Não vejo um motivo de unir uma coisa à outra senão à necessidade de manter acesa a chama da crença numa época em que ela enquanto dogma institucional é contestada.</p>
<p>Mais do que considerar suas sugestões de leitura, Claudio, prefiro considerar o que você expuser com suas palavras, seu coração e seu intelecto. Nutro boas expectativas de que você absorveu bem o conhecimento exposto nos livros mencionados e saberá expressar contrapontos com argumentação adequada. Mas, já aviso: numa boa conversa lúcida, não vale mencionar nada que exija crença.</p>
<p>Talvez eu demore um pouco para responder comentários longos, mas uma hora/dia responderei seguramente.</p>
<p>Um abraço agradecido pela sua participação e simpatia.</p>
<p>Alexandre Montagna</p>
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	<item>
		<title>Por: claudio</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3812</link>
		<dc:creator>claudio</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 15:20:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://alexandremontagna.com/blog/?p=1076#comment-3812</guid>
		<description>Caríssimo amigo Alexandre

Em primeiro lugar, meus parabéns pela sua lógica argumentativa

Segue a ficha do livro do Dr. Nahor, que é dr. em geologia pela USP, livro que está publicado em primorosa edição de luxo.:

Nahor N. Souza Jr.
“Uma Breve História da Terra”. 207 pag.
Sociedade Criacionista Brasileira
Brasília DF, 2004. 2a. Edição.

Percebo que você é bem esclarecido, porém está equivocado quando se refere à fé como contrária à ciencia. Na verdade, elas se deram muito bem até certo tempo. O grande problema é que os hoje cientistas se dividem em criacionistas e evolucionistas, porém não há demérito para os que tem fé: é apenas questão de cosmovisão.

Muitos cientistas antigos eram criacionistas, como por exemplo Isac Newton que escreveu até mesmo um comentário sobre profecias biblicas. O livro publicado pela CPB, do autor Dr. Rodrigo Pereira (”Eles também criam em Deus”) expoe grandes homens da ciencia como crentes em Deus, embora seus conceitos cientificos estejam em vigor até hoje. Ademais, visite o site da Sociedade Criacionista Brasileira e veja quem são os homens ali: até mesmo foram premiados por seus escritos na area da ciencia.

Criacionismo e fé não conflita com ciencia. Na verdade há tanta fé na ciencia quanto no cristianismo. Muitas declarações e premissas da ciência são com base na fé. As teorias acerca da origem da vida, por exemplo, são apenas hipóteses, que hoje são declaradas como verdades definitivas, quase como dogmas da dita “Ciencia”. Penso que há tantas visões da ciência quanto da fé.

Seria bom que alguem como voce lesse mais obras acerca do outro ponto de vista. Assista por exemplo, A Verdadeira Idade da Terra, um exelente documentário cientifico que nunca foi contestado pela ciencia agnostica. Leia por exemplo, , de Naor Rodrigues, Uma Breve Historia da Terra, pela Sociedade Criacionista Brasileira, e perceba como o fundamento cientifico se mescla ao discurso criacionista.

Acerca de Jesus, há mais fundamento histórico dele hoje em obras escritas, sobre seu tempo, seu contexto de vida, sua pregação etc que qualquer imperador grego ou romano, ou mesmo um personagem de nosso tempo. Foi mais que provado o fundamento historico dos evangelhos.

Já se entende que a figura de jesus como historica esta provada. E só se entende a força de sua pessoa devido algo mais nele que levasse a essa celebração, além de uma vida no nível comum, ainda mais devido as circunstancias de sua morte, que foi vergonhosa; mas se deve, acima de tudo algo grandioso que o elevasse, algo como sua ressurreição. Um homem apenas, pouco impacto teria se fosse evidente apenas sua morte vexatoria como criminoso.

O grande problema é que a gente se deixa levar apenas por uma visão. Faria bem ler também a grande obra de Ian G. Barbour, Fisico Nuclear e Teologo, prêmio Templeton em 1999: &quot;Quando a Ciencia Encontra a Religião: inimigas, estranhas ou parceiras?&quot;. 

Leia mais sobre estes temas dos dois lados, sem preconceito e verá que sua visao vai se abrir mais.

Fica meu apreço. Tenho aprendido boas coisas com você.

Abraço.

Claudio S. Sampaio
Graduado em teologia
Pós-graduado em Ciencias da Religião.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caríssimo amigo Alexandre</p>
<p>Em primeiro lugar, meus parabéns pela sua lógica argumentativa</p>
<p>Segue a ficha do livro do Dr. Nahor, que é dr. em geologia pela USP, livro que está publicado em primorosa edição de luxo.:</p>
<p>Nahor N. Souza Jr.<br />
“Uma Breve História da Terra”. 207 pag.<br />
Sociedade Criacionista Brasileira<br />
Brasília DF, 2004. 2a. Edição.</p>
<p>Percebo que você é bem esclarecido, porém está equivocado quando se refere à fé como contrária à ciencia. Na verdade, elas se deram muito bem até certo tempo. O grande problema é que os hoje cientistas se dividem em criacionistas e evolucionistas, porém não há demérito para os que tem fé: é apenas questão de cosmovisão.</p>
<p>Muitos cientistas antigos eram criacionistas, como por exemplo Isac Newton que escreveu até mesmo um comentário sobre profecias biblicas. O livro publicado pela CPB, do autor Dr. Rodrigo Pereira (”Eles também criam em Deus”) expoe grandes homens da ciencia como crentes em Deus, embora seus conceitos cientificos estejam em vigor até hoje. Ademais, visite o site da Sociedade Criacionista Brasileira e veja quem são os homens ali: até mesmo foram premiados por seus escritos na area da ciencia.</p>
<p>Criacionismo e fé não conflita com ciencia. Na verdade há tanta fé na ciencia quanto no cristianismo. Muitas declarações e premissas da ciência são com base na fé. As teorias acerca da origem da vida, por exemplo, são apenas hipóteses, que hoje são declaradas como verdades definitivas, quase como dogmas da dita “Ciencia”. Penso que há tantas visões da ciência quanto da fé.</p>
<p>Seria bom que alguem como voce lesse mais obras acerca do outro ponto de vista. Assista por exemplo, A Verdadeira Idade da Terra, um exelente documentário cientifico que nunca foi contestado pela ciencia agnostica. Leia por exemplo, , de Naor Rodrigues, Uma Breve Historia da Terra, pela Sociedade Criacionista Brasileira, e perceba como o fundamento cientifico se mescla ao discurso criacionista.</p>
<p>Acerca de Jesus, há mais fundamento histórico dele hoje em obras escritas, sobre seu tempo, seu contexto de vida, sua pregação etc que qualquer imperador grego ou romano, ou mesmo um personagem de nosso tempo. Foi mais que provado o fundamento historico dos evangelhos.</p>
<p>Já se entende que a figura de jesus como historica esta provada. E só se entende a força de sua pessoa devido algo mais nele que levasse a essa celebração, além de uma vida no nível comum, ainda mais devido as circunstancias de sua morte, que foi vergonhosa; mas se deve, acima de tudo algo grandioso que o elevasse, algo como sua ressurreição. Um homem apenas, pouco impacto teria se fosse evidente apenas sua morte vexatoria como criminoso.</p>
<p>O grande problema é que a gente se deixa levar apenas por uma visão. Faria bem ler também a grande obra de Ian G. Barbour, Fisico Nuclear e Teologo, prêmio Templeton em 1999: &#8220;Quando a Ciencia Encontra a Religião: inimigas, estranhas ou parceiras?&#8221;. </p>
<p>Leia mais sobre estes temas dos dois lados, sem preconceito e verá que sua visao vai se abrir mais.</p>
<p>Fica meu apreço. Tenho aprendido boas coisas com você.</p>
<p>Abraço.</p>
<p>Claudio S. Sampaio<br />
Graduado em teologia<br />
Pós-graduado em Ciencias da Religião.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3746</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 02:45:25 +0000</pubDate>
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		<description>Eu não só o conheço, como também participei de uma tradução deste &lt;a href=&quot;http://www.megavideo.com/?d=I859Y1K0&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;documentário para o idioma português&lt;/a&gt;. Venho acompanhando o trabalho de Bill Maher há algum tempo, e ele está ficando muito bom nestes assuntos! Obrigado pela indicação. Faça isto sempre, sim? Beijinhos, Beloca!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não só o conheço, como também participei de uma tradução deste <a href="http://www.megavideo.com/?d=I859Y1K0" rel="nofollow">documentário para o idioma português</a>. Venho acompanhando o trabalho de Bill Maher há algum tempo, e ele está ficando muito bom nestes assuntos! Obrigado pela indicação. Faça isto sempre, sim? Beijinhos, Beloca!!</p>
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	<item>
		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3745</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 02:39:38 +0000</pubDate>
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		<description>Ótimo comentário, Rômulo. Um brinde ao &lt;a href=&quot;http://www.yogashopping.net/produtos_ver.php?id=82&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;Yôga, à Imortalidade e à Liberdade&lt;/a&gt;! Ah, e às 108 virgens que todos nós, os yôgins, temos direito no &lt;em&gt;post-mortem&lt;/em&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo comentário, Rômulo. Um brinde ao <a href="http://www.yogashopping.net/produtos_ver.php?id=82" rel="nofollow">Yôga, à Imortalidade e à Liberdade</a>! Ah, e às 108 virgens que todos nós, os yôgins, temos direito no <em>post-mortem</em>.</p>
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		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3744</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 02:32:43 +0000</pubDate>
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		<description>Obrigado por contribuir neste louco post, May. &lt;em&gt;You are incredible, and fortunetely you&#039;re true!&lt;/em&gt;.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigado por contribuir neste louco post, May. <em>You are incredible, and fortunetely you&#8217;re true!</em>.</p>
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	<item>
		<title>Por: Isabelle WB</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3737</link>
		<dc:creator>Isabelle WB</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2010 18:15:24 +0000</pubDate>
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		<description>Xandinho, esses dias assisti um documentario e lembrei de ti. E&#039; com Bill Maher e se chama &quot;Religulous&quot;.
Bom, fica ai a dica!
Beijos.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Xandinho, esses dias assisti um documentario e lembrei de ti. E&#8217; com Bill Maher e se chama &#8220;Religulous&#8221;.<br />
Bom, fica ai a dica!<br />
Beijos.</p>
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	<item>
		<title>Por: Rômulo Justa</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3719</link>
		<dc:creator>Rômulo Justa</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 May 2010 20:32:13 +0000</pubDate>
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		<description>O fato é que a compravação factual de um afterlife é impossível e ponto. Não devemos nos preocupar com isso, mas com o impacto concreto que esta crença tem em nossas vidas, nossa subjetividades.

Um homem bomba explode por lhe acenarem um paraíso com virgens disponíveis, nenhum aiatolá pode lhe trazer uma foto desse paraíso, mas como ele acredita, isso transforma sua subjetividade e o capacita a matar a esmo.

O fato é que todos devemos encarar a morte, que é o incognoscível por excelência, e um dos corolários desse confronto sincero é algum tipo de interpretação que reduza essa incompreensão tácita, não tanto para nos garantir que viveremos post-mortem, mas para nos permitir colocar a morte e o morrer no seio da vida, abrangê-la numa totalidade.

Abraços grande amigo!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O fato é que a compravação factual de um afterlife é impossível e ponto. Não devemos nos preocupar com isso, mas com o impacto concreto que esta crença tem em nossas vidas, nossa subjetividades.</p>
<p>Um homem bomba explode por lhe acenarem um paraíso com virgens disponíveis, nenhum aiatolá pode lhe trazer uma foto desse paraíso, mas como ele acredita, isso transforma sua subjetividade e o capacita a matar a esmo.</p>
<p>O fato é que todos devemos encarar a morte, que é o incognoscível por excelência, e um dos corolários desse confronto sincero é algum tipo de interpretação que reduza essa incompreensão tácita, não tanto para nos garantir que viveremos post-mortem, mas para nos permitir colocar a morte e o morrer no seio da vida, abrangê-la numa totalidade.</p>
<p>Abraços grande amigo!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Mayara</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3695</link>
		<dc:creator>Mayara</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 May 2010 12:31:38 +0000</pubDate>
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		<description>Olha, eu tenho um brilhante professor de cálculo chamado Zum. Ele é muito doido! E as vezes quando aparece uma equação muito grande e que parece muito difícil depois de resolver no quadro ele sempre solta: &quot;It´ssssss incredible, but is true!&quot;. E a vida, o Universo e toda essa grandiosidade que também nos assusta de início é isso: &quot;is incredible, but is true&quot; e quando começamos a destrinchar vai dando certo e nem é tão aterrorizante quanto parecia. Mas outras nao sabemos nem por onde começar a resolver como a morte, é um enigma. Mas é um mistério só porque é o fim do que conhecemos como vida, nada de sobrenatural nisso. Para mim - e para Sarte também - a morte é tão ocasional quanto a vida. É o fechamento de um ciclo. &quot;It`s incredible but is true&quot;!!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olha, eu tenho um brilhante professor de cálculo chamado Zum. Ele é muito doido! E as vezes quando aparece uma equação muito grande e que parece muito difícil depois de resolver no quadro ele sempre solta: &#8220;It´ssssss incredible, but is true!&#8221;. E a vida, o Universo e toda essa grandiosidade que também nos assusta de início é isso: &#8220;is incredible, but is true&#8221; e quando começamos a destrinchar vai dando certo e nem é tão aterrorizante quanto parecia. Mas outras nao sabemos nem por onde começar a resolver como a morte, é um enigma. Mas é um mistério só porque é o fim do que conhecemos como vida, nada de sobrenatural nisso. Para mim &#8211; e para Sarte também &#8211; a morte é tão ocasional quanto a vida. É o fechamento de um ciclo. &#8220;It`s incredible but is true&#8221;!!!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Alexandre Montagna</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3688</link>
		<dc:creator>Alexandre Montagna</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2010 07:57:45 +0000</pubDate>
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		<description>Ha, amei tua síntese! Me deste uma vontade imensa de ensaiar sobre a entropia.
Beijinhos entrópicos (e telepáticos)!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ha, amei tua síntese! Me deste uma vontade imensa de ensaiar sobre a entropia.<br />
Beijinhos entrópicos (e telepáticos)!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Paula Moreira</title>
		<link>http://alexandremontagna.com/blog/arquivo/para-onde-vamos-depois-que-morremos/#comment-3682</link>
		<dc:creator>Paula Moreira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 May 2010 08:18:36 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://alexandremontagna.com/blog/?p=1076#comment-3682</guid>
		<description>“querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças”  ahahaha adorei.

Acho que não precisamos achar um motivo para estarmos aqui, simplesmente saber que somos a entropia personificada (ha! literalmente) na busca do Universo pelo equilíbrio...mais um bocado de massa estelar absurdamente complexo e, cá entre nós, um tanto quanto prepotente! Ha.

Beijitos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>“querida, eu morri mas estou bem, cuide das crianças”  ahahaha adorei.</p>
<p>Acho que não precisamos achar um motivo para estarmos aqui, simplesmente saber que somos a entropia personificada (ha! literalmente) na busca do Universo pelo equilíbrio&#8230;mais um bocado de massa estelar absurdamente complexo e, cá entre nós, um tanto quanto prepotente! Ha.</p>
<p>Beijitos</p>
]]></content:encoded>
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