Blog de Alexandre Montagna Alexandre Montagna com o educador DeRose em setembro de 2010.
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Plaft, plaft!

Por Alexandre Montagna, Terça-feira, 26 Março 2013 | 21:11

Certa vez, uma moça interessada em praticar conosco veio vestida de tal forma que parecia uma veterana da Guerra dos Farrapos, viu o pessoal bem-vestido que estava praticando dentro da escola e decidiu dar meia-volta:

- “Ah não, eu não quero isso. Eu queria fazer a minha ‘ióga’ (sic) bem à vontade e vir de qualquer jeito, não quero ter que me vestir ‘assim’ (sic)”.

O “assim” que os alunos trajavam era indumentária normal, bonita, de qualquer pessoa que se preze, tanto para realizar nossas práticas quanto para confraternizar no pós-aula. E então ela saiu pela tangente, com suas pantufas que faziam plaft-plaft no chão.

Ô, estigma de filosofia hiponga!


Não me apresente como Instrutor de Yôga

Por Alexandre Montagna, Quinta-feira, 6 Dezembro 2012 | 15:35

Não me apresente como Instrutor de Yôga

 

A harmonia do mundo depende da retificação dos nomes.” (Confúcio)

Saiba informar que trabalho com o Método DeRose, que vai muito além das técnicas.

“Yôga” é uma palavra-mágica. É mágica porque, quando você fala, sai uma bobagem qualquer da cartola da pessoa. Coisas muito piores do que um coelho.

Por favor, não utilize a palavra-mágica. Isto dificultará a comunicação.

Quando apresentei a Sarita para um senhor muito gentil, ato contínuo, ele pergunta se este é o nome verdadeiro dela. Nome verdadeiro? É óbvio que é o nome verdadeiro! Não somos alternativos espiritualistas que largam o nome de cartório para adotar um místico pseudônimo. Da próxima vez direi “Sim, ela é Sarita e agora sou o Jujubánanda!”…

Tudo isso só aconteceu porque alguém já havia mencionado a palavra-mágica para o desinformado senhor.

É claro que, dentro de toda a cultura preconizada, nós também ensinamos esta filosofia. Só que o Método DeRose é muito mais amplo! Por exemplo: nós também temos um livro para educação de cães e não somos pet shop. Também temos livros sobre alimentação e não somos escola de gastronomia.

Promovemos a evolução dos alunos em diversas áreas, e é uma tristeza quando ignoram tudo isto e me apresentam como profissional da palavra-mágica. Quando me apresentam assim, num piscar de olhos uma profusão de balelas surgem na cabeça da pessoa que está me conhecendo, ela pensa em coisas que não faço e supõe coisas que não existem.

Quando me apresentam da forma errada, imediatamente eu deixo de ser um profissional de uma filosofia edificante, uma cultura enriquecedora para a qualidade de vida e alta performance do indivíduo, e passo a ser visto como um diletante que ensina ginástica exótica. Isso quando a coisa não piora e me chamam de zen (isto já virou ofensa).

Por favor, tenha a gentileza de me apresentar a um amigo, parente ou colega de trabalho com a informação REAL sobre o que eu faço. Método DeRose. Sou instrutor do Método DeRose. Na linguagem coloquial, obviamente, também posso ser referenciado como professor.

Para saber mais sobre o Método, acesse www.vimeo.com/11532716, vídeo no qual o próprio DeRose concede entrevista sobre o sistema que ensinamos.

No Rio Grande do Sul, se você mora em Porto Alegre ou Pelotas, ligue já e agente uma aula na escola do Método DeRose mais próxima de você.

Pode me agradecer depois por e-mail, telefone ou aqui no blog.


O Presidente é importante, mas nem tanto.

Por Alexandre Montagna, Domingo, 16 Setembro 2012 | 10:24

O presidente de uma nação pode interferir em várias decisões, mas não é a figura essencial da mudança. Nem ele, nem seu partido.

Dentro do Capitalismo, o poder de decisão está com quem tem poder sobre o capital. Por isso, megacorporações podem ter mais poder do que muitas nações.

O poder é do capital e, portanto, pode ser de cada um de nós. Não adianta mudar o presidente ou o prefeito. Se você quiser progresso, torne-se um capitalista justo e perfeito.


Sobre um sistema econômico justo

Por Alexandre Montagna, Domingo, 27 Maio 2012 | 23:00

Uma história sobre o defeito de um sistema econômico

Um professor de economia nunca havia reprovado um só aluno antes, mas tinha, certa vez, reprovado uma classe inteira. Esta classe em particular tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e ‘justo’.

O professor então disse: “Ok, vamos fazer um experimento socialista nesta classe. Ao invés de dinheiro, usaremos suas notas nas provas.

Todas as notas seriam concedidas com base na média da classe, e portanto seriam ‘justas’. Isso quis dizer que todos receberiam as mesmas notas, o que significou que ninguém seria reprovado. Isso também quis dizer, claro, que provavelmente ninguém receberia um “A”…

Depois que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam “B”. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando a segunda prova foi aplicada, os preguiçosos estudaram ainda menos – eles esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início resolveram que eles também se aproveitariam do trem da alegria das notas. Portanto, agindo contra suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Como um resultado, a segunda média das provas foi “D”.

Ninguém gostou.

Depois da terceira prova, a média geral foi um “F”.

As notas não voltaram a patamares mais altos, mas as desavenças entre os alunos, buscas por culpados e palavrões passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela classe. A busca por ‘justiça’ dos alunos tinha sido a principal causa das reclamações, inimizades e senso de injustiça que passaram a fazer parte daquela turma. No final das contas, ninguém queria mais estudar para beneficiar o resto da sala.

Portanto, todos os alunos repetiram o ano… para sua total surpresa.

O professor explicou que o experimento socialista tinha falhado porque ele foi baseado no menor esforço possível da parte de seus participantes.

Preguiça e mágoas foi seu resultado. Sempre haveria fracasso na situação a partir da qual o experimento tinha começado.

Quando a recompensa é grande”, ele disse, “o esforço pelo sucesso é grande, pelo menos para alguns de nós. Mas quando o governo elimina todas as recompensas ao tirar coisas dos outros sem seu consentimento para dar a outros que não batalharam por elas, então o fracasso é inevitável.

É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar para alguém aquilo que não tira de outro alguém.

Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.

É impossível multiplicar riqueza dividindo-a.

Adrian Rogers, 1931


Coca-cola Zero Problemas

Por Alexandre Montagna, Domingo, 6 Maio 2012 | 18:08

Gosto muito de Coca-cola Zero. Diante de alguns boatos que falavam mal deste refrigerante, resolvi pesquisar e achei um texto interessante no site do Uol. Não acredito cegamente em textos só porque estão em portais, então eu deixo uma margem de ceticismo sempre, como vacina contra a manipulação. De qualquer forma, é válido ler e seguir pesquisando até chegar a uma conclusão mais próxima da verdade:

“Se existe uma resposta simples para a questão, ela pode ser resumida da seguinte forma: não existe estudo que comprove a relação entre refrigerantes light, diet ou zero e a incidência de câncer em humanos. O que não significa que a bebida possa ser consumida como água.

O grande “vilão” associado à Coca Zero é o ciclamato de sódio, adoçante que foi proibido pelo FDA (Food and Drug Administration, órgão regulador de alimentos e remédios nos EUA), mas é aprovado no Brasil e em vários outros países. Mais de 50, segundo a Coca-Cola, que dispõe em seu site uma área só para esclarecer “boatos e mitos” sobre seus produtos ( veja em http://www.cocacolabrasil.com.br/boatos_mitos.asp?inicio=1).

A Coca Zero vendida nos EUA (sim, ela não foi banida por lá) possui outros tipos de adoçantes em sua fórmula (como é possível consultar, em inglês, no endereço http://www.virtualvender.coca-cola.com/ft/index.jsp).

No Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) já recebeu tantos questionamentos que também decidiu divulgar, em 2009, um informe técnico (http://www.anvisa.gov.br/alimentos/informes/40_020609.htm) sobre o assunto. O texto explica como e quando começou toda a polêmica: em meados de 1970, quando um estudo demonstrou que a ingestão crônica de ciclamato aumentava a incidência de tumores de bexiga em ratos, levando o FDA a proibir a substância.

Outras pesquisas não comprovaram o risco, mas os EUA até hoje mantêm a proibição (para os críticos, isso é reflexo do “lobby do aspartame”). Uma pesquisa feita pelo Instituto Nacional de Câncer dos EUA, por exemplo, avaliou por 17 anos a ingestão por macacos de quantidades diárias (cinco vezes por semana) de ciclamato equivalentes às de 30 latas de refrigerante dietético. Nenhum dos animais contraiu câncer de bexiga, esclarece a Anvisa.”

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/2012/01/28/coca-zero-da-cancer-veja-o-que-dizem-especialistas-sobre-o-mito-propagado-na-internet.jhtm


Cada um tem sua trajetória própria

Por Alexandre Montagna, Sábado, 5 Maio 2012 | 10:08

Ode à compreensão

Escolhas são baseadas em receios, desejos e ponderações.
Há a escolha de vir, há a escolha de ir.
Há quem escolha ficar.
As escolhas das pessoas podem não nos agradar.
Podem sequer ser as melhores escolhas para elas mesmas.
Mas são delas as escolhas. Respeitemos.


Escravidão mental

Por Alexandre Montagna, Sexta-feira, 4 Maio 2012 | 10:08

Lembre-se do primeiro axioma do Método DeRose: “não acredite!”.

É bastante sério o ato de estar preso a um paradigma e conceber toda uma visão de mundo dentro de premissas ilusórias. Estas concepções acabam tornando-se engessadas e são difíceis de ser transformadas ou aprimoradas em nossa mente.

Em A Origem, DiCaprio ilustra isto ao dizer que uma ideia é o mais resiliente parasita. Não um vírus, uma bactéria ou verme intestinal: uma ideia. Uma vez alojada na mente, é quase impossível erradicar uma ideia. Uma vez completamente formada e entendida, ela gruda em algum lugar no cérebro. E é altamente contagiosa.

As idéias falsas são facilmente permitidas pelo indivíduo quando elas suprem carências emocionais. Depois, para esta pessoa, será desconfortável aprovar uma ideia verdadeira que refute uma confortável ideia falsa já aceita.

Quando em debate, uma ideia falsa sempre perderá para uma ideia verdadeira. No entanto, é possível vencer uma ideia verdadeira sem ter razão: basta realizar um contorno intelectual, dançando com a dialética e escapando das associações corretas, fazendo o interlocutor aceitar que 2 mais 2 é igual a 5. Esta é a tática que muitos líderes espirituais utilizam. E tem dado certo.

Para não se tornar escravo de um paradigma, você deve viver em constante meditação.


Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário

Por Alexandre Montagna, Quarta-feira, 2 Maio 2012 | 15:50

Formas de Tratamento: como se dirigir ao destinatário

Como se dirigir a autoridades públicas e a membros do clero? As convenções associadas à redação de cartas vão desde o uso da palavra Senhor, ao se endereçar um envelope a uma pessoa do sexo masculino, até o uso de formas de tratamento mais complexas, usadas para se dirigir a pessoas de posição.

Aqui seguem algumas formas de tratamento:

I. Presidente:
A carta começa com: Excelentíssimo Senhor Presidente da República
No corpo do texto: Vossa Excelência
Endereçado em envelope como:Digníssimo Presidente da República Federativa do Brasil ou Ao Excelentíssimo Presidente da República.

II. Presidente da CNBB:
A carta começa com:
 Vossa Excelência Reverendíssima
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência Reverendíssima Dom Fulano de Tal.

III. Papa:
A carta começa com: Vossa Santidade
No corpo do texto: Santíssimo Padre
No envelope: A Sua Santidade o Papa.

IV. Ministro do Estado
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Digníssimo Ministro Fulano de Tal

V. Membros do Congresso Nacional
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor
No envelope: A Sua Excelência o Senhor Deputado Fulano de Tal ou DD. Membro da Câmara Fulano de Tal.

VI. Governadores e Prefeitos
A carta começa com: Vossa Excelência
No corpo do texto: Excelentíssimo Senhor Governador/Prefeito
No envelope: Ao Excelentíssimo Senhor Fulano de Tal ou DD. Governador Fulano de Tal

VII. Reitor e Vice-Reitor de Universidade
A carta começa com: Vossa Magnificência ou Vossa Excelência
No corpo do texto: Magnífico Reitor ou Excelentíssimo Senhor Reitor
No envelope: A Sua Magnificência o Senhor Fulano de Tal ou Digníssimo Reitor Fulano de Tal.

VIII. Desembargadores municipais e delegados de polícia
A carta começa com: Vossa Senhoria
No corpo do texto: Ilustríssimo Senhor ou Prezado Senhor
No envelope: Ao Senhor Fulano de Tal ou A Sua Senhoria o Senhor Fulano de Tal

Escrevendo para Organizações

Se você estiver escrevendo para uma organização ou instituição, tente primeiro descobrir por telefone o nome da pessoa que deverá receber sua carta, além da maneira pela qual ela prefere ser tratada.

Se você não tiver tempo ou oportunidade para descobrir esse tipo de informação, procure não se dirigir à organização genericamente. Em geral, há um funcionário especializado, a que você pode se dirigir. Segue-se uma lista de organizações e instituições, com o título da pessoa a quem você deve dirigir-se.

Associação: Presidente
Autoridade Policial: Chefe de Polícia
Banco: Gerente
Câmara do Comércio: Presidente/Secretário
Cartório: Tabelião
Cartório de Registro: Escrivão
Clube: Presidente/Secretário
Colégio: Diretor/Professor/Supervisor
Comissão: Membro da Comissão/Secretário
Comitê: Presidente
Companhia/Sociedade Anônima: Presidente
Confederação: Presidente
Conselho: Secretário-Geral
Conselhos ou Juntas: Secretário
Construtora: Gerente/Administrador
Corte: Juiz
Distrito Policial: Superintendente
Fundação: Presidente/Diretor
Instituto/Instituição: Diretor
Ministério: Ministro
Museu/Galeria: Diretor
Organização: Diretor
Repartição Pública: Chefe
Sindicato: Presidente/Secretário
Sociedade: Secretário/Administrador
Tribunal: Secretário/Escrivão
Unidade das Forças Armadas: Oficial Encarregado
Zona Eleitoral: Funcionário de Registro

A forma habitual de se iniciar uma carta para uma organização é utilizando-se as expressõesPrezado Senhor ou Prezada Senhora. Estas cartas geralmente devem terminar com a expressão Atenciosamente. Se você souber o nome da pessoa a quem deve dirigir-se, use então Prezado Sr. Fulano de Tal e termine com Cordialmente. Se a pessoa for uma mulher, e você não tiver certeza de seu estado civil (Senhora ou Senhorita) ou de seu statusprofissional (Dra.), escreva seu nome completo no envelope e na parte superior da folha (junto com seu endereço), e simplesmente comece a carta com Prezada Senhora.

Fonte: http://www.algosobre.com.br/cartas/formas-de-tratamento-como-se-dirigir-ao-destinatario.html

Complemento: forma de tratamento para os membros de famílias reais
Conforme sugerido em metododerose.org/blogdoderose/profissao/que-tratamento-utilizar-com-uma-autoridade/

Imperador/Imperatriz – tratamento de Sua/Vossa Majestade Imperial.
Rei/Rainha – tratamento de Sua/Vossa Majestade.
Grão-Príncipe/Grã-Princesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Príncipe Imperial/Princesa Imperial – tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial e Real.
Príncipe Real/Princesa Real – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Príncipe/Princesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Príncipe Monarca utiliza-se Sua/Vossa Alteza Sereníssima.
Infante/Infante – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real.
Delfim – tratamento Sua/Vossa Alteza Real.
Arquiduque/Arquiduquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Imperial.
Grão-Duque/Grã-Duquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza Real, quando Grão-Duque Monarca utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Alteza Sereníssima.
Duque/Duquesa – tratamento de Sua/Vossa Alteza, se membro da família real; se não utiliza-se o tratamento de Sua/Vossa Excelência/Graça.
Marquês/Marquesa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.
Conde/Condessa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Excelência.
Conde-Barão – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Visconde/Viscondessa – tratamento de Sua/Vossa Graça, na Espanha Sua/Vossa Excelência.
Barão/Baronesa – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Baronete/Baronetesa – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.
Comendador/Dama Comendadora – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Senhor/Senhora – tratamento de Sua/Vossa Graça/Senhoria.
Cavaleiro – Sir)/Dama – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.
Dom/Dona – tratamento de Sua/Vossa Senhoria.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Título_nobiliárquico



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